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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    terça-feira, 15 de agosto de 2017

    [New post] Francisco impõe a concelebração nos colégios sacerdotais de Roma.




    G. M. Ferretti posted: "Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 28-06-2017 | Tradução: Hélio dias Viana - FratresInUnum.com: Corre no Vaticano este rumor. A um colaborador que lhe perguntou se era verdade que existe uma comissão para "reinterpretar" a Humanae vitae, o Pap"



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    by G. M. Ferretti



    Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 28-06-2017 | Tradução: Hélio dias Viana - FratresInUnum.com: Corre no Vaticano este rumor. A um colaborador que lhe perguntou se era verdade que existe uma comissão para "reinterpretar" a Humanae vitae, o Papa Francisco teria respondido: "Não é uma comissão, é um grupo de trabalho". Não se trata apenas de artifícios […]


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    G. M. Ferretti | 15 August, 2017 at 11:31 am | Tags: Roberto de Mattei | Categories: Cúria Romana, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-ccT




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    O Pontificado de Francisco



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    Quando o sacerdote celebra a Santa Missa…


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    • Francisco impõe a concelebração nos colégios sacerdotais de Roma.



    Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 28-06-2017 | Tradução: Hélio dias Viana – FratresInUnum.com: Corre no Vaticano este rumor. A um colaborador que lhe perguntou se era verdade que existe uma comissão para “reinterpretar” a Humanae vitae, o Papa Francisco teria respondido: “Não é uma comissão, é um grupo de trabalho”. Não se trata apenas de artifícios linguísticos para ocultar a verdade, mas de jogos de palavras que revelam como o culto da contradição constitui a essência deste pontificado. Mons. Gilfredo Marengo, coordenador do “grupo de trabalho”, resume bem essa filosofia, quando afirma ser necessário fugir do “jogo polêmico ‘pílula sim – pílula não’, como também daquele atual ‘comunhão aos divorciados sim – comunhão aos divorciados não’” (Vatican Insider, 23 de março de 2017).


    Esta premissa nos é necessária para apresentar um novo documento confidencial, resultado igualmente de outro “grupo de trabalho”. É o “working paper” [documento de trabalho] da Congregação do Clero “Sobre a concelebração nos colégios sacerdotais de Roma”, que circula de maneira reservada nos colégios e seminários romanos. O que emerge com clareza desse texto é que o Papa Francisco deseja impor de fato, embora ainda não de princípio, a concelebração eucarística nos colégios e nos seminários romanos, afirmando que “a celebração comunitária deve ser sempre preferida à individual”.

    O motivo dessa decisão emerge do documento. Roma não é somente a sede da Cátedra de Pedro e o coração da Cristandade, mas também o lugar para onde convergem sacerdotes e seminaristas de todo o mundo a fim de adquirir aquela veneração pela fé, pelos ritos e tradições da Igreja, chamado outrora de “espírito romano”. A permanência em Roma, que ajudava a desenvolver o amor à Tradição da Igreja, oferece hoje a oportunidade de uma “reeducação” doutrinária e litúrgica para aqueles que querem “reformar” a Igreja segundo as diretivas do papa Bergoglio. A vida nos colégios romanos – afirma com efeito o “working paper” – oferece ocasião “para se viver ao mesmo tempo um período intenso de formação permanente integral”.

    O documento recorda explicitamente um recente discurso dirigido aos sacerdotes que estudam em Roma, no qual o Papa Francisco lembrou a importância eclesial da concelebração no contexto da comunidade dos sacerdotes estudantes: “Trata-se de um desafio permanente para superar o individualismo e viver a diversidade como uma dádiva, procurando a unidade do presbitério, que é sinal da presença de Deus na vida da comunidade. O presbitério que não mantiver a unidade, na realidade expulsa Deus do próprio testemunho. Não dá testemunho da presença de Deus. Rejeita-o. Deste modo, congregados em nome do Senhor, de maneira particular quando celebrais a Eucaristia, manifestais inclusive sacramentalmente que Ele é o amor do vosso coração” (Discurso de 1° de abril de 2017).

    À luz dessa doutrina, o “working paper” da Congregação para o Clero reitera que “a Missa concelebrada é preferível à celebração individual” (grifado no original, como também nas citações seguintes).

    “Portanto, os Superiores são vivamente instados a encorajar a Concelebração, até mesmo várias vezes ao dia, na grande comunidade presbiteral. Em consequência, podem-se esperar várias celebrações nos Colégios, para que os presbíteros neles residentes possam participar de acordo com as próprias necessidades, cuidando de estabelecer dois ou três momentos ao longo do dia.”

    “Com efeito, os relacionamentos cotidianos, compartilhados diariamente e durante anos no mesmo Colégio Romano, são uma experiência importante na trajetória vocacional de cada sacerdote. Dessa maneira, na verdade se estabelecem vínculos de fraternidade e de comunhão entre os sacerdotes de diferentes dioceses e nações, que encontram uma expressão sacramental na celebração eucarística.”

    “O distanciar-se das próprias diocese de incardinação e da missão pastoral por um tempo bastante longo garante certamente não só a formação intelectual, mas sobretudo oferece a ocasião de viver ao mesmo tempo um intenso período de formação integral permanente. Nesta perspectiva, a vida comum dos Colégios sacerdotais oferece esta modalidade de fraternidade sacerdotal, provavelmente nova em comparação com o passado. A experiência do Colégio representa uma oportunidade para uma frutuosa celebração da Eucaristia pelos sacerdotes. Portanto, a prática da Concelebração eucarística diária nos Colégios pode tornar-se uma oportunidade para o aprofundamento da vida espiritual dos sacerdotes, com importantes frutos, como: a expressão da comunhão entre os sacerdotes das várias Igrejas particulares, que se manifesta particularmente quando os Bispos das várias dioceses presidem a concelebração na ocasião das visitas a Roma; a oportunidade de ouvir a homilia feita por outro irmão; a celebração acurada, e mesmo solene, da Eucaristia cotidiana, o aprofundamento da devoção eucarística que cada sacerdote deve cultivar, além da própria celebração.”

    Entre as normas práticas indicadas, lê-se:

    “É recomendável que os sacerdotes possam participar ordinariamente da Concelebração eucarística nos horários previstos no Colégio, preferindo sempre a celebração comunitária à individual. Nesse sentido, os Colégios com um considerável número de sacerdotes hóspedes poderão estabelecer a Concelebração Eucarística em 2 ou 3 horários diversos no dia, de modo a permitir a cada um de participar de acordo com as próprias necessidades pessoais, acadêmicas ou pastorais.”

    “Se os sacerdotes residentes no Colégio não puderem por razões particulares participar da Concelebração nos horários previstos, devem preferir sempre celebrar juntos em outro horário mais conveniente.”

    É flagrante, e repetida em duas passagens do texto, a violação do cânon 902, segundo o qual “os sacerdotes podem concelebrar a Eucaristia; permanece íntegra, porém, a liberdade de cada um celebrar a Eucaristia individualmente”. Em consequência, os colégios que aplicarem ao pé da letra o “working paper” infringirão a lei universal vigente.

    Em 5 de março de 2012, por ocasião da apresentação do livro de Mons. Guillaume Derville, A concelebração eucarística. Do símbolo à realidade (Wilson & Lafleur, Montreal 2012), o cardeal Antonio Cañizares, então prefeito da Congregação para o Culto Divino, salientou a necessidade de “moderar” a concelebração, fazendo suas as palavras de Bento XVI: “recomendo aos sacerdotes ‘a celebração diária da Santa Missa, mesmo quando não houver participação de fiéis’. Tal recomendação é ditada, antes de mais, pelo valor objetivamente infinito de cada celebração eucarística; e é motivada ainda pela sua singular eficácia espiritual, porque, se vivida com atenção e fé, a Santa Missa é formadora no sentido mais profundo do termo, enquanto promove a configuração a Cristo e reforça o sacerdote na sua vocação” (Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis, n. 80).

    A doutrina católica vê de fato na Santa Missa a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz. A multiplicação das Missas dá mais glória a Deus e é um bem imenso para as almas. “Se cada Missa tem em si mesma um valor infinito – escreve Pe. Joseph de Sainte Marie –, as disposições dos homens para receber seus frutos são sempre imperfeitas e, nesse sentido, limitadas. Daí a importância do número de celebrações da Missa para multiplicar os frutos da salvação. Apoiada por este raciocínio teológico elementar, mas suficiente, a fecundidade salvífica da multiplicação das Missas também é comprovada pela prática litúrgica da Igreja e pela atitude do magistério. Dessa fecundidade, a Igreja – a história o ensina – tomou progressivamente consciência ao longo dos séculos, promovendo a prática e depois encorajando oficialmente cada vez mais a multiplicação das Missas” (L’Eucharistie, salut du monde, Dominique Martin Morin, Paris 1982 pp. 457-458).

    Para os neo-modernistas, a Missa se reduz a uma assembleia, tanto mais significativa quanto maior for o número dos padres e dos fiéis que dela participam. A concelebração é entendida como um instrumento para fazer o sacerdote perder lentamente a consciência de seu caráter sacerdotal e de sua missão, que é unicamente a celebração do sacrifício eucarístico e a salvação das almas. Mas a diminuição das Missas e a perda do conceito verdadeiro do que é uma Missa constituem uma das principais causas da crise religiosa do nosso tempo. Agora, até mesmo a Congregação para o Clero, a mando do papa Bergoglio, faz sua contribuição para esse desmantelamento da fé católica.


    domingo, 13 de agosto de 2017

    O Fiel Católico - Pela Santa Missa podemos satisfazer a Justiça Divina pelos pecados cometidos (Excelências da Santa Missa – VII)

    • Pela Santa Missa podemos satisfazer a Justiça Divina pelos pecados cometidos (Excelências da Santa Missa – VII)


    Leia o primeiro capítulo

    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores

    S. Leonardo de
    Porto-Maurício
    A SEGUNDA OBRIGAÇÃO que temos para com DEUS é a de satisfazer à sua Justiça por tantos pecados por nós cometidos. Oh!, que dívida imensa esta! Um único pecado mortal pesa tanto na balança da Justiça Divina que não bastariam, para expiá-lo, todas as boas obras de todos os mártires e de todos os santos passados, presentes e futuros. No entanto, com o Santo Sacrifício da Missa, se considerarmos o seu valor intrínseco e seu Preço, pode-se satisfazer plenamente a Deus por todos os pecados cometidos.

    E aqui buscai compreender quanto de reconhecimento deveis a JESUS. Pensai-o bem: é Ele o ofendido; entretanto, não contente de no Calvário ter satisfeito por nós à Justiça Divina, deu-nos e continua a dar-nos incessantemente o meio de apaziguá-la no Sacrifício da Santa Missa, pois aí renova a Oferenda que, na Cruz, fez a DEUS PAI, pelos pecados do Mundo inteiro. O mesmo Sangue que derramou para resgatar o gênero humano é aplicado e oferecido especialmente na Santa Missa pelos pecados daquele que a celebra ou manda celebrar, e de todos os que participam deste augusto Sacrifício.

    Não que o Sacrifício da Santa Missa apague por si mesmo e imediatamente nossos pecados, como é o caso do Sacramento da Confissão; mas obtém que eles nos sejam apagados, proporcionando-nos, seja no momento mesmo da Santa Missa, seja em outra ocasião oportuna, boas inspirações, movimentos salutares e graças atuais que nos são indispensáveis para nos arrependermos dignamente de nossas faltas. Só DEUS sabe quantas almas escaparam das garras do pecado pelos socorros extraordinários que lhes provieram deste divino Sacrifício!

    Assim conquanto às almas em estado de pecado mortal não lhes aproveite o valor no que tem de propiciatório, todos os pecadores deviam assistir muitas vezes à Santa Missa para alcançar mais facilmente a graça da conversão. Quanto às almas vivendo em paz com DEUS, o Sacrifício da Santa Missa lhes dá uma força surpreendente para se manterem nesse estado e, conforme a opinião comum, são apagados todos os pecados veniais, casso tenham ao mesmo tempo um arrependimento geral.

    É o que ensina claramente Santo Agostinho: “Se alguém assiste devotamente à Santa Missa, não cairá em pecado mortal e os pecados veniais lhe serão perdoados”.

    Narra São Gregório que uma pobre mulher encomendava a celebração de Santas Missas todas as segundas-feiras, em ação de graças para o seu marido, que ela julgava morto, pois ele caíra nas mãos dos bárbaros. Estava vivo, porém, e durante o tempo em que se celebravam essas Santas Missas, a cadeias se lhe soltavam dos pés e das mãos e lhe caíam as algemas, e ele ficava livre e desembaraçado, como, ao libertar-se da escravidão, pôde contar a sua mulher. Quanto mais devemos crer na eficácia deste Sacrifício para desatar os laços espirituais, isto é, os pecados veniais, que de certo modo mantém cativa a alma, impedindo-a de agir com a liberdade e o fervor que ela teria, não fossem esses entraves.

    Ó bem-aventurada Santa Missa, que nos restitui a liberdade de filhos de DEUS, e satisfaz todas as penas devidas por nossos pecados! Mas então, me direis, basta assistir ou encomendar uma única Santa Missa para pagar as maiores dívidas com DEUS, em vista de tantos pecados cometidos, pois, sendo infinito o seu valor, com ela daremos a DEUS uma satisfação infinita. – Devagar!, eu vos peço. Realmente, se bem que o valor do Santo Sacrifício seja infinito, deveis saber, entretanto, que DEUS o aceita numa medida limitada e finita, mais ou menos, conforme a devoção maior ou menor de quem o celebra, manda celebrar, ou a ele assiste. "Quorum tibi fides cógnita est et nota devotio" ('Quanto a eles, sua fé e devoção são conhecidos por Ti'), diz a Santa Igreja no Cânon da Santa Missa, e, por esta linguagem dá-nos a entender o que ensinam expressamente os Doutores, e é que a maior ou menor satisfação proporcionada pela Santa Missa, quanto à pena devida por nossos pecados, depende da disposição de quem a celebra ou a ela assiste.

    Note-se aqui o erro daqueles que preferem as Missas mais curtas e menos devotas, ou, o que é pior, que a elas assistem com pouca ou nenhuma devoção. É verdade que todas as Missas são iguais do ponto de vista do Sacramento, como ensina São Tomás; não o são, porém, quanto aos efeitos que delas provêm. Quanto maior a piedade atual ou habitual do celebrante, maior será o fruto de seu Sacrifício. Assim, não fazer diferença entre um padre mais fervoroso e outro menos, seria o mesmo que, para pescar, lançar mão indiferentemente de uma rede de malhas pequenas ou grandes.

    Diga-se o mesmo dos que assistem à Santa Missa. E, ainda que eu vos exorte, o mais que posso, a assistir muitas vezes à Santa Missa, advirto-vos: mais glória dais a DEUS com aquela única Missa assistida com devoção e adoração profundas, e retirais mais e melhor fruto do que assistir cinquenta vezes sem a mesma disposição, – apesar do  que chamamos ex opere operato1, – do que um outro há de tirar de cinquenta.

    “Na satisfação, olha-se mais a piedade do oferente que a quantidade da oblação”: “In satisfactione magis attenditur affectus offrentis quam quantitas oblationis”, diz São Tomás de Aquino.

    Pode acontecer, sem dúvida, que, com uma única Missa, assistida com extraordinária devoção, se dê satisfação à Justiça de DEUS por todos os pecados ainda do maior pecador, conforme se depreende do Santo concílio de Trento, que diz: “Graças à oferenda deste santo Sacrifício, DEUS concede o dom da verdadeira penitência, e por ela o perdão dos pecados, ainda dos mais graves”. No entanto, visto não conhecermos claramente a disposição interior com que assistimos à Santa Missa, nem a satisfação correspondente, devemos ter o cuidado em assistir a muitas, o mais que pudermos, e assistir com todo o amor e devoção possíveis. Felizes de vós, se depositardes uma grande confiança em DEUS, que tão admiravelmente exerce Seu Amor neste Divino Sacrifício, e se assistirdes com fé, fervor e reverência, a todas as Santas Missas que puderdes!

    Afirmo-vos que podeis alimentar a doce esperança de alcançar diretamente o Paraíso, sem passar pelo Purgatório. À Santa Missa, portanto, à Santa Missa! E que jamais se ouça de vossos lábios esta palavra escandalosa: “Uma Missa a mais, uma Missa a menos, não tem importância...”.

    ** Ler o capítulo seguinte

    ______
    1. N. do E.: "Ex opere operato" é uma expressão teológica latina que significa "pela obra operada", e se refere ao fato de que os Sacramentos realmente são eficazes: conferem a Graça quando o Sinal Sacramental é validamente realizado, não como resultado de atividade da parte do receptor, mas pelo Poder e Promessa de Deus. Ainda assim, não contrariando esta realidade, S. Leonardo diz que muito mais proveito tira dos Sacramentos aquele que deles participa com grande piedade, com autêntico espírito de adoração.
    ____
    Fonte:
    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII
    ofielcatolico.com.br

    sábado, 22 de julho de 2017

    O Fiel Católico


    O Fiel Católico


    Posted: 22 Jul 2017 01:42 PM PDT

    A GRANDEZA E A BELEZA são dois motivos assaz poderosos para tocar os corações. A utilidade, porém, os persuade e, a despeito de toda repugnância, arrebata quase sempre à vitória...

    ** Ler o capítulo completo
    ofielcatolico.com.br

    domingo, 7 de maio de 2017

    O Fiel Católico: Pela Santa Missa agradecemos dignamente a Deus todos os benefícios (Excelências da Santa Missa – VIII)




    A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. 
    (Santo Agostinho)




    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)-

















































    • Pela Santa Missa agradecemos dignamente a Deus todos os benefícios (Excelências da Santa Missa – VIII)




    Leia o primeiro capítulo



    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores



    S. Leonardo de

    Porto-Maurício
    A TERCEIRA DÍVIDA ou obrigação é a do reconhecimento pelos benefícios de
    que nos cumulou carinhosamente nosso DEUS. Computai todos os favores
    que dele tendes recebido, os bens da natureza e da Graça, o corpo, a
    alma, os sentidos, as faculdades, a saúde, a vida... A própria Vida,
    enfim, de seu Filho JESUS, e a Morte que por nós sofreu, elevam além de
    qualquer medida a divida de gratidão que temos para com DEUS. Como
    poderemos agradecer-Lhe suficientemente?



    Se, duma parte, a lei da gratidão é observada mesmo pelos animais
    selvagens, que às vezes mudam sua ferocidade em afeição àqueles que lhe
    fazem bem (como quando recebem alimento ou um afago carinhoso), quanto
    mais deverá ser ela observada entre os homens, dotados de razão e tão
    prodigiosamente favorecidos pela liberalidade de DEUS! Doutra parte,
    porém, nossa miséria é tão grande que não temos sequer o meio de
    satisfazer pelos menores benefícios recebidos de DEUS. Pois o menor de
    todos, provindo das Mãos de tão grande REI e acompanhado dum Amor
    infinito, adquire um preço infinito e nos obriga a um reconhecimento
    também infinito. Infelizes que somos! Se não podemos suportar o peso de
    um só benefício, como poderemos arcar com o fardo de Graças inumeráveis?



    Sendo assim, portanto, estaremos destinados à triste contingência de
    viver e morrer ingratos para com nosso Benfeitor. Consolai-vos, porém,
    pois o meio de dar ações de graças suficientes ao Boníssimo DEUS nos é
    ensinado pelo rei Davi, que, contemplando com espírito profético o
    Divino Sacrifício, confessava que só ele bastava para dar a DEUS ações
    de graças adequadas. "Quid retribuam Domino pro omnibus quae retribuit mihi?", perguntava. “Que retribuirei ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?”



    E responde: Calicem Salutaris, ou, segundo outra versão: Calicem Levabo!
    “Elevarei ao Céu o Cálice do Senhor”, isto é, oferecer-Lhe-ei um
    Sacrifício que será infinitamente agradável, e com o qual somente
    satisfarei a minha dívida por tantos e tão grandes benefícios.



    Acresce que este Sacrifício foi instituído pelo nosso Redentor,
    principalmente para este fim, quero dizer, para reconhecer a divina
    Munificência e agradecer-Lhe, e por isso chama-se Eucaristia por
    excelência, o que significa “Ação de Graças”. Ele mesmo nos deu o
    exemplo, quando na Última Ceia, antes de pronunciar nessa primeira Missa
    as palavras da Consagração, elevou os olhos ao céu e deu graças a seu
    PAI: "Elevatis oculis in caelum, tibi gratias apens fregit".



    Ó divina Ação de Graças, que nos descobre o fim sublime para que foi
    instituído este augusto Sacrifício, e nos convida a conformar-nos a
    nosso Chefe, a fim de que sempre, ao assistir à Santa Missa, saibamos
    servir-nos de tão grande Tesouro, oferecendo-o em ação de graças a nosso
    soberano Benfeitor, e associando-nos ao Paraíso todo, à Santíssima
    Virgem, aos Anjos e Santos, que se enchem de alegria ao ver-nos render a
    nosso adorável DEUS este Tributo de reconhecimento!







    A venerável Irmã Francisca Farnese vivia em contínuos tormentos de Amor,
    por se ver inteiramente cumulada de Benefícios divinos, sem encontrar o
    meio de depor tão pesado fardo, dando ao Senhor um reconhecimento
    suficiente. Certo dia apareceu-lhe a Santíssima Virgem e, depondo-lhe
    nos braços o Divino Infante (!), disse-lhe: “Toma-O, Ele é teu, e saibas dele servir-te, pois com Ele pagarás todas as tuas dívidas.”!



    Ó bem-aventurada Santa Missa, graças à qual o Filho de DEUS é
    depositado, não em nossos braços, mas em nossas mãos e em nosso coração!
    Uma Criancinha nos é dada, a fim de que dela nos sirvamos, e não há
    dúvida de que com ela possamos solver completamente a Dívida de
    reconhecimento que temos para com DEUS. Mais ainda: se bem refletirmos,
    na Santa Missa damos, de certo modo, a DEUS algo mais do que Ele nos
    deu: pois DEUS PAI nos deu somente uma vez o seu Divino FILHO, na
    Encarnação, enquanto nós lho damos sem cessar neste Santo Sacrifício.



    De modo que parece o sobrepujamos, por assim dizer, se não no próprio
    Dom, pois maior não pode haver que o FILHO de DEUS, mas ao menos em
    aparência, renovando tantas vezes o mesmo Dom!



    Ó imenso, infinito DEUS! Ó DEUS, Fonte do Amor! DEUS todo Amor! Quem
    dera pudéssemos ter uma infinidade de línguas para agradecer-vos pelo
    incalculável Tesouro que nos destes, instituindo a Santa Missa! E vós,
    que fazeis? Abristes enfim os olhos para reconhecer tão preciosíssimo
    Tesouro? Se, no passado, Ele foi para vós como um Tesouro Oculto, agora
    que começais a conhecê-lo, não exclamais transportados de admiração: Oh! Que admirável Tesouro! Que imenso Tesouro!



    ** Ler o nono capítulo 


    ___

    Fonte:
    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII

    O Fiel Católico: Pela Santa Missa adoramos dignamente a Deus (Excelências da Santa Missa – VI)




    A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. 
    (Santo Agostinho)




    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)-

















































    • Pela Santa Missa adoramos dignamente a Deus (Excelências da Santa Missa – VI)




    Leia o primeiro capítulo



    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores



    S. Leonardo de

    Porto-Maurício
    NOSSA PRIMEIRA obrigação para com DEUS é adorá-Lo e honrá-Lo. Sendo DEUS
    de Majestade infinita, homenagens infinitas Lhe devemos. Infelizes que
    somos! Onde encontraremos oferenda digna de nosso Criador? Passai vós em
    revista todas as criaturas do Universo: coisa alguma encontrareis digna
    Dele.
    Ah! é que uma oferenda digna de DEUS não pode ser senão o próprio DEUS.
    Necessário é que Aquele mesmo. que está assentado no Trono de Sua
    Majestade, desça para oferecer-se como vítima sobre nossos Altares, a
    fim de que a homenagem corresponda perfeitamente à Excelência de sua
    Grandeza infinita.



    É isto é o que se realiza na Santa Missa, única Homenagem pela qual DEUS
    é adorado na medida que merece, porque é adorado por DEUS mesmo, isto
    é, por JESUS que, pondo-se sobre o Altar em estado de Vítima, adora a
    SANTÍSSIMA TRINDADE por um ato de inefável dependência tanto quanto Ela
    merece. E de tal modo que todas as outras homenagens que Lhe possam
    prestar as criaturas, comparadas a essa Humilhação de JESUS, desaparecem
    como as estrelas em presença do Sol.
    Conta-se de uma santa alma que, totalmente abrasada de Amor a DEUS,
    traduzia em mil desejos o ardor de sua ternura: “Ah! meu DEUS", dizia
    ela, "quisera ter tantos corações e tantas línguas como há de folhas em
    todas as árvores, de átomos no ar e de gotas d´água no oceano, para vos
    amar e louvar como mereceis. Oh! Se eu os tivesse em meu poder e todos
    se consumissem de amor por vós, contanto que eu vos amasse mais que
    todas juntas, mais que todos os Anjos, os Santos e todo o Paraíso!” –
    Certo dia em que tal desejo se repetia com mais fervor do que nunca,
    ouviu ela o SENHOR responder-lhe: “Consola-te, minha filha, pois com uma
    só Missa da qual participas com devoção, dás-me toda esta Glória que me
    desejas, e ainda mais, infinitamente”.
    Admira-vos talvez esta afirmação? Não tendes motivo, pois visto nosso
    Boníssimo JESUS ser não somente Homem, mas DEUS verdadeiro e
    Todo-Poderoso, quando Ele se aniquila sobre o Altar, dá com este ato
    homenagem e adoração infinitas à SANTÍSSIMA TRINDADE. Deste modo nós,
    que concorremos com Ele no oferecimento deste grande Sacrifício, damos
    também de nossa parte, a DEUS, honra e homenagem infinitas. Oh! Que
    coisa sublime! Digamos uma vez ainda, pois importantíssimo é sabê-lo:
    sim, assistindo à Santa Missa, prestamos a DEUS adoração, honra e
    homenagem infinitas.
    Deixai, aqui, empolgar-vos de admiração, e reconhecei que é
    absolutamente verdade dizer que, ao assistirmos com devoção à Santa
    Missa, damos a DEUS mais glória do que lhe dão, com suas adorações,
    todos os Anjos e todos os Santos juntos: pois, definitivamente, eles são
    apenas simples criaturas e, portanto, suas homenagens são limitadas e
    curtas. Na Santa Missa, porém, JESUS se aniquila, e esta Humilhação é de
    valor e mérito infinitos.
    Por conseguinte, a homenagem e a honra que por meio d´Ele prestamos a
    DEUS na Santa Missa são homenagem e amor infinitos. Sendo assim, como
    quitaremos bem a nossa primeira dívida com DEUS, assistindo à Santa
    Missa! Ó mundo obcecado, quando abrirás os olhos para compreender
    verdade tão importante?
    E vós, cristãos negligentes, tereis ainda a coragem de dizer: “Uma Missa a mais, uma Missa a menos...”? Que triste cegueira!



    ** Ler o capítulo seguinte



    ___
    Fonte:
    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII

    O Fiel Católico: Vantagens do Santo Sacrifício (Excelências da Santa Missa – V)

    O Fiel Católico: Vantagens do Santo Sacrifício (Excelências da Santa Missa – V)



    A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. 
    (Santo Agostinho)




    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)-

















































    Vantagens do Santo Sacrifício (Excelências da Santa Missa – V)




    Leia o primeiro capítulo



    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores



    S. Leonardo de

    Porto-Maurício
    A GRANDEZA E A BELEZA são dois motivos assaz poderosos para tocar os
    corações. A utilidade, porém, os persuade e, a despeito de toda
    repugnância, arrebata quase sempre à vitória.


    Ainda que a excelência e a necessidade da Santa Missa não fossem para
    vós bastante ponderáveis, como poderíeis deixar de apreciar a magna
    utilidade que ela proporciona aos vivos e falecidos, aos justos e aos
    pecadores, para a vida e para a morte, e mesmo para depois da morte?
    Imaginai que sois aquele devedor do Evangelho, cuja dívida se elevara à
    enorme quantia de dez mil talentos. Chamado a prestar contas humilha-se,
    implora e pede adiamento para satisfazer completamente o débito: 


    "Patientiam hiabe in me, et omnia rddam tibi." – “Tem paciência comigo, que tudo de pagarei” (Mt 18, 26)


    Aí está o que deveis fazer, vós que tendes com a Justiça divina não uma,
    mas mil dívidas. Deveis humilhar-vos e suplicar tempo bastante para
    assistir à Santa Missa; e ficai certos de que estas Santas Missas
    saldarão completamente todas as vossas obrigações.



    São Tomás de Aquino, o Doutor angélico, nos ensina quais são as dívidas
    que temos com DEUS. Ele diz que há especialmente quatro. Todas as quatro
    ilimitadas.


    A primeira é de adorar, louvar e honrar este DEUS de majestade infinita e digno de infinitos louvores e homenagens.


    A segunda dar-Lhe satisfação pelos pecados que cometemos.


    A terceira, render-Lhe graças pelos benefícios recebidos.


    A quarta, implora-Lhe, como Fonte de todas as graças.



    Ora, como é possível que pobres criaturas como nós, que nada possuímos,
    nem mesmo o ar que respiramos, possam jamais satisfazer obrigações tão
    grandes? Consolemo-nos, pois aqui está um meio facílimo. Façamos o
    possível para participar de muitas Missas e com a máxima devoção;
    mandemos celebrá-la também o mais que pudermos: e, se bem que nossas
    dívidas sejam enormes e inumeráveis, não há dúvida de que, com o tesouro
    contido na Santa Missa, poderemos solvê-las inteiramente. E para melhor
    compreendermos estas dívidas, explicá-las-ei uma depois da outra, e
    grande será vossa consolação ao ver a grande utilidade e inesgotável
    riqueza que podeis haurir de mina abundante, para pagar todas.



    ** Ler o capítulo seguinte


    ___
    Fonte:

    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII, pp. 30-34.

    O Fiel Católico: A palavra de um homem opera o Sacrifício (Excelências da Santa Missa– III)

    A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. 
    (Santo Agostinho)




    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)-

















































    • A palavra de um homem opera o Sacrifício (Excelências da Santa Missa– III)




    Leia o primeiro capítulo



    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores



    S. Leonardo de

    Porto-Maurício
    ADMIRAI-VOS, TALVEZ, de me ouvir dizer que a Missa é uma obra
    maravilhosa? E não é, com efeito, inefável Maravilha o que opera a
    palavra de um humilde sacerdote? Que língua angélica ou humana poderia
    explicar Poder tão excessivo?



    Quem, jamais, poderia imaginar que a palavra de um homem, que não tem,
    naturalmente, a força de levantar da terra uma palha, receberia da Graça
    o poder surpreendente de fazer descer do Céu o Filho de DEUS?


    Aí está um poder maior que o de transportar montanhas, esgotar o mar e
    abalar os céus; poder comparável, de certo modo, àquele primeiro Fiat com que DEUS fez surgir do nada todas as coisas, e que pode mesmo parecer sobrepujar, em outro sentido, aquele Fiat pelo qual a Virgem Santíssima atraiu a seu seio o Verbo Divino.



    A Virgem Maria nada mais fez que fornecer a matéria do Corpo de Cristo,
    dela formado, de seu puríssimo sangue, mas não por ela nem por sua
    operação: enquanto que a voz do sacerdote, sendo instrumento de CRISTO
    no ato da Consagração, O reproduz de um modo novo e admirável, quer
    dizer, sacramentalmente, e isto tantas vezes quantas consagra.



    O bem-aventurado João, o Bom, de Mântua, levou um eremita seu
    companheiro a compreender esta verdade. Este não conseguia se persuadir
    de que a palavra de um padre tivesse o poder de mudar a substância do
    pão no Corpo de JESUS CRISTO, e a do vinho em seu Sangue. O que é mais
    deplorável, tinha cedido a essa tentação diabólica. O servo de DEUS
    percebeu o erro do companheiro e, conduzindo-o a beira de uma fonte, aí
    encheu de água uma taça e deu-lhe de beber.



    Depois de sorver toda a água, o outro confessou que jamais, em toda a
    sua vida, provara um vinho tão delicioso. Então João, o Bom, disse-lhe:
    “Não vedes o milagre, meu querido irmão? Se, por meio de um miserável
    como eu, a água se mudou em vinho pela onipotência divina, quanto mais
    deveis crer, por meio das palavras do sacerdote, que são palavras de
    DEUS, o pão e o vinho mudam-se no Corpo e Sangue de JESUS CRISTO? Quem
    ousaria jamais pôr limites à onipotência de DEUS?”. Bastou isso para
    dissipar o engano do eremita, que, expulsando de seu espírito toda a
    dúvida, fez grande penitência por seu pecado.



    Um pouco de fé, – mas de fé viva, – e confessaremos que inúmeras são as
    prodigiosas prerrogativas contidas neste admirável Sacrifício. Aí
    veremos, com admiração, renovar-se a toda hora esse prodígio da sagrada
    humanidade de JESUS CRISTO, presente em milhares e milhares de lugares, e
    desfrutando, por assim dizer, de algo de imensidade que não possui
    nenhuma outra coisa, e só a este reservada, em recompensa do Sacrifício
    de sua vida, feita a DEUS Altíssimo.



    Uma mulher fez com que um judeu incrédulo compreendesse esta verdade por
    meio de uma comparação material e grosseira. O homem achava-se numa
    praça com muitas pessoas. Nesse momento passou um padre que levava o
    Santo Viático a um doente. Todos os presentes se ajoelharam e prestaram
    homenagem ao Santíssimo Sacramento. Só o judeu ficou imóvel e não deu
    sinal algum de respeito. Vendo isso, a mulher levantou-se furiosa,
    arrancou-lhe o chapéu e deu-lhe um vigoroso bofetão, dizendo-lhe:
    “Desgraçado, porque não te prostras diante do verdadeiro DEUS presente
    neste Divino Sacramento?” – “Que Deus?”, replicou o judeu, “Se fosse
    verdade, a consequência seria haver muitos deuses, pois, ao celebrarem a
    Missa estaria um em cada um dos vossos Altares”. A estas palavras,
    aquela mulher tomou um crivo e, opondo-se ao sol, disse ao judeu que
    olhasse os raios filtrando-se pelos buracos. Em seguida, ajuntou:
    “Dize-me, há então muitos sóis passando pelas aberturas deste crivo, ou
    um só?” E, à resposta do judeu de que não havia senão um sol, a mulher
    replicou: “Por que te espantas, então, de que DEUS, feito Homem e feito
    Sacramento, possa ter, por um excesso de amor, uma Presença real e
    verdadeira sobre vários Altares, permanecendo, no entanto, uno,
    indivisível e imutável?”.



    Foi o suficiente para confundir a incredulidade do judeu, que por esse
    raciocínio se viu constrangido a confessar a verdade de nossa Fé. Ó
    santa Fé! Apenas um raio de tua luz, e exclamaremos com fervor: Quem
    ousaria estabelecer limites à onipotência de DEUS?


    Nesta grande concepção que tinha do poder de DEUS, Santa Teresa dizia,
    muitas vezes, que quanto mais sublimes eram os Mistérios de nossa fé, e
    profundos e impenetráveis à nossa inteligência, com tanto mais força e
    felicidade neles acreditava, sabendo bem que DEUS Todo-poderoso pode
    fazer prodígios infinitamente maiores. Reanimai, espontaneamente, vossa
    fé e confessai que este Divino Sacramento é o Milagre dos milagres, a
    Maravilha das maravilhas, e que sua maior excelência consiste em
    ultrapassar nossa pobre inteligência. E tomados de admiração dizei e
    repeti muitas vezes: Oh! Que grande Tesouro! Que imenso Tesouro! Se,
    porém, sua excelência prodigiosa não vos comove, que vos toque, ao
    menos, sua soberana necessidade.



    ** Ler o quarto capítulo


    ___

    Fonte:
    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII

    O Fiel Católico: O Sacrifício da Santa Missa tem por Sacerdote o Próprio Jesus Cristo (Excelências da Santa Missa – II)





    A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho)


    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)-































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    • O Sacrifício da Santa Missa tem por Sacerdote o Próprio Jesus Cristo (Excelências da Santa Missa – II)



    Leia o primeiro capítulo


    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores




    S. Leonardo de

    Porto-Maurício

    DEPOIS DE DIZER que o Sacrifico da Missa é o mesmo Sacrifício da Cruz, e não uma cópia, era de imaginar que não se poderia encontrar prerrogativa melhor. O que o torna, entretanto, mais sublime é o fato de ter como Sacerdote o próprio Deus feito homem(!).


    Três coisas, certamente, são para considerar no santo Sacrifício: o Sacerdote que oferece; a Vítima oferecida; a Majestade divina, a Quem se oferece. Ora, três considerações: o Sacerdote, que oferece, é um Homem-DEUS, JESUS CRISTO: a vítima é a Vida de um DEUS; e não se oferece a outrem senão a DEUS.

    Reanimai, portanto, a vossa fé, e reconhecei, no padre que celebra, a Pessoa adorável de Nosso Senhor JESUS CRISTO. É Ele o principal oferente, não só porque instituiu este santo Sacrifício, e lhe dá, por seus méritos, a eficácia, mas porque se digna, em cada Santa Missa e para nosso benefício, mudar o pão e o vinho em seu santíssimo Corpo e preciosíssimo Sangue.


    Eis porque a maior excelência da Santa Missa consiste em ter por Sacerdote um DEUS feito Homem. E quando virdes o celebrante no altar, sabei que sua maior dignidade é ser o ministro deste Sacerdote invisível e eterno, que é nosso Redentor. Daí vem que o Sacrifício não deixa de ser agradável a DEUS, ainda que o padre celebrante seja um pecador, visto que o principal oferente é CRISTO Nosso Senhor, e o padre seu simples representante.


    Do mesmo modo, aquele que dá esmola pela mão dum servidor, é verdadeiramente o principal autor do benefício, e ainda que o servo fosse um pecador, se o patrão é um justo, a esmola é santa e é meritória. Bendito seja DEUS que nos deu um Sacerdote infinitamente santo, a própria Santidade, o qual oferece ao PAI Eterno este divino Sacrifício, não só em todo lugar, pois hoje a fé está difundida em toda parte, mas também em todo tempo, todos os dias e mesmo a toda hora. Graças a DEUS, o sol se levanta para outras regiões, quando para nós desaparece. A toda hora, portanto, em qualquer parte da Terra, este Santíssimo Sacerdote oferece seu Corpo, seu Sangue, todo o Ser ao PAI, por nós, e o faz tantas vezes quantas Missas se celebram em todo o Universo.


    Que tesouro imenso! Que mina de inestimáveis riquezas possuímos na Igreja de DEUS! Felizes de nós se pudéssemos assistir devotamente a todas as Santas Missas! Que capital de méritos amontoaríamos! Que abundância de graças nesta vida, e que grau de glória na outra nos proporcionará a devota e amorosa assistência a tantas Santas Missas!


    Mas que digo? Assistência? Os que assistem à Santa Missa não fazem apenas o ofício de assistentes, mas também o de celebrantes e pode-se chama-los sacerdotes: Fecisti nos DEO nostro regnun et sacerdotes (Ap 5,10). O sacerdote que oficia é como o ministro público da Igreja inteira, é o mediador de todos os fiéis, e especialmente daqueles que participam da Santa Missa, junto do Sacerdote invisível que é JESUS. Com CRISTO, ele oferece ao Eterno PAI, em seu Nome e em nome de todos, o resgate precioso da Redenção dos homens. Não está, porém, sozinho nesta santa função. Todos os que assistem à Santa Missa concorrem com ele no oferecimento do Sacrifício. Assim, voltado para os fiéis, o sacerdote diz: Orate, fratres, ut meum ac vestrum Sacrificium acceptabile fiat: “Orai, meus irmãos, para que o meu Sacrifício, que é também o vosso, seja agradável a DEUS”.


    Estas palavras, que o sacerdote profere, é para nos dar a entender que, conquanto desempenhe ele o papel de ministro principal, todos, que ali assistem, com ele oferecem a grande Vítima. Quando assistis à Santa Missa, fazeis, portanto, de certo modo, o ofício de sacerdote. Que dizeis agora? Ousaríeis ainda assistir à Santa Missa tagarelando, olhando para um e outro lado, e contentando-vos de recitar, bem ou mal, umas preces vocais, sem levar em conta o ofício de tanta responsabilidade que exerceis, o ofício de sacerdote?


    Ah! não posso evitar de exclamar aqui: Ó mundo insensato, que nada compreende de tão augustos mistérios. Como é possível permanecer ao pé dos Altares com o espírito distraído e o coração dissipado, num momento em que os Anjos e os Santos se absorvem em admiração e temor à vista de tão maravilhosa obra!
    ** Ler o terceiro capítulo


    ___
    Fonte:
    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII http://www.ofielcatolico.com.br/

    O Fiel Católico






    O Fiel Católico





    Posted: 07 May 2017 08:00 AM PDT







    É UMA VERDADE incontestável que todas as religiões, que existiram desde o começo do Mundo, tiveram sempre algum sacrifício como parte essencial do culto devido a DEUS. Mas porque essas religiões eram vãs ou imperfeitas, seus sacrifícios, também, eram vãos ou imperfeitos. Totalmente vãos eram os sacrifícios do paganismo, e nem acode ao espírito falar sobre eles. Quanto ao dos hebreus, eram imperfeitos. Se bem que professassem, então, a religião verdadeira, seus sacrifícios eram podres e defeituosos, infirma et egena elementa, como qualifica São Paulo. Não podiam, assim, apagar os pecados nem conferir Graça...




    ** Ler o capítulo na íntegra

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    • Excelências da Santa Missa – I




    Por S. Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores




    S. Leonardo de

    Porto-Maurício

    É UMA VERDADE incontestável que todas as religiões, que existiram desde o começo do Mundo, tiveram sempre algum sacrifício como parte essencial do culto devido a DEUS. Mas porque essas religiões eram vãs ou imperfeitas, seus sacrifícios, também, eram vãos ou imperfeitos. Totalmente vãos eram os sacrifícios do paganismo, e nem acode ao espírito falar sobre eles. Quanto ao dos hebreus, eram imperfeitos. Se bem que professassem, então, a religião verdadeira, seus sacrifícios eram podres e defeituosos, infirma et egena elementa, como qualifica São Paulo. Não podiam, assim, apagar os pecados nem conferir Graça.

    Só o Sacrifício que temos em nossa santa religião, que é a Santa Missa, é um sacrifício santo, perfeito, e, em todo sentido, completo: por ele, cada fiel honra dignamente a DEUS, reconhecendo, ao mesmo tempo, o próprio nada e o supremo domínio de DEUS. Davi o chama: Sacrifício de Justiça, sacrificium justitiae; tanto porque contém o Justo dos justos e o Santo dos santos, ou, melhor a própria Justiça e Santidade, como porque santifica as almas pela infusão das graças e abundância dos dons que lhes confere.



    Primeira Excelência – O Sacrifício da Santa Missa é o mesmo que o Sacrifício da Cruz


    A Santa Missa é um sacrifício tão santo, o mais augusto e excelente de todos, e a fim de formardes uma ideia adequada de tão grande tesouro, algumas de suas excelências divinas; pois dize-las todas não é empreendimento a que baste a fraqueza da minha inteligência. A principal excelência do santo Sacrifício da Missa consiste em que se deve considerá-lo como essencialmente o mesmo oferecido no Calvário sobre a Cruz, com esta única diferença: que o sacrifício da Cruz foi sangrento e só se realizou uma vez e que nessa única oblação JESUS CRISTO satisfez plenamente por todos os pecados do Mundo; enquanto que o sacrifício do altar é um sacrifício incruento, que se pode renovar uma infinidade de vezes, e que foi instituído pra nos aplicar especialmente esta expiação universal que JESUS por nós cumpriu no Calvário,

    Assim o Sacrifício Cruento foi o Meio de nossa Redenção e o Sacrifício Incruento nos proporciona as Graças da nossa Redenção. Um abre-nos os tesouros dos méritos de CRISTO Nosso Senhor, o outro no-los dá para os utilizarmos. Notai, portanto que na Missa não se faz apenas uma representação, uma simples memória da Paixão e Morte do nosso Salvador; mas num sentido realíssimo, o mesmo que se realizou outrora no Calvário aqui se realiza novamente: tanto que se pode dizer, a rigor, que em cada Santa Missa nosso Redentor morre por nós misticamente, sem morrer na realidade, estando ao mesmo tempo Vivo e como imolado: Vidi agunum stantem tanquan accisum (Ap 5,6).

    No santo dia de Natal, a Igreja nos lembra o Nascimento do Salvador, mas não é verdade que Ele nasça, ainda, nesse dia. Nos dias da Ascensão e Pentecostes, comemoramos a Subida do Senhor JESUS ao Céu e a vinda do ESPÍRITO SANTO, sem que, de modo algum nesses dias o Senhor suba ainda ao Céu, ou o ESPÍRITO SANTO desça visivelmente à Terra.

    A mesma coisa, porém, não se pode dizer do Mistério da Santa Missa, pois aí não é uma simples representação que se faz, mas, sim, o mesmo Sacrifício oferecido sobre a Cruz, com efusão de Sangue, e que se renova de modo incruento: é o mesmo Corpo, o mesmo Sangue, o mesmo JESUS, que se imola hoje na Santa Missa. Opus trae Redemptionis exercetur, diz a Santa Igreja.

    A obra de nossa Redenção aí se exerce: sim, exercetur, aí se exerce atualmente. Este Santo Sacrifício realiza, opera o que foi feito sobre a Cruz. Que obra sublime! Ora, dizei-me sinceramente se, quando ides à Igreja para assistir a Santa Missa, pensásseis bem que ides ao Calvário assistir à Morte do Redentor, que diria alguém que vos visse ai chegar numa atitude tão pouco modesta? Se Maria Madalena fosse ao Calvário e se prostrasse aos pés da Cruz vestida, perfumada e ataviada como em seus tempos de desordem, quanto não seria censurada! E que se dirá de vós que ides à Santa Missa como se fôsseis a uma festa mundana?

    Que aconteceria, sobretudo se profanásseis este Ato tão santo, com gestos, risadas, cochichos, encontros sacrílegos?

    Digo que, em qualquer tempo e lugar, a iniquidade não tem cabimento; mas os pecados que se cometem na hora da Santa Missa e na proximidade do Altar, são pecados que atraem a maldição, de DEUS: Maledictus qui facit opus Domini fraudulenter (Jr 48,10). Meditai seriamente sobre esse assunto.

    Outras maravilhas, porém, vou desvendar-vos de Tesouro tão Precioso...

    ** Ler o segundo capítulo

    ___
    Fonte:
    MAURÍCIO, Leonardo de Porto. As Excelências da Santa Missa, conforme a ed. romana de 1737 dedicada a S.S. o Papa Clemente XII ofielcatolico.com.br

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara