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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    quinta-feira, 13 de abril de 2017

    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - Sublimidade da fisionomia moral de Nosso Senhor Jesus Cristo










    Posted: 13 Apr 2017 05:30 AM PDT


    Este caso da Target e as suas consequências nos faz lembrar novamente do famoso ditado francês: "Chassez le naturel, il revient au galop." (Cassai o natural, ele voltará a galope). Em linguagem popular, dizemos que é o feitiço que se volta contra o feiticeiro.



    Posted: 13 Apr 2017 05:00 AM PDT


    Considerações sobre a grandeza da fisionomia moral de Nosso Senhor Jesus Cristo — sua psicologia, sua capacidade intelectual, sua atuação e outros aspectos —, tecidas por Plinio Corrêa de Oliveira durante conferência pronunciada em 9 de outubro de 1971. O texto que segue não foi revisto por ele. A direção de Catolicismo fez uma adaptação para a linguagem escrita e inseriu alguns subtítulos, para uso dos leitores desejosos de meditar sobre esse tema na Semana Santa.




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    Sublimidade da fisionomia moral de Nosso Senhor Jesus Cristo


    Por Revista Catolicismo em 13 de abril de 2017Sem comentários

    Considerações sobre a grandeza da fisionomia moral de Nosso Senhor Jesus Cristo — sua psicologia, sua capacidade intelectual, sua atuação e outros aspectos —, tecidas por Plinio Corrêa de Oliveira durante conferência pronunciada em 9 de outubro de 1971. O texto que segue não foi revisto por ele. A direção de Catolicismo fez uma adaptação para a linguagem escrita e inseriu alguns subtítulos, para uso dos leitores desejosos de meditar sobre esse tema na Semana Santa.





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    • Múltiplos e maravilhosos atributos de nosso Divino Salvador


    Ocorreu-me fazer uma exposição a respeito de um tema infinito, pois concernente à pessoa adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se tivéssemos a honra e o prazer de vê-Lo face a face, que impressão Ele nos causaria? Seria a impressão que nos causam as imagens que conhecemos d’Ele? Ou algo além disso, que nenhum pincel e nenhuma escultura conseguiram reproduzir?

    Uma meditação preliminar poderia ser a respeito dos traços da pessoa de Jesus Cristo — como se deve, sem sentimentalismo, imaginar os traços da pessoa d’Ele, como o rosto, a expressão do olhar, a voz, o porte, a fisionomia e o corpo. Assim, poder-se-ia ter uma ideia mais clara a seu respeito.
    • As criaturas como meio de nos elevar ao Criador

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    • Cristo Pantocrator, Mosaico que se encontra na Igreja Chora, em Istambul, Turquia


    Para fazermos uma meditação de como seria a pessoa adorável de Nosso Senhor, poderemos acompanhar os vários mistérios do Rosário. Isto com um fundamento inteiramente racional, para assim se obter solidez e não ficarmos com uma sensação de ter vislumbrado apenas pequenas cintilações.

    São João afirmou: “Aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê” (I Jo 4,20). Está subjacente na frase o princípio de que os homens nos servem como escala para amarmos a Deus. E que, como o homem foi criado à Sua imagem e semelhança, podemos fazer meditações sobre os homens que nos elevam até o amor do Criador.

    Com esse método de análise se pode, em linha geral, chegar a compreender algo da personalidade adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo. Depois se poderá conferir isso no Evangelho, para verificar se, de fato, há fundamento. Trata-se de uma meditação de ordem filosófica, mas também histórica, segundo os Evangelhos.
    Método para se conhecer o feitio mental de um homem

    Para se traçar a fisionomia moral e a psicologia de um homem, podemos, entre outros critérios, considerá-lo em sua capacidade intelectual, no seu valor moral e, por fim, em sua atuação. Assim, conceberemos uma ideia sobre determinado homem. Jesus Cristo não é meramente um homem; Ele é Homem-Deus, mas verdadeiramente e plenamente homem. Ele tem toda a natureza humana com seu corpo e sangue, como também sua alma humana.

    Imaginando a fisionomia e considerando a capacidade, podemos dizer o seguinte: a capacidade intelectual de um homem pode ser conhecida em seus matizes, em sua profundidade, em seu valor, em suas características pessoais, quando fazemos não só o exame da pessoa, mas também de sua profissão. Em geral, os homens escolhem uma profissão de acordo com seu feitio mental.

    Com efeito, a profissão modela o feitio mental deles. E se realiza, portanto, entre profissional e profissão, uma espécie de conúbio, de conjugação, mediante o qual o homem de grande categoria na sua profissão acaba sendo um tipo característico dela.

    Exemplos: um grande diplomata. Ele acaba sendo um diplomata característico, possui todo o necessário pelo qual um diplomata se diferencia de todos os outros. Um grande guerreiro acaba sendo guerreiro característico, que tem em sua personalidade tudo aquilo que o diferencia dos demais. Um grande sacerdote, um grande bispo, um grande Papa, acaba sendo sacerdote, bispo, Papa característico, que se diferencia de todos os outros pares.

    Por isso, através da profissão, podemos calcular mais ou menos qual é o feitio mental de um indivíduo.
    • Variedade de aspectos no modo de ser do Redentor da humanidade

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    • Domingos de Ramos – Duccio di Buoninsegna, séc. XIII. Museu del´Opera del Duomo, Siena (Itália).


    Quando analisamos a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, notamos que as circunstâncias dessa vida Lhe permitiriam exercer de modo supereminente todas as profissões lícitas que um homem pudesse exercer. Não há atividade lícita alguma que Ele não pudesse ter exercido.

    Jesus Cristo, por exemplo, como Rei, a mais alta atividade na ordem temporal. Ele, de fato, era Príncipe da Casa de Davi. Tinha, portanto, toda a nobreza, toda a superioridade, toda a grandeza do principado. Em sua entrada em Jerusalém no Domingos de Ramos, Ele foi aclamado verdadeiramente como Rei de Jerusalém. O povo bradava dando vivas: “Hosana ao filho de Davi!”. Descendente, portanto, dos antigos reis.

    Se bem Ele tenha entrado em Jerusalém montado num burrico, que era a manifestação da sua mansidão, sua majestade não perdeu nada com isto. Pelo contrário, o Evangelho narra que o povo O aclamava com entusiasmo, numa verdadeira consagração. O povo sentia a grandeza régia d’Ele.

    Nosso Senhor foi o sacerdote por excelência. Todo o sacerdócio que existiu na Antiga Lei era uma prefigura do sacerdócio d’Ele. De outro lado, todo o sacerdócio que o sucedeu é uma participação do sacerdócio d’Ele. O pontífice por excelência. Aquele que foi pontífice e vítima ao mesmo tempo — porque Ele foi vítima, oferecendo-se a Si próprio em sacrifício — foi o instituidor da Santa Missa. E, portanto, o celebrante e vítima ao mesmo tempo, o que posteriormente foi consumado no altar da Cruz.

    Deveríamos imaginar um rei com todas as qualidades arquetípicas de rei, o mais majestoso e o mais nobre dos reis que existissem. Ainda assim teríamos pálida ideia da majestade de Jesus Cristo. Deveríamos imaginar um sacerdote, um pontífice, um papa o mais plenamente papal que pudéssemos conceber. Mesmo assim teríamos pálida ideia de quem foi Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Ele foi verdadeiramente batalhador e guerreiro. Sua vida foi de luta. Não só lutou contra os demônios, expulsando-os continuamente, mas combateu também contra o poder das trevas nesta Terra, enfrentando de modo magnífico a conjuração secreta que se tramava contra Ele. Inclusive no momento em que O buscavam para prender, os soldados queriam saber quem era Jesus de Nazaré e Ele respondeu: “Ego sum” (Sou eu). Nesse momento, todos os soldados caíram por terra.

    É a afirmação magnífica do guerreiro, que, simplesmente ao enunciar seu nome, derruba todos os adversários. Ele depois se entregou, declarando que se entregava porque assim o desejava. Pois se Ele quisesse, teria muitas legiões de anjos à sua disposição. Elas desceriam imediatamente e liquidariam seus adversários. Para se compor o feitio moral de Nosso Senhor, imagine-se o mais perfeito dos guerreiros de todos os tempos e ter-se-á, assim, uma pálida ideia daquilo que Ele foi.
    • Desde as mais altas atividades até a de trabalhador manual 

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    • O demônio tenta Nosso Senhor – Duccio di Buoninsegna, séc. XIII. Frick Collection (Nova York).


    Enquanto diplomata, o Divino Redentor, durante Sua vida terrena, foi perfeito. Ele tratou a conjuração do Sinédrio com uma inteligência extraordinária; ora com cuidado, se esgueirando, dizendo palavras que evitavam o confronto; ora enfrentando com argumentos de uma precisão diplomática perfeita. Quando, por exemplo, quiseram embaraçá-Lo, perguntando a respeito do dinheiro, se era lícito ou não pagar imposto a César. Ele, percebendo a malícia, disse: “Por que me tentais, hipócritas? Mostrai-me a moeda com que se paga o imposto! [Apresentaram-lhe um denário]. Perguntou Jesus: De quem é esta imagem e esta inscrição? — De César, responderam-lhe. Disse-lhes então Jesus: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. (Mt 22, 18-22).

    Ele evitou assim se pronunciar sobre questão a respeito da qual não desejava se manifestar. Mas tapou a boca daqueles que estavam querendo atrapalhá-Lo.

    Nosso Senhor Jesus Cristo como médico: quem foi médico como Ele? Como advogado: a bondade e a misericórdia com que Ele advogou a causa dos pecadores. O Evangelho revela que Ele soube alegar as atenuantes, soube encontrar os pontos necessários para a defesa; soube depois perdoar e conceder toda indulgência.

    Ninguém advogou como Ele a causa dos réus, dos pecadores, dos pobres e de todos aqueles que precisavam de um advogado. Enquanto trabalhador manual: pode-se imaginá-Lo na oficina de Nazaré como carpinteiro, realmente trabalhador manual. O trabalhador autêntico sente-se realizado em Nosso Senhor. Ponto por ponto, em todas as atividades humanas, encontramos de algum modo atividades exercitas por Ele.

    O feitio de inteligência e de espírito de Nosso Senhor era tal que acumulava ao mesmo tempo — e de modo como nunca ninguém alcançou — todas as formas e graus de inteligência correspondentes a todas as formas e graus de profissões honestas que possam existir. Acumulava tudo isso com uma perfeição difícil de imaginar, porque há habitualmente no homem uma limitação por onde as perfeições se excluem umas às outras, mas que n’Ele nenhuma se excluía.
    •  

    • Todos os dons de todos os povos da Terra no Divino Salvador


    Podem-se fazer considerações sobre todos os povos da Terra. Considere-se o francês com sua precisão, clareza e espírito ágil; o alemão com seu vigor, profundidade e senso do sublime; o italiano com seu dom teológico, subtileza e critério diplomático; o espanhol com a variedade de dons que possui para a arte, a literatura, a filosofia, a teologia e com o seu espírito guerreiro; os nossos caros portugueses, com todos os talentos que conhecemos e que herdamos.

    Considerem povo por povo. Os árabes, os japoneses, os chineses, e chegar-se-á à seguinte conclusão: cada povo possui uns tantos dons e, porque tem tais dons, não pode ter os outros. Não é possível, por exemplo, ter a perfeição do espírito fino e leve do francês, e a perfeição do espírito vigoroso e combativo do alemão. São coisas que se excluem.

    Mas em Nosso Senhor Jesus Cristo os dons não se excluem. Ele, como a cabeça da humanidade, tinha em Si todos os dons de todos os povos da Terra. Tudo se conciliando harmonicamente. Ele possuía a suprema grandeza do espírito, mas o charme francês levado a um ponto inimaginável; a força alemã em grau inimaginável. Considerem até a subtileza, a intuição do brasileiro: Ele as possuía também a um ponto inimaginável.

    Quem conversasse com Nosso Senhor perceberia que, apenas do ponto de vista humano, Ele tinha algo que deixaria a pessoa completamente deslumbrada, sem saber o que dizer à vista da superioridade. O que, depois, lendo o Evangelho, se explicaria melhor.

    Fazendo essa meditação, e lendo depois o Evangelho, entender-se-ia com mais proveito o maravilhamento de todo o povo quando o Divino Redentor passava entre as pessoas. Aquele sulco que Ele deixava atrás de Si, por exemplo, naquela atitude da multidão, quando Ele foi entrando pelo deserto, acompanhando-O e sem levar comida. Todos seguiam-no maravilhados. Só em determinado momento as pessoas se lembraram que tinham que se alimentar.
    • Maravilhamento nos seguidores do Filho de Deus humanado


    Era tal a profusão de dons com que Nosso Senhor atraía completamente aquela multidão de almas, que as pessoas ficavam sem saber o que dizer. Seguiam-no quase perdendo o fôlego de admiração, porque Ele agradava inteiramente a todos; e, de um modo tão pleno e perfeito, que excedia a expectativa de todos.

    Entretanto, não devemos considerar que Ele agisse apenas de modo terreno. Como Jesus Cristo era Homem-Deus, havia vínculo entre a natureza humana e a natureza divina. Por cima da perfeição intelectual inimaginável ainda fluía o aspecto da união hipostática com a segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Portanto, um escachoar de dons sobrenaturais correspondentes, perfeitamente deslumbrantes e inteiramente insondáveis.

    Assim, as pessoas tinham a sensação misteriosa de algo que as excedia completamente. E iam percebendo a divindade. Durante a vida de Jesus foram transcorrendo os fatos, até o momento em que as pessoas começaram a se dar conta de que Ele era o Filho de Deus.

    Pairava uma dúvida naqueles que tratavam com Jesus Cristo. Quem seria Ele? Compreendiam que um simples homem Ele não podia ser. Com essa dúvida, Ele pergunta aos discípulos: “E vós que dizeis que Eu sou?”, como quem procura dirimir um zum-zum admirativo de conjecturas que se fazia, mas que ninguém era capaz de explicar bem.

    Ele, que era a suma clareza, a suma beleza, concedia às pessoas até o atrativo do sumo mistério. Para o homem, é necessário nesta vida, para que haja atração, o mistério. Mistério que Ele possuía também num grau altíssimo. Então as pessoas se perguntavam: “Mas quem é Ele? Não é possível num homem tanta grandeza! Assim um homem não pode ser, Ele quebra todos os padrões!” Até o momento em que Ele indaga: “E vós que dizeis que Eu sou?”

    São Pedro levantou-se e respondeu “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!”. Percebemos que brotou pelos lábios de São Pedro um ato de fé.

    Jesus então disse: “Bem-aventurado és, Simão Pedro, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue te revelou isso, mas meu Pai que está nos Céus”. E acrescentou: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16, 17-18).
    • Expressão perfeitíssima de todas as virtudes possíveis

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    • Nosso Senhor com São Pedro e Santo André durante a pesca milagrosa


    Considerem outro aspecto em Nosso Senhor Jesus Cristo: o lado moral. Cada um de nós tem uma “luz primordial” — uma virtude especial que marca de maneira tal que, quando nos santificamos, esse traço moral se explicita mais claramente e se exprime, quando alguém corresponde inteiramente à graça; então algo de sobrenatural se manifesta.

    Dom Chautard aborda essa questão no livro A alma de todo o apostolado, quando se refere ao Cura d’Ars, São João Maria Batista Vianney. Alguém perguntou a um advogado parisiense, que tinha estado na cidade francesa de Ars: “O que o senhor viu em Ars”? Ele respondeu: “Eu vi Deus num homem”. Ou seja, o Cura d’Ars era tão santo que olhando para ele se percebia Deus, mais ou menos como a santa hóstia pode estar num ostensório. O ostensório não é a hóstia, mas a hóstia pode ser vista dentro do ostensório. Assim também, em São João Maria Vianney poder-se-ia ver Deus.

    Na manifestação da “luz primordial” de alguém se pode perceber Deus. Nosso Divino Salvador era a expressão mais do que perfeita de todas as luzes primordiais que houve, há e haverá até o fim do mundo. De maneira que todo santo, ou toda alma fiel, não é senão uma pequena cintilação da perfeição de Jesus Cristo.

    Quando se vê uma alma que nos agrada, que está progredindo espiritualmente, pode-se pensar: “Ela é um reflexo de Nosso Senhor, e, por isso, eu a estou admirando”. Mas sabendo que n’Ele tudo é perfeitíssimo, porque todas as formas possíveis de virtude Ele as possuía, e de um modo tal que nenhuma imagem pode dar ideia.
    • Na criação, reflexos do Divino Criador de todas as coisas


    Para exprimir um pouco a insuficiência completa desses raciocínios e se ter uma ideia melhor da Pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, um exemplo para se comparar.

    No passado, havia na Inglaterra minas de carvão muito profundas, que formavam diversos andares e nas quais o ar penetrava por tubulações. Dentro delas havia animais de carga que raramente viam a luz do sol. Mas quando esses animais eram periodicamente levados para a superfície do solo, davam manifestações de enorme contentamento. Eles pulavam, jogavam-se no chão, relinchavam. Manifestavam a satisfação por sentirem-se banhados pelo sol.

    Imagine-se um homem que tivesse nascido numa mina subterrânea e nunca tivesse visto o sol. Mas teria visto fotografias do sol. Mostrassem-lhe um fogareiro dizendo: “O calor do sol é parecido com o calor desse fogareiro”. Descrevessem-lhe como é o sol. É claro que tal homem formaria uma pequena ideia do sol. Mas quando ele, em certo dia, pudesse chegar à superfície da terra e visse o sol, poderia dizer: “Essas coisas que me apresentaram são mais enganadoras do que verdadeiras, porque o sol é tão superior que fiquei apenas com uma pequena ideia dele. O sol excede tudo completamente”.

    Se esse homem imaginário possuísse uma alma autenticamente católica, observando o sol ele poderia se pôr de joelhos e adorar a Deus como criador do sol. Teria uma ideia do sol numa plenitude que nunca havia tido antes.

    Assim, essas considerações sobre Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajudam a formar certa ideia de quem Ele é. São como fotografias do sol para uma pessoa que vive nas profundezas de minas de carvão. Tais considerações servem como que de espelho que refletem um esboço imperfeito de quem é verdadeiramente Nosso Senhor.

    Outra imagem: um santo castíssimo, de uma pureza deslumbrante, não seria nada em comparação com a pureza de Jesus Cristo. Ou um santo veracíssimo, com uma fisionomia de uma limpidez extraordinária, que espelhasse uma sinceridade e uma honestidade como nunca se viu na Terra, não seria nada em face da fisionomia d’Aquele que disse de Si mesmo: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Ele é a própria honestidade, a própria retidão, a própria sinceridade.

    Um santo que tivesse sido muito enérgico não daria ideia perfeita do que foi a energia de Nosso Senhor. Mas, ao mesmo tempo, um santo suavíssimo não pode dar ideia do que tenha sido a suavidade d’Ele. Tudo são ideias incompletas, são esboços de quem Ele foi verdadeiramente.

    Devemos meditar a respeito do Divino Redentor considerando cada um desses aspectos, construindo continuamente a imagem d’Ele, sabendo que nunca será inteiramente atingida, mas que nesse enlevo devemos caminhar durante a vida.
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    • No sofrimento, Jesus Cristo se manifestou mais plenamente


    Há um traço de Nosso Senhor Jesus Cristo em que apareceu toda a grandeza d’Ele, como um fruto que se parte e exala o seu melhor aroma, dá seu melhor sabor e mostra melhor sua beleza: Ele enquanto sofredor. A dor é a circunstância da vida em que a miséria humana mais aparece. Esmagado pela dor, o homem geme, foge, chora, protesta, aniquila-se, revolta-se. Habitualmente, a dor causa no homem verdadeiro pavor.

    Por outro lado, o homem que enfrenta a dor nas suas várias modalidades adquire uma extraordinária formosura de alma. Não há verdadeira formosura de alma num homem que nunca sofreu. Às vezes vejo certas fisionomias “em branco” em matéria de sofrimento e fico com pena, porque os dias de vida do homem se contam pelos dias que ele soube sofrer santamente. A plenitude da vida do homem reside no sacrifício.

    Mas há várias modalidades de sofrimento. Elas tocam cordas diversas na alma humana e despertam várias formas de beleza. Por exemplo, o sofrimento do guerreiro; o sofrimento do homem que assiste um doente; o sofrimento do próprio doente; o sofrimento do diplomata dedicado; o sofrimento do pai ou da mãe que vê seu filho partir para o campo de batalha; o sofrimento do amigo injustamente traído por outro amigo. Há tantas formas santas de sofrimento, cada uma delas configura a alma humana com uma beleza própria.

    Nosso Senhor Jesus Cristo não teve um sofrimento. Ele foi o Sofredor, Ele foi o Varão das dores. Considerando a vida d’Ele, percebemos que sofreu todas as formas de dor que pode um homem sofrer, o que deu ocasião para manifestar belezas insondáveis — as celestes belezas da dor! Ele foi triunfante do modo mais belo que se possa imaginar. Ele foi o mais glorificado, mas também o mais desprezado. O mais amado e o mais invejado. Ele reuniu em Si contrastes harmônicos inimagináveis. 
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    • Detalhe do altar do Sepultamento de Jesus, Igreja da Caridade, em Sevilha (Espanha)

    • Como não ter receio de se apresentar diante de Nosso Senhor?


    Com essas considerações é possível ir formando a fisionomia moral de Jesus Cristo. Em cada traço da alma católica, da vida dos santos, pode-se imaginar como teria sido em Nosso Senhor. Depois convém verificar no Evangelho como de fato foi. Lendo a narração evangélica com amor, pensando nesses aspectos, faremos uma boa meditação.

    Em nossos dias estabeleceu-se o princípio execrável segundo o qual quando existe uma pessoa muito elevada, muito galardoada, com muita grandeza, deve-se ter medo de ser desprezado por ela. Donde o receio de se apresentar diante de Jesus Cristo.

    São Pedro, diante d´Ele, disse: “Afastai-Vos de mim, Senhor, porque eu sou um homem pecador”. Como quem diz: “Entre Vós e mim não há congruência, não há continuidade, e não é possível espécie alguma de relação. Vós estais numa desproporção comigo a tal ponto, que diante de Vós o meu papel é sumir, é não existir”.

    Isto significa não compreender exatamente Nosso Senhor. Porque como Ele possui em Si todos os graus e formas possíveis de perfeição, ama necessariamente todos os graus e formas possíveis de virtudes existentes. Ele odeia o pecado, mas tudo aquilo que não é pecado, por pequeno e modesto que seja, é uma cintilação e uma expressão d’Ele, tem harmonia com Ele. Tal cintilação O encanta e n’Ele repercute em ternura e afeto.

    É da ordem humana das coisas que amemos o grande porque é grande, e amemos o pequeno porque é pequeno. Exemplo: encantamo-nos vendo uma águia voando com toda aquela beleza, mas vendo um beija-flor, sorrimos, como que exclamando: “Que joia, que maravilha!”. Ninguém imagina um “beija-florzão” gigantesco, assim como não se imagina uma águia pequenina.

    Jesus Cristo odeia severamente o pecado, com total intransigência. Tendo todas as perfeições, Ele exclui todas as formas de imperfeições, mas ama o bem, mesmo nos menores graus. Ele criou também as almas com poucas qualidades, criou também os menos inteligentes. Assim, Ele se compraz em considerar uma pequena inteligência, pois ela participa da inteligência incriada!
    • Apresentar-se com suma confiança diante do Divino Criador

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    • Cristo Rei


    Se Ele ama todos os graus e formas de inteligência e de virtude, ama também os resíduos, ama os restos conspurcados, pisados no meio do vício, mais ou menos como uma flor que medrou no meio de uma porção de ervas daninhas.

    Nosso Senhor Jesus Cristo, enquanto Cabeça da Igreja, não ama seus membros? Há no Antigo Testamento uma afirmação que me impressionou muito: “Não desprezes a tua própria carne”. Ele haveria de desprezar uma alma que Ele próprio criou? Assim compreendemos que em presença de Jesus Cristo até o pecador, não considerado enquanto pecador, mas enquanto nele existindo resíduos de virtude, é digno do amor d’Ele.

    Compreendemos por que tantos e tantos pecadores arrependidos se aproximavam d’Ele com confiança. Maria Madalena e o Bom Ladrão são exemplos disso. Em vez de ficarem aterrorizados diante d’Ele, encantaram-se.

    O homem é ordenadíssimo a Deus, mas precisa do auxílio d’Ele para suportar a sua grandeza. Mais ou menos como o sol: fomos feitos para viver sob o sol, mas não conseguimos fixá-lo diretamente por longo tempo. Por isso Nosso Senhor velou suas qualidades durante sua vida terrena, e só aos poucos Se foi revelando aos homens.

    Compreendamos com quanta confiança devemos nos dirigir a Jesus Cristo, certo de que Ele olha para nós e nos ama. Ele que apreciou a fé de São Pedro, apreciará qualquer um que afirme com fé: “Vós sois o Filho de Deus vivo!” Assim, com toda tranquilidade e confiança, podemos nos colocar na presença de nosso Divino Salvador.

    Quando meditamos os diversos passos do Rosário, nos Mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos, devemos nos colocar com confiança na presença d’Ele. Desse modo, a meditação dos fatos de sua vida se ilumina, e O amaremos e compreenderemos melhor.
    • Sublime relação da Santíssima Virgem com Nosso Senhor

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    • La Virgen Blanca de Toledo


    São Bernardo dizia que a relação entre Nossa Senhora e seu Divino Filho é como da lua em relação ao sol. A lua é para nossos olhos o esplendor da luz do sol, ela reflete o sol. A Virgem Santíssima é o reflexo perfeitíssimo de Jesus Cristo. Nossa Senhora também não deixou transparecer toda a sua beleza em sua vida terrena. Ela foi se manifestando aos poucos, para consolar os homens após a morte de Nosso Senhor.

    Eu submeto o que exponho ao juízo da Igreja, mas creio que Ele é tão superabundantemente rico em belezas, que seus contemporâneos não viram tudo. E que grande parte dessa beleza a graça foi depois se revelando sucessivamente aos santos nas várias eras da História da Igreja. Os santos dos tempos dos mártires, dos tempos dos confessores, dos tempos dos Doutores, e depois os da Idade Média e assim por diante, cada época foi acrescentando algo a mais à figura do Redentor Divino.

    Desse modo, quando se chegar ao Reino do Imaculado Coração de Maria — como previsto por São Luís Maria Grignion de Montfort e confirmado em Fátima —, a figura de Nosso Senhor vai brilhar em toda a sua plenitude.

    Quando o último santo na Terra tiver visto o último esplendor em Nosso Senhor e o tiver reproduzido em sua alma tanto quanto alcança a natureza humana, a História do mundo terá terminado. Essa lenta manifestação, adoração e reprodução da beleza moral da santidade de Jesus Cristo é a própria História da humanidade! Terá chegado o momento do Juízo Final, a missão d’Ele estará completamente concluída e a História estará encerrada.

    Considerando assim a figura do Salvador da humanidade, a meditação de sua vida, contemplando os mistérios do Rosário, adquire uma verdadeira luz. Então, desde o primeiro Mistério, a “Agonia no Horto das Oliveiras” até o último, a “Coroação de Nossa Senhora no Céu”, passo a passo vai se manifestando a beleza da fisionomia de Nosso Senhor Jesus Cristo.
    ____________

    (*) Se deseja fazer uma assinatura da Revista Catolicismo, envie um e-mail para: catolicismo@terra.com.br

    Nosso Senhor Jesus Cristo













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    About Revista Catolicismo

    • Catolicismo é uma revista mensal de cultura que, desde sua fundação, há mais de meio século, defende os valores da Civilização Cristã no Brasil. A publicação apresenta a seus leitores temas de caráter cultural, em seus mais diversos aspectos, e de atualidade, sob o prisma da doutrina católica. Teve ela inicio em janeiro de 1951, por inspiração do insigne líder católico Plinio Corrêa de Oliveira.

    terça-feira, 22 de novembro de 2016

    Ciência confirma a Igreja






    Ciência confirma a Igreja




    O Santo Sepulcro aberto, a Ressurreição de Jesus Cristo e a “ressurreição” da Igreja em nossos dias


    Posted: 20 Nov 2016 11:30 PM PST






    Portinha de ingresso no Santo Sepulcro enquanto a equipe de restauração retirava o mármore superior.










    Luis Dufaur


    Escritor, jornalista,

    conferencista de

    política internacional,

    sócio do IPCO,

    webmaster de

    diversos blogs














    continuação do post anterior: Lições do Santo Sepulcro de Jesus Cristo aberto após séculos para exame científico















    Por que fizeram estes trabalhos?




    Durante a restauração de 1810, foi erigida sobre o sagrado Santo Sepulcro uma pequena estrutura artística conhecida como edícula (do latim aedicule, ou "casinha").




    Essa edícula há tempos pedia uma restauração e a Autoridade das Antiguidades do governo de Israel acabou declarando-a insegura impondo uma reforma.




    Após muita discussão uma equipe de cientistas da Universidade Técnica Nacional de Atenas, sob a direção de seu supervisor científico chefe, a professora Antônia Moropoulou, ficou a cargo da empreitada.




    Essa Universidade havia demonstrado sua competência restaurando a Acrópole de Atenas e a catedral Santa Sofia de Istambul.




    Doadores privados e públicos forneceram contribuições por mais de US$ quatro milhões para financiar o projeto.








    A edícula sobre o Santo Sepulcro cuja restauração motivou os trabalhos.


    Um trabalho completo exigia uma análise do estado da rocha sobre a qual se apoia a edícula. Mas essa é a própria rocha na qual foi aberta a câmara mortuária onde aconteceu a Ressurreição.




    Acrescia que além da Tradição e documentos muito antigos, a única fonte incontrovertível que atestava que ali estava o Santo Sepulcro era o testemunho de Santa Helena, que recuperou o túmulo no ano 326. Portanto, há quase 1.800.




    Também nunca falta o zum-zum dos incrédulos sofismando se tratar tudo de uma superstição religiosa e lá embaixo não ter nada, ou algum túmulo alheio ou como qualquer outro.




    O fato de milhões de peregrinos passarem todo ano sobre o Santo Sepulcro durante séculos poderia ter alterado a resistência da rocha.




    Era prudente, necessário e útil sob vários pontos de vista fazer uma vistoria do local.




    Mas, se era para abrir o Sepulcro, era o caso de se aplicar nele tudo o que a tecnologia tem de melhor para colher a maior quantidade de dados científicos possível.




    "Nós estamos no momento crítico de restaurar a edícula", explicou a professora Moropoulou.




    "A tecnologia que estamos usando para documentar este monumento único permitirá que o mundo inteiro estude nossos achados como se ele próprio tivesse entrado na tumba de Cristo".





    O que acharam?








    Especialistas removendo a placa de mármore que recobre o Sepulcro de Cristo.


    Havia especialistas que acreditavam que o túmulo havia acabado sendo destruído após tantas ocorrências históricas. Porém, uma varredura inicial por radar mostrou que a cova estava íntegra e que tinha uma profundidade de 1,28 metros (6 pés).




    Acresce que as varreduras foram feitas na igreja toda e foram detectadas pelo menos outras seis covas funerárias embaixo dela.




    Nada de espantar, pois o local fora um cemitério. O nome do local em hebraico que os Evangelhos nos transmitem é "Gólgota" que significa "monte das caveiras".




    Porém, só uma das covas detectadas coincidia com o local apontado como sendo o Santo Sepulcro venerado durante dois mil anos pela tradição ininterrupta dos fiéis: embaixo da edícula.




    Os especialistas removeram em primeiro lugar a grande peça de mármore sobre a qual os fiéis rezam depositam flores e votos.




    Embaixo dela havia uma camada de entulho sobre a qual pousava a placa. Após a cuidadosa remoção do entulho foi identificada uma nova placa de pedra que tinha entalhada uma cruz e estava rachada ao meio.




    O último que viu essa placa de mármore foi por volta de seis séculos atrás.




    O arqueólogo Fredrik Hiebert explicou se tratar de uma peça do século XII da qual só se tinha notícia escrita.




    Ela teria sido mandada rachar para que, em caso de saque muçulmano, esses saqueadores de tumbas julgassem que não tinha valor comercial e não prosseguissem adiante na profanação.




    Tudo concordava com o que se sabia do Santo Sepulcro.




    Os trabalhos prosseguiram. Embaixo da placa cruzada havia ainda mais recheio que foi cuidadosamente removido.




    Por fim a pedra sagrada original se revelou intacta ante os cientistas.





    "Meus joelhos estão tremendo!"








    Santo Sepulcro a pedra escura com uma cruz é a laje dos cruzados.

    A pedra clara é do túmulo original.

    Sobre ela foi depositado Jesus morto e nela ressuscitou


    "Eu estou absolutamente espantado. Meus joelhos estão tremendo porque eu não imaginava ver isto", reconheceu o arqueólogo Fredrik Hiebert, do National Geographic.




    "Não podemos garantir 100%, mas isso aparece como a prova de que o posicionamento da tumba não foi mudado com o tempo, uma coisa que cientistas e historiadores de perguntaram durante décadas", acrescentou.




    "Esta é a Rocha Santa que vem sendo venerada há séculos, mas só agora pode realmente ser vista", disse a professora Antonia Moropoulou, que lidera a restauração.




    As características do local batem com os primeiros relatos de sepultamento de Jesus contidos nos evangelhos.




    Os arqueólogos identificaram mais de mil túmulos semelhantes cortados na rocha ao redor de Jerusalém, explicou o arqueólogo do National Geographic Jodi Magness.




    Todos os detalhes do Santo Sepulcro são "perfeitamente consistentes com o que sabemos sobre como ricos judeus sepultavam seus mortos no tempo de Jesus", sublinhou Magness. Pois era o túmulo do rico São José de Arimateia.




    Os Evangelhos especificam que Jesus foi enterrado fora de Jerusalém, perto do local de sua crucificação no Gólgota ("o lugar de crânios").




    A presença de pelo menos uma meia dúzia de outros túmulos do período é importante evidência arqueológica, de acordo com Magness. "O que eles mostram é que, de facto, esta área era um cemitério judeu fora dos muros de Jerusalém na época de Jesus."




    De acordo com Dan Bahat, ex-arqueólogo da cidade de Jerusalém, "nós não podemos estar absolutamente certos que a Igreja do Santo Sepulcro é o local de enterro de Jesus, mas certamente não há outro sitio do qual se pode afirmar isso com tanta forca, portanto nós realmente não temos nenhuma razão para rejeitar sua autenticidade".




    O arqueólogo Martin Biddle, autor de um estudo seminal sobre o Santo Sepulcro, acredita que agora vai se analisar cuidadosamente os dados recolhidos. "As superfícies da rocha deve ser olhadas com o maior cuidado procurando minuciosamente vestígios de grafites".




    Biddle aludia a outros túmulos cujos muros ficaram pintados ou riscados com cruzes e inscrições.




    Após consciencioso fechamento, a equipe da Universidade Técnica Nacional de Atenas continua a restauração da edícula, coletando informações valiosas que os estudiosos analisarão durante anos para entender melhor um dos locais mais sagrados do mundo.








    A Ressurreição de Cristo, Beato Fra Angelico (1395 – 1455).

    Convento de San Marco, Florença


    O Santo Sepulcro ficou aberto durante 60 horas nos dias 26, 27 e 28 de outubro de 2016.




    Ficou instalado um vidro blindado que permitirá ver uma parte pequena da parede do santo túmulo.





    Ressurreição de Cristo e "ressurreição" da Igreja




    Para o jornal "The New York Times" que partilha a opinião dos céticos, até agora a única prova de que aquele é o túmulo de Jesus consiste "no poder místico que se evidencia nas lâmpadas de ouro" e no fato de ter cativado durante séculos a imaginação de milhões de pessoas no mundo todo.




    Mas, acrescenta o agnóstico jornal, durante muitos séculos ninguém olhou o que havia lá dentro.




    Agora, porém, como disse um religioso não católico "nós vemos com nossos próprios olhos o local onde foi enterrado Jesus Cristo".




    O incrédulo jornalista do "The New York Times" foi um dos poucos convidados a ver com seus olhos a pedra sobre a qual repousou o Corpo Santíssimo de Jesus Cristo antes da Ressurreição.




    Ele ficou impressionado pela sua pobreza, de simples pedra calcária lisa e sem adornos, com uma rachadura pelo meio. Tudo isso iluminado pelo bruxuleio das velas que iluminavam nesse momento o minúsculo vão.




    A Igreja Católica, a única verdadeira, nasceu do costado de Nosso Senhor Jesus Cristo aberto pela lançada do centurião.




    Após essa derradeira ferida, o Corpo morto foi descido da Cruz para ser enterrado por Nossa Senhora – auxiliada pelas santas mulheres, São João e São José de Arimateia – no Santo Sepulcro.




    E ali ressuscitou.




    Não deve espantar ninguém que a Igreja Católica passe por circunstâncias e crises assustadoras.




    Mas Ela é imortal por promessa de Cristo e há de vencer as trevas de hoje e voltar a resplandecer novamente numa espécie de ressurreição, comparável à de Seu Divino Fundador.







    continua no próximo post: Cientistas identificam mistérios na abertura do Sepulcro de Cristo








    Momentos nos trabalhos no Santo Sepulcro





























    Igreja do Santo Sepulcro (antes da restauração) em 360º

    Para "entrar" no Sepulcro clique na última foto da série embaixo




















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    quinta-feira, 19 de maio de 2016

    Julio Severo - Eleição americana: Jesus era um socialista que apoiaria o candidato socialista Bernie






    Julio Severo




    Eleição americana: Jesus era um socialista que apoiaria o candidato socialista Bernie


    Posted: 18 May 2016 06:57 AM PDT




    • Eleição americana: Jesus era um socialista que apoiaria o candidato socialista Bernie

    • Produtores do filme "The Young Messiah" (O Jovem Messias) dizem que o capitalismo termina em segundo lugar






    • Menino Jesus do filme The Young Messiah



    (HOLLYWOOD REPORTER) — Jesus foi aparentemente um socialista que apoiaria o candidato socialista Bernie Sanders para presidente dos Estados Unidos.


    Pelo menos, essas são as implicações de uma pesquisa de opinião pública feita pelos marqueteiros do DVD "The Young Messiah," que será lançado em 9 de junho nos EUA, baseado na novela de Anne Rice sobre Jesus como uma criança.


    A pesquisa científica do Grupo Barna perguntou aos americanos se o capitalismo ou o socialismo se alinha melhor com os ensinos de Jesus, e o socialismo ganhou 24 por cento em comparação com 14 por cento para o capitalismo, com o restante respondendo "nem um dos dois" ou "não sei."


    Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Poll: Jesus a socialist who'd back Bernie


    Fonte: www.juliosevero.com


    • Leitura recomendada:



    Jesus e o messias socialista


    Jesus e os pobres: nenhuma semelhança com o socialismo



    Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430





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    terça-feira, 8 de março de 2016

    Líder muçulmano critica cristãos favoráveis ao casamento gay





















    • Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)























    -


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    • Líder muçulmano critica cristãos favoráveis ao casamento gay: “O que vão dizer na frente de Jesus?”




    Tags: Ahmed Mohamed el-Tayeb, Bíblia Sagrada, Cairo, Cristianismo, Egito, Homossexualidade, Islamismo, Jesus Cristo, Pecado


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    Conheça o Segredo do Homem que Lê 50 Livros por AnoLeitura Dinâmica - Método FastRead



    A postura de algumas igrejas cristãs em condescender com a união


    marital entre pessoas do mesmo sexo não possui aprovação da ampla


    maioria dos cristãos, mas mesmo assim, foi alvo de críticas por um líder


    religioso muçulmano.





    O islamismo, igual ao cristianismo, reprova a homossexualidade e a


    união entre pessoas do mesmo sexo, embora a maneira de lidar com essas


    situações seja amplamente oposta. Muitos muçulmanos extremistas condenam


    homossexuais à morte, e os executam em praça pública. No cristianismo, o


    senso comum é de denunciar o pecado, sem agredir o pecador. Em ambos os


    casos, há exceções.





    O xeique Ahmed Mohamed el-Tayeb, imã da mesquita Al-Azhar, no Cairo,


    Egito, afirmou que os cristãos que apoiam o casamento gay estão


    abandonando por completo a Bíblia Sagrada: “Infelizmente, alguns chefes


    das igrejas nos Estados Unidos aceitam casamentos do mesmo sexo. Eu me


    pergunto, o que resta da Bíblia nessas igrejas?”, questionou, segundo


    informações do Anglican Ink.





    El-Tayeb, que é considerado um dos sacerdotes mais moderados do


    Egito, fez essas afirmações durante uma palestra na Universidade


    Islâmica de Syarif Hidayatullah, na Indonésia. De origem sunita – mesma


    etnia dos fundadores do Estado Islâmico – o religioso muçulmano pôs em


    dúvida a fidelidade a Jesus Cristo de alguns líderes evangélicos nos


    Estados Unidos: “O que eles vão dizer na frente de Jesus?”.












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    O discurso do imã também abordou questões políticas do governo


    norte-americano, que vem impondo a aceitação à homossexualidade como


    condicionantes para oferta de ajuda externa a algumas nações. Nesse


    contexto, acusou as igrejas liberais de dar suporte a esta prática, que


    considerou uma “chantagem”.





    A fala do líder muçulmano é uma referência à Igreja Episcopal dos


    Estados Unidos e a uma denominação presbiteriana, conhecida pela sigla


    PCUSA, que manifestaram seu apoio ao casamento gay. A primeira, recebeu


    uma sanção da Comunhão Anglicana internacional por aprovar o casamento


    gay e consagrar bispos homossexuais; a segunda, foi repudiada pelas


    demais denominações presbiterianas do país e do mundo, incluindo a


    brasileira.

    •  
















    terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

    Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus


    AS CRUZADAS

    Link to As Cruzadas

    Posted: 14 Feb 2016 11:30 PM PST



    Profecia alguma prevê a vinda de Maomé.
    Numerosas, precisas e antigas profecias foram confirmadas com o nascimento de Jesus.
    A concepção de Maomé foi humana e natural.
    Jesus foi concebido de modo sobrenatural, e nasceu de uma virgem.
    Numerosas revelações de Maomé serviram para satisfazer seus interesses pessoais, tais como a legalização do casamento com sua nora.
    As revelações e a vida de Jesus foram "sacrifícais", como sua crucificação pelos pecados do mundo.
    Maomé não fez milagre algum.
    Jesus curou leprosos, deu vista aos cegos, andou sobre as águas, ressuscitou os mortos.
    Maomé estabeleceu um reino terreno.
    Jesus disse: "Meu reino não é deste mundo".
    Maomé admitiu que suas maiores paixões eram as mulheres, os perfumes e os alimentos.
    A principal paixão de Jesus foi glorificar o nome de seu Pai celestial.
    Maomé foi um rei terreno que acumulou riqueza, tornando-se o proprietário mais rico da Arábia.
    Jesus não tinha onde reclinar a cabeça.
    A vida de Maomé foi marcada pela espada.
    A vida de Jesus foi marcada pela misericórdia e pelo amor.
    Maomé incitou a jihad, ou guerra santa.
    Jesus disse que "aqueles que ferirem pela espada, pela espada perecerão". Um de seus títulos é "Príncipe da Paz".
    Se uma caravana era fraca, Maomé atacava-a, saqueava-a e massacrava-a; se ela era forte, ele fugia.
    Jesus disse: "Resplendeça vossa luz diante dos homens, para que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus". "Amai os vossos inimigos e abençoai os que vos odeiam".
    Maomé fez apedrejar a adúltera.
    Jesus perdoou à adúltera.
    Maomé casou com catorze mulheres, incluindo uma menina de sete anos.
    Jesus não teve relações carnais.
    Maomé admitiu que era um pecador.
    Jesus foi livre de todo pecado, mesmo de acordo com o Alcorão.
    Maomé não previu sua morte.
    Jesus predisse com exatidão a sua crucificação, morte e ressurreição.
    Maomé não formou nem nomeou um sucessor.
    Jesus designou, instruiu e preparou seus sucessores.
    Maomé estava tão incerto sobre a sua salvação que orou setenta vezes por dia, a fim de receber o perdão.
    Jesus era a essência da salvação, e disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida! Ninguém vai ao Pai senão por mim".
    Maomé massacrou seus inimigos.
    Jesus perdoou os seus inimigos.
    Maomé morreu e seus restos mortais estão enterrados na terra.
    Jesus ressuscitou dos mortos e ascendeu ao Céu!





    Outras diferenças entre Jesus e Maomé



    Maomé foi um líder religioso e militar
    Jesus foi um líder religioso
    Estima-se que Maomé matou 3 mil pessoas, incluindo 700 judeus em Medina em 627.
    Jesus nunca matou ninguém
    Maomé recebeu um quinto dos prisioneiros capturados em combate, incluindo mulheres (Sura 08:41).
    Jesus nunca possuiu escravos
    Maomé forçou seus discípulos sob pena de morte a continuarem acreditando nele.
    Jesus nunca forçou os discípulos a continuar a crer nEle.
    Maomé ensinou vingar os crimes contra a honra, a família ou a religião.
    Jesus ensinou a perdoar as ofensas recebidas.
    Maomé torturou o chefe de uma tribo judaica.
    Jesus nunca torturou ninguém.
    Maomé vingou a violência contra ele, ordenando a morte de seus inimigos.
    Jesus não vingou a violência praticada contra Ele, mesmo dizendo "Pai, perdoa-lhes" (Lc 23,24).
    Para o Islam mártir é quem morre por sua fé enquanto luta e mata os infiéis.
    Para os cristãos o mártir é aquele que morre por sua fé.
    Todos os califas discípulos de Maomé também foram generais de guerra.
    Nenhum dos discípulos de Jesus formou exércitos.
    Nos primeiros 300 anos do Islã, os exércitos islâmicos invadiram a Arábia, a Pérsia, a Terra Santa, a África do Norte, a África Central, a Espanha, o sul da França e amplas áreas da Ásia Menor e na Ásia Central.
    Nos primeiros 300 anos do cristianismo, houve 10 grandes perseguições contra os cristãos e não houve resistência armada.



    (Fonte: La differenza tra Gesù e Maometto, Dietro le Quinte, 25/08/2012. BastaBugie nº.437, 20 janeiro 2016.




    GLÓRIA CASTELOS CATEDRAIS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
    Voltar a 'Glória da Idade MédiaCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS


    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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