TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM
A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho)
Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)
Terrorista: Deus é maior…
Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela.
Terrorista: Deus é maior…
Mulher: …do aquele que obedece sem refletir.
Terrorista: Deus é maior…
Homem: …do que aquele que trama para nos trair.
O povo colombiano, que é majoritariamente contra as guerrilhas das FARC e a favor da família, se encontra talvez na maior encruzilhada de sua história.
A situação do povo colombiano é dramática. Ele está sendo empurrado para a sua autodestruição através de mecanismos jurídicos, políticos e publicitários. Os chamados “acordos de paz” de Havana, os quais se arrastam por quatro anos, com inúmeras e contínuas concessões governamentais, estão dando vantagem às FARC. Com efeito, contra a vontade da maioria dos colombianos, “as FARC vão ganhando” politicamente e, nesse sentido, “as conversações de Havana foram uma panaceia para a guerrilha”, explicou com exemplos concretos o jornalista Alfonso Cuéllar em sua coluna da revista “Semana”, cuja leitura recomendamos. O referido jornalista constata que os narcoguerrilheiros “há meses deixaram de ser etiquetados publicamente como terroristas e narcotraficantes”; que devido a enigmáticos apoios do exterior, “as FARC já não são os párias internacionais de alguns anos atrás”; e que agora “governos estrangeiros fazem fila para escutá-las”. O jornalista recorda também que “embora em maio de 2014 as FARC tenham se comprometido em ajudar a combater o narcotráfico, desde então incrementaram a sua atividade”. E conclui dizendo que “agora, para arrematar, são constituintes”, pelo fato de que “ao aceitar que os acordos de Havana façam parte do bloco constitucional, as FARC terminarão como coautores da Constituição” (“Semana”, 20-05-2016).
Nesse sentido, o ex-presidente Álvaro Uribe observou enfaticamente: “O governo e o grupo terrorista FARC, num golpe de estado à democracia, combinaram substituir a Constituição colombiana para garantir plena impunidade ao maior cartel de cocaína do mundo” (no link abaixo constam o vídeo com as palavras de Uribe e o texto de um comunicado nesse sentido do Centro Democrático).
Na Colômbia existe também um segundo golpe de Estado em curso, muito menos comentado, mas tão ruinoso como o golpe de Estado a favor das FARC, porque corrói a moral familiar em seus próprios fundamentos. É o que denuncia em extenso artigo Jesús Magaña, representante da Plataforma Ciudadana Unidos por la Vida, ao qualificar de “golpe” e “violação” contra o conteúdo de preceitos da Constituição a recente sentença da Corte Constitucional da Colômbia, que considera o “mal chamado casamento homossexual” como “ajustado à Constituição”. Magaña lembra que “o artigo 42 da Constituição define de forma muito clara, precisa e taxativa que o casamento é entre um homem e uma mulher”.
Portanto, acrescenta o articulista, a Corte “ignorou esse artigo e mudou a Constituição sem ter autoridade para isso”, convertendo-se os seus integrantes em “tirânicos ditadores”.
Magaña enumera “os efeitos catastróficos para o país” dessa resolução, que abre o caminho para “uma mudança radical na educação das crianças e jovens da Colômbia, impondo este novo pseudo-direito que promoverá a homossexualidade, criando confusão, sofrimento e destruição na vida de muitas pessoas”. O referido dirigente adverte ainda que “se abre a perseguição contra todo aquele que opine ou dissinta dessa visão, acusando-o de homofóbico, violador dos direitos humanos, perseguidor das minorias, intolerante, etc.”, e que “esta perseguição não será somente verbal ou de escárnio público, mas chegará até as últimas consequências penais”.
E conclui: “Isto não é uma suposição, já está pronto e em vias de ser emitido um decreto do Ministério do Interior, que forma uma superestrutura que agrupa os Ministérios do Interior, da Justiça, da Educação, da Saúde, de Defesa e Polícia, a Procuradoria Geral da República e o Ministério Público entre outros organismos, que terá como função vigiar para que se apliquem todas as normas ‘de não discriminação e equidade’ para a comunidade LGBT.”
Eis algumas outras frases dessa importante denúncia:
* “Esta gravíssima situação procura transformar todo um país que é profundamente religioso e heterossexual em um modelo homossexual para o mundo. Esta experiência de reengenharia social está em todo o seu furor e conta com o apoio e financiamento de grandes organizações internacionais como a Fundação Ford, que através da ONG Colombia Diversa, liderada pelo advogado Rodrigo Uprimy, foram vetores fundamentais para mudanças violadoras da cultura colombiana.”
* “Trata-se de gerar a revolução cultural a partir das Cortes e das leis.”
* “Estamos, pois, presenciando uma batalha profunda e épica pela sobrevivência do matrimônio, da família e da democracia na Colômbia.”
9. O povo colombiano, que é majoritariamente contra as guerrilhas das FARC e a favor da família, se encontra talvez na maior encruzilhada de sua história. A resistência espiritual, moral e política dos colombianos aos dois “golpes” constitucionais em curso – a blindagem das FARC e a referida revolução sexual – poderá livrar essa nação da autodestruição e convertê-la num exemplo de resistência cristã para o mundo inteiro.
Assim como no Brasil e em outras nações vizinhas, o povo colombiano também está acordando. No dia 2 de abril, apesar do mau tempo em algumas regiões, os colombianos tomaram as ruas de 22 cidades para protestar contra o governo pró-bolivariano de Juan Manuel Santos. Sobretudo contra sua suicida negociação para estabelecer um "acordo de paz" com o movimento narcoterrorista das FARC, que há seis décadas flagela a Colômbia na tentativa de tomar o poder e implantar um regime marxista.
A seguir, um comentário de Plinio Corrêa de Oliveira — proferido em uma conferência em 1º de março de 1965 — a propósito da festividade da "Encarnação do Verbo de Deus", celebrada pela Igreja no dia 25 de março — que neste ano, por admirável coincidência, corresponde ao mesmo dia da Sexta-Feira Santa, quando se celebra a Paixão e Morte na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
No dia 2 de abril, apesar do mau tempo em algumas regiões, os colombianos tomaram as ruas de 22 cidades para protestar contra o governo pró-bolivariano de Juan Manuel Santos. Sobretudo contra sua suicida negociação para estabelecer um “acordo de paz” com o movimento narcoterrorista das FARC os colombianos tomaram as ruas de 22 cidades, no dia 2 de abril para protestar contra o governo pró-bolivariano de Juan Manuel Santos.
Assim como no Brasil e em outras nações vizinhas, o povo colombiano também está acordando. No dia 2 de abril, apesar do mau tempo em algumas regiões, os colombianos tomaram as ruas de 22 cidades para protestar contra o governo pró-bolivariano de Juan Manuel Santos. Sobretudo contra sua suicida negociação para estabelecer um “acordo de paz” com o movimento narcoterrorista das FARC, que há seis décadas flagela a Colômbia na tentativa de tomar o poder e implantar um regime marxista.
Se for aprovado o pseudo “acordo de paz” — tal como aconteceu no Brasil, só que com agravantes muito maiores —, os terroristas entrarão na política para adquirir foro privilegiado e, uma vez empoleirados no governo, não quererão largá-lo, nem serão mais processados pelos crimes cometidos.
Os colombianos desejam obviamente a paz, mas sabem que para isso é necessário que os terroristas respondam pelos crimes que cometeram, entreguem as armas e sejam encarcerados.
Sabem também que os guerrilheiros comunistas das FARC, não conseguindo tomar o poder por meio das armas, querem mudar o método: conquistá-lo através da política. E isto com o total apoio do atual mandatário da Colômbia, que por sua vez conta com a colaboração de nações vizinhas. Um dos representantes do Brasil para ajudar essa verdadeira farsa é Marco Aurélio Garcia, o grande amigo de Hugo Chávez. Isto é que é golpe!
A manifestação contou com a participação do Centro Cultural Cruzada entidade co-irmã do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, que estava distribuindo o manifesto “O terrorismo se transforma: do fundo das selvas ao coração do Poder” PS: Aproveito a ocasião para recomendar uma excelente entrevista do Cel. Plazas sobre o tal “acordo de paz” que o presidente colombiano está entabulando em Cuba com os terroristas das FARC:
Jornalista freelancer (Associação Paulista de Imprensa - Reg. API 2.258), colabora voluntariamente com a Revista "CATOLICISMO" (mensário de Cultura e Atualidades) e com a "ABIM" (Agência Boa Imprensa).
O Ministerio da Saúde afirma que o Zika virus transmite microcefalia. Entretanto, existem especialistas no assunto que dizem que não está confirmado se realmente há relação entre o vírus e a microcefalia.
COLÔMBIA — Sob os auspícios do governo em sua convergência com as FARC. O terrorismo se transforma: do fundo das selvas ao coração do Poder.
O ditador Raúl Castro junta as mãos do presidente da Colômbia Juan Manuel Santos (esq.) e do chefe guerrilheiro “Timochenko” (dir.) em Havana
Com grande alarde, o governo, as FARC [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia] e alguns setores da opinião nacional e internacional celebram o próximo fim do conflito com a guerrilha como suposto fruto do Processo de Paz, mas não conseguem convencer o país de que isto é uma realidade e não uma quimera.
Com efeito, são tantas as perplexidades, omissões e contradições emergentes do segredo em torno destes acordos, que se torna forçoso perguntar ao governo qual é a verdade total sobre o que foi pactuado. E também quais são as razões misteriosas para não dá-lo a conhecer integralmente à opinião pública, como se as faculdades do Presidente fossem onímodas e todos os colombianos, menores de idade.
A Sociedad Colombiana Tradición y Acción e o Centro Cultural Cruzada se dirigem ao país, a fim de proclamar a urgente necessidade de que todos os acordos pactuados entre o governo e as FARC sejam conhecidos e debatidos em plena luz ao dia, e não nas sombras, nem no Exterior, nem em segredo, como se vem fazendo desde o início.
Tudo indica que, ao amparo desse segredo, maquina-se uma grande claudicação do Estado colombiano diante das pretensões inaceitáveis e crescentes da narcoguerrilha, e é claro que se prepara a impunidade para aqueles que durante meio século cometeram toda espécie de crimes e perpetraram as mais graves violações dos Direitos Humanos.
Por que esconder ao país as concessões a serem feitas às FARC? Pela razão muito simples de que a imensa maioria dos colombianos recusaria esses acordos se conhecesse seu conteúdo.
Por isso é cada vez menor o número dos que se sentem interpretados pelo Presidente da República, a ponto de serem enormes seus níveis de desaprovação, entre outras razões porque o anunciado no início do Processo de Paz não corresponde ao que se vai firmar no final deste, defraudando a promessa ao país de fazer uma consulta nacional séria para referendar os acordos.
Prepara-se assim um pseudoplebiscito com uma pergunta global e equívoca, em face da qual o votante responderá se deseja ou não a paz, com o que se tentará confundir uma parte da opinião nacional para que aceite condições que ela jamais aceitaria caso não se fizesse uso desse engano. E se estabelece, violando com cinismo os princípios mais elementares de uma consulta popular, que com a aprovação de apenas 13% do censo eleitoral, o plebiscito será legítimo, quaisquer que sejam as objeções do resto do País.
Nas trágicas circunstâncias em que se encontra o país — porque se maquina a entrega da Colômbia ao seu inimigo mortal —, é preciso exigir clareza total sobre os seguintes pontos dos acordos já firmados, pois do contrário significaria a sua nulidade:
Soldados do exército da Colômbia queimam um laboratório clandestino de produção de cocaína nas selvas do país
1 — Impunidade para as FARC
Do modo como os acordos estão concebidos, a julgar pelas declarações dos representantes do governo e da guerrilha, teremos mais uma vez a aberração jurídica e moral de ver os guerrilheiros livres, e os defensores da Nação no cárcere, tal como sucedeu por ocasião do sanguinolento assalto do M-19 ao Palácio da Justiça e de seu heroico resgate pelo Exército Nacional.
Segundo as exigências das FARC, seus crimes ficarão sem qualquer castigo. Fala-se de penas alternativas, mas sem nenhum tipo de prisão efetiva, a qual seria substituída pela permanência dos guerrilheiros culpados nos mesmos territórios assolados por eles durante décadas, numa suposta “liberdade vigiada” que não se sabe bem o que significa.
Na realidade, os guerrilheiros falsamente pacificados não serão vigiados por guardas do Estado, mas se transformarão em vigilantes e, no fundo, carcereiros e também torturadores da população camponesa, sua principal vítima durante décadas, a qual ficaria assim submetida por eles por prazo mais ou menos indefinido.
Ademais, alguns dos eventuais juízes, integrantes de desconhecidos organismos nacionais e internacionais, serão escolhidos pelos mesmos criminosos, transformando a justiça numa farsa cruel e nefasta. E também se concederá à subversão o direito de julgar — ou, o que é quase o mesmo, exigir que se julguem — todos aqueles que de alguma forma se tenham oposto às suas intenções e a seus atos delituosos.
2 — Legalização do narcotráfico e da lavagem de ativos ilícitos
O Estado não poderá confiscar o dinheiro obtido pelas FARC por meios criminosos como o narcotráfico, os assaltos, as extorsões e os sequestros, nem a guerrilha será obrigada a indenizar de forma alguma as centenas de milhares de vítimas que produziu.
Simplesmente essas enormes fortunas ilegais, ocultas até agora, passarão a ser o elemento-chave do poder guerrilheiro para impulsionar sua ação na política futura e dominar o país.
Se há pouco mais de 20 anos alguns milhões de dólares do narcotráfico foram chaves para uma eleição presidencial, não é difícil calcular quanto conseguirá a guerrilha com centenas ou milhares de milhões de dólares para estabelecer a escravização da Colômbia.
Armamento pesado da guerrilha colombiana
3 — As FARC não entregarão as armas
O governo declarou que as FARC entregarão as armas, mas os chefes guerrilheiros disseram, em todos os tons possíveis, que não as entregarão. Em quem acreditar, se as posições são diametralmente opostas? O que as FARC afirmaram é que farão “deposição” delas, o que é diferente. Ou seja, conservá-las-ão em atitude de ameaça, e voltarão a utilizá-las quando lhes aprouver, sem que quase ninguém o denuncie ou evite…
4 — Pretende-se desarmar e reduzir o Exército
Como não se pode fazer política com armas, a guerrilha acusa o Exército Nacional de intervir na política, razão pela qual exige o desarmamento das Forças Armadas. Assim, ela procurará impedir a eficiente e aplaudida defesa da Nação levada a cabo pela instituição mais querida dos colombianos, e tanto o Exército quanto a subversão farão “deposição” de suas armas, equiparando-se assim o delito sanguinário à defesa da ordem legal, e os inimigos da Pátria aos seus abnegados defensores.
5 — Oferece-se aos guerrilheiros acesso ao Congresso
Os líderes das FARC chegarão ao Congresso da República não pelo voto popular, como exige a Constituição, mas por concessão do Estado. Este será o modelo de pseudodemocracia, para o qual elas exigem todas as reformas possíveis na Carta, que transformarão a ordem jurídica do país. Seu “castigo” pelos crimes cometidos durante 50 anos será fazer parte do Congresso, legislar para dominar aqueles que foram respeitosos do Estado de Direito, e obter a eleição de seus candidatos para prefeituras e governos provinciais.
Esta exigência é tão absurda que, nas recentes eleições municipais realizadas em mais de mil municípios da Colômbia, não foi eleito um só prefeito favorável às FARC, nem tampouco um só governador, pela simples razão de que ninguém as quer como governantes. E este é o motivo pelo qual elas desejam conservar as armas: para, ao longo da vida quotidiana, ir tomando gradualmente o poder pela força, com agressões e ameaças, pois jamais poderão fazê-lo pelas vias legais.
Soldados retiram corpos de companheiros assassinados numa emboscada das FARC no sul do país
6 — Não reconhecem nem aceitam reparar as vítimas
As FARC cometeram incontáveis crimes contra a população civil e desejam que estes fatos sejam ignorados com o pretexto do fim do conflito. Entre as vítimas estão milhares de sequestrados — os menores de idade recrutados através da força ou do engano, muitos deles mortos depois em combate, e as mulheres, submetidas a brutais abusos sexuais pela tropa subversiva e inclusive forçadas a abortar.
Será esta a paz que todos os colombianos anelamos?
Sem dúvida, a imensa maioria dos colombianos não está de acordo com essas propostas e fará todo o possível para impedir que tal fraude política demolidora se consume em nossa Pátria. Esta é a principal razão pela qual a verdade sobre os acordos é ocultada ao país.
A paz verdadeira, a paz autêntica, a paz que todos os colombianos anelamos, não é fruto de uma composição, mas a Paz de Cristo no Reino de Cristo. Ela é — como ensinam a Lei de Deus e a Lei Natural — a tranquilidade na ordem.
Jamais haverá verdadeira paz se aqueles que cometeram tantos crimes se apresentam agora como paladinos de uma falsa paz, que impõem com a ajuda de autoridades complacentes, negando e desdenhando o valor da Constituição e das leis. O país seria lançado assim no que se poderia chamar a “paz marxista”, cópia da que foi durante mais de 70 anos a pax sovietica, na qual se negaram e eliminaram, em nome da justiça, da liberdade e da paz mal-entendidas, todos os direitos da sociedade e das pessoas, para concentrá-los ilegitimamente nas mãos da tirania vermelha.
Para isto, os verdadeiros conceitos de paz e diálogo foram desvirtuados pelo marxismo, que os converteu em termos talismânicos nunca definidos, mas utilizados a todo propósito num gigantesco e crasso engano, como o demonstra a obra Baldeação ideológica inadvertida e Diálogo, do insigne pensador católico Plinio Corrêa de Oliveira. Assim, confiar neste processo de paz equivale a dar a vitória à guerrilha na conquista da Colômbia, já não principalmente pela violência das armas, mas pelo engano.
Este processo será muito parecido ao sofrido em anos recentes pela nossa vizinha Venezuela, que com a expansão galopante da miséria e a implantação acelerada da ditadura do proletariado impulsionada pelo regime chavista, julgava estar sendo “libertada” das injustiças sociais, até que chegou a um passo do comunismo. Na Colômbia, os guerrilheiros tomarão o lugar das brigadas bolivarianas e os políticos condescendentes se transformarão no que os marxistas chamam ironicamente de “idiotas úteis”, para juntos subjugarem o país.
Assim, o que se faz com esta grande mentira é empurrar a Colômbia para o abismo, enquanto nossos governantes insistem que vamos rumo ao paraíso da paz.
Diante deste panorama de inegável gravidade, desejamos que o país desperte de tão lamentável letargo. A todos os que veem com angústia e preocupação o rumo pelo qual estamos sendo levados, pedimos que abram os olhos, despertem, rompam a hipnose em que foram colocados, pronunciem-se e se manifestem de forma legal, mas incisiva. E que de nenhum modo aceitem que 45 milhões de pessoas sejam derrotadas por uma minoria subversiva e terrorista, a qual proclama diante do mundo uma vitória que nunca obteve, e que deseja impor suas condições a toda a Nação.
O único modo de evitá-lo é exigindo que seja dita a verdade. E quando esta for conhecida e a Colômbia souber com clareza para onde está sendo conduzida sem saber nem querer, as trevas começarão a dissipar-se e nossa Nação encontrará seu verdadeiro rumo, que lhe dará a grandeza e a paz autêntica que todos os colombianos de bem ansiamos para ela.
Protesto nas ruas de cidades colombianas contra o processo de paz promovido pelo governo. Na faixa se lê: “Não acredito em lorota, eles (a guerrilha) querem o poder, não a paz”
Os comentários do Papa não significam obrigação de aprovar este processo
Ao que foi dito devemos acrescentar um aspecto especialmente deplorável da atitude do presidente Santos: que manipule, deforme e instrumentalize as opiniões do Sumo Pontífice com transmissões contínuas pelo rádio e pela televisão de partes de seus discursos nas quais tratou dos diálogos para a paz. Ele procura assim induzir a população católica a aceitar de olhos fechados as concessões à guerrilha, que são injustas, ilegais e demolidoras, além de enormemente perigosas.
Uma coisa é que a paz seja desejável, como assinalou o Papa, e outra, distinta, é que se queira alcançá-la por meio de claudicações, as quais não se tem sequer coragem de enunciar. Nessas condições, um eventual consentimento nacional careceria de toda legitimidade, limitando-se sua eficácia ao efeito de uma construção de mal-entendidos, enganos e falsas promessas.
Sobre isto é preciso dizer com veneração ao Santo Padre que não está entre as suas atribuições pressionar ou ordenar a população católica a que aceite em matéria temporal atos de governo ou acordos políticos que lesem ou ponham em grave risco direitos fundamentais de grande parte da população. E menos ainda se tal se baseia na palavra de um setor que a violou de modo contínuo e sem o menor escrúpulo. Para Marx, a moral consistia apenas nas conveniências da Revolução comunista, à qual tudo deve ser sacrificado, o que confirma a sangrenta história do comunismo por mais de um século e meio.
Ademais, ao se referir publicamente em Cuba às negociações que ali se realizam, o Sumo Pontífice deixou claro que obviamente deseja a paz, mas que há ainda numerosos aspectos que é preciso resolver, entre os quais estão a reparação às vítimas e a exclusão da impunidade nos delitos de lesa-humanidade.
Diante de nossa Padroeira, a Santíssima Virgem de Chiquinquirá, afirmamos com uma certeza que, estamos convictos, é compartilhada pela imensa maioria dos colombianos, que a verdadeira paz, o autêntico progresso e o efetivo espírito de grandeza que iluminaram a história da Colômbia, não podem ser abandonados para nos submetermos às imposições daqueles que destruíram a Pátria, associados aos que a governam mal.
Bogotá, 16 de janeiro de 2016
Sociedad Colombiana Tradición y Acción
Centro Cultural Cruzada
(*) Documento traduzido do original espanhol por Hélio Dias Viana.
Catolicismo é uma revista mensal de cultura que, desde sua fundação, há mais de meio século, defende os valores da Civilização Cristã no Brasil.A publicação apresenta a seus leitores temas de caráter cultural, em seus mais diversos aspectos, e de atualidade, sob o prisma da doutrina católica. Teve ela inicio em janeiro de 1951, por inspiração do insigne líder católico Plinio Corrêa de Oliveira.
Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".
sobre
Felipe Moura Brasil estreou este blog em 2013, após dez anos como cronista na internet. Idealizou e organizou o best seller de Olavo de Carvalho, "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota". Autor da Editora Record, trabalha em dois livros previstos para 2016.
Parceiros do PT abastecem terror islâmico de cocaína
Wall Street Journal detalha atuação de Farc e Morales. Blog reconta laços com Lula e Dilma
Por: Felipe Moura Brasil 08/02/2016 às 16:57
Lula e Evo Morales se divertem com colares de folha de coca – a droga que mata direta e indiretamente milhares de brasileiros
Dois grandes parceiros do PT trabalham em conjunto para fornecer drogas a terroristas islâmicos.
Um artigo de Mary Anastasia O’Grady no jornal americano Wall Street Journal detalha a atuação conjunta das Farc e do governo de Evo Morales no narcotráfico internacional que abastece o terror na África, conforme já denunciado aqui no blog.
A tradução deste artigo fundamental, que cita matéria de VEJA, segue mais abaixo, no item IV deste post.
Mas primeiro, vamos lembrar a relação do PT com essa gente.
I. A relação Lula-Morales-Dilma
Em maio de 2006, Evo Morales estatizou duas refinarias de gás pertencentes à Petrobras na Bolívia, depois de ocupadas e tomadas pelo exército boliviano. O governo petista reagiu com afago e, dois anos depois, Lula anunciou um empréstimo de 332 milhões de dólares a Morales para a construção de uma rodovia.
Em 5 de outubro de 2015, em evento organizado por seu instituto, Lula disse que foi consultado por Morales antes da ocupação militar das instalações da estatal brasileira: “O Evo me perguntou: ‘como vocês se comportariam se nós nacionalizássemos a Petrobrás’. Respondi: ‘o gás é de vocês’. E foi assim que nos comportamos, respeitando a soberania da Bolívia”, disse Lula.
Isso não é respeito à soberania alheia. É um suposto crime de lesa-pátria, pelo qual Lula também deveria estar sendo investigado.
Eis a confissão em vídeo:
Em 21 de agosto de 2015, Evo Morales demonstrou sua gratidão ao PT com uma ameaça à democracia brasileira.
Durante as celebrações de 115 anos da Escola Militar de Sargentos ‘Maximiliano Paredes’, na cidade de Tarata, em Cochabamba, o presidente do aparente narcoestado boliviano reagiu assim à iminente abertura do processo legal de impeachment contra Dilma Rousseff:
“Ouvi dizer que no Brasil há um golpe de Estado contra a companheira Dilma, contra Lula e o PT. Irmãos comandantes, oficiais das Forças Armadas do Brasil, enviem o meu recado à sua comandante: não vamos permitir golpes de Estado no Brasil nem na América do Sul nem na América Latina. Vamos defender as democracias. E pessoalmente, agiremos para defender Dilma, presidente do Brasil, para defender o Partido dos Trabalhadores”.
Em 27 de agosto de 2003, o então comandante das Farc, Raúl Reyes, declarou à Folha de S. Paulo (ver item III) que o principal contato do grupo terrorista no Brasil é o PT e, dentro dele, Lula, Frei Betto e Emir Sader.
Também afirmou que conheceu Lula na reunião do Foro de São Paulo em San Salvador e “ficamos encarregados de presidir o encontro”. Em 2008, o então ditador venezuelano Hugo Chávez lembrou em vídeo o seu próprio encontro com Reyes naquela mesma edição salvadorenha do Foro, em 1996.
Em março de 2005, estourou o escândalo da “doação” de 5 milhões de dólares das Farc para candidatos petistas na campanha de 2002, ano em que Lula foi o candidato presidencial do partido. Esta foi a capa da VEJA:
A Abin descreveu a forma de pagamento: “o dinheiro sairia de Trinidad e Tobago, um pequeno país do Caribe, e chegaria às mãos de cerca de 300 pequenos empresários brasileiros simpáticos ao PT, que, por sua vez, fariam contribuições aos comitês regionais do partido como se os recursos lhes pertencessem”.
O anúncio da doação foi feito pelo suposto padre Olivério Medina, espécie de embaixador das Farc no Brasil, em reunião com um grupo de esquerdistas solidários ao grupo terrorista numa chácara nos arredores de Brasília. A notícia foi recebida com aplausos, segundo o agente da Abin, infiltrado na reunião.
Em 2006, o governo Lula recusou o pedido de extradição de Medina por parte do governo colombiano e concedeu-lhe refúgio político no Brasil.
Em maio de 2008, o jornal colombiano El Tiempo publicou uma matéria que incluía trocas de mensagens encontradas no computador de Raúl Reyes, eliminado pelo Exército colombiano em bombardeio no nordeste do Equador.
Trecho da matéria: “o contato das Farc, Francisco Antonio Caderna Collazos, o ‘Camilo’ [outros nomes de Medina] – casado com uma professora brasileira e encarregado de trocar cocaína por armas e do recrutamento de simpatizantes -, não pôde ser extraditado para a Colômbia porque goza do status de refugiado desde 2006″.
Ainda em 2006, Dilma Rousseff assinou um pedido para que a esposa de Medina, Angela Maria Slongo, a “Mona”, fosse cedida pelo estado do Paraná ao governo federal para ocupar um cargo na Secretaria da Pesca. O pedido foi aceito. Dilma garantiu a boquinha da mulher do agente das Farc.
Em março de 2008, o assessor especial do então presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, declarou ao jornal Le Figaro:
“Eu lhes lembro que o Brasil tem uma posição neutra sobre as Farc: nós não as qualificamos nem de grupo terrorista nem de força beligerante. Acusá-las de terrorismo não serve pra nada quando a gente quer negociar.”
“Afinal, o PT ‘negociava’ com as Farc a conquista do poder na América Latina em assembleias secretas do Foro de São Paulo… Sob o governo petista – o mesmo que caça ‘crimes de ódio’ dos seus adversários políticos na internet -, o Brasil até hoje é ‘neutro’ sobre o caráter terrorista de um grupo que assalta, sequestra, degola, mata e trafica drogas para o nosso país, alimentando a indústria responsável por boa parte dos 60 mil homicídios anuais brasileiros”.
III. As drogas das Farc no Brasil e no mundo
Eis alguns exemplos emblemáticos:
Em abril de 2001, o traficante Fernandinho-Beira Mar confessou que comprava e injetava no mercado brasileiro, anualmente, duzentas toneladas de cocaína das Farc em troca de armas contrabandeadas do Líbano.
Em 9 de abril de 2006, o chefe da Delegacia de Entorpecentes da PF do Rio, Vítor Santos, informou ao jornal O Dia que “dezoito traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (…) vão periodicamente à fronteira do Brasil com a Colômbia para comprar cocaína diretamente com guerrilheiros das Farc” e que “eles ocuparam o espaço que já foi exclusivo de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar”.
Em 16 de maio de 2007, o juiz Odilon de Oliveira, de Ponta-Porã, divulgou provas de que as Farc atuam no território nacional treinando bandidos do PCC e do Comando Vermelho em técnicas de guerrilha urbana.
Em 4 de junho de 2015, VEJA publicou que uma organização criminosa comandada por empresários brasileiros era responsável pelo transporte de cocaína das Farc em uma rota da Venezuela para Honduras, onde toneladas da droga eram entregues aos cartéis mexicanos de Sinaloa e Los Zetas.
Em 17 de junho de 2015, VEJA publicou que a polícia italiana apreendeu mais de 4 toneladas de cocaína fornecidas pelas Farc, no valor de 1 bilhão de euros (quase 3,5 bilhões de reais), e prendeu 38 suspeitos de envolvimento em uma enorme facção de tráfico de drogas da máfia.
Em 1 de fevereiro de 2015, um dia depois do meu artigo “As continentais e incontroladas fronteiras brasileiras“, no qual lembrei que a principal rota da droga que sai da Bolívia, da Colômbia e do Peru com destino à Europa, passando pela África, é o Brasil, o Estadão informou (como também comentei aqui): a droga que sai do Brasil para a Europa é um dos principais pilares do financiamento de jihadistas e terroristas na África.
Antes de fazer escala no Norte da África, segundo a Interpol, a droga colombiana passa, pelo menos desde 2007, pelos portos brasileiros, sendo o de Santos e os do Nordeste os mais utilizados. Uma vez na Costa Oeste africana, a droga passa por Mali, Marrocos, Argélia e Líbia, de onde viaja para a Europa.
Aviões que decolam de pistas clandestinas na Amazônia também viajam até a costa africana, em conexão conhecida como “Air Cocaine”.
IV. O eixo Bolívia-Jihad da cocaína
Evo Morales nega que governe um narcoestado. Provas se acumulam e sugerem o contrário.
Membros das Farc
Tradução exclusiva do artigo de Mary Anastasia O’Grady, publicado no jornal americano Wall Street Journal no domingo de carnaval, 7 de fevereiro de 2016:
Um massacre promovido pelo Boko Haram em uma aldeia do nordeste da Nigéria no mês passado atraiu a atenção internacional com a divulgação de que os terroristas queimaram viva uma criança.
Muito menos divulgadas são alegações plausíveis de que uma das principais fontes de renda do Boko Haram e outros extremistas islâmicos é a cocaína, produzida e exportada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e outros cartéis de traficantes de drogas que trabalham em conjunto com o governo boliviano. Essas são as mesmas Farc que, supostamente, estão negociando um acordo de paz com o presidente colombiano Juan Manuel Santos — um acordo que poderia descarrilar o trem da alegria dos negócios do narcotráfico.
Os usuários de drogas recreativas da Europa gostam de cocaína. Os combatentes antidrogas europeus em geral e britânicos em particular acharam que poderiam reduzir a disponibilidade do pó branco ao atacar as vias de fornecimento sul-americanas. Mas os capos da cocaína desviaram as rotas transatlânticas para a África, onde as instituições fracas não são páreo para o crime organizado transnacional. Diversos relatórios da mídia identificaram tanto o Boko Haram quanto a al Qaeda no Magreb como elementos-chave no negócio do contrabando da coca através do Mediterrâneo para dentro da Europa.
O Birô Internacional de Narcóticos e Manutenção da Lei do Departamento de Estado registrou em novembro que a Colômbia é, mais uma vez, um dos maiores exportadores de cocaína do mundo. Mas a Bolívia pode ser o local mais lucrativo para cartéis como as Farc agirem.
Isso foi sugerido por um paper de janeiro de 2014 redigido por David Spencer, um catedrático de contraterrorismo do Centro William J. Perry, em Fort McNair, e Hugo Achá Melgar, um jornalista boliviano que vive agora nos EUA. Ele rastreia a subida ao poder do presidente boliviano Evo Morales, um ex-líder sindicalista dos plantadores de coca do país, ou cocaleros.
O paper, que ainda não foi publicado, mas que eu já li, mostra como o projeto de erradicação da coca de Washington foi usado pela extrema esquerda da Bolívia para lançar e montar um movimento político cocalero iniciado em meados dos anos 1990. Protestos de massa que paralisaram o país foram possibilitados por uma mistura de riqueza do submundo e violência. Os cocaleros derrubaram dois governos democraticamente eleitos em outubro de 2003 e junho de 2005, e, depois, venceram as eleições seguintes em dezembro de 2005.
O sr. Morales nega que governe um narco-estado. E desde que ele expulsou a DEA americana do país em 2008, as informações que os EUA conseguem são limitadas. Mesmo assim, indícios se acumulam e sugerem que a cocaína traficada para terroristas islâmicos é, agora, uma das mais importantes fontes de renda em exportações da Bolívia.
Em 2006, quando o sr. Morales foi alçado ao cargo pela primeira vez, o Escritório para Políticas Nacionais de Controle de Drogas da Casa Branca estimou o cultivo da coca na Bolívia em 21.500 hectares. Já em 2014, essa estimativa saltou para 35.000 — o que não surpreende, já que o sr. Morales legalizou o cultivo da coca com o argumento de que ele está integrado à herança cultural boliviana e usado para mascar e em forma de chá.
Entretanto, a maior expansão do cultivo de coca se deu na região de Chapare, que produz uma variedade da planta que não se presta a ser mascada. E na reportagem “A República da Cocaína”, da revista brasileira Veja, o jornalista Duda Teixeira divulgou que apenas uma terça parte da safra boliviana de cocaína se destina aos usos tradicionais.
A área total plantada com coca na Colômbia é maior que a da Bolívia. Mas o solo em Chapare produz uma variedade de coca que tem uma folha maior, que se reabastece mais rápido, e tem um conteúdo mais alto do ingrediente ativo necessário para produzir cocaína do que aquela cultivada na Colômbia.
Os críticos do sr. Morales afirmam que diversos cartéis – inclusive os mexicanos, brasileiros, colombianos e africanos – receberam concessões dele que lhes dá acesso a essa safra e que permitem montar laboratórios para processar as folhas e a exportar o produto.
Roger Pinto Molina era um senador boliviano em 2010 quando membros da polícia e elementos bem-informados do governo de Morales lhe trouxeram documentos que, diz ele, provam que dois membros do gabinete do presidente tinham ligações com cartéis colombianos e brasileiros. Na matéria da Veja, o sr. Teixeira escreveu que tinha visto documentos, inclusive um relatório de uma unidade de inteligência da política boliviana conectando pelo menos um membro do gabinete aos cartéis. O governo boliviano desmentiu as declarações da reportagem do sr. Teixeira.
O sr. Pinto me disse, por telefone, na semana passada, que ele levou a prova ao sr. Morales — e que, pouco depois, o governo iniciou uma investigação contra o senador. Ele fugiu para a embaixada brasileira, onde permaneceu por dois anos até conseguir fugir do país.
Antes de 2006, navios de bandeira boliviana não navegavam em zonas de conflito do Mediterrâneo. Sob o sr. Morales, essa prática mudou. Em setembro, a Grécia abordou um navio que estava carregado com 500 mil cargas de munição e 5 mil rifles e estava em rota para um porto da Líbia. Em janeiro, a Turquia apreendeu outro navio nas costas da Líbia que transportava 13 toneladas de haxixe.
Nada disso deve atrapalhar a carreira política do sr. Morales. Em 21 de fevereiro, ele promoverá um referendo para saber se terá o direito de se reeleger por mais duas vezes. Com o país aparentemente nadando em dinheiro lavado do tráfico, o pleito parece estar garantido.
* Tradução de Claudia Costa Chaves para o blog de Felipe Moura Brasil, em VEJA.com.
Após permanecer oito anos preso em uma instalação militar de Bogotá, acusado por falsos testemunhos de crimes que não cometeu, foi finalmente libertado no último dia 17 de dezembro o Coronel Luís Alfonso Plazas Vega
Após permanecer oito anos preso em uma instalação militar de Bogotá, acusado por falsos testemunhos de crimes que não cometeu, foi finalmente libertado no último dia 17 de dezembro o Coronel Luís Alfonso Plazas Vega [foto acima].(*) O Cel. Plazas protagonizou um extraordinário ato de heroísmo em 6 de novembro de 1985, ao tomar de assalto com tanques o Palácio de Justiça da Colômbia [foto abaixo], invadido e incendiado por terroristas do M-19, que assassinaram doze magistrados e vários funcionários do judiciário. Ironia: um ano antes, o Presidente da Suprema Corte de Justiça — uma das vítimas fatais — assinara com o Presidente da República e o Congresso, um decreto indultando esses mesmos terroristas, então na cadeia!
Se o ex-comandante da Escola de Cavalaria não tivesse praticado aquele ato heroico — a população conduziu depois triunfalmente o Cel. Plazas até a sede da Escola, a alguns quilômetros de distância —, a Colômbia poderia ter caído no comunismo, pois se tratava de um golpe ousado e bem articulado. Uma das exigências dos terroristas era de que o concessivo Presidente da República, Belisario Betancur, fosse até o Palácio da Justiça para ser julgado — e talvez morto.
Em 2007, transcorridos 22 anos e após deixar a chefia do combate ao narcotráfico com sérias perdas para este, “lembraram-se” de que o Cel. Plazas havia praticado crimes por ocasião dos acontecimentos do Palácio de Justiça. Ele foi então detido, e depois de muitas lutas, só agora libertado.
Uma vez solto, sua primeira preocupação é com os demais colegas militares que se encontram presos, acusados por órgãos civis e religiosos de direitos humanos, de crimes que não cometeram. Enquanto isso, os chefes guerrilheiros das FARC, cujas mãos estão manchadas pelo sangue de milhares de colombianos inocentes, prosseguem as tratativas com o governo — com o franco apoio de altas autoridades eclesiásticas — para tentar conquistar através da política o que não conseguiram pelas armas. _______
Os jornais publicaram, com alarde, mais um "avanço" na negociação de paz entre o governo colombiano e a guerrilha marxista, as FARC, que há décadas assola com violência e pânico o nosso país irmão
Os jornais publicaram, com alarde, mais um “avanço” na negociação de paz entre o governo colombiano e a guerrilha marxista, as FARC, que há décadas assola com violência e pânico o nosso país irmão.
Dessas negociações, o mínimo que se pode dizer é que são injustas, pois do modo como estão se desenvolvendo, põem em pé de igualdade o agressor e a vítima, isto é, os guerrilheiros terroristas e o povo colombiano. A última parte do acordo inclui um Tribunal de Paz, que julgara os “crimes” de ambas as partes. Uma comissão da verdade com efeito penal… a que abusos não estará sujeita?
O bandido invasor entra em casa, rende a família, e atira no filho do dono, que com uma faca de cozinha tentava defender sua irmã da acometida do assaltante. Chega a polícia, e após tentar acalmar os ânimos das partes, põe o ladrão e o pai à mesa. Os termos da discussão: é preciso que o filho e o bandido reconheçam seu erro, e se indenizem mutuamente. Pode-se chamar isso de paz? Não cabe ao dono da casa a propriedade inteira? E a legítima defesa do filho, como fica?
* * *
Mas enfim, deixemos isso de lado por hoje. O que realmente queria pôr em foco é que um dos garantes de paz é… Cuba! O quadro do ladrão e do pai de família se agrava: o garante das negociações é o mesmo que arrombou a porta para a entrada do bandido… Sim, é universalmente sabido que Cuba sempre promoveu e secundou os esforços das FARC na Colômbia. E agora não só participa das negociações de “paz”, mas senta-se à mesa como garante!
Mas por que comentar isso agora, sendo a participação de Cuba nas tratativas um fato já sabido há meses? É que acabo de ler que, após a retomada das relações entre EUA e Cuba, o regime apertou o cerco contra os dissidentes do regime comunista. “Cuba ainda é um estado de partido único e a normalização com Washington deixou as autoridades comunistas mais inquietas com a dissidência e determinadas a reprimi-la” (OESP 17/12/15)
Segundo o mesmo jornal, “dezenas, e às vezes centenas de ativistas são detidos ou presos a cada domingo”. Ainda segundo o diário, foram computadas só em novembro último 1.447 prisões políticas ou detenções arbitrárias. Faço notar que nenhum ativista levou dinamite, bomba, nem o famoso “colar da morte” utilizado pelas FARC.
Esse é o governo, ao lado do norueguês, “garante” das negociações de paz na Colômbia. Para ser coerente, o governo Cubano deveria no mínimo abrir negociações de paz com os dissidentes… cuja dissidência não poderia ser mais justa, após décadas de repressão comunista!
É com razão que largos setores da opinião pública colombiana estão francamente descontentes e desconfiados, conforme me informou há pouco um membro do Centro Cultural Cruzada, entidade co-irmã do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, que atua naquele país. Pois quem tem Cuba como amiga… precisa de inimigos?
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.
Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'. Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016
Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)
“Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.
A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.
MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:
“Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.
Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.
Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!
Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."
- A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA
“Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)- “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) - “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) - “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) - “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) - “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) - “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) - “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) - “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) - “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) - “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) - “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) - “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) - “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) - “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) - “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12)
- Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) -
Mário Kozel Filho
“Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
† † †
Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente
e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus
Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos
ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E
pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado
de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.
GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!