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- “MATARAM MEU PAI SÓ POR QUE ELE DISSE QUE ERA CRISTÃO”
- RELIGIÃO DA PAZ? MESQUITA BRASIL DIZ QUE QUEM NÃO CUMPRE RAMADÃ DEVE SER "PENDURADO PELAS CANELAS SANGRANDO PELA BOCA"
- MARCHA PRÓ-HEZBOLLAH E ANTI-ISRAEL EM LONDRES, COM AUTORIZAÇÃO DO PREFEITO MUÇULMANO SADIQ KHAN
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Posted: 22 Jun 2017 07:41 PM PDT
O egípcio Mina Habib, de apenas 10 anos, raramente sai de casa nestes dias. Ele ainda está se recuperando após ter visto seu pai Adel ser assassinado por jihadistas do Estado Islâmico, em Minya. Em meados de maio, 29 cristãos coptas estavam indo para uma reunião de oração em um mosteiro quando foram atacados pelos extremistas muçulmanos. Em entrevista à agencia Reuters, Habib contou que estava no ônibus que foi atacado e que seu pai foi obrigado a descer, junto com vários outros. Os homens mascarados perguntaram se eles queriam negar a Jesus e se converter ao Islã. Diante da negativa, começaram a executar um a um com tiros na cabeça. "Nós vimos pessoas sendo mortas, simplesmente jogadas ao chão", relata o menino, que hoje recebe apoio psicológico de uma igreja copta local. Seu irmão mais velho, Marco, conseguiu escapar com vida e visita regularmente o monastério para ler a Bíblia como forma de terapia. "Eles pediram que meu pai se identificasse. Depois, mandaram que ele recitasse a profissão de fé muçulmana. Ele se recusou, dizendo que era cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no veículo", relata Habib sobre os últimos minutos de vida de Adel. Ainda segundo o jovem, eram 15 homens armados e mascarados, que mataram várias crianças, sempre perguntando antes da execução se elas eram cristãs. Acrescentou que toda vez que os jihadistas atiravam em alguém, gritavam "Allah é grande" e comemoravam. Hanaa Youssef, a mãe de Mina e Marco, conta que tem orgulho de seus filhos, mas diz que ela e os demais coptas da região sentem-se indefesos diante de tanta violência. Ressalta que o governo egípcio não tem tomado providencias para protegê-los e por isso temem novos ataques. "Meu marido visitava regularmente o monastério há mais de 25 anos e esse tipo de coisa nunca tinha acontecido por aqui", relata. O Estado Islâmico vem promovendo uma guerra contra os coptas egípcios, que são cerca de 10% da população. Desde o final do ano passado, promoveram numerosos atentados nos últimos meses, tanto contra grupos quanto contra indivíduos, tendo deixado claro em vídeo divulgado na internet que seu objetivo é exterminar o cristianismo do país.
Por Jarbas Aragão - Gospel Prime
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Posted: 21 Jun 2017 08:32 PM PDT
![]() Página de Facebook explica a muçulmanos brasileiros o que fazer com quem não cumprir o jejum do Ramadã: tratá-lo pior do que gado. A página do Facebook "Mesquita Brasil", promove o islamismo em nosso país, sendo curtida por mais de 2 milhões e 700 mil pessoas. Marca o endereço da SBM – Sociedade Beneficente Muçulmana, a Comunidade Islâmica, na Rua Barão de Jaguara, 632, no Cambuci, São Paulo. Durante o mês sagrado do Ramadã, a página tem dado dicas sobre o jejum que muçulmanos precisam seguir. Em um dos posts, a página responde a dúvida sobre qual é a punição muçulmana para aqueles que não cumprem o jejum obrigatório islâmico a ser cumprido durante este mês de Ramadã. Citando sentenças do Cheikh Mohamad bin Uçaimin, a página responde tecnicidades sobre a prática do jejum obrigatório. Na pergunta 15, postada no dia 15 de junho, a página da Mesquita Brasil responde qual a punição adequada para quem descumpre o jejum no Ramadã sem qualquer motivo. A resposta vem na forma de um hadith (compilado sobre a vida do profeta Maomé) de Abu Umama. São ditos que exemplificam o que o muçulmano deve fazer – e Abu Umama afiança que o não-jejuador está em grande perigo. Conforme garantido por Al Dhahby, a Mesquita Brasil responde simplesmente relatando que um povo inteiro foi pendurado pelas canelas "machucadas", de cabeça para baixo, e com sangue escorrendo da boca (a causa do sangue não precisa ser explicitada). Nada mais é preciso ser dito ou respondido sobre a religião da paz: Há também relatos técnicos sobre pomadas, a obsessão com a "impureza" da menstruação, escovas de dentes, além de questões sobre se supositórios ou injeções anais afetam o jejum no Ramadã (felizmente, apenas a menstruação exige ajustes; em outros casos, lubrificantes é que podem ser o problema). Como o Ocidente ainda tenta entender o islamismo apenas pela dicotomia terrorista/não-terrorista, esquece-se de que o terrorismo é apenas um dos vários meios possíveis para a islamização, e que uma terra islamizada, que passa de Dar al-Harb (lar da guerra) para Dar al-Islam (lar da "paz", ou da submissão), é submissa à shari'ah, a lei civil-religiosa-teológica-cosmológica do islamismo. E a shari'ah possui penas para mulheres que se exibem em público, que andam desacompanhadas, que encostam em homens quando estão menstruadas. Ou para homossexuais, para não-islâmicos (no caso citado pela Mesquita Brasil, trata-se de um povo inteiro), para adúlteros. E as penas vão de apedrejamento a ser pendurado de cabeça para baixo seguindo o modo de abatimento halal, o único permitido para se comer cabritos no islamismo (embora comer em outro sentido possa ser permitido em determinadas circunstâncias). Não à toa, o Alcorão chama não-muçulmanos de porcos e macacos – e o tratamento a eles, como se vê, não é muito melhor. Sem nenhum islâmico precisar prestar depoimento à polícia por isso. Enquanto não são maioria, muçulmanos vivem em Dar al-Hudna, em "trégua" (e não paz) com a terra a ser conquistada, e até cumprem as leis locais. Com maioria populacional, mesmo sem precisar da jihad ou da sua versão moderna, o terrorismo covarde, a lei religiosa, civil, moral, costumes, regras até para escovar os dentes etc serão substituídas pela shari'ah. E as pessoas que tratam o islamismo como a "religião da paz" por nem todos serem terroristas (como nem todo ocidental é um soldado) logo saberão o que é a "paz" (shalam) apregoada pela shari'ah. Você pode conferir por si: https://www.facebook.com/mesquitadobrasil.sbm/photos/a.266811933428800.54905.264292503680743/1239752682801382/?type=3&theater
Via http://sensoincomum.org/2017/06/21/mesquita-brasil-ramada-pendurado/
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Posted: 21 Jun 2017 08:15 PM PDT
![]() A marcha anual "Al Quds" - que significa Jerusalém para os muçulmanos - juntou algumas centenas de apoiantes que arrogantemente exibiram bandeiras do grupo terrorista islâmico Hezbollah num desfile que os levou ao centro de Londres. Os manifestantes foram escoltados por uma forte presença policial e à medida que caminhavam em direcção ao centro iam gritando palavras de ordem, acusando Israel de genocídio e crimes contra a humanidade, e exibindo cartazes com frases como: "Somos todos Hezbollah", "Boicotem Israel" e "Palestina livre." Entre os participantes desta condenável manifestação encontravam-se também membros da seita judaica anti-Israel"Naturei Karta", que, ao lado dos defensores do Hezbollah, bradavam: "Basta de rabinos!", "Basta de sionistas", e"Basta de sinagogas!" PERMITIDO PELO MAYOR, ELE PRÓPRIO MUÇULMANO...
Mais de 20 mil pessoas assinaram recentemente um manifesto, pedindo que a manifestação fosse ilegalizada, mas o presidente londrino, o muçulmano Sadiq Khan alegou não ter autoridade para tomar essa decisão...
Apesar de o braço armado do Hezbollah ser proibido no Reino Unido, o braço político dessa organização terrorista islâmica tem permissão para se manifestar publicamente. Vá lá o diabo saber porquê... CONTRA-MANIFESTAÇÃO Ao mesmo tempo que os inimigos de Israel se expressavam livremente nas ruas da capital de um estado que se diz democrático e que tem sido vítima de vários ataques terroristas recentes cometidos por grupos muçulmanos, centenas de manifestantes pró-Israel organizaram uma contra manifestação, cujo líder apelou aos dirigentes da marcha anti-Israel para que no próximo ano não a realizem em Londres, mas sim em Teerão... Vladimir Bermant, representante do Congresso Mundial Judaico, afirmou: "O caminho do Hezbollah é de violência. Infelizmente, nós, os cidadãos de Londres já estamos habituados às bandeiras do terrorismo e aos apelos de 'Morte a Israel' e de 'Morte à América.'" E acrescentou: "São esses os mesmos terroristas da Torre de Londres, de Manchester, ou de outro qualquer lugar. É por isso que a manifestação 'Al Quds' tem de ser proibida. Trazer crianças a uma marcha como esta cria um problema de radicalização que será muito difícil de solucionar no futuro." Shalom, Israel!
Via http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/
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