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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

    Tradutores de Direita

    quarta-feira, 19 de abril de 2017

    Alerta Total




    Alerta Total


    • Exército homenageia Moro e detona os corruptos

    • Se Palocci delatar, pode virar um Celso Daniel?

    • Santa Ignoronça

    • Poder Instituinte

    • Reforma do Estado é imperativa

    • Constituição “Bandidã”

    • Suspensão: Atos de Ofício: Carta Magna = STF

    • Sobre o Fim da Política no Brasil

    • Algumas contradições do Marxismo



    Posted: 19 Apr 2017 02:12 PM PDT



    Temer e Moro em sentidos opostos,


    na foto de Ailton de Freitas, de O Globo




    2ª Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net




    Só um discurso contundente do Comandante do Exército, General Eduardo Villas Boas, pode ter sido mais constrangedor para o Presidente Michel Temer que o aperto de mão, repleto de falsidade, que ele foi obrigado a dar em Sérgio Moro, na cerimônia em que o juiz temida 13ª Vara Federal da "República de Curitiba" recebeu sua merecida Medalha da Ordem do Mérito Militar. Temer só sentiu um alívio quando o General ressaltou que "não há atalhos fora da Constituição". No entanto, outros trechos da Ordem do Dia do Exército, devem ter servido de recado ao Presidente (Comandante em chefe das Forças Armadas) e seus aliados enrolados na Lava Jato:




    "Apesar dos esforços dos Governos, o colapso da segurança pública nos cobra dezenas de milhares de vidas por ano; a aguda crise moral, expressa em incontáveis escândalos de corrupção, nos compromete o futuro; a ineficiência nos retarda o crescimento; a ausência, em cada um de nós, brasileiros, de um mínimo de disciplina social, indispensável à convivência civilizada; e uma irresponsável aversão ao exercício da autoridade oferecem campo fértil ao comportamento transgressor e à intolerância desagregadora. Essa crise fere gravemente a alma da nossa gente, ameaça nossa própria identidade nacional, deprime-nos o orgulho pátrio e, mais grave, embaça a percepção de nosso projeto de Nação, dispersando-nos em lutas por interesses pessoais e corporativos sobrepostos ao interesse nacional. Nossa gente não é assim e não merece isso!




    Para bom entendedor, as palavras do Villas Bôas soam como uma bomba "Moab" caindo sobre corruptos que destroem o Brasil.




    A íntegra do pronunciamento do Comandante do EB:




    Em 1648, um século e meio depois do descobrimento do Brasil, o episódio de GUARARAPES revela a gênese de nossa nacionalidade, sagrado ideal que reúne brancos, índios e negros, conjurados livremente, para defender a Pátria e expulsar o invasor estrangeiro.




    Dessa união, da noção de pertencer à terra, da necessidade de proteger nossa gente, nossas famílias e nossas riquezas, nascia uma Nação e, com ela, um Exército. Florescia a percepção de unidade em torno de um projeto, verdadeira força centrípeta capaz de garantir o amálgama que resultaria na integridade do território, na unidade nacional e no delineamento de rumos em direção a um destino de grandeza, prosperidade e felicidade para sua gente.




    Não haveria maior exemplo do que esse para identificar um País que, com o passar do tempo, evoluiu em sua consciência para, apegado às suas raízes, acalentar o sonho de construir uma sociedade próspera e justa no Novo Mundo.




    O Exército que emergiu em Guararapes nunca esteve distante desse conceito. Exército que é o mais puro e fiel retrato de seu povo. Exército que foi construído, com simplicidade e altivez, pelo exemplo de homens e mulheres oriundos de diversificadas camadas sociais. Exército de todas as raças, de glórias, desafios e sacrifícios.




    Nossa Força Terrestre foi sempre a síntese da entrega total à Pátria, participando, inicialmente com a Marinha e mais tarde também com a Força Aérea, nossas Forças coirmãs, dos mais importantes episódios da história do Brasil.




    Trezentos e sessenta e nove anos depois de Guararapes, a jovem República Brasileira continua contando com seu Exército em sua marcha em direção ao futuro.




    Onde for necessária a presença do Estado Brasileiro, lá estarão os soldados! Do Caburaí ao Chuí, do Acre à Ponta do Seixas. Defendendo nossa soberania, vigiando a fronteira, distribuindo água, abrindo estradas, protegendo índios, preservando o meio ambiente, guardando as riquezas, assistindo a população, garantindo a lei e a ordem ou promovendo a paz em nações irmãs. Vivemos um tempo, no entanto, em que a coincidência de crises extensas e profundas trazem risco inédito aos sonhos de Guararapes.




    Apesar dos esforços dos Governos, o colapso da segurança pública nos cobra dezenas de milhares de vidas por ano; a aguda crise moral, expressa em incontáveis escândalos de corrupção, nos compromete o futuro; a ineficiência nos retarda o crescimento; a ausência, em cada um de nós, brasileiros, de um mínimo de disciplina social, indispensável à convivência civilizada; e uma irresponsável aversão ao exercício da autoridade oferecem campo fértil ao comportamento transgressor e à intolerância desagregadora.




    Essa crise fere gravemente a alma da nossa gente, ameaça nossa própria identidade nacional, deprime-nos o orgulho pátrio e, mais grave, embaça a percepção de nosso projeto de Nação, dispersando-nos em lutas por interesses pessoais e corporativos sobrepostos ao interesse nacional.




    Nossa gente não é assim e não merece isso!




    Este momento tão grave não pode servir a disputas paralisantes; pelo contrário, ele exige, do povo e de suas lideranças, a união de propósitos que nos catalise o esforço de regeneração, para reestabelecer a esperança e a confiança que nos permita identificar nossos objetivos comuns e reconstruir, a partir daí, o sentido de projeto de Nação que nos legaram os heróis de Guararapes.




    Não há atalhos fora da Constituição! O caminho a ser seguido requer a sinergia de todos. O Exército de ontem, de hoje e de sempre olha para o futuro, transformando-se com seus Projetos Estratégicos, como o Sistema Integrado de Vigilância de Fronteiras (SISFRON); a adoção do blindado Guarani, de fabricação nacional; o desenvolvimento de plataformas de mísseis de longo alcance, como o Astros 2020; e a implantação do Comando de Defesa Cibernética; ao mesmo tempo que implementa um meticuloso processo de racionalização, aceitando os desafios da nova Era.




    O País, seu povo e seu Exército não sucumbirão ao pessimismo e à desagregação. Somos feitos da mesma têmpera!




    Temos fé nos valores da democracia, na nossa gente, na resiliência que nos fez vitoriosos tantas vezes e na cordialidade que requer respeito às desigualdades e diferenças.




    Acreditamos na hierarquia e na disciplina, como preceitos fundamentais de um Exército verdadeiramente leal à sociedade a que serve e defende.




    Unamo-nos todos, portanto, tal como nos conclama a Canção dos Cadetes, da Academia Militar das Agulhas Negras: "Irmãos brasileiros formai entre nós. Brasileiros sois todos vós!"



    Releia a primeira edição desta quarta-feira: Se Palocci delatar, pode virar um Celso Daniel?




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    © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Abril de 2017.




    Posted: 19 Apr 2017 03:23 AM PDT





    Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net




    Uma quase certa delação premiada de Antônio Palocci Filho tem tudo para ser uma bomba de efeito destrutivo complementar às colaborações premiadas da Odebrecht. Palocci é figura fundamental na arrecadação de grana para o PT. "Doutor" Palocci é o "consultor que sabe demais, tanto que ganhou demais". Se ele soltar a "língua presa", Lula tende a ser o mega prejudicado, mas não só ele.




    O grande cagaço é que o médico Palocci pode trazer informações e provas que comprometam o mercado financeiro (de quem ele sempre foi queridinho) e até dos militares (no trio Marinha do Brasil, PT e Odebrecht Defesa), além de revelar mais detalhes sórdidos sobre a máquina de roubalheira petralha, sobretudo na área de saúde.




    Se Palocci realmente delatar, ficam dúvidas no ar: Seria uma estratégia para detonar os inimigos, poupando Luiz Inácio Lula da Silva de algum jeito (que parece impossível)? Ou Palocci vai realmente arrasar com parte da petelândia que lhe virou as costas após o longo (e terapêutico) período na cadeia, desde setembro do ano passado.




    Ex-conselheiro de Administração da Petrobras, Palocci tem condições de delatar muito além da petrolífera, onde segue concentrada a Lava Jato (certamente por falta de fôlego para abrir novas frentes investigativas). Réu em um processo por corrupção e lavagem de dinheiro, Palocci sabe tudo sobre os problemas na Eletrobrás. Seu irmão Adhemar Palocci, que atuava na Eletronorte, foi citado na delação do ex-presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini.




    Doutor Palocci tam tudo para revelar qual foi o papel de instituições financeiras nos esquemas de "engenharia da corrupção" da Lava Jato. Como ex-ministro da Fazenda de Lula, e ex-ministro da Casa Civil de Dilma, ele certamente sabe tudo sobre crimes até agora não apurados. Só alguém muito ingênuo pode supor que dá para lavar e esquentar tanta grana de corrupção sem a providencial ajuda de algum banco daqui ou de fora.




    Palocci também sabe tudo sobre como bancos renegociam, diariamente, dívidas milionárias das "estatais". Certamente, deve ter ciência de quanto é a comissão paga (a alguém) em tais operações de "crédito". Palocci também deve ter informações sobre corrupção nas empresas do setor financeiro – principalmente aquelas que fazem o diabo para não pagar impostos em dia...




    O "italiano" Palocci tem um problemão para aderir à delação. Seu advogado José Roberto Batochio já avisou nos bastidores que o abandona, caso parta para a deduragem. Batochio também defende Lula e o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega. Só isso explica por que, se depender dele, Palocci fica preso e em silencio forçado – a exemplo de ilustres petistas como José Dirceu e André Vargas.




    Com certeza, o caseiro Francenildo Costa adoraria que Palocci delatasse os corruptos com a mesma "competência e truculência" com a qual tentou detoná-lo, naquele episódio de quebra descarada de sigilo bancário que acabou em pizza. Francenildo era testemunha-chave contra Palocci na CPI dos Bingos que apurava como rolavam esquemas de corrupção na famosa "Casa do Lobby" ou "Mansão da República de Ribeirão Preto", em Brasília. A coisa foi tão hedionda que até Lula acabou forçado a afastar seu poderoso ministro da Fazenda, em 27 de março de 2006.




    Palocci cansou da cadeia. Quer falar... Mas a petelândia e poderosos aliados do passado não querem deixar... Tem gente maldosa recomendando que ele reze muito, para não acabar se transformando em um Celso Daniel – prefeito petista de Santo André sequestrado, torturado e assassinado em 2002. Aliás, Palocci herdou dele o posto de coordenador de arrecadação da campanha presidencial de Lula, no distante 18 de janeiro de 2002, em caso não esclarecido até hoje.




    O cerco se aperta. Os marketeiros João Santana e Mônica Moura delataram ao juiz Sérgio Moro que as três últimas campanhas presidenciais do PT foram financiadas por dinheiro de caixa 2 empresarial. Um dos gestores desta arrecadação ilegal era, justamente, Antônio Palocci Filho. No caso da grana ilegal vinda da Odebrecht, o casal confirmou que o intermediador era Palocci.




    Não tem jeito: Palocci tem de soltar a língua presa, e delatar tudo, mesmo correndo gigantesco risco de vida... Quem sabe o espírito do cadáver politicamente insepulto de Celso Daniel lhe dá alguma proteção...

    Releia a segunda edição de terça-feira: STF tem de afastar os canalhas delatados




    Abuso de Autoridade







    A Força Tarefa da Lava Jato soltou ontem um vídeo de mobilização para que a opinião pública rejeite o projeto de Abuso de autoridade proposto pelo senador Roberto Requião – inimigo declarado da tal "República de Curitiba".




    O assunto pode ser colocado para votação nesta quarta-feira, na base do rolo compressor da maioria senatorial corrupta.




    O objetivo claro da proposta de Requião é assassinar a Lava Jato.




    • Golaço contra o Mengão







    A galera que duvidava que tudo está judicializado no Brasil ontem teve uma prova lamentável ontem.




    O Flamengo perdeu por 3 a 1 para a primeira turma do Supremo Tribunal Federal.




    O Supremo decidiu que o Sport Club Recife foi o único campeão brasileiro de 1987.




    Sem entrar no mérito da decisão, o surreal é o STF - atolado com todo tipo de judicialização, do Mensalão à Lava Jato - ser acionado para resolver até polêmica que pertence ao mundo do futebol e que já estava resolvida.




    Surrealismo




    O engraçado é que o Flamengo saiu derrotado por força dos argumentos do ministro-relator Marco Aurélio de Mello, torcedor do Mengão, que votou a favor do Sport.




    Depois de discordar da declaração de Marco Aurélio de que o Flamengo tenha a maior torcida do Brasil, o corinthiano Alexandre de Moraes também votou contra o Mengão.




    Rosa Weber, torcedora do Internacional, acompanhou o voto.




    Luiz Fux, torcedor do Fluminense, se julgou impedido de votar porque seu filho Rodrigo Fux era um dos advogados do Flamengo na causa perdida.




    Apenas o rubro-negro Luis Roberto Barroso julgou que os dois clubes deveriam ser declarados campeões de 1987, contrariando decisão da justiça federal em Pernambuco, em 1999, confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça, que fez a CBF declarar dois campeões em 2011, mais tarde voltando atrás, o que levou o Flamengo a recorrer ao "tapetão".




    Cabe recurso a quem?




    Agora, a defesa do Flamengo vai estudar se cabe algum recurso ao pleno do STF.




    Lá jogam o santista Gilmar Mendes, sãopaulino Celso de Mello, e os palmeirenses Ricardo Lewandowski e José Dias Toffoli...




    Apenas a mineira Cármen Lúcia adverte que não torce por time algum de futebol...




    Pura torcida




    Como hoje é Dia do Exército e também de Santo Expedito – o das causas difíceis e urgentes – nada custa ter fé e esperança de que as coisas vão melhorar no Brasil...




    Todos contra todos na merda







    O Papa Francisco recusou um convite de Michel Temer para visitar novamente o Brasil, e mandou que o Presidente olhe mais pelos pobres...




    O Especialista







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    © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Abril de 2017.




    Posted: 19 Apr 2017 03:18 AM PDT





    "País Canalha é o que não paga precatórios".




    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Carlos Maurício Mantiqueira




    O povo não sabe quem é o maior "responçável" pela crise que nos assola.




    O molusco não passa de um bocó de mola.




    A Anta foi apenas uma prova de quão fAntástico é nosso país.




    "Guentamos" um ogro e uma mera atriz.




    Diria eu pro cê que o grão-tarado é o efecagácê.




    Frequentador da Chatham House, finge-se de Mickey Mouse.


    https://pt.wikipedia.org/wiki/Chatham_House




    Boca mole (agora de miolo mole), depois de citado na lava-jato, não há quem o console.




    Carinha de Maria Madalena faz beicinho (beição ?) de dar pena.




    Nem pode gritar "Deus me valha!" porque o distinto, não socorre canalha.




    Se fora o molusco tomaria um porre, mas por deletério mais ativo, tomará um belo corretivo.




    E assim vamos nós em Pindorama : ora comédia, ora drama.




    Até que um belo dia veremos a qualidade da Onça que temos.








    Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=mPVSq0eApVc






    Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.




    Posted: 19 Apr 2017 03:13 AM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Antônio José Ribas Paiva




    O regime político brasileiro é a DITADURA DO CRIME. O sistema político é o presidencialismo com viés parlamentarista, aleijão que suprimiu a democracia.




    Portanto, para que se instale a DEMOCRACIA no Brasil é impositivo afastar o governo do crime e reformar as instituições, adequando-as ao convívio democrático.




    Todavia, as reformas necessárias não podem ser implantadas pela classe política atual, que compõe a DITADURA DO CRIME.




    A Nação deverá afastar a classe política e, exercendo o seu PODER INSTITUINTE, promover, diretamente, as reformas institucionais necessárias. Constituinte "originária" ou "reforma política ", com os mesmos atores políticos é golpe do governo do crime.




    O único caminho para redemocratizar o Brasil é através da INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ.






    Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.




    Posted: 19 Apr 2017 03:11 AM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Hélio Duque




    Na rica Europa, sua região sul (Portugal, Espanha, Itália e Grécia) tem um padrão de renda comparativa, menor do que as nações da região norte. A renda "per capita" daqueles países, proporcionalmente, tem uma variável de 49% a 67% da "per capita" dos norte-americanos. No Brasil essa mesma proporção, em relação aos EUA, fica por volta de 30%.




    A diferença enorme comprova que nossa situação não é confortável. Para alcançar o padrão de renda do sul da Europa, com uma taxa de crescimento médio anual de 2,5% a 3%, advindo das fundamentais reformas estruturais que precisam serem feitas, o Brasil demoraria quase duas décadas. Com um crescimento anual médio de 4%, o tempo seria menor.




    Significa que, sem planejamento e reformas modernizadoras, viveremos engolfados em ciclos de crise. Potencialmente rico, mas capturado pelo patrimonialismo, edificou-se no Brasil realidade onde a "iniquidade social" e a "ineficiência econômica" formam um binômio poderoso e resistente a integrar o País na agenda do desenvolvimento sustentável.




    O pesquisador sociólogo Sérgio Fausto, integrante do Gacint-USP, sintetizou a realidade sufocante desse binômio: "As iniquidades sociais e as ineficiências econômicas no Brasil são tantas e estão em geral umbilicalmente associadas que é largo o caminho para avançar simultaneamente em reformas que reduzam tais iniquidades, simbolizadas pelo privilégio de corporações públicas e privadas, aumentando a eficiência na economia, prejudicada por mercados fechados, mal regulados, capturados por empresas politicamente bem conectadas".




    Ao longo da sua formação histórica (colônia, império e república) o arcaísmo e o privilégio geraram a desigualdade social, a cidadania incompleta e a personalização das relações das suas elites. No livro "Arcaismo como Projeto", o professor Manolo Florentino, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, constata: "Os países são aquilo que suas elites querem que eles sejam. Logo, embora fruto de muita adaptação ao imponderável, reproduzir-se por meio de imensa diferença social parece ter sido um projeto exitoso no Brasil."




    A elite brasileira, expressada em todos os seus estratos econômicos, sociais, políticos e até intelectuais em vastos segmentos, tem total integração com a visão de "pilhagem do Estado", com roupagens e inserções diferenciadas. As iniquidades sociais e a ineficiência econômica, por paradoxal que pareça, tem no capital e no trabalho o seu grande núcleo de sustentação.




    Não querendo ficar solitário nesse diagnóstico, recorro ao professor da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas, Renato Fragelli: "No Brasil, a direita quer um Estado grande, para que ele seja saqueado pelo patrimonialismo, enquanto a esquerda quer um Estado igualmente grande, para que ele seja saqueado pelo corporativismo."




    A Operação Lava Jato está provando, documentalmente, a força da aliança de patrimonialismo e corporativismo na sociedade brasileira. Reformar o Estado, construindo instituições públicas transparentes tem nesses aliados de ocasião, núcleos de forte resistência. E horror a reforma modernizadora.




    As estruturas cartoriais vêm de longa presença na vida nacional fortalecendo o atraso e alimentando o patrimonialismo nas diferentes vertentes ideológicas. A inoperância das elites brasileiras em enfrentar essa realidade tem nas instituições do Estado, em todos os níveis, uma grande aliada. O que provoca angústia em quem deseja ver um Brasil desenvolvido e solidário com o seu povo.




    É o caso do sociólogo e pesquisador em Ciências Sociais, Zander Navarro: "A inacreditável indigência que caracteriza as nossas elites, seja no tocante ao seu minúsculo estofo cultural ou, então, em relação a sua própria incapacidade decisória. Todas elas, da política à empresarial, da educacional à estatal, da Justiça à científica. Não há grupo algum a quem possamos entregar o bastão e pedir que nos conduza para um futuro mais radiante."




    Felizmente, nesse cenário angustiante, os moradores da periferia de São Paulo enxergaram o que é possível ser o caminho para superar as iniquidades sociais e a ineficiência econômica. Pesquisa qualitativa realizada pela Fundação Perseu Abramo, núcleo acadêmico do PT, retrata o verdadeiro pensamento do povo trabalhador. Consideram o Estado um inimigo, por arrecadar bilhões e oferecer serviços de péssima qualidade.




    Acreditam na ascensão social pelo mérito e 40% desejam fazer do empreendedorismo a meta de vida. Desejam um Estado eficiente para poder crescer, recusando o rótulo de pobre coitado. Acreditam no futuro de poder ver os filhos ter as oportunidades que não tiveram. Os acadêmicos e militantes do "pobrismo" ficaram certamente decepcionados com a visão de mundo e realidade vivente da periferia paulistana. Alvíssaras!!!






    Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.




    Posted: 19 Apr 2017 03:08 AM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Sérgio Alves de Oliveira




    A colcha de retalhos que os constituintes de 1987/88 fizeram com a aprovação da carta que escreveram naquela época deu origem a uma das principais causas que abalaram seriamente a segurança pública no País, que hoje chegou a níveis insuportáveis, quase fora de controle. Em grande parte essa nefasta situação pode ser explicada pelo fato da Constituição de 1988 ser filha de uma "fraude", melhor explicado, daquela fraude que chamaram de PLANO CRUZADO, aprovado e instalado no Governo José Sarney, do PMDB, em 28.02.1986, através do Decreto-Lei Nº 2.283/86, que estabeleceu um conjunto de medidas econômicas "enganosas" para o Brasil.




    Esse "plano" de fato trouxe inicialmente algum benefício aparente à sociedade, mas por um prazo "relâmpago", de cerca de 8 (oito) meses, no período compreendido entre o início do Plano Cruzado, em 28.2.86 (DL 2.283/86), e as eleições gerais que viriam logo após, em novembro de 1986, que elegeu Deputados Federais e Senadores com poderes constituintes. Mas as vantagens deixadas de herança para os farsantes protagonistas desse plano foram duradouras. Lhes valeu muitos anos de poder. Até mesmo FHC saiu dessa "tchiurma", passando de Ministro da Fazenda de Itamar Franco, já no outro plano, o Plano Real, direto à Presidência da República.




    Ninguém duvida que a vitória esmagadora do PMDB na eleição dos constituintes de 87/88,no pleito de novembro/86, deveu-se única e exclusivamente ao "sucesso" que aparentava ter na época o tal Plano Cruzado. Mas esse sucesso foi por pouco tempo. Logo foi desmascarado. Durou só até as eleições do mesmo ano, quando os "safados" que o arquitetaram tiveram que "soltar os freios" do referido plano e ele desabou total, como se uma implosão fosse. "Eles" não conseguiram prolongar esse engano por mais tempo porque a economia também tem as suas regras que nem sempre ficam à mercê da manipulação humana, como acontece com as leis da natureza.


    Mas politicamente ele foi o responsável pela enorme vitória do PMDB em novembro/86, que assegurou a maioria esmagadora dos constituintes. Em vista dessa situação, somente um idiota irrecuperável não consegue enxergar que o alcance social positivo oriundo do Plano Cruzado foi uma nítida "armação" que freou provisoriamente o desastre social e econômico que se avizinhava, e que já na semana seguinte às eleições começou a se manifestar e "desmantelar", mostrando ao país inteiro a armadilha política em que o povo havia caído.




    Ora, se houvesse um verdadeira JUSTIÇA no País, que não se preocupasse somente em proteger a si mesma e a seus comparsas nos outros Dois Poderes, essa eleição poderia até ser anulada, bem como a sua obra-prima, a CF/88, em razão da presença de diversos VÍCIOS DE VONTADE E CONSENTIMENTO que deram presença nas eleições gerais de novembro de 1986, com força para anular atos jurídicos, no caso, as eleições de novembro 86,como ato jurídico eleitoral. Dentre eles, saliente-se o ERRO, o DOLO, a COAÇÃO, a SIMULAÇÃO e a FRAUDE, todos com presença forte na farsa do Plano Cruzado. Mas essa fraude valeu muitos anos de poder espúrio ao PMDB e aos partidos que o apoiaram.




    Toda essa exposição tem por objetivo único demonstrar que a Constituição vigente do Brasil não merece um crédito tal de achar que ela deve ser respeitada como se religião fosse, e que só pelo fato de ser uma "constituição" todo o mundo deveria se ajoelhar a seus pés, já que a mesma só serve de abrigo para inverdades, abusos, simulações, absurdos, e aparências enganosas. Uma só prova seria suficiente para demonstrar essa realidade: ela é produto de uma fraude. A fraude do Plano Cruzado.




    Mas o demérito maior da Constituição de 1988 parece ter residência no progressivo declínio da SEGURANÇA PÚBLICA. As estatísticas mostram que a criminalidade no País multiplicou geometricamente, desde que entrou em vigor essa carta. A "bandidagem" foi quem mais comemorou a "sua" Constituição. Pressentiu com muita sabedoria que apesar dela não beneficiar a sociedade civil em nada de expressivo, os seus "direitos" de livre-delinquência ficariam preservados.




    Além das situações que envolvem crimes, que muitas vezes são levadas à apreciação das bancas de advocacia, todos os operadores do direito também passam por experiências pessoais relacionadas à segurança pública, que também ajudam na formação das suas convicções pessoais.


    Pessoalmente passei por uma situação que marcou fundo minha convicção que a Constituição vigente foi feita mais para ajudar bandidos do que para estabelecer condições de inibir o crime e proteger a sociedade civil.




    Transcorria um dia de 1989, primeiras horas da manhã. Eu estava me dirigindo ao meu escritório de advocacia em Porto Alegre, dirigindo meu veículo pela rua Butuí, Bairro Cristal. De repente parei para ver um tumulto que estava acontecendo na frente de uma casa, dentro do pátio. Havia policiais envolvidos que tinham dominado um marginal que estava assaltando à mão armada a moradora da casa, uma senhora de avançada idade. Mas o criminoso teve o raro azar de estar passando naquele momento na frente da casa onde ele praticava o seu assalto, um "camburão" da polícia, que a tudo assistiu, parou e prendeu o vagabundo.




    Disseram que iam levar o sujeito à Delegacia "x", mas que a senhora assaltada teria que ir lá para prestar uma queixa formal, como vítima. Caso ela não fizesse isso o assaltante seria logo solto, avisaram. É evidente que essa senhora não foi na Delegacia, mesmo porque não tinha mais os requisitos mínimos para fazer esse tipo de "aventura". Além do mais, ela não seria "louca" nem "burra" para denunciar aquele sujeito que agora sabia exatamente onde ela morava. A prisão dele não seria perpétua. Amanhã ou depois ele já estaria solto, pronto a voltar ao lugar do crime, onde ela o estaria "esperando". Mas a polícia presenciou e testemunhou tudo. Porém nos termos da Constituição, que mais protege do que inibe bandidos, isso valeria o mesmo que nada. Essa é uma das frustrações do trabalho policial. Muitas vezes ele arrisca a vida por nada. Na época cheguei a escrever sobre esse episódio, se bem lembro, no Jornal do Comércio de Porto Alegre, levando por título "A (IN)SEGURANÇA DA CONSTITUIÇÃO".




    A partir daquele momento comecei a observar na "vida real" com mais atenção a ação dos órgãos de prevenção e repressão ao crime. Conclui que para que os órgãos policiais e a própria Justiça preenchessem cem por cento os requisitos exigidos pelas leis para prender ou manter preso algum suspeito de crime equivaleria a uma missão quase impossível. E qualquer falha formal na detenção do suspeito daria margem à sua soltura mediante um simples habeas corpus, que até os próprios bandidos já sabem fazer. Além disso, haveria o reforço "em espera" de batalhões e mais batalhões de advogados que ficavam de prontidão nas portas das cadeias para venderem "seus" habeas corpus". Por tal motivo,apesar da superlotação dos presídios,fica muito difícil manter preso quem pode pagar por um "habeas corpus".




    Se por uma lado essas distorções do sistema penal regrado pela Constituição acontecem lá no "plano baixo" da sociedade, na sua "periferia", por outro essa realidade não é diferente lá "em cima", no ápice da pirâmide social, política e jurídica, onde estão os mais poderosos. Nesse nível fica mais difícil ainda manter alguém na prisão. Os suspeitos, indiciados ou réus pertencem à classe dos que têm muito dinheiro. Por isso podem escolher os serviços dos mais conceituados e caros escritórios de advocacia ,que raramente não conseguem livrar os seus clientes das "grades". As Operações Lava Jato e "mensalões" da "vida" estão aí para confirmar. Gente que deveria estar presa há bastante tempo não está e ainda têm a ousadia de atacar a Justiça e o Ministério Público como se os criminosos fossem eles.




    Por aí se vê que as consequências da insegurança pública causada num primeiro plano pela Constituição tolerante e incentivadora do crime é muito mais séria e profunda do que aquela que mostram os jornais e as estatísticas oficiais.




    Mas os malefícios dessa constituição não se resumiram somente no colapso da segurança pública. Na roubalheira do erário também fez sucesso estrondoso. Foi sob sua regência que a sociedade brasileira passou a sofrer na própria carne a maior corrupção já vista no mundo em todos os tempos. Ela esteve presente nos 8 anos dos governos de FHC (PSDB), de 1995 a 2003, e, mais forte ainda, onde bateu todos os recordes, nos l3 anos seguintes, de Lula e Dilma (PT),de 2003 a 2016 ,quando generalizou e ampliou, esparramando suas garras por toda a atividade pública, dos mais altos aos mais baixos cargos, nos Três Poderes.




    Mas essa "dupla" muito esperta sempre teve como sócio "cativo" no Governo e nas falcatruas governamentais o partido político PMDB, e seus comparsas de menor expressão ,que deram seus apoios em troca de cargos públicos e alguma participação no rateio da corrupção. Jamais teria havido condições para tanta roubalheira se a constituição com origem lá na farsa do Plano Cruzado não tivesse deixado as brechas absolutamente necessárias para esse tipo de procedimento criminoso. Foi ela, então, sem dúvida alguma, uma constituição feita por bandidos para bandidos. Mas o mais incrível de tudo isso é que muitas autoridades aprovadas em concursos públicos são obrigadas a fazer "juras de amor" e obediência a essa constituição para assumirem seus cargos.




    Esclareço que o título desse texto se trata de uma justa "homenagem" à "CONSTiTUIÇÃO CIDADÃ", do então Deputado Federal Constituinte, Dr. Ulysses Guimarães.






    Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.




    Posted: 19 Apr 2017 03:06 AM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Laércio Laurelli




    Temos que nos movimentar e aplicar a cautela da vigilância (Abraham Lincoln) para obtermos a liberdade da pátria: Suspensão: atos de ofício: carta magna =stf:




    A suspensão da pratica de atos de ofício dos parlamentares indicados como suspeitos de praticarem atos de corrupção na vigência de seus mandatos, conforme delação premiada da Odebrechet, urge a apreciação do poder judiciário, como controle preventivo de constitucionalidade, que cabe ao STF.




    O fundamento preventivo dessa medida comanda a ideia de que, a continuarem em pleno exercício de suas atividades no parlamento, podem votar medidas desfavoráveis ao Estado. O raciocínio é simples: se durante a farra do favorecimento de medidas que facilitaram o desvio de dinheiro público, conforme mostra o departamento de "propina" da empresa Odebrechet, tipo negociação de leis e atos de ofício, estreme de dúvida, que se disponibilizarão para aprovar leis que prejudiquem o Estado, a sociedade brasileira e o mais perigoso, favorecimento em causa própria.




    Como disse é uma medida preventiva que adorna a segurança jurídica do Estado. Há indícios suficientes de autoria de corrupção administrativa, prática de atos de favorecimento pessoal e coletivo etecetera.




    A interpretação dos artigos 103, 103-a e 103-b da C.F. autoriza o procedimento cautelar de "ofício", na concepção de uma ação declaratória de constitucionalidade, se e quando o Procurador Geral da República ou o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil propuserem esta medida na relação cautelar do controle preventivo de constitucionalidade, uma vez que "alei não excluirá da apreciação do poder judiciário lesão ou ameaça a direito"(art. 5º, inciso xxxv da constituição federal);




    A ameaça a direito é visível, uma vez que a segurança jurídica do País está na iminência de sofrer a mais cruel violência e coação pública jamais vista. A soberania da nação e a sociedade brasileira encontram-se ameaçadas de danos irreparáveis se e quando os deputados e senadores implicados no crime de caixa 2, corrupção ativa, passiva etecetera, daqui para frente, praticarem atos de ofício ou administrativos livremente no Congresso Nacional.




    Não tenham duvida que o presidente Temer fará o possível e o impossível para se defender dessas acusações, e se utilizará de sua "equipe" para manipular os que foram indicados ao "premio nobel" da corrupção sistêmica do Brasil.




    Pensem nisto!





    Laercio Laurelli – Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (art. 59 do RITJESP) – Professor de Direito Penal e Processo Penal – Jurista – Articulista – Idealizador, diretor e apresentador do programa de T.V. "Direito e Justiça em Foco" - Patriota.




    Posted: 19 Apr 2017 03:03 AM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Mtnos Calil




    Descontando os exageros emocionais anti-petistas, o artigo do dr. Milton Pires (O Fim da Política no Brasil) apresenta um forte conteúdo expressando a realidade como ela é. Resta porém, examinarmos os exageros para assim chegarmos o mais perto possível da realidade cuja decadência, diga-se de passagem é mundial e não exclusiva do Brasil. Em respeito à qualidade do conteúdo, penso em responder depois de refletir com calma sobre todos os temas apresentados.




    Política é arte de administrar o bem comum em beneficio próprio. A questão que está colocada para este século é se tal arte está morrendo ou vai se reinventar tendo o bem comum como alvo. A mesma questão se coloca para a economia capitalista cuja concentração de capital e renda atingiu um nível esquizofrênico. E não bastasse isso, temos nas nações que são as maiores potências atômicas do planeta governantes psicopatas a exemplo de Trump e Putin, que estão sendo provocados pelo outro psicopata que dirige a Coréia do Norte.




    É a primeira vez desde que foi feito o acordo entre Kennedy e Kruschev, que voltamos a enfrentar o risco de uma guerra nuclear, que seria agora regional e não mundial. Entre as nações que podem ser destruídas estão o Japão e a Coréia do Sul. A destruição em marcha da Síria é uma prova de que nossos ensandecidos (des) governantes podem destruir boa parte do planeta.




    A busca da verdade requer isenção ideológica ou "ideologia zero".






    Mtnos Calil, Psicanalista, é Coordenador do Instituto Mãos Limpas Brasil.




    Posted: 19 Apr 2017 03:01 AM PDT





    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net


    Por Carlos I. S. Azambuja




    O texto abaixo foi transcrito de um dos capítulos do livro "A Hidra Vermelha", escrito por Carlos I. S. Azambuja, editado em 1985, e reeditado em 2016 por um grupo de amigos.

    __________________________________



    As ações dos partidos comunistas que se apossaram do Poder são coerentes com as teorias de Marx? Essa é uma pergunta que exige reflexão, embora a teoria marxista seja contraditória: diz que na sociedade capitalista, quando as forças produtivas tiverem alcançado o pleno desenvolvimento, produzir-se-á um choque violento de classes, que conduzirá à revolução socialista. É necessário que o capitalismo se desenvolva plenamente, pois o socialismo exige a industrialização plena e uma forte classe proletária, capaz de desempenhar o papel de redentora das massas.



    Por outro lado, porém, já em 1848, antes, portanto, do capitalismo se desenvolver, Marx e Engels convocavam, no Manifesto Comunista, a união dos proletários de todo o mundo para fazer a revolução: "Proletários de todos os países, uni-vos".



    Enquanto a teoria previa o advento do socialismo somente após o natural desenvolvimento das forças produtivas na sociedade capitalista, a prática concitava à UNIDADE dos proletários de todo o mundo para a revolução socialista, abstraindo o estado em que se encontravam as forças produtivas na Europa de 1848. Para apoderar-se do poder político – diz a teoria -, é necessário que um grupo de revolucionários profissionais organize um partido – que necessariamente receberá a denominação de comunista – e que, sob o centralismo democrático, assumirá o papel de vanguarda do proletariado.



    Segundo Marx, a transformação das relações sociais não surge de mudanças tecnológicas, mas da luta de classes: "Na base dessas relações modificadas desenvolve-se um modo de produção especificamente diferente, que cria novas forças produtivas materiais".

    Portanto, o que muda primeiro não são as forças produtivas e sim a mentalidade das pessoas, asrelações sociais, como resultado da luta de classes.



    Lenin, em relatório apresentado ao X Congresso do Partido, sublinhou, por sua vez, que "o decisivo é a transformação da mentalidade e dos hábitos".

    Anos depois, Stalin, em um discurso sobre "As Questões da Política Operária na URSS", em 17 de dezembro de 1929, no momento em que era iniciada a política de coletivização em massa no campo, declarou: "Será necessário trabalhar muito para refazer o camponês kolkoziano, para corrigir sua mentalidade individualista e fazer dele um verdadeiro trabalhador da sociedade socialista.




    E chegaremos mais rápido a isso, na medida em que os kolkozes forem mais rapidamente providos de máquinas e tratores. A grande importância dos kolkozes é serem eles a base essencial para o emprego das máquinas e dos tratores que, por sua vez, são a base essencial para a transformação da sua mentalidade no sentido do socialismo".



    É evidente a contradição de Stalin com os escritos de Marx e Engels, ao considerar que a passagem à coletivização não será resultante da luta de classese da transformação das relações sociais, e sim do emprego de máquinas e tratores, como forma de corrigir a mentalidade individualista dos camponeses.



    Assim, segundo a concepção stalinista. não são os camponeses que se transformam graças à luta de classes e ao balanço que fazem de suas experiências com a ajuda do partido, mas eles é que são transformados pelas máquinas e tratores.



    Antes de assumir o Poder, o partido é um ferrenho defensor das reivindicações das amplas massas. Depois de assumir o Poder, impõe, em nome do proletariado, a ditadura sobre o proletariado.

    Em uma sociedade não-capitalista e com uma indústria débil, onde o proletariado é minoria, os comunistas defendem a aliança entre operários e camponeses para promover a revolução.



    Se o país possui uma frágil economia, diz-se que é oprimido pelo imperialismo; os comunistas forjam, então, a aliança da revolução proletária com movimentos de libertação nacional. Isto é, promovem o comunismo às custas do nacionalismo.



    Nenhuma pessoa sensata é capaz e opor-se à independência nacional de seu país. Os comunistas, porém, ao se engajarem nessa causa nobre, nada mais fazem do que cumprir a primeira etapa da sua revolução socialista. Tão logo assumem o poder político, hipotecam a independência nacional à União Soviética e ao Movimento Comunista Internacional.



    Quanto aos nacionalistas sinceros dos movimentos de libertação nacional, basta conhecer um pouco de História para verificar quais têm sido os seus destinos, tão logo instaladas as ditaduras socialistas.



    O Partido Comunista utiliza o proletariado como força principal da sua revolução, e busca atingir seus fins revolucionários fomentando, em favor do partido, a luta de classes entre o proletariado e a burguesia. Depois ampliam essa luta, incluindo não apenas o proletariado, mas todos os trabalhadores e, logo a seguir, todo o povo, formando uma ampla frente. Observe-se que, no jargão que utilizam, induzem que o povo é inimigo dos regimes não-comunistas e vice-verso.



    Terminam por denominar a luta entre comunistas e não-comunistas de luta de classes, estendendo indefinidamente esse conceito.



    Portanto, não importa se no país existe ou não uma classe trabalhadora e uma classe capitalista e em que nível se encontram as forças produtivas. Conquanto exista a vanguarda do proletariado – o Partido -, os comunistas continuarão enterrando os capitalistas em países onde não há capitalistas e a fazer a revolução proletária onde não existe uma classe trabalhadora.



    O Estado, segundo Marx, na ditadura do proletariado iria se enfraquecendo, até desaparecer no comunismo.



    No entanto, a Resolução aprovada na XVI Conferência do PCUS – posteriormente ratificada pelo XVI Congresso – apela, para a construção do socialismo, à concentração das forças do Partido, da classe operária e, também, à concentração das forças do Estado. Assim, toma forma a tese da "revolução pelo alto", expressão que Marx utilizou para descrever a política de Napoleão Bonaparte,"executor da Revolução de 1789, na França".



    A propósito da "revolução pelo alto", consta na "História do PCUS", aprovada pelo CC, que a coletivização forçada, iniciada em 1929, tinha de original o fato de ter sido iniciada pelo alto, por iniciativa do Poder do Estado.



    Segundo Marx, após a revolução a burguesia seria expropriada com a expropriação dos meios de produção pela sociedade. Não haveria distinção entre trabalhadores intelectuais e operários.



    No entanto, em 1920, Lenin estabeleceu a não-limitação dos salários dos técnicos e especialistas, a existência de um diretor único nomeado pelas centrais, e único responsável pela direção da empresa, bem como a autonomia financeira, que permitiria a empresa dispor de uma parte de seus lucros.



    Desenvolveu-se, assim, uma nova burguesia, aNomenklatura, nas empresas do Estado e no Partido. Essa burguesia é de um novo tipo, pois embora não disponha da propriedade jurídica privada, nada a impede de dispor, de fato, dos meios de produção.



    Para apoderar-se do Poder Político, os comunistas, historicamente, participam, primeiro, de um governo de coalizão. Como integrantes desse governo, o paralisam e forjam contradições insanáveis, até assumirem o Poder total. O novo regime passará, então, a culpar o imperialismo pela sua incompetência, e a retribuir, com apoio material e político, de organizações revolucionárias e mesmo de governos de países vizinhos, como fez o regime sandinista, na Nicarágua.



    Sob a cobertura do internacionalismo revolucionário, a União Soviética sufocou as revoltas populares na Polônia, Hungria, RDA e Checoslováquia. Depois, fez o mesmo no Afeganistão. A China invadiu o Vietnam, e o Vietnam, por sua vez, anexou o Laos e o Cambodja...



    O social-imperialismo, o expansionismo armado, a infiltração, a subversão, a agressão e a anexação, são as palavras-de-ordem estratégicas do bloco comunista, que não desistiu de pintar de vermelho o mapa-mundi.



    A União Soviética afirma que a maior contradição de nossos dias é a que existe entre o socialismo e o imperialismo, e não se cansa de proclamar a força do campo socialista, da classe trabalhadora e do nacionalismo, afirmando que essas são as três grandes forças revolucionárias da nossa época: o movimento comunista, o movimento operário nos países capitalistas desenvolvidos, e o movimento popular de libertação nacional nos países coloniais.



    A estratégia soviética na promoção da revolução mundial é conhecida. Mas recordá-la não faz mal a ninguém... Consiste em criar um ambiente internacional favorável ao bloco comunista e aumentar seu poderio econômico e militar para apoiar e sustentar mais eficientemente os movimentos revolucionários em todo o mundo.



    Finalmente, o que se observa hoje, é que o marxismo, que segundo seu criador, criaria a sociedade sem classes, serviu apenas para criar uma forma moderna de totalitarismo, que tende a tornar-se definitiva. Muito embora tenha como base uma doutrina contraditória, incoerente e ilusionista, faz da omissão e da falta de conhecimentos históricos e doutrinários dos não-comunistas, o seu PRINCIPAL FATOR DE FORÇA.



    Diz Norberto Bobbio, marxista italiano, em seu livro "Qual Socialismo?" – editora Paz e Terra, 1983 – "que o problema da conquista do Poder pelo movimento operário seja condição preliminar para a destruição da sociedade capitalista e para a instauração de uma sociedade diferente, fundada sobre a coletivização dos meios de produção, pode ser considerado ponto pacífico.



    O que não é, de forma alguma pacífico, depois do que ocorreu na União Soviética e nos países onde o socialismo foi importado do exterior, é que o problema da conquista do Poder passe a ser isolado completamente do problema do seu exercício. Ou, em outras palavras, que o modo pelo qual o Poder é conquistado nada tenha ver com o modo como será, em seguida, exercido.



    Transferir para depois da conquista do Poder o problema do Estado e da organização estatal, produziu o seguinte efeito: o Partido, para o qual se voltaram todas as atenções como órgão de tomada do Poder, terminou por tornar-se, ele mesmo, o Estado".




    Carlos I. S. Azambuja é Historiador.



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    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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