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    sábado, 8 de julho de 2017

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    by G.Pacceli



    "Não estejas sem temor da ofensa que te foi perdoada e não amontoes pecados sobre pecados" (Eclesiástico V, 5). Por Padre Élcio Murucci | FratresInUnum.com 395. NOÇÃO. Reincidente formal ou seja no sentido teológico, é aquele habitudinário que, já tendo confessado várias vezes o mesmo pecado, volta sempre a cair do mesmo modo. Três coisas, […]

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    G.Pacceli | 8 July, 2017 at 7:00 pm | Categories: Coluna do Padre Élcio, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-c3u




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    • Reflexões da Sagrada Escritura: Sobre a Absolvição dos Reincidentes


    “Não estejas sem temor da ofensa que te foi perdoada e não amontoes pecados sobre pecados” (Eclesiástico V, 5).


    Por Padre Élcio Murucci | FratresInUnum.com

    395. NOÇÃO. Reincidente formal ou seja no sentido teológico, é aquele habitudinário que, já tendo confessado várias vezes o mesmo pecado, volta sempre a cair do mesmo modo. Três coisas, portanto, são requeridas para que alguém verdadeiramente possa ser considerado reincidente:

    a) Que tenha contraído o hábito mau de pecar. Absolutamente falando, não é necessário que o reincidente seja consuetudinário: se alguém, pois, por quatro vezes por ano se confessa e cada vez se acusa de ter cometido uma vez um pecado solitário contra a pureza, é considerado reincidente, mas não consuetudinário: pois, quatro quedas por ano no são suficientes para se contrair um hábito; de fato, porém, o reincidente dificilmente não será sempre ao mesmo tempo consuetudinário.

    b) Que tenha confessado o mesmo pecado já várias vezes (por 3 ou 4 vezes). Portanto o penitente, que nas primeiras duas ou três vezes confessa o mesmo pecado, estritamente falando não é reincidente, e neste caso deve ser tratado como simples pecador se ainda não contraiu o mau hábito, ou como simples consuetudinário se já contraiu o hábito de pecar, e, por isso, não hã razão peculiar de duvidar da disposição daqueles que dizem ter um sério arrependimento.

    c) Que, não tendo feito nenhum esforço para se emendar, tenha recaído nos mesmos pecados. Aquele, portanto, que empregou por algum tempo, os meios prescritos pelo confessor e lutou fortemente contra as tentações, embora depois tenha caído novamente, não é considerado propriamente reincidente.

    396. Norma para a absolvição.

    1. O reincidente, que prudentemente é julgado disposto, absolutamente falando pode sempre ser absolvido: pois, quem verdadeiramente pode ser julgado bem disposto, pode ser absolvido, embora seja reincidente; pois, para a válida e lícita absolvição não se requer outra coisa senão que no ato [no momento da confissão] esteja disposto; para uma verdadeira disposição, porém, não se requer uma futura emenda, nem a impede a previsão de futura queda. [Isto explica-se assim: o penitente habitudinário, embora esteja arrependido, dado o hábito que ainda não conseguiu extirpar, prevê que ainda vai cair, mesmo estando disposto a empregar todos os meios para não pecar].

    2. Com relação, porém, aos reincidentes, há dificuldade em formar um juízo sobre sua disposição: pois, das frequentes quedas nos mesmos pecados graves, gera-se a suspeita de algum grave apego, de um fraco horror ao pecado e da falta de uma vontade séria de se emendar. Esta suspeita [com fundamento] torna duvidosa a sua boa disposição, mesmo que tais pecadores afirmem ter dor dos seus pecados; e, portanto [esta suspeita] impede que prudentemente possam ser julgados dispostos, a não ser que apareça alguma razão especial pela qual a dúvida seja suficientemente removida.

    a) Deve-se entregar à prudência e discrição do confessor, o qual é assistido pelo auxílio da graça, para que forme um juízo sobre a disposição do penitente; e para efetuar este juízo, é ajudado primeiramente pela própria experiência e depois também a atenção aos sinais particulares [a própria confissão espontânea, a afirmação do penitente, o modo simples e humilde com que faz a confissão, as circunstâncias do penitente (empregou algum cuidado para não pecar, promete de boa vontade empregar os meios indicados para não pecar; se aproxima da confissão levado por algum outro motivo como p. ex. um sermão que ouviu, a morte de um amigo, temor de morrer porque grassa alguma peste contagiosa, se confessa pecados culpavelmente antes omitidos; se cumpriu uma difícil obrigação como p .ex, uma
    restituição; se para conseguir um confessor precisou sofrer um incômodo como p, ex. uma longa viajem ( cf. S. Afonso, n. 460).

    b) Para que se possa formar mais facilmente um juízo sobre a disposição do reincidente, devemos notar que muitos são reincidentes [impropriamente ditos] POR FRAGILIDADE: são aqueles que muitas vezes caem nos mesmos pecados, pecados estes que, no entanto, habitualmente aborrecem de tal modo que, logo após a queda, detestam estes pecados e propõem emenda, e também resistem de certo modo por algum tempo, mas depois, ora por causa da fraqueza da vontade, ora pela veemência da tentação, novamente caem. Não se deve, portanto, duvidar da sua disposição. Agora, aqui tratamos dos reincidentes propriamente ditos, que são aqueles chamados REINCIDENTES POR MÁ VONTADE, ou seja, aqueles que aderem por um mau afeto ao objeto do pecado, e justamente por causa deste mau afeto, caem muitas vezes nos mesmos pecados; mas, não obstante, quer por costume, quer pelo respeito humano às vezes se aproximam dos sacramentos, nem apresentam verdadeira e sincera vontade de emenda.

    Devemos dizer que a disposição destes tais não são duvidosas, mas antes são NULAS. Ora, o bom confessor não os despede simplesmente sem dar a absolvição, mas se esforça com salutares conselhos e exortações, por dispor tais penitentes a terem uma emenda de vida. E, se então o confessor vir sinais de verdadeira mudança de
    vontade, neste caso pode absolver também a estes.

    397. Sobre se deve ou não diferir a absolvição ao reincidente.

    a) Se o reincidente não obstante bem disposto cair novamente por fragilidade interna, como no pecado solitário de impureza, de deleitação morosa, de ódio, de blasfêmia etc., ordinariamente se deve esperar um fruto maior pela graça do sacramento do que pela dilação da absolvição. Às vezes, no entanto, parecerá ser preferível ao prudente confessor, dilatar a absolvição também a estes tipos de pecadores, principalmente se os remédios foram empregados negligentemente.

    b) Se o reincidente apesar de bem disposto recair na ocasião externa ou porque não cumpriu a obrigação (p. ex. de desfazer a calúnia, de se reconciliar), ordinariamente é conveniente diferir a absolvição, até que seja eliminada a ocasião ou cumprida a obrigação: pois, quem muitas vezes já quebrou a promessa, sua vontade, embora boa, deve ser robustecida por este remédio da dilação da absolvição. A dilação da absolvição acompanhada de uma apta admoestação principalmente para os penitentes jovens de índole volúvel embora anteriormente piedosa e religiosamente educados, que, ou não cumprem a obrigação, ou não abandonam o mau hábito, a dilação da absolvição, digo, é um ótimo meio para incutir uma maior detestação do pecado e para robustecer sua vontade débil.

    c) Se o reincidente está dubiamente disposto e não urge a necessidade de o absolver sob condição, absolutamente falando, a absolvição deve ser diferida para que, assim, possa constar por experiência, qual seja a vontade do penitente. Como porém, nos tempos atuais, principalmente nas cidades e lugares onde a fé enlanguesce, e as obrigações espirituais são negligenciadas, a negação ou dilação da absolvição por vezes pouco adianta, e até, antes pelo contrário, [tais penitentes] se sentem ofendidos e ficam revoltados e assim mais ainda os endurece; ordinariamente age melhor o confessor que se esforça para dispor tais penitentes a terem dor e bom propósito, e prescreve-lhes meios particulares de emenda e depois os absolve.

    Nota. Para que não seja erradamente entendida e aplicada a teoria de Santo Afonso sobre os sinais extraordinários de disposição, deve-se notar:

    1) Nos ocasionários e reincidentes não se requer uma dor extraordinária ou maior e um propósito mais firme: pois, desde que haja uma disposição suficiente, seguramente, podem ser absolvidos.

    2) O ocasionário e reincidente sempre pode ser absolvido, desde que ele possa ser julgado prudentemente pelo confessor como verdadeiramente disposto, qualquer que seja o sinal no qual se funde tal juízo; quer ordinário, quer extraordinário, quer o penitente apresente-o na confissão, quer o mostre finalmente levado pela admoestação do confessor.

    3) Por isso agiria imprudentemente o confessor, que simplesmente julgasse indisposto o penitente ocasionário e reincidente, por não ter descoberto nele senão um ou outro dos sinais extraordinários; e agiria mais imprudentemente ainda aquele confessor que a um tal penitente reincidente absolutamente diferisse a absolvição, sem que empregasse o cuidado e se esforçasse com salutares admoestações para levá-lo a ter a dor e o propósito necessários.

    Um caso. Os reincidentes em embriaguez e como tais conhecidos publicamente, que quase toda semana ou muitas vezes ainda se embriagam, não devem ser inteiramente repelidos dos sacramentos, mas ordinariamente, nem imediatamente devem ser admitidos a eles. Não devem ser terminantemente excluídos dos sacramentos, porque não se deve desesperar da emenda de ninguém; mas também não devem ser imediatamente admitidos aos sacramentos, principalmente porque não se deve absolver aquele que, depois de breve tempo se prevê que vai violar o seu propósito (a não ser que urge a necessidade): pois se deveria temer o escândalo, caso caísse novamente logo após ter recebido os sacramentos; ademais, porque antes ele deve reparar o escândalo público. Assim, se deve diferir a absolvição até que, um tanto pelo menos se tenha emendado. E mesmo também no caso em que, por um sinal extraordinário de arrependimento, fosse imediatamente absolvido, é mister não admiti-lo imediatamente à santa Comunhão, quer para que, neste ínterim, possa reparar o escândalo público, quer para evitar talvez um novo escândalo caso venha recair. (Noldin, Summa Theologiae Moralis, V. III, L. 5, De Poenitentia, q. 3ª, a. n. 395-397).


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    Posted on 8 julho, 2017 at 7:00 pm in Coluna do Padre Élcio, Igreja | RSS feed | Responder | Trackback URL


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    Cor Iesu Sacratissimum, miserere nobis!



    Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey
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    Não consintais, ó Jesus nós Vos suplicamos, que debaixo do céu brasileiro sejam, por mãos indignas, profanados os vossos mistérios de amor. Com instância vos pedimos: deixai que a misericórdia de vosso Coração vença a vossa justiça divina por aqueles que se recusaram à honra da vocação sacerdotal, ou desertaram das fileiras sagradas.

    Por vossa Mãe, Maria Santíssima, Rainha dos Sacerdotes, atendei, Jesus, a esta nossa insistente oração. Ó Maria, ao vosso coração confiamos o nosso clero: guiai-o, guardai-o, protegei-o, salvai-o!

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    Da Justiça a clava forte

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  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara