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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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    quarta-feira, 13 de abril de 2016

    [New post] UM CRIME COVARDE E PAVOROSO – PRESTES A SER ESCLARECIDO (afinal)



    • liciomaciel posted: " VAMOS!!!! Seis gravações escancaram a conspiração forjada pelo PT para impedir que fosse esclarecido o assassinato de Celso Daniel | Augusto"



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    VAMOS!!!!








    Seis gravações escancaram a conspiração forjada pelo PT para impedir que fosse esclarecido o assassinato de Celso Daniel | Augusto Nunes - VEJA.com



    Data: 11 de abril de 2016 17:50


    Se fosse uma série da TV já incomodaria....




    MAS É VERDADE!




    É UMA TRAMA DO PT PARA ALCANÇAR O PODER!



    Para ouvir os áudios, clique nos sites lá embaixo.





    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/celso-daniel-2/

    Coluna do Augusto Nunes



    08/04/2016


    às 18:00 \ Direto ao Ponto

    Seis gravações escancaram a conspiração forjada pelo PT para impedir que fosse esclarecido o assassinato de Celso Daniel


    Há uma semana, a reportagem de capa de VEJA expôs o estreito parentesco que liga o Petrolão, o Mensalão e o assassinato de Celso Daniel, alvo da 27ª fase da Lava Jato, batizada de Carbono 14. Os três escândalos pertencem à mesma linhagem político-policial. Foram praticados pelo mesmo clã. E demonstram, somados, que a transformação do PT em organização fora da lei começou a desenhar-se em janeiro de 2002.


    Na montanha de provas e evidências acumuladas durante o percurso do caminho da perdição, destaca-se uma preciosidade desconhecida por milhões de brasileiros: o lote de áudios que registram conversas de altíssimo teor explosivo grampeadas há mais de 14 anos. O palavrório parece avô do grampo, divulgado recentemente pelo juiz Sérgio Moro, que mostra Lula e seus devotos em ação.


    Se fosse só prefeito, Celso Daniel já teria brilho suficiente para figurar na constelação das estrelas nacionais do PT. Uma das maiores cidades do país, Santo André é a primeira letra do ABC, berço político de Lula e do partido. Mas em janeiro de 2002 ele já cruzara as fronteiras da administração municipal para coordenar a montagem do programa de governo do candidato à Presidência. Ocupava o mesmo cargo que transformaria Antônio Palocci em ministro da Fazenda quando foi sequestrado numa esquina de São Paulo, torturado e fuzilado.


    Foi um crime político, berraram em coro os Altos Companheiros assim que o corpo foi encontrado numa estrada de terra perto da capital. A comissão de frente escalada pelo PT para o cortejo fúnebre, liderada por José Dirceu, Aloizio Mercadante e Luiz Eduardo Greenhalgh, caprichou no visual. O olhar colérico, o figurino de quem não tivera tempo nem cabeça para combinar o paletó com a gravata, o choro dos órfãos de pai e mãe, os cabelos cuidadosamente desalinhados – os sinais de sofrimento se acotovelavam da cabeça aos sapatos.


    Até então, a única versão na praça se amparava no que tinha contado o empresário Sérgio Gomes da Silva, o "Sombra", ex-assessor de Celso Daniel. Segundo o relato, os dois voltavam do jantar num restaurante em São Paulo quando o carro (blindado) foi interceptado numa esquina por bandidos que, estranhamente, levaram só o prefeito e nem tocaram na testemunha. O depoimento de Sombra pareceu tão verossímil quando uma nevasca no Nordeste. Mas a comissão de frente monitorada por Lula não tinha tempo a perder com possíveis contradições no samba-enredo.


    Embora mal ajambrada, a letra combinava com o refrão que interessava ao PT: Celso Daniel fora assassinado por motivos políticos. Dirceu e Mercadante lembraram que panfletos atribuídos a uma misteriosa organização ultradireitista haviam prometido a execução de dirigentes do partido. Toninho do PT, prefeito de Campinas, fora abatido a tiros em setembro de 2001. Celso Daniel era a segunda vítima. Grávido de ira com a reprise da tragédia, Greenhalgh acusou o presidente Fernando Henrique Cardoso de ter ignorado os apelos para que adotasse meia dúzia de medidas preventivas.


    Em pouco tempo, a polícia paulista prendeu alguns prontuários ambulantes, que assumiram a autoria do assassinato, e deu o caso por encerrado.


    Paradoxalmente, o PT endossou sem ressalvas a tese do crime comum. A família de Celso Daniel discordou do desfecho conveniente. O Ministério Público achou a conclusão apressada e seguiu investigando a história muito mal contada. Logo emergiram evidências de que o crime tivera motivações políticas, sim.


    Só que os bandidos eram ligados ao PT.


    Ainda no início do último mandato de Celso Daniel, empresários da área de transportes e pelo menos um secretário municipal haviam concebido, com a concordância do autorização do prefeito, o embrião do que o Brasil contemplaria, em escala extraordinariamente ampliada, com a descoberta do Mensalão.


    Praticando extorsões ou desviando dinheiro público, a quadrilha infiltrada na administração de Santo André supria campanhas do PT.


    Em 2001, ao constatar que os quadrilheiros estavam embolsando boa parte do dinheiro, Celso Daniel avisou que denunciaria a irregularidade ao comando do partido


    Foi para tratar desse assunto que Sombra, um dos pecadores, convidou o prefeito para um jantar em São Paulo.


    Entre o fim de janeiro e meados de março de 2002, investigadores da PF encarregados de esclarecer o assassinato gravaram muitas horas de conversas telefônicas entre cinco protagonistas da história de horror:


    Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, Ivone Santana, namorada da vítima (que já se havia separado de Miriam Belchior), Klinger Luiz de Oliveira, secretário de Serviços Municipais, Gilberto Carvalho, secretário de Governo de Santo André, e Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado do PT para causas especialmente cabeludas.


    As 42 fitas resultantes da escuta foram encaminhadas ao juiz João Carlos da Rocha Mattos.


    Em março de 2003, pouco depois do início do primeiro mandato presidencial de Lula, o magistrado alegou que as gravações haviam sido feitas sem autorização judicial e ordenou que fossem destruídas.


    A queima de arquivo malogrou: incontáveis cópias dos áudios garantiram a eternidade dos registros telefônicos.


    Em outubro de 2005, quando cumpria pena de prisão imposta por ter prosperado como vendedor de sentenças, Rocha Mattos revelou à VEJA que os diálogos mais comprometedores envolviam Gilberto Carvalho, secretário-particular de Lula de janeiro de 2003 a dezembro de 2010 e chefe da Secretaria Geral da Presidência no primeiro mandato de Dilma Rousseff .


    "Ele comandava todas as conversas", disse Rocha Mattos.


    "Dava orientações de como as pessoas deviam proceder e mostrava preocupação com as buscas da polícia no apartamento de Celso Daniel".


    Em abril de 2011, já em liberdade, Rocha Mattos reiterou a acusação.


    "A apuração do caso do Celso começou no fim do governo FHC", afirmou.


    "A pedido do PT, a PF entrou no caso. Mas, quando o Lula assumiu, a PF virou, obviamente. Daí, ela, a PF, adulterou as fitas, eu não sei quem fez isso lá.


    A PF apagou as fitas, tem trechos com conversas não transcritas.


    O que eles fizeram foi abafar o caso, porque era muito desgastante, mais que o Mensalão. O que aconteceu foi que o dinheiro das companhias de ônibus, arrecadados para o PT, não estava chegando integralmente a Celso Daniel. Quando ele descobriu isso, a situação dele ficou muito difícil.


    Agentes da PF manipularam as fitas de Celso Daniel. A PF fez um filtro nas fitas para tirar o que talvez fosse mais grave envolvendo Gilberto Carvalho".


    As seis gravações escancaram a sórdida conjura dos grampeados dispostos a tudo para enterrar na vala dos crimes comuns um homicídio repleto de digitais do PT. A história do prefeito sequestrado, torturado e morto é um caso de polícia e uma coisa da política. As conversas também revelam a alma repulsiva do bando. Celso Daniel aparece nas gravações como um entulho a remover. Não merece uma única lágrima, um mísero lamento. Os comparsas se dedicam em tempo integral à missão de livrar Sombra da cadeia e acalmar o parceiro que ameaça afundar atirando.


    Ouça as vozes dos assassinos de fatos combinando o que fazer para impedir o esclarecimento do crime hediondo. Passados mais de 14 anos, a reaparição do fantasma avisa que a tramoia fracassou. Enquanto não for exumada toda a verdade sobre esse capítulo da história universal da infâmia, todos os meliantes sobreviventes serão assombrados pelo prefeito proibido de descansar em paz.


    • Áudio 1


    • Luiz Eduardo Greenhalgh diz a Gilberto Carvalho que é preciso evitar que João Francisco, um dos irmãos de Celso Daniel, "destile ressentimentos" no depoimento que se aproxima. "Pelo amor de Deus, isso é fundamental!", inquieta-se Carvalho.




    • 00:00


    • 01:00


    • 01:17




    • Áudio 2

    • Um interlocutor não identificado elogia Ivone Santana, que namorava Celso Daniel desde o fim do casamento com Miriam Belchior, pela entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo. E incentiva a viúva da vez a repetir a performance no programa de Hebe Camargo. Alegre, Ivone informa que vai fazer o reconhecimento das roupas da vítima. O homem do outro lado da linha quer saber como "o cara" estava vestido. "O cara" é o morto que Ivone finge chorar.




    • 00:00


    • 00:00


    • 02:18




    • Áudio 3: À beira de um ataque de nervos, Sombra cobra de Klinger um imediata operação de socorro. Sobressaltado com o noticiário jornalístico, exige que Gilberto Carvalho trate imediatamente de "armar alguma coisa".




    • 00:00


    • 00:00


    • 02:03




    • Áudio 4: Klinger diz a Sombra que Gilberto Carvalho está preocupado com o teor do iminente depoimento do companheiro acusado de ter ordenado a morte do prefeito. Sugere um encontro entre os três para combinar o que será dito. No fim da conversa, os parceiros comemoram a prisão de um suspeito.




    • 00:00


    • 00:00


    • 01:20




    • Áudio 5: Gilberto Carvalho cumprimenta Ivone Santana pela boa performance em entrevistas e depoimentos. Carvalho acha que as declarações mudarão o rumo das investigações.




    • 00:00


    • 00:09


    • 00:42




    • Áudio 6: A secretária de Klinger retransmite a Gilberto Carvalho rumores segundo os quais a direção nacional do PT pretende manter distância do caso "para não respingar nada". Carvalho nega e encerra o diálogo com uma recado sem identificação de destinatário: é nessas horas que se percebe quem são os verdadeiros amigos.




    00:00


    • 00:02


    • 00:31



    Com a queima das provas sonoras, Rocha Mattos virou sócio do clube de magistrados para os quais uma irregularidade processual é muito mais grave que qualquer delito.


    Nessa escola de doutores, aprende-se que quem arromba a porta do vizinho que está matando a mãe e evita a consumação do crime deve ser preso por invasão de domicílio.


    Como as gravações das conversas entre Lula e seus devotos foram autorizadas pelo juiz Sérgio Moro, o ministro Teori Zavascki anda à caça de outro pretexto semelhante para declarar inexistente o palavrório que estarreceu o país.


    Se seguir o exemplo do juiz ladrão, Teori não tardará a constatar que errou feio — e errou para nada. Milhares, milhões de cópias em circulação nas redes sociais informam que a verdade já não pode ser destruída.


    Graças à escuta promovida pela Lava Jato, foi abortada uma conspiração contra o Estado de Direito comandada por Lula e apoiada por Dilma. O resto é firula bacharelesca, conversa fiada. O essencial é que há culpados a punir. O que importa é que o castigo virá.




    liciomaciel | 13 April, 2016 at 10:12 | Categories: Uncategorized | URL: http://wp.me/p18NMH-33h



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    sábado, 9 de abril de 2016

    Seis gravações escancaram a conspiração forjada pelo PT para impedir que fosse esclarecido o assassinato de Celso Daniel | Augusto Nunes - VEJA.com



    Seis gravações escancaram a conspiração forjada pelo PT para impedir que fosse esclarecido o assassinato de Celso Daniel | Augusto Nunes - VEJA.com

























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    08/04/2016 às 18:00 \ Direto ao Ponto


    Há uma semana, a reportagem de capa de VEJA expôs o estreito parentesco que liga o Petrolão, o Mensalão e o assassinato de Celso Daniel, alvo da 27ª fase da Lava Jato, batizada de Carbono 14. Os três escândalos pertencem à mesma linhagem político-policial. Foram praticados pelo mesmo clã. E demonstram, somados, que a transformação do PT em organização fora da lei começou a desenhar-se em janeiro de 2002.

    Na montanha de provas e evidências acumuladas durante o percurso do caminho da perdição, destaca-se uma preciosidade desconhecida por milhões de brasileiros: o lote de áudios que registram conversas de altíssimo teor explosivo grampeadas há mais de 14 anos. O palavrório parece avô do grampo, divulgado recentemente pelo juiz Sérgio Moro, que mostra Lula e seus devotos em ação.

    Se fosse só prefeito, Celso Daniel já teria brilho suficiente para figurar na constelação das estrelas nacionais do PT. Uma das maiores cidades do país, Santo André é a primeira letra do ABC, berço político de Lula e do partido. Mas em janeiro de 2002 ele já cruzara as fronteiras da administração municipal para coordenar a montagem do programa de governo do candidato à Presidência. Ocupava o mesmo cargo que transformaria Antônio Palocci em ministro da Fazenda quando foi sequestrado numa esquina de São Paulo, torturado e fuzilado.

    Foi um crime político, berraram em coro os Altos Companheiro assim que o corpo foi encontrado numa estrada de terra perto da capital. A comissão de frente escalada pelo PT para o cortejo fúnebre, liderada por José Dirceu, Aloízio Mercadante e Luiz Eduardo Greenhalgh, caprichou no visual. O olhar colérico, os trajes de quem não tivera tempo nem cabeça para combinar o paletó com a gravata, o choro dos inconsoláveis, os cabelos cuidadosamente desalinhados – todos os detalhes da paisagem endossavam a discurseira.

    Até ali, sabia-se apenas o que tinha contado o empresário Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, ex-assessor de Celso Daniel. Segundo o relato, os dois voltavam do jantar no restaurante em São Paulo quando o carro (blindado) foi interceptado numa esquina por bandidos que, estranhamente, levaram só o prefeito e nem tocaram na testemunha. O depoimento de Sombra pareceu tão verossímil quando uma nevasca no Nordeste. Mas a comissão de frente não estava interessada em enxergar contradições no samba-enredo. Queria entrar logo na avenida e levantar a arquibancada no gogó.

    A letra improvisada pelo PT dizia Celso Daniel fora assassinado por motivos políticos. Dirceu e Mercadante lembraram que panfletos atribuídos a uma misteriosa organização ultradireitista haviam prometido a execução de dirigentes petistas. Toninho do PT, prefeito de Campinas, fora o primeiro a tombar, em setembro de 2001. Greenhalgh afirmou que a tragédia não teria ocorrido se o presidente Fernando Henrique Cardoso ouvisse as advertências do partido e adotasse meia dúzia de medidas preventivas.

    Em pouco tempo, a polícia paulista prendeu alguns prontuários ambulantes, que assumiram a autoria do assassinato, e deu o caso por encerrado. Paradoxalmente, o PT endossou sem ressalvas a tese do crime comum. A família de Celso Daniel discordou do desfecho conveniente. O Ministério Público achou a conclusão apressada e seguiu investigando a história muito mal contada. Logo emergiram evidências de que o crime tivera motivações políticas, sim. Só que os bandidos eram ligados ao PT.

    Ainda no início do último mandato de Celso Daniel, empresários da área de transportes e pelo menos um secretário municipal haviam concebido, com a concordância do autorização do prefeito, o embrião do que o Brasil contemplaria, em escala extraordinariamente ampliada, com a descoberta do Mensalão. Praticando extorsões ou desviando dinheiro público, a quadrilha infiltrada na administração de Santo André supria campanhas do PT. Em 2001, ao constatar que os quadrilheiros estavam embolsando boa parte do dinheiro, Celso Daniel avisou que denunciaria a irregularidade ao comando do partido. Foi para tratar desse assunto que Sombra, um dos pecadores, convidou o prefeito para um jantar em São Paulo.

    Entre o fim de janeiro e meados de março de 2002, investigadores da PF encarregados de esclarecer o assassinato gravaram muitas horas de conversas telefônicas entre cinco protagonistas da história de horror: Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, Ivone Santana, namorada da vítima (que já se havia separado de Miriam Belchior), Klinger Luiz de Oliveira, secretário de Serviços Municipais, Gilberto Carvalho, secretário de Governo de Santo André, e Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado do PT para causas especialmente cabeludas. As 42 fitas resultantes da escuta foram encaminhadas ao juiz João Carlos da Rocha Mattos.

    Em março de 2003, pouco depois do início do primeiro mandato presidencial de Lula, o magistrado alegou que as gravações haviam sido feitas sem autorização judicial e ordenou que fossem destruídas. A queima de arquivo malogrou: incontáveis cópias dos áudios garantiram a eternidade dos registros telefônicos. Em outubro de 2005, quando cumpria a pena de prisão imposta ao juiz que prosperou como vendedor de sentencas, Rocha Mattos revelou a VEJA que os diálogos mais comprometedores envolviam Gilberto Carvalho, secretário-particular de Lula de janeiro de 2003 a dezembro de 2010 e chefe da Secretaria Geral da Presidência no primeiro mandato de Dilma Rousseff .

    “Ele comandava todas as conversas”, disse Rocha Mattos. “Dava orientações de como as pessoas deviam proceder e mostrava preocupação com as buscas da polícia no apartamento de Celso Daniel”. Em abril de 2011, já em liberdade, Rocha Mattos reiterou a acusação. “A apuração do caso do Celso começou no fim do governo FHC”, afirmou. “A pedido do PT, a PF entrou no caso. Mas, quando o Lula assumiu, a PF virou, obviamente. Daí, ela, a PF, adulterou as fitas, eu não sei quem fez isso lá. A PF apagou as fitas, tem trechos com conversas não transcritas. O que eles fizeram foi abafar o caso, porque era muito desgastante, mais que o Mensalão. O que aconteceu foi que o dinheiro das companhias de ônibus, arrecadados para o PT, não estava chegando integralmente a Celso Daniel. Quando ele descobriu isso, a situação dele ficou muito difícil. Agentes da PF manipularam as fitas de Celso Daniel. A PF fez um filtro nas fitas para tirar o que talvez fosse mais grave envolvendo Gilberto Carvalho”.

    As seis gravações escancaram a sórdida conjura dos grampeados dispostos a tudo para enterrar na vala dos crimes comuns um homicídio repleto de digitais do PT. A história do prefeito sequestrado, torturado e morto é um caso de polícia e uma coisa da política. As conversas também revelam a alma repulsiva do bando. Celso Daniel aparece nas gravações como um entulho a remover. Não merece uma única lágrima, um mísero lamento. Os comparsas se dedicam em tempo integral à missão de livrar Sombra da cadeia e acalmar o parceiro que ameaça afundar atirando.

    Ouça as vozes dos assassinos de fatos combinando o que fazer para impedir o esclarecimento do crime hediondo. Passados mais de 14 anos, a reaparição do fantasma avisa que a tramoia fracassou. Enquanto não for exumada toda a verdade sobre esse capítulo da história universal da infâmia, todos os meliantes sobreviventes serão assombrados pelo prefeito proibido de descansar em paz.

    Áudio 1

    Luiz Eduardo Greenhalgh diz a Gilberto Carvalho que é preciso evitar que João Francisco, um dos irmãos de Celso Daniel, “destile ressentimentos” no depoimento que se aproxima. “Pelo amor de Deus, isso é fundamental!”, inquieta-se Carvalho.
    00:00

    00:00



    Áudio 2
    Um interlocutor não identificado elogia Ivone Santana, que namorava Celso Daniel desde o fim do casamento com Miriam Belchior, pela entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo. E incentiva a viúva da vez a repetir a performance no programa de Hebe Camargo. Alegre, Ivone informa que vai fazer o reconhecimento das roupas da vítima. O homem do outro lado da linha quer saber como “o cara” estava vestido. “O cara” é o morto que Ivone finge chorar.
    00:00

    00:00



    Áudio 3: À beira de um ataque de nervos, Sombra cobra de Klinger um imediata operação de socorro. Sobressaltado com o noticiário jornalístico, exige que Gilberto Carvalho trate imediatamente de “armar alguma coisa”.
    00:00

    00:00



    Áudio 4: Klinger diz a Sombra que Gilberto Carvalho está preocupado com o teor do iminente depoimento do companheiro acusado de ter ordenado a morte do prefeito. Sugere um encontro entre os três para combinar o que será dito. No fim da conversa, os parceiros comemoram a prisão de um suspeito.
    00:00

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    Áudio 5: Gilberto Carvalho cumprimenta Ivone Santana pela boa performance em entrevistas e depoimentos. Carvalho acha que as declarações mudarão o rumo das investigações.
    00:00

    00:00



    Áudio 6: A secretária de Klinger retransmite a Gilberto Carvalho rumores segundo os quais a direção nacional do PT pretende manter distância do caso “para não respingar nada”. Carvalho nega e encerra o diálogo com uma recado sem identificação de destinatário: é nessas horas que se percebe quem são os verdadeiros amigos.
    00:00

    00:00


    Ao incinerar as provas sonoras, Rocha Mattos ensinou que alguns juízes consideram uma irregularidade processual muito mais grave que matar a mãe. Faltara a autorização judicial. Como as gravações das conversas entre Lula e seus devotos foram autorizadas por Sérgio Moro, o ministro Teori Zavascki anda caçando outras irrelevâncias do gênero que lhe permitam declarar inexistente o palavrório que estarreceu o país.

    Se seguir o exemplo do juiz ladrão, Teori não tardará a constatar que errou em vão. Milhares, milhões de cópias garantirão a sobrevivência da verdade obscena: a Lava Jato desmontou uma conspiração contra o Estado de Direito, comandada por Lula e apoiada por Dilma. Firulas jurídicas não revogarão a ilegalidade espantosa. Há culpados a punir. E o castigo virá.

    Tags: Celso Daniel, Gilberto Carvalho, gravações, Ivone Santana, Klinger Luiz de Oliveira, PT, Sérgio Gomes da Silva, Sombra

    domingo, 3 de abril de 2016

    Assistam Vídeo em que Delcídio entrega Dilma, Lula e Mercadante.







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    O curioso caso de Celso Daniel







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    Um dia depois, Sérgio Moro dá o troco com Celso Daniel







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    Carbono 14: Dia da verdade para Gabrilli







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    Lula e Dirceu comandavam esquema que resultou no assassinato de Celso Daniel, segundo ex-petista | Felipe Moura Brasil | VEJA.com



    Lula e Dirceu comandavam esquema que resultou no assassinato de Celso Daniel, segundo ex-petista | Felipe Moura Brasil | VEJA.com

























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    Felipe Moura Brasil





    Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

    sobre

    Felipe Moura Brasil estreou este blog em 2013, após dez anos como cronista na internet. Idealizou e organizou o best seller de Olavo de Carvalho, "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota". Autor da Editora Record, trabalha em dois livros previstos para 2016.

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    • Lula e Dirceu comandavam esquema que resultou no assassinato de Celso Daniel, segundo ex-petista

    • "Mobilizados por Dirceu, os bandidos de Santo André saltaram sobre mim"


    • Por: Felipe Moura Brasil 
    • 02/04/2016 às 13:18






    • Dirceu e Lula: os chefes


    O artigo abaixo, publicado neste blog em 26 de maio de 2015, merece ser relido agora que a 27ª fase da Lava Jato, a Carbono 14, investiga o assassinato de Celso Daniel.

    Reproduzo o texto na íntegra, como o escrevi dez meses atrás.

    • ********


    • Benjamin e Lula: quem conhece sabe


    O sociólogo e editor Cesar Benjamin foi militante do PT de 1980 a 1995.

    Foi ele que revelou na Folha, em 2009, o caso do “menino do MEP”, o preso que Lula se gabou de ter tentado subjugar sexualmente nos 30 dias em que ficara detido e “que frustrara a investida com cotoveladas e socos”.

    Cesar Benjamin conhece bem as violações lulopetistas.

    Em 2005, durante o escândalo do mensalão, ele já denunciava ao Estadão que “tinha havido uma série de financiamentos que desconhecíamos”, “de bancos e empreiteiras, para a campanha do Lula” de 1994(!) e que o processo de corrupção “talvez tenha começado antes”.

    “Quando vejo essa situação atual, tenho consciência de que não começou agora e é a expressão de uma prática continuada e sistêmica, que foi introduzida através do Lula e do Zé Dirceu”.

    Naquele ano, quase uma década antes de explodir o petrolão, Benjamin também disse à Época:

    “Isso foi vivido como ascensão social para um grande número de quadros, de lideranças do PT, que mudaram individualmente de classe social. Passaram a ter um nível de vida que não tinham e viveram isso muito alegremente.”

    Questionado se este processo gerou o cadáver de Celso Daniel, prefeito de Santo André assassinado em 2002, o ex-militante petista respondeu:

    “Eu não acho, tenho certeza. E houve muitos cadáveres morais. Este foi o físico.”

    Não só este, diga-se. Sete outras pessoas ligadas ao caso morreram, inclusive o legista que atestara que o prefeito fora barbaramente torturado antes de ser assassinado.

    Agora, Cesar Benjamin voltou a tratar do assunto no Facebook, por ocasião da morte no domingo (24) de um dos fundadores do PT.

    Reproduzo seu post na íntegra, grifando os trechos sobre Lula e Dirceu:

    •  

    “Acabo de saber da morte de Antônio Neiva. Muito teria a dizer sobre ele: seu companheirismo, seu humor, sua lealdade, sua honestidade. Velho militante da época da ditadura, permaneceu no PT até o fim. Escolho apenas um momento das nossas vidas.

    Eu era da direção do PT quando percebi que o processo de corrupção se alastrava no partido. Tentei debater isso na direção, sem sucesso, pois àquela altura todos já temiam os dois comandantes da desagregação, Lula e José Dirceu.

    Restou-me levar a questão ao Encontro Nacional do PT realizado em 1995 em Guarapari, no Espírito Santo. Fui à tribuna, que ficava numa quina do grande salão, de onde era possível ver, simultaneamente, o plenário e a mesa.

    Logo depois de começar meu pronunciamento, vi José Dirceu se levantar, se colocar de frente para o plenário, de lado para mim, e fazer sinais na direção de um grupo que – depois eu soube – era a delegação de Santo André.

    Pelo tom da minha fala, Dirceu achou que eu trataria do esquema de corrupção nesse município, que ele e Lula comandavam e que resultaria depois no assassinato de Celso Daniel.


    Ele estava enganado. Eu não falaria disso, simplesmente porque desconhecia esse esquema. Minha crítica era à perda geral de referência ética e moral no partido, que nessa fala eu denominei de ‘ovo da serpente’.

    Mobilizados por Dirceu, os bandidos de Santo André saltaram sobre mim, para interromper meu pronunciamento na base da porrada.


    Foi Antônio Neiva quem se interpôs entre mim e eles, distribuindo safanões e impedindo a continuidade do massacre. Foi minha última participação no PT, que agora agoniza, engolido pela serpente que cultivou.

    Descanse em paz Antônio Neiva, irmão, homem honrado.

    Cesar Benjamin.”

    Uma comentarista do post escreveu:


    Na verdade, eu achei que o espaço ainda era público, público de menos, e resolvi dar uma mãozinha para que se tornasse público, público demais.

    O motivo é simples: os bandidos de Santo André também saltaram sobre o Brasil.


    sexta-feira, 1 de abril de 2016

    Lula é alvo oculto da operação que investiga assassinato de Celso Daniel | Felipe Moura Brasil | VEJA.com




  • Lula é alvo oculto da operação que investiga assassinato de Celso Daniel | Felipe Moura Brasil | VEJA.com

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    • Lula é alvo oculto da operação que investiga assassinato de Celso Daniel

    • Revelações da Lava Jato desmascaram tribunais petistas. Veja resumão

    • Por: Felipe Moura Brasil 

    • 01/04/2016 às 17:45

    Nunca antes tantas verdades se confirmaram num dia da mentira.

    Só um resumão em notas para apontá-las:

    • I.

    • Matéria de VEJA de 2014

    – Hoje, está provado: o TSE aparelhado pelo PT condenou VEJA a publicar direito de resposta do PT em 2014 por noticiar a verdade. A matéria ‘O PT sob chantagem‘ revelou apenas fatos, agora praticamente confirmados pela Operação “Carbono 14″, da Lava Jato.

    Dois anos atrás, o site Brasil 247 comemorou a condenação da revista, depois felizmente suspensa em decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF. Nesta sexta-feira (1/4), Breno Altman, um dos colaboradores do site petista foi conduzido coercitivamente a depor.

    – O relator do caso acima no TSE foi o ministro Admar Gonzaga, advogado da campanha de Dilma Rousseff em 2010. O mesmo Admar que, às vésperas da eleição de 2014, também condenou o site de VEJA a publicar direito de resposta de Dilma sobre a capa “Eles sabiam de tudo” (do petrolão), que, meses depois, foi igual e integralmente confirmada pela retirada do sigilo do depoimento do doleiro Alberto Yousseff.

    O PT sabe, no entanto, que o tempo é senhor da razão, mas a razão não é senhora da eleição.

    – As palavras de Gilmar Mendes ao suspender a decisão do TSE petista sobre a matéria da chantagem merecem ser lembradas hoje pela sua precisão:

    • “Estando os fatos sob investigação, não é possível concluir sobre sua incorreção ou inveracidade”.

    – O ministro entendeu que “o acórdão eleitoral incorreu, no mínimo, em excesso” ao “emprestar interpretação excessivamente limitadora da liberdade de imprensa”, que destoava da própria jurisprudência do Supremo em decisões de Carlos Ayres Britto.

    Foi mais uma aula de Gilmar Mendes em Teori “Da Conspiração” Zavascki e Rodrigo Janot, entre outros que endossaram Admar Gonzaga. Daqui a dois anos, quem sabe, eles se darão conta de que Gilmar também tem razão ao suspender tanto a posse de Lula quanto seu direito ao foro especial no STF.

    • II.

    Folha: 

    • “Os petistas estão especialmente tensos com a detenção do ex-secretário-geral do partido Silvio Pereira”. “Desde o mensalão, Silvinho tem rompantes e envia recados ao comando do PT. A avaliação de petistas é que, sob pressão, ele seria capaz de ‘falar qualquer coisa’, mesmo o que não sabe.”

    Isto não é uma “avaliação”. Isto é o ataque preventivo do PT à credibilidade das informações que os petistas sabem que o eventual delator pode dar.

    – “Já Delúbio Soares é apontado como mais centrado e não causa tanta apreensão. Breno Altman, por sua vez, é tido como um braço do ex-ministro José Dirceu e é conhecido como uma pessoa resiliente.” Isto, sim, é uma avaliação do nível de cumplicidade dos alvos da Lava Jato com os crimes do partido.

    – Silvio Pereira não recebeu apenas uma Land Rover da empreiteira GDK. Ele também recebeu pixulecos das empreiteiras do petrolão OAS e UTC, que somam R$ 500 mil, na conta bancária de uma de suas empresas. O lobista Fernando Moura afirmou ter sido informado de que Silvinho recebia “um cala-boca”, ou seja, dinheiro que garantiria seu silêncio sobre o esquema de corrupção.

    Dá para entender o pânico dos petistas de que ele abra o bico de vez? Então acrescente aí:

    Moura disse que Silvinho ajudou a montar a equipe de governo no primeiro mandato de Lula, organizando as indicações para os 32 mil cargos no governo federal, autarquias e empresas públicas. Foi Silvinho quem pré-aprovou Renato Duque para a Petrobras antes do aval de José Dirceu e Lula. Duque está preso, resistindo à delação, mas Silvinho chegou para acabar com o marasmo da rapaziada.

    – Meire Poza, ex-contadora de Youssef, foi quem forneceu à Lava Jato o contrato de mútuo dos R$ 6 milhões repassados ao empresário Ronan Maria Pinto. O escritório de Meire foi atingido por um incêndio na noite de quinta-feira.

    Ela disse ao site de VEJA acreditar ter sido uma retaliação pela entrega de documentos que comprometem envolvidos no petrolão. Queima de arquivo, literalmente, é com a organização criminosa.

    Relembro o post anterior: os R$ 6 milhões para Ronan vieram do empréstimo de R$ 12 milhões do banco Schahin a José Carlos Bumlai, amigão de Lula. Depois o PT devolveu o favor ao grupo Schahin entregando contratos na Petrobras. É o toma lá dá cá da propina.

    – Como VEJA revelou em 2014, Meire contou que foi três vezes à casa de Breno Altman buscar “parcelas” equivalentes a 15.000 reais mensais. O dinheiro foi usado pelo empresário Enivaldo Quadrado para quitar a multa imposta pela Justiça pelo seu envolvimento no escândalo do mensalão.

    A criminalidade petista é sempre cíclica: o mensaleiro Quadrado chantageava o PT ameaçando revelar que, em 2004, o partido comprara o silêncio de Ronan, que – em outra chantagem – ameaçava envolver Lula, o ministro Gilberto Carvalho e o ex-ministro José Dirceu no assassinato de Celso Daniel.

    Quadrado entregou Altman, admitindo ter recebido dele em dólares para ficar quietinho. Nem tudo desce redondo para Quadrado.

    • O cadáver

    – Sergio Moro, ao relatar que Ronan foi condenado na Justiça de Santo André por crimes de extorsão e corrupção ativa no esquema da Prefeitura, afirmou:

    • “É ainda possível que este esquema criminoso tenha alguma relação com o homicídio, em janeiro de 2002, do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, o que é ainda mais grave”.

    A gravidade do petismo é mesmo imensurável.

    – A propósito: o nome da Operação Carbono 14 faz referência ao método de datação de fósseis, uma alusão a procedimentos utilizados para investigação de fatos antigos. Na verdade, a ossada de Celso Daniel, que interveio na máfia dos transportes que financiava o PT na cidade.

    – Moro:

    • “Se confirmado o depoimento de Marcos Valério [operador do mensalão], de que os valores lhe foram destinados em extorsão de dirigentes do PT, a conduta é ainda mais grave, pois, além da ousadia na extorsão de na época autoridades da elevada Administração Pública, o fato contribuiu para a obstrução da Justiça e completa apuração dos crimes havidos no âmbito da Prefeitura de Santo André”.

    O depoimento de Valério foi revelado por VEJA em 2012.

    A se manter a média, há esperanças de que Dilma Rousseff seja presa até 2020 pelas denúncias de Delcídio do Amaral que VEJA revelou no mês passado.

    – Folha:

    • “Irmão de Celso Daniel, Bruno José Daniel prestou depoimento e relatou que após o homicídio, lhe foi relatada a existência desse esquema criminoso [Santo André] e que envolvia repasses de parte dos valores da extorsão ao PT.




    • De acordo com seu relato, o fato lhe teria sido relatado por Gilberto Carvalho e por Miriam Belchior [ex-mulher do prefeito e ex-ministra].




    • Ele contou aos investigadores que o destinatário dos valores devidos ao PT seria José Dirceu e levantou suspeitas ainda sobre o possível envolvimento de Sergio Gomes da Silva no homicídio do irmão.”

    É por essas e outras que voltou a circular na internet o vídeo memorável do depoimento em que Paulo Roberto Costa manifestava o seu temor de ser celsodanielizado. A organização criminosa é capaz de tudo.

    – O Globo:

    • “nos bastidores, Lava Jato se queixa de Teori Zavascki” (como todo o Brasil, diga-se, à exceção de Lula e seus comparsas).

    Os investigadores “avaliam que o ‘puxão de orelha’ de Teori em Moro foi ‘além da conta’, especialmente pelo fato de o juiz do Supremo ter discutido o mérito de atos do magistrado”. “Teori não é juiz corregedor”, comentou um deles.

    Teori, repito, é o Eugênio Aragão do Supremo.

    – Radar de VEJA:

    • “Ainda irritado com a decisão de Teori Zavascki que retirou do juiz Sergio Moro os grampos e as investigações sobre Lula, um investigador que atua na Lava-Jato disse o seguinte:




    • ‘O STF pode ter tirado da jurisdição do Moro as investigações sobre a lavagem de Lula, mas ele tem agora uma de assassinato’.”

    Com Moro é assim: amanhã vai ser maior.

    Lava Jato assombra PT com fantasma de Celso Daniel | Felipe Moura Brasil | VEJA.com


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    • Lava Jato assombra PT com fantasma de Celso Daniel

    • Operação prende empresário pago para não implicar Lula na morte do prefeito


    • Por: Felipe Moura Brasil 
    • 01/04/2016 às 10:30

    • Bumlai e Lula: velha amizade


    O fantasma de Celso Daniel volta a rondar o PT.

    A 27ª fase da Lava Jato, batizada de Carbono 14, traz à tona o caso do assassinato do prefeito petista de Santo André (SP) em 2002 e a ligação umbilical do mensalão com o petrolão.

    Deflagrada na manhã desta sexta-feira (1/4), a operação é um desdobramento da investigação do empréstimo de R$ 12 milhões do banco Schahin a José Carlos Bumlai, amigão de Lula.

    Do valor total emprestado, pelo menos R$ 6 milhões tiveram como destino o empresário Ronan Maria Pinto, de Santo André, ligado ao antigo prefeito.

    Conforme revelou VEJA anos atrás, o publicitário e operador do mensalão Marcos Valério contou que Ronan estava chantageando o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para não envolver seu nome, o de Lula e o do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, na morte de Celso Daniel e nas suspeitas de corrupção na cidade paulista que a teriam motivado.

    Em dezembro de 2012, Valério afirmou que Bumlai havia repassado dinheiro ao empresário para comprar seu silêncio.

    A Lava Jato por enquanto investiga o esquema de lavagem dos R$ 6 milhões “provenientes do crime de gestão fraudulenta do Banco Schahin, cujo prejuízo foi posteriormente suportado pela Petrobrás”.

    A operação indica que Ronan lavou o dinheiro recebido de Bumlai na compra do Jornal Diário do Grande ABC.

    “Como ressaltou a decisão que decretou as medidas cautelares, ‘a fiar-se no depoimento dos colaboradores e do confesso José Carlos Bumlai, os valores foram pagos a Ronan Maria Pinto por solicitação do Partido dos Trabalhadores’. Para fazer os recursos chegarem ao destinatário final, foi arquitetado um esquema de lavagem de capitais, envolvendo Ronan, pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores e terceiros envolvidos na operacionalização da lavagem do dinheiro proveniente do crime contra o sistema financeiro nacional”, aponta a força-tarefa.

    “Em suma, há provas que apontam para o fato de que a operacionalização do esquema se deu, inicialmente, por intermédio da transferência dos valores de Bumlai para o Frigorífico Bertin, que, por sua vez, repassou a quantia de aproximadamente R$ 6 milhões a um empresário do Rio de Janeiro envolvido no esquema”.

    (O grupo Bertin foi alvo de busca e apreensão da Carbono 14. Natalino Bertin é parceiro de Bumlai em diversas operações.)

    “Há evidências de que este empresário carioca realizou transferências diretas para a Expresso Nova Santo André, empresa de ônibus controlada por Ronan Maria Pinto, além de outras pessoas físicas e jurídicas indicadas pelo empresário para recebimento de valores.

    Dentre as pessoas indicadas para recebimento dos valores por Ronan, estava o então acionista controlador do Jornal Diário do Grande ABC, que recebeu R$ 210 mil em 9 de novembro de 2004.

    Na época, o controle acionário do periódico estava sendo vendido a Ronan Maria Pinto em parcelas de R$ 210 mil. Suspeita-se que uma parte das ações foi adquirida com o dinheiro proveniente do Banco Schahin. Uma das estratégias usadas para conferir aparência legítima às transferências espúrias dos valores foi a realização de um contrato de mútuo simulado, o qual havia sido apreendido em fase anterior da Operação Lava Jato.”

    Em delação premiada, o empresário Salim Schahin disse que Bumlai pediu os R$ 12 milhões em nome do PT e que a negociação estava vinculada à escolha do grupo Schahin para operar um navio-sonda em contrato com a Petrobras, o que aconteceu em 2009.

    Em resumo: o PT deu contrato com a Petrobras ao grupo Shahin para compensar o adiantamento recebido para comprar o silêncio de Ronan.

    “O mútuo, na realidade, tinha por finalidade a ‘quitação’ de dívidas do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi pago por intermédio da contratação fraudulenta da Schahin como operadora do navio-sonda Vitória 10.000, pela Petrobrás, em 2009, ao custo de US$ 1,6 bilhão. Esses fatos já haviam sido objeto de acusação formal, sendo agora foco de uma nova frente investigatória”, sustenta a força-tarefa em nota.
    • Alvos da Carbono 14

    Ronan, hoje dono do Diário do Grande ABC, e o ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira, ligado a José Dirceu, foram presos nesta sexta.

    Silvio Pereira é aquele que, no petrolão, ganhou uma Land Rover da empreiteira baiana GDK e ficou conhecido como Silvinho Land Rover.

    O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o jornalista Breno Altman foram conduzidos coercitivamente.

    Delúbio Soares é o mensaleiro condenado a seis anos e oito meses de prisão, que teve perdão de pena concedido no último dia 10 de março – adivinhe por quem – pelo ministro do STF Luís Roberto “Minha Posição” Barroso, claro.

    Breno Altman é colaborador do Brasil 247 e diretor do Opera Mundi, dois portais petistas financiados com dinheiro de publicidade federal de estatais controladas pelo PT. Em 2014, por exemplo, o 247 recebeu R$ 1,47 milhão e o Opera Mundi, R$ 684 mil.

    • José Dirceu e seu faz-tudo Breno Altman: velha amizade


    O próximo passo da Lava Jato poderá ser ouvir Marcos Valério, que denunciou o esquema aparentemente montado por todos eles.

    A operação ainda quer confirmar se os R$ 6 milhões recebidos por Ronan estão relacionados ao assassinato de Celso Daniel, o que poderá levar à reabertura do caso.

    Ainda está em tempo, também, de rever o mensalão para apontar seu verdadeiro chefe.

     

    domingo, 20 de dezembro de 2015

    Como Lula foi implicado por seu “laranja” Bumlai | Felipe Moura Brasil | VEJA.com


     

    Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

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    Como Lula foi implicado por seu “laranja” Bumlai
    Veja as razões

    Por: Felipe Moura Brasil 19/12/2015 às 11:06

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    Amigo é pra essas coisas

    No começo da semana, o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato, tratou José Carlos Bumlai como “operador do PT”.

    A IstoÉ revela, no entanto, que investigadores já o tratam mesmo é como “laranja do Lula”.

    Bumlai confessou que contraiu em 2004 um empréstimo irregular de R$ 12 milhões junto ao Banco Schahin e repassou o valor ao PT, por meio de laranjas, para abastecer campanhas do partido, em especial a de Lula, de 2006.


    Metade desse valor foi usado para pagar o chantagista Ronan Maria Pinto, que, como revelou VEJA, ameaçava denunciar o envolvimento do próprio Lula, de José Dirceu e Gilberto Carvalho no assassinato de Celso Daniel.

    Como contrapartida, o Banco Schahim ganhou um contrato superfaturado de R$ 1,6 bilhão para fornecimento de navios-sonda para a Petrobras, num modus operandi que, segundo Bumlai, teria se repetido em outras transações, com outros laranjas, sempre tendo o PT como beneficiário.

    A Polícia Federal suspeita que o esquema do PT com o Banco Rural, durante o mensalão, tenha sido idêntico; e que, após o estouro do escândalo, o Banco Schahin foi acionado para quitar R$ 60 milhões em dívidas da campanha de Lula.

    Ou seja: o mensalão, gerido por Delúbio Soares, teria sido substituído pelo petrolão, gerido por João Vaccari Neto – esquema que teria bancado as duas campanhas presidenciais de Dilma Rousseff.

    Mas vamos por partes.

    Há várias razões pelas quais o depoimento de Bumlai implica Lula.



    1) “A principal delas”, como diz a revista: “Bumlai nunca foi empreiteiro nem mantinha negócios com a Petrobras. Agiu sempre em favor e em nome do ex-presidente como uma espécie de laranja dele e do PT.

    Perguntado pelos policiais federais sobre a motivação do empréstimo, o pecuarista disse: ‘Não iria custar nada a mim. Quis fazer um favor. Uma gentileza a quem estava no poder’. E quem estava no poder na ocasião? Lula, o presidente que forneceu a Bumlai um crachá para que ele pudesse ter acesso livre ao seu gabinete.”

    2) “Em recente entrevista, o presidente da Associação dos Criadores do Mato Grosso do Sul, Jonathan Pereira Barbosa, dileto amigo de Bumlai, contou que Lula costumava ligar para o pecuarista atrás de favores.

    ‘Eu estava com Bumlai, tocava o telefone e quem era? O ex-presidente. Pedindo que fizesse favor, isso e aquilo. Zé Carlos, muito gentil, concordava’. Ainda segundo Jonathan Pereira, Bumlai era constantemente chamado para ‘resolver uns problemas’ para Lula em São Paulo e em Brasília.”

    3) “No círculo íntimo do presidente Lula, todos sabem que o empréstimo junto ao Banco Schahin não foi a única gentileza feita pelo pecuarista ao amigão poderoso. Alguns préstimos já são públicos.

    Em depoimento à Lava Jato, o lobista Fernando Baiano disse que a pedido de Bumlai repassou R$ 2 milhões para uma nora de Lula quitar dívidas pessoais. Segundo apurou ISTOÉ, o fazendeiro ainda teria contribuído para aproximar o empresário Natalino Bertin, proprietário do Grupo Bertin, do clã Lula em meio às negociações para venda de uma fatia do frigorífico. A proximidade resultou em favores aos filhos de Lula. A pedido de Bumlai, Bertin disponibilizou um jatinho para os filhos do ex-presidente em São Paulo, entre 2010 e 2011.”

    4) A “tentativa do GRUPO SCHAHIN de cobrar de JOSE CARLOS COSTA MARQUES BUMLAI o reconhecimento de dívida no valor aproximado de R$ 60.000.000,00″, como diz o relatório obtido pelo Antagonista.

    Bumlai só reconhece a dívida de R$ 12 milhões. Se o Grupo Schahin lhe cobrou o quíntuplo, pode ser porque o grupo tinha uma relação mais antiga com o PT e estava ciente de que Bumlai operava para “quem estava no poder”.

    “O interrogatório do indiciado também revelou possível relação antiga da SCHAHIN com o PARTIDO DOS TRABALHADORES, não adstrita ao empréstimo de JOSE CARLOS COSTA MARQUES BUMLAI e ao contrato de operação da sonda Vitoria 10.000, mas que envolveria formação de caixa dois para financiamento irregular de campanhas da agremiação política”.

    O ano de 2016, como se vê, promete para Lula e PT.

    A laranjeira lulista ainda vai dar muito caldo para a Lava Jato.


    Anarriê!

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


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    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara