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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

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CIDADES EUROPEIAS ASSIMILAM A LEI DA SHARIA

Posted: 22 Aug 2017 09:20 AM PDT

Resultado de imagem para sharia law UK


O prefeito de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".


A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual. Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia.


Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de estupefazer.


Dias após o Estado Islâmico ter conquistado a cidade de Sirte na Líbia há dois anos, apareceram gigantescos outdoors na fortaleza islamista, alertando as mulheres que elas deveriam usar hijabs para esconderem o corpo todo e nada de perfume. Entre outras coisas esses "mandamentos da sharia em relação à hijab" incluíam o uso de tecido grosso e opaco e que a hijab não "lembrasse trajes de infiéis".


Dois anos mais tarde, as três cidades mais importantes da Europa - Londres, Paris e Berlim - estão seguindo a mesma moda da sharia.


Paris disse Au revoir aos anúncios "machistas" em outdoors. A Câmara Municipal de Parisanunciou a proibição depois que a prefeita socialista Anne Hidalgo salientou que a medida denotava que Paris estava "mostrando o caminho" na luta contra o machismo. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, também proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".


A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual.


Há uma razão para esta campanha grotesca que proíbe essas imagens. Essas cidades possuem consideráveis populações muçulmanas e classe política - a mesma que promove freneticamente o multiculturalismo obrigatório - que deseja agradar o "Islã". Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia, como faz Linda Sarsour. A consequência é que hoje em dia pouquíssimas feministas se atrevem a criticar o Islã.


Isso está acontecendo em todos os lugares. Cidades holandesas estão "orientando" suas funcionárias a não usarem mini saias. Foi implantado horários somente para mulheres nas piscinas públicas suecas. Escolas alemãs estão enviando cartas aos pais pedindo que as crianças evitem usar "trajes vistosos".


O primeiro a sugerir a proibição de cartazes e propaganda que "reduzam mulheres ou homens a objetos sexuais" foi o Ministro da Justiça da Alemanha Heiko Maas, social-democrata.


"A exigência de cobrir o corpo das mulheres ou domesticar os homens", enfatizou o líder do Partido Liberal Democrata Christian Lindner, "é algo comum nos círculos de líderes religiosos islâmicos radicais, mas não vindo do Ministro da Justiça da Alemanha".


Em 1969 a Alemanha estava sufocada devido a uma celeuma sobre a introdução nas escolas do "Sexualkundeatlas", um "atlas" sobre a ciência sexual. Agora, a meta é dessexualizar a sociedade alemã. O jornal Die Welt comenta:



"Graças ao ministro da Justiça, Heiko Maas, finalmente ficamos sabendo porque, na Passagem do Ano Novo, na Estação Central de Trens de Colônia, cerca de mil mulheres foram vítimas de violência sexual: por causa da publicidade machista. Muitas modelos erotizadas, muita pele nua em nossos outdoors, muitas bocas eróticas, muitas mini saias em revistas de moda, muitos traseiros rebolantes e seios volumosos na publicidade televisiva. Mais um passo na direção da "submissão".


Em vez de mamilos e nádegas, Die Welt conclui: "devemos exortar o uso da burca ou do véu como faz a Sra. Erdogan?"


As mesmas elites alemãs que sugerem a proibição de outdoors "machistas" censuraram os detalhes aterrorizantes dos ataques sexuais em massa em Colônia. Enquanto isso, uma mesquita liberal em Berlim, que proibiu as burcas e abriu as portas aos homossexuais e às mulheres sem véus, encontra-se agora sob proteção da polícia devido às ameaças dos supremacistas muçulmanos.


As elites europeias estão adotando o padrão de dois pesos e duas medidas: eles se orgulham em organizar uma exposição de um crucifixo cristão mergulhado em urina e mais que depressa capitulam às demandas muçulmanas de censurar caricaturas do Profeta Maomé. As autoridades italianas fizeram esforços hercúleos a fim de evitar que o presidente do Irã, Hassan Rouhani, tivesse um vislumbre da nudez de esculturas milenares dos Museus Capitolinos de Roma.


Parece que o Ocidente está fascinado pelos véus islâmicos. Ismail Sacranie, fundador da Modestly Active, fabricante e designer de burquínis, disse ao jornal New York Times que 35% de suas clientes não são muçulmanas. Aheda Zanetti, libanesa que reside na Austrália, que inventou o burquíni, afirma que 40% das suas vendas são para mulheres não muçulmanas. O público ocidental, que romanceia o islã, está, ao que tudo indica, absorvendo a devoção à Lei Islâmica (Sharia). The Spectator disse que isso é "um novo puritanismo" e "o porquê de certas feministas serem solidárias com o Islã".


Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de estupefazer.


A Europa poderá logo logo ter que se retratar diante da prefeita de Colônia, Henriette Reker. Ela foi duramente criticada -- vituperada até -- por aconselhar mulheres a "manterem distância" de estranhos para evitarem ataques sexuais.


Se o Ocidente continuar traindo os valores democráticos de liberdade individual no qual se baseia a civilização ocidental, os fundamentalistas islâmicos, como aqueles que impuseram o uso de burcas às mulheres líbias, começarão a impô-las às mulheres do Ocidente. Eles podem até começar com as elites feministas que primeiramente fizeram a revolução sexual para emancipar as mulheres na década de 1960 e que agora estão apaixonadas por uma roupa obscurantista que esconde as mulheres em uma prisão portátil.









Via: https://pt.gatestoneinstitute.org/10875/europa-assimila-sharia

RELIGIÃO DO LIVRO QUE MANDA DECAPITAR CRISTÃOS E JUDEUS, CRESCE NO BRASIL

Posted: 22 Aug 2017 09:03 AM PDT

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Este é um dos resultados da migração de islâmicos para o Brasil. Já existem jihadistas no Brasil, prontos a lutar para propagar o Islã a qualquer preço. No Paraná, os muçulmanos estão acima dos demais cidadãos: as mulheres podem cobrir o pescoço, a cabeça, a testa e as orelhas na foto da CNH e ao dirigir (também na foto do RG). Os muçulmanos não vieram em grandes navios, como haviam dito. Mas chegam todos os dias e entram tranquilamente, conseguem visto, emprego, documentação facilitada, enfim, benesses que mesmo aos brasileiros muitas vezes são negadas. Organizam-se rapidamente, vêm discretamente, constroem mesquitas com dinheiro da Arábia Saudita, do Qatar, dos Emirados Árabes Unidos etc.: são os petrodólares. Guerras nos países islâmicos sempre houve. Por que só agora ocorre essa fortíssima onda migratória para os países de maioria cristã? Simples: é a hégira, o êxodo islâmico. Estão deixando seus países planejadamente, com financiamento, com um cérebro por trás disso tudo, para fazer a jihad, a "guerra santa islâmica" , e converter os povos ímpios, ou seja: nós. Ou nós nos mobilizamos ou nos deixaremos islamizar como a Europa, onde não há mais volta. (por Maya Felix)


Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão


Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3

Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30

Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34

Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13

Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57

Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4

Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111

Tu deves matar quem deixar o Islã. Alcorão 2: 217, 4:89

Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4

Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5

Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60

Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)

Tu deves mentir para fortalecer o Islã. Alcorão 3:28, 16: 106

Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que você não queira. Alcorão 2: 216

Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51

Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106

Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6

Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101

Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29

Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.




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