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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    quarta-feira, 2 de agosto de 2017

    Alerta Total: A Verdade sobre o Caso Parasar


    Alerta Total: A Verdade sobre o Caso Parasar








    • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM




    • A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho)




    • Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

































































































































































































    terça-feira, 1 de agosto de 2017

















    • A Verdade sobre o Caso Parasar








    Capitão Sérgio Macaco (e)







    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Carlos I. S. Azambuja



    Durante mais de 20 anos, diversos historiadores e uma série
    enorme de reportagens publicadas pela imprensa, no Brasil e no exterior, e
    versões levadas ao ar em programas de TV, abordaram de forma distorcida e
    mentirosa o chamado “Caso Parasar”, massacrando (esse é o
    verbo correto) o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier, sob a alegação de que
    teria dado ordens, em 1968, para que militares da 1ª Esquadrilha Aeroterrestre
    de Salvamento, conhecida como “Parasar”, participassem na
    repressão às passeatas estudantis, naquele ano, no Rio de Janeiro, bem
    como ordens para que políticos da oposição fossem mortos e o
    gasômetro, no Rio de Janeiro, fosse explodido.



    Um desses historiadores, Jacob Gorender (que foi membro do Comitê Central do
    Partido Comunista Brasileiro e, depois da Revolução de 1964, um dos fundadores
    do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, organização que priorizava a
    luta armada) escreveu na página 164, capítulo “Turbulências de 68 e Fechamento
    Ditatorial”, livro“Combate nas Trevas”, que “o brigadeiro João Paulo Burnier havia ordenado em abril, a um grupo
    de 40 homens do Parasar (unidade de busca e salvamento da Aeronáutica) a
    execução de um plano de terrorismo em vasta escala. O capitão aviador Sérgio
    Miranda de Carvalho recusou-se a obedecer as ordens do brigadeiro Burnier,
    chefe do gabinete do Ministro da Aeronáutica Márcio de Souza e Mello. A posição
    do capitão aviador(sic), apoiado por colegas, frustrou o
    plano terrorista, mas lhe custou a reforma e afastamento definitivo da Força
    Aérea, em 1969”.



    Não é verdade.



    Sobre o assunto, o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier fez o que poderia
    fazer na esfera militar, requerendo, sucessivamente, a sucessivos ministros,
    ser submetido a um Conselho de Justificação, processo previsto na legislação
    militar, para defender-se das acusações que lhes eram imputadas e das quais
    tomava conhecimento através da imprensa escrita, da TV e de livros publicados.



    Em todo esse tempo, a imprensa e os historiadores, de modo geral, ao se
    referirem ao “Caso
    Parasar”, muitas vezes fazendo referência, e
    até tornando públicos documentos sigilosos, nunca mencionaram os seguintes
    fatos:



    - que em 11 de setembro de 1968, o Ministro da Aeronáutica, Márcio de Souza e
    Mello, determinou a expedição de um documento a toda Força Aérea isentando o
    brigadeiro Burnier de qualquer responsabilidade, ante as alegações tornadas
    públicas pelo capitão Sérgio Miranda de Carvalho;




    - que 10 anos depois, em abril de 1978, o Ministro da
    Aeronáutica, Joelmir Campos de Araripe Macedo, mandou divulgar uma informação
    destinada ao conhecimento de todos os oficiais da Força Aérea, reiterando que o
    brigadeiro Burnier nenhuma participação tivera nos fatos que periodicamente
    vinham sendo publicados pela imprensa, relacionados com o “Caso Parasar”;




    - que em 29 de maio de 1980, o Ministro da Aeronáutica, Delio
    Jardim de Mattos, indeferiu um requerimento de novembro de 1979 - época em que
    se desencadeara uma nova fase da campanha de inverdades sobre o chamado “Caso Parasar” - no qual o brigadeiro Burnier solicitava a instauração de
    um Conselho de Justificação para que fosse julgado das acusações a si
    imputadas.



    O Ministro Delio despachou o requerimento afirmando ser desnecessária a
    designação de um Conselho de Justificação porque “as acusações relacionadas com o
    Caso Parasar eram inadmissíveis, após análise da documentação pertinente bem
    como dos registros da época”. O Despacho
    continha também um elogio ao brigadeiro Burnier: “Oficial vibrante, de extrema
    dedicação à carreira, patriota sobejamente comprovado, de conduta digna,
    notável responsabilidade no cumprimento do dever e possuidor de elevado
    conceito entre superiores, pares e subordinados”.



    Em 1985, um ano político-eleitoral, no qual muitos políticos cediam às pressões
    dos militares punidos pela Revolução de Março de 1964, com aspirações de
    anulação das punições sofridas, com promoções e ressarcimentos pecuniários,
    como viria a acontecer após a Constituição de 1988, o chamado “Caso Parasar” voltou aos jornais. Novamente o brigadeiro Burnier requereu um
    Conselho de Justificação, e o então Ministro da Aeronáutica, Otávio Júlio
    Moreira Lima, assim como seus antecessores haviam decidido, indeferiu o pedido.
    Em seu Despacho, escreveu o Ministro: “Toda a documentação do caso foi pormenorizadamente
    reexaminada, nada se encontrando capaz de ensejar um Conselho de
    Justificação”. Isso significou, em outras palavras,
    que nada existia de que o brigadeiro Burnier tivesse de justificar-se.



    Além dessas manifestações de quatro diferentes e consecutivos ministros da
    Aeronáutica, o capitão Sérgio Miranda, mais conhecido como “Sérgio Macaco”, ao longo dos anos tentou conseguir que sua situação de militar
    reformado pelo Ato Institucional nº 5 fosse revista por quatro presidentes da
    República, valendo-se, para tanto, de amigos e padrinhos. Não foi atendido por
    nenhum deles.



    Em todos esses anos, uma única reportagem contou a verdadeira história do “Caso Parasar”. Ela foi publicada no jornal “O Estado de São Paulo” de 20 de outubro de 1985, assinada pelo jornalista Flávio
    Galvão. Como - já dizia Trotsky - “a verdade é revolucionária”, optamos por transcrevê-la a seguir:



    “Da mesma natureza que as estórias do Monstro do Loch Ness e do Abominável
    Homem das Neves, frutos exclusivamente dos delírios da imaginação, o
    impropriamente chamado “Caso Parasar” desde 1968 freqüenta
    as colunas de jornais e revistas brasileiras, periodicamente, nos momentos em
    que escasseiam os assuntos do gosto do público ávido de sensacionalismo barato,
    ou então de efervescência política, como o atual, em que abundam, os pescadores
    de águas turvas.



    Falar em Parasar, decorridos 18 anos, torna obrigatório que se faça um
    retrospecto, pois somente hoje os que contam trinta ou mais anos de idade é que
    poderão ter alguma informação - e ainda assim nem se sabe se correta - sobre o
    assunto.



    Derrotados em 1964, quando já se julgavam muito próximos da tomada do poder, os
    esquerdistas - e sob esta denominação se incluem todos os grupos e matizes, do
    vermelho ao róseo, dos de obediência moscovita aos cubancheros, maoístas,
    albaneses, etc - passado o primeiro impacto, passaram a organizar-se para o que
    hoje eufemisticamente chamam de “luta armada”, expressão que
    deve ser entendida como guerrilha e terrorismo.



    Em livro recentemente publicado, ex-terrorista explicita, clara e
    expressamente, os objetivos desses grupos esquerdistas: “a destruição das instituições
    burguesas, das forças de representação políticas tradicionais, do aparelho
    judiciário e das Forças Armadas”. Como se vê, não
    estava a esquerda interessada na restauração da plenitude democrática, muito ao
    contrário...



    O ano de 1968 marca o início dos choques entre estudantes, manipulados pelos
    ativistas da minoria esquerdista, e as forças encarregadas, constitucionalmente
    - ainda não fora instituído o AI-5 -, de manter a Lei e a Ordem.



    Em um desses choques, no Rio, morreu um estudante, o que levou a esquerda a
    promover uma manifestação contra o governo e contra o regime, no dia 4 de abril
    de 1968. Para evitar mais graves perturbações da ordem pública, montaram as
    autoridades uma operação de policiamento preventivo, a ser executada pelas três
    Forças Armadas, sob comando do Exército, mais precisamente do comandante da
    Divisão Blindada. Esse comandante era o general Ramiro Tavares Gonçalves, velho
    conhecido dos paulistas, pois aqui serviu durante largo período e já há muito
    na reserva depois de ter atingido o mais alto posto da hierarquia.



    A participação da Aeronáutica nessa operação de policiamento foi quase
    simbólica, pois, como ninguém ignora, é pequeno o seu contingente de terra
    representado pela Infantaria de Guarda. A pedido do Exército, a 3ª Zona Aérea
    (hoje 3º COMAR) pôs à disposição do comandante da Divisão Blindada uma
    minúscula Unidade: a 1ª Esquadrilha Aeroterrestre de Salvamento, comumente
    conhecida por Parasar.



    Em face de maliciosas distorções ou de generalizada ignorância é de se
    esclarecer, desde logo, que o Parasar é uma Unidade militar, não um grupo do
    Exército da Salvação, nem de escoteiros ou de bombeiros amadores. Suas funções
    foram definidas por Portaria expedida durante o governo de João Goulart e
    compreendem prestar socorro às vítimas de acidentes aeronáuticos, assegurar a
    sobrevivência e o resgate de aeronaves acidentadas, e executar missões especiais (grifado pelo autor do artigo) compatíveis com o preparo
    de seu pessoal. Militares profissionais, treinados para atuação em situações
    especiais de risco, os homens do PARASAR estavam adrede-recomendados para
    trabalhos como seria o de policiamento preventivo no dia 4 de abril de 1968,
    que poderia exigir rápida capacidade de avaliação, de decisão e de execução.



    O comandante do Parasar era o então major Gil Lessa de Carvalho, da Infantaria
    de Guarda da Aeronáutica. Foi ele quem chefiou os 14 homens (grifado pelo autor do artigo) do Parasar (dois oficiais e 12
    graduados) que, divididos em três grupos, participaram da operação de
    policiamento preventivo. Recebeu ele, juntamente com os outros dois oficiais -
    capitão Loris Arêas Cordovil e primeiro-tenente João Batista Magalhães - as
    necessárias instruções do general Ramiro Tavares Gonçalves que, em resposta a
    uma pergunta, esclareceu que se fossem agredidos ou atacados por perturbadores
    da ordem os homens do Parasar, que estavam armados, deveriam defender-se. Ponto
    final.



    A operação decorreu, felizmente, sem quaisquer incidentes.



    Registre-se, logo, que com essa operação nada teve a ver o brigadeiro-do-ar
    João Paulo Moreira Burnier. Aliás, ele acabara de ser elevado ao
    generalato, recebendo suas primeiras estrelas e, aguardando designação,
    encontrava-se à disposição do gabinete do Ministro da Aeronáutica, então o
    marechal-do-ar Márcio de Souza e Mello.



    Àquela época, servia no Parasar, embora não fosse oficial combatente mas
    intendente, um capitão que, por ocasião da operação de policiamento realizada
    no dia 4 de abril, nem sequer estava no Rio, mas em Manaus, em gozo de férias.



    Retornando ao Rio, esse capitão soube da participação do Parasar, por
    comentários de terceiros, não tendo qualquer informação direta pela simples
    razão de sua ausência do Rio. Apesar disso e como se fosse competente para
    decidir o que as unidades da Aeronáutica devem ou não fazer, passou a fazer
    críticas sobre a participação do Parasar, afirmando - é de pasmar - que os seus
    homens só poderiam ser escalados para “missões humanitárias...”



    Esta é a base factual do chamado “Caso Parasar”. Nessa linha de
    comportamento que configurava transgressão disciplinar, o capitão intendente,
    por motivos que objetivamente se ignoram, mas que se pode imaginar,
    licitamente, tivessem bases pessoais, ideológicas e políticas, passou a
    promover sub-reptícia campanha contra o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier,
    um dos mais prestigiosos militares da FAB, chefe de família modelar,
    profissional de sólida reputação, democrata provado, anticomunista convicto e
    um dos articuladores da Revolução de 1964.



    Obviamente, as críticas e insinuações do capitão intendente, propaladas à
    sorrelfa, à socapa, não poderiam passar in albis para os
    escalões superiores da FAB e para o próprio Ministro da Aeronáutica.
    Descobriu-se que as“idéias” dele a respeito da atuação do Parasar - as quais
    configuravam erronias e heresias do ponto de vista militar - estavam
    infeccionando aquela pequena Unidade, sendo que a infecção já contaminava algumas
    outras, como, por exemplo, o 1º Esquadrão de Reconhecimento Fotográfico, com
    sede no Campo de Marte, em São Paulo.



    O Ministro da Aeronáutica entendeu que era preciso pôr fim a isso, por meio de
    instrução a tais unidades. Foi assim que designou o brigadeiro Burnier, que
    então respondia interinamente pela chefia de seu gabinete, para fazer uma
    palestra para os homens do Parasar.



    Tal palestra foi realizada no dia 14 de junho de 1968. Nela, Burnier deixou
    claro que o Parasar era uma Unidade militar e como tal podia ser empregada não
    apenas em missões específicas de rotina, mas também em missões especiais, à
    vista do treinamento especializado de seus homens.



    Exemplificando, para fins didáticos, lembrou a propósito a atuação de unidades
    semelhantes dos Estados Unidos na guerra do Vietnã: para resgatar feridos e
    acidentados, elas com freqüência tinham de combater como qualquer outra Unidade
    - o que, aliás, o cinema tem mostrado à farta. Por outras palavras, o Parasar
    podia - e pode - ser empregado e missões propriamente militares, até de
    combate, além de suas tarefas de busca e salvamento.



    Por outro lado, Burnier procurou explicar o que são missões especiais,
    determinadas pela cadeia hierárquica de comando, e acentuou que elas não se
    confundem com o que, impropriamente sob essa denominação se realizara durante o
    governo de João Goulart com o objetivo de assassinar o governador da Guanabara,
    Carlos Lacerda, missão - como se recorda - comandada por um general, “O Faz Tudo”, e que terminou em rotundo fracasso.



    Dos 7 oficiais do Parasar que assistiram à palestra de Burnier, 6 entenderam-na
    perfeitamente e sempre declararam, confirmaram e corroboraram que, em síntese,
    esse fora o cerne dela. Somente um Oficial - aquele mesmo capitão intendente -
    nada entendeu ou entendeu às avessas.



    Nada tendo entendido, como se pode perfeitamente concluir, isso não o impediu
    de passar a propalar uma versão, por ele fabulada, de que o brigadeiro Burnier
    pregara o emprego do Parasar na liquidação de adversários do regime e do
    governo e na prática de atentados como explosão de gasômetros, postos de
    gasolina, etc, do que se culparia, depois, os comunistas. Atente-se para, que,
    inicialmente, se acusava Burnier, só de preconizar o emprego do Parasar para
    isso; ao longo de 18 anos, a fabulação foi-se ampliando e já se chegou a dizer
    que o tal capitão impediu a execução desses crimes e atentados, como se
    realmente em algum momento tivesse sido dada alguma ordem nesse sentido.



    O capitão intendente veio a sofrer penalidades disciplinares pelas
    transgressões que insistia em cometer. Mas, tantas pintou e bordou que contra
    ele se instaurou um processo final, nos termos da legislação então vigente, que
    englobou tudo e que terminou com a proposta de seu alijamento da Força Aérea
    Brasileira e de cassação de seus direitos políticos por 10 anos.



    Esse processo foi presidido pelo coronel Evandro Lima Araújo, hoje
    tenente-brigadeiro da reserva, e a proposta de punição acolhida pela Junta
    Militar que exerceu o Poder Executivo no impedimento, por moléstia, do marechal
    Costa e Silva. Entre os episódios iniciais e a punição medeou mais de um ano, a
    evidenciar que não foi uma decisão tomada de afogadilho, mas sim uma decisão
    que resultou de investigações e da colheita de provas.



    Tudo isso foi narrado, minudentemente, pelo jornal O Estado de São Paulo, cuja isenção e responsabilidade são notórias, em suas edições
    de 5 de outubro de 1968 e em 12 de março de 1978, relatos esses jamais
    contestados. E foi à luz da apuração dos fatos realizada pelo jornal que o
    campeão da luta pelas liberdades democráticas, Júlio de Mesquita Filho, em
    editorial publicado no seu jornal, em 6 de outubro de 1968, fez o diagnóstico
    do chamado “Caso
    Parasar”:




    “Estamos, portanto, diante de um
    novo episódio da campanha sub-reptícia que os derrotados de março de 1964
    desenvolvem na área militar para quebrar primeiro a unidade de cada Arma e,
    depois, a união das três Forças Armadas”.





    Carlos I. S. Azambuja é Historiador.





    Postado por



    Jorge Serrão







    às

    08:11:00











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    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



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    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


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  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara