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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

    Tradutores de Direita

    domingo, 16 de abril de 2017

    Alerta Total




    • Obituário da Nova República e a “Moab” criminosa

    • Fedentina

    • 19 de Abril

    • Usinas de Propinas

    • Exército Brasileiro, a Lesma e a Arca

    • Fim do Mistério. E o tamanho do Brasil

    • X Congresso do Partido Bolchevique – Resolução sobre a unidade do Partido



    Posted: 15 Apr 2017 11:07 PM PDT





    Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net




    A História em breve reconhecerá que a maior e mais importante obra do empreiteiro Emílio Odebrecht foi decretar a morte moral e falência total dos órgãos institucionais da tal "Nova República". O regime morto-vivo foi obra maquiavélica de um legítimo "golpe militar" dado em 1985 pelo General Leônidas Pires Gonçalves. Unha e carne do poderoso Roberto Marinho, Leônidas foi o principal avalista da posse ilegítima de José Sarney (agora citado na Lava Jato) no Palácio do Planalto, em vez de realizar uma nova eleição (indireta que fosse) no Colégio Eleitoral do Congresso Nacional.




    Após 21 anos de regime dos Generais-Presidentes, a saída de João Figueiredo pela garagem do Palácio do Planalto foi a consagração simbólica de um golpe de covardia. Desgastados e derrotados na "guerra de comunicação", os militares capitularam porque, a exemplo de 1964, não conheciam o verdadeiro inimigo da Nação: a Oligarquia Globalitária, associada a grandes corruptos e traidores brasileiros,m que tinham a missão primordial de manter o Brasil no eterno atraso que nos mantém como colônia de exploração subdesenvolvida e dirigida pelo Crime Institucionalizado.




    Com a devida distância histórica, fica fácil agora constatar que a tragédia brasileira se consolidou após a surpreendente agonia e morte de Tancredo Neves (cujo espírito deve estar envergonhado de ver que seu neto Aécio investigado em cinco inquéritos resultantes de 78 "colaborações premiadas" da Odebrecht). Não é justo decretar que Tancredo (também ligadíssimo à Oligarquia Transnacional desde a década de 50) teria sido um governante maravilhoso. No entanto, é grande a probabilidade de que fosse, no mínimo, menos ruim que o Sarney – "solução" imposta pelas quatro estrelas do Leônidas, Roberto Marinho & Cia.




    Agora, no distante 2017, com a sábia quebra de sigilo e ampla divulgação daqueles vídeos que envergonham a Nação com detalhes sórdidos das delações da Lava Jato, o baiano Emílio Odebrecht praticamente proclamou a condenação mortal da maldita Nova República (que já nasceu esclerosada) e pronta para Pai de Marcelo Odebrecht – aquele que ajudou a profissionalizar a mais eficiente "engenharia da roubalheira sistêmica" -, Emílio situou a corrupção em seu exato tempo histórico, a partir da hegemonia do PMDB – que sempre esteve por cima da carne seca nos governos Collor, Itamar, FHC, Lula, Dilma e agora, ainda mais, sob o comando de Michel Temer.




    Emílio Odebrecht proclamou: "O que nós temos no Brasil não é de cinco, dez anos. Nós estamos falando de 30 anos. Tudo que tá acontecendo era um negócio institucionalizado, normal. Em função de todos esses números de partidos, onde o que eles brigavam, era por quê? Por cargos? Não! Todo mundo sabia que não era. Era por orçamentos gordos. Os partidos colocavam, então, seus mandatários com a finalidade de arrecadar recursos para o partido, para os políticos. E isso, é há trinta anos que se faz isso. O que me surpreende é quando vejo todos esses poderes, a imprensa, tudo, realmente, como se isso fosse surpresa".




    O espetáculo está apenas começando. Ideólogos perspicazes até explicam por que o supremo-ministro Edson Fachin, resolveu agir com a máxima e desejável transparência, evitando os suspeitos "segredinhos judiciais", na divulgação das 78 delações da Odebrecht. O motivo apontado é simples: Fachin não quis se arriscar a sofrer um "acidente de avião" – tragédia ocorrida com Teori Zavascki. Por isso, Fachin deu uma de Donald Trump contra os terroristas do Estado Islâmico: lançou sua "MOAB" – simbolicamente um super armamento da "Odebrecht Defesa" – contra uma parte significativa da corrupta máquina estatal Capimunista Rentista do Brasil.




    A "MOAB" (em hebraico: "que vem do Pai") da Odebrecht ainda parece uma bombinha de São João perto do estrago ainda por acontecer. Ainda teremos, em breve, as "colaborações premiadas" de dirigentes de outras empreiteiras que agiam em cartel criminoso para usurpar o dinheiro público, em nome de "bons negócios". As revelações da Andrade Gutierrez, Camargo Correa e OAS, dentre outras, podem ter efeito até mais destrutivo sobre os corruptos tupiniquins da "Nova República". Além disso, os denunciados já disputam, de forma mortal, quem terá condição de ser um delator premiado mais eficiente para trair os outros comparsas alvejados e enquadrados em vários artigos do Código Penal. A guerra de todos contra todos está longe de terminar...




    O mais grave é que o cinismo político e a corrupção sistêmica continuam operando hegemonicamente, apesar dos estragos pontuais causados pela Lava Jato. Efetivamente, os líderes dos 18 partidos apanhados em práticas corruptas já trabalham pela salvação da própria pele. A missão é quase impossível sob o ponto de vista ético e moral. Eles têm uma pequena esperança no jurídico – que demora a condenar... O "Setor de Operações Estruturadas" da Odebrecht entregou ao Ministério Público e à Justiça informações armazenadas pelo sofisticado software Drousys. No sistema que fazia a gestão da corrupção com aplicativos criptografados, estão as provas materiais sobre o crime de Caixa 2 – indefensável.




    Mesmo sabendo da dificuldade (ou quase impossibilidade), os assassinos da Política já sinalizaram os golpes que tentarão dar: 1) aprovar, do jeito que der, as principais "reformas" propostas pela dupla "Temer-Meirelles"; 2) convocar uma "constituinte originária" para mudanças legais enganosas, que preservem, camufladamente, o status vigente de poder, principalmente pelo sistema financeiro; 3) Manter ou criar regras que emprestem "legalidade" ao uso do dinheiro que foi roubado aqui, levado para fora do Brasil, maquiado em "fundos abutres" ou outros "trusts" – grana que agora volta esquentada ou lavadinha nas repatriações ou pretensos "investimentos direitos estrangeiros" nas concessões, parcerias-públicas-privadas e privatizações comandadas pelos caciques do PMDB... Não é lindo?




    O Crime Institucionalizado será reinventado rapidamente. A "bundamolice" e a falta de visão estratégica dos brasileiros podem ajudar... Ainda se perde muito tempo dando atenção a Luiz Inácio Lula da Silva. Ele apenas foi a mais eficiente marionete que ajudou a destruir o Brasil. É fundamental não insistir no erro de que ele é "o corrupto-mor" a ser eliminado. Não é... Lula é apenas uma peça descartável do "mecanismo". A única saída segura é mudar a estrutura estatal. Não é fácil, porque, culturalmente, os brasileiros sofrem de uma doença: "dependência estatal crônica".




    Nas redes sociais – e em grupos organizados isolados – ocorrem debates para mudar e melhorar o Brasil. Tais idéias precisam ser divulgadas e debatidas amplamente, até que se transformem em um Projeto de Nação, sob base federalista, com voto distrital e votação eletrônica auditável por voto impresso e intensa fiscalização direta do eleitor, para começo de conversa...




    Se, inocente e inutilmente, entrarmos no bate-boca personalista sobre quem pode ser o candidato a Presidente em 2018, continuaremos errando e perdendo o foco. Neste regime do Crime Institucionalizado – em processo de reinvenção -, pouco ou nada importa o nome em disputa. O verdadeiro inimigo do Brasil continuará dando as cartas e ditando as ordens aos "escravos" de um Estado corrupto, ladrão e assassino da brava gente brasileira – que ainda tem virtudes a serem aproveitadas, antes que o País entre em desintegração.




    Os empresários, da forma mais dura possível (perdendo dinheiro ou a própria liberdade) perceberam que é preciso avançar em boas práticas de gestão e controle interno, agindo de acordo com a regra, a lei (compliance). Alguns, na marra, começam a entender que é imprescindível partir para uma verdadeira campanha de combate à corrupção, forçando a mudança do modelo estatal Capimunista.




    Por enquanto, o Crime Institucionalizado é a MOAB que destrói o Brasil. Caso não fechemos a fábrica da bomba, seremos implodidos pela máquina e seu sistema... O Exército, que faz aniversário dia 19 de abril, deveria pensar como ajudar a sociedade brasileira nesta guerra contra o Crime. Seria uma justa e perfeita compensação pelo golpe de 1985 - que está custando muito caro aos brasileiros...




    Odebrecht pega na veia...







    Em vídeo que parece uma crítica ao papel da imprensa, Emílio Odebrecht, na verdade, faz uma crítica a atuação dos mais velhos no setor público que se omitiram acerca da corrupção...




    Bronca rubro-negra




    A Nação Rubro-Negra está pt da vida com a Odebrecht.




    Nas planilhas de propinas pagas pelo "setor de Operações estruturadas" da transnacional baiana, o Partido dos Trabalhadores era conhecido pelo codinome de "Flamengo"...




    Sacanagem com a gente, porque Lula torce por dois times: Corinthians e Vasco da Gama...








    Assustou geral...







    Corrupção espiritual







    Desculpinha padrão







    Desestrutura







    Pequenez










    Censura providencial







    A imprensa tupiniquim tem sonegado o movimento do povo da Venezuela em megaprotestos contra a ditadura bolivariana de Nicolas Maduro...












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    O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


    A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.


    © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Abril de 2017.



    Posted: 15 Apr 2017 11:06 PM PDT





    "País Canalha é o que não paga precatórios".




    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Carlos Maurício Mantiqueira




    Vivemos uma época nauseabunda.




    A crise dia a dia se aprofunda.




    Os polititicos, como Quasímodo corcunda, estão prestes a tomar um pé na rima.




    Pezão pro tucano mais bundão. Acertaram; trata-se de efecagácê cagão.




    Pêsames pro molusco moribundo, prestes a ir ao fim do mundo. Nunca dantes um triste fim tão imundo. Não lhe serve mais o discurso iracundo.




    Petardo no "Santo" e no néscio.




    Pertinaz, o mouro sempre faz a coisa correta. Mais rápido que a luz, lanceta o tumor de pus.




    Que não lhe morda a mosca azul a transformá-lo em edil curul.




    Cinquenta tons de merda e o que dona Onça herda.




    Primeiro, água sanitária. Após, tratamento atroz.




    Por fim, imbuída por sublime serafim, ao crime organizado dará fim.




    Este pobre escriba mantém a fé. Fé de mais ou fé de menos; no momento é o que temos.






    Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.




    Posted: 15 Apr 2017 11:04 PM PDT



    • Duque de Caxias




    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Aileda de Mattos Oliveira




    Dia do Exército. Comemorações restritas aos quartéis, infelizmente.


    Mas, nesta mesma data, está lá no calendário, comemora-se o Dia do Índio. As homenagens que prestam a esse brasileiro ainda alijado da sociedade, e quando são prestadas, somente acontecem em escolas mais atentas a esses 'pequenos detalhes' da cultura nacional. Só que algumas crianças do Ensino Fundamental, mal-orientadas, fazem a festa, vestidas de apaches. Índio brasileiro não seduz, evidentemente, alguns professores.




    No entanto, Exército e Índio, os centros das homenagens desta coincidente data, têm muito em comum, numa simbiose que vem de longes tempos, embora nada deixe entrever, de imediato, a verdade desta afirmação.




    O Índio, visto pelo governo como um mero traço no conjunto populacional, foi tutelado por impostoras organizações alienígenas e 'missionários' mistificadores que o mantêm numa segunda colonização, impedindo-o de integrar-se à sociedade como brasileiro que é. O objetivo escuso e nada secreto é terem o domínio das riquíssimas terras que o silvícola ocupa, na realidade, não pertencentes particularmente a nenhuma tribo, mas a toda Nação brasileira.




    Da mesma forma, o Exército não recebe as boas graças governamentais nem do repelente antro político. Apenas é lembrado e desviado de suas funções por essa facção cevada nos bens públicos, acorrentada a interesses pessoais, nos momentos em que deseja satisfazer, demagogicamente, o clamor da população sem espírito de luta e de governos estaduais incapacitados de impor segurança a seus estados pela incompetência de seus secretários e decomposição de suas estruturas administrativas. A essa trupe de irresponsáveis juntam-se os jornalistas-hienas ansiando por um erro estratégico da Força Terrestre.




    No entanto, Índio e Exército se irmanam muito mais do que supõem os governos apátridas que vêm se substituindo como uma dinastia de ratos.


    Em 1648, portanto, há trezentos e sessenta e nove anos, o índio Poti já fazia parte do embrião do Exército ainda na condição de terço luso-brasileiro, como Capitão-Mor dos Índios. Muitos anos antes, convertera-se ao catolicismo e recebera em batismo o nome de Antônio Felipe Camarão. Foi dele uma das respostas, enfática e simultaneamente irônica, ao edital dos holandeses que impunha a rendição do miscigenado contingente de "patriotas", como seus participantes se consideravam em razão do sentimento já desabrochado de amor a terra.




    "Não temos para que haver mister papéis, salvo cartuchos de nossas armas, que os meus soldados tratam mais delas que de escrituras... Saiam já a esta campanha, que a descoberto os esperamos nela."(1)




    Junto a Camarão, indígena, toda a escala étnica resultante da miscigenação, que compunha a população colonial da época, brancos, negros, caboclos, mulatos, caburés, curibocas e outras gradações mestiças, estava presente nos combates de Guararapes.




    Não se esqueceu o Exército de seus antigos aliados. Contingentes indígenas fazem parte, atualmente, das forças de selva. São bilíngues, e o português que falam, que destaca a sua brasilidade, deve-se à convivência com os militares; o dialeto de origem, por serem guardiões da própria cultura tribal, é indispensável, portanto.




    O sentimento cívico de honra à terra, que expressam ao receberem na Corporação os valores mais caros da nacionalidade e do respeito aos seus símbolos representativos, não faz parte da educação da maioria significativa dos membros das desacreditadas Casas do Congresso e do desabonado STF. Mais uma vez os índios integram-se à Força Terrestre, primeiro e último baluarte da Nação, e participa como guerreiros de selva, a salvaguardar a floresta, porta de entrada de ambiciosos piratas, favorecidos pelo desleixo às leis de segurança nacional, traiçoeiramente desprezadas pelos políticos aventureiros desta caricata República.




    Não se satisfaz a Força Terrestre: acolhe outros índios, abandonados pelo poder público, em contrapartida, muito generoso com aqueles que praticam o infamante jogo da prevaricação e do peculato, fiéis membros que são de uma mesma e dissoluta confraria.




    É aos quartéis que vão se achegando os esquecidos de Brasília, índios e não índios, em busca de solidariedade humana, de saúde, de alimentos e da língua para integrarem-se ao universo nacional.




    Enquanto os governos, agarrados às vantagens materiais e alienados às necessidades do país incitam à desagregação, estimulam a discriminação, o Exército, silencioso, faz o seu trabalho rotineiro de consolidação da unidade nacional, recebendo em suas fileiras, há mais de três séculos, os oriundos de todas as etnias.




    Não existiria Brasil se não houvesse o seu contraforte, Exército, a sustentá-lo nas agudas crises morais sempre desencadeadas pela vilania que domina, há muito, os poderes da enxovalhada República.




    Mas, nas solenidades deste dia 19 de Abril, no momento da rememoração dos fatos históricos ocorridos num passado longínquo, certamente perpassará por todos uma aura suave como um sutil agradecimento dos primeiros Comandantes.




    (1) SOUZA Junior, Antônio. Do Recôncavo aos Guararapes, p. 179.






    Aileda de Mattos oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES.




    Posted: 15 Apr 2017 11:03 PM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli




    O Estado Brasileiro foi literal e gigantemente privatizado pela amabilidade dos conchavos, pelo jorrar fácil da corrupção e de enormes, infindáveis obras que se sustentam no sobrepreço. Não fazemos diferente, mas construímos somente usinas de propinas, na última décadanos aprimoramos em obras de grande porte, a copa do mundo e jogos olímpicos, usinas e refinarias, transposição do rio São Francisco, ferrovias, rodovias, infraestrutura, mas um trilhao de reais fora sorvido pelo espírito da ladroagem que cativa a todos os partidos e legendas e faz da cidadania um vassalo cujo suserano é aquele que fertilmente distribui o numerário e reverte em proveito da malandragem e da safadeza como de qualquer anônimo que tem covardia de se apresentar e mostrar a cara.




    Nosso legado é uma espécie de descalabro entre o fosso institucional e o abismo moral, mas como resolver a maioria dos problemas se o Supremo Tribunal Federal não foi edificado para dar resultado aos crimes do foro privilegiado? Bastaria instalar uma sessão de julgamento permanente para que os crimes de caixa 2 fossem debelados e levados a julgamento. Os processos seriam colocados num juri único e nele a decisão dos ministros seria apenas de dar o veredcito como num juri popular culpado ou inocente, e daí seria dosada a pena a partir da perda de direitos políticos, o perdimento dos bens e a prisão em regime fechado.




    A quadrilha do crime organizado que assaltou cofres públicos agora consiste numa das mais degradantes que se abeberou da República e sitiou o País, colocando em risco a segurança,a liberdade e a própria condição do status dignitatis. Quem confessasse seu crime poderia ter uma pena reduzida,mas não ficaria livre de devolver o dinheiro público todos numa só obrigação de honrar ao caixa 2 e nessa toada as grandes obras jamais terminam são feitas as calendas e somente sobrevivem pela propina.




    Haveria o parlamento de legislar obrigando que toda obra tivesse um preço de mercado, prazo de início e término e os nomes dos responsáveis, não concluída a obra, imediatamente haveria o deslocamento dela para a seguradora responsável a qual poderia livremente contratar ou ressarcir ao Erário o prejuizo causado. Não há milagres a população é a vitima primeira da usina das propinas, o voto de cabresto o voto obrigatório, os currais eleitorais,horario eleitoral gratuito e o dinheiro público que financia a imoral classe política a qual se vangloria de fazer nomeações do primeiro ao último escalão com o olho crescendo para ver qual vantagem levará.




    O modelo morreu, o Brasil faliu e a dívida pública é impagável. Agora querem sacrificar toda a sociedade civilcom reformas megaantipáticas que simplesmente não tocam o dedo na ferida. Esse propinoduto que privatizou o Estado é explicável pela globalização, pela falta de competição e anemia de concorrência. Agigantou-se a empresa, seus tentáculos se espalharam para o exterior e com a mão visível do governo e a mais presente do BNDES tudo fora possível e agora que foram pilhados em flagrante nenhum deles tem a humildade de reconhecer o erro.




    Aliás, enquanto num País desenvolvido o sujeito pede renuncia ou se mata, aqui eles matam o povo e até o último suspiram juram inocência. Sem um Tribunal constituído para corrigir esse pecado original de nossa política com sessões diárias e rito sumário de apenas culpado ou inocente não atingiremos nossos objetivos e a prescrição incorrerá na mais veemente e famigerada forma de se punir a sociedade, o homem de bem e fazer triunfar a impunidade.




    Que nosso STF desperte para mediante julgamentos em tempo real fazer dissipar as trevas da corrupção e punir rigorosamente aos intrépidos políticos carcomeram a Nação e embalaram no colo a propina que desavergonhadamente é um circulo vicioso, simbiose entre o despudor da representatividade inócua e o capitalismo predatório de macroempresas que se alimentam dessa droga chamada corrupção.





    E que na Páscoa matemos essa maldita corrupção e ressuscitemos de verdade a Nação.


    Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.




    Posted: 15 Apr 2017 11:02 PM PDT



    (19 de abril - Dia do Exército)




    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Ney de Araripe Sucupira




    Diante do atribulado panorama político e social que estamos a viver no país, uma das coisas que mais tem nos irritado é quando nos perguntam provocativamente: "E daí, e nosso Exército?" Com muita serenidade nos acostumamos responder: "o grande mundo vai muito bem obrigado, continua a cumprir seus deveres de ofício aqui e no exterior, e a mídia não tem muito interesse que você e a sociedade saibam."




    Durante cerimônia oficial, há pouco tempo, impertinente empresário desprovido de visão política e estratégica, ousou provocar-nos ao referir-se à Força Terrestre: Como é, a lesma não vai intervir no governo diante do estado das coisas no Brasil?. Respondemos, simplesmente, argumentando que a situação era política e policial, e cabe ao Poder Judiciário dar a competente solução.




    O exército e a lesma




    Lembro que, uma das interessantes observações durante a nossa vida de menino escoteiro era acompanhar a movimentação das lesmas na natureza. Que rara espécie! Chamava-nos a atenção o corpo viscoso, os periscópios olhos giratórios e a carga do seu casulo sob sol ou chuva, gastando o dia cruzando a área do acampamento entre barracas e construções rústicas de eucalipto.




    Lendo publicação científica, há pouco tempo, tomamos conhecimento que a movimentação da lesma rendeu pesquisa dando conta que cronometraram uma lesma a 0,012 quilômetros por hora, ou seja 12 metros por hora, daí jocosamente o costume de batizarem pessoas de lesma quando são vagarosas.




    Pensando bem, embora a lesma se mova em ritmo lento, ela nos sugere possuir a força de uma grande virtude, a "perseverança", sempre exaltada por Charles H. Spurgeon, poeta e eminente pregador batista britânico (1834- 1892), irônico comentarista do singular animalzinho, "Saibam que a lesma chegou até a Arca de Noé pela perseverança".




    Na língua original grega, a palavra perseverança significa determinação, constância e resistência, atributos que estamos convencidos que o Exército de Caxias está suficientemente alicerçado em sua doutrina inspirada desde os acontecimentos de 19 de abril de 1648, marco da vitoriosa Batalha dos Guararapes.




    Passados tantos anos, hoje, veterano chefe escoteiro, continuamos observando as lesmas cruzando o jardim de nossa casa, convictos de que as "lesmas verdes" não necessitam chegar à Arca do Planalto, pois a perseverança na sua grande estratégia é perfeita para moderar, induzir e oferecer ao Estado a garantia da lei e da ordem, e na manutenção da necessária paz social no país, como o grande guardião da Pátria em companhia das Forças Singulares.




    O segundo exército das Américas




    Os operadores da mídia, raramente, comentarão que o invicto Exército Brasileiro é o segundo maior das Américas depois dos EEUU, é o maior da América Latina, visto pela ONU com o melhor perfil de soldado: profissional, técnico, humanista e operacional se preciso for, segundo avaliação de sua participação nas Forças de Paz.




    O nosso Exército, a despeito de provações provocadas por segmentos desprovidos de sentimento cívico, persevera no seu espírito de grandeza de servir, merecendo a admiração e confiança dos brasileiros, o respeito das forças externas congêneres, pois não é de índole intervencionista, nem força de conquista e ocupação, apenas deseja o bem estar do povo que o viu nascer e moldar-se desde aquela batalha de imposição da soberania nacional contra força invasora.




    Aos soldados do nosso Exército, avivamos com emoção, "perseverança" era justamente a palavra usada para referir-se aos cristãos que permaneciam firmes em sua caminhada de fé apesar de provações muito árduas.




    "Vocês sabem que a prova de fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, afim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem falar-lhes coisa alguma" (Tiago 1.3-4)




    Ney de Araripe Sucupira é Delegado Regional da ADESG - São Paulo.




    Posted: 15 Apr 2017 11:01 PM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Aristides Marchetti Filho




    Não foram as ideologias.


    Não foram as guerras entre


    Mortadelas e Coxinhas.


    Não foram panelaços,


    Palhaços mascarados,


    Não foi o verde amarelo


    Pintado na cara, pintura de combate, contra


    O vermelho.


    Não foi o evoluído Sul


    Contra o atrasado Norte.


    Não foram os intelectuais


    Contra os patulés bolsistas/parasitas.


    Não foi o plebiscito constitucional de

    1993,


    Não foram as cotas e os "ismos",


    Não foram os impeachments,


    Não foram os anões do orçamento


    Não foram as urnas eletrônicas,


    Não foram as direitas e esquerdas,


    Não foram heróis (tem até um e outro que daria o peito à bala pela "causa")


    Não os foram inteligentes,


    Não foram os limítrofes.


    Foram os cômicos e infames


    Personagens de um script pronto,


    Em um show de mídia diário, ano após ano.


    No destaque apenas o interesse corporativo de


    Uma empresa que colocou a todos


    Na mesma fossa fétida da corrupção.






    Aristides Marchetti Filho é membro do Observatório da Cidadania de Ribeirão Preto (SP).




    Posted: 15 Apr 2017 11:00 PM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Carlos I. S. Azambuja




    O texto abaixo foi transcrito do livro "A Luta de Classes na União Soviética – Volume 2", escrito por Charles Bettelheim e editado pela Paz e Terra. O autor é um economista francês mundialmente conhecido. Estuda a União Soviética há mais de 40 anos, e desde 1939 vem publicando suas obras, seja sobre planificação soviética, seja sobre os aspectos mais gerais que envolvem o processo de transformação das relações sociais nessa região.




    Aos marxistas ortodoxos o título poderá causar certa estranheza, já que a revolução socialista pressuporia o desaparecimento da luta de classes, as próprias classes e a exploração do homem pelo homem. Mas ninguém mais autorizado do que Charles Bettelheim para levantar as contradições desse processo.



    "O orgulhoso prefere perder-se a perguntar qual é o seu caminho" (Winston Churchil)



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    Do ponto de vista das lutas ideológicas no seio do Partido Bolchevique, o X Congresso assume grande importância, pois adota uma Resolução instituindo novas regras que proíbem as "frações". Em princípio, trata-se de impedir a constituição, no interior do Partido, de grupos organizados na base de uma "plataforma" e com a sua própria disciplina interna, Isto é, tendendo a formar uma espécie de Partido dentro do Partido.




    Essa proibição é adotada como medida temporária, justificada por circunstâncias excepcionalmente graves. Qualquer membro, inclusive do Comitê Central, que viole tal Resolução poderá ser excluído por decisão deste Comitê. Trata-se de uma sanção extremamente severa, que dá poderes excepcionas à maioria do Comitê Central. A aplicação desse dispositivo permite, de fato, ao Comitê Central, eleito por um Congresso do Partido, modificar sua própria composição.


    Comentando esse dispositivo da "Resolução sobre a Unidade", Lenin assim se manifestou: "Que o Comitê Central tenha tal direito em relação a seus membros, jamais e em parte alguma nosso Partido tolerou algo semelhante. É uma medida extrema, adotada excepcionalmente, quando se tem consciência de uma situação perigosa. Reuniu-se uma assembléia excepcional do Comitê Central, com os suplentes e a Comissão de Controle, com direito igual de voto. Jamais figurou em nossos estatutos semelhante instituição, jamais tínhamos recorrido a uma tal assembléia plenária de 47 membros".


    As condições em que o Partido Bolchevique funcionará após a morte de Lenin, permitirão que essa Resolução seja utilizada como meio de reprimir a expressão de opiniões divergentes das do Bureau Político e do Secretariado do Partido, subvertendo, assim, totalmente, as condições em que as lutas ideológicas podem desenvolver-se dentro do Partido.


    Esse resultado está em contradição com diversas da "Resolução sobre a unidade do Partido", a qual, além de não condenar os debates contraditórios, prevê a publicação de um periódico intitulado Boletim de Discussão. Em suas intervenções no X Congresso Lenin também preconiza, em caso de "divergências fundamentais", que estas "sejam debatidas publicamente diante de todo o Partido", e pode, igualmente, - quando um Congresso não chegar a uma unificação suficiente – que os representantes das principais tendências que nele se tenham defrontado, sejam eleitos para o Comitê Central.


    Na prática, apesar do que havia sido dito no X Congresso, a "Resolução sobre a Unidade" servirá de ponto de partida para restrições crescentes impostas às lutas ideológicas abertas no seio do Partido –, assim, o Boletim de Discussão jamais foi publicado –. Progressivamente, após o desaparecimento de Lenin, a maioria do Comitê Central ou do Bureau Político, ou mesmo do Secretariado do Partido, pretendeu ter o monopólio das concepções justas, e do que pode ou não ser discutido no seio do Partido.


    De outra maneira ainda o X Congresso limitou a possibilidade de debates ideológicos abertos, pois reduziu consideravelmente a autoridade do Comitê Central, que era, precisamente, o local de discussões amplas e aprofundadas. Daí em diante, o Comitê Central deixa, efetivamente, de ser o órgão supremo do Partido durante o intervalo entre um e outro Congresso.




    A periodicidade de suas reuniões são espaçadas, e passam a realizar-se de dois em dois meses, e os poderes do Comitê Central são praticamente delegados ao Bureau Político que, a partir de 1921, passou a contar com 7 membros. Dentro do próprio Bureau, a posição dominante pertence, cada vez mais, aos representantes do aparelho administrativo do Partido, aos detentores da direção do Secretariado, do Bureau de Nomeações, etc.




    Assim, o Politburo, que não passava de um simples órgão de trabalho do Comitê Central, transformou-se no órgão supremo do Partido, ligado estreitamente ao aparelho administrativo e ao Secretariado do Comitê Central, cujos poderes são fortemente ampliados.


    O X Congresso marcou, assim, de várias maneiras, o encerramento dos debates do fim do "comunismo de guerra": pela condenação das teses das duas oposições e pelas limitações impostas, de fato, às discussões abertas no seio do Partido. Contudo, é num sentido mais profundo que o X Congresso constitui o fim de um período e o início de outro, pois põe em marcha a "nova política econômica" – a NEP -, caracterizada, sobretudo, pelo abandono das requisições de produtos agrícolas, a substituição dessas requisições por um imposto em espécie, e a instauração de uma certa liberdade de transações comerciais entre a agricultura e a indústria.




    Progressivamente, a implantação da NEP modifica a atmosfera política, dando à burguesia e à pequena burguesia a possibilidade de desenvolver diversas atividades privadas, o que contribui, entre outras coisas, para agravar as desigualdades econômicas, cujo peso é suportado principalmente pela classe operária e pelos camponeses pobres.


    Sob a influência da mudança da atmosfera política ligada à NEP, mas, sobretudo, em razão das modificações internas no Partido Bolchevique, ocorre o desaparecimento progressivo das formas abertas de lua ideológica dentro do Partido. Cada vez mais freqüentemente essas lutas passam a ser travadas na cúpula do Partido, dentro do Politburo e, eventualmente, dentro do Comitê Central, sem participação do conjunto dos militantes.


    Antes de falar sobre as lutas ideológicas e políticas "não declaradas" que marcam o período inicial da NEP, anterior ao desaparecimento de Lenin, parece ainda necessário salientar alguns limites das divergência entre a maioria do Partido Bolchevique e a chamada "oposição operária" e, depois, recordar o que está, então, em jogo, em todas as lutas ideológicas e políticas no interior do Partido.




    Carlos I. S. Azambuja é Historiador.



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    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


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    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

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