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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    quinta-feira, 8 de junho de 2017

    [New post] Cardeal Müller: O Papa não é o messias, mas o vigário de Cristo.




    G. M. Ferretti posted: "VATICANO, 07 Jun. 17 / 05:30 pm (ACI).- O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Müller, recordou aos fiéis que o Santo Padre não é o messias, mas o vigário de Cristo; portanto exortou a não cair em certo papismo. Durante a apresen"



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    by G. M. Ferretti



    VATICANO, 07 Jun. 17 / 05:30 pm (ACI).- O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Müller, recordou aos fiéis que o Santo Padre não é o messias, mas o vigário de Cristo; portanto exortou a não cair em certo papismo. Durante a apresentação do seu livro "Indagine sulla Speranza", o Cardeal … Continue reading Cardeal Müller: O Papa não é o messias, mas o vigário de Cristo.

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    G. M. Ferretti | 8 June, 2017 at 10:49 am | Tags: Dom Gerhard Ludwig Muller, O Papa | Categories: Cúria Romana, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-bVD




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    Cardeal Müller: O Papa não é o messias, mas o vigário de Cristo.


    VATICANO, 07 Jun. 17 / 05:30 pm (ACI).- O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Müller, recordou aos fiéis que o Santo Padre não é o messias, mas o vigário de Cristo; portanto exortou a não cair em certo papismo.

    Durante a apresentação do seu livro “Indagine sulla Speranza”, o Cardeal alemão expressou que ficou “impressionado que alguns grandes inimigos de João Paulo II e de Bento XVI, que minaram o fundamento da teologia em outros períodos, atualmente se converteram em uma forma de papismo que me causa um pouco de temor”.

    “Voltamos às discussões do Concílio Vaticano I, com a ideia de que quase todas as palavras do Papa são infalíveis”, advertiu. “Mas o Papa não é o Messias, é o Vigário de Jesus Cristo, o servo de Jesus Cristo”, assinalou.

    Segundo informou ACI Stampa – agência em italiano do Grupo ACI –, o Purpurado advertiu que “os meios de comunicação veem o Papa como um personagem, mas o Papa Francisco recorda sempre o dever de confirmar na fé”.

    “Nos primeiros dias do seu pontificado o Papa Francisco, enquanto era aplaudido na praça disse: aplaudam Jesus, não me aplaudam. E esta é a perspectiva do papado”, afirmou.

    O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé disse que “não é bom que a gente, lendo qualquer coisa sobre o Papa Francisco, chegue até o bispo ou o pároco dizendo: ‘o Papa disse…’; porque o pastor da paróquia é o pároco e o bispo na diocese, em comunhão visível com o Papa”.

    “Não se deve concentrar tudo sobre o Papa, porque o bispo, o pároco são os pastores do rebanho. Não se deve cair em certo papismo. Os verdadeiros amigos do Papa não são aduladores, mas aqueles que colaboram com ele e com os bispos para sustentar a fé. É verdade que os meios de comunicação mudaram muito as coisas, mas o importante é viver concretamente a Igreja particular em união com o Papa”, assinalou.


    sábado, 6 de fevereiro de 2016

    50 Provas Bíblicas de que Pedro foi o Primeiro Papa



    50 Provas Bíblicas de que Pedro foi o Primeiro Papa





    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


















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    • 50 Provas Bíblicas de que Pedro foi o Primeiro Papa





    • Fonte: Site “Mirror of Truth”

    • Tradução: Carlos Martins Nabeto


    A doutrina católica do Papado está baseada na Bíblia e é derivada da evidente primazia de São Pedro entre os Apóstolos de Cristo. Como todas as doutrinas cristãs, esta também experimentou um desenvolvimento através dos séculos, mas não perdeu seus componentes essenciais que já existiam na liderança e prerrogativas de São Pedro. Tudo isto foi dado a ele pelo próprio Senhor Jesus Cristo, como reconheceram seus contemporâneos e foi aceito pela Igreja primitiva. Os dados bíblicos petrinos são evidentes e convincentes pela virtude de seu peso cumulativo. Tal peso é especialmente claro conforme vemos nos comentários bíblicos; seguem-se, assim, as evidências da Sagrada Escritura:

    1. Mt 16,18: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela”.

    A pedra (“petra”, em grego) aqui se refere ao próprio São Pedro e não à sua fé ou a Jesus Cristo. Cristo aparece aqui não como o fundamento, mas como o arquiteto que “edifica”. A Igreja é edificada não sobre confissões, mas sobre confessores – homens vivos (v., p.ex., 1Pd 2,5). Hoje, o consenso comum da grande maioria dos pesquisadores e comentaristas bíblicos favorece esta dedução católica tradicional. Aqui diz-se que São Pedro é a pedra-fundamental da Igreja, tornando-o cabeça e chefe da família de Deus (isto é, a semente da doutrina do papado). Além disso, “pedra” expressa uma metáfora aplicada a ele por Cristo em um sentido análogo ao do Messias sofredor e desprezado (1Pd 2,4-8; cf. Mt 21,42). Sem um fundamento sólido qualquer casa desaba. São Pedro é o fundamento, mas não o fundador da Igreja; é o administrador, mas não o Senhor da Igreja. O Bom Pastor (Jo 10,11) nos dá outros bons pastores (Ef 4,11).

    2. Mt 16,19: “Eu te darei as chaves do Reino dos Céus…”

    O “poder das chaves” expressa a autoridade administrativa e disciplina eclesiástica com relação às necessidades da fé, como em Is 22,22 (cf. Is 9,6; Jó 12,14; Ap 3,7). É deste poder que surge o uso de censuras, excomunhão, absolvição, disciplina batismal, imposição de penas e poderes legislativos. No Antigo Testamento, o comissário ou primeiro-ministro era aquele homem que estava acima da assembléia (Gn 41,40; 43,19; 44,4; 1Rs 4,6; 16,9; 18,3; 2Rs 10,5; 15,5; 18,18; Is 22,15.20-21).

    3. Mt 16,19: “…e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado no céu”.

    “Ligar” e “desligar” são termos técnicos usados pelos rabinos e que têm o significado de “permitir” e “proibir” com relação à interpretação da lei e, secundariamente, “condenar”, “desproibir” ou “liberar”. Assim, a São Pedro e aos papas é dada a autoridade para determinar as regras de doutrina e vida, por virtude da revelação e orientado pelo Espírito Santo (Jo 16,13), e para exigir obediência por parte da Igreja. “Ligar” e “desligar” representam os poderes legislativo e judicial do papa e dos bispos (Mt 18,17-18; Jo 20,23). Porém, São Pedro foi o único apóstolo que recebeu nominal e singularmente estes poderes, tornando-o preeminente.

    4. O nome de Pedro aparece em primeiro lugar em todas as listas que enumeram os apóstolos (Mt 10,2; Mc 3,16; Lc 6,14; At 1,13). Mateus até o chama de “o primeiro” (Mt 10,2). Já Judas Iscariotes é invariavelmente mencionado por último.

    5. Pedro é quase sempre mencionado em primeiro, mesmo quando aparece ao lado de outros. A (única) exceção está em Gl 2,9, onde ele (“Cefas”) é listado após Tiago e João, mas, mesmo assim, o contexto coloca-o em preeminência (ex.: Gl 1,18-19; 2,7-8).

    6. Pedro é o único entre os Apóstolos que recebe um novo nome, Pedra, solenemente conferido (Jo 1,42; Mt 16,18).

    7. Da mesma forma, Pedro é estimado por Jesus como o Pastor chefe, logo após Ele (Jo 21,15-17), de forma especial pelo nome, e sobre a Igreja universal, apesar dos demais apóstolos terem uma função similar mas subordinada (At 20,28; 1Pd 5,2).

    8. Pedro é o único apóstolo mencionado pelo nome quando Jesus Cristo orou para que “a sua fé (=Pedro) não desfalecesse” (Lc 22,32).

    9. Pedro é o único apóstolo a ser exortado por Jesus para que “confirmasse os seus irmãos” (Lc 22,32).

    10. Pedro foi o primeiro a confessar a divindade de Cristo (Mt 16,16).

    11. Apenas de Pedro diz-se que recebeu conhecimento divino através de uma revelação especial (Mt 16,17).

    12. Pedro é respeitado pelos judeus (At 4,1-13) como líder e porta-voz dos cristãos.

    13. Pedro é respeitado pelas pessoas comuns da mesma maneira (At 2,37-41; 5,15).

    14. Jesus Cristo associa-se a Pedro no milagre da obtenção de dinheiro para o pagamento do tributo (Mt 17,24-27).

    15. Cristo ensina as multidões de cima do barco de Pedro e o milagre que se segue, apanhando peixes no lago de Genesaré (Lc 5,1-11), podem ser interpretados como um metáfora do papa como “pescador de homens” (cf. Mt 4,19).

