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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Esquerdistas disputam com Lula quem se faz mais de sonso | VEJA.com











A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.



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Esquerdistas disputam com Lula quem se faz mais de sonso

Felipe Moura Brasil comenta sonsice da esquerda após delações da Odebrecht

Por Felipe Moura Brasil

access_time 17 abr 2017, 13h25 - Atualizado em 17 abr 2017, 13h49 chat_bubble_outline more_horiz





Luciana Genro (PSOL-RS) faz o gesto socialista à frente da imagem do assassino Che Guevara, em Cuba, em 2012. Seu pai, Tarso Genro, posa com Lula, em 2014, na sede do Instituto Lula (lucianagenro.com.br/Ricardo Stuckert, Instituto Lula/Reprodução)



Veja resumão em notas e tuitadas:



– Minha síntese da sonsice de Lula bombou no Facebook, no Twitter e no Instagram durante o feriadão de Páscoa. No primeiro, foram mais de 7.000 compartilhamentos, mais de 16.400 curtidas, mais de 567.000 pessoas alcançadas. Mas Lula não curtiu, nem compartilhou.







– General Golbery, que teria dito a Emílio Odebrecht que “Lula não tem nada de esquerda”, é apenas um “bon vivant”, não entendia que um líder esquerdista é precisamente isto.



– Promover a igualdade dos outros na miséria, sendo poderosamente desigual na riqueza, é a prática real e inevitável do líder esquerdista. Vide o bilionário ditador Fidel Castro, parceiro de Lula.



– “A imprensa sabia de tudo”, disse Emílio Odebrecht. Parte sabia calada. Outra, menor, denunciava. Agora parte da primeira finge ser segunda.



– Plantar matéria sobre acordão de anistia a fim de persuadir potenciais delatores a se calarem “é gópi” de mafioso desesperado. #FalaPalocci



– Marcelo Odebrecht disse que “desarmou” Dilma Rousseff e Graça Foster quando quiseram saber de dinheiro ao PMDB e ele disse que PT recebia também. Nunca antes na história deste país um desarmamento foi tão eficaz.



– Ordem de grandeza: Mega-Sena mega-acumulada vai pagar na quarta-feira (19) R$ 75 milhões – apenas a METADE do que Marcelo Odebrecht disse ter disponibilizado para a campanha de Dilma.



– Até para comprar dossiê contra José Serra em 2006, integrantes do PT usaram dinheiro do esquema da Odebrecht com a Itaipava, disse o delator Luiz Eduardo Soares. Sempre em defesa da “democracia”, claro.



– Na ocasião, integrantes do PT foram presos pela PF em hotel de SP tentando comprar dossiê contra Serra. Lula minimizou o caso, chamando-os de “bando de aloprados”.



– Hoje, revelada toda a dinheirama da Odebrecht a serviço de Lula, por que ele não chama a si próprio de “aloprado” também? É o aloprado máximo.



– Piada do dia (15), na Folha: “Intelectuais e artistas lançam manifesto contra ‘desmonte do país'”. Fato: militantes do partido que desmontou o país fazem mimimi.



– Estadão ouviu uma porção de especialistas para destacar no domingo (16) o que tuitei na terça (11), mas eles, claro, não destacaram Jair Bolsonaro.



  • Cinco dias depois… (Twitter de FMB / Instagram de Estadão/Reprodução)



– Bolsonaro é o “até” na matéria: “Depois dele [João Doria], Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e até Jair Bolsonaro (PSC) podem se fortalecer”.



– Quanto ao editorial do Estadão “A responsabilidade de Lula” e à matéria de José Fucs “O pregador incansável do liberalismo“, sobre o centenário de Roberto Campos, ambos estão ótimos, perfeitamente condizentes com o que este blog comenta há anos, em prosa e vídeo.



* Eis um trecho do editorial:



“(…) Há um antes e um depois de Lula na corrupção nacional, capaz até de assustar Emílio Odebrecht. ‘O pessoal dele (de Lula) estava com a goela muito aberta. Estavam passando de jacaré para crocodilo’, disse (…). A novidade trazida pelo ex-sindicalista foi a transformação de todos os assuntos estatais em negócio privado. Sem exagero na expressão, Lula da Silva pôs o Estado à venda. A Odebrecht e outras empresas envolvidas no escândalo apenas compraram – sem nenhuma boa-fé – o que havia sido colocado na praça (…).”



