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GOVERNO DE ISRAEL: ACORDO DE PAZ COM PALESTINOS ESTÁ “MAIS PERTO QUE NUNCA”
IMPASSE COM CATAR PODE GERAR GUERRA NO GOLFO, DIZ MINISTRO ALEMÃO
MAIS DE 100 MIL CASOS SUSPEITOS E 789 MORTES POR CÓLERA NO IÊMEN
ESQUERDA EUROPEIA QUER ENTREGAR IGREJAS À ISLÂMICOS
Posted: 10 Jun 2017 06:25 PM PDT
Intervenção de Donald Trump pode ser fundamental para resolução, e a partir daí, pode surgir a figura do judeu Jared Kushner, nomeado pelo próprio Trump para "produzir a paz no "Oriente Médio".
Vamos aguardar os próximos capítulos.
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O ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman, afirmou esta semana que israelenses e palestinos estão "mais perto que nunca" de assinar um acordo de paz. Além disso, acredita que a possibilidade de estabelecer plenas relações diplomáticas com alguns países árabes fará com que o governo Netanyahu g aceite o acordo.
"Estamos mais perto do que nunca de fechar acordo", afirmou Lieberman a um canal de TV israelense. "Espero que sejamos capazes de entender que existe esta opção."
Lieberman não deu detalhes sobre o plano, ao que se referiu somente como "acordo", mas indicou que o governo de Donald Trump vem intervindo para construir o pacto, que contará ainda com o apoio de outros participantes regionais.
Quando foi perguntado como era possível o acordo, Lieberman respondeu: "Porque Trump entrou em cena e, como venho já dizendo, os países árabes internalizaram que seu problema não é Israel. Israel pode ser a solução do problema", ressaltou o ministro.
"Se alguém chega e propõe um acordo que inclua um pacto com todos os países árabes moderados, que comporte a abertura de embaixadas, relações comerciais e voos direitos, penso que conseguiremos a grande maioria no Parlamento e entre o povo", disse Liberman.
Assegurou também que o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, está fazendo "todos os esforços" possíveis para que Israel feche logo o acordo de paz.
O discurso do governo israelense parece refletir o que fontes da Casa Branca vem ressaltando sobre um trabalho junto aos governos árabes do Oriente Médio para que se chegue ao "momento ideal" para a assinatura de um tratado de paz. Com informações de Times of Israel
Por Jarbas Aragão - Gospel Prime
Posted: 10 Jun 2017 06:18 PM PDT
O ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Sigmar Gabriel, alertou neste sábado que a disputa entre o Qatar e outros países árabes do Golfo Pérsico pode levar a uma guerra na região, o que demanda uma solução rápida para o impasse.
"Há um risco de que essa disputa leve a uma guerra", afirmou Gabriel ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung.
O ministro alemão ainda considerou "dramática" a aspereza das relações entre os países da região do Golfo, relembrando o início da crise, deflagrada na última segunda-feira.
Gabriel revelou ter conversado ao longo desta semana com autoridades da Arábia Saudita, Qatar e Turquia, e que chamadas telefônicas com os ministros de Relações Exteriores do Irã e do Kuwait aumentaram a sua preocupação.
˜Depois das minhas conversas nesta semana, eu sei o quão séria é a situação, mas eu acredito que há também boas chances de ocorrerem progressos", completou o ministro alemão.
No início desta semana, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Egito e Bahrein romperam relações diplomáticas com o Qatar, cortando ainda todas as conexões de transporte. O vizinho é acusado de ter vínculo com indivíduos e entidades consideradas terroristas – como o Daesh – e também com o Irã, nação inimiga desses países.
Os Estados Unidos acompanham a situação de perto e, de acordo com o secretário de Estado Rex Tillerson, o Qatar está cuidando da questão, mas é preciso fazer "mais e mais rápido". Já o presidente Donald Trump alertou para as "conexões históricas" do Qatar com terroristas e pediu pulso firme ao líder do país, emir Tamin ben Hamad al Thani.
Fonte: Sputnik: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201706108618662-perigo-de-guerra-qatar-golfo-ministro-alemao/
Posted: 10 Jun 2017 05:47 PM PDT
A epidemia de cólera que atinge o Iêmen desde o final de abril já deixou 789 mortos e registrou mais de 100.000 casos suspeitos, anunciou nesta quinta-feira a Organização Mundial da Saúde.
"Até esta data, 101.820 casos suspeitos de cólera e 789 mortes foram assinalados em 19 províncias" desde o surgimento da doença, em 27 de abril, neste país em guerra, informou um porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic.
Em 19 de maio, quando já havia mais de 23.000 casos suspeitos, a OMS disse temer até 250.000 casos dentro dos próximos seis meses.
De acordo com um comunicado divulgado nesta quinta-feira pela Oxfam, atualmente no Iêmen, uma pessoa morre a cada hora de cólera.
"O Iêmen está à beira do caos", declarou o diretor da Oxfam no país, Sajjad Mohammed Sajid, citado no comunicado.
Se a epidemia não for contida, irá "ameaçar a vida de milhares de pessoas nos próximos meses", ressaltou a ONG, que apela a um "cessar-fogo imediato" para permitir que os trabalhadores humanitários atuem no país.
A cólera é uma infecção intestinal aguda causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados com o Vibrio cholerae.
Quando alguém apresenta sintomas, são na maioria dos casos de leves a moderados. No entanto, uma minoria desenvolve diarreia aquosa aguda, acompanhada de desidratação grave. Sem medicação e tratamento, este quadro pode ser fatal, de acordo com a OMS.
A epidemia está se espalhando rapidamente neste país pobre da Península Arábica, onde as instalações hospitalares e as condições de higiene deterioraram-se profundamente em razão da guerra que opõe, há dois anos, os rebeldes xiitas huthis e as forças leais ao governo, apoiadas por uma coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita.
O representante da OMS no Iêmen, Nevio Zagaria, afirmou recentemente que "a velocidade (de propagação) da doença no país é muito alta e se faz necessária uma ajuda substancial para reparar a rede de encanamento e esgoto" e tentar purificar o sistema sanitário.
Ele também lamentou a falta de fundos recebidos para ajudar as autoridades iemenitas a reparar as infraestruturas destruídas pelos combates e ataques aéreos da coalizão árabe.
O conflito no Iêmen já fez mais de 8.000 mortos e 45.000 feridos, segundo a ONU.
No final de maio, o mediador da ONU anunciou ante o Conselho de Segurança que nenhum progresso havia sido alcançado para reavivar as negociações de paz e chegar a um acordo sobre o futuro do porto de Hodeida (oeste), nas mãos dos rebeldes e por onde circula a maior parte das importações do Iêmen.
O conflito também colocou 17 milhões de pessoas diante de uma mortal escassez de comida, incluindo sete milhões que estão a um passo da fome no país, que depende fortemente da importação de alimentos.
Fonte: AFP
Posted: 10 Jun 2017 05:03 PM PDT
"A Grande Catedral de Córdoba" é o maior exemplo de como a esquerda europeia está se rendendo à agenda islamista. O local é visitado por 1,5 milhão de turistas a cada ano. A Unesco – braço cultural das Nações Unidas – declarou o templo religioso de 24 mil metros quadrados patrimônio da Humanidade em 1984.
A estrutura, construída no século X, abriga a catedral da diocese católica romana de Córdoba, no sul da Espanha. O local foi originalmente construído para ser uma mesquita. Em 1236, o rei Fernando III retomou a cidade das mãos dos "mouros", como eram chamados os islâmicos do califado almóado.
Era sabido que o espaço da mesquita fora anteriormente uma igreja, que acabou destruída na invasão muçulmana da Europa, no oitavo século.
Como era costume na época, o rei reconsagrou a Deus e desde então a catedral tem sido uma casa de adoração cristã.
Por causa do amplo debate sobre a construção ou não de novas mesquitas na Europa, um reflexo do crescimento do Islamismo no continente, em especial com a chegada de milhões de refugiados nos últimos anos.
Uma ala de intelectuais, ligados aos movimentos de esquerda alegam que deveria haver uma "restauração das raízes históricas islâmicas" de certas regiões. Iniciou-se um tipo de campanha para que a catedral de Córdoba voltasse a ser a "Grande Mesquita".
Eles organizaram uma petição pública, que visava tirar o prédio das mãos da Igreja Católica. Conseguindo reunir mais de 350 mil assinaturas, tentaram forçar que o governo "desapropriasse" o local e entregasse para a comunidade islâmica local.
O governo de coalizão liderado pelos socialistas da região espanhola da Andaluzia, que inclui Córdoba, acusou a diocese de "esconder" a história do edifício. A resposta do conselho da cidade é que a diocese não é legalmente proprietária da catedral. "Os verdadeiros proprietários do espaço são todos e cada um dos cidadãos do mundo", diz o documento.
O temor é que essa pode ser a primeira de muitas decisões semelhantes, em cortes europeias.
O bispo de Córdoba, Demetrio Fernández González, está buscando apoio internacional dos cristãos para que a expropriação definitiva do local pelo governo seja impossibilitada. Ele cita um relatório da União Europeia sobre a controvérsia, dizendo que tribunal poderia determinar a entrega do local se a diocese não conseguir manter e conservar a propriedade.
O bispo acrescentou que já obteve o apoio do papa se uma batalha legal surgir pelo controle da propriedade.
Segundo o Wall Street Journal, tornou-se uma espécie de obsessão da esquerda europeia "romantizar o passado islâmico". Os católicos do movimento conhecido como Reconquista, que retomou dos islâmicos porções de Portugal, Espanha e Itália na Idade Média, hoje em dia são classificados como "fanáticos violentos". Embora haja farta documentação que prove que houve um grande derramamento de sangue dos "infiéis" não islâmicos, o califado é apresentado como um "paraíso de tolerância" religiosa.
A população islâmica da Espanha quase dobrou em uma década, chegando a 1,9 milhões hoje, em comparação com pouco menos de um milhão em 2007.
Os muçulmanos constituem cerca de 4% do país, vivendo principalmente no sul, com forte presença na Andaluzia e na Catalunha. Eles começaram a fazer um lobby no início dos anos 2000 para que a catedral de Córdoba passasse a ser um "espaço de culto compartilhado", passando a pedir mais recentemente a simples entrega do espaço.
Alguns anos atrás, dois turistas muçulmanos se ajoelharam no chão da catedral e começaram a fazer as orações típicas. Acabaram presos após uma briga que feriu gravemente os seguranças que tentaram expulsá-los.
Desde então militantes muçulmanos de dentro e de fora da Espanha tem patrocinado campanhas eleitorais do movimento de esquerda espanhol, sabidamente anticatólico. Uma vitória nesse embate sobre a catedral, que seria destituída de sua condição de espaço cristão em nome de uma releitura histórica típica do marxismo porá em cheque a liberdade religiosa europeia.
Em especial por que reflete o movimento em pleno desenvolvimento na Turquia, que recentemente reconsagrou ao Islã um famoso local de culto cristão.
Por Jarbas Aragão - Gospel Prime
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