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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

    Tradutores de Direita

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    sexta-feira, 4 de março de 2016

    Qual a origem do sinal da cruz? | Encontro com Cristo








    • Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)









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    • Qual a origem do sinal da cruz?


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    • Publicado em: 6 de setembro de 2013
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    O sinal da cruz se tornou o gesto fundamental da oração cristã. Trata-se da expressão visível da fé no Cristo ressuscitado, conforme as palavras de São Paulo, em 1 Cor 1,23-24: “nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos; mas, para os eleitos – quer judeus quer gregos -, força de Deus e sabedoria de Deus.”. Fazer o sinal da cruz significa dizer sim publicamente, àquele que por nós sofreu por nossos pecados, e mediante o Seu Corpo, pregado na cruz, revelou o infinito amor de Deus por nós. Por meio do sinal da cruz fazemos uma profissão de fé, declarando crer em Jesus, e colocando-nos sob Sua preciosa proteção.



    Os escritos dos primeiros cristãos são a prova mais evidente, que o sinal da cruz já era praticado desde as origens da Igreja:





    O escritor Tertuliano (+ pouco antes de 220) escreveu:





    “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da Cruz” (De corona militis 3).





    Santo Hipólito de Roma (+235/6), descrevendo as práticas dos cristãos do século III, diz:





    “Marcai com respeito as vossas cabeças com o SINAL DA CRUZ. Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e protege contra o diabo, se é feito com fé, não por ostentação, mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor. É um sinal como outrora foi o Cordeiro verdadeiro; ao fazer o sinal da Cruz na fronte e sobre os olhos, rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” (Tradição dos Apóstolos 42).





    São Basílio de Cesaréia, no século IV, afirma que o sinal da cruz tem a sua origem no ensino dos apóstolos, ao fazer a pergunta: “para relembrar o que vem primeiro e mais comum, quem ensinou por escrito a assinalar com o sinal da cruz àqueles que esperam em Nosso Senhor Jesus Cristo?”.





    Para os primeiros cristãos, e também para os cristãos de todos os tempos, o sinal da cruz é o cumprimento e prática da profecia de Ez 9,4: “Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.”. O discípulo de Cristo é aquele que morreu para o pecado com o Seu Salvador, e por isso esta assinalado com a bendita cruz.





    O sinal da cruz se tornou o sinal mais precioso da vida cristã. Esta presente no início e no fim de nossas orações, para invocar a graça de estarmos unidos a Deus e prontos a fazer a Sua vontade. É praticado diante das tentações para desarmar as investidas do demônio. Diante dos perigos, para pedir a ajuda divina. Por isso, é importante fazer o sinal da cruz com profunda reverência, pois através dele somos fortalecidos e abençoados pelo poder de Jesus Cristo. 


    sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

    A Cruz e seus Significados | Cássia Filetti





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    • "Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar. Não ande na minha frente, talvez eu não queira seguí-lo. Ande ao meu lado, para podermos caminhar juntos."




    29 03 09



    É possível detectar a presença da cruz, seja de forma religiosa, mística ou esotérica, na história de povos distintos e distantes como os egípcios, celtas, persas, romanos, fenícios e índios americanos.

    Seu modelo básico traz sempre a intersecção de dois eixos opostos, um vertical e outro horizontal, que representam lados diferentes como o Sol e a Lua, o masculino e o feminino e a vida e a morte, por exemplo.

    É a união dessas forças antagônicas que exprime um dos principais significado da cruz, que é o do choque de universos diferentes e seu crescimento a partir de então, traduzindo-a como um símbolo de expansão.

    De acordo com o estudioso Cirlot, ao situar-se no centro místico do cosmos, a cruz assume o papel de ponte através da qual a alma pode chegar a deus. Dessa maneira, ela liga o mundo celestial ao terreno através da experiência da crucificação, onde as vivencias opostas encontram um ponto de intersecção e atingem a iluminação.

    A cruz possui assim, como todo símbolo, múltiplos sentidos; mas a intenção não é de desenvolver todos aqui, e sim apenas alguns.

    Para voltarmos ao simbolismo da cruz, diremos que ela tem vários sentidos, mais ou menos secundários e contingentes e é natural que seja assim, dada a pluralidade de sentidos que cabem em qualquer símbolo.

    A Cruz, pode ser encontrada em um número muito grande de variações, porém o modelo básico é sempre a interseção de dois segmentos retos, quase sempre na vertical e horizontal. O significado do símbolo da cruz é sempre a conjunção dos opostos: o eixo vertical (masculino) e o eixo horizontal (feminino); o positivo e o negativo; o homem e a mulher; o superior com o inferior; o tempo com o espaço; o ativo com o passivo; o Sol com a Lua; a vida com a morte, etc., pois tudo no universo (e no homem) nasce e se desenvolve a partir do choque doloroso de forças antagônicas. A Cruz afirma assim a relação básica entre o Celestial e o terreno, e que é, através da crucificação (o conhecimento dos opostos), que se chega ao centro de si mesmo (a iluminação)





    Cruz simples: Em sua forma básica a cruz é o símbolo perfeito da união dos opostos, mantendo seus quatro “braços” com proporções iguais. Alguns estudiosos denominam esta como Cruz Grega. Uma cruz simples representa a redução à unidade, campo de manifestação exterior que, partindo de um ponto central expande-se nas quatro direções. Também conhecida como crux immissa quadrata. Todos os seus braços têm o mesmo comprimento.

    Da forma como sempre foi conhecida, a cruz grega é um mistério que deixou mais de um cientista perplexo, por que ela é encontrada a um grande número de inscrições indecifráveis pelo arqueólogos. É encontrada no Iucatã e na América Central em particular.









    Cruz de Santo André: Usada na bandeira nacional da Escócia, também é chamada crux decussata. André se recusou a ser crucificado em cruz semelhante a de cristo por se achar indigno, e suplicou para ser crucificado nessa cruz em forma de X. Essa cruz é simbolo da humildade e do sofrimento. Em heráldica, dá-se o nome de sautor ou aspa à cruz em forma de X.





    Cruz de Santo Antonio (Tau): Recebeu esse nome por reproduzir o desenho da 19a letra grega Tau. Para os gauleses a Tau representava o martelo (mjolnir) do deus escandinavo THOR. Já era usada como significado simbólico pelos antigos egípcios, como a representação de um martelo de duas cabeças, o sinal daquele que faz cumprir.







    Cruz Cristã: Definitivamente o mais conhecido símbolo cristão, que também recebe o nome de Cruz Latina. Os romanos a utilizavam para executar criminosos. Por conta disso, ela nos remete ao sacrifício que cristo ofereceu pelos pecados das pessoas. Além da crucificação, ela representa a ressurreição e a vida eterna.

    Na sua simbologia, a Cruz Latina tem dois significados:

    A trave horizontal significa o Alfa e o Ómega, ou seja, o princípio e o fim.

    A trave vertical significa, na visão de alguns, a ligação entre o céu e a terra.





    Cruz de Anu: Utilizada tanto por assírios como caldeus para representar seu deus Anu, esse símbolo sugere a irradiação da divindade em todas as direções do espaço.



    A realeza de Anu foi talvez a mais longa; corresponde à aurora da civilização e sem dúvida aos tempos proto-históricos; daí a circunstância de não possuirmos quase nenhuma prova da sua supremacia. Mas o clero de Uruk, lugar do culto de Anu, conservou-nos a história da “exaltação de Istar”. Preso aos encan­tos de Istar, Anu desejava, há muito tempo, pô-la em pé de igualdade com ele; consulta, então, os deuses sobre a oportu­nidade de reabilitar sua amante; o “conselho de família” das divindades é unânime a lhe sugerir que regularize sua situação com a formosa deusa. Anu, então, eleva Istar até junto do seu trono; seu nome de casamento será Antu, a forma feminina do nome do esposo, como Nin-lil é a forma feminina de Enlil. Depois dessa exaltação, Ismr, a sumeriana Inin, ocupa lugar de desta­que no céu, junto de Anu e se identifica com o planeta Vênus.

    Cruz Ansata (anhk): Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo.

    Ansata ou Ankh é uma cruz egípcia, considerada como o símbolo da continuidade da vida, da eternidade, da imortalidade e da vida após a morte.



    Um dos símbolos mais importantes da tradição egípcia, ela é encontrada a partir da quinta dinastia egípcia, mais freqüentemente nos templos de Luxor, Medinet Habu, Hatshepsut, Karnak e Edfu. O Ankh pode ser encontrado no túmulo de Amenhotep II onde o deus egípcio Osíris entrega ao faraó a Ankh, que o concederia o controle sobre o principio dos ciclos naturais, conquistando assim o dom da imortalidade. No século XIX a cruz ansata foi adotada por correntes esotéricas e ocultistas do ocidente, como forma de resgate da tradição egípcia. No Brasil, o cantor Raul Seixas foi um dos popularizadores do Ankh. O selo da Sociedade Alternativa criada por ele possuía um Ankh com dois degraus na haste inferior, simbolizando a ascensão do mago nos degraus da iniciação rumo à imortalidade.
    A Cruz é constituída por um círculo entrelaçado a duas pontas opostas, simbolizando a unidade (círculo) originária da síntese dos opostos(duas retas), ou o nascimento da dualidade a partir de uma unidade fundamental. Outros estudiosos acreditam que seu símbolo esteja associado a Isis e Osíris, sendo a cruz uma representação da união entre ambos. Em sociedades esotéricas o Ankh também foi usado como símbolo da imortalidade e da vida eterna. A Ordem Rosacruz adotou a cruz ansata como representante da união do céu e da terra e da permanência da Tradição Egípcia entre os rosacruzes modernos. Os Ocultistas afirmam que a Cruz Ansata encerra um simbolismo muito profundo no Esoterismo.



    O significado mais simples e mais atribuído ao ankh é o de “vida”. Seu símbolo está ligado ao poder de dar e de sustentar a vida, e por isso vemos muitas pinturas dos deuses egípcios carregando o ankh.
    A origem do símbolo é desconhecida e diversas explicações são possíveis. A que mais me agrada é que ele representa a união do masculino (Osíris, cruz, falo) com o feminino (Ísis, oval, vulva), ou seja, as antiqüíssimas dicotomias céu/terra, masculino/feminino, ativo/passivo etc. já estariam presentes ali.
    Já era usado como amuleto na antiga Kemet (“terra dos negros”) – que depois foi chamada de Egito pelos gregos, sendo um símbolo de força e proteção trazidas pelos deuses.
    É considerado também uma chave que leva à vida eterna.









    Cruz Gamada (Suástica): A suástica representa a energia do cosmo em movimento, o que lhe confere dois sentidos distintos: o destrógiro, onde seus “braços” movem-se para a direita e representam o movimento evolutivo do universo, e o sinistrógiro, onde ao mover-se para a esquerda nos remete a uma dinâmica involutiva. No século passado, essa cruz adquiriu má reputação ao ser associada ao movimento político-ideológico do nazismo.

    A Cruz gamada é um símbolo místico encontrado em diversas culturas em diferentes tempos,dos índios Hopi aos Astecas, dos Celtas aos Budistas, dos Gregos aos Hindus. Em diversas culturas é um símbolo basicamente relacionado com boa sorte.

    A cruz gamada é também conhecida como Suástica.
    Hitler adotou a suástica como símbolo do partido nazista por ela parecer com uma engrenagem, com o intuito de querer passar a idéia de que ocorreria uma nova revolução industrial na Alemanha, porém isto não aconteceu e hoje a suástica só é lembrada como símbolo nazista e relacionada ao holocausto.
    A cruz gamada se tornou um tabu, em muitos países sua exibição é um crime, inclusive aqui no país, e seus outros significados foram totalmente esquecidos, até porque a mídia só lembra-se de difundi-la como símbolo do partido nazista.

    Devemos quebrar este tabu, a cruz gamada pode ter sido chamada de suástica, pode ter sido símbolo do partido nazista e ser usada por neonazistas, mas, além disso, é um símbolo importante para diversas culturas, devemos deixar de lado a visão sensacionalista da mídia e lembrar-se do que realmente significa a cruz gamada basicamente : boa sorte.

    A Origem da Cruz Suástica

    A suástica ou cruz gamada como também é conhecida é um dos símbolos místicos mais difundidos e antigos do mundo. É encontrado do extremo Oriente à América Central, passando pela Mongólia, pela Índia e pelo norte da Europa. Foi conhecido dos celtas, dos etruscos, da Grécia antiga. Alguns quiserem remontá-lo aos atlantes, o que é uma maneira de indicar sua remota antiguidade. Qualquer que seja sua complexidade simbólica, a suástica, por seu próprio grafismo, indica manifestamente um movimento de rotação em torno do centro, imóvel, que pode ser o ego ou o pólo. É, portanto, símbolo de ação, de manifestação, de ciclo e de perpétua regeneração.

    A difusão, a antiguidade e as diferentes suásticas

    A suástica é encontrada, dos índios Hopi, aos Astecas, Celtas, Budistas, Gregos, Hindus, etc. As suásticas Budista e Hopi parecem reflexos no espelho do símbolo nazista. Alguns autores acreditam que a suástica tem um valor especial para ser encontrada em muitas culturas sem contatos umas com as outras. Os símbolos a que chamamos suástica são muitas vezes bastante distintos. Vários desenhos de suásticas usam figuras com três linhas. Outras chamadas suásticas consistem de cruzes com linhas curvas. Os símbolos islâmicos e malteses parecem mais hélices do que suásticas. A chamada suástica celta dificilmente se assemelha a uma, mas seria uma forma secundária, como tais são outras.

    A simbologia da suástica, em todos os casos totalizante, é encontrada na China, onde a suástica é o sinal do número dez mil, quer é a totalidade dos seres e da manifestação. É também a forma primitiva do caráter fang, que indica as quatro direções do espaço. Também poderia ter uma relação com a disposição dos números do Lo-chu, que, em qualquer caso, evoca o movimento do giro cíclico. Considerando-se sua acepção espiritual, a suástica às vezes simplesmente substitui a roda na iconografia hindu, por exemplo, como emblema dos nagas. Mas é também o emblema de Ganeça, divindade do conhecimento e, às vezes, manifestação do princípio supremo. Os maçons obedecem estritamente o simbolismo cosmográfico, considerando o centro da suástica como a estrela polar e as quatro gamas que a constituem como as quatro posições cardeais da Ursa Maior. Há ainda formas secundárias da suástica, como a forma com os braços curvos, utilizada no País Basco, que evoca com especial nitidez a figura da aspiral dupla. Como também a da suástica clavígera, cujas hastes constituem-se de uma chave: é uma expressão muito completa do simbolismo das chaves, o eixo vertical correspondendo à função sacerdotal aos solstícios, o eixo horizontal, à função real e aos equinócios (CHAE, CHOO, DANA, GRAP, GUEM, GUEC, GUET, GUES, VARG).

    Muito se especula sobre a origem da suástica como símbolo distintivo do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores. Contudo, é o próprio livro de Hitler, Meín Kampf, que explica a escolha da cruz gamada.

    Foi por volta de 1920 que a liderança do então pequeno Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães via crescer as fileiras de adeptos e carecia, portanto, de se ter uma bandeira ou um símbolo para os seus partidários. Consciente desta necessidade, Adolf Hitler explica em seu livro Meín Kampf, como adotou a cruz gamada.

    Cruz Patriarcal: Outrora conhecida como Cruz de Lorena, possui um “braço” menor que representa a inscrição colocada pelos romanos na cruz de jesus. Foi muito utilizada por bispos e príncipes da igreja cristã antiga.

























    Cruz de Jerusalém: Formada por um conjunto de cruzes, possui uma cruz principal ao centro, representando a lei do antigo testamento, e quatro menores dispostas em cantos distintos, representando o cumprimento desta lei no evangelho de cristo. Tal cruz foi adotada pelos cruzados graças a Godofredo de Bulhão, primeiro rei cristão a pisar em Jerusalém, representando a expansão do evangelho pelos quatro cantos da terra.









    Cruz da Páscoa: Chamada por alguns de Cruz Eslava, possui um “braço” superior representando a inscrição colocada durante a crucificação de cristo, e outro inferior e inclinado, que traz um significado dúbio, dos quais se destaca a crença de que um terremoto ocorrido durante a crucificação causou sua inclinação.





    Cruz do Calvário: Firmada sobre três degraus que representam a subida de jesus ao calvário, essa cruz exalta a fé, a esperança e o amor em sua simbologia.





















    Cruz Rosa-Cruz: Os membros da Rosa Cruz costumam explicar seu significado interpretando-a como o corpo de um homem, que com os braços abertos saúda o Sol e com a rosa em seu peito permite que a luz ajude seu espírito a desenvolver-se e florescer. Quando colocada no centro da cruz a rosa representa um ponto de unidade.







    Cruz de Malta: Emblema dos cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos para a ilha de Malta. A força de seu significado vem de suas oito pontas, que expressam as forças centrípetas do espírito e a regeneração. Até hoje a Cruz de Malta é muito utilizada em condecorações militares.

    É a união dessas forças antagônicas que exprime um dos principais significado da cruz, que é o do choque de universos diferentes e seu crescimento a partir de então, traduzindo-a como um símbolo de expansão.

    De acordo com o estudioso Juan Eduardo Cirlot, ao situar-se no centro místico do cosmos, a cruz assume o papel de ponte através da qual a alma pode chegar a deus. Dessa maneira, ela liga o mundo celestial ao terreno através da experiência da crucificação, onde as vivencias opostas encontram um ponto de intersecção e atingem a iluminação.

    segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

    Cruz: Suas Formas e Seus Significados



    Cruz: Suas Formas e Seus Significados

















    Domingo, 10 de Janeiro de 2016








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    • Cruz: Suas Formas e Significados


    Tradução: pe. André, hieromonge



    inguém sabe com certeza a origem da cruz. Entretanto, parece que sua forma mais antiga, a cruz em movimento - (swástica hallada), foi encontrada na Índia. Seu significado é «boa sorte.»

    A cruz é considerada um símbolo universal. Os egípcios a chamavam ankh e era considerada uma «chave mágica que abria a "fronteira da imortalidade.»

    Pode-se encontrar cruzes em culturas tão distintas como a fenícia, a persa, a etrusca, a grega, a escandinava, a celta, a africana, a australiana, a chinesa, a tibetana, a asteca, a maia, a inca, entre outras. Mesmo que a cruz tenha um traçado muito simples está, na realidade, carregado de densa complexidade. Buscar todos os sentidos que possui é como ingressar numa caverna obscura, cheia de caminhos tortuosos e emaranhados, que se entrecruzam. Seu significado flutua em três níveis: místico, filosófico e sociológico.

    Pitágoras dizia que Deus falava através de números e, a essa linguagem, o filósofo grego chamou de matemática sagrada, ou ciência dos princípios. Ao símbolo da cruz, relacionou o número 4 que representa a ordem do mundo, as quatro bases que formam o equilíbrio da criação. Imaginem, o que aconteceria se faltasse um dos pés de uma mesa? Mesmo assim, o número 4 tem sua origem no 2 e, por isso, a cruz também se identificou com os pares opostos de conceitos: humano-divino, espaço-tempo, liberdade-disciplina, eros-thanatos etc., duas forças em permanente conflito e complementaridade.

    Também é associado à cruz o significado de centro para onde tudo converge, a Árvore da vida. [...]

    Eis aqui uma classificação delas de acordo com a sua forma:


    1. Cruz Grega ou Quadrada:
    Um antigo tipo de cruz com braços de igual longitude. Dela e da cruz latina derivam a maioria das utilizadas em heráldica.

    2. Cruz de Santo André:
    De acordo com a tradição, Santo André sentiu-se indigno de ser crucificado como o seu Senhor. Desta forma, ele suplicou que a sua cruz fosse diferente. Ela é um símbolo da humildade e do sofrimento. Em heráldica, simboliza caudilho invicto em combate. Nas etiquetas de substâncias perigosas, utiliza-se para indicar que um produto é perigoso. Foi utilizada pelos romanos para marcar as fronteiras de seu território.
    3. Cruz do Apóstolo São Pedro:
    Segundo a Tradição, o apóstolo Pedro teria sido crucificado de cabeça para baixo, numa cruz como esta. Consta ainda que seu sucessor, o papa de Roma, a tinha em sua cátedra quando visitou Israel. (Fonte: Pe. Sério Jeremias)


    4. Cruz Tau:
    Chamada Tau por sua aparência com a letra grega de mesmo nome. Formada pela letra grega "T", é a mais simples de todas as cruzes. Tradicionalmente ela representa o sinal de sangue do cordeiro, usado pelos israelitas sobre as portas na noite de Páscoa, antes da saída do Egito. Ela também representa o bastão que Moisés converteu em serpente no deserto. Desta forma ela é a cruz da profecia, ou a cruz do Antigo Testamento. É, por isso chamada também de cruz egípcia. Finalmente, chama-se também de cruz de Santo Antônio. São Francisco de Assis a utilizou como assinatura.
    5. Cruz Alçada, egípcia o Tau enlaçado:
    Era um símbolo de vida, provavelmente também de vida eterna. O círculo superior representaria a mulher e a reta o homem. O círculo também poderia sugerir a divindade, a fonte de energia universal que com seu alento dota de vida e movimento ao que é terreno, simbolizado pela linha horizontal. Pode significar ainda o sol, o céu e a terra, círculo, braço vertical e horizontal respectivamente; ou do ponto de vista do indivíduo, a razão, os braços e o corpo. Também era chamada "Chave do Nilo". Os egípcios a chamaram ankh e era considerada uma chave mágica que abria a fronteira para a imortalidade.
    6. Cruz Índia:
    7. Cruz Latina:
    8. Cruz Latina (crux immissa):
    É a mais comum de todas as cruzes. Ela era um instrumento de condenação à morte nos tempos de Jesus. Ela nos lembra o supremo sacrifício que Jesus ofereceu pelos pecados de todo mundo. Tradicionalmente ela simboliza a crucificaxão, no entanto, como é totalmente vazia, também nos lembra a ressurreição e a esperança da vida eterna.
    9. Cruz bizantina
    É, geralmente, usada pela Igreja Ortodoxa Grega.






    10. Cruz Radiosa (radiada):
    11. Cruz Alfa e Ômega:
    Esta cruz latina é combinada com a primeira última letra do alfabeto grego e lembram que, apesar de Jesus ter morrido por nossos pecados numa cruz, ele reina em glória para sempre.



    12. Cruz de glória eterna:
    Alfa e Omega, primeira e última letras do alfabeto grego, sob os braços da Cruz, recordam que Deus é o princípio e o final de todas as coisas, a glória eterna, e também, que nossa vida terrena tem começo e fim.



    13. Cruz latina com proclamação:
    As letras latinas que presidem a cruz representam a inscrição que Pilatos ordenou que fossem colocadas sobre a cruz de Jesus. Está escrita as iniciais de: «Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus.»



    14. Cruz da Trindade:
    Os remates de três círculos interseccionados, representa a Trindade.




    15. Cruz Triunfante:
    Representa o triunfo final e reinado de Jesus Cristo sobre o mundo. Também é símbolo da evangelização mundial. Na arte cristã, esta cruz é usada no topo do cetro de Jesus para mostrar seu Reino em glória.




    16. Cruz de Evangelização:


    17. Cruz dos Evangelistas:
    18. Cruz do Calvário:
    Uma cruz latina, firmado sobre três degraus que representam a subida de Jesus ao Calvário. Podem também simbolizar a fé, a esperança e o amor. 1Co. 13.13


    19. Cruz dos Arcanjos:
    20. Cruz dos Apóstolos:
    21. Cruz contra o mal:
    22. Cruz Natalina:
    Tem forma de estrela e lembra a história do nascimento de Jesus e o anúncio do propósito para o qual ele veio.




    23. Cruz Pontiaguda (da Natividade de Jesus):
    Para os cristãos faz referência ao nascimento de Jesus. Se girarmos a cruz 90º, não deixa de ser curiosa a similitude que tem com a estrela do Oriente.




    24. Cruz de Penitência:
    25. Cruz Moderna:
    26. Cruz Funerária:
    27. Cruz Patriarcal:
    É uma cruz eclesiástica. Aparece freqüentemente sendo usada pelos patriarcas. O braço superior representa a inscrição colocada por Pilatos na cruz de Jesus. Foi adotado por cardeais e arcebispos como uma distinção hierárquica.


    28. Cruz papal ou Cruz Tripla dos povos do Ocidente:
    É o emblema oficial papal. Das 3 barras diz-se, freqüentemente, que representam as 3 cruzes sobre o Calvário. É, no entanto, mais provável, que representam a Igreja, o mundo e o céu.





    29. Cruz Ortodoxa:
    30. Cruz Ortodoxa (eslava ou ainda cruz de páscoa):
    Esta forma de cruz foi primeiramente usada nas Igrejas dos países eslavos. O braço superior representa a inscrição abreviada "INRI", que Pilatos colocou sobre a cabeça de Jesus. O significado do braço inclinado inferior é dúbio. Há um tradição que diz que o terremoto que veio durante a sua crucificação é que causou a inclinação deste braço. Uma outra explicação, relaciona este braço inclinado à cruz de Santo André,. Uma vez que o Cristianismo foi introduzido nos países eslavos por Santo André e, por isso, também a parte inferior desta cruz lembra a cruz de Santo André em forma da letra X.
    31. Cruz das Catacumbas:
    32. Cruz dissimulada:
    33. Cruz de Santo Antônio:
    Era também adotada pelos cristãos primitivos, como símbolo de vida eterna.







    34. Cruz Perfurada:
    35. Cruz Enquadrada:
    36. Cruz Enquadrada Celta:
    37. Cruz Gamada (suástica ou Esvástica):
    Algumas notas sobre a história da Esvástica: Em inglês como em alemão, a palavra "esvástica" deriva do sâscrito: svatikah e significa boa sorte, afortunado. A primeira parte da palavra SVASTI pode ser dividida em duas partes: SU = (bom, bem), e ASTI = (é). A parte ASTIKAH somente, quer dizer SER. Na Índia, esta palavra é associada a coisas favoráveis - porque significa "favorável". Lá, o giro das esvásticas em sentido horário ou anti-horário tem diferentes significados. Devido a sua simplicidade, a esvática tem sido usada quase sempre de modo independente por muitas sociedades humanas. Uma das mais antigas esváticas conhecidas foi encontrada em um cova paleolítica há cerca de 10 mil anos. Há cerca de 2 mil anos, quando o batismo foi levado da Índia à China, os chineses também tomaram emprestado a esvástica e seu favorável significado. Na China a esvástica é considerada ser um caractere com a pronúncia de "wan" (em mandarím). Também se lhe considera ser equivalente a outro caractere chinês com a mesma pronúncia que quer dizer "dez mil", "um número grande", "todo". O símbolo da esvástica tem sido usado por milhares de anos, praticamente por todos os grupos de seres humanos do planeta. As tribos germânicas o conheciam como a "Cruz de Thor", e é curioso que os nazistas não usaram esse mesmo termo que se relaciona com a história alemã, em vez disso, preferiram "roubar" o termo hindu de esvástica. O símbolo foi levado à Inglaterra pelos povos escandinavos de Lincolnshire e Yorkshire, muito antes de Hitler. Algo ainda mais interessante é que o símbolo foi encontrado em templos judeus da Palestina, construídos há mais de 2 mil anos. Assim, Hitler usurpou (quem sabe, inadvertidamente?) um símbolo judeu, ou mesmo, hindu. Nas Américas, a esvástica foi usada pelos americanos nativos do Norte, Centro e Sul América. Segundo Joe Hofler, que também faz menção ao Dr. Kumbari do museu de Urumqi em Xinjiang, China os indo-arianos germânicos viajaram a Europa por volta de 2000 a.C. e levaram consigo o símbolo da esvástica (ou disco solar) de sua arte religiosa naquele tempo - e isto fica demonstrado pelas escavações das fossas de Kurgan nas planícies da Rússia e as fossas indo-arianas em Xinjiang, China. Fonte: http://www.falundafa.org
    38. Cruz Arponada:
    39. Cruz Fleuri:
    É uma cruz decorativa. Seus braços terminam em pétalas que lembram a Trindade.




    40. Cruz Resarcelada:
    41. Cruz potençada:
    Seus quatro braços retos representam os quatro cantos do mundo, os quatro elementos. Utilizada pelos cruzados em suas campanhas.
    42. Cruz de satã:
    43. Cruz de Jerusalém ou das Cruzadas:
    Este conjunto de cruzes é composto por uma cruz central formada por quatro cruzes "tau" (veja abaixo) que representa a lei do Antigo Testamento. As quatro pequenas cruzes gregas representam o cumprimento desta lei no evangelho de Jesus Cristo. Outros vêem neste conjunto, um símbolo da obra missionária da igreja - expandindo o evangelho para os quatros cantos da terra. Ainda há outros que entendem que estas cinco cruzes representam as cinco feridas de Jesus na cruz (mãos, pés e o lado). Este modelo de cruz foi usado pelo rei Godofredo de Bulhão, o primeiro rei cristão em Jerusalém. Esta cruz foi incorporada nas campanhas da cruzadas.
    44. Cruz Quadriculada:
    Cruz ornamental, formada por quatro pequenas cruzes, representa a pregação do evangelho aos quatro cantos da terra. Ela repousa sobre uma grade que forma outras quatro cruzes.
    45. Cruz das Cruzadas:
    46. Cruz da Conquista e da Vitória:
    Cruz grega complementada com a primeira e a última letra do nome de Jesus em grego (IC), a primeira e última letra do nome Cristo em grego (XC), e a palavra grega para vitória (NIKA). Os traços sobre as letras indicam que elas são abreviações.
    47. Cruz Pomée (pometeada ou botonada):
    Os pomos assemelham-se à maçãs, fruta que representa a fé cristã. Também fazem referência aos pontos cardeais. Desde então, foram usadas sobre os báculos pastorais como símbolo de autoridade. Também se faz referência a elas como a cruz dos bispos.
    48. Cruz Pomée (pometeada ou botonada):
    49. Cruz Trevo:
    Muito usada, esta cruz tem nas pontas dos seus braços um desenho parecido com um trevo. Lembra, por isso, a Santíssima Trindade.



    50. Cruz Trevolada:
    51. Cruz Trevolada (2)
    52. Cruz da Paixão:
    Cruz latina com as extremidades pontiagudas. Representa o sofrimento de Jesus Cristo na sua crucifixão.



    53. (...)
    54. Cruz Flordelizada:
    55. Cruz de Alcântara:
    Esta cruz flordelisada é a insígnia da ordem de Alcântara, fundada em 1156. Em 1218 trasladou sua sede para a cidade de Alcântara, em Extremadura. Teve especial importância na reconquista da região.

    Ordem Militar de Alcântara: Foi fundada como Confraria de Armas em 1156 por vários cavaleiros de Salamanca, em cuja frente figurava don Suero Fernández Barrientos, que lutaram de maneira corajosa contra os moros na fortaleza de San Julián del Pereiro. Foi confirmada pelo papa Alexandre III na qualidade de Ordem de Cavalaria. Em suas origens, chamava-se Ordem de São Julián del Pereiro. Adotou a regra de Cister e foi enriquecida pelo rei Fernando II de Castella. O papa Lúcio III a pôs sob custódia direta da santa Sé, obrigando a Ordem à defesa da fé e à guerra perpétua contra os moros. Vestiam túnica de lã branca muito larga e capa negra que era substituída por um manto branco nas cerimônias, adotando como brasão árvores de de pêra silvestre com as raízes descobertas e sem folhagem sobre campo dourado. Nenhum cavaleiro podia receber os sacramentos sem estar vestido com o manto branco que também era usado como sudário. Quando havia paz ou trégua, os cavaleiros permaneciam dentro do convento que, desde 1213 teve sua sede em Vila de Alcântara, da qual tomou seu nome, doação do rei Afanso IX de Castella. Em 1494 foi incorporada à coroa como todas as demais. Em 1546 foi autorizado o casamento dos cavaleiros, que substituíram o voto de castidade pelo de defender o dogma da Imaculada Conceição. Até a ocupação dos franceses em 1880, possuía a Ordem 35 comendadorias, com 53 vilas e aldeias, dois conventos de comendadores e um colégio em Salamanca fundado em 1552 por Felipe II quando era príncipe. A República suprimiu esta ordem em 1873, porém o rei Dom Afonso XII a restaurou. Suas dignidades são Grão-mestre, como nas demais ordens, ou é o Rei, Comendador Maior, Clavero, Governador eclesiástico do priorado do sacro convento e os priores de Mazarela, Zalamea e Rollan. A vila de Alcãntara e seus arredores alcançou grande prosperidade sob o governo dos mestres. Tinham fábricas de tecidos, entre outras, e o comércio se fazia por Lisboa, servindo-se de grandes embarcações à vela, exportando calçados, lenços, grãos, vinhos etc. Como destacados fatos de armas, diremos que, sabedores os cavaleiros de Alcântara de que Afonso VIII preparava um ataque aos muçulmanos, ofereceram seus serviços ao rei e foram aceitos carregando triunfalmente o pendão de Castella até as praias de Algeciras. O rei encomendou aos cavaleiros a guarda de Trujillo, onde fundaram um convento, e o mesmo Afonso VIII lhes doou a Vila de Ronda. A tomada de Castilho de Almeida, efetuada com o auxílio dos cavaleiros de Santiago, é também um fato notável. Em 1221 o mestre Dom Nuño Fernández, tendo recebido o pendão das mãos do rei em Cidade Rodrigo, reuniu um grande número de cavaleiros e caiu sobre Valência de Alcântara, tomando-a. Distingue-se também a tomada de Badajoz. O mestre Dom Arias Pérez retomou dos moros a cidade de Trujillo e as praças de Magacela e Zalamea e, numa segunda campanha, de Medellín. Ao mestre Dom Afonso de Monroy devem desgraçadamente as guerras cristãs que sustentaram Leão e Extremadura no século XV. Sua participação na tomada de Granada foi o último fato de armas dos cavaleiros de Alcântara como ordem independente. Se bem que tiveram muitas outras ocasiões de distinguirem-se, tantas foram as ocasiões que Espanha teve que enfrentar-se com os inimigos, assim como os de Calatrava e Santiago. Se emblema é uma cruz com as extremidades flordelizada.
    56. Cruz de Calatrava:
    É a insígnia da Ordem Militar de Calatrava. Fundada em 1158, reinando Dom Sancho III, pelo abade cisterciense de Fitero, Raimundo Serra (luego São Raimundo) e seu companheiro de Ordem, Diego Velázquez, para ocupar a cidade de Calatrava e defender o território do ataque dos muçulmanos, depois que a ordem do Templo renuncia estas funções. Os cavaleiros levavam o hábito cisterciense com uma flor vermelha flordelizada bordada no manto branco.

    Ordem Militar de Calatrava: Foi fundada no ano de 1158 pelo abade Raimundo de Fitero para defender a a vila de Calatrava dos moros. Aprovou sua constituição mediante correspondente bula o papa Alexandre III. O fundador adotou a regra de São Bento e as constituições de Cister. Os monarcas a enriqueceram com muitas doações e privilégios, bem como o papa. Estava sob a proteção e amparo da Santa Sé de Roma e ninguém, exceto o Císter, podia exercer sobre ela o direito de visita que, ao contrário, ela exercia sobre Avis, Alcântara e Montesa. A importância que com suas riquezas e poder chegou a adquirir esta Ordem foi tão grande que seus mestres se converteram em verdadeiros príncipes eclesiásticos, temidos e mimados pelos reis que os admitiam em seus conselhos. Esta situação recebe seu primeiro golpe com a incorporação do mestre à Coroa, levada à cabo pelos reis católicos, e cessou de todo no século XIX em, a tomada dos bens da ordem pelo Estado e a abolição de seus fóruns a reduziram à categoria de corporação puramente honorífica. Em sua origem, compôs-se de cavaleiros e religiosos que viviam separados. Os cavaleiros deviam presentear, para sua admissão, as provas de nobreza, da que era muito zelosa esta Ordem, comprometendo-se a defender a fé católica e a guerrear sem descanso contra os moros. Mais tarde, agregaram às ditas obrigações a de defender a Imaculada Conceição de Maria. Conquistado Toleto por Alfonso VI, foram, esta cidade e Calatrava os pontos de partida para sangrentas expedições com que os moros e cristãos se hostilizaram continuamente. Tão rapidamente se estendeu sua fama que até o rei de Aragón solicitou sua ajuda para conter as correrias dos moros de Valência, recompensando os bons serviços com a doação de lugares conquistados, como Alcañiz, que foi assento de suas principais encomendas. Durante um tempo, a casa matriz de Calatrava caiu em poder dos moros que obrigou a viver errante por algum tempo aos cavaleiros, até a conquista do Castelo de Salvatierra, na província de Badajoz. Fizeram então dele o baluarte e casa principal da Ordem por um período de 12 anos. Sitiado o castelo de Salvatierra durante 3 meses pelos muçulmanos e, quando não restava mais que ruínas, o mestre com os poucos cavaleiros sobreviventes do desastre bateram em retirada à vila de Zorita, onde se refêz a Ordem, podendo unir-se ao exército que humilhou o poderio da "meia lua" na batalha de las Navas de Tolosa, não sem antes recuperar, à força das armas, a Vila de Calatrava, base da Ordem.Seguindo o pendão do rei São Fernando, as milícias de Calatrava subjugaram o reino moro de Baeza e conquistaram as fortalezas de Martos, Andújar e Arjona. Tomaram parte na rendição de Córdoba, Jaén e Sevilla. Seu traje capitular consiste em um manto branco com uma cruz vermelha flordelizada de traços iguais.
    Fonte: http://gallardo.unex.es/~jcantero/florlis.html
    57. (...)
    58. Cruz Ancorada:
    Simboliza que a esperança dos cristãos está em Cristo. Esta cruz também foi símbolo de São Clemente, Bispo de Roma que, de acordo com a Tradição, foi amarado à uma âncora e lançado ao mar por ordem do imperador Trajano. Hb 6, 17-2
    59. Cruz Ancorada 2:
    60. Cruz Ancorada 3:
    61. Cruz de Batalha:
    Lembra a muralha de um forte ou de um castelo.



    62. Cruz Espinada:
    63. Cruz Ponteada:
    64. Cruz Pontiaguda:
    65. Cruz Alargada (Ensanchada):
    66. Cruz Agulhada:
    67. (...)
    68. (...)
    69. Cruz de Malta (ou das Bem-aventuranças):
    Formada por quatro pontas que apontam para o centro e oito pontas externas que simbolizam a regeneração. Esta cruz foi símbolo dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos de Rodes para ilha de Malta. Na ilha de Malta o apóstolo Paulo naufragou. Sua forma de quatro pontas de flecha apontando para o centro fazem dela uma cruz de meditação.
    70. Cruz Patée:
    É freqüentemente confundida com a de malta. É a cruz que muitos cavaleiros e ordens religiosas portavam em suas vestes com símbolo de distinção, vermelha os templários, branca os hospitaleiros e negra os teutônicos. Nestes últimos derivaria na cruz de ferro.
    71. Cruz Ancorada:
    Es también el símbolo de S. Clemente, Papa de Roma, quien fué atado a un ancla y arrojado al mar por orden del emperador Trajano... Para los cristianos el ancla es símbolo de Esperanza.
    72. (...)
    73. (...)
    74. Cruz Floreada:
    75. (...)
    76. (...)
    77. Cruz da Eternidade:
    78. Cruz da Eternidade (2):
    79. Cruz Matrimonial:
    80. Cruz Iônica:
    Cruz adotada por São Columba, que no ano de 563 fundou um mosteiro na ilha de Iona, na Escócia.




    81. Cruz Céltica ou Irlandesa:
    Muito antiga, usada pelos cristãos celtas na Grã Bretanha e na Irlanda.
    82. Cruz Celta (2):
    83. Cruz Celta (3):
    84. Cruz Vasca:
    O Lauburu: Os vascos chamam Lauburu ao símbolo de quatro braços que reconhecemos como o mais representativo do povo vasco. É sabido, em que pese as diversas formas, o lauburu não é de origem vasca. O mesmo nome foi usado pelos romanos (Lau buru: quatro cabeças). Os mais antigos que se conhecem no país vasco estão na Província de Vizcaya. Encontra-se freqüentemente nos velhos féretros e em pedras funerárias, e ainda nas igrejas, na forma de crus cristã.
    85. Cruz Batismal:
    Cruz grega sobreposta sobre a primeira letra do nome Cristo em língua grega X, (pronuncia-se qui). Ela forma a cruz com oito braços. O número oito é símbolo do renascimento e da regeneração, por isso, esta cruz é usada como cruz batismal.
    86. (...)
    87. Cruz Lunel :
    88. Cruz Lunela (2):
    89. Cruz 4 Evangelistas:
    90. Cruz 4 Evangelistas (2):
    91. Cruz da Vitória ou de Astúrias:
    É símbolo da vitória de Dom Pelavo sobre os muçulmanos na batalha de Covadonga. Fabricada inicialmente em madeira, o rei Alfonso III a revestiria mais tarde de ouro e pedras preciosas.


    92. (...)
    93. (...)
    94. Cruz de Santiago:
    Insígnia da Ordem de São Tiago, fundada em 1160 para defender os peregrinos que se dirigiam ao Santo Sepulcro, do apóstolo São Tiago de Compostela.

    Ordem Militar de São Tiago:
    Fundada em 1161 no reinado de Leão. Foram 12 cavaleiros de Leão, durante o reinado de Fernando II que decidiram se unir para defender os peregrinos de Santiago e guardar as fronteiras de Extremadura. No início, chamavam-se Cavaleiros de Cáceres. Formaram uma espécie de Diocese com capital em Uclés. O fundador foi Pedro Fernández de Fuentecalada, que ajudou Alfonso VIII na conquista de Cuenca. Mais tarde Pelayo Pérez de Correa foi mestre que maior esplendor deu à Ordem, fazendo Fernando III, o santo tomar a decisão de sitiar Sevilha e, precisamente, durante a entrada triunfal dos cristãos em Sevilha, o primeiro estandarte que tremulou em seus muros foi o de Santiago, que estava abençoado pelo papa. Durante o sítio à Sevilha, 2709 cavaleiros sob o comando de seu mestre entraram serra a dentro e, já noite, não puderam derrotar seus inimigos. Pediram então à Vigem que detivesse o curso do sol dizendo: "Santa Maria tem teu dia," e, em memória daquele sucesso se edificou mais tarde o santuário à Virgem de "Ten-Tu-Dia", onde foi sepultado o dito mestre no ano de 1275, que sucedeu Gonzalo Ruiz Girón, morto pelos ferimentos recebidos em Alcalá de Buenzoide em 1280. Recebe nesta Ordem o nome de "Trece", o cavaleiro nomeado pelo mestre e demais cavaleiros para algum Capítulo Geral. A dignidade dos "Trece" caiu em desuso por muito tempo, até que se voltou a restabelecer em 1906 por uma bula do papa Pio X. Em 1284 foi nomeado Gonzalo Martel, logo Pedro González Meta... Em 1343 o Infante Dom Fadrique, bastardo de Alfonso XI, assassinado quando ocupava o Mestrado, por seu irmão o Rei Dom Pedro I, que nomeou em seu lugar Juan de Padilla. Os cavaleiros, porém não o aceitaram e o derrotaram numa batalha próximo de Uclés, vindo a morrer Padilla. Posteriormente, a ordem repousou durante um longo Mestrado de Lorenzo de Figueroa, que fundou o convento de Santiago de Sevilha. Mais tarde foram Mestres, Dom Enrique, Alvaro de Luna, Beltrán de la Cueva.... Mais tarde sendo Alonso de Cárdenas Mestre, acompanharam aos reis Católicos na conquista de Granada. Ao morrer, após a tomada de Granada, o mestre Dom Alonso, o Mestrado foi incorporado à Coroa pelos reis católicos, com suas terras e domínios. A partir desse reinado, o título de Cavaleiro de São Tiago passou a ter caráter puramente honorífico. O traje de cerimônia dos cavaleiros de Santiago consiste de uma capa branca com uma cruz vermelha em forma de espada, fazendo a flor-de-lis na empunhadura e nos braços. Fonte: http://gallardo.unex.es/~jcantero/florlis.html
    95. Cruz de Santiago (2):
    96. (...)
    97. (...)
    98. (...)
    99. Carolíngea
    100. NIKA
    101. NIKA II
    102. (...)


    Fontes de Pesquisa:

    http://www.sitographics.com/












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    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



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    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

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    Botafogo

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