* Eis um trecho da matéria:



Roberto Campos “morreu em 2001 e não viveu para ver a crise profunda que atingiu a economia do País, em decorrência das políticas estatistas implementadas durante os governos do PT, nem a multiplicação dos escândalos de corrupção em empresas estatais ocorrida no período. Segundo o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea, uma empresa de investimento, o aniversário de 100 anos de Roberto Campos [nesta segunda-feira, 17] deveria servir para resgatar as suas ideias, de redução da presença do Estado na economia. ‘O Roberto Campos estaria repetindo o que disse a vida inteira, que o Brasil andou para trás’, afirma Fraga. ‘Hoje, há uma janela de oportunidade para consertar esse modelo que não deu certo.’”



– Como íamos dizendo…













– Por toda parte na imprensa e na internet, há agora esquerdistas fingindo desgosto com a consequência inevitável de suas ideias e tentando, como sempre, imputá-la a desvios individuais ou acidentes de percurso, quando não às próprias correntes e forças adversárias. Como escreveu há mais de 30 anos o filósofo inglês Roger Scruton no livro “Os pensadores da Nova Esquerda”, de 1985: “não há um simples pensador de esquerda, até onde consigo enxergar, que esteja disposto a responsabilizar-se pelas crueldades perpetradas em nome de seu ideal”. Quando há algum, de fato, ele vira um Roberto Campos.



– A piada do dia 13, ou melhor, a piada do século – mas obviamente dita a sério por Luciana Genro (PSOL-RS) como elogio a Glenn Greenwald – confirma a incurável sonsice esquerdista, mesmo nesses tempos de revelação do maior esquema de corrupção do mundo em estatais:





(Twitter/Reprodução)



– O petista Tarso Genro, pai de Luciana, disse ao Valor: “A ‘refundação’ de um partido de esquerda, de caráter democrático, baseado nas ideias do socialismo democrático, é uma exigência da falência das experiências, tanto do socialismo real, como da social-democracia.” Socialismo democrático, como dizia Olavo de Carvalho, é um quadrado redondo. Tirar tal coisa da “falência das experiências” esquerdistas é apenas repeti-la de modo dissimulado.



– “Se o Estado controla toda a economia, e você tem lá cinco ou seis potentados que estão aliados ao Estado, quem pode contra isto? Ninguém [do povo] pode. A liberdade política, cultural e religiosa pressupõe a livre empresa. Pressupõe que haja um predomínio total da livre empresa e, mais ainda, que a iniciativa econômica e a criatividade financeira do povo sejam incentivadas.” (O. de C.)



– O Brasil é tão carente de direita que o único candidato a propor a privatização da Petrobras na TV (Pastor Everaldo) foi, segundo delação, pago e pautado pela Odebrecht para isso.



– Jornal Nacional da semana de Páscoa superou qualquer série policial do Netflix. E é nisto que este velho Brasil terá de ser transformado.



– Esquerda unida contra Escola Sem Partido só confirma argumento do projeto e necessidade de aprová-lo.





Sem a doutrinação ideológica de crianças, adolescentes e jovens (incluindo estudantes de jornalismo), quem acreditará nos esquerdistas, não é mesmo? (Meme do ESP/Reprodução)



Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil





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Marly Camargo 17 abr 2017 - 17h38





“– General Golbery, que teria dito a Emílio Odebrecht que “Lula não tem nada de esquerda”, é apenas um “bon vivant”, não entendia que um líder esquerdista é precisamente isto.”



Margaret Thatcher já havia dito um dia: O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros.









Rodrigues Junior 17 abr 2017 - 18h53





Felipe, imperdível o artigo de Vilma Gryzinski na Veja sobre os primeiros meses do governo Trump. E sim, chega desta vigarice da esquerda sem ética e descaradamente mentirosa.









Gilberto Mendes 17 abr 2017 - 21h33





A esquerda brasileira é um ATRASO geral para os brasileiros, alias eles acham que somos BUCÉFALOS.









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