Julio Severo |
| Posted: 30 Nov 2015 06:11 PM PST Aliança entre Ucrânia e ISISSierra Rayne Introdução especial de Steve Baldwin para os leitores brasileiros do Blog Julio Severo:Pessoas do mundo inteiro que amam a liberdade e que cresceram durante os anos da Guerra Fria aprenderam a odiar a União Soviética e com boa razão. O comunismo aniquilava toda a liberdade e o comunismo de estilo soviético estava constantemente tentando obter mais território. Mas esse paradigma mudou. Infelizmente, há muitos líderes políticos, tanto nos EUA quanto em outros países, que não compreendem que a Guerra Fria acabou e que há novas ameaças que precisam ser confrontadas e novas alianças que precisam ser formadas. Putin pode não ser um líder perfeito, mas pessoas do mundo inteiro que amam a liberdade têm muito mais em comum com o povo russo do que têm com islamistas radicais que travam guerras santas. Este artigo revela a aliança de islamistas com algumas facções na Ucrânia e sugere que os EUA formem uma aliança com a Rússia para combater a crescente ameaça de muçulmanos que fazem guerra santa. Em fevereiro passado, o jornal The Intercept foi o primeiro canal noticioso a revelar ligações claras entre o ISIS e a Ucrânia. O artigo, escrito por Marcin Mamon, começa relatando como o líder da filial secreta do Estado Islâmico em Istambul, na Turquia, estava indo para a Ucrânia para se unir a outros membros do ISIS na luta contra os ucranianos do Leste que querem mais autonomia de Kiev e uma provável aliança política com Moscou.
Qualquer argumento de que o ISIS está, de pura bondade, ajudando os nacionalistas ucranianos a combater os separatistas apoiados pela Rússia, e que o ISIS arrumará suas malas e deixará a Ucrânia se uma vitória ocorrer, é impossível de acreditar. Se os separatistas russos perderem no Leste da Ucrânia, a Ucrânia muito provavelmente cairá sob o controle — pelo menos em parte — do ISIS, colocando o ISIS na posição de um controlador de um país que está na fronteira de vários membros da OTAN. Será que o Ocidente não apoiou o lado errado na Ucrânia? Será que os EUA não deveriam em vez disso ter apoiado a Rússia? Kiev se tornou um importante ponto de acesso para os terroristas do ISIS entrarem na Europa Ocidental: A Ucrânia está agora se tornando um importante ponto de parada para os irmãos, como Ruslan. Na Ucrânia, você pode comprar um passaporte e uma nova identidade. Por 15.000 dólares, um combatente recebe um novo nome e um documento legal que atesta uma cidadania ucraniana. A Ucrânia não pertence à União Europeia, mas é um caminho fácil para a imigração para o Ocidente. Os ucranianos têm poucas dificuldades para obter visto para a vizinha Polônia, onde eles podem trabalhar em locais de construção e restaurantes, preenchendo a lacuna deixada pelos milhões de poloneses que partiram em busca de trabalho na Inglaterra e Alemanha. O que é estupendo é que Justin Raimondo no site Antiwar.com, predisse, em março deste ano, os problemas que isso provocaria: Estamos sendo avisados de que o ISIS está planejando ataques terroristas na Europa, e que forças de segurança estão ocupadas prendendo suspeitos em todo o continente — mas aí está este buraco escancarado nas defesas do Ocidente, onde "os irmãos" estão se infiltrando quietamente, sem que os meios de comunicação deem atenção. Em cooperação com grupos ultranacionalistas como o Setor de Direita, que também formou seus batalhões semiautônomos, os Islamistas da Ucrânia, brandindo passaportes ucranianos, abriram uma via de acesso ao Ocidente… Considerando que os EUA estão mandando muita ajuda para a Ucrânia, quanto dessa ajuda acaba escoando para esses aliados do ISIS — e como essa ajuda será usada no futuro? Se os senadores republicanos John McCain e Lindsey Graham conseguirem fazer o que querem, armas dos EUA logo acabarão nas mãos desses terroristas, cuja guerra santa contra os russos inevitavelmente se estenderá para o Ocidente e atingirá as capitais da Europa. Esse tiro pela culatra virá com fúria: os EUA estão criando seus próprios inimigos, e lhes dando as armas para fazer mal aos EUA, ao mesmo tempo em que os EUA afirmam que há uma necessidade de monitoração sobre o mundo inteiro a fim de combater o terrorismo. Os cientistas loucos que estão formulando a política externa dos EUA estão criando um exército de monstros Frankenstein — que com certeza irão atrás de seus criadores iludidos. Preciso como um relógio, oito meses depois o Ocidente vê os ataques em Paris. Em julho, o jornal New York Times informou que três batalhões compostos exclusivamente de islâmicos estavam lutando no Leste da Ucrânia. Ao mesmo tempo, Elliot Friedland do jornal The Jewish Voice (A Voz Judaica) alertou contra os problemas que estão surgindo com a incursão islâmica na Ucrânia: Há batalhões paramilitares islâmicos lutando ao lado das forças armadas ucranianas. Esses batalhões estão alinhados ao Estado Islâmico e facções islamistas chechenas. Se os EUA intensificarem a ajuda militar à Ucrânia, cujo exército é notoriamente corrupto, essa ajuda poderá cair nas mãos de batalhões islâmicos que estão atualmente sendo financiados por uma mistura de oligarcas ucranianos, chefes dos países islâmicos do Golfo, crimes violentos e extorsão. O site Ruskayya Blatina disse que algumas milícias que pertencem à organização terrorista ISIS começaram a lutar contra os soldados russos na Ucrânia com o apoio das autoridades americanas que deram recomendações ao governo ucraniano com relação ao Estado Islâmico… Os combatentes alinhados ao Estado Islâmico também usam a Ucrânia como um lugar barato e fácil para comprar armas, as quais podem ser contrabandeadas para o Iraque, Síria e Chechênia. Durante os dois meses passados, as conexões entre a Ucrânia e o ISIS fizeram promoções na cadeia de comando, como ficou comprovado por uma autoridade ucraniana de patente elevada que deu seu apoio público ao ISIS. Na semana passada, armas — inclusive o sistema de mísseis antiaéreo FN-6 — das forças armadas da Ucrânia "como que por encantamento mágico" acabaram nas mãos do ISIS "tendo sido entregues ao ISIS na Síria por meio de rotas de contrabando na Turquia." Logo depois, o grupo hacker russo CyberBerkut afirmou que está "de posse de documentos que indicam que os funcionários do Ukroboronprom, conglomerado de indústrias bélicas estatais da Ucrânia, teve discussões com autoridades do governo do Qatar sobre a venda possível de mísseis terra-ar [os S-125-2D Pechora-2D (registrados na OTAN como SA-3 Goa)] em setembro," armas que foram, quase que certamente, destinadas ao ISIS. De acordo com os documentos vazados, a Embaixada dos EUA em Doha aprovou a negociação. Que bagunça. A pergunta para o Ocidente agora é: Quem eles preferem controlando o território da Ucrânia em futuro próximo, o ISIS ou a Rússia? A resposta é claramente a Rússia. Se o Ocidente quiser construir uma coalizão comum contra o Estado Islâmico, o melhor jeito pode ser remover da OTAN o Estado Islâmico da Turquia, deixar a Rússia controlar a Ucrânia e então convidar a Rússia para ser membro da OTAN (ou qualquer nova aliança que pareça apropriada) em nossa causa comum contra a guerra santa islâmica mundial. Traduzido por Julio Severo do original em inglês do American Thinker: The Ukraine-ISIS Alliance. Fonte: www.juliosevero.com Leitura recomendada: | ||
| Posted: 30 Nov 2015 04:00 AM PST Autoridades da ONU Promovem Casamento Homossexual na América Latina por meio da Cultura da Celebridade, Ativismo Judicial e Medidas Executivas Além do PermitidoDr. Stefano Gennarini NOVA IORQUE, EUA, novembro (C-Fam) Organizações LGBT na América Latina e seus apoiadores na sede da ONU têm grandes planos para a região. Mas esses planos não envolvem os representantes democraticamente eleitos do povo do continente. As autoridades da ONU lançaram um novo vídeo da cerimônia de casamento lésbico da superestrela brasileira Daniela Mercury para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) durante a Assembleia Geral na semana passada. Mercury vendeu mais de 20 milhões de álbuns mundialmente e anteriormente foi casada com dois homens. Ela tem sido a embaixadora da UNICEF para as crianças por mais de 20 anos. O vídeo intitulado "Celebrando o Amor" apresenta Mercury e a jornalista Malu Vercosa em vestidos brancos durante uma cerimônia e recepção com a família e amigos. "Todos os tipos de famílias têm os mesmos direitos como os de homem, mulher e filhos biológicos," Vercosa disse no evento realizado pela Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador e Uruguai junto com a burocracia de direitos humanos da ONU. Mercury deu um discurso explosivo enquanto atirava beijos, abanava os braços e improvisava refrãos de suas músicas populares, repetidamente chamando a si mesma de "rainha." "Não sou a Cinderella nem a Bela Adormecida," ela disse. "Sou uma rainha má. A rainha má da macumba" — usando um termo afro-brasileiro, ainda que Mercury seja branca. Ela citou a anarquia, o matriarcado e mulheres poderosas como parte de seu projeto artístico pessoal imediatamente depois. Ela falou de lutar para se tornar uma "rainha" contra os homens que achavam que eram melhores do que ela. "Não vou ser submissa. Nunca aceitei isso como mulher, e não aceitarei isso como lésbica, ou o que quer que eu seja," Mercury disse. "Não sou pior por ser lésbica. Agora sou subversiva, sou rainha e sou provocativa." Quando indagada como ela poderia se casar com uma mulher depois de casar com dois homens numa entrevista coletiva à imprensa mais cedo no dia, ela disse que não compreendia a pergunta. "Mulheres têm pele macia, o cheiro delas é maravilhoso," ela explicou. "Gosto de pessoas de todas as cores e tipos," ela disse, descrevendo seu lar como um casa de 10 mulheres, inclusive 3 crianças adotadas e bichos de estimação. O assistente do representante da Argentina que moderou o evento como meio de prevenção respondeu por que a ONU promoveria o casamento de mesmo sexo, ainda que seja amplamente reconhecido que não é um direito humano. A meta do movimento LGBT não é apenas tolerância ou até mesmo não discriminação, ele disse, mas "ampliar a extensão do reconhecimento de direitos LGBTI." Daniel Radcliffe, que é autoridade da ONU, expressou militância ao introduzir o vídeo preparado por seu escritório. "A luta pelos direitos humanos pode realmente ser uma luta," ele disse, pedindo compromisso e coragem para "lutar esta luta," e "desmantelar estereótipos." O vídeo é parte da polêmica Campanha Livres e Iguais da burocracia de direitos humanos da ONU. A campanha busca contornar a ausência de um mandato para a burocracia da ONU promover direitos LGBT. Direitos LGBT não são universalmente reconhecidos pelos países membros da ONU e não são parte das leis internacionais de direitos humanos. No evento estava também Tracy Robinson, uma autoridade jamaicana da Organização dos Estados Americanos encarregada de promover direitos LGBT na América Latina, que descreveu os sucessos e fracassos do movimento LGBT na região. Ela frisou o "papel fundamental" do Executivo na América Latina como modelo para os países no mundo inteiro. "Normas de não discriminação foram introduzidas orginalmente com decretos executivos," ela explicou, descrevendo o caminho legislativo como "traiçoeiro" por causa da falta de apoio do povo à causa LGBT. Ela também frisou o papel das instituições nacionais de direitos humanos como fundamentais. Continuando, ela disse que consolidar os ganhos no cumprimento das leis criminais e mecanismos judiciais era essencial junto com melhor coleta de dados sobre crimes de ódio contra LGBT, os quais ele descreveu como "casuais ou não existentes" até agora. A América Latina é o grande caso que estabelecerá precedente para a promoção de direitos LGBT. Os Estados Unidos, os países nórdicos e europeus vêm despejando dinheiro na Organização dos Estados Americanos, e em organizações governamentais e não governamentais por uma década para mudar leis e políticas e promover a aceitação social da homossexualidade. Tradução: Julio Severo Fonte: Friday Fax Divulgação: www.juliosevero.com Leitura recomendada: Burocracia da ONU Imporá "Direitos LGBT," Apesar de Tensões |
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