Augusto Nunes - VEJA.com
-
Veja SP
Veja RJ
Exame
Info
Contigo!
MdeMulher
Modaspot
Capricho
Revistas e sites
Assine
Clube
SAC
Grupo Abril
VEJA
Notícias
Vídeos
Fotos
Colunistas
Assine VEJA
Reinaldo Azevedo
Radar on-line
Augusto Nunes
Ricardo Setti
Fernanda Furquim
Todos os colunistas
Veja SP
Acervo Digital
VEJA International
/ Blogs e Colunistas
Assine o Feed RSS | Saiba o que é
Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido.
Home
Direto ao Ponto
História em Imagens
Entrevista
Baú de Presidentes
Sanatório Geral
O País quer Saber
Homem Sem Visão
Opinião
Feira Livre
21/04/2016 às 23:01 \ Direto ao Ponto
Os idiotas que estão por toda parte não param de envergonhar o Brasil na ONU
No fim dos anos 80, o presidente José Sarney apareceu na Organização das Nações Unidas numa limusine branca, como um noivo do Michigan. Durante o discurso, interrompido duas ou três vezes por um deputado mineiro que gritava APOIADO!, apresentou ao mundo o poeta maranhense Bandeira Tribuzzi. O governo do Brasil chegara ao limite do ridículo, certo?
Errado. No começo dos anos 90, quando acompanhou o presidente Fernando Collor numa assembleia da ONU, a ministra da Fazenda, Zélia Cardoso de Mello, circulou por Nova York a bordo de uma carruagem. O governo do Brasil chegara ao limite da jequice provinciana, certo?
Errado. Na primeira década deste século, o presidente Lula, que não fala sequer português, botou na cabeça que merecia virar secretário-geral da ONU (e, antes ou depois, prêmio Nobel da Paz. O governo lulopetista alcançara a última fronteira da maluquice megalomaníaca, certo?
Errado, avisa a viagem de Dilma Rousseff a Nova York. Ela anda por lá para contar aos integrantes da organização internacional que o País do Carnaval inventou o golpe de Estado autorizado pela Constituição, regulamentado pelo Supremo Tribunal Federal, aprovado pelo Congresso e apoiado por oito em cada dez eleitores.
Como lembra o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, Nelson Rodrigues constatou há 50 anos que os idiotas estão por toda parte. Poderiam ao menos permanecer por aqui ─ e parar de envergonhar o Brasil na ONU.
Tags: 1 minuto com Augusto Nunes, carruagem, Dilma, Fernando Collor, golpe, José Sarney, limousine branca, Lula, Zélia Cardoso de Mello
Share on Tumblr
5 COMENTÁRIOS
21/04/2016 às 22:10 \ Direto ao Ponto
Marco Antonio Villa com Augusto Nunes no Sem Edição: ‘O governo Temer só terá sucesso se refletir a vontade das ruas’
Tags: Marco Antonio Villa, Michel Temer, Sem Edição, TVEJA
Share on Tumblr
6 COMENTÁRIOS
21/04/2016 às 20:04 \ Feira Livre
A inocência da onda foi provada por Raul Seixas há 36 anos. Falta identificar os culpados pela queda da ciclovia de R$ 45 milhões que acaba de engolir duas vidas
BRANCA NUNES
Na década de 1980, ao ser “atropelado por uma onda” quando passava de carro pela Avenida Delfim Moreira, no Leblon, Raul Seixas resignou-se: “A onda está certa, o que está errado é esse negócio de aterro, botar edifício aí”.
Passados 30 anos, nesta quinta-feira, pelo menos duas pessoas morreram depois que uma onda atropelou ─ e destruiu ─ parte da ciclovia construída há menos de 3 meses entre os bairros de São Conrado e Leblon, no Rio de Janeiro. A obra engoliu R$ 45 milhões.
No local do acidente, Pedro Paulo Carvalho, secretário municipal de Coordenação do Rio, avisou que é cedo para identificar causas e falhas que possam esclarecer o episódio. “É muito precipitado nós fazermos qualquer tipo de acusação sem ter ainda o laudo dos engenheiros, mas é claro que um acidente como esse é imperdoável”.
Pode ser prematuro apontar as falhas técnicas que provocaram o acidente. Mas não há como qualificar de afoito quem responsabiliza o poder público por não ter projetado uma estrutura, localizada sobre um penhasco, capaz de neutralizar os efeitos de um fenômeno que precedeu a chegada dos primeiros seres humanos às praias cariocas.
Duas obviedades merecem registro. Primeira: liberar a ciclovia para uso público em dias de ressaca é coisa de irresponsável. Segunda: em países sérios, uma obra tão recente e tão cara não cai sem mais nem menos. Tais evidências informam que não será difícil chegar aos culpados. Para que as investigações não percam tempo com uma inocente, basta lembrar a lição de Raul Seixas: “A onda está certa”.
Eduardo Paes inaugurando a ciclovia Tim Maia
Tags: Leblon, onda, Pedro Paulo Carvalho, Raul Seixas, ressaca, Rio de Janeiro
Share on Tumblr
20 COMENTÁRIOS
21/04/2016 às 0:01 \ Direto ao Ponto
A algema que ameaça o braço direito complica a viagem tramada por Dilma para denunciar na ONU o golpe que não derruba o golpeado nem confisca seu passaporte
O desembarque de Giles Azevedo no noticiário político-policial informa: a taxa de bandidagem alcançada pelo círculo íntimo de Dilma Rousseff já rivaliza com a de qualquer bando de brothers de um chefão do PCC. O índice tornou a subir na segunda semana de março, quando a melhor amiga (secreta, por imposição do prontuário) Erenice Guerra apareceu boiando no pântano drenado pela delação premiada de Delcídio Amaral. Segundo o senador, a mulher que transformou a Casa Civil num esconderijo de parentes larápios andou fazendo o diabo nas catacumbas da usina de Belo Monte. Promovida a operadora do esquema de propinas, irrigou a campanha de 2014 com R$ 45 milhões.
Dias depois, a devassa das bandalheiras protagonizadas pelo governador mineiro Fernando Pimentel revelou que o mais antigo amigo de Dilma pode perder o mandato bem antes do prazo previsto ─ já estará no lucro se mantiver o direito de ir e vir. Na semana passada chegou a vez de Gim Argello, conselheiro, confidente e parceiro de caminhadas de Dilma. A Polícia Federal descobriu que o ex-senador do PTB embolsou mais alguns milhões para excluir empreiteiros assustados da lista de depoentes da CPI da Petrobras. A presidente tentou infiltrá-lo no Tribunal de Contas da União. O protegido acabou instalado na traseira de um camburão.
Nesta quarta-feira, informações fornecidas à Operação Lava Jato pela publicitária Danielle Fonteles, dona da agência Pepper, elevaram a lama que inunda o Planalto à altura do pescoço de Giles Azevedo, assessor especialíssimo e especializado em missões ultrassecretas. Segundo a revista Isto É, trechos da delação premiada de Danielle detalharam o esquema comandado pelo braço direito presidencial (que nada faz sem a expressa concordância do esquerdo e em obediência ao mesmo neurônio). A usina de dinheiro sujo permitiu à agência receber recursos ilegais que vitaminaram com R$ 58 milhões as campanhas de 2010 e 2014. “Quando o Giles fala, ouço a voz da presidenta”, diz um veterano sacerdote do PT.
Na véspera do voo rumo a Nova York, Dilma viu engordar a bagagem de complicações a resolver. Não será fácil explicar aos participantes do encontro na ONU, o que faz por lá a mulher alvejada por um golpe liderado por um vice que, graças à viagem da golpeada, está governando como interino o país representado no exterior pela titular itinerante. Que tipo de golpe é esse que nem sequer derruba o golpeado? Que golpistas são esses que nem se dão ao trabalho de confiscar o passaporte da figura escorraçada pela violência inconstitucional?
Caso algum jornalista pergunte por Giles, também terá de esclarecer como consegue resistir a tantas tentações sem um único amigo honesto a apoiá-la. Deve ser bem mais difícil que passar a vida inteira num bordel sem pecar contra a castidade.
Tags: Dilma, Giles Azevedo, Gim Argello, golpe, Nova York, ONU
Share on Tumblr
86 COMENTÁRIOS
20/04/2016 às 19:55 \ Direto ao Ponto
A aula magna sobre pedaladas fiscais ministrada à imprensa estrangeira justifica a imediata interdição da ainda presidente
Já na abertura da entrevista concedida nesta terça-feira a um grupo de jornalistas estrangeiros, Dilma Rousseff resolveu ensinar o que é uma pedalada fiscal, explicar por que pedalou tão furiosamente, deixar claro que pedalar não tem nada de mais e repreender quem insiste em enxergar ações ilegais no que são, vistas de perto, provas veementes de amor aos pobres e à Pátria Educadora. Não é pouca coisa. Mas a ainda presidente achou possível falar disso tudo, junto e misturado, em dois ou três minutos. E sem usar a palavra “pedalada”.
Caprichando na pose de professora de primeiras letras no primeiro dia de aula para analfabetos adultos, Dilma rebatizou a expressão proibida de “prática contábil que não exigiram dos outros presidentes da República”. Como a questão era muito técnica, ressalvou, simplificaria a exposição com casos práticos e exemplos facilmente compreensíveis para os interessados em entender que houve um golpe fantasiado de impeachment. E então começou a assombrosa dissertação transcrita na íntegra pelo Blog do Planalto. Confira três dos melhores piores momentos:
• “E aí, tem uma primeira parte que são decretos de suplementação, decretos de suplementação, que são o quê? Você faz o orçamento e aí se detecta, e isso está previsto na lei orçamentária, se detectar que há ou um excesso de arrecadação numa rubrica por entrada de recursos além do que estavam previstos naquela rubrica, ou porque você vai transferir de uma conta pra outra e usar o dinheiro de forma diferente, isso é autorizado pelo Orçamento. No nosso caso, foram decretos de créditos suplementar, você faz o orçamento e depois no dia a dia da sua administração você suplementa”.
• “Então vejamos, o que é que está em discussão? Tá em discussão, primeiro eu vou falar o montante: R$ 95,9 bilhões. Desses R$ 95 bilhões, uma parte é o seguinte: tinha uma dotação com mais recurso que não estava sendo gasto, se transferiu isso para uma outra que estava precisando. Eu depois dou o exemplo concreto. Desses R$ 95 bilhões, então, a maior parte é isso, é transferência, sem aumentar um tostão: transfere daqui pra cá. O que é que sobrou e que não é isso, são R$ 2,5 bilhões. Esses R$ 2,5 bilhões é que nós alegamos excesso de arrecadação. E aí, é que começa a discussão.
• “Vou dar um exemplo mais simples. Se você vai no supermercado com uma lista, vou comprar tomate, alface, cebola, vou comprar carne, vou comprar leite e arroz. Eu estou dando a pauta nossa no Brasil, eu vou comprar isso no supermercado. Isso seria dotação, a minha lista de compra no supermercado são as minhas dotações, é isso que eu tenho, que eu quero comprar. E tenho um limite financeiro que está no meu bolso, R$ 100. Aí eu estou no caminho do supermercado, chega lá no caminho do supermercado alguém da minha família me liga e me diz: ao invés de comprar um 1 kg de arroz compre 2, como eu só tenho R$ 100 só tem um jeito de eu comprar 2, eu transferir de algum outro dos itens, que está na minha lista, o valor para comprar 2 kg de arroz. Então, e nós só temos 3 hipóteses para utilizar esse crédito a maior: primeiro se eu tirar a despesa, de um lado para o outro. Segundo, se eu indo para o mercado alguém me dá mais R$ 10, aí eu posso aplicar em comprar mais um pouco de arroz. É isto que são os decretos de crédito suplementar. É isto, trata-se disso”.
Os jornalistas chegaram para a entrevista sem saber direito o que é pedalada fiscal. Foram embora sabendo menos ainda. Mas ao menos já sabem que há entre Dilma Rousseff e Michel Temer uma diferença essencial: só ele fala a língua oficial do Brasil. Essa singularidade já deveria bastar para justificar a decretação de um segundo impeachment. Ou a imediata interdição da mulher que fala dilmês ─ sem dizer coisa com coisa.
Tags: crédito suplementar, Dilma Rousseff, gastos públicos, jornalistas estrangeiros, pedaladas fiscais
Share on Tumblr
69 COMENTÁRIOS
20/04/2016 às 15:47 \ Opinião
José Nêumanne: A heroína de ocasião e o farsante de estimação
Publicado no Estadão
Após sofrer, domingo, derrota fragorosa no plenário da Câmara dos Deputados – 367 do total de 513 votaram pela abertura do processo de seu impeachment, 146 contra, 7 se abstiveram e 2 faltaram à sessão –, a “presidenta” da República, que já causara as crises monumentais na economia e na política, deu a partida para um leviano e grave conflito de natureza institucional. » Clique para continuar lendo
Tags: Câmara dos Deputados, Dilma Rousseff, ditadura militar, impeachment, José Nêumanne, PT, tortura
Share on Tumblr
58 COMENTÁRIOS
20/04/2016 às 11:55 \ Opinião
Fernão Lara Mesquita: É preciso começar já
Publicado no Estadão
72% a 27%. Impressionante a precisão! Seja qual tenha sido a sua impressão com aquelas longas horas diante do espelho, domingo, uma coisa é indiscutível: a Câmara representa, sim, a realidade nacional. A nação, através dela, falou e disse e só não a ouviu quem optou por fazer-se de surdo. » Clique para continuar lendo
Tags: Câmara dos Deputados, Dilma Rousseff, Fernão Lara Mesquita, impeachment, José Eduardo Cardozo
Share on Tumblr
21 COMENTÁRIOS
19/04/2016 às 21:32 \ Direto ao Ponto
A cafetina do passado trucida o presente e o futuro. Os torturados somos nós
A conversa fiada de Dilma Rousseff informa: sai o coração valente, entra a coitadinha perseguida desde a juventude. Nesta segunda-feira, com olheiras de quem atravessou a madrugada ouvindo gritos de SIM em todos os sotaques, reapareceu para ensinar que impeachment e tortura são a mesma coisa. É a vítima banalizando a violência que sofreu ─ violência execrada por todos os homens de bem ─ para transformá-la em pilantragem marqueteira.
“Eu estou tendo meus sonhos torturados”, choramingou a cafetina do passado. (Por falta de ensaio, a lágrima furtiva não caiu). “Mas não vão matar em mim a esperança, porque eu sei que a democracia é sempre o lado certo da história”. Se não mentiu, é uma conversão e tanto: ela esteve do lado errado da história desde a virada dos anos 70, quando resolveu derrubar a bala o governo dos generais e trocar a ditadura militar pela ditadura comunista.
A comparação absurda, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, é apenas uma vigarice abjeta, que torna uma torturada tão desprezível quanto seu torturador. Enquanto evoca sevícias sofridas nos anos 70, a mulher que faz qualquer negócio para escapar do despejo decretado pelo povo trucida o presente de milhões de brasileiros e agride com selvageria o futuro da nação.
É Dilma a torturadora. Os torturados somos nós.
Tags: 1 minuto com Augusto Nunes, Dilma Rousseff, impeachment, tortura, TVEJA
Share on Tumblr
117 COMENTÁRIOS
19/04/2016 às 21:11 \ Opinião
Oliver: Estrogonofe de político
VLADY OLIVER
Acho que a imagem simbólica desta segunda-feira foi o canal de notícias da platinada dando foco para Dilma do chefe, afirmando “que não fez nada de errado”, enquanto o gerador de caracteres afirmava que a Justiça deu 24 horas para o governo do Rio pagar seus aposentados. Quem não sabe o que uma coisa tem a ver com a outra merece mesmo o troféu Glória de Pires, o machado de Sibá e a cusparada do Aero Willys nos cornos desentendidos. Votar em nome de Lamarca ou Marighela é realmente pedir a vingança de Montezuma.
» Clique para continuar lendo
Tags: Cunha, Dilma do Chefe, estrogonofe de político, Marina.Aécio, Michel Temer, Oliver, platinada, Vlady Oliver
Share on Tumblr
37 COMENTÁRIOS
19/04/2016 às 8:02 \ Vídeos: Entrevista
Gilmar Mendes no Roda Viva: O Mensalão e o Petrolão revelaram um método de governo
O entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira foi Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, que também exercerá a partir de 12 de maio a presidência do Tribunal Superior Eleitoral. Na Suprema Corte desde 2002, uma de suas decisões mais recentes foi suspender a nomeação de Lula para a chefia da Casa Civil do governo federal.
“O presidente Lula não está sendo impedido de tomar posse por ser investigado”, observou Gilmar Mendes no primeiro bloco do programa, invocando o teor de uma das conversas interceptadas pela Polícia Federal e divulgadas pelo juiz Sergio Moro. “A alegação é que se nomeou Lula ministro para ele fugir ao foro de Curitiba. Na gravação claramente se diz que se estava entregando um ato para que ele usasse como um habeas corpus de caráter preventivo”.
Ao comparar o escândalo do Mensalão ao caso do Petrolão, o entrevistado fez um mea culpa: “Eu sempre me pergunto: onde é que falhamos? Por que não foi um incidente que ocorreu num departamento do Ministério dos Transportes ou do de Minas e Energia. Isto é um método de governo”. Considerado na época o maior esquema corrupto da história do Brasil, o ministro registrou que as cifras movimentadas pelo Mensalão hoje parecem “dinheiro de criança”.
Para Gilmar Mendes, os “sinais de disfuncionalidade” exibidos há muito tempo pelo governo de Dilma Rousseff podem prenunciar um colapso de todo o sistema. “Tivemos ministros que ocuparam o cargo por menos de 24 horas”, lembrou. “A soma de tudo isso não permite deslanchar as atividades do governo”.
A bancada de entrevistadores reuniu os jornalistas Ricardo Setti, Pedro Dias Leite (VEJA), Sonia Racy (Estadão), André Guilherme Vieira (Valor) e Bela Megale (Folha). Com ilustrações em tempo real do cartunista Paulo Caruso, o programa foi transmitido ao vivo pela TV Cultura.
Tags: Gilmar Mendes, Roda Viva, Supremo Tribunal Federal
Share on Tumblr
114 COMENTÁRIOS
« Anteriores
Destaques
Opinião
Valentina: 'Feliz impeachment, Brasil'
Enquete
Como a nomeação de Lula continua suspensa pelo STF, quem merece chefiar interinamente a Casa Civil do governo Dilma?
Antonio Palocci
Delúbio Soares
Erenice Guerra
Jandira Feghali
Maria do Rosário
Marilena Chauí
Rosemary Noronha
Sibá Machado
Ver resultado
Arquivo
Homem sem Visão
Teori aumenta a coleção de troféus do STF e lança Marco Aurélio para HSV de Abril
Entrevista
O Roda Viva com o ministro Gilmar Mendes
Direto ao Ponto
O fracasso de Lula informa que a pose de supercraque mascarava o Pelé de picadeiro
Direto ao Ponto
Seis gravações escancaram a conspiração forjada pelo PT para impedir que fosse esclarecido o assassinato de Celso Daniel
Mais recentes
Os idiotas que estão por toda parte não param de envergonhar o Brasil na ONU
Marco Antonio Villa com Augusto Nunes no Sem Edição: ‘O governo Temer só terá sucesso se refletir a vontade das ruas’
A inocência da onda foi provada por Raul Seixas há 36 anos. Falta identificar os culpados pela queda da ciclovia de R$ 45 milhões que acaba de engolir duas vidas
A algema que ameaça o braço direito complica a viagem tramada por Dilma para denunciar na ONU o golpe que não derruba o golpeado nem confisca seu passaporte
A aula magna sobre pedaladas fiscais ministrada à imprensa estrangeira justifica a imediata interdição da ainda presidente
José Nêumanne: A heroína de ocasião e o farsante de estimação
Fernão Lara Mesquita: É preciso começar já
A cafetina do passado trucida o presente e o futuro. Os torturados somos nós
Oliver: Estrogonofe de político
Gilmar Mendes no Roda Viva: O Mensalão e o Petrolão revelaram um método de governo
Sanatório Geral
"De repente, você percebe que a coisa não vai ser como a gente imagina". Kátia Abreu, ministra da Agricultura, no programa do Jô, confessando que só recentemente descobriu que quer ser Dilma Rousseff quando crescer.
(clique aqui e confira outras frases)
Direto ao Ponto
No dia em que foi decretada a queda de Dilma, a TV mostrou a cara dos dois Brasis
Direto ao Ponto
Dilma é tão honesta quanto Lula
Direto ao Ponto
Quem só ouve Dilma e Justin Bieber acaba virando um José Eduardo Cardozo
Opinião
Bolívar Lamounier: Como morrem as instituições
Entrevista
Roberto Jefferson no Roda Viva: ‘Agora está claro que o Lula sempre soube. Foi ele quem institucionalizou a corrupção’
Direto ao Ponto
Três ideias de hospício numa canetada só
Arquivos
abril 2016
S T Q Q S S D
« mar
123
45678910
11121314151617
18192021 22 23 24
25 26 27 28 29 30
Mais comentados
Terceiro boletim do DataNunes desmente o Datafolha, prova que 'empate técnico' quer dizer 'em cima do muro' e constata que Aécio continua 10 pontos acima de Dilma (1377)
O vídeo revela por que Marilena Chauí, a musa do PT, odeia a classe média (1329)
Vote na enquete: enciumado com a entrada de FHC na Academia Brasileira de Letras, qual é o título do livro que Lula está escrevendo para virar imortal? (1071)
FHC aceita o convite para o duelo que Lula não pode recusar (1020)
O vídeo desmonta a vigarice protagonizada por Barroso para barrar o impeachment (996)
A grande resposta da professora das filhas de Veríssimo ao cachorrinho de madame que virou pitbull de quadrilheiro (938)
Conheça os 12 candidatos ao título de Homem sem Visão de 2013 (899)
A derrota do reizinho prepotente e do banqueiro sabujo: TRT confirma sentença que condenou o Santander a indenizar a analista demitida por ordem de Lula (823)
Com tantas meninas estupradas por aí, a ministra Iriny decidiu que o problema da mulher é Gisele Bündchen. Foto explica (781)
Confira a edição revista, aperfeiçoada e ampliada da lista dos que acham que mexer com o chefe supremo é mexer com eles (770)
O boletim n° 4 do DataNunes constata: com 53% dos votos válidos, Aécio está 6 pontos à frente de Dilma. E vai ampliar a vantagem com a bala de prata revelada por VEJA (770)
Em vez de socorrer o Estado de Direito, o mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal estendeu a mão aos quadrilheiros (751)
Vote na enquete: Qual destes integrantes do pior ministério da história do Brasil foi o pior de 2013? (703)
O caseiro do Piauí e a camareira da Guiné (694)
Com a ajuda de Lula, Collor finalmente conseguiu chegar ao cofre da Petrobras (687)
Augusto Nunes no
• Acompanhe a coluna
• O que é?
Categorias
Baú de Presidentes
Direto ao Ponto
Feira Livre
Frases
História em Imagens
Homem sem Visão
O País quer Saber
Opinião
Sanatório Geral
Sem categoria
Vídeos: Entrevista
Serviços
Tablet
Android
Foursquare
Google+
RSS
Newsletter
Anuncie
Tempo
Cotações
iba clube
Assine
Assinaturas
Nome: Nasc.: E-mail: CEP: 8x R$ 76,40
Notícias
Brasil
Ciência
Economia
Educação
Entretenimento
Esporte
Mundo
Saúde
Vida Digital
RSS
Infográficos
As Listas de VEJA
Saber +
Na História
Em profundidade
Perguntas e Respostas
Conheça o país
Cronologia
Quem é Quem
Testes
Vídeos e Fotos
Vídeos
Galerias de fotos
Galerias de vídeos
Revistas
VEJA
Os livros mais vendidos
Edições especiais
Expediente
VEJA São Paulo
VEJA Rio
Comer e Beber
VEJA na Sala de Aula
Temas
Reportagens, vídeos,
infográficos e cronologia
de assuntos em
destaque no noticiário
Blogs e colunistas
Antonio Ribeiro, de Paris
Augusto Nunes, coluna
Caio Blinder, de Nova York
Felipe Moura Brasil, blog
Fernanda Furquim, séries de TV
Geraldo Samor, mercados
Isabela Boscov, cinema
Radar on-line
Leandro Narloch,
O Caçador de Mitos
Leonel Kaz, cultura
Lucia Mandel, dermatologia
Patrícia Villalba, Quanto Drama!
Paula Pimenta, Fazendo meu blog
Reinaldo Azevedo, blog
Ricardo Setti, coluna
Rodrigo Constantino, coluna
Sérgio Rodrigues,
livros e escritores
Cidades Sem Fronteiras,
Mariana Barros
Parceiros
Contas Abertas
Excelências
Blogs da redação
Impávido Colosso,
infográficos
VEJA Meus Livros
Dez Mais, variedades
Acervo Digital, história
Sobre palavras,
Sérgio Rodrigues
Enquetes, opinião
Sobre Imagens, fotografia
Imperdível, variedades
Testes,
conhecimentos gerais
Serviços
Assine VEJA
iba clube
Busca
RSS
iPhone
Celular
Newsletter VEJA
Fale conosco
Para anunciar
Abril SAC
Aponte erros
Tempo
Cotações
Redes Sociais
Termo de uso
Política de
Privacidade
Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados















Nenhum comentário:
Postar um comentário