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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Julio Severo

Julio Severo


EUA precisam se unir à Rússia contra o islamismo

Posted: 16 Nov 2015 06:05 PM PST


EUA precisam se unir à Rússia contra o islamismo

Franklin Graham
O islamismo declarou guerra ao mundo, e já era hora de reconhecermos essa declaração e darmos uma resposta decisiva.
Franklin Graham
Na quinta-feira, homens-bombas suicidas atacaram Beirute, matando pelo menos 41 pessoas e ferindo 200 no ataque mais mortal na capital desde o final da guerra civil no Líbano em 1990.
Duas semanas atrás o ISIS explodiu um avião comercial russo matando 224 pessoas.
Então vieram os ataques chocantes e devastadores em Paris.
Não nos esqueçamos do que eles já fizeram nos EUA, matando aproximadamente 3 mil pessoas em 11 de setembro de 2001 e então a carnificina na Maratona de Boston em 2013.
Some a esses ataques os islamistas lobos solitários que estão atendendo ao chamado de trazer destruição e terrorismo — é uma lista longa. Como Alain Bauer, ex-assessor de segurança do governo francês, disse no programa de TV CBS 60 Minutes na noite passada: Precisamos de interpretar literalmente o que o ISIS diz. Concordo — eles estão nos dizendo o que planejam fazer. A meta deles é dominar o mundo. Eles querem nos controlar. Eles querem nos destruir.
Não sei sobre você, mas não quero viver debaixo do islamismo. Não dobrarei os joelhos diante de ninguém, exceto diante do Deus Todo-poderoso. A Bíblia (KJA) diz que um dia "ao Nome de Jesus se [dobrará] todo joelho, dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda a língua [confessará] que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai" — e isso incluirá os joelhos dos islamistas.
Precisamos eleger um presidente e líderes que tenham disposição de assumir a luta contra o Estado Islâmico.
Precisamos juntar forças com a Rússia que era aliado dos EUA na 2ª Guerra Mundial, a França que é o mais antigo aliado dos EUA, a Alemanha e outros países para destruir esse inimigo. Os franceses já estão respondendo aos ataques de sexta-feira, mas vai ser necessário muito mais para detê-los.
Nosso mundo está em grande perigo. Precisamos orar pela misericórdia de Deus, Sua graça e Sua proteção. Oro para que os EUA se voltem para Deus antes que seja tarde demais.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Expandir Siglas Ameaça a Saúde Materno-Infantil

Posted: 16 Nov 2015 01:00 AM PST


Expandir Siglas Ameaça a Saúde Materno-Infantil

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, novembro (C-Fam) Em décadas recentes, o conceito relativamente simples e cativante de saúde materno-infantil (SMI [em inglês: MCH]) tem sido inflado numa agenda muito mais ampla e complexa: saúde sexual, reprodutiva, materna, neonatal, infantil e adolescente, com uma sigla volumosa para combinar: SSRMNIA (em inglês: SRMNCAH).
A adição das novas letras e áreas de alvos tem trazido uma ampla variedade de novos parceiros à mesa, inclusive ativistas pró-aborto e de direitos sexuais ansiosos para acrescentar elementos polêmicos à campanha mundial para melhorar os resultados de saúde para mães e bebês.
A expansão da agenda tem sido gradativa. Em 2000, as Metas de Desenvolvimento do Milênio priorizaram a saúde materno-infantil, atraindo atenção muito necessária a essas áreas. Dez anos mais tarde, o Canadá emergiu como líder mundial em saúde materno-infantil quando lançou a Iniciativa Muskoka para avançar a saúde maternal, neonatal e infantil (SMNI).
Os promotores do aborto e da contracepção se irritaram por terem sido deixados do lado de fora. De acordo com Richard Horton, editor da revista The Lancet, o Canadá omitiu a letra R para "reprodutivo" porque abortaria: um assunto "'divisivo' demais para discutir."
Devido aos persistentes trabalhos de pressão, o R logo foi incluído apesar de tudo, o que significa que uma agenda criada para garantir que nascimentos seriam seguros agora incluiu um influxo de parceiros dedicados a torná-los mais raros.
A adição de saúde adolescente à agenda neste ano aumenta a ênfase na contracepção — inclusive torná-la acessível aos menores de idade — e também cria espaço para grupos que defendem currículos de educação sexual abrangente que são extremamente divisivos dentro da comunidade internacional.
Não satisfeitos com RMNCAH [em inglês], os ativistas pediram mais: no começo de 2015, uma reuniãoestratégica sobre agenda de saúde materno-infantil foi realizada em Nova Déli. A diretora-executiva de Women Deliver perguntou: "E quanto a acrescentar o S [para sexual]? É só uma pergunta humilde."
A Organização Mundial de Saúde concordou: quando lançou seu relatóriode 2015 sobre acabar com a mortalidade materna evitável, incluiu a sigla inteira: SRMNCAH [em inglês]. Nesse documento, demonstrou a natureza polêmica do S, bem como revelando como a agenda havia se desviado longe de seu foco inicial em mães e seus filhos: "Todos os países deveriam aumentar iniciativas para alcançar populações vulneráveis com serviços SRMNCAH básicos e emergenciais de elevada qualidade," diz o relatório. "As populações vulneráveis incluem: os pobres urbanos e rurais; adolescentes; trabalhadores do sexo comercial; pessoas que são marginalizadas; os excluídos sociais; a população lésbica, gay, bissexual e transgênera…"
A iniciativa da ONU de melhorar a saúde global para mães e crianças, "Toda Mulher, Toda Criança," lançou sua agenda atualizada neste setembro durante a Assembleia Geral. Sua lista de organizações parceiras revelou os efeitos da sigla expandida: os fornecedores de aborto Federação Internacional de Planejamento Familiar, IPAS, Marie Stopes International e a Federação de Planejamento Familiar dos EUA foram incluídos, entre outros que fazem lobby agressivo em favor do aborto.
Entre os países que fizeram compromisso de apoio ao "Toda Mulher, Toda Criança," alguns decidiram focar na nova parte "adolescente" da agenda para promover programas polêmicos em países e regiões que estão em necessidade desesperada de melhor assistência médica materno-infantil. A Holanda prometeu enfatizar "questões sensíveis com relação aos jovens e direitos sexuais e reprodutivos," e o Reino Unido explicitamente incluiu "aborto seguro" entre suas prioridades máximas.
Enquanto as Metas de Desenvolvimento do Milênio se aproximam do fim, a saúde materna ainda está atrás das outras metas em termos de progresso. Enquanto isso, as mães e os bebês arriscam ficar esquecidos na agenda global que não para de se ampliar, mas que originalmente foi projetada para garantir especificamente a sobrevivência das mães e dos bebês.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Desmascarando a agenda de controle populacional global

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