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sexta-feira, 10 de março de 2017

Alerta Total




Alerta Total


  • Recessão, Barbárie e Guerra Civil no Brasil

  • Desesperonça

  • Realidade Histórica

  • Ministério Público subjugado ao comunista ministro Fachin

  • De “Ditadura” e de “Torturadores”

  • O Culto da Personalidade


Recessão, Barbárie e Guerra Civil no Brasil


Posted: 09 Mar 2017 01:53 AM PST





Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net




Os brasileiros já constatam a combinação explosiva entre recessão econômica e banalização da violência. Como o tráfico de drogas fatura menos – a crise atinge até os setores marginais -, bandidos armados de fuzis agora roubam até barraquinha de lanches. A imagem truculenta do assalto relâmpago com apenas um minuto de duração ao tradicional trailer do Seu Abel, em Jacarepaguá (na maravilhosa cidade do Rio de Janeiro) ganhou o mundo, via redes sociais da internet.




Cenas violentas assim se reproduzem no Brasil em guerra civil não-declarada. Em um primeiro momento, causam indignação, pavor e sensação de impotência nas pessoas. A reação é idêntica em relação à corrupção. No entanto, a História demonstra que não demora para que ocorra uma reação (geralmente violenta) à barbárie reinante. O sistema brasileiro de Segurança não está preparado para uma explosão previsível de confrontos – que podem fazer milhares de vítimas entre cidadãos comuns, mas também entre políticos e "autoridades".




Militares e especialistas em segurança, que tem uma visão mais política que meramente repressiva – avaliam que a Crise Institucional brasileira – mãe de todas as outras crises gravíssimas – não tem previsão de ser solucionada de forma pacífica. As pessoas, as empresas e até os governos gastam cada vez mais dinheiro com a suposta "segurança". A realidade cruel deixa evidente o enxugamento de gelo que joga fora milhões (ou bilhões?), sem resolver a questão da criminalidade.




Mágica não existe em sociedades humanas. Ainda mais quando o problema é estrutural – e não conjuntural. O Crime é Institucionalizado. A corrupção é sistêmica. A violência banalizada se transformou em um instrumento de controle social. Os controladores do sistema usam a máquina estatal para fingir que reprime o crime, quando, na verdade, tira proveito político e econômico dele. Tal realidade cruel só será revertida de duas formas: Ou com um amplo debate civilizado, através de uma repactuação legal, ou pelo resultado final de um confronto direto, de proporções inesperadas, entre os cidadãos de bem e as forças do mal.




Estamos cada vez mais próximos desse cenário de confronto social. A resultante é imprevisível. Guerras deixam feridos, mortos e muitas seqüelas psicológicas. O Brasil pode acabar desintegrado pela radicalização da violência e pela consolidação da corrupção como "modus governanti". Se o Brasil não sair do Capimunismo rentista improdutivo,evoluindo para um modelo efetivamente Capitalista produtivo, o "final" da História será desastroso e destruidor de tudo de bom do passado da Nação.




No curto e médio prazos, podemos até sair da recessão. No entanto, a barbárie se amplia e consolida. Se não rompermos com os círculos viciosos, a História não vai acabar bem...




Retorno indesejável







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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Março de 2017.


Desesperonça


Posted: 09 Mar 2017 01:52 AM PST





"País Canalha é o que não paga precatórios".




Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Carlos Maurício Mantiqueira




O sentimento de impotência só é menor que o de indignação.




O urubuzário é um verdadeiro leprosário.




O cão egresso do inferno se acha olímpico e eterno.




E o canetador (pra defini-lo sem adorno) só falta levar na testa um..(rima).




A Onça vê, desconversa e fica inerte.




Nosotros, perplexos, esperamos que seja dissimulaCão.




Negamo-nos a pensar em traiCão.




A realidade é mais dura que a lei.




Basta que haja um só de coragem para por cobro em tão grande libertinagem.




Caso contrário a felina recolher-se-á com o rabo entre as pernas para gozar uma aposentadoria, se ainda houver.




Entramos no perigoso terreno do Salve-se quem puder!"




No mês de Marte está lançada a sorte.




"Independência ou morte!"




Senhores da guerra, é pior o que não age do que quem erra.




É o elefante aterrorizado pelo rato?




Só pode responder quem tem brio de fato.






Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.



Realidade Histórica


Posted: 09 Mar 2017 01:51 AM PST







Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Antônio José Ribas Paiva




A partir de 1530, Portugal investiu bilhões em ouro, na colonização do Brasil. Povoou nossa terra, deu-nos a "última Flor do Lacio, inculta e bela", administrou, protegeu e expandiu o País, expulsou potências invasoras e proclamou nossa independência, legando-nos o IMPÉRIO DO BRASIL.




Os comunistas / pluralistas e a casta política brasileira, por sua vez, são como saúvas, destroem tudo por onde andam!




Qual o legado de 32 anos de comunismo no Brasil?




Destruição, traição, genocídio, miséria, epidemias, decadência moral, social, econômica e de costumes.




Ou nos libertamos desse credo demoníaco e da sua casta política ou perderemos a herança, que Portugal nos legou. Melhor dizendo, que os templários portugueses nos legaram.




Salve a terra da Santa Cruz!!!






Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.



Ministério Público subjugado ao comunista ministro Fachin


Posted: 09 Mar 2017 01:50 AM PST





Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Laércio Laurelli




Quando em um país que reflete a aparência de estar qualificado na qualidade de "democrata" ou seja, politicamente sob a tutela do Estado Democrático de Direito, e, que, segundo relatos da imprensa, o procurador geral da república deve pedir ao ministro Edson Fachin comunista que não jurou lealdade à constituição, relator da operação Lava Jato no STF, autorização para investigar várias autoridades com foro privilegiado, tenha certeza que a situação do Brasil pode ser considerada catastrófica, contaminada e visivelmente ameaçada de desconstrução dos conceitos da honra, da independência, do patriotismo, da consciência pública e dos sentimentos de direito e justiça.




Vê-se, portanto, que o trófeu do garantismo aos direitos assegurados no artigo 128 e seguintes da Constituição federal foram aviltados e a proteção dos interesses público e social e dos direitos coletivos da nação passaram a conviver no esgoto desprezível da banalização.




Esses tresloucados políticos sediados no governo federal e adjacências parlamentares, não usufruem credibilidade suficiente para desfrutarem de seus cargos e dirigirem o país, diante do destaque da inclinação não corrigível da dificuldade de não se tornarem jamais sinceros, já que são o que são não havendo distância entre o que realmente são e o que projetam ser mais ainda no sentido de avançarem no dinheiro público, haja vista que as recentes delações nos dão conta do roubo sistêmico.




Bilhões e bilhões de reais convertidos em moeda estrangeira são desviados diuturnamente;




Não se pode deixar fluente esse paradoxo espantoso, constituir um fluxo de eficiência criminosa e perpetuar-se como consciência de uma realidade sem as devidas sanções imediatas.




Pensem nisto!






Laércio Laurelli é Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Diretor e Apresentador do programa "Direito e Justiça em Foco".



De “Ditadura” e de “Torturadores”


Posted: 09 Mar 2017 01:48 AM PST





Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Aileda de Mattos Oliveira




31 de março de 1964. Uma distância temporal de cinquenta e três anos nos separa do "golpe" desfechado pelos militares e das "torturas" que passou a sofrer o povo brasileiro.




No recanto do lar, chamado "aparelho", Dilma "Estela" distraía-se no papel de guerrilheira e assaltava bancos para fugir da monotonia das tardes ociosas. Ela e parceiros eram meros interpretantes de roteiros idealistas, coincidentemente representados lá fora.




Tudo ficção. Não matavam, não explodiam ninguém, não faziam "justiçamento". O sequestro do embaixador americano foi apenas uma tomada de cena para filme da Metro. O assassinato do capitão americano, Charles Rodney Chandler, também uma encenação. Só que ele se surpreendeu com a participação forçada e saiu de cena ali mesmo, na frente da mulher e dos filhos. Da mesma forma, o Tenente Mendes Júnior se deu mal por não saber que o tema do filme era 'Traição'.




A explosão que levou aos ares o soldado Mário Kozel Filho foi resultado de excesso de realismo dos jovens estudantes na interpretação dos seus papéis. O mesmo entusiasmo já havia detonado o Aeroporto de Guararapes. O problema é que os militares levavam muito a sério essas representações juvenis, por não terem senso de humor, devido à rígida disciplina da caserna.




Uma coisa não se pode negar: foram anos terríveis de "tortura" aqueles da "ditadura"!




Era tão intensa que afetou o raciocínio lógico pelos tempos afora. Como poderia escolher, justamente ele, Presidente Médici, Patrono de minha cadeira na Academia Brasileira de Defesa? Uma teoria, lida em algum lugar, afirmava ser possível a atração da pessoa torturada pelo torturador. Quem sabe se não foi o meu caso?




Esse mesmo "ditador", de radiozinho de pilha ao ouvido, achou de ser também Patrono de minha Turma no CLMN, na ESG. Quanta coincidência! Nesse mesmo ano de 2010, despediram-se da AMAN os aspirantes, de que Turma? "Presidente Médici", ora!




Mas Jobim, o então complexado "general", nem se referiu a ele, estragando a festa alheia. A retirada indignada do convidado, Roberto Médici, filho do Presidente, fez-se imediata.




Foram tempos tão sombrios, que se podia sair à rua com joias; assistir à sessão da meia-noite nos cinemas da Cinelândia e da Tijuca. Depois, uma absurda passagem tranquila pela lanchonete próxima, antes do retorno a casa, lá pela madrugada. Era uma infâmia não sermos assaltados! Que decepção não haver gangues de "dimenores" e nem leis de proteção aos "coitadinhos". Eram tempos sem "oprimidos". Horríveis presidentes, aqueles!




São difíceis de resumir tantas torturas sociais e econômicas. Quer algo mais doloroso do que a criação do PIN (Programa de Integração Nacional) culpado pela construção da ponte sobre o Rio São Francisco, em Propriá-Colégio, ligando o Nordeste ao Centro-Sul? Inadmissível! E que dizer do PROVALE, programa especial para esse mesmo rio, hoje tão beneficiado pela lama planaltina que atingiu suas águas, transformando-o numa estrada de areia? Que ousadia, na época da "ditadura", considerarem "rio da unidade nacional"!




Que dizer então do PRÓ-RURAL, proteção social ao homem do campo e do PRODOESTE, que expandiu as fronteiras agrícolas, se defender a pátria brasileira é vender aos estrangeiros as terras férteis, produtivas e as ricas em minerais? E para que retornar aos tempos tenebrosos da construção da hidroelétrica de Itaipu com enorme potencial hidráulico e energético que não se imaginava ainda?




Também não se imaginava que os grandes patriotas Lula e Dilma "Estela" (Olha ela aí!) concordassem em aumentar o valor pago pelo Brasil ao excedente que o Paraguai não consome. Isso, sim, é nacionalismo dos bons, e não o que fizeram ao País os "ditadores" militares.




Como vemos, Médici, em evidente abuso de autoridade, ia criando órgãos que beneficiavam a Nação. Desastroso isso! Mas ele não se detinha no seu "sanguinário" governo: outras "torturas" praticou e que deixaram marcas profundas na vida do contribuinte.




O FGTS, o PIS e o PASEP foram chicotadas nas costas do trabalhador. Como um "ditador" tinha o atrevimento de pensar no povo, coisa impensável na pauta dos atuais governantes democratas? Por que não se preocupou, apenas, em melhorar a vida de seu vigoroso grupo de "torturadores", milicos truculentos? Até hoje o povo exibe as marcas dessa tortura infame ao continuar recebendo o rico dinheirinho desses desumanos fundos sociais lá na Caixa Econômica. Realmente, fomos muito torturados!




Médici foi o responsável, ainda, por aplicar graves atos de absolutismo na Educação.




No seu destempero usual, criou a Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado), concedendo aos professores pesquisadores o direito à bolsa do CNPq ou da CAPES, mensalmente depositada nas suas contas. Não sei por que esses professores das Universidades públicas não vieram a público criticar com veemência tal violência no ensino superior! E que dizer da criação do MOBRAL? Um acinte!




Acrescente-se a esses atos de "sadismo" já citados, a dos outros "ditadores" militares, como a criação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), ridiculamente eficiente e mais ridiculamente citada como modelo. E a construção da Ponte General Costa e Silva (Rio-Niterói)?




É um absurdo ser bem-construída, sem desabar, sem superfaturamento. Isso é contra o bom senso, gente! Como puderam os brasileiros admitir tal abuso! Como ousaram tanto esses "ditadores" que não pagavam propinas aos engenheiros e as obras eram entregues no prazo? Impossível aceitar uma coisa dessas e ficar em silêncio!




Por essas razões expostas, cumprimento os militares de hoje, mesmo que não tenham sido os "torturadores" de ontem, desejando que venha nova "ditadura" militar e que os novos "torturadores" encham nossos ouvidos com os sons das pancadas das obras que levarão o Brasil ao topo novamente.




O 31 de março de 1964, queiram ou não os iconoclastas, faz parte da História cívico-político-militar, e não é um ébrio nem uma celerada e nem um engomadinho empertigado que apagarão o fato, os nomes dos protagonistas que puseram o Brasil em pé, com a cara ao vento.






Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES.



O Culto da Personalidade


Posted: 09 Mar 2017 01:47 AM PST





Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Carlos I. S. Azambuja




Mais um trecho da obra de Michael S. Voslensky: "A Nomenklatura - Como Vivem as Classes Privilegiadas na União Soviética". Editora Record – 4ª edição, 1980.



"O CONTRIBUINTE É O ÚNICO QUE TRABALHA PARA O GOVERNO SEM TER QUE PRESTAR CONCURSO" (Ronald Reagan)



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O culto da personalidade do Secretário-Geral é uma manifestação exterior da segunda fase da concentração do Poder em suas mãos. Esse culto é o privilégio exclusivo do chefe supremo da classe dos nomenklaturistas.




Existe, bem entendido, uma tendência ao culto dos Primeiros-Secretários das repúblicas federadas, das regiões, das cidades e dos distritos: são feitas apreciações lisonjeiras sobre os talentos do dirigente local da Nomenklatura, mas este evitará deixar-se levar por essa onda impetuosa de admiração fingida, pois isso é o apanágio do Secretário-Geral.




Seu direito exclusivo ao culto da personalidade se reforça com o passar dos anos. Na década de 40, era ainda comum fazer menção dos Primeiros-Secretários das repúblicas federadas, das regiões, das cidades e dos distritos em termos elogiosos nos documentos oficiais das instâncias correspondentes do Partido, mas, em nossos dias, isso seria inconcebível. Para os nomeklaturistras, o culto de Lenin serve de referência, toma, por vezes, dimensões grotescas, e torna-se objeto, na União Soviética, até de brincadeiras muito engraçadas.




A despeito disso, cada Secretário-Geral se esmera, na sua qualidade de chefe supremo da classe dos nomenklaturistas, em promover o culto de sua própria pessoa. Na situação ideal, atingida somente por Stalin, faz-se dele o par de Lenin. No livro, cheio de ingenuidades, que dedicou a Stalin, Henry Barbusse recorreu a uma expressão feliz para apresentar o fenômeno: "Stalin, é Lenin hoje".



No caso de escola, o culto do líder vivo substitui o do falecido.. Desaparecidos Marx e Engels, Lenin passou a figurar como o verdadeiro deus-vivo do marxismo. Mas, por sua morte, era preciso encontrar alguém para tomar o seu lugar. Mas quem, então? Evidentemente o nomenklaturista número um, o Secretário-Gral do Comitê Central do Partido.




Carlos I. S. Azambuja é Historiador.



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