    16. Pedro foi o primeiro apóstolo a correr e entrar no túmulo vazio de Jesus (Lc 24,12; Jo 20,6).

    17. Pedro é reconhecido pelo anjo como o líder e representante dos apóstolos (Mc 16,7).

    18. Pedro lidera a pescaria dos apóstolos (Jo 21,2-3.11). O “barco” de Pedro tem sido respeitado pelos católicos como uma figura da Igreja, com Pedro no leme.

    19. Apenas Pedro se lança e anda sobre o mar para encontrar Jesus (Jo 21,7).

    20. As palavras de Pedro são as primeiras a serem registradas, bem como são as mais importantes, no discurso anterior ao Pentecostes (At 1,15-22).

    21. Pedro toma a liderança na escolha do substituto para o lugar de Judas Iscariotes (At 1,22).

    22. Pedro é a primeira pessoa a falar (e a única a ser registrada) após ao Pentecostes, tendo sido ele, portanto, o primeiro cristão a “pregar o Evangelho” na Era da Igreja (At 2,14-36).

    23. Pedro realiza o primeiro milagre da Era da Igreja, curando um aleijado (At 3,6-12).

    •  

    24. Pedro lança a primeira excomunhão (anátema sobre Ananias e Safira) enfaticamente confirmada por Deus (At 5,2-11)!

    25. Até a sombra de Pedro realiza milagres (At 5,15).

    26. Pedro é a primeira pessoa após Cristo a ressuscitar um morto (At 9,40).

    27. Cornélio é orientado por um anjo a procurar Pedro para ser instruído no cristianismo (At 10,1-6).

    28. Pedro é o primeiro a receber os gentios após receber uma revelação de Deus (At 10,9-48).

    29. Pedro instrui os outros apóstolos sobre a catolicidade (universalidade) da Igreja (At 11,5-17).

    30. Pedro é o objeto da primeira mediação divina na Era da Igreja (um anjo o liberta da prisão – At 12,1-17).

    31. Toda a Igreja (fortemente indicado) oferece “fervorosa oração” para Pedro enquanto se encontra preso (At 12,5).

    32. Pedro preside e abre o primeiro Concílio da Cristandade, e estabelece princípios que serão posteriormente aceitos (At 15,7-11).

    33. Paulo distingüe as aparições do Senhor (após sua ressurreição) a Pedro daquelas que se manifestaram aos demais apóstolos (1Cor 15,4-8). Os dois discípulos no caminho de Emaús fazem a mesma distinção (Lc 24,34), nesse momento mencionando apenas Pedro (“Simão”) , ainda tendo eles mesmos visto a Jesus ressuscitado momentos antes (Lc 24,31-32).

    34. Muitas vezes Pedro é distinto dos demais apóstolos (Mc 1,36; Lc 9,28.32; At. 2,37; 5,29; 1Cor 9,5).

    35. Pedro é sempre o porta-voz dos demais apóstolos, especialmente durante os momentos decisivos (Mc 8,29; Mt 18,21; Lc 9,5; 12,41; Jo 6,67ss).

    36. O nome de Pedro é sempre listado em primeiro no “círculo íntimo” dos discípulos (Pedro, Tiago e João – Mt 17,1; 26,37.40; Mc 5,37; 14,37).

    37. Pedro é muitas vezes a figura central em relação a Jesus, nas cenas dramáticas tal como o fato de andar sobre a água (Mt 14,28-32; Lc 5,1ss; Mc 10,28; Mt 17,24ss).

    38. Pedro é o primeiro a reconhecer e refutar a heresia de Simão Mago (At 8,14-24).

    39. O nome de Pedro é mencionado muito mais vezes do que os nomes dos demais discípulos em conjunto: 191 vezes (162 como Pedro ou Simão Pedro; 23 como Simão; e 6 como Cefas). Em freqüência, João aparece em segundo lugar com apenas 48 menções, sendo que Pedro está presente em 50% das vezes em que encontramos o nome de João na Bíblia! […] Todos os demais discípulos em conjunto são mencionados 130 vezes. […]

    40. A proclamação de Pedro no dia de Pentecostes (At 2,14-41) contém uma interpretação autoritária da Escritura, além de uma decisão doutrinária e um decreto disciplinar a respeito dos membros da “Casa de Israel” (At 2,36) – um exemplo de “ligar e desligar”.

    41. Pedro teve o verdadeiro dom de línguas, tendo julgado com autoridade e reconhecendo o dom como genuíno (At 2,14-21).

    42. Pedro foi o primeiro a pregar o arrependimento cristão e o batismo (At 2,38).

    43. Pedro (presumivelmente) tomou a liderança no primeiro batismo em massa (At 2,41).

    44. Pedro comandou o batismo dos primeiros cristãos gentios (At 10,44-48).

    45. Pedro foi o primeiro missionário itinerante e foi o primeiro a exercitar o que chamamos hoje de “visita às igrejas” (At 9,32-38.43). Paulo pregou em Damasco imediatamente após sua conversão (At 9,20), mas não foi para esse lugar com tal objetivo (Deus alterou seus planos). Sua jornada missionária inicia-se em At 13,2.

    46. Paulo foi para Jerusalém especificamente para ver Pedro durante 15 dias, no início de seu ministério (Gl 1,18); e foi encarregado por Pedro, Tiago e João (Gl 2,9) a pregar para os gentios.

    47. Pedro age (fortemente indicado) como o bispo/pastor chefe da Igreja (1Pd 5,1), exortando todos os outros bispos ou “anciãos”.

    48. Pedro interpreta profecia (v. 2Pd 1,16-21).

    49. Pedro corrige aqueles que distorcem os escritos de Paulo (2Pd 3,15-16).

    50. Pedro escreve sua primeira epístola a partir de Roma, conforme atesta a maioria dos estudiosos, como bispo dessa cidade e como bispo universal (ou papa) da Igreja primitiva. “Babilônia” (1Pd 5,13) é codinome para Roma.

    Conclusão: seria impossível acreditar que Deus daria a São Pedro tamanha preeminência na Bíblia se isso não fosse significativo e importante para a história posterior da Igreja, em especial, para o governo da Igreja. O papado é a realização mais completa e plausível a esse respeito. E disso nós temos a certeza…

    Fonte: pensamentosdedeuss.blogspot.com.br

    segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

    Numinosum Teologia: PORQUE O PAPA USA O SÍMBOLO DA CRUZ INVERTIDA? (CRUZ DE SÃO PEDRO)



    Numinosum Teologia: PORQUE O PAPA USA O SÍMBOLO DA CRUZ INVERTIDA? (CRUZ DE SÃO PEDRO)





































































    sábado, 17 de outubro de 2009



    • PORQUE O PAPA USA O SÍMBOLO DA CRUZ INVERTIDA? (CRUZ DE SÃO PEDRO)



    A cruz invertida, também conhecida como a cruz de São Pedro, tem sido vista como um símbolo satânico por grupos fundamentalistas evangélicos, mas o seu uso por seitas satânicas é tardio. Historicamente, tem sido usada pelo clero romano como um símbolo de humildade, já que na tradição católica Pedro teria se recusado a ser crucificado como Cristo e pedido para ser martirizado de cabeça para baixo [1].

    Apesar de ser protestante, não acho honesto mentir para criticar a religião alheia. Acusar o papa de usar um símbolo satânico é um anacronismo gritante que revela a ignorância em relação à história da igreja.

    Nota:

    • [1] Há várias referências a esse episódio em documentos dos primeiros séculos. Podemos destacar dois: “Pedro, ao ser martirizado em Roma, pediu e obteve fosse crucificado de cabeça para baixo” (Orígenes, Com. in Genes. 3). “Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo” (Eusébio de Cesaréia, História Eclesiástica 3,1).


    Fontes:

    • symboldictionary.net
    • CESARÉIA, Eusébio de. História Eclesiástica. Tradução de Wolfgang Fischer. São Paulo: Novo Século, 2002.
    • COMBY, Jean. Para leer la historia de la iglesia - De los orígenes al siglo XV. Estella: Verbo Divino, 1993.


    Crédito da imagem:

    Giotto di Bondone
    O martírio de Pedro (detalhe)
    c. 1330
    Têmpera sobre painel
    Pinacoteca, Vaticano



    sábado, 9 de janeiro de 2016

    Honório I: o caso controverso de um Papa herético






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    Honório I: o caso controverso de um Papa herético


    Posted: 09 Jan 2016 01:22 PM PST


    O VI Concílio Ecumênico da Igreja, que se reuniu na presença do Imperador Constantino IV e dos representantes do Papa Santo Agatão, condenou o monotelismo e lançou o anátema contra todos aqueles que tinham promovido ou favorecido a heresia, incluindo o Papa Honório na condenação.

    O artigo Honório I: o caso controverso de um Papa herético apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.


    A espantosa hipótese de Gorjão

    Posted: 09 Jan 2016 04:46 AM PST


    É espantoso demais que o governo brasileiro vá pedir à ONU que intervenha no País para pressionar os congressistas a não penalizarem adequadamente quem comete crimes, sendo menor. Ou será que a hipótese de Gorjão é verdadeira!?

    O artigo A espantosa hipótese de Gorjão apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.



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    Home » Religião » Doutrina Católica » Honório I: o caso controverso de um Papa herético


    • Honório I: o caso controverso de um Papa herético


    Por Roberto De Mattei em 9 de janeiro de 2016Sem comentários

    • O VI Concílio Ecumênico da Igreja, que se reuniu na presença do Imperador Constantino IV e dos representantes do Papa Santo Agatão, condenou o monotelismo e lançou o anátema contra todos aqueles que tinham promovido ou favorecido a heresia, incluindo o Papa Honório na condenação.




    • Corrispondenza Romana, 30-12-2015

    O caso do Papa Honório é um dos mais controversos da História da Igreja, como observa com justeza Emile Amann, historiador da Igreja, no amplo estudo que dedica à Question d’Honorius no Dictionnaire de Théologie Catholique (vol. VII, coll, 96-132).

    No centro do pontificado do Papa Honório, que reinou de 625 a 638, havia a questão do monotelismo, a última das grandes heresias cristológicas. Para agradar o imperador bizantino Heráclio, desejoso de garantir a paz religiosa dentro do seu reinado, o Patriarca de Constantinopla Sérgio procurou encontrar um compromisso entre a ortodoxia católica, segundo a qual em Jesus Cristo há duas naturezas em uma só pessoa, e a heresia monofisita, que atribuía a Cristo uma só pessoa e uma só natureza. O resultado do compromisso foi uma nova heresia, o monotelismo, segundo o qual a dupla natureza de Cristo era movida em suas ações por uma só operação e uma só vontade. Tratava-se de um semi-monofisismo, mas a verdade ou é íntegra ou não é verdade, e uma heresia moderada permanece sempre uma heresia. Sofrônio, Patriarca de Jerusalém, estava entre os que intervieram com mais força para denunciar a nova doutrina, que anulava a humanidade de Cristo e conduzia ao monofisismo, condenado pelo Concílio de Calcedônia (451).

    Sérgio escreveu ao Papa Honório para pedir que “no futuro a ninguém seja permitido afirmar duas operações em Cristo nosso Deus” e obter seu apoio contra Sofrônio. Honório infelizmente aderiu ao pedido. Em uma carta a Sérgio, afirmou que “a vontade de Nosso Senhor Jesus Cristo era apenas uma (unam voluntatem fatemur), pelo fato de que nossa natureza humana foi assumida pela divindade”, e convidou Sofrônio ao silêncio. A correspondência entre Sérgio e Honório é preservada nos registros do VI Concílio Ecumênico (Mansi, Sacrorum Conciliorum nova et amplissima Collectio, vol. XI, coll. 529-554) e foi republicada em latim, grego e francês por Arthur Loth (La cause d’Honorius. Documents originaux avec traduction, notes et conclusion, Victor Palmé, Paris, 1870), bem como em grego e alemão, Georg Kreuzer, Die Honoriusfrage im Mittelalter und in der Neuzeit, Anton Hiersemann, Stuttgart 1975).

    Com o apoio do Papa, Heráclio publicou em 638 um formulário de doutrina chamado Echtesis (“Exposição”), pelo qual impunha a nova teoria de uma só vontade divina de Jesus Cristo como religião oficial. O monotelismo triunfou durante quarenta anos no Império bizantino. Nessa época, o mais vigoroso defensor da fé foi o monge Máximo, dito o Confessor, que participou de um Sínodo convocado em Latrão (649) pelo Papa Martinho I para condenar o monotelismo. Tanto o Papa quanto Máximo foram forçados ao exílio. A Máximo, por se recusar a subscrever as doutrinas monotelitas, foram cortadas a língua e a mão direita. Sofrônio, Máximo e Martinho são hoje venerados pela Igreja como santos por sua indômita resistência à heresia monotelita.

    A fé católica foi finalmente restaurada pelo III Concílio de Constantinopla, o VI Concílio Ecumênico da Igreja, que se reuniu em 7 de novembro de 680 na presença do Imperador Constantino IV e dos representantes do novo Papa, Santo Agatão. O Concílio condenou o monotelismo e lançou o anátema contra todos aqueles que tinham promovido ou favorecido a heresia, incluindo o Papa Honório na condenação.

    Na XIII sessão, realizada em 28 de março de 681, os Padres conciliares, após proclamar seu desejo de excomungar Sérgio, Ciro de Alexandria, Pirro, Paulo e Pedro, todos Patriarcas de Constantinopla, bem como o bispo Teodoro de Faran, afirmavam: “Com eles desejamos banir da Santa Igreja de Deus e de anatematizar também Honório, outrora Papa da antiga Roma, porque encontramos em sua carta a Sérgio que ele seguiu em tudo a sua opinião e ratificou seus ensinamentos ímpios” (Mansi, col. 556).

    Em 9 de agosto de 681, no final da XVI sessão, foram renovados os anátemas contra todos os hereges e fautores da heresia, inclusive Honório: “Sergio haeretico anathema, Cyro haeretico anathema, Honorio haeretico anathema, Pyrro haeretico anathema” (Mansi, XI , 622). No decreto dogmático da XVIII sessão, em 16 de setembro, se diz que, “porquanto [o demônio] não permaneceu inativo, ele que desde o início foi o inventor da malícia, e que se servindo da serpente introduziu a morte venenosa na natureza humana, assim também agora encontrou os instrumentos adequados à sua vontade: aludimos a Teodoro, que foi bispo de Faran; a Sérgio, Pirro, Paulo, Pedro, que foram bispos dessa cidade imperial; e também a Honório, que foi Papa da antiga Roma; (…) [Satanás] encontrou, portanto, os instrumentos adequados, não cessou, através destes, de suscitar no corpo da Igreja os escândalos do erro; e com expressões jamais ouvidas, disseminou entre o povo fiel a heresia de uma única vontade e uma só operação em duas naturezas de uma [das Pessoas] da Santíssima Trindade, ou seja, de Cristo, nosso verdadeiro Deus, e isso em harmonia com a louca doutrina falsa dos ímpios Apolinário, Severo e Temístio” (Mansi, XI, coll. 636-637).

    As cópias autênticas dos atos do Concílio, subscritas por 174 Padres e pelo Imperador, foram enviadas às cinco sede patriarcais, em particular à de Roma. Com a morte de Santo Agatão em 10 de janeiro 681, os atos do Concílio, após mais de 19 meses de sede vacante, foram ratificados por seu sucessor, Leão II. Na carta enviada em 7 de maio 683 ao Imperador Constantino IV, o Papa escrevia: “Anatematizamos os inventores do novo erro, ou seja, Teodoro de Faran, Ciro de Alexandria, Sérgio, Pirro, Paulo e Pedro da Igreja de Constantinopla, e também Honório, que não se esforçou para manter pura esta Igreja Apostólica na doutrina da tradição apostólica, mas permitiu, com uma execrável traição, que esta Igreja sem mácula fosse manchada” (Mansi, XI, 733). Nesse mesmo ano, o Papa Leão ordenou que as atas, traduzidas para o latim, fossem assinadas por todos os bispos do Ocidente, e as assinaturas conservadas junto ao túmulo de São Pedro. Como enfatiza o eminente historiador jesuíta Hartmann Grisar, “se queria assim obter a aceitação universal do sexto Concílio do Ocidente, e isso, pelo que se conhece, ocorreu sem dificuldade” (Analecta romana, Desclée, Roma 1899, pp. 406 -407).

    A condenação de Honório foi confirmada pelos sucessores de Leão II, como atesta o Liber diurnus romanorum pontificum e pelos sétimo (787) e oitavo (869-870) Concílios Ecumênicos da Igreja (C. J. Hefele, Histoire des Conciles, Letouzey et Ané, Paris 1909, vol. III, pp. 520-521).

    O padre Amann julga historicamente indefensável a posição daqueles que, como o cardeal Barônio, crêem que os atos do sexto Concílio tenham sido alterados. Os legados pontifícios estavam presentes no Concílio e seria difícil imaginar que eles pudessem ter-se deixado ludibriar ou tivessem produzido um relatório falso sobre um ponto tão importante e delicado como a condenação, por herético, de um Pontífice romano. Referindo-se em seguida a teólogos como São Roberto Belarmino, que para salvar a memória de Honório negaram a presença de erros explícitos em suas cartas, Amann salienta que eles levantam um problema maior do que aquele que pretendem resolver, isto é, o da infalibilidade dos atos de um Concílio presidido por um Papa. Se de fato Honório não caiu em erro, então erraram os Papas e o Concílio que o condenaram. Os atos do VI Concílio Ecumênico, aprovados pelo Papa e acolhidos pacificamente pela Igreja universal, têm um força magisterial muito maior do que as cartas de Honório a Sérgio. Para resguardar a infalibilidade, é melhor admitir a possibilidade histórica de um Papa herege do que afrontar as definições dogmáticas e os anátemas de um Concílio ratificado pelo Romano Pontífice. É doutrina comum que a condenação dos escritos de um autor é infalível quando o erro é anatematizado com a nota de heresia, enquanto não é sempre e necessariamente infalível o Magistério ordinário da Igreja [como o exercido pelo Papa Honório em suas cartas].

    Durante o Concílio Vaticano I, a Deputação da Fé enfrentou o problema, expondo uma série de regras de caráter geral, que se aplicam não só ao caso de Honório, mas a todas as dificuldades passadas ou que possam surgir no futuro. Não basta que o Papa se pronuncie sobre uma questão de fé ou de costumes dirigindo-se à Igreja universal; é necessário que o decreto do Romano Pontífice seja redigido de modo tal, que fique claro tratar-se de um julgamento solene e definitivo, com a intenção de obrigar todos os fiéis a crer (Mansi, vol. LII, et al., 1204-1232). Há, portanto, atos do Magistério pontifício ordinário não infalíveis, porque privados do necessário caráter definitório, quod ad formam seu modum attinet.

    As cartas do Papa Honório são desprovidas dessas características. Elas são, sem dúvida, atos do Magistério, mas no Magistério ordinário não infalível pode haver erros e até mesmo, em casos excepcionais, formulações heréticas. O Papa pode cair em heresia, mas não poderá jamais pronunciar uma heresia ex cathedra. No caso de Honório, como observava o patrólogo beneditino Dom John Chapman OSB, não se pode afirmar que ele tenha tido a intenção de fazer um julgamento ex cathedra definitivo e vinculante: “Honório era falível, estava errado, era um herege, precisamente porque não definiu com plena autoridade, como deveria, a tradição petrina da Igreja de Roma” (The Condemnation of Pope Honorius [1907] Reprint. Livros Esquecidos, Londres, 2013, p. 110). Suas cartas a Sérgio, embora tratando de fé, não promulgaram qualquer anátema e não cumpriram os requisitos exigidos pelo dogma da infalibilidade, promulgado pelo Concílio Vaticano I. O princípio da infalibilidade ficou salvo, ao contrário do que pensavam protestantes e galicanos. E se Honório foi anatematizado, explicou o Papa Adriano II no Sínodo romano de 869, “a razão é que Honório tinha sido acusado de heresia, a única causa pela qual é permitido aos inferiores resistir a seus superiores e rejeitar seus sentimentos perversos” (Mansi, XVI, 126). Também se baseando nessas palavras, após analisar o caso do Papa Honório, o grande teólogo dominicano Melchior Cano resumiu o ensino mais seguro nesses termos: “Não se deve negar que o Sumo Pontífice possa ser herege, coisa sobre a qual se pode oferecer um ou dois exemplos. Mas não se pode demonstrar um caso sequer em que [o Papa], ao julgar sobre a fé, tenha definido [ex cathedra] qualquer coisa contra a fé” (De Locis Theologicis, l. VI, tr. espanhola, BAC, Madrid 2006, p. 409).

    (Tradução: Helio Viana)

    Heresia, Honório I, Papa Herege, Papa herético, Roberto de Mattei, VI Concílio Ecumênico da Igreja

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


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    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara