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SÃO UNS COVARDES – IRREMEDIAVELMENTE!
- by liciomaciel
CONHHEÇO ESSE "genera" DESDE QUANDO ELE ERA CAPITÃO (enfrentou uma covarde agressão do fdp Nini numa reunião no CMP e quase o mandou a merda...), filho de amigo meu (Leo) c companheiros de trabalho Cyro e Alcides, além de conhecer bem o avô (Alcides, respeitado Ministro da Guerra quando eu era 2*tenente). Perdeu a fibra nas salas refrigeradas de Brasília, no esforço de carregar alamares nos salões palacianos do PT, como, aliás, estamos presenciando seguidamente naqueles que passaram toda uma vida perguntando: "onde é que está escrito?" - está aí ESCRITO, seu merda, no seu nariz - na CONSTITUIÇÃO - CUMPRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(quem quiser maiores detalhes do que afirmo aqui, é só solicitar por e-mail: liciomaciel@gmail.com citando SOLICITO DOCUMENTO OFICIAL) - remeterei online, imediatamente, seofa...).
Este artigo da dra. AILEDA, além de se constituir numa leitura de linguagem correta, deve ser guardado para ser lido para netos e bisnetos após o completo caos do que fora uma esperançosa Nação...
Em 31 de janeiro de 2016 22:10, Aileda de Mattos Oliveira escreveu:
A QUEBRA DA CERVIZ MILITAR
- ( Aileda de Mattos Oliveira)
"É dever de cada soldado manter viva a memória daqueles que foram covardemente imolados pela mão insana da intolerância ideológica." (Gen. de Ex. Sergio Westphalen Etchegoyen, 30/11/2012, JI 222, p. 23)
O compromisso que assumi com a minha consciência foi de restringir-me, nos artigos, a três únicos temas, para mim, de fundamental importância: defender o Brasil, defender as Forças Armadas e atacar ideologias que se contraponham à nossa formação.
Portanto, quando me utilizo da arma da palavra na crítica às Forças, principalmente, ao Exército, não estou atirando na tropa, nem na Instituição, que continuam inatacáveis, mas na cúpula, nos Generais, que estão, burocraticamente, vendo a "estabilidade" do Brasil por lunetas mágicas.
É inaceitável, por incompreensível, que estejam se perdendo os enaltecidos valores inerentes à caserna, agora moldados ao jeito civil, pela clara adesão ao "politicamente correto" da sujeição, que lhes garante, sem prejuízo, a função que ocupam. Atitude decepcionante para o contingente da população que sempre aplaudiu a voz decidida e decisiva da caserna, hoje afônica, sem vigor, irreconhecível.
Não estamos apoiando a intervenção militar e a dominação política do Estado pelos quartéis. Apoiamos, sim, a intervenção altiva dos Generais na defesa da Instituição Exército, constantemente humilhada por indivíduos sem escrúpulos, com vida pregressa criminosa, por uma presidente sem reputação, por jornalistas desfibrados e comprometidos, por congressistas enlameados, sem que haja indignação e repúdio às calúnias dessa torpe gangue de esquerdistas e oportunistas.
Apoiamos, sim, a presença dos Generais exigindo o cumprimento da letra constitucional, acintosamente desrespeitada por esses escravos do dinheiro, responsáveis pela desmoralização internacional do país.
A intervenção, sim, para se fazerem presentes e calarem aqueles que nos ameaçam com confronto armado e ignoram a importância das Forças Regulares, justamente, por elas se manterem resignadas ao papel acessório que lhes impuseram. Transformaram seus comandados em 'caça-traficantes da Maré' e, agora, em 'caça-mosquitos da dengue', com a aquiescência da alta hierarquia militar.
É uma afronta aos Antigos Generais que, num passado recente, devolveram ao país a estabilidade das instituições, a verdadeira estabilidade que possibilitou, inclusive, a formação dos Atuais Generais que, sem nenhum constrangimento, aceitam, de cerviz curvada, que os chacais da nação lhes digam como comandar. É uma vergonha!
Não imaginávamos tão drásticas mudanças de atitudes, perceptíveis nas boas-vindas aos recém-promovidos Generais. A omissão do 'Dia da Traição' é o indício da nova tendência de adaptação às injunções governamentais, assumida pelos Chefes, mesmo diante da degradação intencional do país por um governo da mesma ideologia dos traidores.
Em 2012, o autor da frase em epígrafe considerou um "dever de cada soldado" trazer na memória a perfídia sofrida, pelas vítimas dos comunistas, em 1935. Em 2014, veio a público a sua indignação na defesa veemente da memória do pai, das acusações espúrias, lançadas pelos chicaneiros da Comissão da Verdade. Porém, em 2015, na "Saudação aos Novos Oficiais-Generais", citando as epopeias em que a espada de Caxias participou ativamente, saltou etapas, sem dúvida, desagradáveis aos ouvidos do ministro da Defesa e aos da comandante em chefe.
De Rondon, chegou a Mascarenhas de Moraes, 'esquecendo' a declaração anterior de ser um "dever de manter viva" a maior traição sofrida por militares brasileiros, a Intentona Comunista, comandada pelo apátrida Prestes, a soldo da então União Soviética. Foi apagada a insídia vermelha da cronologia. A espada de Caxias retornou à bainha, envergonhada.
Uma notícia estranha foi divulgada. Militares chineses estariam recebendo instruções no CIGS, adestrando-se em sobrevivência na selva. Se verdadeira, não são os primeiros estrangeiros, como nos mostram os vídeos do CMA, mas pelo que saibamos, são os primeiros comunistas a adentrarem no ambiente que seria, até então, o nosso trunfo para a salvaguarda da soberania brasileira.
Transmitimos aos nossos potenciais inimigos as estratégias de defesa do nosso território, damos a eles a resistência física e psicológica de tão rigoroso treinamento, para nos combater, em igualdade de condições, na selva, se um dia, isso acontecer. É inacreditável tanta ingenuidade!
São acordos assinados no Planalto, hoje, Central Comunista, onde uma caneta guerrilheira libera tudo o que respeita à entrega de nossas riquezas e de nossa soberania, naturalmente, com o aval do ministro da Defesa, de igual linha doutrinária. A que ponto se deixaram levar as nossas Forças Armadas que tudo aceitam, sem reação, com excessiva leniência! Outra vergonha!
Acordos de instrução compartilhada fazem os países aliados. Jamais com comunistas! Com responsabilidade na defesa da soberania de seus países, patrioticamente, limitam informações e adestramento, a fim de preservar seus territórios, mantendo em domínio secreto os recursos que se converterão, num conflito, em supremacia e em vitória contra o inimigo e na independência de suas nações.
Por persistirem na equivocada crença de que em nome da disciplina devem despersonalizar-se, estão sendo vistos, pelos olhos da devotada e leal parcela do povo, defensora constante do Brasil, como indiferentes à depredação da pátria praticada pela canalha petista. Que estapafúrdia contradição nas hostes militares!
Vemos o Brasil inerme, inerte, anêmico, deixar-se destruir por um partido que o tornou seu patrimônio particular. Mesmo diante de tantas evidências, percebemos terem os Generais aderido à cômoda tese da "estabilidade", defendida pelo Comandante da Força Terrestre. De que lado estarão, no momento decisivo?
Receio ter de voltar a dizer, como resposta: "Mais uma vergonha!"
(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)
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