Páginas

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

George Soros – Wikipédia, a enciclopédia livre



George Soros – Wikipédia, a enciclopédia livre









George Soros


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

George Soros



Nascimento 12 de agosto de 1930 (86 anos)
Budapeste, Hungria
Nacionalidade húngaroNorte-Americano
Filho(s) Robert, Andrea, Jonathan, Alexander, Gregory.
Ocupação Empresário, Investidor Financeiro
Página oficial
georgesoros.com


George Soros (Budapeste, 12 de Agosto de 1930) é um empresário globalista e homem de negócios húngaro-americano. Ficou famoso pelas suas atividades como especulador, nomeadamente em matéria de taxas de câmbio, chegando a ganhar 1 bilhão de dólares em um único dia apostando contra o banco da Inglaterra, bem como pela sua atividade filantrópica, que apoiou entre outros, a Universidade Central Europeia.[1]

Nascido na Hungria com o nome de Schwartz György, tornado-se Soros György, filho de Tivadar Soros, famoso esperantista húngaro, escritor e ex-soldado, e de Erzebet Czacs, ambos de família judia, George Soros teve uma infância relativamente boa, tendo passado parte da adolescência fugindo de perseguições, na Hungria, pelo fato de ser judeu.

Depois, migrou aos dezessete anos para Londres, onde começou a enriquecer com a administração de empresas.

Actualmente é o Presidente da Soros Fund Management, curador da International Crisis Group.[2] e presidente da Open Society Institute, tendo pertencido à Administração do Council on Foreign Relations. Perdeu um processo judicial na França e no Tribunal Europeu de Direitos Humanos por Insider Trading.[3][4]

Nos Estados Unidos é conhecido por ter doado montantes exorbitantes para eleger o presidente Barack Obama, que foi o Governo mais progressista, que defendeu bandeiras da Esquerda nos últimos tempos, naquele país.

No mesmo mês, em 2010, o investidor multimilionário doou US$ 1 milhão para a campanha de um referendo que visa legalizar a maconha na Califórnia.[5] Ele financia o International Crisis Group e a Revenue Watch, que financiam campanhas eleitorais em vários países do mundo, a exemplo das eleições de Hugo Chaves na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, o casal Kirchner na Argentina e os Governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff no Brasil.[6][7]

Foi casado duas vezes: primeiro, com Annaliese Witschak; depois, com Susan Weber. Em 2012, durante a celebração do seu 82º aniversário, aproveitou para anunciar aos familiares e aos amigos que iria se casar com a namorada, Tamiko Bolton, de 40 anos[8]. O casamento ocorreu em 21 de setembro de 2013.[9]

Em 2012 a Revista Forbes classificou Soros como a 22° pessoa mais rica do mundo, com 20 bilhões de dólares[10].

Ligações externas
Entrevista com George Soros em Português (vídeo)
Canada Free Press - Soros: Republic Enemy #1. Página acessada em 28 de Junho de 2013. (em inglês)
Accuracy in Media - The Hidden Soros Agenda: Drugs, Money, the Media, and Political Power. Página acessada em 28 de Junho de 2013. (em inglês)
Accuracy in Media - The Dangerous Soros Agenda. Página acessada em 28 de Junho de 2013. (em inglês)
Liberdade Econômica - George Soros – O que está por trás do Avaaz. Página acessada em 28 de Junho de 2013.
Referências




25° edição da Revista Forbes das pessoas mais ricas do mundo
Portal dos Estados Unidos
Portal da Hungria
Categorias:
Nascidos em 1930
Bilionários da Hungria
Bilionários dos Estados Unidos
Empresários da Hungria
Empresários dos Estados Unidos
Esperantistas
Filantropos dos Estados Unidos
Financistas
Judeus da Hungria
Judeus dos Estados Unidos
Naturais de Budapeste

Menu de navegação


Não autenticado
Discussão
Contribuições
Criar uma conta
Entrar


Artigo
Discussão


Ler
Editar
Editar código-fonte
Ver histórico

Busca




Página principal
Conteúdo destacado
Eventos atuais
Esplanada
Página aleatória
Portais
Informar um erro

Colaboração

Boas-vindas
Ajuda
Página de testes
Portal comunitário
Mudanças recentes
Manutenção
Criar página
Páginas novas
Contato
Donativos

Imprimir/exportar

Criar um livro
Descarregar como PDF
Versão para impressão

Noutros projetos

Wikimedia Commons

Ferramentas

Páginas afluentes
Alterações relacionadas
Carregar ficheiro
Páginas especiais
Ligação permanente
Informações da página
Elemento Wikidata
Citar esta página

Noutros idiomas

العربية
Deutsch
English
Español
हिन्दी
Italiano
日本語
한국어
中文
Editar ligações

Esta página foi modificada pela última vez à(s) 15h02min de 27 de fevereiro de 2017.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso.
Política de privacidade
Sobre a Wikipédia
Avisos gerais
Programadores
Declaração sobre cookies
Versão móvel


Tier, Mark "Investimentos: os segredos de George Soros & Warren Buffett" Editora Campus-Elsevier 2005 ISBN 8535218513


«Crisis Group's Board of Trustees» (em inglês). International Crisis Group. Consultado em 16 de julho de 2012


«Soros Insider-Trade Appeal Rejected by Human Rights Court» (em inglês). Bloomberg Bussinessweek. Consultado em 16 de julho de 2012


«Soros Loses Case Against French Insider-Trading Conviction» (em inglês). Bloomberg Bussinessweek. Consultado em 16 de julho de 2012


«Eleitores dos EUA votam sobre maconha, língua oficial e aborto»


«Who Supports Crisis Group?» (em inglês). International Crisis Group. Consultado em 16 de julho de 2012


«Partners» (em inglês). Revenue Watch. Consultado em 16 de julho de 2012


«George Soros vai casar-se pela terceira vez»


«George Soros ties the knot». NY Post











-

A revolução globalista



A revolução globalista




























A revolução globalista


Olavo de Carvalho

Digesto Econômico, setembro/outubro de 2009









Para quem quer que deseje se orientar na política de hoje – ou simplesmente compreender algo da história dos séculos passados –, nada é mais urgente do que obter alguma clareza quanto ao conceito de “revolução”. Tanto entre a opinião pública quanto na esfera dos estudos acadêmicos reina a maior confusão a respeito, pelo simples fato de que a idéia geral de revolução é formada quase sempre na base das analogias fortuitas e do empirismo cego, em vez de buscar os fatores estruturais profundos e permanentes que definem o movimento revolucionário como uma realidade contínua e avassaladora ao longo de pelo menos três séculos.

Só para dar um exemplo ilustre, o historiador Crane Brinton, em seu clássico The Anatomy of Revolution, busca extrair um conceito geral de revolução da comparação entre quatro grandes fatos históricos tidos nominalmente como revolucionários: as revoluções inglesa, americana, francesa e russa. O que há de comum entre esses quatro processos é que foram momentos de grande fermentação ideológica, resultando em mudanças substantivas do regime político. Bastaria isso para classificá-los uniformemente como “revoluções”? Só no sentido popular e impressionista da palavra. Embora não podendo, nas dimensões deste escrito, justificar todas as precauções conceptuais e metodológicas que me levaram a esta conclusão, o que tenho a observar é que as diferenças estruturais entre os dois primeiros e os dois últimos fenômenos estudados por Brinton são tão profundas que, apesar das suas aparências igualmente espetaculares e sangrentas, não cabe classificá-los sob o mesmo rótulo.

Só se pode falar legitimamente de “revolução” quando uma proposta de mutação integral da sociedade vem acompanhada da exigência da concentração do poder nas mãos de um grupo dirigente como meio de realizar essa mutação. Nesse sentido, jamais houve revoluções no mundo anglo-saxônico, exceto a de Cromwell, que fracassou, e a Reforma Anglicana, um caso muito particular que não cabe comentar aqui. Na Inglaterra, tanto a revolta dos nobres contra o rei em 1215 quanto a Revolução Gloriosa de 1688 buscaram antes a limitação do poder central do que a sua concentração. O mesmo aconteceu na América em 1786. E em nenhum desses três casos o grupo revolucionário tentou mudar a estrutura da sociedade ou os costumes estabelecidos, antes forçando o governo a conformar-se às tradições populares e ao direito consuetudinário. Que pode haver de comum entre esses processos, mais restauradores e corretivos do que revolucionários, e os casos da França e da Rússia, onde um grupo de iluminados, imbuídos do projeto de uma sociedade totalmente inédita em radical oposição com a anterior, toma o poder firmemente resolvido a transformar não somente o sistema de governo, mas a moral e a cultura, os usos e costumes, a mentalidade da população e até a natureza humana em geral?

Não, não houve revoluções no mundo anglo-saxônico e bastaria esse fato para explicar a preponderância mundial da Inglaterra e dos EUA nos últimos séculos. Se, além dos fatores estruturais que as definem – o projeto de mudança radical da sociedade e a concentração do poder como meio de realizá-lo –, algo há de comum entre todas as revoluções, é que elas enfraquecem e destroem as nações onde ocorrem, deixando atrás de si nada mais que um rastro de sangue e a nostalgia psicótica das ambições impossíveis. A França, antes de 1789, era o país mais rico e a potência dominante da Europa. A revolução inaugura o seu longo declínio, que hoje, com a invasão islâmica, alcança dimensões patéticas. A Rússia, após um arremedo de crescimento imperial artificialmente possibilitado pela ajuda americana, desmantelou-se numa terra-de-ninguém dominada por bandidos e pela corrupção irrefreável da sociedade. A China, após realizar o prodígio de matar de fome trinta milhões de pessoas numa só década, só se salvou ao renegar os princípios revolucionários que orientavam a sua economia e entregar-se, gostosamente, às abomináveis delícias do livre mercado. De Cuba, de Angola, do Vietnã e da Coréia do Norte, nem digo nada: são teatros de Grand Guignol, onde a violência estatal crônica não basta para esconder a miséria indescritível.

Todos os equívocos em torno da idéia de “revolução” vêm do prestígio associado a essa palavra como sinônimo de renovação e progresso, mas esse prestígio lhe advém precisamente do sucesso alcançado pelas “revoluções” inglesa e americana que, no sentido estrito e técnico com que emprego essa palavra, não foram revoluções de maneira alguma. Essa mesma ilusão semântica impede o observador ingênuo – e incluo nisso boa parte da classe acadêmica especializada – de enxergar a revolução onde ela acontece sob a camuflagem de transmutações lentas e aparentemente pacíficas, como, por exemplo, a implantação do governo mundial que hoje se desenrola ante os olhos cegos das massas atônitas.

O critério distintivo suficiente para eliminar todas as hesitações e equívocos é sempre o mesmo: com ou sem transmutações súbitas e espetaculares, com ou sem violência insurrecional ou governamental, com ou sem discursos de acusação histéricos e matança geral dos adversários, uma revolução está presente sempre que esteja em ascensão ou em curso de implantação um projeto de transformação profunda da sociedade, se não da humanidade inteira, por meio da concentração de poder.

É por não compreenderem isso que muitas vezes as correntes liberais e conservadoras, opondo-se aos aspectos mais vistosos e repugnantes de algum processo revolucionário, acabam por fomentá-lo inconscientemente sob algum outro de seus aspectos, cuja periculosidade lhes escape no momento. No Brasil de hoje, a concentração exclusiva nos males do petismo, do MST e similares pode levar liberais e conservadores a cortejar certos “movimentos sociais”, na ilusão de poder explorá-los eleitoralmente. O que aí escapa à visão desses falsos espertos é que tais movimentos, ao menos a longo prazo, desempenham na implantação da nova ordem mundial socialista um papel ainda mais decisivo que o da esquerda nominalmente radical.

Outra ilusão perigosa é a de crer que o advento da administração planetária é uma fatalidade histórica inevitável. A facilidade com que a pequena Honduras quebrou as pernas do gigante mundialista mostra que, ao menos por enquanto, o poder desse monstrengo se constitui apenas de um blefe publicitário monumental. É da natureza de todo blefe extrair sua substância vital da crença fictícia que consegue inocular em suas vítimas. Com grande freqüência vejo liberais e conservadores repetindo os slogans mais estúpidos do globalismo, como por exemplo o de que certos problemas – narcotráfico, pedofilia, etc. – não podem ser enfrentados em escala local, requerendo antes a intervenção de uma autoridade global. O contrasenso dessa afirmativa é tão patente que só um estado geral de sonsice hipnótica pode explicar que ela desfrute de alguma credibilidade. Aristóteles, Descartes e Leibniz ensinavam que, quando você tem um problema grande, a melhor maneira de resolvê-lo é subdividi-lo em unidades menores. A retórica globalista nada pode contra essa regra de método. Ampliar a escala de um problema jamais pode ser um bom meio de enfrentá-lo. A experiência de certas cidades americanas, que praticamente eliminaram a criminalidade de seus territórios usando apenas seus recursos locais, é a melhor prova de que, em vez de ampliar, é preciso diminuir a escala, subdividir o poder, e enfrentar os males na dimensão do contato direto e local em vez de deixar-se embriagar pela grandeza das ambições globais.

Que o globalismo é um processo revolucionário, não há como negar. E é o processo mais vasto e ambicioso de todos. Ele abrange a mutação radical não só das estruturas de poder, mas da sociedade, da educação, da moral, e até das reações mais íntimas da alma humana. É um projeto civilizacional completo e sua demanda de poder é a mais alta e voraz que já se viu. Tantos são os aspectos que o compõem, tal a multiplicidade de movimentos que ele abrange, que sua própria unidade escapa ao horizonte de visão de muitos liberais e conservadores, levando-os a tomar decisões desastradas e suicidas no momento mesmo em que se esforçam para deter o avanço da "esquerda". A idéia do livre comércio, por exemplo, que é tão cara ao conservadorismo tradicional (e até a mim mesmo), tem sido usada como instrumento para destruir as soberanias nacionais e construir sobre suas ruínas um onipotente Leviatã universal. Um princípio certo sempre pode ser usado da maneira errada. Se nos apegamos à letra do princípio, sem reparar nas ambigüidades estratégicas e geopolíticas envolvidas na sua aplicação, contribuímos para que a idéia criada para ser instrumento da liberdade se torne uma ferramenta para a construção da tirania.









Comente este artigo no fórum:

http://www.seminariodefilosofia.org/forum/15


Por que George Soros financia movimentos de esquerda? Entenda - InfoMoney







Por que George Soros financia movimentos de esquerda? Entenda - InfoMoney

























home

últimas

mercados

onde investir

minhas finanças

imóveis

franquias

negócios

carreira

IMTV

blogs

bloomberg

cursos











MENU



InfoMoney - Informação que vale dinheiro















Blog InfoMoney







Categorias































Blog por Alan Ghani Em blogs / economia-e-politica / economia-e-politica-direto-ao-ponto 26 ago, 2016 09h14

Por que George Soros financia movimentos de esquerda? Entenda



O casamento aparentemente contraditório entre um bilionário capitalista com grupos de esquerda desperta a seguinte pergunta: como um bilionário capitalista, especulador no mercado financeiro, decidiu financiar grupos de esquerda? E por quê? Basicamente, porque muitos movimentos de esquerda não são necessariamente contra o capitalismo de George Soros, mas contra valores e princípios conservadores, base da civilização ocidental, que representam obviamente uma resistência aos anseios globalistas de Soros e outros grandes capitalistas - tema muito discutido em outros países e totalmente obscuro no Brasil.





















Recentemente, tivemos um fato marcante que nos ajudaria a entender a realidade do mundo atual e, para variar, passou batido pela grande mídia: o vazamento de informações da fundação do bilionário George Soros, Open Society Foundation, a qual doa milhares de dólares para organizações de pauta esquerdista (progressista). Até 25 de agosto, a lista completa dos documentos e das organizações de esquerda financiadas por Soros estava aqui (fonte primária).



O casamento aparentemente contraditório entre um bilionário capitalista com grupos de esquerda desperta a seguinte pergunta: como um bilionário, especulador do mercado financeiro, decidiu financiar grupos de esquerda? E por quê? Para quem acompanha os textos de Olavo Carvalho (aqui) e Flávio Morgenstern, esse casamento entre os metacapitalistas e as esquerdas não traz grandes surpresas, pelo contrário, é perfeitamente compatível com os movimentos progressistas de hoje.



De acordo com o intelectual Flávio Morgenstern (em ótimo Podcast sobre o tema, no qual resumo parte das ideias abaixo), para compreender o casamento entre George Soros e grupos de esquerda, é fundamental entender quais são os objetivos da esquerda hoje e o que é Globalismo, fenômeno muito debatido no mundo, mas pouco discutido no Brasil.



Segundo Morgenstern, o grande objetivo da esquerda é um mundo de paz entre as pessoas. Assim, para se alcançar a PAZ, na lógica esquerdista, seria necessário um Estado forte, além das fronteiras de um país, capaz de destruir todas as fontes de desigualdades na sociedade, seja ela racial, sexual ou até de renda. Mais do que isso, se tivéssemos um Estado com controle absoluto sobre a sociedade, acima das forças locais de um país, não haveria motivos para as nações entrarem em guerra. E é exatamente aí que entra o Globalismo de Geroge Soros.



Teoria da conspiração? O brilhante filósofo inglês, Roger Scruton (ver obra Como ser um Conservador), nos diz que não. Segundo ele, a União Europeia foi criada justamente para ser um Estado acima dos governos locais a fim de evitar mais guerras na Europa. O ponto chave é que a união entre os povos não ocorreu de maneira espontânea, popular, de baixo para cima, mas imposta por uma agenda globalista onde as pessoas comuns não se vêm representadas pelas novas normas e leis impostas para a sociedade pelos burocratas de Bruxelas. A saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) só mostrou este descontentamento popular com a agenda globalista.



Se de um lado, a União Europeia é um exemplo real que nos ajuda a entender o Globalismo; por outro, a relação entre o financiamento dos globalistas (George Soros) com movimentos de esquerda não parece ser tão óbvia. Por que a Fundação de George Soros financia ONGs, “coletivos” e movimentos que defendem ideologias que hoje caracterizam a nova esquerda (new left): feminismo, ideologia de gênero, black lives matter, gayzismo, abortismo, legalização das drogas, livres fronteiras para imigração, desarmamentismo, descriminalização da pedofilia, etc?



A razão é simples, muitos destes movimentos de esquerda não são necessariamente contra o capitalismo de George Soros, mas contra valores e princípios conservadores, base da civilização ocidental, que representam obviamente uma resistência aos anseios globalistas das famílias Soros, Rockfeller, Ford, entre outras.



Uma hipótese plausível é que para estes metacapitalistas colarem em prática seu projeto de governo global – novamente, tema amplamente discutido no primeiro mundo - é necessário enfraquecer qualquer resistência a esse super governo. Evidentemente que todos os elementos defendidos pela direita, principalmente pelos conservadores, são uma resistência ao poder global, tais como a família, a religião judaico-cristã, os poderes locais, o respeito às tradições, aos costumes e à liberdade individual. Por exemplo, é muito difícil um governo moldar um comportamento numa sociedade em que os valores são transmitidos pela família ou pelo convívio social, e não pelo Estado. Na mesma linha, é quase impossível um governo impor sua agenda diante de costumes e tradições tão enraizadas na sociedade. Em outras palavras, estes elementos conservadores representam uma resistência a qualquer tentativa de CONTROLE de governos sobre a sociedade civil.



Por isso, que é perfeitamente compreensível que George Soros, um super capitalista, financie agendas progressistas mundo afora: os movimentos de esquerda de hoje lutam contra princípios conservadores, que são elementos de resistência ao projeto globalista de George Soros. Mais do que isso, muitos destes movimentos progressistas não lutam pelos mais oprimidos, mas se vendem como bem-intencionados, politizando problemas de fato reais, para imporem sua ideologia sobre a sociedade. Por exemplo, é evidente que existe machismo em diversas partes do mundo; o problema é politizar o tema para impor uma ideologia e um CONTROLE sobre a sociedade, transformando todo homem num potencial machista e toda mulher numa potencial vítima. Em outras palavras, por meio de uma guerra de narrativas, exploram-se ressentimentos para imporem uma agenda antiliberal e anticonservadora sobre a sociedade, financiada com o dinheiro de Soros.



Por fim, será que é mera coincidência que uma pessoa adepta da ideologia de gênero defenda também o desarmamento da sociedade civil, o aborto, o poliamor, ridicularize o cristianismo e admire o Obama? Por que será que é tão previsível saber a opinião dos Gregórios Duviviers e dos cools da Vila Madalena e do Leblon sobre imigração, legalização das drogas, aborto, cotas, etc? Por que será que tantas pessoas pensam em bloco sobre todos estes temas? Não sei. Talvez George Soros saiba a resposta.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Alerta Total: Viagens com o Presidente



Alerta Total: Viagens com o Presidente































































sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017



Viagens com o Presidente





Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja


Livro Viagens com o Presidente - NOSSA, Leonencio; SCOLESE, Eduardo. Rio de Janeiro: Record, 2006.

--------------

“Um dos ajudantes apareceu na copa do palácio. Funcionários perguntaram o motivo da cara de tristeza.


- Levei um esporro daqueles... só não foi pior porque mais gente levou... assessor, segurança, todos levaram.


Os seguranças vibram quando o presidente dá broncas nos ajudantes-de-ordens ‘bajuladores’.


Em Puerto Iguazú [...] Lula pede que auxiliares distribuam aos presentes uma cartilha[...] O ajudante-de-ordens admite que esqueceu o material [...] Lula [...] segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião [...].


- Cadê as cartilhas, porra? – esbraveja o presidente.


O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. [...] Lula grita ao mesmo funcionário:


- Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente.


Os demais presentes [...] vêem o auxiliar sair em disparada [...]


A bronca de Lula vira tema de conversas paralelas. É assim num bate-papo de dois diplomatas [...]:


- Se ele fala desse jeito com o ajudante-de-ordens, na frente de todo mundo, imagine com os outros assessores lá no palácio”. p. 62.

“Molhado de suor, olha o ajudante-de-ordens e lhe pede uma toalha [...].


- Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pista do aeroporto para cumprir a ordem do presidente. [...] Lula não se contém com a cena. Enquanto a rapidez de um ajudante-de-ordens absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido e rasteiro a um de seus seguranças.


- Olha lá o bundão. Olha o bundão correndo para pegar a minha toalha”. P. 63.

“Manuel Anísio Gomes, sindicalista que articulou a visita dos metalúrgicos que queriam anistia por terem sido demitidos nos anos da repressão, contou [...] detalhes do encontro:


- Foi ótimo, muito bom. Ele [Lula] estava tão descontraído que beliscou a bunda do pessoal. P. 70.


“Numa audiência com [...] Marina Silva [...] o presidente ouve atentamente a opinião dela contrária às obras [de transposição do rio S. Francisco] e os argumentos favoráveis dos técnicos da área. Após ouvi-los, Lula consola a ministra:


- Marina, essa coisa de meio ambiente é igual a um exame de próstata, não dá para ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter de enfiar o dedo no cu da gente. Então, companheira, se é para enfiar, é melhor que enfiem logo.


Lula, até para mostrar personalidade [...] leva para dentro do Planalto [...] seu costume de falar palavrões [...] Entre os petistas palacianos foi difundida a idéia de que, quanto mais pesado o palavrão, maior o grau de intimidade do presidente com o interlocutor. Daí, ouvir um palavrão pode significar status.


Antes de uma cerimônia no palácio, o brincalhão Lula se aproxima de seu assessor [...] professor universitário Marco Aurélio Garcia, e diz na maior descontração:


- Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no cu hoje?


O professor sorri”. P. 70-71.

“Um militar do Planalto, após ter ouvido reclamações [..]. tenta convencer o presidente sobre as qualidades da aeronave da Força Aérea Brasileira:


- Presidente, as coisas aqui no avião estão funcionando perfeitamente. Veja esta televisão, por exemplo. Ela é boa – disse em tom entusiasmado o auxiliar, enquanto apontava o dedo para um aparelho de tevê instalado num armário de madeira na parte superior da cabine presidencial. A tentativa do militar, porém, foi inócua. Lula tinha uma resposta preparada na ponta da língua:


- A tevê é boa porra nenhuma. A gente querendo fazer uma reforma trabalhista e você querendo manter uma televisão de bosta da época de Getúlio.


As palavras do presidente arrancaram risos dos poucos que testemunharam a cena.


- Esta tevê é tão velha como a que tem lá no Alvorada. Outro dia desisti de assistir a um filme, porque os canais da televisão ficavam mudando sozinhos. Não precisava nem de controle remoto”. P. 77.

A eleição na Câmara entra pela madrugada. Lula não agüenta esperar e vai dormir. Na manhã seguinte, é informado por assessores da vitória do conterrâneo Severino Cavalcanti.


Lula não explode no momento [...]. Deixa para descontar toda sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância.


- Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido”. P. 249.

“Ele chega com aparência péssima. Está visivelmente atordoado por conta do clima de tensão em Brasília [...]. Para aliviar esse estresse, nada melhor do que uma dose de caprichada de uísque [...]. Lula manda servir o segundo, o terceiro e o quarto copos. Visivelmente alterado [...]. O ‘Lulinha paz e amor’ dos marqueteiros não está mais ali. Agora, é petista das antigas.


Com o quarto copo de uísque pela metade, pede a palavra aos presentes e coloca a política externa de seu governo em discussão. Sua primeira reserva de munição é usada contra os vizinhos [...]


- Tem hora, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a puta que o pariu. É verdade. Eu tenho mesmo – afirma, aos gritos, para desconforto absoluto dos demais à mesa. [...]


Os diplomatas não conseguem acreditar naquilo que presenciam. Sem papas na língua, o petista prossegue com um ataque a Jorge Batlle:


- Aquele lá não é uruguaio porra nenhuma. Aquele lá foi criado nos Estados Unidos. É filhote dos americanos.


Definitivamente não há como controlar o presidente [...]


- O Chile é uma merda. O Chile é uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se foda por aqui. Eles estão cagando para nós”. p. 270-271.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.


LIBERTAR.in :: Seja livre, antes que seja tarde!






LIBERTAR.in :: Seja livre, antes que seja tarde!


  • INVERSÃO: PREFEITO É PROCESSADO POR TIRAR IDEOLOGIA DE GÊNERO DE LIVROS DIDÁTICOS
  • ERDOGAN E PUTIN PRETENDEM INICIAR UMA NOVA ORDEM MUNDIAL
  • GOVERNO ALEMÃO PEDE QUE BONECAS ESPIÃS SEJAM DESTRUÍDAS
  • "POLÍTICA DE IMIGRAÇÃO TRANSFORMOU CIDADES SUECAS EM 'CAPITAIS DO ESTUPRO' DA EUROPA"
  • TRANSESPECISMO: JOVEM ALEGA SER UMA “GATA” E LUTA POR DIREITOS CIVIS


INVERSÃO: PREFEITO É PROCESSADO POR TIRAR IDEOLOGIA DE GÊNERO DE LIVROS DIDÁTICOS

Posted: 25 Feb 2017 05:58 PM PST








A cidade de Ariquemes, Rondônia, recebeu destaque nacional após decidir impedir que fosse ensinada ideologia de gênero nas escolas municipais.




As obras foram entregues às escolas em agosto do ano passado, no entanto, o prefeito Thiago Flores, juntamente com 12 vereadores proibiu a entrega integral de livros. Foram removidas as páginas que ensinam sobre casamento homossexual, diversidade sexual ou preservativos.




Agora, o prefeito e sete vereadores estão sendo processados pelo Ministério Público Federal (MPF) e Estadual (MP/RO) em uma ação civil pública. Eles são acusados de improbidade administrativa.

Aula Gratuita para Você Realizar o Sonho de Tocar Piano. Assista Agora!




Segundo aos autos eles teriam feito "censura ilegal e estimularam a homofobia, afrontando os princípios constitucionais de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, sem preconceito e discriminação".




O Ministério Público diz que os vereadores usaram de "argumentos inverídicos e homofóbicos" e que Flores tentou usar o caso para promover-se pessoalmente. Na ocasião, ele criou uma enquete virtual na internet, que mostrou que a maioria das pessoas era contra.




O MP argumenta que a enquete "transformou-se em um debate superficial, agressivo, discriminatório e injurioso contra a comunidade LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros) estimulado pelo próprio poder público". Para justificar o recolhimento dos livros, o prefeito usou como justificativa o resultado da pesquisa online.




O conteúdo dos livros são sancionados pelo Ministério de Educação (MEC). O Ministério Público pede que a Justiça determine a distribuição imediata dos livros com todas as páginas originais, pois alega que eles "em nenhum momento apresentam matéria tendenciosa ou incitadora de sexualidade precoce, homossexualismo ou mesmo apologia à homoafetividade, apenas apresenta diversidade familiar, demonstrando as diferentes formas de constituição das famílias e ressaltando sua importância para a formação dos indivíduos".




Caso sejam condenados, além do prefeito podem perder o cargo os vereadores Amalec da Costa, Pedro Basílio de Souza Júnior, Joel Martins de Oliveira, Carla Gonçalves Redano, Vanilton Sebastião Nunes da Cruz, Loureci Vieira do Araújo e Natanael Emerson Pereira da Lima.




Podem ainda ter de pagar indenização por danos morais. O valor da indenização seria de R$ 2 milhões, que seriam pagos por eles terem causado prejuízos aos alunos e à comunidade LGBTT da cidade. Com informações Rondônia Agora














Por Jarbas Aragão - Gospel Prime




ERDOGAN E PUTIN PRETENDEM INICIAR UMA NOVA ORDEM MUNDIAL

Posted: 25 Feb 2017 05:39 PM PST






O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, fará uma visita oficial à Rússia e ao seu presidente, Vladimir Putin, nos próximos dias 9 e 10 de Março, marcando assim oficialmente uma nova era das relações internacionais nas geografias próximas da Europa.





Depois de 25 anos (desde a queda do Muro de Berlim) em que a parte do mundo que serve de fronteira entre a Europa e a Ásia esteve num limbo em que as relações inter-estatais não seguiam uma norma fixa nem, por outro lado, tendiam a fixar-se, a partir de daqui a duas semanas as coisas ficam mais claras.





Muito mais claras, dizem os analistas internacionais, até porque uma relação em estreitamento entre a Rússia e a Turquia era, até há muito pouco tempo, e quando muito, uma piada de mau gosto. Por várias razões.




Primeiro foi a invasão da Crimeia e logo a seguir a guerra na Ucrânia – que afecta tanto Ancara como afectaria Portugal uma guerra na Galiza (apesar de o Mar Negro ser um bocadinho mais largo que o Rio Lima) – a testar a 'paciência bélica' da Turquia, que é, convém não esquecer (apesar de os próprios turcos o pretenderem fazer) um membro da NATO.





Depois foi o caça russo que foi abatido pelas forças turcas – apesar de todos estarem no terreno a combater, aparentemente, o mesmo inimigo, o Daesh – e que por pouco não desencadeou uma nova frente de combate.





Finalmente, em directo e a cores, Andrei Karlov, amigo pessoal de Putin e o seu mais importante e internacionalmente respeitado embaixador, foi assassinado por alguém que aparentava ser 'apenas' mais um iluminado descontente com as andanças materiais de um mundo que, considerava ele, se afastava dos desígnios divinos. Esta história dos fundamentalismos religiosos tem as costas largas: anunciar finalidades meramente 'imateriais' no dorso de um cidadão qualquer que acha que vai matar em nome de Deus é um óptimo caminho para que mais ninguém se preocupe em vasculhar as verdadeiras razões de um atentado.





Seja como for, e face a este cenário de aumento de violência e de cada vez maior desentendimento entre os dois vizinhos – um deles, recorde-se, membro da NATO e o outro um dos países que mais mudou no século XX, mas sempre com a promessa de que não aceitaria novos membros da NATO nas suas fronteiras.




São estes dois ancestrais inimigos – não vale a pena ir aos arquivos desencantar a história das relações entre a Igreja Ortodoxa e o Islão, mas recorde-se que são muito más – que, dentro de dias, vão celebrar o início de uma nova ordem mundial. Às portas da Europa, que em 1952 conseguiu convencer os turcos a entrar na NATO (depois de, 30 anos antes, ter desfeito o seu império a tiro), mas que duas décadas de namoro não foram suficientes para acabar em casamento entre a Turquia e a União Europeia.





O que é que a Europa pode esperar desta nova aliança é, quando muito, uma incógnita. Se se quiser ser menos optimista, é a certeza de que há novos problemas no horizonte diplomático do conjunto dos 27 que restam na União – e que agora têm à sua frente a perspectiva de um novo muro, desta vez não em Berlim, mas uns milhares de quilómetros mais para Leste (onde ele sempre esteve, salvo durante quatro ou cinco décadas no século passado).







União à força





Seja como for, e segundo vários analistas – do lado do ocidente – esta aliança entre os herdeiros do Império Otomano e os herdeiros da Grande Rússia é razoavelmente contranatura e, nesse quadro, meramente conjuntural. Em princípio.





Para já, a aliança é também uma forma de garantir alguma certeza em torno da eventualidade de uma paz mais ou menos duradoura na Síria e um aviso sério ao Islão xiita para que tenha alguma contenção na aventura de se transformar num potentado regional no Médio oriente.





Mas, do outro lado da balança está o facto de, na fronteira da União Europeia haver agora uma aliança entre duas democraturas – ou seja, duas democracias musculadas, que são bem mais musculadas que democracias. O problema levanta desde logo uma questão que ainda não tem resposta: que irão fazer os países limítrofes (ou seja, aqueles que precisamente constituíam a muralha de aço que desapareceu em 1989 por baixo dos escombros do muro de Berlim) face a este novo balanceamento do poder? É claro que o mundo eslavo teve sempre muito mais a ver com a Rússia que com a Europa e o facto de alguns dos países com essa origem terem sido aceites na União Europeia pode não ser uma garantia de nada.





De facto, o mundo pós-muro de Berlim era muito diferente do mundo actual. As esperanças, as lágrimas que agora iam secar-se, o mundo da liberdade que estava do lado de cá e tudo isso (que do lado de lá do muro havia de parecer mais um folheto turístico que um manancial de certezas) são coisas que duas décadas e meia reduziram a pó. E depois, recorde-se, houve os refugiados.





Se o sentimento anti-europeu é algo que cresce exponencialmente nos países, digamos, insuspeitos da Europa central, do Sul e do Oeste, que pensar da zona limítrofe da Rússia? O que levanta nova questão: será o pacto Turquia/Rússia tem força para acabar com a União Europeia? A resposta, vamos acreditar, é não. Mas que mói, lá isso mói.










Via http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/erdogan-e-putin-inauguram-nova-ordem-mundial-126890




GOVERNO ALEMÃO PEDE QUE BONECAS ESPIÃS SEJAM DESTRUÍDAS

Posted: 25 Feb 2017 05:26 PM PST







As autoridades da Alemanha pediram aos pais de todo o país, que destruam as bonecas Cayla que compraram para suas filhas.




Cayla é considerada uma boneca espiã. Quando é tirada de sua caixa, ela faz perguntas às crianças como: seu nome, o nome de seus pais, qual escola frequentam e o local onde vivem.






A boneca interage com as crianças em inglês e espanhol








Através de uma conexão à internet e com um dispositivo Bluetooth, ela ouve e fala com as crianças que brincam com ela, o que desde o ano passado tem gerado preocupações de segurança.




Mas agora, a Agência Federal de Redes da Alemanha, a qual supervisiona as telecomunicações na nação europeia, emitiu a recomendação de que a boneca seja destruída.




Sua tecnologia pode revelar dados pessoais que estão sujeitos a hackers, uma vez que isso foi provado no passado.




Os pesquisadores dizem que os intrusos podem utilizar suas funções tecnológicas para escutar e falar com as crianças, e inclusive podem ouvir o que acontece a 10 metros de distância da boneca.









Desde 2015 foram detectados casos nos quais a informação obtida pela boneca era vulnerável a hackers








Desde então, surgiram várias queixas apresentadas por grupos de consumidores nos EUA e na União Europeia.




O grupo Vivid Toy, o qual distribui a Cayla, disse anteriormente que os casos de hackers foram detectados e solucionados por especialistas, embora os especialistas advertiram que o problema não tenha sido solucionado.


"Ela é muito mais que boneca", dizem seus fabricantes




A advertência da Agência Federal de Redes da Alemanha veio após uma estudante, Stefan Hesse, da Universidade de Saarland, apresentar preocupações legais sobre Cayla.




Via https://elmicrolector.org/2017/02/21/autoridades-alemanas-recomiendan-a-los-padres-que-destruyan-las-munecas-cayla-de-sus-hijas/

: http://www.anovaordemmundial.com/




"POLÍTICA DE IMIGRAÇÃO TRANSFORMOU CIDADES SUECAS EM 'CAPITAIS DO ESTUPRO' DA EUROPA"

Posted: 25 Feb 2017 04:11 PM PST







Em vídeo publicado no seu canal oficial no Youtube, Paul Joseph Watson, colunista do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, denunciou a situação grave de segurança pública pela qual a Suécia passa. Conforme Watson, o país do norte da Europa registra aumentos significativos nos números de crimes, incluindo de violência sexual, e possui subúrbios "transformados em 'guetos de salafistas', dominados pelo fundamentalismo das populações de refugiados". O jornalista argumenta que as políticas de imigração ilimitada são a principal razão para a crise no Estado integrante da União Europeia. O vídeo foi disponibilizado na última terça-feira, dia 21 de fevereiro.




Na opinião do colunista, a grande mídia não cobre a crise sueca porque "é tomada por jornalistas que têm medo de pessoas que investigam os fatos - ou seja, eles têm medo de pessoas que realmente fazem o trabalho dos jornalistas. Eu fiz um desafio aos jornalistas de esquerda para que investigassem a situação na Suécia - apenas Tim Pool [jornalista americano, associado ao veículo Vice] aceitou. Pool foi pressionado por colegas de esquerda para que não investigasse nada do que acontece na 'capital dos estupros'. Se os subúrbios e 'guetos salafistas' da Suécia são tão seguros, por que a esquerda têm tanto medo de falar sobre o tema?".




Paul Joseph Watson acrescenta que "a Suécia se tornou o país onde o estupro é o crime mais comum, na Europa. É um lugar onde estupradores, literalmente, filmam a si mesmos rindo de vítimas que pensam em denunciar abusos sexuais. A Suécia está 'tão segura' que, em ocasiões nas quais a mídia local tenta fazer coberturas sobre a situação dos guetos, repórteres são, literalmente, atacados por refugiados [Watson mostra, em seu comentário, trechos de vídeos onde equipes de jornalismo são alvejadas por grupos residentes dos bairros de refugiados]".




Segundo Watson, a violência se repete contra quaisquer indivíduo que tente registrar o que ocorre nos guetos, virtualmente dominados por salafistas. Documentaristas que tentam produzir filmes sobre os crimes sexuais e a violência em geral, nos bairros dos subúrbios de grandes cidades suecas, são atacados nas ruas e ameaçados de morte. A situação no país também foi comentada no canal "Angry Foreigner", de um jovem residente na Suécia, que se tornou conhecido após uma série de vídeos sobre o tema da violência no país que já foi considerado a vitrine das políticas de esquerda.







Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute crise de violência urbana na Suécia:











Mais sobre o tema - jovem que reside na Suécia denuncia aumento no número de crimes sexuais no país nórdico (legendas em português disponibilizadas pelo canal Matias Pasqualotto):









Via http://diariodainsurgencia.blogspot.com.br/


TRANSESPECISMO: JOVEM ALEGA SER UMA “GATA” E LUTA POR DIREITOS CIVIS

Posted: 25 Feb 2017 02:33 PM PST






Este mundo não merece apenas o juízo de Deus, merece um manicômio espiritual... é inacreditável a confusão que está a mente destas pessoas... tudo oriundo de uma vida pervertida...


---




Por Thiago Kistenmacher, publicado pelo Instituto Liberal




Cá estamos mais uma vez para discutir uma insanidade que se transforma em exigência por "direitos civis". A demência da vez é que "Nano", uma jovem norueguesa de 20 anos, declarou ser uma gata – sim, da espécie mesmo – e quer exigir seus direitos por ter nascido na "espécie errada". É para rir ou para chorar? Nenhum dos dois, pois seria "tranespeciofobia". Apesar do embrulho no estômago, isso nos alerta para a ditadura do relativismo, que tem desordenado todas as relações sociais.




A loucura já é discutida há cerca de um ano e foi novamente veiculada há poucos dias por algumas mídias internacionais, como o Daily Wire, cujo site noticiou: "Mulher que pensa ser uma gata lidera novo movimento de direitos civis". O título por si só já mostra uma contradição óbvia, afinal de contas, felinos não lideram movimentos por direitos civis nem processam ninguém por maus-tratos. Penso que a única espécie da qual a jovem norueguesa deve fazer parte é da espécie das "retargatas". É assim que a chamarei daqui em diante.




Vejamos a loucura da retargata: "Eu percebi que eu era uma gata quando eu tinha 16 anos, quando médicos e psicólogos descobriram qual era o meu problema. No meu nascimento houve um defeito genético… eu nasci na espécie errada." O que dizer diante de tal estupidez? E ela continua: "Há um cachorro ali. Eu assovio quando encontro cães na rua. É por causa de seu comportamento, e meu instinto reage automaticamente assoviando." Como se não bastasse, ela mia, odeia água [imagine a sujeira], alega ter olfato e audição aguçadas bem como a capacidade de enxergar no escuro e diz nunca ter conseguido pegar um rato. "Meu psicólogo me disse",complementa a retargata, "que eu posso crescer fora disso [de ser uma gata],mas eu duvido. Penso que serei gata durante toda a minha vida". .







O filósofo Luiz Felipe Pondé costuma dizer que, se houvesse uma crise no capitalismo global, os homens voltariam a caçar e as mulheres morreriam de parto. Concordo com ele. Estamos muito mal acostumados. Talvez a jovem esteja entediada com a vida confortável na Noruega. Nosso conforto proporcionado pela técnica acrescido ao regime democrático e que dá voz a qualquer louco tem esses malefícios. Como escreveu Nelson Rodrigues: "A maior desgraça da democracia, é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade."




A retargata "Nano" não representa a maioria – graças a Deus – mas é defendida por centenas de partidários do politicamente correto, problema este que vai além da sua vida privada como "gata" e atinge diretamente toda a sociedade quando esses dementes começam a exigir de nós isso e aquilo. Tenho certeza que esta jovem doente não optaria por ser uma "gata" caso precisasse viver na selva. Ser uma "gata" doméstica num apartamento na Noruega e alimentada pelos pais é muito fácil. Se tivesse que sobreviver como uma legítima gata essa estupidez desapareceria em poucos minutos.




Diante disso, surge algumas questões: 1) quando ela adoecer será tratada por um veterinário ou por um médico que trata de seres humanos? 2) caso seus pais decidissem abandoná-la, ela iria para um abrigo de animais? 3) ela usa celular? 4) por que ela concede entrevistas? Gatos não dão entrevistas; 5) ela come ração ou McDonalds? 6) ela usa a caixinha de areia ou a privada? 7) por que ela usa piercing? Gatos não usam isso. 8) será que ela vai querer entrar na universidade por cotas? 10) … deixa pra lá! Vamos parar por aqui, é muita idiotice.




Alguém escreveu que uma pessoa de bem deve ter vergonha de ter nascido no século XX por causa dos seus regimes políticos autoritários. Isso porque o autor da frase não viveu no século XXI, subjugado pelo relativismo.




Repito: se esta maluca quiser viver num apartamento como uma "gata", que viva, mas não podemos aceitar que uma insanidade como a dela exija cotas em universidades, nos serviços públicos, nem processe quem não a reconhecer como uma felina. Toda pessoa que conserva o mínimo de sanidade sabe que melhor que dar espaço para esta "retargata" na política é dar-lhe espaço numa clínica psiquiátrica.




Enfim, o que fazer? Penso que devemos discutir, "problematizar" – como a esquerda adora falar – e claro, submeter o politicamente correto ao ridículo, o que sempre é muito eficaz.




Mas sejamos piedosos, pois a julgar pela aparência da jovem, esta talvez seja a única forma que ela encontrou para ser chamada de "gata".










Via http://rodrigoconstantino.com/artigos/transespecismo-jovem-alega-ser-uma-gata-e-luta-por-direitos-civis/





You are subscribed to email updates from LIBERTAR.in | Ministério Libertar - Testemunhando a Cristo nos últimos dias!.

To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.

Email delivery powered by Google


Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States