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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    segunda-feira, 1 de maio de 2017

    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - Convite para Conferência: 1º Centenário de Fátima






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 01 May 2017 10:08 AM PDT


    Prezados Amigos do IPCO Em Fátima Nossa Senhora prometeu um prêmio e um castigo: …"é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. (…) Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se […]



    Posted: 01 May 2017 05:00 AM PDT


    Fazendo um sintético balanço dessa sexta-feira de "greve geral", sou levado a crer que da velha e enferrujada espingarda petista partiu mais um tiro que saiu pela culatra; mais um tiro no pé do próprio Lula, mais um prego no caixão do próprio PT.



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    Convite para Conferência: 1º Centenário de Fátima


    Por Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
    - 1 de maio de 2017
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    Prezados Amigos do IPCO

    Em Fátima Nossa Senhora prometeu um prêmio e um castigo:

    …”é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes por meio da guerra,
    da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. (…) Se atenderem a meus pedidos,
    a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo,
    promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados,
    o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas;
    por fim o meu Imaculado Coração triunfará”.

    No dia 13 de maio deste ano, completar-se-ão 100 anos da primeira aparição de Nossa Senhora aos 3 pastorzinhos, em Fátima.

    A primeira pergunta que salta aos olhos é saber em que medida as profecias se realizaram.
    Depois da última grande guerra, não houve um acordo de paz, mas apenas um armistício.
    As guerras continuaram e se espalharam como uma erisipela pelo mundo.

    A degradação da moral e dos costumes e, em consequência, a desagregação da família e das sadias instituições atingiu o seu auge.

    O espectro da guerra mundial percorre o mundo de Ocidente a Oriente e não há quem não tema a eclosão de uma outra grande guerra, a qualquer momento.

    * * *


    O IPCO – Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, convidou dois grandes estudiosos da mensagem de Fátima para um painel de conferências no dia 11 de maio, às 19 horas no Club Homs – São Paulo, antevéspera do centenário de Fátima.
    Inscreva-se já, gratuitamente,
    para a Conferência promovida pelo IPCO

    Data: 11 de maio de 2017
    Horário: 19h30m
    Local: Clube Homs (Av. Paulista, 735)

    Como sempre a participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.
     Dr. Antonio Augusto Borelli Machado, Fatimista, autor do opúsculo “As aparições e a mensagem de Fátima conforme os manuscritos de Irmã Lúcia”. Com cerca de 5 milhões de tiragens, discorrerá sobre o tema: Por que o terceiro Segredo de Fátima não foi divulgado em 1960?

    Dr Antonio Augusto Borelli Machado, desde os 16 anos interessou-se por estudar o conteúdo e os desdobramentos das aparições de Nossa Senhora em Fátima.

    Tão logo foram publicadas as Memórias da Irmã Lúcia sobre as Aparições, em 1973, reviu e ampliou seus escritos anteriores sobre a matéria e publicou, em 1975, o opúsculo As aparições e a mensagem de Fátima conforme os manuscritos de Irmã Lúcia.

    Tal foi a repercussão de sua obra que, em breve, torna-se best seller no Brasil.
    Concomitantemente o livro foi traduzido para outros 20 idiomas, em 30 países, ultrapassando 260 edições e cinco milhões de exemplares.
    O sucesso espetacular desta obra introduz Dr. Borelli no rol dos maiores fatimólogos do mundo.

    Dr. Borelli fará a abordagem do tema sob um ângulo muito interessante e inédito que é o porquê a mensagem de Fátima não foi revelada em 1960, como fôra indicado por Nossa Senhora à Irmã Lúcia.
    •  Padre Renato Leite, Pároco da Paróquia Rainha Santa Isabel de Portugal – Diocese de Santo Amaro – primeiro palestrante que falará sobre o Pedido de Reparação da Mensagem de Fátima


    Por sua vez, Pe. Renato da Silva Leite Filho, também se interessou pela mensagem de Fátima.
    O que mais o impressionou foi que Nossa Senhora não só profetizou o futuro, mas indicou o que os homens deveriam fazer para impedir o castigo: oração, penitência e reparação.

    A consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, a comunhão reparadora dos cinco primeiros sábados, a reza quotidiana do rosário, a penitência, o sacrifício e a reparação não foram atendidos.

    O que nos aguarda? Haverá ainda meios de impedir o castigo anunciado, há cem anos?

    É o que veremos.

    V. não pode perder este evento.
    Inscreva-se já, gratuitamente,
    para a Conferência promovida pelo IPCO

    Data: 11 de maio de 2017
    Horário: 19h30m
    Local: Clube Homs (Av. Paulista, 735)

    Clique aqui ou acesse o link abaixo e faça sua inscrição sem perda de tempo.
    A assistência é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.
    http://conferencia.ipco.org.br/centenario-de-fatima











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    O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira é uma associação de direito privado, pessoa jurídica de fins não econômicos, nos termos do novo Código Civil. O IPCO foi fundado em 8 de dezembro de 2006 por um grupo de discípulos do saudoso líder católico brasileiro, por iniciativa do Eng° Adolpho Lindenberg, seu primo-irmão e um de seus primeiros seguidores, o qual assumiu a presidência da entidade.

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    A Aparição de La Salette e suas Profecias: Há exato um século: o Anjo de Portugal introduzia o grande anúncio






    A Aparição de La Salette e suas Profecias: Há exato um século: o Anjo de Portugal introduzia o grande anúncio




    Há exato um século: o Anjo de Portugal introduzia o grande anúncio


    Posted: 30 May 2016 01:30 AM PDT





    • Conjunto escultural representando a aparição do Anjo de Portugal aos três pastorinhos de Fátima, na Loca do Cabeço, perto de Aljustrel









    continuação do post anterior: Há 100 anos: aparições do Anjo de Portugal preparavam a Mensagem de Fátima















    Antonio Augusto Borelli Machado




    Antes das aparições de Nossa Senhora, Lúcia, Francisco e Jacinta — Lúcia de Jesus dos Santos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto, todos residentes na aldeia de Aljustrel, freguesia de Fátima — tiveram três visões do Anjo de Portugal, ou da Paz.






    • Primeira aparição do Anjo





    A primeira aparição do Anjo deu-se na primavera ou no verão de 1916, numa loca (ou gruta) do outeiro do Cabeço, perto de Aljustrel, e desenrolou-se da seguinte maneira, conforme narra a Irmã Lúcia:





    "Alguns momentos havia que jogávamos, e eis que um vento forte sacode as árvores e faz-nos levantar a vista para ver o que se passava, pois o dia estava sereno.




    Então começamos a ver, a alguma distância, sobre as árvores que se estendiam em direção ao nascente, uma luz mais branca que a neve, com a forma de um jovem transparente, mais brilhante que um cristal atravessado pelos raios do sol.




    À medida que se aproximava, íamos-lhe distinguindo as feições: um jovem dos seus 14 a 15 anos, de uma grande beleza. Estávamos surpreendidos e meio absortos. Não dizíamos palavra.

    Ao chegar junto de nós, disse:




    — "Não temais. Sou o Anjo da Paz. Orai comigo".




    E ajoelhando em terra, curvou a fronte até o chão. Levados por um movimento sobrenatural, imitamo-lo e repetimos as palavras que lhe ouvimos pronunciar:




    — "Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e Vos não amam".




    Depois de repetir isto três vezes, ergueu-se e disse:




    — "Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas".

    E desapareceu.




    A atmosfera do sobrenatural, que nos envolveu, era tão intensa, que quase não nos dávamos conta da própria existência, por um grande espaço de tempo, permanecendo na posição em que nos tinha deixado, repetindo sempre a mesmo oração.




    A presença de Deus sentia-se tão intensa e íntima, que nem mesmo entre nós nos atrevíamos a falar. No dia seguinte, sentíamos o espírito ainda envolvido por essa atmosfera, que só muito lentamente foi desaparecendo.




    Nesta aparição, nenhum pensou em falar, nem em recomendar o segredo. Ela de si o impôs. Era tão íntima, que não era fácil pronunciar sobre ela a menor palavra. Fez-nos talvez também maior impressão, por ser a primeira assim manifesta".




    (Cfr. II Memória, pp. 114, 116; IV Memória, pp. 318, 320; De Marchi, pp. 51-52; Walsh, pp. 39-40; Ayres da Fonseca, p. 121; Galamba de Oliveira, pp. 52-57).







    • Irmã Lúcia, visitando o local da aparição.





    • Segunda aparição do Anjo





    A segunda aparição deu-se no verão de 1916, sobre o poço da casa dos pais de Lúcia, junto ao qual as crianças brincavam. Assim narra a Irmã Lúcia o que o Anjo lhes disse — a ela e aos primos — então:





    — "Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios".




    — "Como nos havemos de sacrificar?" — perguntei.




    — "De tudo que puderdes, oferecei a Deus um sacrifício em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí assim sobre a vossa pátria a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar".




    E desapareceu.




    Estas palavras do Anjo gravaram-se em nosso espírito, como uma luz que nos fazia compreender quem era Deus; como nos amava e queria ser amado; o valor do sacrifício, e como ele Lhe era agradável; como, por atenção a ele, convertia os pecadores".




    (Cfr. II Memória, p. 116; IV Memória, pp. 320, 322; De Marchi, p. 53; Walsh, p. 42; Ayres da Fonseca, pp. 121-122; Galamba de Oliveira, pp. 57-58).






    • Terceira aparição do Anjo





    A terceira aparição ocorreu no fim do verão ou princípio do outono de 1916, novamente na Loca do Cabeço, e decorreu da seguinte forma, sempre de acordo com a descrição da Irmã Lúcia:





    "Logo que aí chegamos, de joelhos, com os rostos em terra, começamos a repetir a oração do Anjo: "Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos, etc." Não sei quantas vezes tínhamos repetido esta oração, quando vemos que sobre nós brilha uma luz desconhecida.




    Erguemo-nos para ver o que se passava, e vemos o Anjo trazendo na mão esquerda um cálice e suspensa sobre ele uma Hóstia, da qual caíam dentro do cálice algumas gotas de Sangue. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, prostrou-se em terra junto de nós e repetiu três vezes a oração:







    • Pedra comemorativa das aparições do Anjo na Loca do Cabeço.



    — "Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido.




    "E pelo méritos infinitos do seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores".




    Depois, levantando-se, tomou de novo na mão o cálice e a Hóstia, e deu-me a Hóstia a mim e o que continha o cálice deu-o a beber à Jacinta e ao Francisco, dizendo ao mesmo tempo:




    — "Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus".




    De novo se prostrou em terra e repetiu conosco mais três vezes a mesmo oração: "Santíssima Trindade… etc." e desapareceu.




    Levados pela força do sobrenatural, que nos envolvia, imitávamos o Anjo em tudo, isto é, prostrando-nos como ele e repetindo as orações que ele dizia. A força da presença de Deus era tão intensa, que nos absorvia e aniquilava quase por completo.




    Parecia privar-nos até do uso dos sentidos corporais por um grande espaço de tempo. Nesses dias fazíamos as ações materiais como que levados por esse mesmo ser sobrenatural que a isso nos impelia.




    A paz e a felicidade que sentíamos era grande, mas só íntima, completamente concentrada a alma em Deus. O abatimento físico que nos prostrava também era grande.




    Não sei porque, as aparições de Nossa Senhora produziam em nós efeitos bem diferentes. A mesma alegria íntima, a mesma paz e felicidade.




    Mas, em vez desse abatimento físico, uma certa agilidade expansiva; em vez desse aniquilamento na Divina Presença, um exultar de alegria; em vez dessa dificuldade no falar, um certo entusiasmo comunicativo.




    Mas, apesar destes sentimentos, sentia a inspiração para calar, sobretudo algumas coisas. Nos interrogatórios, sentia a inspiração íntima que me indicava as respostas que, sem faltar à verdade, não descobrissem o que devia por então ocultar".




    (Cfr. II Memória, p. 118; IV Memória, pp. 322-326; De Marchi, pp. 54-55; Walsh pp. 43-44; Ayres da Fonseca, pp. 122-123; Galamba de Oliveira, pp 58-59).




    As aparições do Anjo, em 1916, foram precedidas por três outras visões, de abril a outubro de 1915, nas quais Lúcia e outras três pastorinhas, Maria Rosa Matias, Teresa Matias e Maria Justino, viram, também no outeiro do Cabeço, suspensa no ar sobre o arvoredo do vale, "uma como que nuvem mais branca que a neve, algo transparente, com forma humana".




    Era "uma figura como se fosse uma estátua de neve, que os raios do sol tornavam algo transparente". A descrição é da própria Irmã Lúcia (cfr. II Memória, p. 110; IV Memória, pp. 316 e 318; De Marchi, pp. 50-51; Walsh, pp. 27-28; Ayres da Fonseca, p. 119; Galamba de Oliveira, p. 51).








    • (Fonte: Revista Catolicismo, Nº 785, maio/2016)















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    quinta-feira, 19 de maio de 2016

    A Aparição de La Salette e suas Profecias: Há 100 anos: aparições do Anjo de Portugal preparavam a Mensagem de Fátima




    A Aparição de La Salette e suas Profecias: Há 100 anos: aparições do Anjo de Portugal preparavam a Mensagem de Fátima




    Posted: 18 May 2016 10:30 PM PDT




    • As aparições do Anjo de Portugal prepararam a Mensagem de Fátima.





    "As revelações de Fátima sobrepujam tudo quanto a Providência tem dito aos homens na iminência das grandes borrascas da História"



    "O Império Romano do Ocidente se encerrou com um cataclismo iluminado e analisado pelo gênio de um grande Doutor, que foi Santo Agostinho. O ocaso da Idade Média foi previsto por um grande profeta, São Vicente Ferrer.



    "A Revolução Francesa, que marca o fim dos Tempos Modernos, foi prevista por outro grande profeta, e ao mesmo tempo grande Doutor, São Luís Maria Grignion de Montfort.



    "Os Tempos Contemporâneos, que parecem na iminência de se encerrar com nova crise, têm um privilégio maior. Veio Nossa Senhora falar aos homens.



    "Santo Agostinho não pôde senão explicar para a posteridade as causas da tragédia que presenciava. São Vicente Ferrer e São Luís Grignion de Montfort procuraram em vão desviar a tormenta: os homens não os quiseram ouvir. Nossa Senhora a um tempo explica os motivos da crise e indica o seu remédio, profetizando a catástrofe caso os homens não a ouçam.



    "De todo ponto de vista, pela natureza do conteúdo como pela dignidade de quem as fez, as revelações de Fátima sobrepujam pois tudo quanto a Providência tem dito aos homens na iminência das grandes borrascas da História.



    "Os diversos pontos das revelações relativos a este tema constituem propriamente o elemento essencial das mensagens. O mais, por importante que seja, constitui mero complemento."




    Plinio Corrêa de Oliveira





    A mensagem de de Fátima, essa grande desconhecida





    Antonio Augusto Borelli Machado



    Não é fácil discernir o que há de mais central na Mensagem de Fátima.



    Revelada aos poucos por desejo expresso de Nossa Senhora ou por determinações humanas, é tão rica em aspectos relevantes que, conforme o feitio próprio de alma de cada um, ele se deterá ora num, ora noutro desses aspectos, sem fixar-se em nenhum como o seu substrato fundamental.



    Ora, quando num assunto qualquer não se discerne o ponto essencial, sua compreensão fica gravemente prejudicada. Nessas condições, pode-se dizer que a Mensagem de Fátima é desconhecida do grosso do público, mesmo do público devoto, no que ela tem de mais próprio a mover as almas.



    O presente artigo é escrito na suposição de que o leitor tenha conhecimento ao menos genérico das aparições, bem como dos diversos aspectos que compõem a Mensagem, em particular as passagens mais significativas das quatro principais Memórias escritas pela privilegiada vidente, a Irmã Lúcia.



    Muito em particular o conteúdo dos assim chamados três Segredos — na realidade um Segredo único constituído de três partes distintas, as duas primeiras dadas a conhecer em 1941, e a terceira escrita em 3 de janeiro de 1944.



    Em síntese, Nossa Senhora diz que a sociedade humana se encontra em tal oposição às vias de Deus que, caso não se emendar, um grande Castigo se abaterá sobre o mundo, reduzindo-o a ruínas.



    Para ser preciso, "meio em ruínas", o que nos dá a esperança de que preciosos monumentos da Cristandade serão preservados.



    Ademais, como Mãe misericordiosa, Nossa Senhora não se limita a anunciar o Castigo: ela aponta os meios que os homens podem empregar para evitá-lo.



    Indica meios tradicionais, válidos para qualquer época histórica, e ações concretas aplicáveis aos dias de hoje.








    Oração e penitência



    Começando pelos tradicionais, não poderiam ser outros senão aqueles mesmos já apregoados por seu Divino Filho no Evangelho: oração e penitência.



    E para estimular os três pequenos videntes — Lúcia (dez anos), Jacinta (sete anos) e Francisco (nove anos) — a se engajarem nessa via, mostra-lhes o inferno, para onde vão as almas dos que morrem impenitentes (primeira parte do Segredo).



    Ademais, fala-lhes de guerras que produzirão ruínas muito grandes — várias nações serão aniquiladas (segunda parte do Segredo) — e perseguições aos bons, os quais serão martirizados aos pés de uma Cruz.



    E pelo célebre princípio enunciado por Tertuliano, segundo o qual o sangue dos mártires é semente de novos cristãos, o sangue dos mártires dos tempos atuais não se perderá, infiltrando-se inutilmente pela terra.



    Para que isso não aconteça, esse sangue é recolhido em regadores de cristal por dois Anjos postados sob os braços da Cruz, e em seguida derramado sobre homens ignotos que vão se reaproximando de Deus (terceira parte do Segredo).



    Com estes restos da humanidade que misteriosamente se esgueiravam despercebidos à margem do confronto entre bons e maus que ocorria em torno deles, reconstituir-se-á a civilização cristã do futuro, como continuidade da civilização cristã medieval destruída pela revolução anticristã (veja-se Plinio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-revolução, São Paulo, 1959).



    As perspectivas apocalípticas aqui enunciadas parecerão a mais de um leitor fruto de alguma mente visionária!



    Não obstante, elas desfecham numa perspectiva muito coerente e plena de sentido. Nossa Senhora mesma a anuncia (no final da segunda parte do Segredo): "Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!".





    • Lúcia, Francisco e Jacinta: em cima, antes da visão do Inferno; embaixo, logo após a visão


    Terá o leitor entendido bem o alcance desta afirmação? O triunfo de Maria implica no triunfo de seu Divino Filho, em pleno acordo com a profecia enunciada há três séculos por São Luís Grignion de Montfort.



    Segundo ele, o Reino de Cristo se estabelecerá, ipso facto, nesta Terra, com o triunfo do Imaculado Coração de Maria! (cfr. Tratado da Verdadeira Devoção, n° 217).




    Laicismo, para não dizer ateísmo…



    Ora, o processo revolucionário que se desencadeou no fim da Idade Média tentou — e conseguiu, através de etapas e métodos vários — minar a unidade da Igreja e introduzir-se até em seu seio, levando a sociedade humana a descristianizar-se, a ponto de disseminar o princípio da laicidade do Estado por toda a Cristandade.



    Segundo este princípio, o Estado proclama-se oficialmente laico em matéria de Religião, não se pronunciando sobre qual seja a religião verdadeira e concedendo a liberdade de culto a todo agrupamento religioso.



    Nessa concepção, aparentemente neutra em matéria de Religião, o Estado só interviria para manter a ordem pública.



    Porém, essa pretensa neutralidade religiosa do Estado laico não passa de uma falácia.



    Na prática, os fatos se passam muito diferentemente.




    Como mostrou o Papa Leão XIII na encíclica Immortale Dei, de 1° de novembro de 1885, "nessa situação política, que muitos favorecem hoje em dia, há uma tendência das ideias e das vontades para expulsar inteiramente a Igreja da sociedade, ou para mantê-la sujeita e acorrentada ao Estado. [...] Relativamente à religião, pensar que é indiferente tenha ela formas disparatadas e contrárias equivale simplesmente a não querer nem escolher nem seguir qualquer delas. É o ateísmo menos o nome" (n°s 35 e 37).



    Assim, na realidade dos fatos, do pretenso indiferentismo religioso apregoado pelo Estado laico passa-se ao ateísmo tout court.



    E daí a uma perseguição religiosa ostensiva, com o intuito de remover da legislação do Estado laico todos os princípios da moral natural e da teologia católica, com a admissão do aborto, da eutanásia, da Ideologia de Gênero, etc.




    Apostasia silenciosa dos católicos



    Entretanto, passa-se algo em certo sentido mais grave. Se pelo menos as populações católicas se mantivessem imunes e firmes na observância da moral e da doutrina em que foram formadas!…



    O efeito prático da implantação do Estado laico/ateu é o deslizamento paulatino das fileiras católicas para a aceitação de situações totalmente condenadas pela Moral católica, como o convívio pré-matrimonial, seguido, na melhor das hipóteses, depois de algum tempo, da realização do matrimônio na Igreja.



    Num grande número de casos, a intenção de casar na Igreja fica para as calendas gregas…



    Tal fenômeno corresponde ao que está sendo chamado — e de fato é — uma "apostasia silenciosa" (cfr. João Paulo II, Ecclesia in Europa, 28 de junho de 2003, n° 9), que atinge todos os campos da vida católica, inclusive a própria liturgia!




    "Certos aspectos da cultura de massa pós-moderna — contrariamente a certas batalhas ideológicas filhas do Iluminismo, que permaneceram patrimônio de elites muito restritas por todo o século XIX e parte do século XX — levam a reconhecer influências externas muito difusas sobre a liturgia, e que são propriamente não-cristãs ou diretamente anticristãs" (Giannicola D'Amico, Il canto gregoriano: itinerario storico-giuridico, in Alla scuola del canto gregoriano, a cura di Fulvio Rampi, Musidora, Parma, 2015, p. 168).





    • Não falar do Castigo para não assustar…



    Nesta perspectiva concreta e realista, surpreende que muitos dentre os mais denodados propagandistas de Fátima omitam este aspecto fundamental. Sobretudo na Hierarquia eclesiástica, muitos estimaram que o anúncio de tão grande castigo assustaria muita gente!…



    Sem dúvida, muitos se assustariam. Porém, de outro lado — fenômeno auspicioso! — cresce pouco a pouco o número dos que percebem o desconcerto geral que afeta o mundo moderno, tendo-se criado uma situação tão desprovida de remédio humano, que sem uma intervenção extraordinária da Providência não tem mais conserto!



    A originalidade da Mensagem de Fátima é justamente esta: Nossa Senhora veio anunciar ao mundo que Deus preparou uma saída divina para uma situação humana sem saída.



    Ela envolve uma alternativa drástica: a) ou o mundo moderno se converte, faz penitência e assim o castigo é afastado; ou b) não se converte e será castigado com uma destruição de proporções apocalípticas.



    Mas nesta alternativa se discerne a Misericórdia divina: uma nova civilização autenticamente católica se reconstituirá sobre os escombros do mundo laico e ateu, que hoje nos constrange.



    Fátima se revela uma mensagem de esperança que supera de muito a tragédia que anuncia.





    continua no próximo post: Há exato um século: o Anjo de Portugal introduzia o grande anúncio









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    terça-feira, 17 de maio de 2016

    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    Brasil, América Hispânica e o “Livro Negro” do populismo


    Posted: 17 May 2016 07:38 AM PDT


    Ampla maioria de senadores aprovou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, com seu consequente afastamento do cargo por um período de até 180 dias, enquanto durarem as investigações. Esse fato, de alto conteúdo simbólico, foi a justo título interpretado por muitos como um dos maiores revezes políticos sofridos pelo populismo esquerdista brasileiro em particular, e latino-americano em geral.

    O artigo Brasil, América Hispânica e o "Livro Negro" do populismo apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.




    Há exatos 100 anos, Aparições do Anjo de Portugal


    Posted: 17 May 2016 07:29 AM PDT


    Antes das aparições de Nossa Senhora, Lúcia, Francisco e Jacinta — Lúcia de Jesus dos Santos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto [foto abaixo], todos residentes na aldeia de Aljustrel, freguesia de Fátima — tiveram três visões do Anjo de Portugal, ou da Paz.

    O artigo Há exatos 100 anos, Aparições do Anjo de Portugal apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.





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    Home » Religião » História da Igreja » Há exatos 100 anos, Aparições do Anjo de Portugal


    • Há exatos 100 anos, Aparições do Anjo de Portugal



    As aparições do Anjo, em 1916, foram precedidas por três outras visões, de abril a outubro de 1915, nas quais Lúcia e outras três pastorinhas, Maria Rosa Matias, Teresa Matias e Maria Justino, viram, também no outeiro do Cabeço, suspensa no ar sobre o arvoredo do vale, “uma como que nuvem mais branca que a neve, algo transparente, com forma humana”.
    • Conjunto escultural representando a aparição do Anjo de Portugal aos três pastorinhos de Fátima, na Loca do Cabeço, perto de Aljustrel


    Antes das aparições de Nossa Senhora, Lúcia, Francisco e Jacinta — Lúcia de Jesus dos Santos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto [foto ao lado], todos residentes na aldeia de Aljustrel, freguesia de Fátima — tiveram três visões do Anjo de Portugal, ou da Paz.
    Primeira aparição do Anjo

    A primeira aparição do Anjo deu-se na primavera ou no verão de 1916, numa loca (ou gruta) do outeiro do Cabeço, perto de Aljustrel, e desenrolou-se da seguinte maneira, conforme narra a Irmã Lúcia:

    “Alguns momentos havia que jogávamos, e eis que um vento forte sacode as árvores e faz-nos levantar a vista para ver o que se passava, pois o dia estava sereno. Então começamos a ver, a alguma distância, sobre as árvores que se estendiam em direção ao nascente, uma luz mais branca que a neve, com a forma de um jovem transparente, mais brilhante que um cristal atravessado pelos raios do sol.

    À medida que se aproximava, íamos-lhe distinguindo as feições: um jovem dos seus 14 a 15 anos, de uma grande beleza. Estávamos surpreendidos e meio absortos. Não dizíamos palavra.

    Ao chegar junto de nós, disse:

    — “Não temais. Sou o Anjo da Paz. Orai comigo”.

    E ajoelhando em terra, curvou a fronte até o chão. Levados por um movimento sobrenatural, imitamo-lo e repetimos as palavras que lhe ouvimos pronunciar:

    — “Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e Vos não amam”.

    Depois de repetir isto três vezes, ergueu-se e disse:

    — “Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas”.

    E desapareceu.

    A atmosfera do sobrenatural, que nos envolveu, era tão intensa, que quase não nos dávamos conta da própria existência, por um grande espaço de tempo, permanecendo na posição em que nos tinha deixado, repetindo sempre a mesmo oração. A presença de Deus sentia-se tão intensa e íntima, que nem mesmo entre nós nos atrevíamos a falar. No dia seguinte, sentíamos o espírito ainda envolvido por essa atmosfera, que só muito lentamente foi desaparecendo.

    Nesta aparição, nenhum pensou em falar, nem em recomendar o segredo. Ela de si o impôs. Era tão íntima, que não era fácil pronunciar sobre ela a menor palavra. Fez-nos talvez também maior impressão, por ser a primeira assim manifesta”.

    • (Cfr. II Memória, pp. 114, 116; IV Memória, pp. 318, 320; De Marchi, pp. 51-52; Walsh, pp. 39-40; Ayres da Fonseca, p. 121; Galamba de Oliveira, pp. 52-57).
    • Segunda aparição do Anjo

    •  

    • Irmã Lúcia, visitando o local da aparição.


    A segunda aparição deu-se no verão de 1916, sobre o poço da casa dos pais de Lúcia, junto ao qual as crianças brincavam. Assim narra a Irmã Lúcia o que o Anjo lhes disse — a ela e aos primos — então:

    — “Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios”.

    — “Como nos havemos de sacrificar?” — perguntei.

    — “De tudo que puderdes, oferecei a Deus um sacrifício em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí assim sobre a vossa pátria a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar”.

    E desapareceu.

    Estas palavras do Anjo gravaram-se em nosso espírito, como uma luz que nos fazia compreender quem era Deus; como nos amava e queria ser amado; o valor do sacrifício, e como ele Lhe era agradável; como, por atenção a ele, convertia os pecadores”.

    • (Cfr. II Memória, p. 116; IV Memória, pp. 320, 322; De Marchi, p. 53; Walsh, p. 42; Ayres da Fonseca, pp. 121-122; Galamba de Oliveira, pp. 57-58).
    • Terceira aparição do Anjo


    A terceira aparição ocorreu no fim do verão ou princípio do outono de 1916, novamente na Loca do Cabeço, e decorreu da seguinte forma, sempre de acordo com a descrição da Irmã Lúcia:

    “Logo que aí chegamos, de joelhos, com os rostos em terra, começamos a repetir a oração do Anjo: “Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos, etc.” Não sei quantas vezes tínhamos repetido esta oração, quando vemos que sobre nós brilha uma luz desconhecida. Erguemo-nos para ver o que se passava, e vemos o Anjo trazendo na mão esquerda um cálice e suspensa sobre ele uma Hóstia, da qual caíam dentro do cálice algumas gotas de Sangue. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, prostrou-se em terra junto de nós e repetiu três vezes a oração:

    — “Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelo méritos infinitos do seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores”.

    Depois, levantando-se, tomou de novo na mão o cálice e a Hóstia, e deu-me a Hóstia a mim e o que continha o cálice deu-o a beber à Jacinta e ao Francisco, dizendo ao mesmo tempo:

    — “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus”.

    De novo se prostrou em terra e repetiu conosco mais três vezes a mesmo oração: “Santíssima Trindade… etc.” e desapareceu.

    Levados pela força do sobrenatural, que nos envolvia, imitávamos o Anjo em tudo, isto é, prostrando-nos como ele e repetindo as orações que ele dizia. A força da presença de Deus era tão intensa, que nos absorvia e aniquilava quase por completo. Parecia privar-nos até do uso dos sentidos corporais por um grande espaço de tempo. Nesses dias fazíamos as ações materiais como que levados por esse mesmo ser sobrenatural que a isso nos impelia. A paz e a felicidade que sentíamos era grande, mas só íntima, completamente concentrada a alma em Deus. O abatimento físico que nos prostrava também era grande.

    Não sei porque, as aparições de Nossa Senhora produziam em nós efeitos bem diferentes. A mesma alegria íntima, a mesma paz e felicidade. Mas, em vez desse abatimento físico, uma certa agilidade expansiva; em vez desse aniquilamento na Divina Presença, um exultar de alegria; em vez dessa dificuldade no falar, um certo entusiasmo comunicativo. Mas, apesar destes sentimentos, sentia a inspiração para calar, sobretudo algumas coisas. Nos interrogatórios, sentia a inspiração íntima que me indicava as respostas que, sem faltar à verdade, não descobrissem o que devia por então ocultar”.

    • (Cfr. II Memória, p. 118; IV Memória, pp. 322-326; De Marchi, pp. 54-55; Walsh pp. 43-44; Ayres da Fonseca, pp. 122-123; Galamba de Oliveira, pp 58-59).

    • As aparições do Anjo, em 1916, foram precedidas por três outras visões, de abril a outubro de 1915, nas quais Lúcia e outras três pastorinhas, Maria Rosa Matias, Teresa Matias e Maria Justino, viram, também no outeiro do Cabeço, suspensa no ar sobre o arvoredo do vale, “uma como que nuvem mais branca que a neve, algo transparente, com forma humana”. Era “uma figura como se fosse uma estátua de neve, que os raios do sol tornavam algo transparente”. A descrição é da própria Irmã Lúcia (cfr. II Memória, p. 110; IV Memória, pp. 316 e 318; De Marchi, pp. 50-51; Walsh, pp. 27-28; Ayres da Fonseca, p. 119; Galamba de Oliveira, p. 51).



    Anjo da Paz, Fátima, Jacinta e Francisco, Lúcia, Nossa Senhora de Fátima, Portugal












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    Sobre Revista Catolicismo

    • Catolicismo é uma revista mensal de cultura que, desde sua fundação, há mais de meio século, defende os valores da Civilização Cristã no Brasil.A publicação apresenta a seus leitores temas de caráter cultural, em seus mais diversos aspectos, e de atualidade, sob o prisma da doutrina católica. Teve ela inicio em janeiro de 1951, por inspiração do insigne líder católico Plinio Corrêa de Oliveira.

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    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.

    100 anos das aparições do Anjo de Portugal que prepararam os três pastorinhos para receber a Mensagem de Fátima (5)


    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Postagens populares

    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

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    Botafogo

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