AS CRUZADAS | |
| Como agem os bandos armados islâmicos na Europa Posted: 23 Oct 2017 12:30 AM PDT
Os guetos islâmicos em territórios europeus "liberados", onde não vigora a lei, estão controlados por bandos armados jihadistas, escreveu Lupo Glori de Corrispondenza Romana. No réveillon de 2015, milhares de imigrantes de origem "árabe ou norte-africana" – não é politicamente correto dizer a verdade: muçulmanos – agrediram sexualmente em Colônia mais de 500 mulheres alemãs. Era só o governo alemão ter aberto os olhos. Mas ele enfiou a cabeça na terra e prosseguiu em seus louvores à integração de milhões de turcos e imigrantes islâmicos em seu território. Trata-se de um cenário suicida, descrito em documento reservado do governo alemão e publicado pelo jornal Die Welt: Segundo o relatório 47% concorda com que "a observância dos mandamentos de minha religião é mais importante que o respeito pelas leis do Estado em que vivo". Para o 32% "os muçulmanos deveriam combater para voltar à ordem dos tempos de Maomé". 36% acha que "só o Islã está em condições de resolver os problemas de nossos dias". 20% declarou que "a ameaça que o Ocidente significa para o Islã justifica a violência"; 7% sustenta que "a violência está justificada para defender o Islã", etc.
O grupo foi fundado por Marcel Kunst, um alemão pervertido ao Islã e tem sedes em Mönchengladbach, Münster e Stutgart. A polícia alemã sublinha que muitos de seus membros são salafistas [ultrarradicais que pregam o retorno à era áurea da conquista do Islã], a começar pelo fundador, Kunst. O movimento salafista recruta cada vez mais membros na Alemanha: passou de 3.800 em 2011 para 9.700 em 2016. Outra gangue de bikers de Allah responde pelo nome "Osmanen Germania" ("Alemanha Otomana") e deplora o estancamento do expansionismo do Império Otomano com sua derrota no cerco de Viena em 1683. Segundo a polícia, a Osmanen Germania é uma verdadeira associação que age em toda a Europa para delinquir, financiando-se com a exploração da prostituição e o tráfico de armas e de droga. O ministro de Interior alemão, Ralf Jäger, fez uma confissão de inércia e inépcia ao declarar que o bando cresce tão rápido que se tornou difícil enfrenta-lo. A gangue inaugurou sedes em Zurique e Basileia, na Suíça. O grupo salafista "A Religião Verdadeira" (DWR, na sigla em alemão) acabou sendo oficialmente banido da Alemanha, mas reapareceu em Florianópolis em junho de 2016, segundo a agência oficial alemã Deustche Welle.
O e-book Muslim Gangs inicia explicando que "a finalidade deste livro é dar aos muçulmanos um ponto de partida para fazê-los crescer até dar num movimento jihadista que pode se tornar uma força de resistência no Ocidente". E sublinha que essa "resistência" tem dois braços: o da propaganda e o militar. "Nós somos um único povo, misericordiosos uns com os outros e implacáveis com o inimigo", acrescenta, fazendo um curioso paralelismo, talvez instintivo, com a práxis pastoral inaugurada pelo Cardeal Kasper na Igreja e efetivada sob a bandeira da Amoris laetitia. A constatação tem mais de um fundamento. Segundo o e-book, o processo de conquista da Europa encontrou um formidável e inesperado aliado: a própria Europa, frágil e desorientada, devorada por uma profunda crise de identidade. E falando de identidade, não se pode obviar sua principal fonte, que é a Igreja Católica, hoje desfigurada pela revolução "pós-conciliar". A estratégia é clara: começar a atacar, mesmo que os atentados sejam de pequenas proporções. Eles acabarão ateando uma guerra geral no continente cristão "infiel".
Uma guerra "tribal", pede o panfleto terrorista, que faz lembrar o desfazimento da ordem pública no Rio de Janeiro. Esse plano não é fruto da improvisação. Ele foi cuidadosamente raciocinado e planejado para avançar na Europa através dos dois braços mencionados: o "braço da propaganda e o braço militar". Foi também o discurso de Don Oppas séculos atrás, incitando os últimos resistentes visigodos liderados pelo rei Don Pelayo a se renderem ao Islã em Covadonga, último reduto de resistência católica. Cfr.: Milagre de Nossa Senhora em Covadonga (Astúrias) impediu a conquista de Espanha pelos mouros Don Pelayo e os seus não caíram nos sofismas da traição e da apostasia. Nossa Senhora fez o resto, tendo as flechas e as pedras se voltado contra os islâmicos invasores que sofreram espantosa débâcle em 722. Foi o início da Reconquista da península ibérica. Vídeo propagandístico de bando armado turco na Alemahna GLÓRIA CASTELOS CATEDRAIS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
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