Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
Posted: 13 Aug 2017 05:00 AM PDT
Na Idade Média, os conceitos de cavalaria e de nobreza em certo sentido se confundiam. Assim, nem sempre o cavaleiro era nobre, mas muitos deles participavam dessa condição; nem todos os nobres eram cavaleiros, embora muitos o fossem. Que característica do cavaleiro medieval o tornou célebre na História? O traço marcante foi a Fé. Daí […]
O artigo O cavaleiro medieval apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
You are subscribed to email updates from Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.
Email delivery powered by Google
Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States
Entrar Junte-se
Entrar
Bem vinda!Faça login na sua conta
seu usuário
sua senha
Esqueceu sua senha?
Inscrever-se
Bem vinda!Crie uma conta
seu e-mail
seu usuário
Uma senha será enviada por e-mail para você.
Recuperar senha
Recupere sua senha
seu e-mail
segunda-feira, 14 agosto 2017.
Entrar / Cadastrar
Sala de Imprensa
Cadastre-se
Divulgue
Contato
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira Início
Quem somos
Temas
Ação
Nossos Livros em PDF
Vídeos IPCO
Cadastre-se
Contato
DoAção
InícioPlinio Corrêa de OliveiraAmbientes, Costumes, Civilizações O cavaleiro medieval
Plinio Corrêa de Oliveira
Ambientes, Costumes, Civilizações
Notícias
O cavaleiro medieval
Por Plinio Corrêa de Oliveira
- 13 de agosto de 2017
Compartilhar no FacebookTweet
Na Idade Média, os conceitos de cavalaria e de nobreza em certo sentido se confundiam. Assim, nem sempre o cavaleiro era nobre, mas muitos deles participavam dessa condição; nem todos os nobres eram cavaleiros, embora muitos o fossem. Que característica do cavaleiro medieval o tornou célebre na História?
O traço marcante foi a Fé.
Daí a coragem que o cavaleiro revelava nas mais terríveis das lutas, as cruzadas, visando libertar o Santo Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tais empreendimentos almejavam esse objetivo no Oriente, e, na Península Ibérica, aspiravam livrar, do jugo maometano, as populações espanhola e portuguesa.
A grande capacidade de combate desse guerreiro era explicável: tratava-se de defender a Religião, ao que ele se entregava inteiramente, arriscando mesmo a própria vida.
Tal característica existiu no cavaleiro medieval em harmonia com outras notas, aparentemente contraditórias.
O cavaleiro era homem de Fé. Contudo, dotado também de espírito prático, chegou a edificar grandes fortificações, esplêndidos castelos e, em alguns casos, imponentes catedrais, levando mais longe do que ninguém a arte de construir maravilhas.
Ele, corajoso na luta, requintou, pouco a pouco, as regras de boa educação e do convívio amável.
Altivo perante seus iguais, mas benevolente no trato com o sexo frágil, os velhos, os doentes e os feridos na guerra. Então, parecia ele, por assim dizer, feito de açúcar. Entretanto, era só o inimigo ousar qualquer coisa contra os interesses da Igreja que aquele homem tão doce transformava-se num leão.
Ele, um batalhador, não obstante favoreceu enormemente a cultura, revelando-se um propulsor das artes e elevando o tom de vida a um nível menos rústico do que o vigente no início da Idade Média. Donde se explicam os bonitos móveis, as belas alfaias, a gastronomia refinada, os vinhos excelentes e os sinos harmoniosos surgidos naquela época histórica. Foram traços estes que o cavaleiro, antes tão rude, paulatinamente imprimiu na vida de então, tornando-a cheia de afabilidade e beleza. Em suma, colaborando para ser implantada a civilização católica.
Esse era o perfil do cavaleiro medieval.
__________________________
(*) Excertos tirados de comentários do Prof. Plinio para cooperadores da TFP em 18 de dezembro de 1992. Sem revisão do autor.
Publicado originalmente na revista Catolicismo, N° 556 – Abril de 1997, na seção Ambientes, Costumes e Civilizações.
Avalie (7 Votos)
TAGS
cavaleiro medieval
Construtor de maravilhas
homem de Fé
COMPARTILHAR
FacebookTwitter
Artigo anteriorBeato Teófilo Matulionis

Plinio Corrêa de Oliveira
https://ipco.org.br/ipco/quem-somos/biografia-de-plinio-correa-de-oliveira/
Homem de fé, de pensamento, de luta e de ação, Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995) foi o fundador da TFP brasileira. Nele se inspiraram diversas organizações em dezenas de países, nos cinco continentes, principalmente as Associações em Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), que formam hoje a mais vasta rede de associações de inspiração católica dedicadas a combater o processo revolucionário que investe contra a Civilização Cristã. Ao longo de quase todo o século XX, Plinio Corrêa de Oliveira defendeu o Papado, a Igreja e o Ocidente Cristão contra os totalitarismos nazista e comunista, contra a influência deletéria do "american way of life", contra o processo de "autodemolição" da Igreja e tantas outras tentativas de destruição da Civilização Cristã. Considerado um dos maiores pensadores católicos da atualidade, foi descrito pelo renomado professor italiano Roberto de Mattei como o "Cruzado do Século XX".
Doutrina CatólicaBeato Teófilo Matulionis
MundoFutebol, islamização e burrice
Acervo da revista “Catolicismo”
1 COMENTÁRIO
Esta estatueta do cavaleiro medieval, usando o escudo do CREDO, revela muito bem o equilíbrio de virtudes, que possuía o cavaleiro,graças a sua fé inquebrantável e defesa dos Santos Evangelhos. A palavra cavaleiro ficou como um mito por séculos e séculos como o excelente de cavalheirismo a seguir como exemplo na sociedade. O rústico do antigo cavaleiro dos bárbaros convertidos foi lapidado pela Santa Igreja Católica como uma pedra preciosa tirada da rocha grotesca e transformada numa preciosa jóia, cujos frutos conhecemos todos,que é a CIVILIZAÇÃO CRISTÃ.
00Avalie













