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Terroristas islâmicos queriam destruir a Catedral Sagrada Família, de Gaudi, obra prima símbolo de BarcelonaPosted: 22 Aug 2017 11:49 PM PDTMohamed Houli Chemlal, um dos suspeitos de planejar o duplo ataque terrorista que deixou 15 mortos na Catalunha, admitiu nesta terça-feira, 22, diante de um juiz espanhol que preparava junto a seus companheiros na célula terrorista um atentado de maior impacto, afirmou uma fonte do judiciário espanhol. O grupo teria pensado originalmente em atacar diversos pontos de Barcelona, até mesmo com o uso de explosivos, incluindo a catedral da Sagrada Família, basílica que é Patrimônio Mundial da Unesco e obra-prima do arquiteto Antoni Gaudi. Chemlal se feriu na explosão acidental em uma casa na cidade catalã de Alcanar (200 km ao sul de Barcelona), onde o grupo fabricava os explosivos para o ataque de maior escala. Ele afirmou para a polícia e confirmou ao juiz que este contratempo fez com que o ataque nas Ramblas e, mais tarde, em Cambrils, fosse antecipado.Apesar de ter fornecido informações fundamentais para a investigação sobre a célula terrorista que atuou na Catalunha, a procuradoria espanhola pediu que Chemlal seja preso em regime de isolamento e não tenha direito a fiança. Além de Chemlal, outros três suspeitos detidos pela polícia por conexão com os ataques foram levados nesta terça-feira à Audiência Nacional de Madri, jurisdição encarregada dos casos de terrorismo, para serem interrogados. Os outros oito integrantes do grupo morreram, seis deles abatidos pela polícia e dois em uma explosão acidental em Alcanar.Os detidos, Driss Oukabir, Mohammed Aallaa, Mohamed Houli Chemlal e Salah El Karib, foram levados em camburões da Guarda Civil escoltado por inúmeros carros da polícia. O juiz Fernando Andreu, depois dos interrogatórios, deve determinar que acusações apresentará contra eles pelos atentados reivindicados pelo grupo Estado Islâmico. As audiências ocorrem a portas fechadas e os suspeitos têm o direito de ficar calado. Cinco dias após os ataques, continuam hospitalizadas 48 pessoas, das quais oito estão em situação crítica e 12 em estado grave, segundo o último balanço da Proteção Civil na Catalunha. |
Ações disparam e valor de mercado da Eletrobras aumenta R$ 9,1 bilhõesPosted: 22 Aug 2017 10:30 PM PDT |
Após derrota, Ministério Público Federal pede que Tribunal mantenha prisão preventiva dos empresários de ônibus do Rio de JaneiroPosted: 22 Aug 2017 10:10 PM PDT |
Governo fará concessão de campo de petróleo e estradaPosted: 22 Aug 2017 09:47 PM PDT |
STF rejeita queixa-crime de Alexandre Frota contra Jean WyllysPosted: 22 Aug 2017 09:22 PM PDT |
Rio de Janeiro transfere 3 mil policiais de UPPs para atuar nas ruas, é o fim do modelo comuno-petista de segurançaPosted: 22 Aug 2017 09:22 PM PDT |
Sergio Moro manda soltar Cândido VaccarezzaPosted: 22 Aug 2017 09:06 PM PDT |
Mais dois terroristas islâmicos suspeitos do atentado em Barcelona são presosPosted: 22 Aug 2017 08:57 PM PDT |
Polícia Federal não vê crime da mulher sapiens petista Dilma Rousseff na indicação de ministro do STJPosted: 22 Aug 2017 08:49 PM PDT |
Comuno-bolivariano psicopata Nicolas Maduro perde à Interpol para capturar a refugiada ex-procuradora Luisa OrtegaPosted: 22 Aug 2017 08:32 PM PDT |
Juiz aceita denúncia e Geddel vira réu por obstrução de JustiçaPosted: 22 Aug 2017 07:48 PM PDT |
Ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, petista Aldemir Bendine é denunciado na Lava JatoPosted: 22 Aug 2017 07:31 PM PDTO ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, o amigão da Val e petista Aldemir Bendine, foi denunciado nesta terça-feira (22) pela força-tarefa da Operação Lava Jato, sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e embaraço à investigação. É o primeiro ex-presidente da Petrobras a ser denunciado na Lava Jato. Bendine, que assumiu a estatal em meio à investigação, em fevereiro de 2015, é acusado de exigir R$ 3 milhões em propina para executivos da Odebrecht, a fim de proteger a empreiteira em contratos da Petrobras. "Isso mostra a audácia da prática da criminalidade na Petrobras, justamente por aquele que iria barrar a corrupção na companhia", comentou o procurador Athayde Ribeiro Costa.A exigência de propina, que teria ocorrido pouco depois da posse de Bendine, foi relatada na delação do ex-presidente da empreiteira Odebrecht, o sinhozinho baiano Marcelo Odebrecht, e do diretor da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis. Segundo eles, o executivo se colocou como interlocutor da Presidência na estatal e disse que iria resolver os problemas financeiros de empresas envolvidas na Lava Jato. "O intento de Bendine era facilitar a vida da Odebrecht na Petrobras", afirmou Costa.Segundo o procurador, e-mails encontrados no endereço institucional de Bendine mostram que ele chegou a solicitar um parecer ao departamento jurídico da Petrobras sobre a possibilidade de encerrar o bloqueio cautelar contra a Odebrecht na estatal e que também atuou para a contratação direta do estaleiro Enseada Paraguaçu, do qual a empreiteira é sócia. Um desses pedidos foi feito dias depois da reunião que acertou o pagamento da propina com a Odebrecht, em maio de 2015. As duas operações, porém, não foram recomendadas pelo jurídico da Petrobras.Segundo a denúncia, os pagamentos da propina acabaram sendo feitos em três parcelas de R$ 1 milhão, em espécie, em junho e julho de 2015 – por meio do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, o departamento da propina da empreiteira bandida.Quase dois anos depois, na mesma época em que a delação da Odebrecht era homologada, Bendine e os irmãos André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Jr., que receberam a propina em nome do executivo, resolveram declarar à Receita Federal os valores recebidos ilicitamente, sob o manto de serviços de consultoria prestados à Odebrecht. Eles chegaram a recolher impostos dos valores – o que, para o Ministério Público, representa um embaraço à investigação, por dissimular o pagamento de propina. "Isso levou a investigação a caminhos errôneos", afirmou Costa.Bendine está preso preventivamente desde o final de julho, na 42ª fase da Lava Jato. Ele, que tem cidadania italiana, tinha uma viagem marcada para Portugal, o que reforçou o pedido de prisão na época. Ele nega as suspeitas e disse que nunca recebeu vantagens ilícitas. A pena do executivo, caso condenado, pode chegar a 25 anos de prisão. Além de Bendine, também foram denunciados os irmãos André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Jr., ambos detidos em Curitiba, os executivos Marcelo Odebrecht e Fernando Reis e o doleiro Álvaro Galliez Novis, que teria atuado no pagamento dos R$ 3 milhões. Cabe ao juiz Sergio Moro, agora, decidir se aceita ou não a denúncia. Só então os denunciados virarão réus. |
Funaro fecha termos de acordo de delação com Procuradoria Geral da República, deixa a Papuda e vai para cela da Polícia FederalPosted: 22 Aug 2017 07:21 PM PDTO corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, preso em Brasília, acertou os termos do acordo de delação premiada que vinha negociando havia cerca de três meses com a Procuradoria-Geral da República. Segundo pessoas envolvidas nas tratativas do acordo, as negociações foram finalizadas nesta segunda-feira (21) e a previsão para a assinatura era nesta terça (22). Depois, o acordo será enviado pelos procuradores ao STF (Supremo Tribunal Federal) para ser homologado (validado). O teor da delação é mantido em sigilo. O foco principal é o grupo político conhecido como "PMDB da Câmara", do qual faz parte o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso no Paraná. Funaro deverá entregar provas de pagamentos de propina.Preso na penitenciária da Papuda, o operador foi transferido nesta segunda-feira para a carceragem da Polícia Federal, onde investigados que negociam delação costumam ser levados para prestar depoimento. Na semana passada, após assistir a uma audiência na Justiça Federal em Brasília, Funaro foi questionado e disse a jornalistas que "ainda tem" o que entregar aos investigadores sobre o presidente Michel Temer, um de seus possíveis alvos na delação.Funaro é figura central na delação da JBS que atingiu o governo Temer. O presidente foi gravado no Palácio do Jaburu na noite de 7 de março por Joesley Batista, um dos donos do frigorífico. No diálogo, segundo a investigação da Procuradoria Geral da República, Joesley diz a Temer que está pagando propina para manter em silêncio Funaro e Eduardo Cunha.A expectativa é que essa parte da delação da JBS gere uma segunda denúncia da Procuradoria Geral da República contra Temer. A primeira, sob acusação de corrupção passiva, foi suspensa pela Câmara dos Deputados no início deste mês. Funaro é apontado como o operador financeiro do "PMDB da Câmara", que, segundo diferentes investigações, atuou na Petrobras e na Caixa Econômica Federal, banco que administra o fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS).O corretor responde a uma ação na Justiça Federal em Brasília sob acusação de envolvimento em desvios no FI-FGTS, junto com Cunha. A ação derivou da Operação Sépsis, um desdobramento da Lava Jato. Além dessa ação, Funaro é alvo da Procuradoria Geral da República em um inquérito que apura formação de organização criminosa por membros do PMDB da Câmara, o chamado "quadrilhão". |
César Mata Pires, principal acionista da empreiteira propineira OAS morre de infarto, enquanto negociava delaçãoPosted: 22 Aug 2017 07:14 PM PDTCésar Mota Pires, de 67 anos, principal acionista da OAS, morreu de infarto nesta manhã, enquanto caminhava pelas ruas do bairro Pacaembu, em São Paulo. Ele negociava com o Ministério Público Federal um acordo de delação premiada. A OAS foi parar no centro do Petrolão do PT em razão de contratos com a Petrobras e com outros entes estatais que embutiam pagamento de propina, segundo confessou o executivo propineiro Léo Pinheiro, acionista minoritário e ex-presidente da empresa. A empreiteira está no centro do caso do famoso tríplex do Guarujá, que levou o chefão da organização criminosa petista ex-presidente Lula a ser condenado em primeira instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Mata Pires se manteve relativamente longe do escândalo, mas não conseguiu sair incólume. Negociava um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, que o pressionava a revelar supostas irregularidades em obras executadas em São Paulo. |
Collor vira réu na Lava Jato por desvios na BR Distribuidora, subsidiária da PetrobrasPosted: 22 Aug 2017 07:06 PM PDTPor unanimidade, a segunda turma do Supremo Tribunal Federal recebeu nesta terça-feira (22) a denúncia contra o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTC-AL), acusado de desvios na BR Distribuidora. Agora, Collor é réu na Lava Jato. Relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin votou por receber a denúncia contra Collor pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Também viraram réus Pedro Paulo Bergamaschi Leoni Ramos, apontado como operador particular de Collor, e Luis Pereira Amorim, administrador de empresas do senador. Seu voto foi seguido pelos colegas Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, que fazem parte do colegiado.Collor é o terceiro senador a virar réu na Lava Jato. Além dele, Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO) também respondem a ação penal decorrente das investigações que envolvem a Petrobras. O senador e ex-presidente é investigado em outros cinco inquéritos decorrentes da Lava Jato no Supremo.O grupo de Collor é acusado de ter recebido mais de R$ 29 milhões em razão de um contrato de troca de bandeira de postos de combustível celebrado entre a BR Distribuidora e a empresa DVBR (Derivados do Brasil), além de se beneficiar de contratos de construção de bases de distribuição de combustíveis firmados entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia. A denúncia foi uma das primeiras oferecidas pela Procuradoria-Geral da República na Lava Jato, em agosto de 2015. Em março de 2016, a Procuradoria Geral da República fez um aditamento à denúncia para incluir novos acusados, entre os quais a mulher do senador, Caroline Serejo.O processo ficou mais de um ano em segredo e só se tornou público em outubro de 2016, quando o então relator, ministro Teori Zavascki, determinou o levantamento do sigilo. Agora, a Procuradoria Geral da República vai consolidar as acusações, os advogados vão apresentar as defesas técnicas e as testemunhas vão prestar depoimentos. Os réus também serão ouvidos. Ao fim do processo, os acusados serão condenados ou absolvidos.Collor e outras oito pessoas foram denunciadas pela Procuradoria Geral da República por suspeita de participarem de diversos crimes: corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro, obstrução da Justiça e peculato. O ex-presidente era alvo de todas as acusações, enquanto as imputações aos outros acusados variavam. Fachin rejeitou as acusações de peculato e obstrução de Justiça. O ministro também rejeitou a denúncia contra cinco acusados. O 9º denunciado morreu ao longo das investigações. A decisão de Fachin de rejeitar parte da denúncia foi elogiada pelos colegas. Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli criticaram a quantidade de crimes apresentados pela acusação.A Procuradoria Geral da República considerou, por exemplo, cada ato de lavagem de dinheiro um crime. Assim, todos os acusados tiveram dezenas de crimes imputados: no caso de Collor, ele respondia por corrupção passiva (30 vezes), lavagem de dinheiro (376 vezes) e peculato (48 vezes), além de organização criminosa e obstrução de Justiça. "Me parece que é tão patente o excesso que não tenho como deixá-lo passar. A denúncia qualificou cada pagamento como um crime autônomo de corrupção ou de lavagem de dinheiro, imputando concurso material entre cada uma das condutas", disse Gilmar Mendes. "Neste ponto, a denúncia fugiu, ao meu ver, da jurisprudência desta corte", completou. Ele destacou que a acusação de corrupção envolve quatro contratos. Sendo assim, "o número de fatos deve ser contado em razão da finalidade, não das vezes em que a vantagem é paga".O ministro deu como exemplo a situação de um fiscal que recebe propina para deixar de fiscalizar dois estabelecimentos comerciais e recebe o dinheiro em três parcelas pré-acordadas: "Ele não terá cometido nem um nem três crimes de corrupção. Terá cometido dois". "Houve claramente o excesso de acusação", disse Lewandowski. Para ele, Fachin conseguiu separar o que não havia lastro de indícios. Toffoli também destacou que Fachin rejeitou as acusações contra cinco pessoas, recebendo a denúncia apenas nos casos em que havia "elementos fáticos mínimos de indícios probatórios". Assim, cabe ao juiz analisar o caso, depois que a ação penal foi aberta.O julgamento da denúncia começou na semana passada, quando os advogados se manifestaram em prol dos acusados. A sessão foi suspensa por causa do horário. Para Fachin, "não é possível atestar" que a mulher do senador, Caroline Serejo, tenha participado "de forma objetiva dos subterfúgios". Ela justificou os gastos sob suspeita de lavagem de dinheiro como custeio de despesas pessoais, acrescentou.A Procuradoria Geral da República pede ao Supremo Tribunal Federal, além da condenação pelos crimes, a perda do mandato de Collor, o pagamento de uma multa de R$ 154,75 milhões e o sequestro de bens no valor de R$ 30,9 milhões. De acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a BR Distribuidora era comandada por três diferentes grupos: PTB, PT e PMDB. Collor era filiado ao PTB à época dos crimes denunciados. Segundo a acusação, Collor manteve ingerência em contratos da BR Distribuidora indicando nomes à presidência da estatal e de duas de suas diretorias, a de Rede de Postos e Serviços e a de Operações e Logística.De acordo com a subprocuradora-geral da República, Cláudia Sampaio, nenhum dos acusados negou os crimes. Para ela, as defesas "suscitam nulidades e inépcias no processo, mas não negam a ocorrência dos fatos". O advogado de Collor, Juarez Tavares, pediu aos ministros a rejeição da denúncia ou, ao menos, a exclusão de parte das acusações, como a de envolvimento em organização criminosa. O defensor argumentou que a lei que tipifica organização criminosa é do final de 2013, e os contratos da BR Distribuidora que dão base à denúncia são de 2010 até o início de 2013 – desse modo, a lei não pode retroagir para prejudicar o acusado.Ao menos oito delatores citaram Collor em seus depoimentos: o doleiro Alberto Youssef, seus antigos funcionários Rafael Ângulo e Carlos Alexandre Rocha, o Ceará, seu ex-sócio Leonardo Meirelles, os ex-diretores da Petrobras, Paulo Roberto Costa (Abastecimento) e Nestor Cerveró (Internacional), o operador Fernando Baiano e o sócio da construtora UTC, Ricardo Pessoa. |
Moro manda soltar ex-deputado Cândido Vaccarezza mediante medidas cautelaresPosted: 22 Aug 2017 06:55 PM PDTO juiz federal Sérgio Moro determinou, nesta terça-feira (22), a soltura do ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, que foi líder do PT na Câmara dos Deputados. Ele terá de entregar seu passaporte e pagar R$ 1,5 milhão em fiança, no prazo de dez dias. Vaccarezza foi preso na última fase da Operação Lava Jato, acusado de receber pelo menos US$ 478 mil (cerca de R$ 1,5 milhão, no câmbio atual) por contratos da Petrobras com a Sargeant Marine, empresa norte-americana que fornecia asfalto à estatal. Segundo as investigações, o ex-deputado tinha ingerência em negócios da Petrobras ligados à diretoria de Abastecimento, que estava sob influência do PP, e "apadrinhou" 12 contratos de fornecimento de asfalto. A ordem de Moro contraria o pedido do Ministério Público Federal, que havia solicitado a prisão preventiva do político – citando, inclusive, a apreensão de R$ 120 mil em espécie na casa de Vaccarezza como um "forte indício de que ele recebia e operava dinheiro em espécie". A prisão do ex-deputado, que era temporária, vencia nesta terça-feira (22). O juiz levou em consideração, porém, que as provas sobre o envolvimento de Vaccarezza em outros crimes "ainda são limitadas", e que o ex-deputado não foi reeleito em 2014, o que diminui sua influência política. Moro ainda pondera que o político tem uma alteração na próstata e havia marcado uma biópsia para esta semana, segundo documentos apresentados por sua defesa. Moro também mandou soltar o ex-gerente da Petrobras Márcio Albuquerque Aché Cordeiro, que havia sido preso na mesma fase da operação. Para ele, foi estabelecida uma fiança de R$ 371 mil. |
Brasil já tem mais de 17 mil sindicatos, enquanto os Estados Unidos têm apenas 190Posted: 22 Aug 2017 06:45 PM PDTO número de sindicatos no Brasil passou dos 17,2 mil este ano. Em setembro de 2015, antes do impeachment de Dilma, o total já era impressionante: 15,9 mil entidades. Quando Lula foi reeleito, o Brasil virou campeão no número de sindicatos, com mais de 90% do total mundial. Os Estados Unidos têm cerca de 190 sindicatos; Reino Unido, 168, Dinamarca, 164 e a Argentina, apenas 91. |
Ex-diretor da Petrobrás, Renato Duque, PT, é condenado a mais 10 anos de cadeiaPosted: 22 Aug 2017 06:00 PM PDTEm dois processos anteriores, ele já tinha sido condenado a 40 anos de cadeia. Na sentença de hoje,. o petista Renato Duque e os demais acusados terão que devolver R$ 109 milhões que roubaram da Petrobrás. O juiz Sérgio Moro condenou Renato Duque, homem da alta nomenklatura do PT, nomeado por Lula, a dez anos de prisão pelos crimes de corrupção ativa e passiva no processo da Lava Jato por fraudes em contratos da Andrade Gutierrez com a Petrobras. Na sentença de hoje, o juiz federal reconheceu a colaboração do ex-diretor em outros processos e admitiu a progressão de regime após cinco anos. Os ex-executivos da Andrade Gutierrez, Paulo Roberto Dalmazzo, Elton Negrão de Azevedo Júnior, Flávio Gomes Machado Filho e Antônio Pedro Campello de Souza Dias, também foram condenados. |
Governo Temer decide privatizar a EletrobrásPosted: 22 Aug 2017 05:43 PM PDTEm uma decisão inédita, o governo Temer decidiu privatizar a Eletrobras. O Ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse em uma carta à empresa que o governo proporá a privatização ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República na reunião desta quarta-feira. A Eletrobras fará uma emissão de ações que diluirá o controle que o Estado brasileiro tem sobre a empresa. Uma fonte do governo estima a operação em cerca de R$ 20 bilhões. É a primeira vez, desde as privatizações do Governo Fernando Henrique Cardoso, que um governo ousa tocar numa das vacas sagradas do capitalismo de Estado brasileiro. |
Refap paralisa metade da produção em Canoas por ordem judicial, mas Petrobrás nega risco de desabastecimentoPosted: 22 Aug 2017 05:12 PM PDTA Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), da Petrobras, localizada em Canoas (RS), na Grande Porto Alegre, interrompeu nesta segunda-feira a produção de insumo para a produção de gasolina e gás de cozinha em uma de suas duas unidades. A paralisação, segundo a companhia, decorre de liminar da Justiça do Trabalho, que determina que a refinaria restabeleça o número de funcionários que atuam na área – houve uma redução de pessoal em maio, que está sendo contestada pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS). Em comunicado, a Petrobras disse que "a produção suspensa será compensada por modal marítimo", mas há controvérsia sobre a capacidade de abastecimento do mercado do Rio Grande do Sul. A partir de relatório de fiscais do Ministério do Trabalho, o desembargador Marcelo José Ferlin D'Ambroso, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, mandou parar tudo na refinaria. |
Próxima semana é decisiva para negociação do contrato de adesão do governo gaúcho ao regime de recuperação fiscalPosted: 22 Aug 2017 04:58 PM PDTNa próxima semana acontecerá a reunião decisiva entre o pessoal técnico do Tesouro Nacional e da secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul. Apesar da mobilização dos deputados federais do Rio Grande do Sul, promovendo a reunião do muito incompetente e inapetente governador peemedebista José Ivo Sartori com o presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que seja assinado o contrato de adesão do governo gaúcho ao Regime de Ajuste Fiscal dos Estados, existe um obstáculo intransponível. E esse obstáculo é a lei federal que criou o regime de recuperação fiscal, a qual existe que os Estados pretendentes apresentem contrapartida na forma de garantia. O Rio de Janeiro apresentou a sua companhia de saneamento básico, água e esgoto, a Cedae, que já está sendo privatizada pelo BNDES. No Rio Grande do Sul, a vanguarda do atraso da Assembléia Legislativa, afinadissima com as corporações estatais, impede até a realização de plebiscito para ver se a população gaúcha, de forma soberana, permite a privatização desses mastodontes estatais. Portanto, a única saída para o governo Sartori será "privatizar" a meia boca a Corsan, promovendo sua capitalização e entregando sua gestão para a iniciativa privada, com o estabelecimento de poder de veto estatal, por meio da regra do "golden share". Uma coisa é certa: sem a contrapartida, não haverá acordo. |
Assembléia gaúcha está decidida a arrombar as finanças públicas do EstadoPosted: 22 Aug 2017 04:28 PM PDTMais uma vez os deputados estaduais do Rio Grande do Sul impediram, nesta terça-feira, que o governo do muito incompetente e inapetente peemedebista José Ivo Sartori leve adiante suas propostas de ajuste fiscal, impedindo com isto que saia o ajuste fiscal das contas públicas, o que permite a perpetuação da situação desastrosa das finanças estaduais. A oposição ideológica e corporativa do PT e seus aliados de dentro e fora do governo na Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa criou esta manhã uma série de obstáculos para a leitura do parecer favorável do relator Lucas Redecker (PSDB) ao projeto de decreto legislativo (PDL) 3-2017, proposto pelo líder do governo, deputado Gabriel Souza (PMDB), que aprova a realização de plebiscito para a autorizar alienação, transferência do controle acionário, cisão, incorporação, fusão ou extinção da Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE –, Companhia Rio-grandense de Mineração – CRM – e da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – Sulgás. O governo só propôs o plebiscito porque a oposição e seus aliados de dentro e fora do governo impediram a formação de maioria de dois terços necessária para acabar imediatamente com os impedimentos para privatizações de estatais. Esta vanguarda parlamentar do atraso move-se por interesses ideológicos de caráter comunista e pela proteção ao corporativismo estatal. |
Procuradora venezuelana Luisa Ortega Diaz vem ao Brasil para entregar esquema corrupto de Lula, Odebrecht, Chaves e MaduroPosted: 22 Aug 2017 04:18 PM PDTLuiza Ortega Diaz, a procuradora Geral da Venezuela expurgada, caçada e expulsa da Venezuela pelo títere comuno-bolivariano Nicolás Maduro, desembarca hoje no Brasil. Ela vai contar tudo o que sabe sobre as negociatas bilionárias da dupla Lula e Odebrecht com os ditadores Hugo Chaves e Nicolas Maduro na Venezuela, razão principal da sua fuga para a Colômbia. |
Morreu o dono da OAS, a dona do triplex de LulaPosted: 22 Aug 2017 04:00 PM PDTCésar Mata Pires, dono da OAS, morreu hoje de infarto. Depois da Odebrecht, a OAS foi quem mais se envolveu com os bandidos do PT e com eles foi quem mais saqueou os cofres da Petrobrás. Ela era a dona do triplex de Lula. |
TRF 4 mantém indisponíveis bens da Odebrecht, mas não invalida acordo de "leniência" feito com o Ministério Público FederalPosted: 22 Aug 2017 03:44 PM PDTO Tribunal Regional Federal da 4ª Região manteve indisponíveis, em sessão realizada hoje, os bens da Construtora Odebrecht. A decisão da 3ª Turma, que teve julgamento unânime,reconheceu a existência de vício no acordo de leniência firmado entre a empreiteira e o Ministério Público Federal, uma vez que seria necessária a participação da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Advocacia-Geral da União (AGU), conforme prevê a lei. Os bens haviam sido desbloqueados em primeira instância após o acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal. A União recorreu ao tribunal afastou a nulidade absoluta do acordo em proteção à confiança do negócio jurídico. Segundo ela, embora os termos devam ser revistos, desta vez com a participação da CGU e da AGU, os compromissos firmados anteriormente não devem se configurar em armadilha para a empresa que opta por colaborar. |
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Da Justiça a clava forte