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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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    quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

    O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero


    Posted: 11 Feb 2016 12:27 PM PST


    Como pode um católico participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão aos demais católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do pérfido heresiarca?

    O artigo O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.




    Ataques sexuais contra mulheres na virada do ano na Alemanha


    Posted: 11 Feb 2016 12:13 PM PST


    Acolhidos como refugiados e provenientes sobretudo de países de religião muçulmana, grupos organizaram ataques sexuais na Alemanha na noite de 31 de dezembro último. Casos análogos ocorreram em outros países europeus.

    O artigo Ataques sexuais contra mulheres na virada do ano na Alemanha apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.





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    Home » Religião » História da Igreja » O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero


    • O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero



    • Como pode um católico participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão aos demais católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do pérfido heresiarca?


    • Lutero queima a bula de sua excomunhão


    Muitas vezes os atos e gestos simbólicos têm maior força de persuasão do que as palavras e os raciocínios, embora ambos se completem. Foi assim que o Divino Salvador continuamente alternava sua pregação com gestos simbólicos e o uso de metáforas e parábolas.

    Também por essa razão a Igreja sempre se cercou de símbolos para tornar mais perceptíveis a beleza de sua doutrina, a sacralidade de sua liturgia, a dignidade e a autoridade dos seus hierarcas. O papa era coroado solenemente para simbolizar o poder conferido a ele por Nosso Senhor, como sucessor de São Pedro, no governo da Igreja e orientação da Cristandade.

    • Magistério por atos simbólicos


    O atual Sumo Pontífice usa muito de gestos simbólicos e tem um magistério mais feito de atos e atitudes do que propriamente de palavras, embora ele as use e, infelizmente com frequência, de modo confuso e mesmo escandaloso como o famoso “quem sou eu para julgar?”

    Na linha de seu magistério por atos e gestos, é de suma gravidade sua anunciada participação nas comemorações da revolta do monge apóstata e heresiarca Martinho Lutero.

    Como informou o Vatican Informative Service de 25 de Janeiro último, Francisco irá este ano à cidade de Lund, na Suécia, onde, juntamente com dirigentes luteranos “presidirá a uma comemoração conjunta da Reforma em 31 de Outubro.”[1] Como se recorda, foi nessa data que, em 1517, Lutero teria afixado na porta da igreja do castelo de Wittenberg as suas 95 teses.[2]

    A comemoração de um fato histórico não é uma simples lembrança do mesmo, como poderia ocorrer numa aula de história. É uma rememoração festiva e com louvor de algo que se julga digno de admiração, imitação ou mesmo de devoção. É assim que em 2017 o orbe católico comemorará o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima.

    Como pode o Papa Francisco participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão a católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do heresiarca?

    • Condenação solene dos erros de Lutero


    •  

    Convém lembrar que o Papa Leão X, com a Bula Exsurge Domine June 15 de junho de 1520, condenou solenemente 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517:

    “Pela autoridade do Deus Todo-Poderoso, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, e de nossa própria autoridade, nós condenamos, reprovamos, e rejeitamos completamente cada uma dessas teses ou erros como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivos aos ouvidos piedosos ou sedutores das mentes simples, e contra a verdade católica. Listando-os, nós decretamos e declaramos que todos os fiéis de ambos os sexos devem considerá-los como condenados, reprovados e rejeitados… Nós os proibimos a todos em nome da santa obediência e sob as penas de uma automática excomunhão…”

    Do mesmo modo, o papa condenava os outros escritos de Lutero:

    “Ainda mais, por causa dos precedentes erros e de muitos outros contidos nos livros ou escritos e sermões de Martinho Lutero, nós do mesmo modo condenamos, reprovamos e rejeitamos completamente os livros e todos os escritos e sermões do citado Martinho, seja em Latim seja em qualquer outra língua , que contenham os referidos erros ou qualquer um deles ; e desejamos que sejam considerados totalmente condenados, reprovados e rejeitados. Proibimos a todos e a qualquer um dos fiéis de ambos os sexos, em nome da santa obediência e sob as penas acima em que incorrerão automaticamente, de ler, sustentar, pregar, louvar, imprimir, publicar ou defendê-los.”[3]

    • Furor contra o Papado


    A resposta do heresiarca, em seu estilo arrogante e vulgar, foi o panfleto de 4 Novembro desse mesmo ano, Contra a Execrável Bula do Anticristo, no qual proclamava:

    “Tu, então, Leão X, e vós cardeais e o resto de vós em Roma, eu lhes digo em vossa face …. a renunciar à vossa blasfêmia diabólica e impiedade audaciosa, e, se não mudardes, teremos vosso lugar como possuído e oprimido por Satanás e como o maldito assento do Anticristo.“

    O furor de Lutero contra o papado levou-o a incorrer sempre mais na vulgaridade, chegando a usar termos e a encomendar e promover gravuras inimagináveis.

    Com um pedido de desculpas ao leitor, transcrevemos aqui uma amostra. Trata-se da apreciação feita por um historiador protestante do libelo de Lutero Contra o Papado em Roma, fundada pelo diabo, publicado na revista Concordia Theological Quarterly da Igreja Luterana do Sínodo de Missouri:

    “Lutero superou até mesmo a violência e vulgaridade da Contra Hanswurst [na qual atacava o duque católico Henrique de Brunswick] em seu libelo de 1545 intitulado Contra o Papado em Roma, fundado pelo diabo. Na esteira desses tratados, publicou uma série de xilogravuras escatológicas e violentas que, de um mdodo gráfico, sugeria como os bons cristãos deviam tratar o papado. Nesses e em outros tratados, Lutero bestializava seus oponentes, com maior freqüência comparando-os com suínos ou burros, ou chamando-os de mentirosos, assassinos, e hipócritas. Eles eram todos os asseclas do demônio. … [chamou o Papa Paulo III, 1534-1549] ‘Sua Sodomita Infernal’ Papa Paula III, e utilizou palavras como excremento por toda parte com toda naturalidade. Nas xilogravuras por Lucas Cranach que Lutero encomendou no final de sua vida, eram apresentadas a Igreja papista como saindo do ânus de uma enorme diaba e sugeria, mais uma vez que o Papa, os cardeais e bispos deviam ser pendurados na forca com suas línguas de fora.” [4]

    O mesmo artigo informa:

    “Quando perguntado por que havia publicado as caricaturas, Lutero respondeu que percebeu que não tinha muito tempo de vida e que ele ainda tinha muito que deveria ser revelado sobre o papado e seu reino. Por esta razão, ele havia publicado as fotos, cada uma valendo por um livro, do que deveria ser escrito sobre o papado. Era, ele afirmou, seu testamento.”[5]

    Em 1529 proclamava Lutero:

    “Sob o papismo nós estávamos possuidos por cem mil diabos.”[6]

    Uma das mais suaves críticas de Lutero ao Papa é este seu comentário nas Conversas à mesa:

    “Anticristo é o papa e o Turco [o Grão-Turco] em conjunto; uma besta cheia de vida deve ter um corpo e alma; o espírito ou alma do anticristo é o papa, sua carne ou o corpo, o Turco. O segundo assalta e persegue a igreja de Deus corporalmente; o primeiro espiritual e corporalmente também, com suspensão, fogueiras, assassinatos, etc.”[7]

    • Doutrina da falsa misericórdia


    A essência da doutrina de Lutero é a justificação somente pela fé. Mas a consequência dessa doutrina é um falso conceito da misericórdia de Deus. O Frei Serafino Lanzetta, analisando o livro do Cardeal Walter Kasper, Misericórdia: A Essência do Evangelho e a chave da vida cristã, escreve:

    “Historicamente, segundo julga Kasper, apoiado por O. H. Pesch, ‘a idéia de um Deus vingativo e castigador lançou muitos na angústia em relação à sua salvação eterna. O caso mais conhecido, e um prenúncio de graves conseqüências para a História, é o do jovem Martin Lutero, que foi durante muito tempo atormentado pela pergunta: ‘Como posso encontrar um Deus bondoso?’, até que ele reconheceu um dia que, no sentido da Bíblia, a justiça de Deus não é a sua justiça punitiva, mas a sua justiça justificadora e, portanto, sua Misericórdia. ‘”[8]

    Essa doutrina está bem sintetizada na famosa carta de 1521 de Lutero a Melanchthon:

    “Se você é um pregador da misericórdia, não pregue uma misericórdia imaginária mas a verdadeira. Se a misericórdia é verdadeira, você deve levar em conta um verdadeiro pecado, não um pecado imaginário. Deus não salva aqueles que são apenas pecadores imaginário. Seja um pecador, e peca fortemente, mas que sua confiança em Cristo seja mais forte, e se alegre em Cristo, que é o vencedor do pecado, da morte e do mundo. … Basta que através da glória de Deus reconheçamos o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Nenhum pecado pode nos separar d’Ele, mesmo que matemos e cometamos adultério milhares de vezes por dia. Você acha que tal Cordeiro exaltado pagou apenas um pequeno preço com um magrosacrifício pelos nossos pecados? Reze forte porque você é um grande pecador.
    No dia da Festa de São Pedro Apóstolo, 1521” [9]

    Em outro lugar escreveu Lutero:

    “É conveniente que nós nos tornemos injustos e pecadores, a fim que Deus seja reconhecido justo em suas palavras.”[10]

    Alguns escritores, mesmo católicos, procuram apresentar essas palavras de Lutero como meras hiperbóles, uma vez que ele também fala contra o pecado. No entanto, essa doutrina do pecca fortiter, é a consequência da “iluminação” que ele recebeu na cloaca do convento, ou seja, de que é somente a fé, sem as obras, a “sola fide”que salva.[11]

    Já em 1516, portanto antes de sua revolta pública, Lutero escrevia ao seu confrade agostiniano George Spenlein:

    “Sede um real pecador porque Cristo habita apenas nos pecadores.”[12]

    Lutero deixa claro, no seu panfleto A Igreja no Cativeiro da Babilônia, que o único pecado pelo qual uma pessoa pode se perder é o da incredulidade. Crendo, uma pessoa, por maior pecador que seja, estará salva:

    “Veja o quão rico é, portanto, um cristão, aquele que é batizado! Mesmo que ele queira, ele não poderá se perder, por mais que peque, a menos que ele deixe de crer. Porque nenhum pecado pode condená-lo fora a incredulidade. Todos os outros pecados, enquanto a fé na promessa de Deus feita no batismo retorne ou permaneça, todos os outros pecados, digo eu, são imediatamente apagados por essa mesma fé, ou melhor, através da verdade de Deus, porque Ele não pode negar a si mesmo.”[13]

    Em um sermão de 1532 Lutero pregava:

    “Tirando a incredulidade, não há mais pecados: todo o resto são bagatelas. Quando meu pequeno Joãozinho vai defecar em um canto, a gente ri e cabou-se. Fides facit ut stercus non feteat [A fé faz com que as fezes não cheirem]. Resumo dos resumos: a incredulidade é a o único pecado em relação ao Filho [de Deus].”[14]

    • Lutero: a Missa católica, pior que um prostíbulo



    Pregava Lutero em 1524:

    “Sim, eu o digo, todos os prostíbulos, que no entanto Deus condenou severamente, todos os homicidios, mortes, roubos e adultérios, são menos prejudiciais do que a abominação da Missa papista.”[15]

    No já citado panfleto O Cativeiro da Igreja na Babilonia, Lutero dizia que o padre “oferecendo a missa como um sacrifício …. é o auge da perversidade!”[16]

    • O Espirito de Verdade não induz ao erro


    As citações poderiam continuar, mas os textos apresentados são suficientes para deixar claro que as doutrinas, bem como a personalidade do heresiarca, cuja revolta arrastou nações inteiras para fora do único redil de Cristo, nada têm de comum com a Igreja Católica.

    Não se entende então porque o atual Papa, ele mesmo um Jesuíta, Ordem religiosa suscitada por Deus para combater o Protestantismo, empreenda uma viagem para comemorar o centenário de uma revolta contra a Igreja.

    A missão dada a São Pedro foi a de alimentar as ovelhas de Cristo;[17] o encargo de confirmar os irmãos na fé[18]; ele recebeu as chaves do reino dos Céus[19] para conduzir as almas para à bem-aventurança eterna.

    O Concílio Vaticano I deixou claro que

    “o Espírito Santo foi prometido aos sucessores de Pedro não para que eles possam, por sua revelação, dar a conhecer algumas novas doutrinas, mas que, pela sua assistência, eles possam guardar religiosamente e expor fielmente a revelação ou depósito da fé transmitida pelos apóstolos.” [20]

    Com efeito, o Espírito Santo é um “Espírito de Verdade”[21] e não pode inspirar o erro, seja por meio de palavras, atos, gestos ou atitudes.

    • “Um sinistro supermercado de religiões”


    Em situação semelhante, na comemoração do quinto centenário do nascimento do monge apóstata, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dedicou sua vida à defesa da Igreja e do Papado, escreveu estas palavras de advertência:

    “Não compreendo como homens da Igreja, contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas, etc.

    E concluiu:

    “Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões, filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia? Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.”[22]

    • A Igreja vencerá mais esta crise


    •  

    No seu luminoso ensaio Revolução e Contra-Revolução, o mesmo pensador católico escrevia estas palavras cheias de esperança sobre a Igreja:

    “Alios ego vidi ventos; alias prospexi animo procellas, poderia ela dizer ufana e tranqüila em meio às tormentas por que passa hoje. A Igreja já lutou em outras terras, com adversários oriundos de outras gentes, e por certo enfrentará ainda, até o fim dos tempos, problemas e inimigos bem diversos dos de hoje.”[23]

    Aproximando-se o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, peçamos a Ela que apresse o cumprimento da promessa feita nessa ocasião:
    • “Por fim o meu Imaculado Coração triunfará.”


    • Notas:


    [1]http://www.news.va/en/news/joint-ecumenical-commemoration-of-the-reformation (Salvo indicação em contrário, todas as ênfases nos textos aqui citados são do autor deste artigo).

    [2] O historiador Pe. Ricardo Garcia-Villoslada, S.J., em seu livro sobre Lutero, apresenta argumentos e documentação muito convincentes de que este ato não se deu. Nem Lutero o menciona em seus escritos, nem tal fato é registrado por cronistas contemporâneos. Foi somente depois de sua morte que Melanchthon, que não estava em Wittenberg nessa época, mencionou o suposto ato. Caso ele se tivesse dado, posto que se tratava da véspera de Todos os Santos, uma festa muito concorrida na igreja do Castelo de Wittenberg, ele teria chamado muito a atenção e seria referido nas crônicas. (Ricardo Garcia-Villoslada, Lutero El Frayle Hambriento de Dios, BAC, Madrid, 1973, v. 1, pp.334-338). Mas o que importa é que, real ou não, esse fato ficou como símbolo da revolta luterana.

    [3] Leão X, EXSURGE DOMINE, 15.06.1520, Tradução: José Fernandes Vidal, at http://agnusdei.50webs.com/exsdom1.htm, acessado em 2/2/16.

    [4] Mark U. Edwards, Jr., Luther’s Last Battles, CONCORDIA THEOLOGICAL

    QUARTERLY, Volume 48, Numbers 2 & 3 APRIL-JULY 1984, pp. 126-127 (emphasis original), http://www.ctsfw.net/media/pdfs/edwardslutherslastbattles.pdf, acessado em 29/1/16.

    [5] Idem, p. 133.

    [6] Werke, t. XXVIII, p. 452, 11, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col.1170.

    [7] THE TABLE-TALK OF MARTIN LUTHER ,TRANSLATED BY WILLIAM HAZLITT, Esq.

    Philadelphia: The Lutheran Publication Society. 1997, at http://reformed.org/master/index.html?mainframe=/documents/Table_talk/table_talk.html, (acessado 27/1/16).

    [8] Fr Serafino M. Lanzetta, Kasper’s Perplexing Notion of “Mercy” Is Not What Church Has Always Taught – an extensive book review, and its implications for Marriage, at http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/09/kaspers-perplexing-notion-of-mercy-is.html, acessado 1/2/126.

    [9] Let Your Sins Be Strong: A Letter From Luther to Melanchthon, Letter no. 99, 1 August 1521, From the Wartburg (Segment) Translated by Erika Bullmann Flores from: _Dr. Martin Luther’s Saemmtliche Schriften Dr, Johannes Georg Walch, Ed. (St. Louis: Concordia Publishing House, N.D.), Vol. 15,cols. 2585-2590. http://www.iclnet.org/pub/resources/text/wittenberg/luther/letsinsbe.txt (acessado 27/1//16).

    [10] Werke, t. IV, p. 343, 22, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col. 1212.

    [11] Em 1532 Lutero fazia a seus convivas a seguinte confidência, recolhida nas Conversas à mesa: “O Espírito Santo me deu essa intuição nesta cloaca” (T.R., t. II, n. 1681, t. III, n. 3232ª, in Paquier, col. 1207).

    [12] Enders, Luthers Briefwechsel, I, p. 29, in Hartmann Grisar, S.J., Martim Luther his Life and Work, The Newman Press, Wstminster, Maryland, 1960, p. 68.

    [13] Martin Luther, The Babylonian Captivity of the Church – A prelude 1520, 3.8, at http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm (acessado 281//16).

    [14] Werke, t. XXXVI, p. 183, 7, in Paquier, col. 1249.

    [15] Werke, t. XV, p. 774, 18, apud J. Paquier, col. 1170.

    [16] The Babylonian Captivity of the Church, n.7.11, http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm.

    [17] João 21:15-17.

    [18] Lucas 22:32.

    [19] Mateus 16:19.

    [20] Denzinger 1836.

    [21] João 14:21.

    [22] Lutero pensa que é divino!, 10 de janeiro de 1984 , Folha de S. Paulo, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP_84-01-10_Lutero_pensa.htm#.VrE9ilkwCZM, acessado 2/2//16.

    [23] Revolução e Contra-Revolução, II, 12, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR.pdf. acessado 3/2/16.


    500 anos da Reforma, Bula Exsurge Domine, Contra-reforma, Leão X, Lutero, Martinho Lutero, reforma protestante, Revolução Protestante












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    Da Justiça a clava forte

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  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara