Alerta Total |
- Até que ponto a Lava Jato mexerá com bancos?
- Lições da Crise
- “Res Publica” não é “Cosa Nostra”
- Para entender o que é o Marxismo
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Posted: 13 Jun 2017 03:31 AM PDT
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
O poder de limpeza da Lava Jato não pode nem deve se restringir a alguns empresários poderosos, e muito menos ao andar de cima da politicagem. É preciso que se chegue, o mais rapidamente possível, ao centro nervoso do roubo, lavagem e esquentação de dinheiro: os bancos. Especialistas garantem que não há como instituições financeiras não terem participado do maior escândalo de evasão de divisas nunca antes visto na História deste País, junto com outros crimes contra a economia nacional.
O Ministério Público Federal já recebeu o teor de uma representação fiscal para fins penais na Delegacia da Receita Federal em São Paulo. O relatório mexe com 13 instituições financeiras. Todas foram apanhadas em uma esquisita operação de empréstimo de R$ 500 milhões (muito parecida com um esquema de cartel) que envolvia negócios entre o grupo Schahin e a Petrobras. Logicamente, todos os bancos negam qualquer ilegalidade no negócio: Deutsche Bank, Itaú BBA, Votorantim, HSBC, Bradesco, Santander, Bonsucesso, Fibra, ABC Brasil, Bic, Pine, Tricury e Rural.
A participação de grandes bancos do Brasil e do exterior nas sofisticadas falcatruas da Lava Jato tem poder tão ou mais explosivo que denúncias bombásticas contra o Presidente Michel Temer. É impossível conceber que tamanhas transações financeiras, envolvendo a máquina pública, não passem por um monitoramento rigoroso das auditorias de bancos ou pela rigorosa fiscalização da Inteligência da Receita Federal ou do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). Curiosamente, são dois órgãos do Ministério da Fazenda – hoje ocupado pelo ex-banqueiro Henrique Meirelles, mas que já teve dois enrolados na Lava Jato como titulares: Guido Mantega e Antônio Palocci (o potencial delator premiado dos pesadelos de muita gente).
O doleiro de todos e operador do Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro, desejado delator-premiado, tem imensa contribuição a dar à Força Tarefa da Lava Jato. Funaro sabe tudo e um pouco mais sobre como muitos bancos, daqui e de fora, atuaram nos esquemas de lavagem e esquentação de grana afanada nas negociatas do setor estatal. A delação de Funaro teria mais de 200 anexos.
Um detalhe sobre o papel do doleiro de todos chama a atenção. Naquela parte que ficou obscura da conversa nada republicana e gravada clandestinamente entre Michel Temer e o empresário Joesley Batista, foram citados supostos pagamentos para comprar o silêncio do Funaro. É por isso e muito mais que o doleiro tem arsenal para ferrar Temer, Moreira Franco, Eliseu Padilha e Eduardo Cunha – que precisa correr para delatar (se é que já não o fez, secretamente), antes que não tenha mais nada de novo a revelar que a Lava Jato já não saiba...
A sensibilidade do sistema financeiro indicou que problemas sérios vinham por aí. Não foi à toa que a equipe econômica, liderada pelo eterno banqueiro e presidenciável Henrique Meirelles, fez Michel Temer baixar a providencial Medida Provisória 784/17. A regra permite que o Presidente do Banco Central do Brasil feche acordos de leniência com bancos, sem que precise divulgar detalhes do que foi acertado (ou errado).
Nada mais oportuno para que os banqueiros se protejam dos ameaçadores ataques da República de Curitiba. A bola está com o goleiro-banqueiro Ilan Goldfajn, presidente do time do BC do B. A autoridade monetária sempre protege os bancos, exceto quando deseja aplicar o rigor seletivo para destruir alguns, em favor de outros...
Até agora, a Lava Jato ainda não conseguiu avançar sobre crimes societários. Também não incomodou a nata do sistema financeiro tupiniquim - dirigida de forma globalitária e transnacional. Bem que os investigadores podiam focar a atenção em um caso não apurado: como funcionou o fundo BB Milênio VI? Qual o papel dos bancos na capitalização esquisita da Petrobras de 2010?
Ontem, a terra tremeu depois que a Lava Jato liberou o depoimento de Fábio Coletti Barbosa - ex-presidente do Banco Santander, ex-membro do Conselho de Administração da Petrobras de 2003 a 2011, Ele também foi parte do Comitê de Auditoria da Petrobras, além de perito financeiro da empresa para fins de obediência à Lei SOX dos EUA. Barbosa, que segue como conselheiro de grandes empresas, depôs ontem, durante 21 minutos, por videoconferência, ao juiz Sérgio Moro como testemunha de defesa do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Barbosa se complicou ao ser perguntado pelo advogado de Lula, Cristiano Zanin, se foi eleito conselheiro por acionistas minoritários, ou pelo governo. O modelo de eleição acabou condenado pela Comissão de Valores Mobiliários. A CVM confirmou denúncia de investidores de que havia clara manipulação promovida pelo acionista majoritário (a União Federal), que usava fundos de pensão de empresas estatais para eleger representantes "fake" dos minoritários.
Barbosa agora corre risco de se complicar mais adiante, se a Lava Jato avançar sobre o papel real do sistema bancário nos problemas da Petrobras. também deixou sem resposta muitas perguntas sobre o papel fiscalizador das auditorias no combate às conhecidas falcatruas na Petrobras. Barbosa afirmou que não detectou qualquer indício de corrupção sistêmica ou endêmica na Petrobras.
O momento é crítico para banqueiros. A Lava Jato pode ser um golpe fatal para os banqueiros, corretoras e seus operadores Nos boatos e informes de mercado, pelo menos três bancos correm alto risco imediato de insolvência, por perda de credibilidade. Banco quebrando tem mais poder de derrubar Presidente da República do que denúncias que não viram processos ou desandam na hora dos julgamentos.
Mais preocupados que os banqueiros com a Lava Jato? Só Michel Temer, Aécio Neves e o "favorito" Lula... Sortuda é a Rose - cujo processo corre em impressionante segredo judicial...
Debochando do Moro?
Vídeo recente em que Lula debocha do juiz Sérgio Moro e do poder das delações da Lava Jato:
Detalhe para as dificuldades na voz do "comediante" que levou a petelândia a muitas risadas falando do "meu amigo Moro"...
Bicho pegando
A Comissão de Valores Mobiliários marcou para 11 de julho o julgamento dos ex-presidentes da Petrobrás Graças Foster e José Sérgio Gabrielli.
Ambos foram denunciados por supostas irregularidades na condução da oferta pública de ações da estatal que levantou 69,9 bilhões de dólares em 2010.
O processo foi aberto em 2015 por denúncias de investidores minoritários da estatal de economia-mista.
A CVM começa a se mexer pelo risco de também terminar processada por não ter agido corretamente, no tempo hábil em que foi oficialmente acionada pelos acionistas lesados...
Jeitinho britânico?
O tradicional discurso da Rainha da Inglaterra ao Parlamento do Reino Unido teve de ser adiado, de maneira inédita e inusitada.
O motivo alegado por assessores da Rainha Elisabeth é que a fala dela teria de seguir a tradição de ser impressa em pele de carneiro, e a tinta não secou suficientemente...
Na verdade, ficou parecendo um "jeitinho britânico" para que o Partido Conservador consiga fechar o apoio para garantir a reeleição de Teresa May como primeira-ministra...
Intervenção Constitucional bem explicada
O povo – e não os militares – é quem tem legitimidade para promover a Intervenção Cívica Constitucional: o vídeo explica direitinho...
Degradante
Sansão temerário
Ficam na deles
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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento. © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 13 de Junho de 2017. |
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Posted: 13 Jun 2017 03:26 AM PDT
"País Canalha é o que não paga precatórios"
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Acho que a crise está apenas no primeiro terço de sua duração.
Faltam, ainda, vários escândalos por aparecer.
Chegamos ao perigoso momento em que a população de bem entra em desespero. Sente-se órfã, ultrajada e abandonada por quem deveria intervir.
Questiona o patriotismo e a honra pessoal dos chefes.
Haverá explosão violenta da ira popular.
A economia informal mostrou-se muito maior do que se poderia imaginar. Assim não fosse, o povo já estaria passando fome.
O agronegócio, este sim é o Salvador da Pátria, apesar dos ataques continuados dos sem terra, dos semvergonhas e de setores do próprio desgoverno.
Os três poderes estão desmoralizados. Há muito tempo sabemos que o rei está nu.
Vivemos do fingimento de que as instituições estão funcionando.
Não estão!
Quando bandidos vandalizam prédios públicos sob o olhar impassível das autoridades é porque algo está podre; na Dinamarca de Shakespeare e alhures.
Na Pindorama de Macunaíma.
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
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Posted: 13 Jun 2017 03:23 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Helio Duque
Na formação nacional a corrupção sistêmica nunca foi tão radiografada, demonstrando que está enraizada e penetrando como doença grave nas vísceras da nação, levando a força tarefa da Operação Lava Jato a ser referência na tentativa de regeneração nacional.Focada inicialmente no assalto oficial à Petrobrás, teve desdobramentos comprovando o contubérnio público e privado. Os corruptores privados e os corruptos estatais capturaram o Estado brasileiro. A "res publica" foi transformada em verdadeira "cosa nostra". Adonaram-se do estado em proveito próprio.
Não é sem propósito que a ampla aliança dos corruptos e corruptores tente, com manobras indecorosas, combater e tentar anular as punições decorrentes das investigações. No executivo, no legislativo, nas áreas empresariais desonestas e setores do judiciário a estratégia é sabotar as apurações. O recente julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE, deixou claro. Acham-se injustiçados e, pela voz dos seus advogados, dizem-se perseguidos e vítimas de crimes que não cometeram.
Prática comum no mundo da marginalidade, onde todo criminoso acha-se inocente. Outros, ante as evidências comprovadas de delitos nas investigações, buscam o caminho das "colaborações premiadas". Existente no direito anglo saxônico há décadas e usual no judiciário dos EUA. O delator, ao nominar os seus crimes, introduz novos fatos, fortalecendo as apurações. Ao detalhar o caminho da corrupção, o delator passa a gozar de benefícios na futura punição.
A mais polêmica foi protagonizada pelos irmãos Batista, do grupo JBS. Sabedores que cinco operações do Ministério Público e Polícia Federal estavam em desenvolvimento, procuraram a PGR (Procuradoria Geral da República) e se ofereceram para denunciar a rede de corrupção em que estavam envolvidos. Ao gravar conversas com o presidente da República e o senador candidato da oposição derrotada na última eleição presidencial, demonstrou a promiscuidade daqueles homens públicos em que se curvaram ao poder do dinheiro. Outros diretores, constantes dos anexos, detalharam fatos escabrosos, envolvendo a estrutura do poder na República e nos Estados, nominando alguns governadores.
Consciências eram compradas com a mesma naturalidade de se estar adquirindo um rebanho bovino. O principal delator Joesley Batista, obteria no acordo de leniência vantagens e benefícios inusuais. Fugindo do padrão estabelecido em outras delações. No próprio Ministério Público vozes críticas condenando os privilégios excessivos, se fizeram ouvir. Dois procuradores da República, candidatos à chefia da PGR, não se omitiram. Foram eles: Eitel Santiago, entendendo que "o Ministério Público se precipitou e o acordo não merece os benefícios que tiveram" e a ex-vice-procuradora-geral, Sandra Cureau, que foi direta: "Se alguém faz uma delação premiada, não é para que não se sujeite a nenhum tipo de punição."
Sem nenhuma perplexidade, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, extrapolando as suas funções de servidor da nação, garantiu aos delatores ampla, geral e intocável anistia. Justificando: "O sistema de justiça criminal jamais chegaria a todos esses fatos pelos caminhos convencionais de investigação". Produziu um ataque infeliz e inominável à força tarefa da Lava Jato, onde competentes e minuciosas investigações, vem corroendo os pilares da corrupção sistêmica.
E o juiz Sergio Moro, respeitando e aplicando a lei penal com equilíbrio e bom senso. Ato contínuo Janot encaminhou ao STF (Supremo Tribunal Federal), todo o processo da JBS. A decisão monocrática do ministro Edson Fachin, que deveria ter encaminhado ao plenário da Corte, garantiu que os réus ficariam isentos de qualquer processo penal na Justiça brasileira.
O polêmico perdão a crimes capazes de render dezenas de anos de cadeia está indignando a sociedade brasileira e alimentando esperança entre os malandros de colarinho branco que vem se movimentando em tentativa de desgaste e desmoralização das investigações. Articulam no legislativo, no executivo e até em áreas judiciárias manobras desesperadas objetivando enfraquecer e até anular as já proferidas e as futuras punições. A PGR e o STF, através ministro, deram aos corruptos brasileiros um falacioso argumento. Um combustível tóxico para os conspiradores contra o Estado de Direito.
Nesse cenário trágico, a opinião pública não pode se omitir no apoio integral às forças vivas que combatem a corrupção. Não pode servir de anestesia e perda de confiança no sistema judiciário, ver até agora, o momento feliz dos irmãos do JBS. A sociedade contempla infeliz e em momento de tristeza o perdão concedido, por setores do próprio judiciário.
Os autores de crimes ativos de corrupção com o dinheiro público, chamado de "o calote do século" não podem usufruir das vantagens indecorosas com que foram premiados. Resta o STF, pela maioria dos seus integrantes, modificar a decisão monocrática tomada. Não ocorrendo e sendo mantida, alimentará o jargão popular de que o crime compensa.
Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.
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Posted: 13 Jun 2017 03:22 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja
Transcrito do blog Marxismo Cultural
"Quem irá nos salvar da cultura ocidental?" Gyorgy Lukács (1875-1971)
O marxismo é um trauma existencial de pequena parte do povo judaico, e o nazismo foi um amargo ápice deste trauma, não só para eles, mas, para todos os judeus. Os judeus apesar de não serem arianos, tiveram na Alemanha e arredores uma importante "pátria" que os acolheu, mas que sempre os olhou de forma não ariana. Marx era judeu alemão, os marxistas mais conhecidos eram judeus, a maioria da Escola de Frankfurt era judia - a maioria dos marxistas viveu ali, no centro da Europa ariana, e eram judeus - o marxismo surgiu ali ... o marxismo é uma doutrina idealizada por judeus ateus. É importante repetir - judeus ateus, ou "assimilados". Da perseguição que os judeus sofreram por milênios surgiu uma aversão incondicional contra a sociedade "opressora".
É também uma revolta contra o Deus que os desamparou, e já que Deus se esqueceu deles, a proposta do marxismo nada mais é que "a chegada de um Messias" não divino - material - o comunismo, o fim da história, o Apocalipse redentor dos judeus.
A numerosa produção dos judeus de Frankfurt, com fantasias inebriantes, infantis até, é uma desesperada tentativa de chegar a redenção, e o amargo fim deles, é a resignação com a impossibilidade dessa utopia. Existe uma coisa decisiva em toda esta história que jamais podemos esquecer. Todas essas teorias de subversão têm como causa única a não confirmação na Primeira Guerra Mundial das previsões de Marx.
Ou seja, todas as "científicas" teorias sociais desses caras - são falsas, são manipulações teóricas originadas do desgosto ressentido dos marxistas, e tem um objetivo pré-determinado - mudar a sociedade para que ela abrace passivamente o marxismo.
Uma coisa é certa, todos os principais membros da "escola", todos eles judeus ateus, eram indivíduos cuja mente era dominada pela mente de Marx, o que eles faziam era determinado pelo o que o "mestre" judeu ateu havia dito. Todas as idéias mirabolantes de "interpretação" da sociedade nada mais são do que outra forma de dizer as mesmas coisas que Marx havia dito, qual seja, a de que a sociedade capitalista é opressora e deve ser destruída. Todas as artimanhas inventadas pelos membros da "escola", teoria crítica, indústria cultural, e demais alegorias, eram baseadas apenas em uma loucura utópica em querer "mudar o mundo", sem apresentar justificativas reais de tal necessidade.
Na verdade, tal como Marx, que teve a sua "revelação" aos 17-18 anos, em meio ao caos que a sua vida se transformou ao sair de casa e ir para a universidade, as tais loucuras utópicas foram provocadas por uma doença existencial, proveniente do trauma judeu ao longo da História, que agora aflorava em sua ânsia de libertação, não da sociedade capitalista, mas sim da sociedade de todos os tempos, que em várias oportunidades humilhou e escravizou os judeus.
A "escola" de Frankfurt é a prova concreta de que o marxismo é uma doença espiritual, uma revolta contra Deus estendida a toda sua criação - a humanidade.
O marxismo, que por todo o planeta implantou ditaduras sanguinárias, onde foram mortos dentro de seus próprios países milhões de pessoas, gerou o corrupto marxismo cultural politicamente correto, uma das vítimas dessa corrupção foi o meio artístico, e o apogeu dessa corrupção foi o domínio em Hollywwod.
Hollywood há muito tempo produz filmes onde a estratégia marxista é embutida, filmes de 25 anos atrás onde o presidente do EUA era negro, dezenas de filmes onde Nova York, o símbolo do progresso e da democracia, é destruída por alguma catástrofe, e filmes como o "V de Vingança", onde em 2020, a Inglaterra, o país onde a população tem o mais alto grau de liberdade, onde a Polícia nem arma usa, a mais antiga democracia do planeta - é governada por um ditador!
Por que Hollywood não fez tal filme na Rússia, ou na China, ou no México, em vez de fazer na Inglaterra, onde jamais existiu uma ditadura ?
Isso jamais ninguém perguntou a seus autores.
Este filme na verdade infere um desejo do marxismo.
Desta forma, camuflada, sorrateira, suja, é que o marxismo cultural atua na corrupção das mentes descuidadas.
A intenção de todos os membros do marxismo cultural é apenas uma - criar mecanismos para destruir as bases da cultura ocidental.
A "teoria crítica", a "indústria cultural", a "desconstrução", o "Eros", todos são ferramentas para mudar os conceitos estabelecidos, sem entretanto comprovar sua verdade e muito menos propor algo real em substituição ao que pretendem destruir.
Na verdade, eles não declaram, mas, o que pretendem colocar no lugar da sociedade destruída é o falido marxismo.
Uma das coisas que o marxismo cultural mais usa é a ignorância humana em todos os sentidos.
O ressentimento daqueles que não conseguem mudar as próprias vidas e permanecem estagnados, é usado habilmente pelo marxismo cultural para fomentar o ódio contra as instituições e contra os seres humanos produtivos e competentes.
Depois de 80 anos dessa corrupção, principalmente no EUA, eles realmente conseguiram mudar parte da humanidade, dai surgiram as pessoas "politicamente corretas", uma falsidade hipócrita criada no seio da sociedade.
O marxismo porém, sempre estúpido e fora da realidade, se engana se espera que essa tolice implantada na sociedade levará ao socialismo...
É muito provável que leve a humanidade a uma irrealidade existencial que poderá custar muito caro no futuro, mas ao socialismo jamais levará.
Mas, pelo que se observa, o socialismo marxista mudou as suas intenções, não mais pretende a abolição da propriedade privada e a centralização da produção no "Estado". Ele pretende se instalar como parasita da sociedade, milhares de socialistas aquartelados no "Estado" e em "ongs", sugando, através de impostos, o suor e o sangue da parte da sociedade produtiva.
Acredito que isto, a longo prazo, levará a uma luta de classes real, entre a classe dos produtores e a classe dos parasitas, em um confronto final para ver o que vai prevalecer na humanidade. Se a lucidez ou a estupidez, se a dignidade ou o embuste, se o esforçado ou o vagabundo, se a cultura e a razão ou a ignorância irracional.
A destruição total da humanidade - eis ai o que o marxismo quer para a humanidade.
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