Páginas

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Alerta Total: A Verdade sobre o Caso Parasar


Alerta Total: A Verdade sobre o Caso Parasar








  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM




  • A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho)




  • Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

































































































































































































terça-feira, 1 de agosto de 2017

















  • A Verdade sobre o Caso Parasar








Capitão Sérgio Macaco (e)







Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


Por Carlos I. S. Azambuja



Durante mais de 20 anos, diversos historiadores e uma série
enorme de reportagens publicadas pela imprensa, no Brasil e no exterior, e
versões levadas ao ar em programas de TV, abordaram de forma distorcida e
mentirosa o chamado “Caso Parasar”, massacrando (esse é o
verbo correto) o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier, sob a alegação de que
teria dado ordens, em 1968, para que militares da 1ª Esquadrilha Aeroterrestre
de Salvamento, conhecida como “Parasar”, participassem na
repressão às passeatas estudantis, naquele ano, no Rio de Janeiro, bem
como ordens para que políticos da oposição fossem mortos e o
gasômetro, no Rio de Janeiro, fosse explodido.



Um desses historiadores, Jacob Gorender (que foi membro do Comitê Central do
Partido Comunista Brasileiro e, depois da Revolução de 1964, um dos fundadores
do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, organização que priorizava a
luta armada) escreveu na página 164, capítulo “Turbulências de 68 e Fechamento
Ditatorial”, livro“Combate nas Trevas”, que “o brigadeiro João Paulo Burnier havia ordenado em abril, a um grupo
de 40 homens do Parasar (unidade de busca e salvamento da Aeronáutica) a
execução de um plano de terrorismo em vasta escala. O capitão aviador Sérgio
Miranda de Carvalho recusou-se a obedecer as ordens do brigadeiro Burnier,
chefe do gabinete do Ministro da Aeronáutica Márcio de Souza e Mello. A posição
do capitão aviador(sic), apoiado por colegas, frustrou o
plano terrorista, mas lhe custou a reforma e afastamento definitivo da Força
Aérea, em 1969”.



Não é verdade.



Sobre o assunto, o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier fez o que poderia
fazer na esfera militar, requerendo, sucessivamente, a sucessivos ministros,
ser submetido a um Conselho de Justificação, processo previsto na legislação
militar, para defender-se das acusações que lhes eram imputadas e das quais
tomava conhecimento através da imprensa escrita, da TV e de livros publicados.



Em todo esse tempo, a imprensa e os historiadores, de modo geral, ao se
referirem ao “Caso
Parasar”, muitas vezes fazendo referência, e
até tornando públicos documentos sigilosos, nunca mencionaram os seguintes
fatos:



- que em 11 de setembro de 1968, o Ministro da Aeronáutica, Márcio de Souza e
Mello, determinou a expedição de um documento a toda Força Aérea isentando o
brigadeiro Burnier de qualquer responsabilidade, ante as alegações tornadas
públicas pelo capitão Sérgio Miranda de Carvalho;




- que 10 anos depois, em abril de 1978, o Ministro da
Aeronáutica, Joelmir Campos de Araripe Macedo, mandou divulgar uma informação
destinada ao conhecimento de todos os oficiais da Força Aérea, reiterando que o
brigadeiro Burnier nenhuma participação tivera nos fatos que periodicamente
vinham sendo publicados pela imprensa, relacionados com o “Caso Parasar”;




- que em 29 de maio de 1980, o Ministro da Aeronáutica, Delio
Jardim de Mattos, indeferiu um requerimento de novembro de 1979 - época em que
se desencadeara uma nova fase da campanha de inverdades sobre o chamado “Caso Parasar” - no qual o brigadeiro Burnier solicitava a instauração de
um Conselho de Justificação para que fosse julgado das acusações a si
imputadas.



O Ministro Delio despachou o requerimento afirmando ser desnecessária a
designação de um Conselho de Justificação porque “as acusações relacionadas com o
Caso Parasar eram inadmissíveis, após análise da documentação pertinente bem
como dos registros da época”. O Despacho
continha também um elogio ao brigadeiro Burnier: “Oficial vibrante, de extrema
dedicação à carreira, patriota sobejamente comprovado, de conduta digna,
notável responsabilidade no cumprimento do dever e possuidor de elevado
conceito entre superiores, pares e subordinados”.



Em 1985, um ano político-eleitoral, no qual muitos políticos cediam às pressões
dos militares punidos pela Revolução de Março de 1964, com aspirações de
anulação das punições sofridas, com promoções e ressarcimentos pecuniários,
como viria a acontecer após a Constituição de 1988, o chamado “Caso Parasar” voltou aos jornais. Novamente o brigadeiro Burnier requereu um
Conselho de Justificação, e o então Ministro da Aeronáutica, Otávio Júlio
Moreira Lima, assim como seus antecessores haviam decidido, indeferiu o pedido.
Em seu Despacho, escreveu o Ministro: “Toda a documentação do caso foi pormenorizadamente
reexaminada, nada se encontrando capaz de ensejar um Conselho de
Justificação”. Isso significou, em outras palavras,
que nada existia de que o brigadeiro Burnier tivesse de justificar-se.



Além dessas manifestações de quatro diferentes e consecutivos ministros da
Aeronáutica, o capitão Sérgio Miranda, mais conhecido como “Sérgio Macaco”, ao longo dos anos tentou conseguir que sua situação de militar
reformado pelo Ato Institucional nº 5 fosse revista por quatro presidentes da
República, valendo-se, para tanto, de amigos e padrinhos. Não foi atendido por
nenhum deles.



Em todos esses anos, uma única reportagem contou a verdadeira história do “Caso Parasar”. Ela foi publicada no jornal “O Estado de São Paulo” de 20 de outubro de 1985, assinada pelo jornalista Flávio
Galvão. Como - já dizia Trotsky - “a verdade é revolucionária”, optamos por transcrevê-la a seguir:



“Da mesma natureza que as estórias do Monstro do Loch Ness e do Abominável
Homem das Neves, frutos exclusivamente dos delírios da imaginação, o
impropriamente chamado “Caso Parasar” desde 1968 freqüenta
as colunas de jornais e revistas brasileiras, periodicamente, nos momentos em
que escasseiam os assuntos do gosto do público ávido de sensacionalismo barato,
ou então de efervescência política, como o atual, em que abundam, os pescadores
de águas turvas.



Falar em Parasar, decorridos 18 anos, torna obrigatório que se faça um
retrospecto, pois somente hoje os que contam trinta ou mais anos de idade é que
poderão ter alguma informação - e ainda assim nem se sabe se correta - sobre o
assunto.



Derrotados em 1964, quando já se julgavam muito próximos da tomada do poder, os
esquerdistas - e sob esta denominação se incluem todos os grupos e matizes, do
vermelho ao róseo, dos de obediência moscovita aos cubancheros, maoístas,
albaneses, etc - passado o primeiro impacto, passaram a organizar-se para o que
hoje eufemisticamente chamam de “luta armada”, expressão que
deve ser entendida como guerrilha e terrorismo.



Em livro recentemente publicado, ex-terrorista explicita, clara e
expressamente, os objetivos desses grupos esquerdistas: “a destruição das instituições
burguesas, das forças de representação políticas tradicionais, do aparelho
judiciário e das Forças Armadas”. Como se vê, não
estava a esquerda interessada na restauração da plenitude democrática, muito ao
contrário...



O ano de 1968 marca o início dos choques entre estudantes, manipulados pelos
ativistas da minoria esquerdista, e as forças encarregadas, constitucionalmente
- ainda não fora instituído o AI-5 -, de manter a Lei e a Ordem.



Em um desses choques, no Rio, morreu um estudante, o que levou a esquerda a
promover uma manifestação contra o governo e contra o regime, no dia 4 de abril
de 1968. Para evitar mais graves perturbações da ordem pública, montaram as
autoridades uma operação de policiamento preventivo, a ser executada pelas três
Forças Armadas, sob comando do Exército, mais precisamente do comandante da
Divisão Blindada. Esse comandante era o general Ramiro Tavares Gonçalves, velho
conhecido dos paulistas, pois aqui serviu durante largo período e já há muito
na reserva depois de ter atingido o mais alto posto da hierarquia.



A participação da Aeronáutica nessa operação de policiamento foi quase
simbólica, pois, como ninguém ignora, é pequeno o seu contingente de terra
representado pela Infantaria de Guarda. A pedido do Exército, a 3ª Zona Aérea
(hoje 3º COMAR) pôs à disposição do comandante da Divisão Blindada uma
minúscula Unidade: a 1ª Esquadrilha Aeroterrestre de Salvamento, comumente
conhecida por Parasar.



Em face de maliciosas distorções ou de generalizada ignorância é de se
esclarecer, desde logo, que o Parasar é uma Unidade militar, não um grupo do
Exército da Salvação, nem de escoteiros ou de bombeiros amadores. Suas funções
foram definidas por Portaria expedida durante o governo de João Goulart e
compreendem prestar socorro às vítimas de acidentes aeronáuticos, assegurar a
sobrevivência e o resgate de aeronaves acidentadas, e executar missões especiais (grifado pelo autor do artigo) compatíveis com o preparo
de seu pessoal. Militares profissionais, treinados para atuação em situações
especiais de risco, os homens do PARASAR estavam adrede-recomendados para
trabalhos como seria o de policiamento preventivo no dia 4 de abril de 1968,
que poderia exigir rápida capacidade de avaliação, de decisão e de execução.



O comandante do Parasar era o então major Gil Lessa de Carvalho, da Infantaria
de Guarda da Aeronáutica. Foi ele quem chefiou os 14 homens (grifado pelo autor do artigo) do Parasar (dois oficiais e 12
graduados) que, divididos em três grupos, participaram da operação de
policiamento preventivo. Recebeu ele, juntamente com os outros dois oficiais -
capitão Loris Arêas Cordovil e primeiro-tenente João Batista Magalhães - as
necessárias instruções do general Ramiro Tavares Gonçalves que, em resposta a
uma pergunta, esclareceu que se fossem agredidos ou atacados por perturbadores
da ordem os homens do Parasar, que estavam armados, deveriam defender-se. Ponto
final.



A operação decorreu, felizmente, sem quaisquer incidentes.



Registre-se, logo, que com essa operação nada teve a ver o brigadeiro-do-ar
João Paulo Moreira Burnier. Aliás, ele acabara de ser elevado ao
generalato, recebendo suas primeiras estrelas e, aguardando designação,
encontrava-se à disposição do gabinete do Ministro da Aeronáutica, então o
marechal-do-ar Márcio de Souza e Mello.



Àquela época, servia no Parasar, embora não fosse oficial combatente mas
intendente, um capitão que, por ocasião da operação de policiamento realizada
no dia 4 de abril, nem sequer estava no Rio, mas em Manaus, em gozo de férias.



Retornando ao Rio, esse capitão soube da participação do Parasar, por
comentários de terceiros, não tendo qualquer informação direta pela simples
razão de sua ausência do Rio. Apesar disso e como se fosse competente para
decidir o que as unidades da Aeronáutica devem ou não fazer, passou a fazer
críticas sobre a participação do Parasar, afirmando - é de pasmar - que os seus
homens só poderiam ser escalados para “missões humanitárias...”



Esta é a base factual do chamado “Caso Parasar”. Nessa linha de
comportamento que configurava transgressão disciplinar, o capitão intendente,
por motivos que objetivamente se ignoram, mas que se pode imaginar,
licitamente, tivessem bases pessoais, ideológicas e políticas, passou a
promover sub-reptícia campanha contra o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier,
um dos mais prestigiosos militares da FAB, chefe de família modelar,
profissional de sólida reputação, democrata provado, anticomunista convicto e
um dos articuladores da Revolução de 1964.



Obviamente, as críticas e insinuações do capitão intendente, propaladas à
sorrelfa, à socapa, não poderiam passar in albis para os
escalões superiores da FAB e para o próprio Ministro da Aeronáutica.
Descobriu-se que as“idéias” dele a respeito da atuação do Parasar - as quais
configuravam erronias e heresias do ponto de vista militar - estavam
infeccionando aquela pequena Unidade, sendo que a infecção já contaminava algumas
outras, como, por exemplo, o 1º Esquadrão de Reconhecimento Fotográfico, com
sede no Campo de Marte, em São Paulo.



O Ministro da Aeronáutica entendeu que era preciso pôr fim a isso, por meio de
instrução a tais unidades. Foi assim que designou o brigadeiro Burnier, que
então respondia interinamente pela chefia de seu gabinete, para fazer uma
palestra para os homens do Parasar.



Tal palestra foi realizada no dia 14 de junho de 1968. Nela, Burnier deixou
claro que o Parasar era uma Unidade militar e como tal podia ser empregada não
apenas em missões específicas de rotina, mas também em missões especiais, à
vista do treinamento especializado de seus homens.



Exemplificando, para fins didáticos, lembrou a propósito a atuação de unidades
semelhantes dos Estados Unidos na guerra do Vietnã: para resgatar feridos e
acidentados, elas com freqüência tinham de combater como qualquer outra Unidade
- o que, aliás, o cinema tem mostrado à farta. Por outras palavras, o Parasar
podia - e pode - ser empregado e missões propriamente militares, até de
combate, além de suas tarefas de busca e salvamento.



Por outro lado, Burnier procurou explicar o que são missões especiais,
determinadas pela cadeia hierárquica de comando, e acentuou que elas não se
confundem com o que, impropriamente sob essa denominação se realizara durante o
governo de João Goulart com o objetivo de assassinar o governador da Guanabara,
Carlos Lacerda, missão - como se recorda - comandada por um general, “O Faz Tudo”, e que terminou em rotundo fracasso.



Dos 7 oficiais do Parasar que assistiram à palestra de Burnier, 6 entenderam-na
perfeitamente e sempre declararam, confirmaram e corroboraram que, em síntese,
esse fora o cerne dela. Somente um Oficial - aquele mesmo capitão intendente -
nada entendeu ou entendeu às avessas.



Nada tendo entendido, como se pode perfeitamente concluir, isso não o impediu
de passar a propalar uma versão, por ele fabulada, de que o brigadeiro Burnier
pregara o emprego do Parasar na liquidação de adversários do regime e do
governo e na prática de atentados como explosão de gasômetros, postos de
gasolina, etc, do que se culparia, depois, os comunistas. Atente-se para, que,
inicialmente, se acusava Burnier, só de preconizar o emprego do Parasar para
isso; ao longo de 18 anos, a fabulação foi-se ampliando e já se chegou a dizer
que o tal capitão impediu a execução desses crimes e atentados, como se
realmente em algum momento tivesse sido dada alguma ordem nesse sentido.



O capitão intendente veio a sofrer penalidades disciplinares pelas
transgressões que insistia em cometer. Mas, tantas pintou e bordou que contra
ele se instaurou um processo final, nos termos da legislação então vigente, que
englobou tudo e que terminou com a proposta de seu alijamento da Força Aérea
Brasileira e de cassação de seus direitos políticos por 10 anos.



Esse processo foi presidido pelo coronel Evandro Lima Araújo, hoje
tenente-brigadeiro da reserva, e a proposta de punição acolhida pela Junta
Militar que exerceu o Poder Executivo no impedimento, por moléstia, do marechal
Costa e Silva. Entre os episódios iniciais e a punição medeou mais de um ano, a
evidenciar que não foi uma decisão tomada de afogadilho, mas sim uma decisão
que resultou de investigações e da colheita de provas.



Tudo isso foi narrado, minudentemente, pelo jornal O Estado de São Paulo, cuja isenção e responsabilidade são notórias, em suas edições
de 5 de outubro de 1968 e em 12 de março de 1978, relatos esses jamais
contestados. E foi à luz da apuração dos fatos realizada pelo jornal que o
campeão da luta pelas liberdades democráticas, Júlio de Mesquita Filho, em
editorial publicado no seu jornal, em 6 de outubro de 1968, fez o diagnóstico
do chamado “Caso
Parasar”:




“Estamos, portanto, diante de um
novo episódio da campanha sub-reptícia que os derrotados de março de 1964
desenvolvem na área militar para quebrar primeiro a unidade de cada Arma e,
depois, a união das três Forças Armadas”.





Carlos I. S. Azambuja é Historiador.





Postado por



Jorge Serrão







às

08:11:00











Reações:























Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest












Nenhum comentário:






Postar um comentário




Postagem mais recente



Postagem mais antiga


Página inicial


Assinar:

Postar comentários (Atom)





























Apoio Cultural: Alho Negro do Sítio












Clique na imagem e aproveite a promoção para
leitores do Alerta Total! Conheça todos os produtos disponíveis no site
http://alhonegrodositio.com.br








Espante o calor












Clique no anúncio








Digite o seu e-mail neste quadro abaixo. E receba, todos os dias, na caixa postal, o Alerta Total.









































Colabore com o Alerta












Clique aqui e saiba por que ajudar. Ou deposite
qualquer quantia no Banco do Brasil. Agência 4209-9, C/C: 9042-5, em
favor de Jorge Serrão. Ou Conta Poupança da Caixa Econômica Federal ou
em agências lotéricas: 2995 013 00008261-7, em favor de Jorge Serrão.
















































Quem Sou Eu












Conheça nosso Editor-chefe
























Nossa Missão












O Alerta Total tem a missão de praticar um
Jornalismo Independente - analítico e provocador de novos valores
humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo,
informação fidedigna e verdade objetiva.








Procure no Arquivo










2017

(1015)










Agosto

(6)

Vamos dar um pau na Ditadura Tributária?
Engazopou a Pianola
Extermínio do Futuro
Fundo Mundial de Combate à Miséria
O Brasileiro Waldir Pires
A Verdade sobre o Caso Parasar









Julho

(141)










Junho

(123)










Maio

(153)










Abril

(139)










Março

(170)










Fevereiro

(130)










Janeiro

(153)










2016

(2026)






















2015

(2659)






















2014

(2002)






















2013

(1432)






















2012

(1170)






















2011

(976)






















2010

(850)






















2009

(651)






















2008

(707)






















2007

(679)






















2006

(499)






















2005

(74)
























Clique aqui e ouça agora o Podcast Alerta Total








Brasil Acima de Tudo










Patriotismo é a consciência do amor à Pátria








Acerte seu Relógio Agora












Sidney Santos - Jornalista Relojoeiro Especialista
em reparos de Relógios Novos e antigos, de todas as marcas Tel: (11)
98156 6254 e-mail- ssantos.sidney@gmail.com








Google+ Followers











Siga-nos!



























































Tema Simples. Tecnologia do Blogger.



























.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Da Justiça a clava forte