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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    domingo, 22 de outubro de 2017

    Alerta Total

    Alerta Total



    A “Intervenção” via Bolsonaro?

    Posted: 21 Oct 2017 04:10 AM PDT


    Entrevista de Jair Bolsonaro ao site O Antagonista


    Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

    "A Intervenção Militar poderá vir, mas através de um militar eleito". Esta previsão de Jair Bolsonaro eletrizou ontem o mercado financeiro e as redes sociais. O presidenciável, que agora começa a ser levado a sério, antecipou ao jornalista Cláudio Dantas, do site O Antagonista, que pensa em contar com pelo menos cinco generais em seu eventual governo. Bolsonaro já escalou, de imediato, o General de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão: "Não há dúvida de que ele terá uma vaga no meu governo. Ele é aquela figurinha carimbada".

    Essa nova tese de uma "Intervenção", através da escolha pelo voto em Jair Bolsonaro para o Palácio do Planalto, tem tudo para botar fogo no fla-flu eleitoral de 2018. As pesquisas medem, porém não revelam, de propósito, que a intenção de votar em Bolsonaro cresce tanto quando a "tese da Intervenção", em suas duas modalidades: a Militar (diretamente, o que é menos provável) ou a Constitucional (apoiada pelos Generais, porém tocada por imposição da vontade popular, cujas pré-condições estão sendo alimentadas para ocorrer). Agora, Bolsonaro antecipa, abertamente, que, se vencer, terá a legitimidade do voto para decretar a Intervenção.


    Os membros da zelite tupiniquim insistem em fazer a leitura errada do fenômeno Bolsonaro. Eles insistem na burrice de tentar carimbar Bolsonaro como um personagem caricato e maluco de extrema direita. Os críticos sem noção da realidade não compreendem que Bolsonaro corporifica algumas das mais fortes vontades do eleitorado: a tentativa de apostar em um candidato corajoso e com honestidade para promover mudanças no Brasil. Mesmo que tal desejo seja ilusório, Bolsonaro leva vantagem sobre os demais adversários, justamente porque é deputado federal há vários anos, porém até agora não surgiram denúncias de participação em armações políticas ou esquemas de corrupção.


    Até agora, Bolsonaro não tem falado besteira – ao contrário dos críticos emocionais dele. Bolsonaro é hoje um indivíduo perseguido pela máquina judiciária. O Ministério Público Federal o denunciou ao Supremo Tribunal Federal por aquela polêmica política idiota gerada pela deputada petista Maria do Rosário. Todo mundo sabe que Bolsonaro não fez "apologia ao estupro", e todo mundo também viu que foi Maria do Rosário quem o xingou de estuprador. Injustamente, Bolsonaro se tornou réu no Supremo Tribunal Federal – só que não por crime de corrupção...


    Do jeito que o filme do STF ficou queimado com o Caso Aécio Neves, qualquer punição injusta imposta a Bolsonaro tem tudo para provocar uma reação inimaginável de indignação na maioria da sociedade. É imprevisível qual será o ato de revolta a uma decisão política, ideológica e, porque não dizer, estúpida da Corte Suprema contra Bolsonaro. Imagina a interpretação legal permitir que o réu e condenado Lula da Silva possa disputar a Presidência da República, enquanto uma decisão suprema condena Bolsonaro e o tira da disputa?  


    O sistema fará de tudo para sabotar Bolsonaro. Seu principal calcanhar de Aquiles é não ter uma base partidária confiável que lhe garanta a indicação para disputar a eleição. Apesar disto, o nome de Bolsonaro está popularmente consolidado como candidato com potencial para a vitória. Bolsonaro incorpora o tema da Segurança (na ordem do ano eleitoral). Muito corretamente, Bolsonaro tem dito que não basta combater a corrupção, mas sim definir mecanismos que impeçam a ação dos corruptos, preventivamente. Aí fica aberto o caminho para um debate sobre mudanças estruturais.


    Bolsonaro levará seus adversários e inimigos ao desespero se entrar fundo no debate sobre mudanças na estrutura do Estado-Ladrão brasileiro. A reinvenção do Brasil, pela via da Intervenção Constitucional, é um assunto imprescindível. Começam a amadurecer as pré-condições para as mudanças desejadas. As lideranças das Forças Armadas clamam pelo amplo debate para a formulação de um Projeto estrutural de Nação para o Brasil.


    O candidato Jair Bolsonaro tem a obrigação de marchar nesse sentido. O candidato Ciro Gomes, por iniciativa de seu ideólogo Roberto Mangabeira Unger, promete entrar no debate sobre o que chama de "Projeto Interno Forte". Os segmentos pensantes da sociedade brasileira precisam ir além da mera futrica ideológica, polarizada na falsa batalha com os rótulos imprecisos de direita e esquerda. Já passou da hora de definirmos que Brasil queremos e podemos construir.


    Felizmente, está sendo questionada a hegemonia institucional criminosa na máquina estatal brasileira. A maioria da sociedade não suporta mais o Estado-Ladrão. No entanto, ainda é preciso debater as soluções práticas e concretas para a afetiva implantação de um Estado Democrático, baseado na segurança do Direito, no respeito e obediência consciente a leis que tenham mais legitimidade que (a mera) legalidade.


    Por isso é fundamental a formulação de uma nova Constituição. A tarefa não é para políticos profissionais. É uma missão para cidadãos que dominem conceitos políticos, econômicos e sociais corretos. Temos de ir muito além do mero fla-flu eleitoral... Do contrário, em 2018, vamos repetir o mais do mesmo.  


    Quem lidera?



    Abolição temerária



    Bem chutado



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    © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Outubro de 2017.

    Tauba Até

    Posted: 21 Oct 2017 04:07 AM PDT


    "País Canalha é o que não paga precatórios"

                  

    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Carlos Maurício Mantiqueira


    Um grupo de franceses em visita ao Brasil se interessou em conhecer "Tôbate"no vale do Paraíba.


    Conforme a cultura tal a pronúncia.


    No momento, a classe política procura uma "táuba" de salvaCão, até ver passar o "perigo".


    Os galos eram do Périgord. Aqui, o perigo, gordo.


    Enquanto dona Onça hiberna, procuram se esconder na caverna. Mas a maioria se Lascaux.


    Pagarão o pato (confit de canard) e terão seu fígado transformado em patê (foie gras).


    Não pensem, amáveis leitores, que também não vejo o show de horrores.


    Inconformado com a tardança (ou a "tar da onça" em dialeto caipirês).


    Uma hora a tal bichana (que se finge de vegana) resolve entrar na dança.


    Serão sopas sobre méis, pros G20 e pros G10.


    Cáspite! Alvíssaras! diremos. Talvez não seja a ideal mas é a que temos.



    Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

    Esclarecendo a Confusão do Voto Nulo

    Posted: 21 Oct 2017 04:06 AM PDT


    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Renato Sant'Ana


    "Se a família do candidato votar nele, ainda que o restante da população

    anule o voto, ele estará eleito."


    Vá saber com que propósito, circula na rede uma campanha de DESINFORMAÇÃO, pregando o voto nulo e difundindo a ideia totalmente falsa de que anular o voto pode forçar uma nova eleição e impedir que os candidatos atuais concorram novamente. E ainda atribuem a mentira ao juiz Sergio Moro!


    A verdade é que basta um número irrisório de votos para a eleição ser válida. Se a família do candidato votar nele, ainda que o restante da população anule o voto, a eleição será válida e ele estará eleito.


    É o art. 224 do Código Eleitoral que regula o assunto: se a JUSTIÇA ELEITORAL anular mais da metade dos votos, então uma nova eleição será marcada. Atenção! É de votos anulados pela JUSTIÇA ELEITORAL que o dispositivo está falando! Nada tem a ver com o ato voluntário de o eleitor anular seu voto!


    Quando ocorre? A JUSTIÇA ELEITORAL anula, por exemplo, os votos de candidato irregular. Imaginem que se elegeu para prefeito municipal alguém que se registrou com o nome de Policarpo Quaresma. Depois, foi descoberto que o nome era falso, um expediente para ocultar a verdadeira identidade por motivos ilícitos.


    Nesse caso, o eleitor foi enganado, pensando escolher uma pessoa, quando, de fato, estava votando noutra. Daí, todos os votos de Policarpo Quaresma serão anulados. Contudo, apenas se ele recebeu mais da metade dos votos válidos é que vai ser marcada uma nova eleição. E os outros candidatos, frise-se, poderão concorrer novamente.


    Em suma, VOTO NULO VOLUNTÁRIO JAMAIS ANULA ELEIÇÃO! Para que banalizar o uso das redes sociais com bobagens?


    Mais, a quem interessará divulgar a patacoada do "voto nulo"? Quem vai tirar proveito, se um grande contingente da população acreditar na mentira? Veja aqui um vídeo que elimina qualquer dúvida:




    Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

    A Ditadura do Proletariado, segundo Marx

    Posted: 21 Oct 2017 04:04 AM PDT



    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Carlos I. S. Azambuja        


    Como plagiador, Marx ultrapassou os limites da pura desonestidade. De Marat, se apropria da frase "o proletariado nada tem a perder, exceto os seus grilhões". De Heine, "a religião é o ópio do povo". De Louis Blanc, sacou a fórmula "de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades". De Shapper, tirou a convocação "trabalhadores de todo o mundo, uni-vos", e de Blanqui, a expressão "ditadura do proletariado". Até mesmo sua obra bem acabada e vertiginosa, O Manifesto Comunista (1848, em parceria com Engels), é um plágio vergonhoso de O Manifesto da Democracia, de Victor Considérant, escrito cinco anos antes.

    A opção da via democrática ao socialismo e o abandono do princípio da ditadura do proletariado como expressão do poder político da classe operária é um debate teórico que se desenrola, há anos, no Movimento Comunista Internacional, pois é considerado aquilo que constitui a chave do marxismo-leninismo: a teoria de Estado.

    A fase, ou etapa, do Estado de todo o povo, conforme definição constante da Constituição stalinista de 1936, ou do socialismo desenvolvido, segundo a Constituição de 1977, apresenta formas inéditas de Estado, sem explicação e nem fundamentação teórica desde a perspectiva da teoria marxista. Ou seja, significa uma etapa a mais entre o capitalismo e o comunismo, introduzida pelos ideólogos do Kremlin.

    É sabido que Marx assinalou que "entre a sociedade capitalista e a sociedade comunista existiria um período de transformação revolucionária da primeira na segunda". Esse período de transformação do capitalismo em comunismo seria denominado socialismo, ou "primeira fase da sociedade comunista".

    A caracterização do socialismo como primeira fase da sociedade comunista é fundamental para compreender seu alcance e limitações.

    Ao assinalar que essa fase intermediária entre o capitalismo e o comunismo levaria, ainda, "o sinete da velha sociedade", Marx reconheceu que, necessariamente, persistiriam elementos da velha sociedade capitalista em luta com aqueles elementos que seriam expressão da nova sociedade: a comunista. Persistiria existindo o direito burguês, que prosseguiria regendo o caráter da distribuição da riqueza social: "a cada um segundo o seu trabalho". Persistiria a exploração do trabalho assalariado, a exploração da classe operária e a sua força de trabalho.

    O socialismo, ao eliminar a propriedade privada sobre os meios de produção, terminaria, apenas, com uma das formas de exploração do homem pelo homem. Na medida, porém, em que a força de trabalho continuasse sendo encarada como uma mercadoria e o salário como o seu equivalente, o trabalho seria, ainda, assalariado. Persistiriam as classes sociais e a luta de classes continuaria sendo o motor da História. Persistiria o Estado como "expressão da dominação de uma classe sobre as outras". Haveria, porém, uma mudança fundamental no caráter de classe e no tipo de Estado que possibilitaria a transformação revolucionária da sociedade capitalista em comunista. Segundo Marx, "a esse período corresponderia também um período político de transição, cujo Estado não poderia ser outro senão a ditadura revolucionária do proletariado", expressão tomada de Louis Auguste Blanqui.

    Karl Marx assinalou ainda que uma das finalidades da sua obra – "O Capital" – foi a de "encontrar a lei econômica que regularia o movimento da sociedade moderna" e que "ainda que uma sociedade haja encontrado o caminho da lei natural com auxílio da qual se movimenta, jamais poderá ultrapassar e nem descartar, por decreto, as fases naturais de seu desenvolvimento. Poderá, unicamente, encurtar ou mitigar as dores do parto".

    Dentre as leis atribuídas a Marx, uma delas assinala que "a luta de classes conduz necessariamente à ditadura do proletariado (...) e que essa mes
    ma ditadura nada mais é que o trânsito a uma sociedade sem classes".

    A questão fundamental em torno da ditadura do proletariado não é tanto a necessidade de uma maior ou menor violência ou coerção sobre a burguesia expropriada, nem do maior ou menor grau de liberdade ou democracia. A questão central é definir se a revolução indolor, pacífica e democrática pregada por Gramsci, significa e constitui somente uma mudança da classe que exerce a dominação do Estado, ou se exige um novo tipo de Estado que tenha como objetivo a absorção da sociedade política pela sociedade civil, a não separação entre esta e o Estado, e o fim da divisão entre homens que governam e homens que produzem, condições fundamentais para o desaparecimento do Estado e o trânsito à sociedade comunista.

    O socialismo não é, portanto, um modo de produção autônomo como o é o capitalismo, e nem um Estado acabado. Então, o que é o socialismo?

    O socialismo, no dizer de Marx, seria apenas um período político de transição e de luta "
    entre os elementos que buscam restabelecer e perpetuar a velha sociedade, que morre, e os elementos da nova sociedade, que nasce". A tendência ao avanço ou ao retrocesso estaria condicionada por múltiplos aspectos, dos quais o Estado seria um dos fundamentais, uma vez que, para que essa sociedade realmente cumprisse suas funções de sociedade de trânsito ao comunismo, o Estado não poderia ser outro que não o da ditadura do proletariado.

    Lênin, por sua vez, justificou esse período de transição – ditadura do proletariado – e atribuiu a inevitabilidade de nele persistirem o direito burguês e um poder coercitivo, ao fato de que, ao saírem da sociedade capitalista, "os homens não estão ainda preparados para trabalhar para a sociedade sem sujeição a nenhuma norma de direito, e porque, também, não existem as premissas econômicas para essa mudança". Todavia, por outro lado, assinalou Lênin, "a organização comunista do trabalho social (...) baseia-se, e cada dia mais se baseará,
    na disciplina consciente dos próprios trabalhadores (...) Essa nova disciplina não cai do céu e não é conseguida apenas com boas intenções. Ela surge exclusivamente das condições materiais da grande produção capitalista, e o portador, o veículo dessas condições materiais, é uma classe histórica determinada, criada, organizada, agrupada, instruída, educada e aguerrida pelo grande capitalismo. Essa classe é o proletariado".

    Conclusão de tudo isso: no período de transição denominado socialismo – fase inferior do comunismo – deveriam ocorrer uma série de condições que assegurassem o desenvolvimento social à fase superior. Uma das condições é a de que o Estado surgido da revolução deveria ser 
    um Estado com capacidade de extinção. A sociedade reorganizar-se-ia de forma tal que permitiria suprimir a divisão entre governantes e governados visando estabelecer uma única condição: a de homens que produzissem e, ao mesmo tempo, atendessem às funções de governo.

    A forma organizativa que permitiria conjugar o Estado com a produção, teria por base um Estado organizado sobre conselhos operários, organismos desde os quais a classe produtora administraria os meios de produção e exerceria as funções de Estado, deliberaria, decidiria e executaria. Os órgãos máximos de poder seriam as assembléias de fábricas. Os delegados dos conselhos regionais e nacionais seriam demissíveis em qualquer momento. Qualquer semelhança com a Lei 8243 é pura coincidênia...

    O aparato burocrático do Estado iria, assim, desaparecendo progressivamente. A estrutura hierárquica das empresas e a administração pública desapareceriam também, as tarefas administrativas seriam simplificadas ao máximo e iriam perdendo seu caráter político.

    A máxima democracia operária seria acompanhada da mais ampla liberdade de pensamento, de reunião, de organização e de expressão. A Justiça não seria um aparato independente da população, na medida em que seria exercida através dos próprios órgãos de Poder. Os órgãos de repressão e coação seriam eliminados por desnecessários.

    A fusão do ensino técnico e superior com a produção permitiria a educação permanente e ininterrupta dos produtores. Um novo tipo de vida criaria as condições necessárias à emancipação da mulher da escravidão doméstica para tornar efetiva sua igualdade ao homem, tanto em seu papel produtivo como na vida social.

    Agora comparemos tudo isso que Marx imaginou com aquilo que em seu nome foi implantado na ex-União Soviética, e que ainda persiste em Cuba e na Coréia do Norte.  


    Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

    sábado, 7 de outubro de 2017

    Alerta Total

    Alerta Total



    Samba do Poderoso Doido, não!

    Posted: 06 Oct 2017 05:37 AM PDT


    Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

    Uma análise resumida do noticiário confirma que o Brasil é um Hospício a céu aberto. O domínio do Crime Institucionalizado ultrapassa todos os limites. A causa essencial de tudo é o Estado-Ladrão e sua Constituição completamente esclerosada aos 29 anos de sua promulgação. A mania interventora foge completamente do controle. Os auto-proclamados donos do poder fazem o que querem. Ilustres bandidos aproveitam a insegurança jurídica para cometerem toda espécie de violência e ficam impunes. As pessoas comuns não têm defesa contra a barbárie estatal. Na hora que reagirem, será na base da porrada, o que mergulhará o Brasil em uma guerra civil – já em andamento, porém não declarada oficialmente.

    Estamos na ditadura do Crime Institucionalizado. Só o cinismo da esquerdalha não quer perceber ou finge que nada de grave acontece. A liberdade individual nunca foi tão atacada como agora, e a tendência é que a situação piore. A desqualificada classe política perdeu completamente a vergonha e o senso de realidade. Imagina um deputado propor uma censura prévia contra a livre expressão na Internet. Quem falar mal de político será tirado do ar? O canalha que defende uma coisa hedionda dessas é quem merecia uma prisão prévia, porque é um legítimo criminoso institucional. Uma regra destas é o samba do poderoso doido.

    O Brasil se aproxima do ponto de ruptura institucional. Não só pela guerra aberta e declarada de todos contra todos os poderes. Mas porque a maioria da população está a ponto de perder a paciência e partir para a ignorância contra os "poderosos". A reação fora de controle acontece quando o animal humano fica acuado e tem sua sobrevivência objetivamente ameaçada. A única alternativa racional precisa ser adotada pelos que ainda não foram completamente afetados pela barbárie estatal. A única saída imediata e segura é mudar: reinventar o modelo estatal brasileiro. O livre debate sobre um plano estratégico para o País é fundamental. Os militares da ativa têm insistido nesta solução.

    O jogo está bem claro. Executivo e Legislativo, completamente desmoralizados, não querem mudanças. Embora tenha se especializado em flechar presidentes, governadores, prefeitos, deputados, senadores e empresários, a maioria do Ministério Público Federal também não deseja mudanças profundas. O Judiciário se divide perigosamente acerca do assunto. Os militares são os únicos que deixam claro o compromisso com o respeito a um Estado Democrático de Direito, mesmo sabendo que isto só existe na retórica, e não na realidade prática brasileira. Os generais que falam em "normalidade institucional", sinceramente, sabem que tudo nunca esteve tão anormal.

    É por isso que estão sendo geradas as pré-condições históricas e culturais para uma Intervenção Constitucional. Os segmentos não corrompidos pela ação criminosa institucional defendem que a única solução possível é um pacto social para a elaboração e debate da sétima Constituição Federal brasileira. É consenso entre as pessoas de bem e do bem que a Nova Carta será uma declaração de princípios para a instituição de uma máquina estatal que garanta as liberdades do cidadão, definindo claramente os direitos e deveres, e assegurando as condições para o empreendedorismo sem as limitações impostas pelo Estado-Ladrão-Intrerventor.

    O debate sobre a Nova Carta deverá unir os mais capacitados membros da sociedade junto com os integrantes dos dois poderes capazes de viabilizar ou impedir mudanças: o Judiciário e o Militar. Na prática, eles são os garantidores objetivos da Democracia – a Segurança do Direito. Não podemos mais fugir ao debate para a formulação de um Plano Estratégico para o Brasil que servirá de base para a Constituição baseada em conceitos corretos e científicos que definam os rumos desejados pela maioria pensante da sociedade brasileira.

    Temos de substituir o samba do poderoso doido por uma sinfonia democrática que coloque, sob controle direto da sociedade, todos os poderes republicanos: o Executivo, o Legislativo, o Judiciário, o Ministério Público e as Forças Armadas. O resto é conversa fiada e perda de tempo.

    Orloff temerário



    Ficou valente



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    © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 6 de Outubro de 2017.

    Sarapitomba

    Posted: 06 Oct 2017 05:34 AM PDT


    "País Canalha é o que não paga precatórios"

                  

    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Carlos Maurício Mantiqueira


    De cidade maravilhosa a Sarapitomba não há mais que meia bomba.


    Já no planalto "demi-bombé", aguarda-se para breve, quem a porcada leve.


    "Esperar mais, para quê?"


    Até quando viveremos este quadro nefando?


    Parece agonia de tio rico , sem filhos.


    A sobrinhada, na ante sala da UTI, aguarda, ávida, pela concretização da herança.


    De tempos em tempos, um dos prováveis novos-ricos ,entra na unidade.


    Ao sair, os primos perguntam: "Já foi ?".


    Ele responde: "Ainda não, mas deu uma falhadinha boa!"


    Assim estamos. A felina subiu no telhado; rosnou; deu ultimato.


    Quando será o desenlace de fato?


    O urubuzário sabe que está sem cachorro no mato.


    O resto da porcada imprudente, continua a fazer pic-nic num afundante Titanic.


    Gloria mundi transit sic.


    Dançarão o vampiro, o bolofofo, o panarício e a Dama de Pique.


    Tremei diante de Alba, o Duque: Fabricio ou Fradique.


    Fontes inspiradoras:



    Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

    Infância Roubada

    Posted: 06 Oct 2017 05:33 AM PDT


    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Renato Sant'Ana


    Há muitos anos, tive por paciente uma mulher de meia-idade com seqüelas emocionais que lhe arruinavam por completo a vida. Basta saber que, na infância, sua mãe franqueava-a para que um vizinho abusasse sexualmente dela. Sim, é isto mesmo! Os abusos que, na infância, lhe deixaram marcas inapagáveis foram chancelados pela mãe. Antigamente, relatar esse fato provocaria uma repulsa unânime; hoje, já não sei.


    O Brasil, que já tem destaque no mapa do energúmeno "turismo sexual" - pela reputação (duvidosa) de "mulheres fáceis" e, mais grave, pela prostituição infantil -, ganhou notoriedade nos últimos dias com a propagação de imagens feitas num "espaço" do MAM (Museu de Arte Moderna de S. Paulo), em que uma menina manipula o corpo de um "artista": um homem adulto completamente nu. Orientada e incentivada por uma mulher que deve ser sua mãe, a menina de uns seis anos manipula a mão direita e depois, demoradamente, a perna do "artista" que está deitado e imóvel. E ele, identificado como Wagner Schwartz, não apenas o permitiu, mas também dançou "Ciranda, Cirandinha" com outras quatro crianças, ele sempre nu, balançando as genitálias (o Ministério Público instaurou inquérito para investigá-lo).


    Antigamente, relatar esse fato provocaria uma repulsa unânime; hoje, não. Nas redes sociais e até na imprensa, ridiculariza-se quem faz qualquer objeção ao fato.


    E serão mesmo genuínas a motivação e a conduta daquela mãe? Seja como for, sua conduta coincide com uma onda ideológica que vai do "politicamente correto" à nefasta "ideologia de gênero" em cujo ideário está a supressão da crítica, o afrouxamento das regras no tocante a "comportamento sexual", o desfazimento das diferenças intergeracionais (criança, jovem, adulto), a genitalização dos afetos, a supervalorização das experiências sensuais, a eliminação do "senso de ridículo", a naturalização impositiva daquilo que a tradição fixou como reprovável, o desprezo desdenhoso contra quem pretende preservar valores e, como objetivo final e sua síntese, um relativismo moral que se traduz em um "vale tudo".


    Não há, obviamente, equivalência entre a hediondez do primeiro parágrafo e o que fez a mãe no museu. Mas, será possível ignorar o significado cultural da nudez? É aí que surge uma conexão entre um e outro caso: embora em graus distintos, em ambos houve uma "invasão" arbitrária no desenvolvimento da sexualidade infantil.


    Oxalá, nenhum dano haja. Mas, será possível, para a mãe do MAM, antever o efeito daquela interferência na personalidade da filha? Num cenário em que há mais dúvidas do que certezas, por que não agir com mais cautela? Dado que ninguém conhece a forma perfeita, por que não trilhar um caminho mais seguro e sem exageros inovadores?



    Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

    Desconstitucionalização

    Posted: 06 Oct 2017 05:32 AM PDT


    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli


    Ao tempo em que a constituição federal completa 29 anos de vigência, cabe uma profunda reflexão sobre seus contornos e a necessidade de se repensar a mudança do sistema. Ao invés de adotarmos a linha de Montesquieu de separação de poder, convivemos com a constante
    confusão entre os poderes, um pecado original a assembléia nacional constituinte fundada exclusivamente no poder do parlamento alijando a sociedade civil de sua feitura.


    Mas não é só. Os problemas oriundos de uma constituição livre, aberta e ostentando direitos em abundância, não veio acompanhada de qualquer regulação prudencial, jogando aos ventos conceitos programáticos de liberdade, igualdade e garantias que em tese não passam de retoques formais. Com razão,nesses quase trinta anos de vigência da Carta Política pouco se muda e a evolução para melhor, se houve, fora mínima.


    Além disso tudo reside, repousa numa interpretação de conotação constitucional. Não podemos submeter a Corte Suprema ao opinamento, e com ele o malsinado foro privilegiado. Temos que sair da visão maniqueísta que sem uma solução de consenso derrama-se uma questão sobre os ombros do STF para que ele venha a se pronunciar sobre a interpretação da constituição federal. Essa conduta não ocorre em qualquer parte do planeta. Nos países de primeiro mundo a corte suprema julga poucos recursos, mas de repercussão geral.


    Esse modelo faliu literalmente, como a federação e a República fora espinafrada pela absorção de valores pouco éticos e grupelhos que assaltaram o poder e na promiscuidade do público e privado cuidaram apenas do particular. Não tem o menor sentido  prosseguirmos na esfera de uma constituição que ao longo dos anos ficou esclerosada e divorciada do sistema, e não confere à sociedade o direito de ter uma representatividade mais forte.


    Uma Constituição deve e necessita ser concisa, enxuta e clara. Não pode ter centena de artigos e um número maior de emendas constituicionais, a significar que o texto original já fora alterado e com isso houve uma deformação do sistema elaborado pela assembléia nacional constituinte. Propostas de emenda constitucional são saudáveis, porém não na intensidade e no mecanismo de 513 deputados federais e 81 senadores.


    Nada funciona a contento e o entrechoque de interesses entre os poderes instituídos provoca fraturas, rupturas e coloca em risco o regime democrático. A radicalização é sempre possível mas não agrada. Na França de hoje um candidato de centro esqueceu-se acertadamente do confronto e propôs um País pacificado e livre de arroubos que levariam aos extremismos. Foi assim que Macron revolucionou a França e saiu com a candidatura de alguém sem o vício de ligação com o poder corroído
    pelo descrédito.


    Aqiui a desconfiança da população e total pessimismo a sociedade civil se somam à falta de opção para o ano de 2018. O canhestro sistema de voto obrigatório e do horário político gratuito são coisas inaceitáveis e ainda o fundo partidário bilionário. A Constituição de 1988, de 5 de outubro, acreditou que bastaria construir as pilastras de um regime democrático que logo em seguida a governabilidade tornaria letra em atividade, mas ao contrário se consolidou em letra morta. Dessa maneira, portanto, sem uma reforma constitucional profunda não evoluiremos e não sairemos da zona de conforto, comodismo que a sociedade não pode ser vítima.


    Sem as reformas políticas ambicionadas pela sociedade civil elas passam inexoravelmente pelas mãos do STF. Exigir que o candidato tenha partido configura uma camisa de força inaceitável,ele pode ter boas idéias e disputar o cargo e ter um vácuo de até dois anos para se filiar alguma legenda sem perder o mandato para o qual fora eleito. Findar o fundo partidário e reduzir os partidos a, no máximo, meia dúzia, parece - nos inadiável, ao que tudo indica conviveremos com múltiplas crises porquanto a nossa Constituição trouxe cláusulas pétreas inaplicáveis e construiu um modelo virtuoso dentro de um circulo vicioso de muitos direitos e excesso de garantias, muito belo numa pintura cuja foto não se transforma num filme a ser assistido pela soberania popular - outro predicado que é meramente teórico, já que a população sempre paga impostos e com ele todas as contas de um endividamento público enorme.


    Ao lado disso, pesados grupos políticos e econômicos não permitiram que
    diversos dispositivos fossem regulados para efeito de implementação, dentre os quais a assistência à saúde, proteção à família, taxa de juros de doze porcento ao ano, etc. O contexto constitucional, nesse seu aniversário de plena mocidade, de apenas 29 anos, nos leva ás diversas interrogações e muitas perplexidades, se uma Carta Política longa fosse suficiente para construção de uma democracia e pacificação do povo. A nossa seria a melhor do mundo, mas no entanto deixa e muito a desejar.


    Devemos, a passos largos, desconstitucionalizar o modelo, conferir autonomia mais ampla aos municipios e permitir que os Estados se autodisciplinem e autogovernem. A intervenção da União haverá de ser pontual e em campos estratégicos e momentos específicos. No Brasil a União é o primo rico, da carga tributária, e os primos pobres estados e municípios literalmente quebrados e submetidos ao escárnio do refinanciamento de suas dívidas.


    A carga tributária sempre em excesso bloqueia a atividade empresarial, mas sempre aparece um refinanciamento para não ser cumprido dando alento e fôlego aos maus pagadores quando não aos sonegadores. É chegado o tempo de revermos a Lei Maior, desconstitucionalizar o funcionamento do Brasil, conferir autonomia e livre discernimento para Municípios e Estados e aqueles sem orçamentos controlados sofreriam
    processo de monitoramento e se o caso seriam absorvidos pelos mais ricos.


    Vemos em pleno século XXI que o conflito entre poderes não é a jabuticaba brasileira. Na Espanha sequer a decisão da corte fora obedecida na votação da independência da Catalunha. Os tempos são realmente bicudos,mas não temos o que comemorar no aniversário da constituição brasileira, a qual ostenta boa parte do nosso retrocesso,da judicialização de conflitos, e do moroso serviço judiciário nas mais variáveis vertentes jurisdicionais.



    Uma Constituição depende da participação de todos os membros da sociedade civil e a blindagem que nela existe em prol dos parlamentares é um dos principais motivos do divórcio entre a sociedade e o eleito.

    Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

    O Papa Francisco menosprezou o povo catalão

    Posted: 06 Oct 2017 05:30 AM PDT


    Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

    Por Sérgio Alves de Oliveira


    Sem dúvida o Papa Francisco foi infeliz nos pronunciamentos que deu sobre o Plebiscito realizado na Catalunha, domingo, dia 6 de agosto de  2017, o qual objetivou  consultar o povo catalão sobre a sua  vontade de desligar-se, ou não, política e juridicamente , do país-mãe, a Espanha. Demonstrou, sem conseguir esconder dos fieis católicos do seu tempo e de todo o mundo, que a sua fala não pode ter sido inspirada em Deus, porém no "outro". Mas esse tipo de procedimento da Igreja através dos tempos na verdade não representa grande novidade. Em grande parte do tempo da marcha da civilização a Igreja sempre esteve ao lado dos mais poderosos. A propalada "opção pelos pobres" geralmente só serviu para encher discursos.


    Todavia em última análise o Sumo Pontífice perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. Demonstrou total ignorância  em Teoria Geral do Estado e outras ciências correlatas  que estudam o fenômeno da formação ,modificação e extinção dos países. O pior é que o Papa ampliou  as suas "asneiras" de modo a atingir semelhantes  pleitos da Escócia e Padania, tradicionais  regiões secessionandas, respectivamente, da Grã-Bretranha e Itália.


    Porém o mais impressionante foi o silêncio papal sobre o mesmo fenômeno que está atualmente acontecendo bem "na cara" do seu país de origem, da Argentina, mais especificamente na Região Sul do Brasil, formada pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que unidos buscam independência em relação ao  Brasil, e cujo território confronta com a Argentina. Saberia Sua Santidade, porventura, que em 2016 foi realizado um plebiscito  informal (Plebisul) na Região Sul do Brasil, onde 95 % dos votantes aprovaram a Independência do Sul? E que esse percentual foi superior ao agora apurado na Catalunha, que teve 90% de aprovação?


    Sugiro então ao Sr. Papa que acompanhe o próximo PLEBISUL, sob batuta do MOVIMENTO O SUL É O MEU PAÍS, a se realizar no próximo sábado, dia 7 de outubro, nos três Estados do Sul.


    Mais parece que a enorme bagagem de conhecimentos exigidos dos candidatos a "PAPA" não inclui as TEORIAS QUE PRESIDEM O NASCIMENTO DOS ESTADOS. São elas, resumidamente: (1) PRINCÍPIO DAS NACIONALIDADES, defendida por Mancini em 1851. Por essa Teoria, as populações ligadas entre si por identidade de raça, de língua, de costumes e tradições, formam naturalmente uma nação e devem ser reunidas num só Estado. Com ela a Grécia ficou independente em 1829,a Holanda e a Bélgica se separaram (1830), a Itália  foi unificada (1859),e também a Alemanha (1967,1871), e os países balcânicos ficaram independentes. Essa doutrina prima pelo "não-intervencionismo";


    (2)  TEORIA DAS FRONTEIRAS NATURAIS,  defendida por Napoleão ,que teria dito  que a Europa só encontraria  paz quando as nações estivessem  integradas nos seus limites naturais . Essa doutrina é polêmica, mas em algumas  situações ela se aplica;


    (3) TEORIA DO EQUILÍBRIO INTERNACIONAL: Segundo essa teoria "a paz decorre do equilíbrio". Também foi chamada de "Teoria da Paz Armada". A  autoria é de Richelieu. O Brasil usou-a quando defendeu a soberania do Uruguai, que integrava o seu território;


    (4) Mas de todas, parece que a TEORIA DO LIVRE ARBÍTRIO DOS POVOS seria a mais bem fundamentada. Segundo ela, somente o livre consentimento de cada povo justifica e preside a vida do Estado. É a maior  defensora  da autodeterminação dos  povos ,com raízes na filosofia liberal do século XVIII. Rousseau adotou-a, bem como a Revolução Francesa e a Doutrina de Wilson,de 1919. Condorcet teria firmado em 1792 que "cada nação tem o direito de dispor sobre o seu destino e de se dar as próprias leis". Essa teoria é alta expressão dos ideais democráticos.


    Então o Papa Francisco ignorou todos os preceitos doutrinários  atinentes à matéria discutida ao colocar no mesmo nível o poder repressor da Espanha e o mais legítimo direito democrático da Catalunha. Mas como cogitar de   "diálogo" quando só uma das partes é a agressora, usando da violência policial? Ademais, o Papa imagina erroneamente que um no país só poderia pleitear sua independência desde  que fosse "separado" geograficamente, talvez por milhares de quilômetros de "mar" do país-mãe.                                                                                                   


    Saiba, porém, Sua Santidade, que a única diferença entre secessão e todas  as outras formas de separação é que só a  primeira se dá entre territórios ligados  na superfície terrestre, e  se refere a um só  "pedaço" do território do qual se destaca. Quando são várias as porções de terra a se destacarem, com independência, vai ocorrer o "fracionamento", podendo o país-mãe ser extinto, ou não.


    Resumidamente pode ser afirmado com  toda a  convicção que as   doutrinas que presidem o direito de nascimento de novos Estados Independentes, Soberanos, Autodeterminados, fornecem total amparo aos pleitos independentistas da Catalunha, da Escócia, da Padania e do Sul-Brasileiro (USB-União Sul-Brasileira).



    Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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