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Trump vence mais uma – Acaba mais um descalabro do ex-presidente islâmico
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DROGA MATA - Não Vote PT! | 4 de May de 2017 at 16:18 | Categories: trump | URL: http://wp.me/p6A6F-7vp
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Câmara dos EUA revoga Obamacare e dá vitória apertada a Trump
22Do UOL, em São Paulo 04/05/201715h19 > Atualizada 04/05/201717h50
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- REUTERS/Carlos Barria
Diante de congressistas republicanos, Trump discursa na Casa Branca logo após a Câmara dos EUA revogar o Obamacare
A maioria republicana da Câmara de Representantes [deputados] dos Estados Unidos revogou nesta quinta-feira (4) o Obamacare, programa de saúde sancionado durante o governo de Barack Obama, dando ao presidente Donald Trump uma grande vitória no Congresso americano. Agora, o projeto de reforma da saúde segue para o Senado.
Os republicanos precisavam de 216 votos e conseguiram apenas um a mais. A bancada do partido tem 238 deputados e 20 deles se juntaram aos 193 democratas, que se opuseram por completo ao projeto. O placar final foi 217 a 213.
"O Obamacare foi um fracasso e esse novo projeto é um ótimo plano, e é isso que estamos celebrando", disse Trump momentos depois da vitória na Câmara, diante da bancada republicana. "Há muito talento atrás de mim, eles trabalharam muito por esse projeto", afirmou.
O sistema Obamacare "está morto", disse Trump na Casa Branca. "Vamos terminá-lo e seguir fazendo muitas outras coisas", acrescentou o presidente, que disse sentir "muita confiança" de que o projeto será rapidamente aprovado no Senado.
O fim do Obamacare foi uma das principais bandeiras de Trump durante a campanha presidencial, mas o novo presidente enfrentou resistência entre os próprios republicanos para aprovar a reforma da lei. O projeto estava programado para ser votado em 24 de março, quando a oposição dentro do seu próprio Partido Republicano forçou o adiamento da votação.
Determinado a obter sua primeira grande vitória legislativa desde que tomou posse em janeiro, Trump apostou seu capital político no projeto de lei da reforma da saúde, encontrando-se em pessoa e ligando para parlamentares na tentativa de cortejar seu apoio. Segundo seus assessores, Trump não largou o telefone em busca de convencer os partidários.
A expectativa é de que o texto sofra alterações no Senado, onde a maioria também é republicana, com vantagem menor para os democratas em relação à Câmara --são 52 republicanos e 46 democratas, além de dois independentes alinhados aos democratas.
Obamacare x American Health Care Act
Sancionado em 2010, o Obamacare proporcionou planos de saúde a milhões de norte-americanos a mais, mas os republicanos o atacam há tempos por vê-lo como uma intromissão do governo federal nos Estados e por se queixarem de que ele eleva os custos.
Ao chegar à presidência, a equipe de Trump e os republicanos idealizaram o American Health Care Act ("Lei Americana de Saúde"), que revoga a maioria dos impostos do Obamacare, incluindo uma penalidade para os que não adquirem planos de saúde. Ele também corta o financiamento do Medicaid, o programa que oferece cobertura aos pobres, e anula a maior parte da expansão do programa. (Com agências internacionais)
Revés temporário
O plano de reforma do sistema de saúde de Trump sofreu um grande revés quando a votação foi adiada, há 40 dias. Trump reagiu dando um ultimato aos legisladores republicanos, reunidos no Capitólio, para que aprovassem a substituição do Obamacare.
"O desastroso Obamacare provocou mais custos e menos opções. Isto só vai piorar! Devemos revogá-lo e substituí-lo. Aprovem a lei!" - escreveu Trump no Twitter oficial da Casa Branca na ocasião.
Em linhas gerais, a bancada republicada está dividida em duas correntes. A primeira, alinhada com Trump, considera que o plano é o que o país precisa para superar o modelo do Obamacare. Uma segunda corrente, mais ortodoxa, se opõe ao projeto por considerar que este não é conservador o suficiente e que mantém aspectos importantes do Obamacare.
No meio, uma parte importante dos legisladores republicanos adota um discurso de cautela, alegando que estudos indicam que a nova lei poderia deixar 14 milhões de pessoas sem nenhuma cobertura médica, um cenário que consideram explosivo para as próximas eleições legislativas, em 2018.














