Videversus
Uma parte da história da dívida do Rio Grande do Sul, e um reconhecimento a um grande homem, José Ernesto Azzolin Pasquotto
O relatório Brahma
A OAS busca uma "solução para Rose"
Lula ganhou 70 vezes mais do que o petista Jaques Wagner
Ficou para 2018
O Petrolão em um parágrafo
Feitiço contra feiticeiros
O manifesto da Odebrecht
Argentina vai lançar notas de 200, 500 e 1.000 pesos
Braskem convida jornalistas gaúchos para convescote sobre política, a proprietária, a Odebrecht, não tem mesmo vergonha na cara
Em ano eleitoral, governo da petista Dilma aumenta em mais de R$ 1 bilhão o orçamento do Bolsa Família
As contas do governo gaúcho são um descalabro, avisa o economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos
Uma parte da história da dívida do Rio Grande do Sul, e um reconhecimento a um grande homem, José Ernesto Azzolin Pasquotto
Posted: 16 Jan 2016 08:26 PM PST
José Ernesto Azzolin Pasquotto, unico secretário da Fazenda gaúcha que reduziu tamanho nominal da dívida mobiliária
Lá na década de 80 as contas públicas do Rio Grande do Sul já eram um desastre. O Estado vivia da emissão de títulos pelo Tesouro. Esses títulos tinham seus vencimentos negociados diariamente na mesa de operações da Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários do Estado do Rio Grande do Sul, a Divergs. O que salvava os governos era a apropriação da renda dos funcionários públicos, o que era conseguido por causa da inflação. O Estado girava no mínimo 30 dias no over night com os salários dos funcionários. Com uma inflação que chegou a 80% ao mês, não havia correção diária que salvasse os funcionários. O dinheiro era aplicado pelo governo no open market e gerava um ganho financeiro brutal. Representava a produção de um outro orçamento paralelo. o orçamento financeiro. O governo do PMDB, de Pedro Simon, chegou a ter a folha de pagamento de um ano inteiro, com 13ª e 30% de férias antecipadas dos funcionários depositado no Fundo Garantidor de Liquidez dos Titulos da Dívida Pública Mobiliária do Estado do Rio Grande do Sul, que era gerido pela Divergs. Isso era uma conta que só se tornou de conhecimento do governador bem mais tarde. Essa "abastança" serviu para diminuir ou eliminar o tamanho do endividamento do Estado? Diminuiu minimamente o endividamento, por um brevíssimo período. Sabem por que? Porque políticos, partidos políticos e corporações de Estado só querem saber de gastar. Arrecadar não é com eles, porque depende da atividade econômica. E eles não estão nem aí para a atividade econômica, para os empreendedores. Os bancos cortejavam o Estado para que lançasse mais títulos no mercado. Quanto mais títulos estivessem disponíveis no mercado, mais os bancos ganhariam no spread, a medida de risco. E o Estado do Rio Grande do Sul, alegremente, ia ao mercado, todos os dias. Então um secretário da Fazenda, José Ernesto Azzolin Pasquoto, com o tesouro abarrotado de dinheiro no Fundo Garantidor de Liquidez dos Títulos da Dívida Pública Mobiliária do Estado do Rio Grande do Sul, começou a reagir aos spreds exigidos pelo mercado financeiro. E ele me deu ordem para colocar anúncios minúsculos, em páginas pares, no Jornal do Comércio de Porto Alegre, anunciando os leilões de título da dívida pública do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul. Esses títulos eram recomprados pelo próprio emissor, o Estado, desagiados e aplicados no próprio fundo, que crescia exponencialmente. Não foi por acaso que Amador Aguiar, o então plenipotenciário do Bradesco, "apaixonou-se" por Pasquotto e mandou buscá-lo em Porto Alegre para uma reunião na Cidade de Deus, em Osasco. Lá, ofereceu um grande cargo para Pasquotto no Bradesco. É claro.... era necessário retirá-lo da secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul. O convite não foi aceito. Por um breve período, Pasquotto conseguiu diminuir o tamanho nominal da dívida pública mobiliária do Estado do Rio Grande do Sul. Não demorou para que membros do governo Pedro Simon descobrissem os valores depositados no Fundo Garantidor de Liquidez dos Títulos da Divida Pública Mobiliária do Estado do Rio Grande do Sul e começassem a guerra para explodir Pasquotto do cargo de secretário. Ele acabou saindo, para concorrer a deputado, e os sucessores dilapidaram os recursos com uma voracidade espantosa em menos de um ano. Pasquotto teve interrompida sua candidatura a deputado para que fosse colocado na condição de vice de Fogaça ao governo do Estado. Não deixaram que ele falasse um vez sequer nos programas de televisão. Na verdade, queriam que ele fizesse parte do esquema apenas como arrecadador de recursos junto ao empresariado. Mataram ali uma futura carreira política de Pasquotto que nunca saiu do ponto inicial. Todos os outros estão até hoje aí desfrutando de mandatos, que são, na verdade, autorização para avançar sobre recursos públicos. Está aí um nome para ser recuperado e enobrecido na história política do Rio Grande do Sul.
O relatório Brahma
Posted: 16 Jan 2016 04:53 PM PST
A Polícia Federal fez um relatório sobre Brahma. Mais especificamente, sobre as mensagens encontradas no celular de Léo Pinheiro, presidente da OAS, relacionadas a Brahma - ou Lula. Diz O Globo: "Um dos tópicos listados pela Polícia Federal no capítulo 'Brahma' diz respeito à 'Pauta C/ Brahma (fevereiro/2013)', com 12 empreendimentos listados pelo ex-presidente da OAS. Entre eles estão programas no Peru, na Bolívia, na África, no Oriente Médio e no Brasil. São citados numa mensagem encontrada pela PF o 'Programa Peru x Apoio Empresarial Peruano e Empresas Brasileiras', o 'Apoio Mundo-África', a 'Proposta Mundo-Bolívia', o item 'Terrenos Militares x Trocar estudo entregue', e propostas nas áreas de saneamento, rodovias, portos e aeroportos". O relatório detalha outros assuntos de interesse de Pinheiro junto a 'Brahma', como negócios em Costa Rica. 'Presidente Lula... está preocupado porque soube que o Ministério Público vai entrar com uma representação contra ele por causa da Costa Rica'".
A OAS busca uma "solução para Rose"
Posted: 16 Jan 2016 04:42 PM PST
Um dos tópicos do relatório "Brahma", da Polícia Federal, é a Itaipava de Lula, Rosemary Noronha. Em outubro de 2014, Léo Pinheiro enviou ao dono da OAS, César Mata Pires, uma mensagem buscando uma "solução para João Vasconcelos e Rose". A mensagem dizia: "O nosso amigo voltou a se queixar sobre atenção ao rapaz que tínhamos pedido ao CHL. Segundo ele, o assunto não andou nada. Agradeceu e pediu para esquecer o assunto. Disse-lhe que pessoalmente iria chamá-lo para conversar com ele. Que encontraríamos uma solução". João Vasconcelos é o ex-marido de Rose, investigado na Operação Porto Seguro. E "nosso amigo" é o nosso inimigo.
Lula ganhou 70 vezes mais do que o petista Jaques Wagner
Posted: 16 Jan 2016 04:27 PM PST
Os jornais se divertem com a notícia de que o petista Jaques Wagner ganhou seis mil e oitocentos reais em vinhos da UTC. E os 500 mil reais em cozinhas que os imóveis de Lula ganharam da mesma OAS? O Antagonista publicou aqui: A cozinha do sítio de Atibaia custou cerca de R$ 200 mil, valor cheio, pago à vista, sem chororô. O orçamento foi aprovado por Fernando Bittar e quitado pelo representante da OAS, que levou o dinheiro numa maleta executiva. A nota fiscal foi emitida em nome do sócio de Lulinha. O acabamento da cozinha é de alto padrão, mas não tem luxos. Os armários são de MDF com laminado de madeira, bancada da pia em Corian e eletros da linha gourmet da Brastemp". E aqui: "Se, para o sítio de Atibaia, a OAS encomendou apenas a cozinha da Kitchens, no caso do triplex do Guarujá, a empreiteira bancou todos os armários, inclusive guarda-roupas, toda a área de serviço e a cozinha gourmet. O valor chegou a R$ 300 mil. Dessa vez, o pagamento foi feito por TED e a nota fiscal saiu em nome da própria OAS". A grande imprensa brasileira, dominada pelo petismo, entre patrões e empregados, em um grande concubinato ideológico, é completamente farisaica.
Ficou para 2018
Posted: 16 Jan 2016 04:05 PM PST
O Correio Braziliense noticia que, por causa da burocracia, uma vacina contra a dengue que vem sendo testada pelo Instituto Butantã atrasou e ficou para 2018. Como todo o resto do Brasil.
O Petrolão em um parágrafo
Posted: 16 Jan 2016 03:57 PM PST
Rodrigo Janot apresentou denúncia formal da Lava Jato contra deputado Nelson Meurer. Nela, o procurador-geral da República pede a cassação do mandato do deputado do PP. O Antagonista chama a atenção para o resumo da denúncia feito pelo Estadão. É o Petrolão em um parágrafo: "O esquema na Petrobrás é fruto do loteamento político da estatal, entre partidos da base, promovido pelo Planalto para garantir a governabilidade e a permanência do poder a partir de 2004. Conforme a denúncia, PT, PMDB e PP eram os responsáveis pelas três áreas que concentravam os maiores investimentos na Petrobras. Por meio do controle de cada uma das áreas, cobravam de 1% a 3% de propina em grandes contratos, em conluio com empreiteiras. Entre elas, as maiores do País, como Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e Camargo Corrêa. A constatação é resultado de quase dois anos de trabalhos da força-tarefa do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, em Curitiba – sede da Lava Jato."
Feitiço contra feiticeiros
Posted: 16 Jan 2016 01:06 PM PST
Eduardo Cunha tenta se defender usando contra o PT o mesmo argumento que o PT usa contra Eduardo Cunha. Leiam o que o presidente da Câmara disse à Folha: "O governo diz que a presidente é legitimamente eleita e que, por isso, não pode ser cassada por ato do Congresso. E eu, que também fui legitimamente eleito, posso ser cassado? O meu pode e o deles não?" Cunha e Dilma sabem que podem – e merecem – ser cassados. E pegam carona na ruína um do outro buscando alguma sobrevida.
O manifesto da Odebrecht
Posted: 16 Jan 2016 12:55 PM PST
O Antagonista sabe que a carta aberta dos advogados criminalistas contra a Lava Jato foi redigida por Maurício Ferro, que defende a Odebrecht. A empreiteira pagou para divulgá-la?
Argentina vai lançar notas de 200, 500 e 1.000 pesos
Posted: 16 Jan 2016 12:40 PM PST
O banco central argentino passará a emitir notas de 200 e 500 pesos em meados deste ano. Em 2017, deverão começar a circular no país as de 1.000 pesos.Hoje, existem apenas notas de até 100 pesos, que equivalem a cerca de US$ 7,50 ou R$ 30,00. O governo da peronista populista e muito incompetente Cristina Kirchner, encerrado em 9 de dezembro de 2015, não considerava a hipótese de incorporar cédulas de valores mais altos porque seria admitir que a inflação do país estava acelerada, como de fato está, em mais de 30% ao ano. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (15), o banco central informou que as novas notas são necessárias para melhor o funcionamento dos caixas automáticos e reduzir os custos de transporte de moeda. As cédulas que já existem atualmente também terão uma nova série. Antes estampadas com imagens de personalidades argentinas, como Evita Peron, elas serão substituídas por motivos da fauna e da flora local, como baleias e onças. O banco central ainda passará a incentivar a utilização de meios de pagamento eletrônicos, que não são tão comuns no Brasil.
Braskem convida jornalistas gaúchos para convescote sobre política, a proprietária, a Odebrecht, não tem mesmo vergonha na cara
Posted: 16 Jan 2016 12:27 PM PST
Publica o jornalista Políbio Braga: "É estranho a ação da Braskem, empresa controlada pela Odebrecht, dona do Pólo Petroquímico de Triunfo, que convidou um grupo selecionado de jornalistas gaúchos para a palestra que fará no dia 28 o cientista Carlos Melo. Ele foi contratado para falar sobre a situação brasileira e mundial. O editor foi convidado e não irá. Enfiada até a medula no escândalo do Lava Jato, com seu presidente na cadeia e vários diretores investigados e réus, a Braskem não tem autoridade e legitimidade para continuar convidando jornalistas para seus convescotes, pelo menos enquanto seus diretores não confessarem e a controladora não assinar seu acordo de leniência". Além do jornalista Políbio Braga, que recebeu o convite e não irá, o editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, não recebeu o convite e não iria de qualquer jeito se fosse convidado. Para se aceitar um convite desses é preciso o sujeito ter um certo dom para conviver com a desonra, com o escárnio, com a canalhice. Eu não tenho. Mas há quem tenha. Com toda certeza, esse tipo de evento é sugerido para a Odebrecht por seus assessores de comunicação, Quem assessora a Odebrechet, em sua estratégia de defesa dentro e contra a Operação Lava Jato, é o publicitário baiano Nizan Guanaes, dono no Rio Grande do Sul da agência escala, do publicitário Alfredo Fedrizzi. Este Fedrizzi, durante décadas, foi uma espécie de "valet de chambre" do executivo da Odebrecht, Alexandrino Alencar. Onde ele estava, lá se encontrava Fedrizzi, como um fiel escudeiro. Resumindo: esse é um convite rejeitável para quem tem hombridade. Prefiro me manter fora do "grupo selecionado de jornalistas" do critério da Odebrecht.
Em ano eleitoral, governo da petista Dilma aumenta em mais de R$ 1 bilhão o orçamento do Bolsa Família
Posted: 16 Jan 2016 12:18 PM PST
Em 2016, o governo federal pretende aumentar em R$ 1,1 bilhão os recursos destinados ao Bolsa Família, principal programa social – e populista – de Dilma Rousseff. Passará de R$ 27 bilhões, em 2015, para R$ 28,1 bilhões este ano.
As contas do governo gaúcho são um descalabro, avisa o economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos
Posted: 16 Jan 2016 12:05 PM PST
O economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos publica neste sábado, em seu blog, um artigo devastador sobre o estado das contas públicas do Rio Grande do Sul no governo de José Ivo Sartori (PMDB). É importante ler e compreender o que ocorrerá pela frente, para ninguém ter a ilusão de que as coisas estão melhorando para os gaúchos.
Receitas de 2015 versus previsão: um descalabro anunciado!
por Darcy Francisco Carvalho dos Santos
A Tabela no final traz as receitas da Administração Direta, previstas e arrecadadas em 2015, onde se observa uma grande frustação, o que, aliás, já era previsto desde outubro/2014, quando da análise da proposta orçamentária para o exercício de 2015. Os dados completos com que foi construída a citada tabela estão no link. https://www.sefaz.rs.gov.br/AFE/REC-CON_1.aspx . Deve ser considerado que ainda pode ocorrer alguma modificação nesses dados porque o balanço ainda não está fechado, mas devem ser mínimas. Ademais o balanço a ser considerado é o consolidado de toda a administração, cujo déficit tende a ser maior. Esse balanço tem prazo para divulgação até 31 de janeiro corrente. Quando da análise do orçamento para 2015, constatamos que havia um DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO OCULTO de R$ 5,4 bilhões, representado em grande parte por receitas superestimadas e uma parcela menor por meio de despesas subestimadas. Com o passar do ano a situação das receitas piorou devido à crise econômica que redundou em grande queda de arrecadação. Então considerando a Administração Direta houve uma arrecadação menor que a prevista de R$ 6,5 bilhões, sendo R$ 4,5 bilhões de receitas correntes e R$ 2 bilhões de receitas de capital. A frustração em termos percentuais foi de 11,1% para as receitas correntes, de 82,1% para as receitas de capital e de 15,1% para o total.
a) Receitas correntes
As receitas próprias ficaram 11,1% abaixo do previsto e decresceram 2,4% nominais sobre o ano anterior, o que corresponde a -10,5% em termos reais. As transferências correntes também ficaram 7,3% abaixo do previsto no orçamento e foram 1,2% menor nominalmente que o ano passado e 9,4% em termos reais.
O ICMS apresentou grande queda de R$ 2,43 bilhões, ficando 8,5% abaixo do previsto, com um crescimento nominal de 3% sobre o ano anterior e queda real de 5,5%. Essa queda se deveu mais por superestimação do orçamento, referida. É claro que também houve a colaboração da crise econômica. No entanto, um crescimento nominal de 3%, quando o PIB deve decrescer esse percentual, pode ser considerado muito bom.
As demais receitas ficaram quase R$ 2 bilhões abaixo da previsão, devido a uma parcela enorme, de R$ 1,8 bilhão de receita fictícia constante do orçamento que acabou sendo fictícia mesmo, porque não ingressou.
b) Receitas de capital
As receitas de capital ficaram R$ 2 bilhões abaixo do previsto (-82%). Em torno de R$ 1 bilhão decorreu de receita fictícia que acabou sendo fictícia, como foi o caso das receitas correntes. Da previsão de R$ 1 bilhão ingressaram apenas R$ 21 mil. Mais precisamente, R$ 21.341,00, isso mesmo!
Nas operações de crédito, a arrecadação a menor que a previsão foi de R$ 743 milhões (82,1%), porque o limite de endividamento foi esgotado pelo governo anterior, devendo permanecer nessa situação por mais este ano, mesmo com a renegociação da dívida aprovada recentemente.
As transferências de capital ficaram quase 92% abaixo da previsão, ou dito de outra forma, ingressaram somente 8% do previsto. A queda real em relação a 2014 foi de 90%, refletindo a situação financeira nada boa do Tesouro Nacional.
c) Despesa
Para a análise global, incluindo a despesa, vou esperar a publicação do balanço consolidado. No orçamento havia uma subestimação de R$ 1 bilhão, mas o governo atual informa que cortou isso de despesa no decorrer do exercício. É bem provável que o déficit seja ainda maior. Aguardemos.
d) Consequências para o Estado
No tocante às receitas de capital, o não ingresso de receita significa simplesmente não realização dos investimentos. Mas isso tem consequências, que é a falta de atendimento à infraestrutura, como destaque para as estradas que estão em péssima condição.
Quanto à não realização das receitas correntes, houve em parte uma compensação com os recursos do caixa único, cujo ingresso até novembro foi de R$ 2,539 bilhões, sendo R$ 1.957 bilhão decorrente dos depósitos judiciais.O grande impasse é que no corrente exercício esses recursos extras estarão mais esgotados, ainda.
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