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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    terça-feira, 29 de agosto de 2017

    A Aparição de La Salette e suas Profecias: A Rússia será católica!


    A Aparição de La Salette e suas Profecias: A Rússia será católica!


    A Rússia será católica!

    Posted: 28 Aug 2017 01:30 AM PDT
    Nossa Senhora de Fátima. Fundo: Moscou
    Luis Dufaur
    Escritor, jornalista,
    conferencista de
    política internacional,
    sócio do IPCO,
    webmaster de
    diversos blogs





    "A Rússia será católica?" não é a interrogação de um sonhador. Em Fátima, Nossa Senhora patenteou predileção por esse país de dimensões imperiais ao dar entender que a instauração de seu Reino na terra teria como prolegômenos a conversão do mundo russo ao catolicismo.

    Com efeito, a Providência suscitou grandes almas que consagraram suas vidas à conversão da Rússia dos Czares. Algumas delas abandonaram os erros que erodiam o país e se converteram no século XIX.

    Elas intuíram com fé e muito raciocínio que o dia glorioso da conversão da Rússia acabará chegando.

    Foi o caso do Pe. Ivan Gagarin, príncipe russo que ingressou na Companhia de Jesus e é autor de um livro que fez sensação em sua época: "A Rússia será católica?" (La Russie sera-t-elle catholique?, Paris, 1856). O professor Roberto de Mattei acaba de lhe dedicar dois substanciosos artigos em seu site "Corrispondenza Romana".

    Dele tiramos as informações para este post, a partir de uma tradução da agência ABIM feita por Helio Dias Viana.

    Ivan Sergeevič Gagarin nasceu em Moscou no dia 20 de julho de 1814, de uma casa principesca descendente dos príncipes de Kiev.

    Foi adido na legação russa em Munique, e depois na embaixada de Paris, onde amadureceu sua conversão ao catolicismo.

    Em 7 de abril de 1842 abjurou a religião ortodoxa e abraçou a fé católica pelas mãos do padre François Xavier de Ravignan (1795-1858), que já obtivera a conversão do conde Šuvalov.

    Ivan Gagarin renunciava, aos 28 anos, não só a um brilhante futuro político e diplomático, mas à esperança de poder retornar à sua pátria.

    Príncipe Ivan Sergio Gagarin (1814 -1882) em 1835,
    antes da conversão
    Com efeito, na Rússia dos Czares a conversão ao catolicismo constituía um delito comparável à deserção ou ao parricídio.

    O abandono da ortodoxia por uma outra religião, ainda que cristã, era punido com a perda de todos os bens, dos direitos civis e dos títulos nobiliárquicos, e podia dar em reclusão perpétua em um mosteiro ou exílio na Sibéria.

    O governo russo considerou o príncipe Gagarin como um inimigo a ser eliminado. Ele foi alvo de uma campanha de calúnias organizada pela Chancelaria Imperial.

    O Pe. Gagarin publicou o livro La Russie sera-t-elle catholique? em 1856. Nele o sacerdote se refere à solene bula de Bento XIV Allatae sunt, de 26 de julho de 1755, em que o Santo Padre, manifestando "a benevolência com a qual a Sé Apostólica abraça os orientais",

    "ordena que se conservem seus antigos ritos que não se oponham à Religião Católica nem à honestidade; nem se peça aos Cismáticos que retornam à Unidade Católica para que abandonem seus ritos, mas apenas que abjurem a heresia, desejando fortemente que seus diferentes povos sejam conservados, não destruídos, e que todos (para dizer muitas coisas com poucas palavras) sejam Católicos, não latinos".

    Para o jesuíta russo, o cisma ortodoxo é principalmente o resultado do "bizantinismo", um erro segundo o qual não há distinção entre os dois poderes, o temporal e o espiritual.

    A Igreja é de fato subordinada ao Imperador, que a dirige enquanto delegado de Deus no campo eclesiástico e no secular.

    Os autocratas russos, como os imperadores bizantinos, veem na Igreja e na religião um meio do qual servir-se para garantir e dilatar a unidade política.

    Este calamitoso sistema que vem sendo aplicado hoje por Vladimir Putin se funda em três pilares: a religião ortodoxa, a autocracia e o princípio da nacionalidade, sob cujo signo penetraram na Rússia as ideias de Hegel e dos filósofos alemães.

    Tal penetração daria na expansão das ideais comunistas de Marx, e por fim na Revolução bolchevique de Lenine em 1917.

    Aquilo que se esconde sob as palavras pomposas de ortodoxia, autocracia e nacionalidade, "não é senão a formulação oriental da ideia revolucionária do século XIX" (p. 74), fruto da Revolução Francesa anticlerical e anticristã, comenta o prof. de Mattei.

    Príncipe Ivan Sergio Gagarin (1814 -1882) já jesuíta,
    foto sem data
    Em uma profética página, o padre Gagarin escreve:

    "Quanto mais se desce ao fundo das coisas, mais se é levado a concluir que a única luta verdadeira é entre o Catolicismo e a Revolução.

    Quando em 1848 o vulcão revolucionário aterrorizava o mundo com seus rugidos e fazia tremer a sociedade abalada em seus fundamentos, o partido que se dedicou a defender a ordem social e a combater a Revolução não hesitou em inscrever em sua bandeira Religião, Propriedade, Família.

    "Ele não hesitou em enviar um exército para restabelecer em sua sede o Vigário de Jesus Cristo, que a Revolução havia forçado a tomar o caminho do exílio.

    Esse partido tinha perfeitamente razão; está-se em presença de apenas dois princípios: o princípio revolucionário, que é essencialmente anticatólico, e o princípio católico, que é essencialmente contra-revolucionário.

    "Apesar de todas as aparências contrárias, só há no mundo dois partidos e duas bandeiras.

    De um lado, a Igreja Católica arvora o estandarte da cruz, que contém o verdadeiro progresso, a verdadeira civilização e a verdadeira liberdade; de outro, apresenta-se a bandeira revolucionária, em torno da qual se agrupa a coalizão de todos os inimigos da Igreja.

    "Ora, o que faz a Rússia? De um lado, combate a Revolução; de outro, combate a Igreja Católica. Tanto externa quanto internamente, encontrareis a mesma contradição. (...)

    "E se ela quiser ser coerente consigo mesma, se quiser francamente combater a Revolução, tem apenas um partido a tomar: colocar-se sob o estandarte católico e reconciliar-se com a Santa Sé" (La Russie sera-t-elle catholique?, Charles Douniol, Paris 1856, pp. 63-65).

    A Rússia não atendeu ao apelo do príncipe sacerdote, comenta o prof. de Mattei. A Revolução bolchevique, após ter exterminado os Romanov, difundiu seus erros no mundo.

    Príncipe Ivan Sergio Gagarin (1814 -1882) já jesuíta
    Príncipe Ivan Sergio Gagarin (1814 -1882) já jesuíta
    A cultura abortista e homossexual, que hoje conduz o Ocidente à morte, tem suas raízes na filosofia hegeliano-marxista que triunfou na Rússia em 1917.

    A derrota dos erros revolucionários não poderá ser ultimada, na Rússia e no mundo, senão sob os estandartes da Igreja Católica.

    As ideias do padre Gagarin inspiraram o barão alemão August von Haxthausen (1792-1866), que com o apoio dos bispos de Münster e de Paderborn fundou uma Liga de orações denominada Petrusverein (União de São Pedro) pela conversão da Rússia.

    Associação análoga, sob o impulso dos padres barnabitas Šuvalov e Tondini, nasceu na Itália e na França. Aos inscritos nessas associações recomendava-se rezar em todos os primeiros sábados do mês pela conversão da Rússia.

    Em 30 de abril de 1872, Pio IX concedeu com um Breve indulgência plenária a todos aqueles que, tendo confessado e comungado, assistissem no primeiro sábado do mês à Missa celebrada pelo retorno da Igreja Greco-russa à unidade católica.

    Nossa Senhora aprovou certamente essa devoção, pois em Fátima, em 1917, Ela recomendou a prática reparadora dos primeiros cinco sábados do mês como instrumento da instauração de seu Reino, na Rússia e no mundo, conclui Roberto de Mattei.


    (Autor: Roberto de Mattei, "Corrispondenza romana", 8-6-2017. Matéria traduzida do original italiano na ABIM por Hélio Dias Viana).


    sexta-feira, 7 de julho de 2017

    Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião


    Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião


    Posted: 04 Jul 2017 01:30 AM PDT
    Bonecas num ex-jardim de infância em Pripyat, Chernobyl, ilustram o drama da queda da natalidade russa
    Bonecas num ex-jardim de infância em Pripyat, Chernobyl,
    ilustram o drama da queda da natalidade russa
    Luis Dufaur
    Escritor, jornalista,
    conferencista de
    política internacional,
    sócio do IPCO,
    webmaster de
    diversos blogs





    As mais recentes estatísticas demográficas russas continuam apontando para um desastre sem precedentes.

    Segundo a agência oficial Rosstat, entre janeiro e fim de maio de 2017 nasceram 70.000 crianças a menos que em idêntico período do ano passado.

    Tal queda coloca a Rússia na via do suicídio demográfico, pois a diminuição da população atingiu o "ponto de não retorno", escreveu a jornalista Jeanne Smits em seu site Reinformation.

    Com efeito, a angustiante interrogação levantada pelo Moscow Times, jornal anglófono de oposição e uma das poucas vozes independentes que ressoam na "nova-Rússia".

    A catástrofe dizimou os recrutas do Exército que Putin quer para reconstituir a grandeza militar da falida URSS.

    Por isso, o omniarca do Kremlin ordenou políticas favoráveis, meramente materialistas, à natalidade, mas fracassaram. Essencialmente religiosa, a moral familiar não se muda com leis.

    E essa moral que havia desertado da velha URSS sem a graça de Deus não iria voltar na "URSS 2.0".

    Não se pode esperar graça, ensinamento ou exemplo algum do clero do Patriarcado de Moscou que se contenta em emitir ruidosas declarações para consumo externo, mas que dentro da Rússia ninguém lhe dá ouvido.

    A jornalista Ilan Berman vasculhou o último relatório oficial e encontrou que a própria Rosstat alerta para o ritmo acelerado da "extinção" da população russa, embora o Kremlin afirme que o pior ficou para trás.

    Faz bela figura quem disser que Putin está invertendo a tendência com uma política enérgica, mas os números mostram outra realidade com toda sua crueza.

    De acordo com o relatório World Population Prospects – 2017 Revision da ONU, a Federação Russa conta com 143,99 milhões de almas, e ruma para 140,543 milhões em 2030; 132,731 em 2050 e 124,013 em 2100.

    Putin visita maternidade em ato de propaganda.
    Prometeu "salvar 50 milhões de vidas", mas é inviável na atual imoralidade social
    Putin prometera as medidas necessárias para "salvar 50 milhões de vidas" e fazer subir o total a 154 milhões.

    Ao que se referia o presidente com a expressão "salvar vidas"? – Só pode ser o que todo mundo sabe: na Rússia o aborto bate recordes abissais. Mas nada detém a queda.

    O único fator que impediu que o descalabro fosse mais catastrófico foi o retorno de russos repatriados de antigas repúblicas soviéticas hoje independentes, como a Ucrânia.

    Os índices de mortalidade são também assustadores, notadamente pelo abuso de álcool e drogas. Mas também ao arcaico, insalubre e corrupto sistema de saúde.

    Paradoxalmente, a máquina de propaganda de Putin não deixa de apresentá-lo como o Carlos Magno, o Constantino que restaura de modo impressionante o cristianismo e os bons costumes.

    A perspectiva da Rosstat aponta para uma perda líquida de 300.000 almas em 2017 porque os nascimentos não preencherão o vácuo aberto pelos decessos.

    O Moscow Times constatou que não fez efeito a "bolsa maternidade" de 11.000 dólares oferecida por Putin às mães de mais de dois filhos.

    A quantia não é nada pequena. Não falta a matéria, falta a moral que só a religião pode dar. Mas a promessa putinista remonta a 2006. Hoje, observa Berman, o desabamento da economia russa fez o dono do Kremlin "otimizar" outros serviços que não são os sociais e os de saúde.

    O que há de "mais ótimo" que os filhos? Não faça essa pergunta em Moscou!

    Em primeiro lugar a "otimização" ficou por conta do Exército e da expansão russa no exterior. Não menos importante é a "otimização" da máquina de repressão dos descontentes.

    Depois veio o relançamento da economia. Mas isso vem se tornando inviável, pois a economia se encontra ainda num estágio soviético ou em mãos dos "oligarcas" da nomenklatura estreitamente ligada a Putin.

    As FFAA e o esquema de repressão consomem 34% do orçamento russo
    As FFAA e o esquema de repressão consomem 34% do orçamento russo
    Essa tem entre outras funções a de impedir que se levantem cabeças quem não são do "sistema".

    A verdade pouco importa na "URSS 2.0". E um exército de trolls faz desencadear uma chuva de fake news através de Sputnik, Russia Today e redes sociais anunciando que o triunfo mundial do cristianismo depende do Patriarcado de Moscou, fiel executor dos diktats do Kremlin.

    Simultaneamente repassam palavras de ordem contra o complô globalista dos capitalistas ocidentais partidários da propriedade privada, preocupados tão só em tomar conta de tudo no mundo e extinguir a população russa!

    O orçamento militar russo foi multiplicado por 20 em 15 anos desde a ascensão de Putin, segundo a Bloomberg. As áreas de Defesa e de repressão interna representam 34% do orçamento federal russo contra 11% consagrado à saúde.

    O mais incrível de tudo, conclui a jornalista Jeanne Smits, é que a imagem da Rússia de Putin é promovida em países europeus onde, por causa de uma mesma Revolução, a situação demográfica é igual ou pior que na Rússia.

    A verdadeira e arrepiadora porfia é quem se esvazia primeiro. Putin tem de seu lado que na Rússia, as ONGs verdes não podem pregar livremente a drástica redução da humanidade. Tampouco os documentos 'Laudato Si' e 'Amoris laetitia' podem ser lidos pelo povo russo.

    A solução do problema se encontra na restauração do pilar básico da Civilização Cristã que é a família católica. E isso não se faz sem a Igreja Católica medianeira única e universal da graça divina.

    Embora possam brigar entre si, Putin, globalistas, ONGs, verdes, progressistas católicos, 'Laudato Si' e 'Amoris laetitia' fazem um bloco só para impedir um "retrocesso" ao doce jugo moral de Cristo.

    O exemplo maravilhoso da Sagrada Família, com Jesus, Maria e José irradiando sua luz sobrenatural sobre todos os homens e épocas históricas, causa horror a essa colusão de interesses opostos.

    Mas, no final, Nossa Senhora triunfará até na própria Rússia!


    segunda-feira, 3 de julho de 2017

    Flagelo russo - Rússia à beira do “suicídio demográfico”


    Flagelo russo


    Rússia à beira do “suicídio demográfico”

    Posted: 02 Jul 2017 01:30 AM PDT
    Bonecas num ex-jardim de infância em Pripyat, Chernobyl, ilustram o drama da queda da natalidade russa
    Bonecas num ex-jardim de infância em Pripyat, Chernobyl,
    ilustram o drama da queda da natalidade russa
    Luis Dufaur
    Escritor, jornalista,
    conferencista de
    política internacional,
    sócio do IPCO,
    webmaster de
    diversos blogs





    As mais recentes estatísticas demográficas russas continuam apontando para um desastre sem precedentes.

    Segundo a agência oficial Rosstat, entre janeiro e fim de maio de 2017 nasceram 70.000 crianças a menos que em idêntico período do ano passado.

    Tal queda coloca a Rússia na via do suicídio demográfico, pois a diminuição da população atingiu o "ponto de não retorno", escreveu a jornalista Jeanne Smits em seu site Reinformation.

    Com efeito, a angustiante interrogação levantada pelo Moscow Times, jornal anglófono de oposição e uma das poucas vozes independentes que ressoam na "nova-Rússia".

    A catástrofe dizimou os recrutas do Exército que Putin quer para reconstituir a grandeza militar da falida URSS.

    Por isso, o omniarca do Kremlin ordenou políticas favoráveis, meramente materialistas, à natalidade, mas fracassaram. Essencialmente religiosa, a moral familiar não se muda com leis.

    E essa moral que havia desertado da velha URSS sem a graça de Deus não iria voltar na "URSS 2.0".

    Não se pode esperar graça, ensinamento ou exemplo algum do clero do Patriarcado de Moscou que se contenta em emitir ruidosas declarações para consumo externo, mas que dentro da Rússia ninguém lhe dá ouvido.

    A jornalista Ilan Berman vasculhou o último relatório oficial e encontrou que a própria Rosstat alerta para o ritmo acelerado da "extinção" da população russa, embora o Kremlin afirme que o pior ficou para trás.

    Faz bela figura quem disser que Putin está invertendo a tendência com uma política enérgica, mas os números mostram outra realidade com toda sua crueza.

    De acordo com o relatório World Population Prospects – 2017 Revision da ONU, a Federação Russa conta com 143,99 milhões de almas, e ruma para 140,543 milhões em 2030; 132,731 em 2050 e 124,013 em 2100.

    Putin visita maternidade em ato de propaganda.
    Prometeu "salvar 50 milhões de vidas", mas é inviável na atual imoralidade social
    Putin prometera as medidas necessárias para "salvar 50 milhões de vidas" e fazer subir o total a 154 milhões.

    Ao que se referia o presidente com a expressão "salvar vidas"? – Só pode ser o que todo mundo sabe: na Rússia o aborto bate recordes abissais. Mas nada detém a queda.

    O único fator que impediu que fosse mais catastrófica foi o retorno de russos repatriados de antigas repúblicas soviéticas hoje independentes, como a Ucrânia.

    Os índices de mortalidade são também assustadores, notadamente pelo abuso de álcool e drogas. Mas também ao arcaico, insalubre e corrupto sistema de saúde.

    Paradoxalmente, a máquina de propaganda de Putin não deixa de apresentá-lo como o Carlos Magno, o Constantino que restaura de modo impressionante o cristianismo e os bons costumes.

    A perspectiva da Rosstat aponta para uma perda líquida de 300.000 almas em 2017 porque os nascimentos não preencherão o vácuo aberto pelos decessos.

    O Moscow Times constatou que não fez efeito a "bolsa maternidade" de 11.000 dólares oferecida por Putin às mães de mais de dois filhos.

    A quantia não é nada pequena. Não falta a matéria, falta a moral que só a religião pode dar. Mas a promessa putinista remonta a 2006. Hoje, observa Berman, o desabamento da economia russa fez o dono do Kremlin "otimizar" os serviços sociais e de saúde.

    O que há de "mais ótimo" que os filhos? Não faça essa pergunta em Moscou.

    Em primeiro lugar a "otimização" ficou por conta do Exército e da expansão russa no exterior. Não menos importante é a "otimização" da máquina de repressão dos descontentes.

    Depois veio o relançamento da economia. Mas isso vem se tornando inviável, pois a economia se encontra ainda num estágio soviético ou em mãos dos "oligarcas" da nomenklatura estreitamente ligada a Putin.

    As FFAA e o esquema de repressão consomem 34% do orçamento russo
    As FFAA e o esquema de repressão consomem 34% do orçamento russo
    Essa tem entre outras funções a de impedir que se levantem cabeças quem não for do sistema.

    A verdade pouco importa na "URSS 2.0". E um exército de trolls faz desencadear uma chuva de fake news através de Sputnik, Russia Today e redes sociais anunciando que o triunfo mundial do cristianismo depende do Patriarcado de Moscou, fiel executor dos diktats do Kremlin.

    Simultaneamente repassam palavras de ordem contra o complô globalista dos capitalistas ocidentais partidários da propriedade privada, preocupados tão só em tomar conta de tudo no mundo e extinguir a população russa!

    O orçamento militar russo foi multiplicado por 20 em 15 anos desde a ascensão de Putin, segundo a Bloomberg. As áreas de Defesa e de repressão interna representam 34% do orçamento federal russo contra 11% consagrado à saúde.

    O mais incrível de tudo, conclui a jornalista Jeanne Smits, é que a imagem da Rússia de Putin é promovida em países europeus onde, por causa de uma mesma Revolução, a situação demográfica é igual ou pior que na Rússia.

    A verdadeira e arrepiadora porfia é quem se esvazia primeiro. Putin tem de seu lado que na Rússia, as ONGs verdes não podem pregar livremente a drástica redução da humanidade. Tampouco os documentos 'Laudato Si' e 'Amoris laetitia' podem ser lidos pelo povo russo.

    A solução do problema se encontra na restauração do pilar básico da Civilização Cristã que é a família católica. E isso não se faz sem a Igreja Católica medianeira única e universal da graça divina.

    Embora possam brigar entre si, Putin, globalistas, ONGs, verdes, progressistas católicos, 'Laudato Si' e 'Amoris laetitia' fazem um bloco só para impedir um "retrocesso" ao doce jugo moral de Cristo.

    O exemplo maravilhoso da Sagrada Família, com Jesus, Maria e José irradiando sua luz sobrenatural sobre todos os homens e épocas históricas, causa horror a essa colusão de interesses opostos.

    Mas, no final, Nossa Senhora triunfará até na própria Rússia!


    segunda-feira, 19 de junho de 2017

    [New post] “A Rússia será católica” (II).




    G. M. Ferretti posted: "Leia antes: A Rússia será católica. Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 08-06-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana - FratresInUnum.com: "A Rússia será católica". O sonho de tantos convertidos russos do século XIX, como o padre Šuvalov, constituiu"



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    by G. M. Ferretti



    Leia antes: A Rússia será católica. Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 08-06-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana - FratresInUnum.com: "A Rússia será católica". O sonho de tantos convertidos russos do século XIX, como o padre Šuvalov, constituiu também o título de um livro que fez sensação em sua época: La Russie sera-t-elle catholique? (Paris, 1856), do … Continue reading "A Rússia será católica" (II).

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    G. M. Ferretti | 19 June, 2017 at 10:32 am | Tags: Roberto de Mattei | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-bYy




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    • “A Rússia será católica” (II).



    Leia antes: A Rússia será católica.

    Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 08-06-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.com: “A Rússia será católica”. O sonho de tantos convertidos russos do século XIX, como o padre Šuvalov, constituiu também o título de um livro que fez sensação em sua época: La Russie sera-t-elle catholique? (Paris, 1856), do padre Ivan Gagarin, da Companhia de Jesus.



    Ivan Sergeevič Gagarin nasceu em Moscou no dia 20 de julho de 1814, de uma ilustre casa principesca, descendente dos príncipes de Kiev. Foi adido junto à legação russa em Munique, e depois na embaixada de Paris, onde participou da vida intelectual francesa, frequentando o salão de Sophie Swetchine. Sob a influência desta e de autores como Pëtr Jakovlevič Čaadaev (1794-1856), amadureceu sua conversão ao catolicismo. Em 7 de abril de 1842 abjurou a religião ortodoxa e abraçou a fé católica pelas mãos do padre François Xavier de Ravignan (1795-1858), que já obtivera a conversão do conde Šuvalov. Ivan Gagarin renunciava, aos 28 anos, não só a um brilhante futuro político e diplomático, mas à esperança de poder retornar à sua pátria. Com efeito, na Rússia dos Czares a conversão ao catolicismo constituía um delito comparável à deserção ou ao parricídio. O abandono da ortodoxia por uma outra religião, ainda que cristã, era punido com a perda de todos os bens, dos direitos civis e dos título nobiliárquicos, e previa a reclusão perpétua em um mosteiro ou o exílio na Sibéria.

    Um ano depois, Ivan, tornado Jean Xavier Gagarin, solicitou sua admissão na Companhia de Jesus, sendo admitido no noviciado de Saint Acheul. Iniciou então um período de longos estudos, que concluíram com a ordenação sacerdotal e a profissão dos votos religiosos na Ordem de Santo Inácio de Loyola. Para o padre Gagarin, no qual um zelo ardente se unia a uma viva inteligência e a uma educação de grande senhor, iniciou-se uma nova vida.

    Durante a guerra da Crimeia, participou com o célebre matemático Augustin Cauchy (1789-1857) na fundação da obra da École d’Orient. E no final de 1856 fundou a revista quadrimestral Études de théologie, de philosophie et d’histoire, que se tornou a célebre revista Études. Contudo, quando em 1862 a publicação foi retirada dos jesuítas franceses, ela sofreu uma radical transformação. Quando se iniciou o Concílio Vaticano I, Études, diferentemente de sua coirmã romana Civiltà Cattolica, tomou uma posição filoliberal que conservou no século seguinte.

    O governo russo, que se propunha extirpar o catolicismo das províncias ocidentais do Império, considerou o príncipe Gagarin como um inimigo a ser eliminado. Ele foi acusado de ter escrito cartas anônimas ao poeta Aleksandr Sergeevič Puškin (1799-1837) que o teriam exasperado, levando-o a um duelo no qual teria morrido. Recentemente, a jovem historiadora polonesa Wiktoria Sliwowska demonstrou que se tratava de uma campanha de calúnias organizada pela Terceira Seção da Chancelaria Imperial (L’Affaire Gagarine, Institutum Historicum Societatis Iesu, Roma, 2014, pp. 31-72).

    O livro La Russie sera-t-elle catholique? foi publicado em 1856. Nele o padre Gagarin se refere à solene bula de Bento XIV Allatae sunt, de 26 de julho de 1755, em que o Santo Padre, manifestando “a benevolência com a qual a Sé Apostólica abraça os orientais”, “ordena que se conservem seus antigos ritos que não se oponham à Religião Católica nem à honestidade; nem se peça aos Cismáticos que retornam à Unidade Católica para abandonarem seus Ritos, mas apenas que abjurem a heresia, desejando fortemente que seus diferentes povos sejam conservados, não destruídos, e que todos (para dizer muitas coisas com poucas palavras) sejam Católicos, não latinos”.

    Para reconduzir os povos eslavos à unidade – comenta o padre Gagarin –, é preciso respeitar os ritos orientais, pedir a abjuração dos erros contrários à fé católica, mas, sobretudo, combater a concepção político-religiosa dos ortodoxos. Para o jesuíta russo, o cisma ortodoxo é principalmente o resultado do “bizantinismo”, um conceito com o qual eles entendem a diferença das relações entre a Igreja e Estado existentes no mundo bizantino e no ocidental. Para Bizâncio, não há distinção entre os dois poderes. A Igreja é de fato subordinada ao Imperador, que a dirige enquanto delegado de Deus no campo eclesiástico e no secular. Os autocratas russos, como os imperadores bizantinos, veem na Igreja e na religião um meio do qual servir-se para garantir e dilatar a unidade política. Este calamitoso sistema se funda em três pilares: a religião ortodoxa, a autocracia e o princípio da nacionalidade, sob cujo signo penetraram na Rússia as ideias de Hegel e dos filósofos alemães. Aquilo que se esconde sob as palavras pomposas de ortodoxia, autocracia e nacionalidade, “não é senão a formulação oriental da ideia revolucionária do século XIX” (p. 74).

    Gagarin entrevê a ferocidade com a qual as ideias revolucionárias seriam aplicadas em seu país. As páginas de Proudhon e Mazzini parecem moderadas a seus olhos, se comparadas à violência dos agitadores russos. “É uma comparação que pode servir para medir a diferença que há entre o princípio revolucionário como ele é entendido na Europa Ocidental e como seria posto em prática na Rússia” (pp. 70-71). Em uma profética página, o padre Gagarin escreve:

    “Quanto mais se desce ao fundo das coisas, mais se é levado a concluir que a única luta verdadeira é entre o Catolicismo e a Revolução. Quando em 1848 o vulcão revolucionário aterrorizava o mundo com seus rugidos e fazia tremer a sociedade abalada em seus fundamentos, o partido que se dedicou a defender a ordem social e a combater a Revolução não hesitou em inscrever em sua bandeira Religião, Propriedade, Família; ele não hesitou em enviar um exército para restabelecer em sua sede o Vigário de Jesus Cristo, que a Revolução havia forçado a tomar o caminho do exílio. Esse partido tinha perfeitamente razão; está-se em presença de apenas dois princípios: o princípio revolucionário, que é essencialmente anti-católico, e o princípio católico, que é essencialmente anti-revolucionário. Apesar de todas as aparências contrárias, só há no mundo dois partidos e duas bandeiras. De um lado, a Igreja Católica arvora o estandarte da cruz, que contém o verdadeiro progresso, a verdadeira civilização e a verdadeira liberdade; de outro, apresenta-se a bandeira revolucionária, em torno da qual se agrupa a coalizão de todos os inimigos da Igreja.

    “Ora, o que faz a Rússia? De um lado, combate a Revolução; de outro, combate a Igreja Católica. Tanto externa quanto internamente, encontrareis a mesma contradição. Não hesito em dizê-lo, o que faz sua honra e sua força é ser adversária inabalável do princípio revolucionário. O que faz sua fraqueza é ser, ao mesmo tempo, adversária do Catolicismo.

    “E se ela quiser ser coerente consigo mesma, se quiser francamente combater a Revolução, tem apenas um partido a tomar: colocar-se sob o estandarte católico e reconciliar-se com a Santa Sé” (La Russie sera-t-elle catholique?, Charles Douniol, Paris 1856, pp. 63-65).

    A Rússia não atendeu ao apelo e a Revolução bolchevique, após ter exterminado os Romanov, difundiu seus erros no mundo. A cultura abortista e homossexual, que hoje conduz o Ocidente à morte, tem suas raízes na filosofia hegeliano-marxista que triunfou na Rússia em 1917. A derrota dos erros revolucionários não poderá ser ultimada, na Rússia e no mundo, senão sob os estandartes da Igreja Católica.

    As ideias do padre Gagarin inspiraram o barão alemão August von Haxthausen (1792-1866), que com o apoio dos bispos de Münster e de Paderborn fundou uma Liga de orações denominada Petrusverein (União de São Pedro) para a conversão da Rússia. Uma associação análoga, sob o impulso dos padres barnabitas Šuvalov e Tondini, nasceu na Itália e na França. Aos inscritos nessas associações recomendava-se rezar em todos os primeiros sábados do mês pela conversão da Rússia. Em 30 de abril de 1872, Pio IX concedeu com um Breve indulgência plenária a todos aqueles que, tendo confessado e comungado, assistissem no primeiro sábado do mês à Missa celebrada pelo retorno da Igreja greco-russa à unidade católica.

    Nossa Senhora aprovou certamente essa devoção, pois em Fátima, em 1917, Ela recomendou a prática reparadora dos primeiros cinco sábados do mês como instrumento da instauração de seu Reino, na Rússia e no mundo.

    Flagelo russo - Assassinos disfarçados caçam inimigos de Putin na Ucrânia e no mundo


    Flagelo russo


    Posted: 18 Jun 2017 05:20 AM PDT
    Osmayev e Amina respondem aos jornalistas sobre a tentativa de assassinato em Kiev
    Osmayev e Amina respondem aos jornalistas sobre a tentativa de assassinato
    Luis Dufaur
    Escritor, jornalista,
    conferencista de
    política internacional,
    sócio do IPCO,
    webmaster de
    diversos blogs





    Um homem alto e elegante, de terno escuro, falando com sotaque francês se apresentou a políticos de Kiev como "Alex Werner", jornalista do bem conhecido "Le Monde" de Paris, segundo reportagem do "The New York Times".

    "Era calmo e confiante", lembrou Amina Okuyeva que quase foi morta por ele. O marido de Amina ficou famoso na Ucrânia como voluntário checheno na guerra contra os separatistas no leste do país e "Werner" procurou entrevistá-la várias vezes.

    Até que a entrevista marcada virou aterrorizante tiroteio. "Werner" de fato era um assassino checheno enviado da Rússia para matar o herói dos ucranianos. Artur Denisultanov-Kurmakayev era seu verdadeiro nome e fora enviado para matar Amina Okuyeva e seu marido, Adam Osmayev.

    Mas o crime ficou frustrado porque Amina estava armada.

    Em 2006, o governo russo legalizou os assassinatos praticados no exterior contra adversários que o Kremlin rotula de ameaça terrorista, retomando uma prática da era soviética.

    Denisultanov-Kurmakayev se instalou um ano em Kiev, misturando-se com políticos e ativistas anti-Rússia. Mas Amina desconfiava: ele carregava um notebook que quase não usava; seus ternos eram caros demais.

    O pedido de entrevista foi comum: "a imprensa nos pedia entrevistas com frequência", explicou ela. "A mídia adora escrever sobre nós". Amina e seu marido Osmayev, são conhecidos na Ucrânia.

    O matador Artur Denisultanov-Kurmakayev bancou de jornalista do 'Le Monde'.
    O matador Artur Denisultanov-Kurmakayev
    bancou de jornalista do 'Le Monde'.
    Por sua vez, o governo russo acusa Osmayev de planejar a morte de Vladimir Putin. Ele foi preso na Ucrânia, mas sua extradição para a Rússia foi bloqueada pelo Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

    Depois da revolução anti-russa ucraniana em 2014, Osmayev foi comandante do batalhão de chechenos Dzhokhar Dudayev que lutava contra os separatistas pro-russos.

    O casal sabia que era visado. "Putin está pessoalmente interessado em livrar-se de nós", explicou Amina.

    O suposto "Werner" propôs ir até a embaixada da França e disse que tinha um presente para o casal enviado pelos diretores do "Le Monde".

    Na rua pediu parar o carro para fazer a entrevista no banco e lhes entregar o presente embrulhado em belo pacote vermelho.

    Enquanto o assassino dizia "este é o seu presente" puxou uma arma de fogo e disparou.

    O tiro feriu Osmayev que lutou com o atacante e apanhou sua arma. Amina carregava uma pistola e atirou quatro vezes em Denisultanov-Kurmakayev que ficou gravemente ferido, mas salvou-se.

    A tentativa de assassinato praticada por agentes russas não é nova. É até relativamente frequente. Essa foi a terceira vez que uma figura de notoriedade sofreu em Kiev um atentado de morte planejado desde a Rússia.

    O ex-legislador russo exilado na Ucrânia, Denis Voronenkov, foi baleado em março na rua diante do hotel Premier Palace em Kiev. Foi salvo pelo guarda-costas que abateu o matador.

    Em 2016, um carro-bomba foi jogado contra o jornalista Pavel Sheremet no centro da capital.

    O Ministério do Interior e legisladores da Ucrânia culparam o serviço de inteligência russo pelo crime contra Osmayev e Amina. "Temos a prova de que a Rússia está cometendo atos terroristas em outros países", disse o deputado Anton Gerashenko.

    "Ele poderá contar quem o mandou para cá e por que", disse.

    Amina na saída do hospital em Kiev. Ela desconfiou, foi armada, e salvou  casal.
    Amina na saída do hospital em Kiev.
    Ela desconfiou, foi armada, e salvou  casal.
    Em 2008, responsáveis austríacos detiveram Denisultanov-Kurmakayev que impetrou asilo dizendo ser um delator checheno. Na realidade, tinha recebido a missão de matar a Umar Israilov, um dissidente que prestou depoimento na Corte Europeia dos Direitos Humanos contra o líder putinista na Chechênia Ramzan A. Kadyrov.

    Ele delatou que seu chefe na Rússia tem uma lista de 300 inimigos a ser mortos. Também alegou que não quis cometer o homicídio e se entregou à polícia austríaca para ser protegido da vingança de seus chefes russos pelo fato de não executar a ordem.

    Umar Israilov, o dissidente que ele tinha ido matar em Viena foi abatido a tiros por desconhecidos numa rua da capital austríaca dois meses depois.

    Esses procedimentos altamente imorais e friamente calculados no Kremlin já produziram outras vítimas infelizmente celebrizadas pelo seu extermínio.

    Muito famoso foi o caso do ex-espião russo Alexander Litvinenko assassinado em Londres com polônio-210 como em crimes precedentes.


    Confira: Justiça britânica: Litvinenko foi assassinado com a anuência de Putin

    domingo, 18 de junho de 2017

    [G+ Notícias] Últimas do mundo Gospel


    [G+ Notícias] Últimas do mundo Gospel


    Posted: 17 Jun 2017 09:00 AM PDT
    A Rússia, aliada do ditador sírio Bashar al-Assad, anunciou que um de seus ataques aos territórios ocupados pelo Estado Islâmico pode ter matado o principal líder do grupo terrorista, Abu Bakr al-Baghdadi. A informação foi revelada ao mundo pelo ministro da Defesa russo na última sexta-feira, 16 de junho. A confirmação da morte de al-Baghdadi

    terça-feira, 13 de junho de 2017

    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - “A Rússia será católica” (II)






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 13 Jun 2017 05:00 AM PDT


    "A Rússia será católica". O sonho de tantos convertidos russos do século XIX, como o padre Šuvalov, constituiu também o título de um livro que fez sensação em sua época: La Russie sera-t-elle catholique? (Paris, 1856) [capa ao lado], do padre Ivan Gagarin, da Companhia de Jesus. Ivan Sergeevič Gagarin [foto abaixo em 1835] nasceu […]

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    “A Rússia será católica” (II)


    Por Roberto De Mattei
    - 13 de junho de 2017
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    “A Rússia será católica”. O sonho de tantos convertidos russos do século XIX, como o padre Šuvalov, constituiu também o título de um livro que fez sensação em sua época: La Russie sera-t-elle catholique? (Paris, 1856) [capa ao lado], do padre Ivan Gagarin, da Companhia de Jesus.

    Ivan Sergeevič Gagarin [foto abaixo em 1835] nasceu em Moscou no dia 20 de julho de 1814, de uma ilustre casa principesca, descendente dos príncipes de Kiev. Foi adido junto à legação russa em Munique, e depois na embaixada de Paris, onde participou da vida intelectual francesa, frequentando o salão de Sophie Swetchine. Sob a influência desta e de autores como Pëtr Jakovlevič Čaadaev (1794-1856), amadureceu sua conversão ao catolicismo.

    Em 7 de abril de 1842 abjurou a religião ortodoxa e abraçou a fé católica pelas mãos do padre François Xavier de Ravignan (1795-1858), que já obtivera a conversão do conde Šuvalov. Ivan Gagarin renunciava, aos 28 anos, não só a um brilhante futuro político e diplomático, mas à esperança de poder retornar à sua pátria. Com efeito, na Rússia dos Czares a conversão ao catolicismo constituía um delito comparável à deserção ou ao parricídio. O abandono da ortodoxia por uma outra religião, ainda que cristã, era punido com a perda de todos os bens, dos direitos civis e dos título nobiliárquicos, e previa a reclusão perpétua em um mosteiro ou o exílio na Sibéria.

    Um ano depois, Ivan, tornado Jean Xavier Gagarin, solicitou sua admissão na Companhia de Jesus, sendo admitido no noviciado de Saint Acheul. Iniciou então um período de longos estudos, que concluíram com a ordenação sacerdotal e a profissão dos votos religiosos na Ordem de Santo Inácio de Loyola. Para o padre Gagarin [foto à esquerda], no qual um zelo ardente se unia a uma viva inteligência e a uma educação de grande senhor, iniciou-se uma nova vida.

    Durante a guerra da Crimeia, participou com o célebre matemático Augustin Cauchy (1789-1857) na fundação da obra da École d’Orient. E no final de 1856 fundou a revista quadrimestral Études de théologie, de philosophie et d’histoire, que se tornou a célebre revista Études. Contudo, quando em 1862 a publicação foi retirada dos jesuítas franceses, ela sofreu uma radical transformação. Quando se iniciou o Concílio Vaticano I, Études, diferentemente de sua coirmã romana Civiltà Cattolica, tomou uma posição filoliberal que conservou no século seguinte.

    O governo russo, que se propunha extirpar o catolicismo das províncias ocidentais do Império, considerou o príncipe Gagarin como um inimigo a ser eliminado. Ele foi acusado de ter escrito cartas anônimas ao poeta Aleksandr Sergeevič Puškin (1799-1837) que o teriam exasperado, levando-o a um duelo no qual teria morrido. Recentemente, a jovem historiadora polonesa Wiktoria Sliwowska demonstrou que se tratava de uma campanha de calúnias organizada pela Terceira Seção da Chancelaria Imperial (L’Affaire Gagarine, Institutum Historicum Societatis Iesu, Roma, 2014, pp. 31-72).

    O livro La Russie sera-t-elle catholique? foi publicado em 1856. Nele o padre Gagarin se refere à solene bula de Bento XIV Allatae sunt, de 26 de julho de 1755, em que o Santo Padre, manifestando “a benevolência com a qual a Sé Apostólica abraça os orientais”, “ordena que se conservem seus antigos ritos que não se oponham à Religião Católica nem à honestidade; nem se peça aos Cismáticos que retornam à Unidade Católica para abandonarem seus Ritos, mas apenas que abjurem a heresia, desejando fortemente que seus diferentes povos sejam conservados, não destruídos, e que todos (para dizer muitas coisas com poucas palavras) sejam Católicos, não latinos”.

    Para reconduzir os povos eslavos à unidade — comenta o padre Gagarin —, é preciso respeitar os ritos orientais, pedir a abjuração dos erros contrários à fé católica, mas, sobretudo, combater a concepção político-religiosa dos ortodoxos. Para o jesuíta russo, o cisma ortodoxo é principalmente o resultado do “bizantinismo”, um conceito com o qual eles entendem a diferença das relações entre a Igreja e Estado existentes no mundo bizantino e no ocidental. Para Bizâncio, não há distinção entre os dois poderes. A Igreja é de fato subordinada ao Imperador, que a dirige enquanto delegado de Deus no campo eclesiástico e no secular. Os autocratas russos, como os imperadores bizantinos, veem na Igreja e na religião um meio do qual servir-se para garantir e dilatar a unidade política. Este calamitoso sistema se funda em três pilares: a religião ortodoxa, a autocracia e o princípio da nacionalidade, sob cujo signo penetraram na Rússia as ideias de Hegel e dos filósofos alemães. Aquilo que se esconde sob as palavras pomposas de ortodoxia, autocracia e nacionalidade, “não é senão a formulação oriental da ideia revolucionária do século XIX” (p. 74).

    Gagarin entrevê a ferocidade com a qual as ideias revolucionárias seriam aplicadas em seu país. As páginas de Proudhon e Mazzini parecem moderadas a seus olhos, se comparadas à violência dos agitadores russos. “É uma comparação que pode servir para medir a diferença que há entre o princípio revolucionário como ele é entendido na Europa Ocidental e como seria posto em prática na Rússia” (pp. 70-71). Em uma profética página, o padre Gagarin escreve:

    “Quanto mais se desce ao fundo das coisas, mais se é levado a concluir que a única luta verdadeira é entre o Catolicismo e a Revolução. Quando em 1848 o vulcão revolucionário aterrorizava o mundo com seus rugidos e fazia tremer a sociedade abalada em seus fundamentos, o partido que se dedicou a defender a ordem social e a combater a Revolução não hesitou em inscrever em sua bandeira Religião, Propriedade, Família; ele não hesitou em enviar um exército para restabelecer em sua sede o Vigário de Jesus Cristo, que a Revolução havia forçado a tomar o caminho do exílio. Esse partido tinha perfeitamente razão; está-se em presença de apenas dois princípios: o princípio revolucionário, que é essencialmente anti-católico, e o princípio católico, que é essencialmente anti-revolucionário. Apesar de todas as aparências contrárias, só há no mundo dois partidos e duas bandeiras. De um lado, a Igreja Católica arvora o estandarte da cruz, que contém o verdadeiro progresso, a verdadeira civilização e a verdadeira liberdade; de outro, apresenta-se a bandeira revolucionária, em torno da qual se agrupa a coalizão de todos os inimigos da Igreja.

    “Ora, o que faz a Rússia? De um lado, combate a Revolução; de outro, combate a Igreja Católica. Tanto externa quanto internamente, encontrareis a mesma contradição. Não hesito em dizê-lo, o que faz sua honra e sua força é ser adversária inabalável do princípio revolucionário. O que faz sua fraqueza é ser, ao mesmo tempo, adversária do Catolicismo.

    “E se ela quiser ser coerente consigo mesma, se quiser francamente combater a Revolução, tem apenas um partido a tomar: colocar-se sob o estandarte católico e reconciliar-se com a Santa Sé” (La Russie sera-t-elle catholique?, Charles Douniol, Paris 1856, pp. 63-65).

    A Rússia não atendeu ao apelo e a Revolução bolchevique, após ter exterminado os Romanov, difundiu seus erros no mundo. A cultura abortista e homossexual, que hoje conduz o Ocidente à morte, tem suas raízes na filosofia hegeliano-marxista que triunfou na Rússia em 1917. A derrota dos erros revolucionários não poderá ser ultimada, na Rússia e no mundo, senão sob os estandartes da Igreja Católica.

    As ideias do padre Gagarin inspiraram o barão alemão August von Haxthausen (1792-1866) [foto ao lado], que com o apoio dos bispos de Münster e de Paderborn fundou uma Liga de orações denominada Petrusverein (União de São Pedro) para a conversão da Rússia. Uma associação análoga, sob o impulso dos padres barnabitas Šuvalov e Tondini, nasceu na Itália e na França. Aos inscritos nessas associações recomendava-se rezar em todos os primeiros sábados do mês pela conversão da Rússia. Em 30 de abril de 1872, Pio IX concedeu com um Breve indulgência plenária a todos aqueles que, tendo confessado e comungado, assistissem no primeiro sábado do mês à Missa celebrada pelo retorno da Igreja greco-russa à unidade católica.

    Nossa Senhora aprovou certamente essa devoção, pois em Fátima, em 1917, Ela recomendou a prática reparadora dos primeiros cinco sábados do mês como instrumento da instauração de seu Reino, na Rússia e no mundo.











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    Roberto De Mattei
    http://www.robertodemattei.it/pt-br/
    Escritor italiano, autor de numerosos livros, traduzidos em diversas línguas. Em 2008, foi agraciado pelo Papa com a comenda da Ordem de São Gregório Magno, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à Igreja. Professor de História Moderna e História do Cristianismo na Universidade Europeia de Roma, conferencista, escritor e jornalista, Roberto de Mattei é presidente da Fondazione Lepanto. Entre 2004-2011 foi vice-presidente do Conselho Nacional de Pesquisa da Itália. Autor da primeira biografia de Plinio Corrêa de Oliveira, intitulada “O Cruzado do Século XX”. É também autor do best-seller “Concílio Vaticano II, uma história nunca escrita”.

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara