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- Pau na Lava Jato e mantenha o roubo
- A Coisa está a ferver
- Supremo Retrocesso
- A Politização do Judiciário
- Livro do Azambuja – Os Serviços de Inteligência
Pau na Lava Jato e mantenha o roubo
Posted: 07 Jul 2017 04:39 AM PDT
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Alguma coisa de anormal no País em que feto leva tiro antes de nascer? Era previsível que o desgoverno peemedebosta, em aliança com os tucanalhas e torcida organizada da petelândia, faria o que pudesse para sabotar a Lava Jato. Por isso, não causa surpresa a clara sabotagem contra a Força Tarefa em Curitiba, remanejando a equipe da Polícia Federal que atuava exclusivamente com a equipe do Deltan Dallagnol.
Nossos políticos canalhas pensam que são mais malandros que outros bandidos. Como era esperado, a Comissão de Ética do Senado perdoou Aécio Neves. Claro, os outros senadores acusados de falcatras desejam o mesmo tratamento. O presidente que perdeu totalmente a governabilidade também fez um comentário muito estranho a amigos e aliados próximos. Michel Temer teria dito que, se eventualmente perder na Câmara que tenta cooptar, terminará vencendo no Supremo Tribunal Federal que não vai condená-lo por corrupção passiva ou por organização criminosa (que vem por aí).
Rodrigo Janot prepara o tiro final contra Temer com base nas delações premiadas de Lúcio Funaro e, principalmente, de Eduardo Cunha. A "colaboração" de Cunha com a Justiça promete detonar Michel Temer e aliados próximos dele, como Moreira Franco e Eliseu Padilha. Quem mais vai tomar no Cunha? Em Brasília, aumentou muito a venda de fralda geriátrica para políticos...
Cunha sabe de tudo. Funaro, também. Não foi à toa que Geddel Vieira Lima fez pressão sobre a mulher do Funaro. O troco veio com uma temporada no Presídio da Papuda, em Brasília. Foi ironicamente comovente ver o chorinho de Geddel, cabelinho cortado como presidiário, ao saber que não teria sua prisão preventiva relaxada.
Hoje, nosso Presidente da República é Eunício de Oliveira. Temer foi para a Alemanha para a reunião do G-20. Rodrigo Maia, o substituto eventual de olho nos 180 dias de Presidência com a eventual queda de Temer, foi dar um passeio de trabalho na Argentina. Aliás, pouco importa com quem seja o titular do Palácio do Planalto. Quem governa de fato o Brasil é o Crime Institucionalizado e sua corrupção sistêmica entranhada no regime Capimunista Rentista.
A próxima jogada da bandidagem é manjada. O plano é investir o dinheiro roubado no Brasil e escondido lá fora para ser esquentado no programa de privatizações no setor elétrico que ontem o desgoverno oficializou. Algumas velhinhas de Taubaté acreditaram que o negócio não vai causar aumentos na conta de energia para os consumidores. A turma inocente ou criminosamente burra acreditou que o prometido fim da Conta de Desenvolvimento Energético – subsídio que todos nós pagamos – será compensado pelo que for arrecadado com a privatização, sem gerar aumentos de tarifas. Santa ingenuidade, Batman!
Eis o retrato assustador do Brasil. Políticos nos assaltam usando como arma o regramento excessivo estatal que eles manipulam e interpretam conforme as conveniências. Tem alguma diferença entre eles e os criminosos do Rio de Janeiro, que cada vez mais utilizam armas de guerra para roubar e barbarizar? Claro que tem! Os primeiros são bandidos atuam de forma mais refinada e com o respaldo do voto dos assaltados/roubados.
Por isso, é importante, de imediato, aprofundar nas redes sociais a campanha cívica "#reelejaninguém". Não resolve totalmente o problema – que só pode ser solucionado com uma Intervenção Institucional. No entanto, já dá um susto na bandidagem de cima, enquanto os marginais do andar de baixo aprimoram o jeitinho de infenizar o cotidiano do brasileiro.
Ainda bem que o quase-caído Presidente Michel Temer declarou, na Alemanha, que "não existe crise econômica no Brasil"... As declarações temerárias dão náusea... Será que os coxinhas que lhe deram sustentação, mesmo sabendo que ele era vice da petelândia, sentem o mesmo? Certamente, não. Imbecis e canalhas têm estômago e fígado de aço...
Quem tomará no Cunha?
Manter ou não manter
Nojento
Encontro no abismo
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A Coisa está a ferver
Posted: 07 Jul 2017 04:33 AM PDT
"País Canalha é o que não paga precatórios"
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Feto leva tiro antes de nascer!
Num balneário decadente (também conhecido como cloaca máxima) ou dona Onça se impõe ou o Brasil vai a PQP!
Chega de eufemismos! O elefante tem medo dos ratos ?
O canetador no exterior está de pega-traque de prestígio de araque ?
O sub-canetador está aprendendo como se dança o malambo?
E o sub-sub-canetador, por hora no trono aboletado, quando será defenestrado?
Já pensaram como será a bolofófica figura nos anais da História?
Ou no anal da escória?
Dona Onça vos imploramos! Não espere para ver até onde vamos!
Só nos falta um Incitatus! Já temos éguas, antas e milhões de patos!
Meça o custo-benefício. O que são um vampiro, um bocó e um panarício?
Está esperando o quê? O fim da mini-série na TV?
Eram assim os dias?
Não tenha medo das porfias.
O povo está a seu lado.
A situação é foda e não fado ! "De quem eu gosto nem as paredes confesso..."
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
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Supremo Retrocesso
Posted: 07 Jul 2017 04:42 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli
A pretexto de reformar o artigo 101 da Constituição Federal, o Senado Brasileiro elaborou a emenda constitucional de número 35/2015 a qual cuida da nova forma de ser elaborada lista triplice para o cargo de Ministro da Corte Suprema. Embora existam pequenos avanços, no fundo representa o mais gritante retrocesso, além de politizar ainda mais o STF.
Com razão, a indicação para a lista de três componentes passa a ser da alçada de sete distintos integrantes, desde o presidente do STF, abarcando também do STJ, TST, STM, da corte de contas da União, o Procurador Geral da Republica e nada mais nada menos do que o Presidente do Conselho Federal da OAB. O mandato será por uma década sem direito à reeleição e com quarentena de cinco anos para exercício de mandato eletivo.
Indaga-se em que País do Mundo desenvolvido a autonomia, soberania e independência do Judiciário pode ser tão maltratada e completamente esfolada como no texto examinado. A principal responsabilidade pela indicação de Ministro do STF deve recair nos ombros de magistrados, das respectivas associações de classe, sem interferência externa alguma, e conforme grau de discernimento, tirocínio, com idade mínima de 45 anos e máxima de 65 anos, sem duvida alguma.
Politizar a nomeação pela maioria do Senado Federal é outra anomalia que o texto encerra. Eis que o indicado deverá percorrer todos os corredores do Senado e fazer o correto beija mão. A exposição midiatica do mensalão e lava jato expuseram os holofotes da Suprema Corte criando uma divisão interna e certa ruptura que agora preocupa a sociedade e também o próprio Parlamento.
Jamais poderia se delegar a indicação de Ministro da mais importante corte do País aos pretensos presidentes, sem que o fato se projete dentro do organismo representativo dos magistrados. Dessa maneira, proclamamos que o número de ministros seja elevado para 15 e que 2/3 sejam oriundos da classe de magistrados, a qual se encarregará de realizar o escrutínio e indicar juizes de carreira ,com no mínimo 20 anos de exercício da judicatura, elevado saber, comprovado cabedal, e exposição correta do seu pensamento em termos de enfrentamento de assuntos mais relevantes.
O quadro remanescente de 5 magistrados poderia ser escolhida entre advogados, promotores estadual e federal, guarnecendo assim a liturgia de se espalhar pluralidade na multifacetária visão dos conflitos. Dessa maneira, com o máximo respeito aos senadores que trabalharam para a respectiva emenda constitucional número 35/2015 a visão que se nos apresenta distorce a função e coloca nas mãos da maioria do Senado a capacidade de escolha o que,obviamente,esmigalha e enfraquece a característica de um Ministro da Suprema Corte.
Esse encontro de um denominador comum jamais poderá ser abstraído da classe de magistrados estadual e federal para a composição no Supremo Tribunal Federal. Deixar e ou delegar esse requisito para entidades distintas simboliza romper com o atual estado de coisa e conferir ao estranhamento de quem desconhece o puro exercício da jurisdição,um importante e relevante papel no cenário Republicano.
É inevitável reconhecer que há sempre uma forte carga política na indicação, mas não pode ser única, preponderante e exclusiva, manter tal e qual se irradia da declinada emenda seria compartilhar com entes e agentes estranhos à justiça uma missão impossível de escolha, para que se formasse a lista tríplice e depois disso coubesse ao Presidente da República o nome do seu gosto e preferência dentro dos padrões da conveniência e oportunidade.
Ampliar o número de Ministros daria maior potencial e sobretudo consistência no rendimento dos trabalhos, ao lado de projetar mais uma turma que ficaria exclusivamente para as causas de ordem penal, tanto ambicionado em tempos de macrocriminalidade, sem perde de vista o vulto e a celeridade processuais inerentes aos pedidos de habeas corpus e recursos criminais de um universo sem igual. Tudo fora constitucionalizado pela Lei Maior em vigor, e assim é fundamental reduzirmos os caos de repercussão e grande interesse nacional para julgamento pelo Supremo Tribunal Federal. Não se estaria mudando o acesso à justiça mas sim parâmetros seriam disponibilizados para filtros e triagens compatívels com a finalidade da prestação jurisdicional.
E nessa importante situação que hoje se encontra o STF, o maior desafio é de se evitar a sua politização completa e conferir às entidades representativas da magistratura o poder único, indelegável e maciço de escolha da maioria dos Ministros da Suprema Corte, porquanto daríamos prestigio aqueles concursados, pela meritocracia e grandes profissionais talhados para o desafio de por a mão na massa e julgar os milhares de processos que batem às portas da Corte Suprema.
Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.
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A Politização do Judiciário
Posted: 07 Jul 2017 04:31 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Chagas
Caros amigos: Nunca, "na história deste país", o Supremo Tribunal Federal teve tanto protagonismo na política nacional. É um fenômeno chamado de "Judicialização da Política", que eu prefiro chamar de "Politização do Judiciário".
Não é sem razão, nem tampouco sozinho, que o jornalista José Nêumanne Pinto afirmou ao Ministro Marco Aurélio Mello que não confia na nossa Suprema Corte!
Uma das causas e motivo de pasmo é o processo de indicação e nomeação dos ministros do STF, o qual permite que dela façam parte personagens que NUNCA foram juízes ou, sequer, razoáveis e isentos operadores do direito, como é o caso de "Sua Excelência" o Sr Dias Toffoli!
Nesse contexto, a incapacidade do STF para contribuir com a colocação de ordem na caótica conjuntura nacional é, ao mesmo tempo, causa e consequência, porquanto falta-lhe isenção e comprometimento com os reais interesses da Nação.
O já citado Dias Toffoli, por exemplo, só não se sobressai na capacidade de ser mais venal porque lhe falta competência jurídica, predicado que, por outro lado, é demonstrado com sobra na veemência da atuação de Gilmar Mendes, amigo íntimo do corrupto Aécio Neves e companheiro de viagem e de repastos fora de agenda com outras autoridades sob suspeita de crime.
Por seu lado, o pândego e também já citado Marco Aurélio Mello só está no STF por obra do nepotismo de seu primo Fernando Collor de Mello, outro investigado por crime de corrupção.
Luiz Edson Fachin, nomeado por Dilma Rousseff, é conhecido por seu comprometimento com o assédio socialista ao Brasil. Fica, portanto, difícil acreditar na isenção de um ministro vinculado ao PT e à terrorista Dilma Rousseff e que, reconhecidamente, nutre simpatia pelo MST e pelos métodos destrutivos pelos quais este agrupamento de desordeiros "luta" por suas "causas".
Ricardo Lewandowiski, um pigmeu entre gigantes quando Tenente de Cavalaria, ingressou na magistratura por "cota", indicado por ninguém menos do que Orestes Quercia e, na Suprema Corte, pelas mãos de Lula da Silva. Foi ele, em conluio com Renam Calheiros, o responsável pelo "fatiamento" que assegurou direitos políticos a Dilma Rousseff, mesmo depois do seu impeachment.
Como cidadão brasileiro, lamento ter que compartilhar do mesmo sentimento de José Nêumanne Pinto em relação à nossa Suprema Corte e, para não estender-me, deixo de citar outros exemplos como o de Alexandre de Moraes, ex Ministro de Estado da Justiça do cambaleante governo Michel Temer, e o de Rosa Weber, citada por Lula como aliada em gravação feita pela operação Lava Jato.
Guardo sincera esperança de que ao final e no conjunto da obra dos 11 ministros prevaleçam a isenção e os exemplos dos grandes e verdadeiros juristas que por lá já passaram e que, em futuro não muito distante, se restaure o prestígio e a competência do STF, antes que, ao arrepio da Constituição, um Tribunal de Exceção tenha que ser criado para julgar seus integrantes e fazer-lhe a vez.
Paulo Chagas é General de Brigada, na reserva.
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Livro do Azambuja – Os Serviços de Inteligência
Posted: 07 Jul 2017 04:29 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Especialista no Assunto
Antes de tudo, o livro do historiador Carlos Ilich Santos Azambuja é uma obra de auto-ajuda destinada às autoridades brasileiras que, quase sempre, teimam em subestimar o inimigo.
Provavelmente não há outro brasileiro que tanto tenha se dedicado à análise do MCI – Movimento Comunista Internacional, com ênfase na sua atuação no Brasil, quanto vem fazendo o historiador Azambuja, com a pertinácia de quem se auto determinou a defender a Pátria. Conheço-o há mais de 50 anos e durante tanto tempo ele nunca perdeu o norte, o rumo, o prumo. Uma vez, perguntei-lhe: professor, o quê o levou a se interessar pelo tema comunismo? Foi por ideologia? Respondeu-me: não foi por ideologia, foi por burrice... Como assim? – perguntei, surpreso. Respondeu-me: o comunismo é a negação das características atávicas do ser humano. O homem não se organizou social e politicamente para que o Estado mantenha-o sob tutela, para que tolha a sua capacidade de escolha, para dizer-lhe o quê e quando deve fazer ou deixar de fazer qualquer coisa, para limitar-lhe o direito de ir e vir. Tudo isso é burrice elevada ao quadrado! A sociedade política tem de se auto- impor limites, balizas, e o faz por meio de leis emanadas do povo, nunca impostas ao povo pelo Estado. Insisti: você é de direita? Respondeu-me: ideologicamente não sou de direita, mas em uma sociedade bipartida, vejo-me na direita exclusivamente por colocar-me em oposição à esquerda. Volta e meia leio a citação: " quem não foi comunista até os vinte anos não tem coração, quem o é depois dos trinta não tem juízo". Sou precoce: sob esse aspecto, desde jovem pensava como se já tivesse mais de 30. Nunca coloquei um tantinho de apreço na utopia comunista e foi devido a possuir uma visão clara do seu engodo que me dediquei a estudá-la. "Se conheceis o inimigo..." "Com o passar dos anos e o testemunho da história, acabei inferindo que o comunismo e outros sistemas que buscam, a qualquer preço, a dominação das mentes, têm em comum a prática do emprego da força, o apelo ao extremismo, ao terrorismo, na busca insana do seu objetivo. Sou patriota convicto, luto com a única arma que possuo, a pena, tentando não deixar o Brasil padecer desse infortúnio." Na primeira parte da obra, Azambuja, tendo como fonte primária o excelente livro Contra Todos os Inimigos, de Richard A. Clarke, desnuda a atuação da CIA nos dias que antecederam e sucederam ao episódio do ataque terrorista às torres do World Trade Center, e revela as decisões erradas adotadas pelo governo Bush que culminaram com a invasão do Iraque. Também assinala o desinteresse do FBI por informes relativos à atuação da Al-Qaeda nos EUA. Em boa parte, ao longo do livro, Azambuja trocou em miúdos inúmeros aspectos negativos relativos à organização e à atuação da CIA, entretanto fez questão de finalizar a matéria sobre essa agência com uma observação importante: "Como qualquer Serviço de Inteligência do Mundo, a CIA obtém êxitos e reveses. Os reveses geralmente enchem as páginas dos jornais e os êxitos permanecem sob um pesado silêncio, nas catacumbas do Serviço." O autor prossegue dedicando um interessante capítulo sobre a espionagem russa no Brasil e o convívio de um casal de espiões com um Presidente do Brasil, escritor e membro da ABL.
Envereda sobre a história, a constituição e a atuação dos serviços de inteligência da antiga URSS, da nova Rússia e de Cuba, e dedica especial atenção àquele que considera o melhor do mundo, o MOSSAD, israelense.
Analisa o terrorismo e suas múltiplas implicações e dedica um pequeno capítulo sobre Contra-Inteligência. Convém notar que o autor foi analista, durante décadas, de um serviço militar de inteligência, onde se destacou pela excelente memória e afinco. Nunca gozou férias, nunca se distraiu um dia sequer com interesses mundanos. Possui todas as virtudes dos Soldados das Sombras, aqueles que se situam na Primeira Linha de Defesa. Quando foi agraciado com a Ordem de Horus, os aplausos unânimes que recebeu de seus pares disseram muito do reconhecimento que lhe é dedicado pelos Serviços de Inteligência Militares. Nesta obra, reuniu dados e ensinamentos que colheu durante o serviço ativo, tendo como propósito contribuir, como sempre fez, anonimamente, para a tomada de decisões da competência dos receptores das suas análises e estudos de Inteligência. Crê, profundamente, na importância da Inteligência Estimada, aquela que se antecipa ao fato. De certa forma, tem em conta que os ensinamentos e causos contidos nesta obra, em boa hora posta ao alcance daqueles aos quais cabe optar pela melhor decisão, tem o subjetivo sabor de Inteligência Estimada. Não fez do serviço público balcão de mercancia. Tem muito pouco e vive modestamente. Quando reclamei do seu computador do tempo do bit lascado e do monitor de 14", respondeu-me com o seu habitual bom humor: é igual aos automóveis cubanos...
O texto, que não escrito por mim, mas por um especialista no assunto, será a abertura de meu próximo livro.
Carlos I. S. Azambuja é Historiador.
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Da Justiça a clava forte