TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM
A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho)
Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)
Terrorista: Deus é maior…
Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela.
Terrorista: Deus é maior…
Mulher: …do aquele que obedece sem refletir.
Terrorista: Deus é maior…
Homem: …do que aquele que trama para nos trair.
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Em reportagem, o "The Guardian" descreve a polícia de Vladimir Putin – a FSB – como sendo muito mais do que um simples órgão de segurança.
Porque combina funções de polícia e de rede de espionagem, com um poder talvez superior ao das antigas Checa de Lenine, NKVD de Stalin e KGB da URSS.
Putin é o verdadeiro restaurador do poder das antigas polícias secretas, agora sob a sigla FSB. Muitos de seus colegas na ex-KGB estão hoje no coração da Nomenklatura de oligarcas que governam as imensas empresas do Estado.
Os espiões que agem no exterior prestam conta a uma agência especial: a SVR, na qual a FSB tem um poder extraordinário, segundo confessaram agentes pegos pela contraespionagem americana.
As fronteiras estão desde 2003 sob o controle da FSB, com poderes arbitrários. A FSB também está encarregada de combater os "crimes econômicos", assediando os suspeitos de contatos com o exterior.
A máquina repressiva tem o encargo primário de sufocar os dissidentes
A agência ainda tem seu quartel-general na Lubianka, o prédio central de Moscou sinistramente notório por conta da repressão e dos assassinatos praticados pela KGB na era soviética.
O número de agentes é um segredo de Estado, mas o especialista Andrei Soldatov estima que sejam pelo menos 200 mil.
Para "The Guardian", as histórias da NKVD, a polícia política de Stalin, ajudam a compreender o jeito de governar de Vladimir Putin, admirador de Stalin.
Hoje nenhum manual escolar russo fala dos "crimes" de Stalin, só se mencionam os "erros".
O anúncio de construir um monumento a essas vítimas em Moscou desencadeou um terremoto nas esferas oficiais, pois é raro algum russo não ter um antepassado morto ou deportado.
"O problema é que Putin não pode admitir que o Estado russo é um Estado criminoso", disse Yan Rachinsky, copresidente de Memorial a maior organização independente que estuda os crimes do socialismo soviético.
Centro Histórico da Repressão Política Perm-36 lembra
as vítimas da repressão socialista soviética
no ex-campo para prisioneiros em Perm, oeste da Sibéria, Rússia
"Nós não vamos chamar a todos de criminosos, mas precisamos reconhecer a natureza criminosa da organização e a natureza criminosa do Estado naquela época", disse Nikita Petrov, outro historiador de Memorial, sobre a NKVD e a URSS.
Um deputado nacionalista ligado a Putin tenta levar a Memorial ante os tribunais sob a alegação de que promove a inimizade social.
A descoberta em um porão de Moscou de 34 esqueletos mortos com um tiro na nuca durante o Grande Terror produziu o primeiro choque em 2007, escreveu "The Guardian".
A descoberta foi feita durante a reforma de uma mansão aristocrática na Rua Nikolskaya 8/1, entre a Praça Vermelha e Lubianka, o ex-quartel geral da KGB.
Em 1937 a NKVD mandava matar uma média de 1.000 pessoas por dia, incluindo antigos bolchevistas, chefes de partidos, oficiais do exército, "elementos etnicamente perigosos" e proprietários.
Putin não quer que isso seja bem conhecido. A incógnita é: o que ele, admirador dos métodos pragmáticos de Stalin, fará se sentir que o povo russo não o acompanha em suas aventuras?
Como pensar usar a fabulosa máquina repressiva da FSB em caso de necessidade para se manter no poder que hoje periclita?
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Desde que as relíquias de São Nicolau de Bari foram expostas ao culto público, em virtude de um empréstimo temporário da Igreja Católica, mais de 1.807.600 de moscovitas foram venerá-las.
As filas em Moscou podiam demorar 10 horas para o fiel passar rapidamente, tocando ou beijando a sagrada urna, noticiou o jornal "The Washington Post".
Em São Petersburgo, segunda maior cidade russa, a contagem superava 340,000 enquanto prosseguiam as visitas com romeiros chegando de remotas cidades da imensa Rússia.
Essas manifestações maciças de devoção voltaram a patentear as tendências profundas – inimagináveis sem uma ação da graça – que trabalham o povo russo e o predispõem para o dia de sua conversão.
Vladimir Putin parece ter percebido esse horizonte – aliás, já previsto em Fátima – e fez uma adaptação do princípio atribuído a Lenine: como o comunismo gera necessariamente uma reação oposta, façamo-la nós antes que outros a façam.
"Antes que a Rússia se converta, dirijamos nós um pseudo retorno à religião", parece dizer o Vladimir II (não Lenine, mas Putin). Para isso ele apela ao seu acólito: o Patriarcado de Moscou.
Foi este último que recebeu da Santa Sé as relíquias e as faz girar pela Rússia como se fosse propriedade dele, afastando o protagonismo católico.
O fenômeno deixa perceber a magnitude do efeito que a pregação livre do catolicismo terá no povo russo.
Após gerações de furioso ateísmo comunista que matou milhões de russos para exterminar a religião e os fundamentos da civilização como a tradição, a família e a propriedade, multidões de russos desafiaram o frio para venerar seu santo mais amado.
Em Moscou, as relíquias ficaram expostas na catedral de Cristo o Salvador, que havia sido demolida pelos sovietes em 1931, mas hoje está restaurada.
São Nicolau é o santo do Natal, parodiado comercialmente por 'Santa Claus' ou 'Papai Noel'.
Filas em Moscou podiam durar até 10 horas para venerar o santo
"Todos os santos são especiais, mas ele é o que mais amamos", dizia Denis Knyazyev, 32, que viajou quatro horas para venerá-lo em Moscou.
Os sacerdotes cismáticos e os guardas tratavam bruscamente os devotos, mas estes não desanimavam.
Danila, moscovita de 14 anos, contava que teve uma sensação sobrenatural: "Foi como se Deus tivesse me ouvido". Muitos pediam por suas mais prementes necessidades pessoais.
Os russos que se afirmam religiosos duplicaram desde a queda da URSS. E agora, com a frustração das ilusões geradas por Putin, aumentou a procura pela ordem espiritual.
Cerca de dois milhões de pessoas escreveram a Putin pedindo melhorias nos ordenados, nas estruturas públicas e no sistema de saúde, o que o dono do Kremlin nem tem condições de atender.
Frustrado com a ausência do milagre que Putin não podia fazer, o povo foi também pedir isso a São Nicolau.
Em 2011, mais de três milhões de russos foram visitar um sino que teria pertencido à Virgem Maria.
Mas, desta vez, São Nicolau chegou de modo muito especial com suas autênticas relíquias.
"Durante 930 anos ninguém as viu. Mas agora é como se São Nicolau em pessoa tivesse descido em Moscou", reconheceu Maria Korovina, encarregada de mídia pelo Patriarcado de Moscou.
Vídeo: Mais de dois milhões de russos veneram as relíquias de São Nicolau
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Em discurso pronunciado diante de uma exultante multidão polonesa reunida em Varsóvia, o Presidente dos EUA, Donald Trump, descreveu a luta do Ocidente contra o "terrorismo islâmico radical" como forma de proteger "nossa civilização e nosso modo de vida".
Trump perguntou: "Temos a necessária convicção de nossos valores a ponto de defendê-los a qualquer custo?
"Temos o devido respeito pelos nossos cidadãos a ponto de proteger nossas fronteiras?
"Temos o desejo e a coragem suficientes de defender a nossa civilização diante dos que querem subvertê-la e destruí-la?".
Foi uma surpresa, um choque. Nossos jornais nem sequer conseguiram reagir. Alguns títulos mais avisados tripudiaram, mas inutilmente, observou Meotti.
Revide único e importante: alguns dias mais tarde, a União Europeia anunciou que começaria os procedimentos para punir a Polônia, a Hungria e a República Checa por se recusarem a aceitar migrantes.
Em resposta, Zoltan Balog, ministro de Recursos Humanos da Hungria, disse o seguinte, sobre o Islã e sua cultura religiosa trazida pelos migrantes:
"A Europa tem uma identidade diferente e é indubitável que as duas culturas não têm condições de coexistir sem conflitos".
Procissão em Budapest
A macromídia tachou o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban de "inimigo interno da Europa", porque disse "devemos manter a Europa cristã".
Mas Trump chamou a Polônia de "nação devota" e as revistas católicas dos EUA saudaram o "despertar cristão" na Europa Oriental.
É "óbvio" que a Polônia e a Hungria não sofrem ataques islâmicos porque têm pouquíssimos muçulmanos, ao passo que na Bélgica e no Reino Unido acontece o inverso, constatou Meotti.
A Europa Oriental entende melhor a cultura cristã ocidental que a própria Europa Ocidental. E em face do perigo russo é mais generosa com a OTAN que seus colegas ocidentais muito mais ricos, como a França e a Alemanha.
A Polônia é um parceiro confiável, aliado dos EUA, suas tropas lutaram contra os talibãs no Afeganistão e ajudaram a derrubar Saddam Hussein.
Trump escolheu a Polônia, um país que lutou contra o nazismo e o comunismo, para conclamar o Ocidente a mostrar um tantinho de disposição em sua luta contra o totalitarismo do Islã radical.
"O Ocidente é forte militarmente, mas fraco ideologicamente. Falta-lhe confiança civilizacional", assinalou William Kilpatrick, professor no Boston College.
Na Ucrânia, o expansionismo da "nova-URSS" sofreu brusca quebra.
Para decepção do comuno-progressismo ocidental.
A Europa Oriental deve resistir ao projeto da UE e prover à confiança cultural que falta, tão acentuadamente, aos europeus.
Europa Ocidental tem necessidade disso. Do contrário, a Europa toda será entregue aos invasores do Sul e do Leste, concluiu o diretor cultural de "Il Foglio".
Uma observação se impõe: do que adiantou meio século de opressão marxista na Europa Oriental?
O triunfo do materialismo operário de Marx, Lenine e Stalin deveria ter apagado a própria lembrança da religião católica nesses países. Mas um imenso boomerang histórico, religioso e cultural voa agora rumo aos países onde se formou a civilização cristã.
Nesses há um inicio de afervoramento católico. Mas quão pobre se comparado ao proveniente desses países católicos outrora pisados pela bota russa!
É difícil prever o futuro. Mas do passado poder-se-ia dizer que o período do pós-concílio foi mais nocivo ao Cristianismo que toda a atividade do Pacto de Varsóvia.
Mas esse movimento moralmente negativo parece estar se invertendo.
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Ladislav Kasuka redigia sua costumeira diatribe contra o ocidente para um site stalinista checo quando começou a receber mensagens oferecendo-lhe dinheiro para organizar protestos de rua.
Esse foi o ponto de partida de toda uma história objeto de reportagem de "The New York Times".
A primeira mensagem, recheada de bajulações pelo seu trabalho, chegou em russo, enviada por alguém que ele desconhecia. De início, a oferta foi de 300 euros.
Era para Kasuka, um stalinista checo sem um tostão, comprar bandeiras e cartazes destinados a uma manifestação pública em Praga contra a OTAN e o governo pró-ocidental da Ucrânia.
Logo depois, ofereceram-lhe mais 500 euros para comprar um videocâmara e publicar seus vídeos na internet. Ainda viriam promessas de outras quantias menores. Kasuka ficou surpreso, mas como o dinheiro "era para a boa causa" anticapitalista foi aceitando.
Pouco depois estava enleado numa estranha trama que funcionava nas redes sociais.
Seu caso foi apenas um entre muitos na Europa Oriental e Central, resultantes de uma campanha de influência frenética, por vezes grosseira, financiada por Moscou e dirigida por Alexander Usovsky, agitador nacionalista russo, sicário ideológico numa batalha para ganhar almas e mentes nos fios da Internet.
Se comparada à intromissão da Rússia nas eleições presidenciais nos EUA e na França, as atividades de Kasuka e outros como ele têm pouca relevância. Mas para Moscou servem e não pouco.
Um dia hackers ucranianos vasculharam o computador de Usovsky e fizeram vir à luz sua estratégia para ampliar a área de influência russa.
Recrutar ativistas independentes estrangeiros e irrigá-los com dinheiro fornecido por "oligarcas" e agentes do Estado putiniano.
Usovsky teve sorte instável, por vezes imprudente ou desastrada, mas procurou renovar as iniciativas à sombra do dinheiro do magnata da nomenklatura Konstantin Malofeev. Ele lhe pediu "um plano claro, concreto e realista para a chegada ao poder de forças pró-russas".
Usovsky "é um bom caso de estudo sobre os métodos russos", disse Daniel Milo, ex-funcionário do Ministério do Interior eslovaco, especialista em extremismo da Globsec, grupo de investigação de Bratislava. "Ele é uma pequena engrenagem de uma grande indústria. E poderia haver dúzias como ele", opinou Milo.
Ladislao Kasuka foi recebendo dinheiro fácil da Rússia
e acabou enleado numa rede dirigida pelo Kremlin
Usovsky começou a agir em 2014 cavalgando a onda de fervor nacionalista russo pela invasão da Crimeia. Montou uma rede de sites em várias línguas para promover a unidade eslava, alugou um escritório em Bratislava e criou uma fundação falsa, cuja fachada era promover a cultura.
Usovsky apresentou orçamento de milhares de euros a Malofeev entre outras coisas para promover candidatos pró-russos nas eleições polonesas, mas não conseguiu fazer vencer um só.
Identificou contudo sócios na Europa Oriental e Central dispostos a receber sua ajuda. Ampliou na internet as vozes radicais, fez com que pequenas passeatas parecessem muito maiores do que eram.
Trabalhou com a mídia informativa russa para garantir que "seus" colaboradores checos, eslovacos e poloneses recebessem ampla cobertura nos órgãos moscovitas com penetração no exterior.
Por isso Kasuka, o stalinista que mora num apartamento popular de Melnik, aparece habitualmente na mídia russa como um conceituado comentarista de geopolítica e de assuntos checos.
Chegou a dizer por meio de Russia Today que os EUA poderiam jogar uma bomba atômica na Ucrânia e culpar a Rússia para assim provocar uma guerra. Era absurdo, "fake news" no duro, mas servia para a propaganda moscovita.
Suas atividades são ecoadas como grandes eventos pela TV moscovita.
"É uma loucura total", comentou Roman Maca, analista sediado em Praga. "O Canal Um russo apresentou como notícia séria um protesto de 10 pessoas que na sua maioria candidatas à internação num hospital psiquiátrico".
Malofeev não ficou satisfeito com Usovsky. Então, esse foi atrás de outros doadores potenciais com planos detalhados para montar una "quinta coluna pró-russa", canalizando dinheiro para políticos anti-OTAN e a anti-UE.
Por sua vez, Kasuka desanimou das arruaças e agora se concentra no estudo da filosofia marxista, dos logros de Stalin e da miséria causada pela exploração capitalista.
Talvez esteja lendo a 'Laudato Si'.
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A "nova-Rússia" de Putin não esconde sua frustração diante da virada que está se operando na nova administração dos EUA.
Os russos chegaram com desânimo para o encontro Trump-Putin efetivado em Hamburgo. A cita outrora havia sido marcada com imensas expectativas da parte do Kremlin.
O presidente Donald Trump vem surpreendendo o mundo e consternando as esquerdas com posições merecedoras de alto encómio.
Tivemos ocasião de fazer reparos a iniciativas do candidato Trump que não se inseriam numa estratégia de defesa dos valores básicos da civilização ocidental e cristã.
Desta vez, elogiamos o clarividente discurso por ele pronunciado em 6 de junho do presente ano 2017 na Praça Krasiński de Varsóvia.
O presidente Trump foi a Varsóvia para participar da reunião da Three Seas Initiative, uma aliança de 12 países outrora escravizados pela União Soviética.
A aliança é promovida pela Polônia e pela Croácia e tem por objetivo livrar os países membros da dependência do petróleo e do gás russo.
Na sua breve passagem pela capital polonesa, Trump fez o referido discurso ante uma multidão, em ato oficial, tendo como fundo o monumento aos heróis poloneses do Levantamento de 1944. Esses patrióticos combatentes foram esmagados pelo exército nazista com a cumplicidade por omissão do exército soviético.
Nas limitações de um blog, condensaremos a continuação os pontos mais relevantes a nosso juízo.
O jornal espanhol "ABC" destacou oportunamente a importância histórica do discurso.
E o comparou ao do recém-eleito presidente Obama que, em Berlim no ano de 2008, desenhou sua visão do mundo e sua futura política internacional, obviamente de esquerda. Ele anunciou o plano que ele aplicou nos seus oito anos de presidência.
O discurso de Trump é análogo na importância, mas com um viés oposto: a defesa de Ocidente em face das "ameaças de dentro e fora (...) contra seus valores, sua cultura, sua fé e tradição".
A chegada das colunas americanas foi uma festa para a população polonesa.
Foto na cidade de Bialystok
E para deixar sua posição ainda mais explícita escolheu a cidade de Varsóvia.
Polônia está envolvida em graves tensões com a Rússia de Putin no Leste; com a União Europeia por causa de leis defensoras da vida e da família; e por fim com a onda de invasão islâmica apoiada pela mesma UE e pelo Papa Francisco I.
1) Presença militar americana na Polônia. Donald Trump elogiou o glorioso povo polonês num tema que enlouquece especialmente os donos do Kremlin: "seja-me permitido, disse agradecer a todo o povo polonês pela generosidade manifestada na bem-vinda a nossos soldados chegados ao seu país".
O caso é bem conhecido: os EUA estão transferindo milhares de soldados para a Polônia e países vizinhos. A causa é clara: a ameaça da Rússia.
2) Fim da chantagem energética russa. "Nós nos temos engajado, disse, em garantir o acesso a fontes alternativas de energia, para que a Polônia e seus vizinhos nunca voltem a serem reféns de um único fornecedor de energia".
É uma promessa das mais dolorosas para a Rússia. Os países do Leste europeu têm no pescoço uma corda de aço: os oleodutos e gasodutos que trazem da Rússia o combustível para funcionar e se aquecer no inverno.
O corte do fornecimento já foi usado por Moscou para intentar dobrar a Ucrânia. Se a chantagem não puder ser mais feita, a "nova-Rússia" perderá uma de suas maiores armas de pressão.
3) A luta entre o bem e o mal, e a certeza na vitória. "Embora a Polônia pudesse ser invadida e ocupada, disse Trump, e até suas fronteiras serem apagadas do mapa, nunca foi possível apaga-la da história ou de vossos corações.
"O triunfo do espírito polonês nos dá toda a esperança num futuro em que o bem vence o mal e a paz obtém a vitória sobre a guerra".
4) Polônia: modelo de defesa da civilização. "Eu estou hoje aqui para sustenta-la como exemplo para outros que procuram a liberdade e que desejam reunir a coragem e a vontade de defender nossa civilização.
"A história da Polônia é a história de um povo que nunca perdeu a esperança, que nunca foi quebrado e que nunca, nunca esqueceu quem é".
O "Milagre do Vístula": episódio emblemático da resistência polonesa à invasão soviética
5) Uma milagrosa resistência. Em 1920, no Milagre do Vístula, Polônia deteve o exército soviético disposto a conquistar Europa. Depois, sob a dupla ocupação [nazista e soviética] o povo polonês sofreu males para além de toda descrição.
Tentaram destruir esta nação, quebrando sua vontade de sobreviver. Mas há uma coragem e uma força profunda no caráter polonês que ninguém poderá destruir. O mártir polonês, [N.T.: o bem-aventurado] Monsenhor Michael Kozal, disse bem: "Mais horroroso de que una derrota das armas é um colapso do espírito humano".
6) Modelo de resistência ao comunismo. Em quatro décadas de governo comunista, Polônia e as nações cativas da Europa sofreram uma brutal campanha para demolir a liberdade, vossa fé, vossas leis, história, identidade, a própria essência de vossa cultura e humanidade. Mas, vós nunca perdestes esse espírito.
7) Não procurar a riqueza material, mas a Deus. Quando um milhão de poloneses se reuniu para a primeira missa com seu papa polonês, os comunistas de Varsóvia ficaram sabendo que o sistema opressivo logo desabaria.
Um milhão de poloneses não pediram riquezas. Não pediram privilégios. Mas cantaram simples palavras: "Queremos Deus". O povo da Polônia, o povo da América e o povo da Europa ainda bradam "Queremos Deus".
8) Polônia modelo em face da invasão islâmica. Hoje há ameaças graves para a nossa segurança e nosso estilo de vida. Vamos enfrenta-las e ganharemos.
Nós enfrentamos uma ideologia que exporta terrorismo e extremismo. Vamos detê-la. Temos que nos unir para despoja-los de seu território e de seu financiamento, suas redes e qualquer forma de apoio ideológico.
9) Face as novas modalidades de guerra da Rússia. Ocidente enfrenta novas formas de agressão que incluem a propaganda, os crimes financeiros e a guerra cibernética.
10) Exortação a Rússia cessar as provocações. Instamos Rússia a acabar com suas atividades desestabilizadoras na Ucrânia e em outros lugares, incluídas a Síria e o Irã.
Os inimigos fracassarão. Forças de dentro e de fora, do Sul ou do Leste, ameaçam minar nossos valores e apagar nossos liames de cultura, fé e tradição. Essas forças estão condenadas ao fracasso e nós, de fato, queremos que fracassem.
Uma multidão ovacionou o presidente Trump em Varsóvia
11) Pôr Deus e a família no centro. Nós nos esforçamos pela excelência e valorizamos as obras de arte que honram a Deus. No centro de nossas vidas, nós pomos a fé e a família, não o governo e a burocracia, Nós nunca retrocederemos.
12) Necessidade de investir mais na defesa militar. Aplaudimos a Polônia pela decisão de adquirir dos EUA o sistema de defesa aérea e de misseis Patriot. Vosso exemplo é magnífico, aplaudimos a Polônia.
13) Rearmamento psicológico e moral. Nossa defesa não é só um engajamento de dinheiro, é um engajamento de vontades. A defesa de Ocidente repousa também na vontade de seu povo para prevalecer. A questão fundamental de nossa época é saber se Ocidente tem vontade de sobreviver.
14) Restauração da família e dos valores. Temos confiança em nossos valores a ponto de defendê-los a qualquer preço? Temos o desejo e a coragem de preservar nossa civilização ante aqueles que a destruiriam?
Podemos ter as maiores economias e as armas mais letais. Mas se não temos famílias fortes e valores fortes, então seremos débeis e não sobreviveremos.
15) Reerguimento psicológico. Nossa luta pelo Ocidente não começa no campo de batalha: começa em nossas mentes, nossas vontades e nossas almas. Nossa liberdade, nossa civilização e nossa sobrevivência dependem de vínculos de história, cultura e memória.
16) Rumo à vitória com Deus e a família. O Ocidente cristão vencerá. Hoje o mundo ouvirá que o Ocidente jamais será quebrantado. Nossos valores prevalecerão. Nossa civilização triunfará.
Lutaremos como os poloneses: pela família, pela liberdade, pelo país e por Deus. Deus vos abençoe. Deus abençoe o povo polonês. Deus abençoe nossos aliados. E que Deus abençoe os EUA. Muito obrigado.
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As mais recentes estatísticas demográficas russas continuam apontando para um desastre sem precedentes.
Segundo a agência oficial Rosstat, entre janeiro e fim de maio de 2017 nasceram 70.000 crianças a menos que em idêntico período do ano passado.
Tal queda coloca a Rússia na via do suicídio demográfico, pois a diminuição da população atingiu o "ponto de não retorno", escreveu a jornalista Jeanne Smits em seu site Reinformation.
Com efeito, a angustiante interrogação levantada pelo Moscow Times, jornal anglófono de oposição e uma das poucas vozes independentes que ressoam na "nova-Rússia".
A catástrofe dizimou os recrutas do Exército que Putin quer para reconstituir a grandeza militar da falida URSS.
Por isso, o omniarca do Kremlin ordenou políticas favoráveis, meramente materialistas, à natalidade, mas fracassaram. Essencialmente religiosa, a moral familiar não se muda com leis.
E essa moral que havia desertado da velha URSS sem a graça de Deus não iria voltar na "URSS 2.0".
Não se pode esperar graça, ensinamento ou exemplo algum do clero do Patriarcado de Moscou que se contenta em emitir ruidosas declarações para consumo externo, mas que dentro da Rússia ninguém lhe dá ouvido.
A jornalista Ilan Berman vasculhou o último relatório oficial e encontrou que a própria Rosstat alerta para o ritmo acelerado da "extinção" da população russa, embora o Kremlin afirme que o pior ficou para trás.
Faz bela figura quem disser que Putin está invertendo a tendência com uma política enérgica, mas os números mostram outra realidade com toda sua crueza.
De acordo com o relatório World Population Prospects – 2017 Revision da ONU, a Federação Russa conta com 143,99 milhões de almas, e ruma para 140,543 milhões em 2030; 132,731 em 2050 e 124,013 em 2100.
Putin visita maternidade em ato de propaganda.
Prometeu "salvar 50 milhões de vidas", mas é inviável na atual imoralidade social
Putin prometera as medidas necessárias para "salvar 50 milhões de vidas" e fazer subir o total a 154 milhões.
Ao que se referia o presidente com a expressão "salvar vidas"? – Só pode ser o que todo mundo sabe: na Rússia o aborto bate recordes abissais. Mas nada detém a queda.
O único fator que impediu que fosse mais catastrófica foi o retorno de russos repatriados de antigas repúblicas soviéticas hoje independentes, como a Ucrânia.
Os índices de mortalidade são também assustadores, notadamente pelo abuso de álcool e drogas. Mas também ao arcaico, insalubre e corrupto sistema de saúde.
Paradoxalmente, a máquina de propaganda de Putin não deixa de apresentá-lo como o Carlos Magno, o Constantino que restaura de modo impressionante o cristianismo e os bons costumes.
A perspectiva da Rosstat aponta para uma perda líquida de 300.000 almas em 2017 porque os nascimentos não preencherão o vácuo aberto pelos decessos.
O Moscow Times constatou que não fez efeito a "bolsa maternidade" de 11.000 dólares oferecida por Putin às mães de mais de dois filhos.
A quantia não é nada pequena. Não falta a matéria, falta a moral que só a religião pode dar. Mas a promessa putinista remonta a 2006. Hoje, observa Berman, o desabamento da economia russa fez o dono do Kremlin "otimizar" os serviços sociais e de saúde.
O que há de "mais ótimo" que os filhos? Não faça essa pergunta em Moscou.
Em primeiro lugar a "otimização" ficou por conta do Exército e da expansão russa no exterior. Não menos importante é a "otimização" da máquina de repressão dos descontentes.
Depois veio o relançamento da economia. Mas isso vem se tornando inviável, pois a economia se encontra ainda num estágio soviético ou em mãos dos "oligarcas" da nomenklatura estreitamente ligada a Putin.
As FFAA e o esquema de repressão consomem 34% do orçamento russo
Essa tem entre outras funções a de impedir que se levantem cabeças quem não for do sistema.
A verdade pouco importa na "URSS 2.0". E um exército de trolls faz desencadear uma chuva de fake news através de Sputnik, Russia Today e redes sociais anunciando que o triunfo mundial do cristianismo depende do Patriarcado de Moscou, fiel executor dos diktats do Kremlin.
Simultaneamente repassam palavras de ordem contra o complô globalista dos capitalistas ocidentais partidários da propriedade privada, preocupados tão só em tomar conta de tudo no mundo e extinguir a população russa!
O orçamento militar russo foi multiplicado por 20 em 15 anos desde a ascensão de Putin, segundo a Bloomberg. As áreas de Defesa e de repressão interna representam 34% do orçamento federal russo contra 11% consagrado à saúde.
O mais incrível de tudo, conclui a jornalista Jeanne Smits, é que a imagem da Rússia de Putin é promovida em países europeus onde, por causa de uma mesma Revolução, a situação demográfica é igual ou pior que na Rússia.
A verdadeira e arrepiadora porfia é quem se esvazia primeiro. Putin tem de seu lado que na Rússia, as ONGs verdes não podem pregar livremente a drástica redução da humanidade. Tampouco os documentos 'Laudato Si' e 'Amoris laetitia' podem ser lidos pelo povo russo.
A solução do problema se encontra na restauração do pilar básico da Civilização Cristã que é a família católica. E isso não se faz sem a Igreja Católica medianeira única e universal da graça divina.
Embora possam brigar entre si, Putin, globalistas, ONGs, verdes, progressistas católicos, 'Laudato Si' e 'Amoris laetitia' fazem um bloco só para impedir um "retrocesso" ao doce jugo moral de Cristo.
O exemplo maravilhoso da Sagrada Família, com Jesus, Maria e José irradiando sua luz sobrenatural sobre todos os homens e épocas históricas, causa horror a essa colusão de interesses opostos.
Mas, no final, Nossa Senhora triunfará até na própria Rússia!
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Um avião dos EUA derrubou um bombardeiro sírio que atacava tropas da coalisão internacional em combate contra o Estado Islâmico (ISIS) na província de Raqa, cfr. "El País" de Madri.
O incidente estava anunciado. Apenas não se sabia a data e o local. A aviação russa e sua dependência síria ignoram o memorando de identificação mútua e atacam alvos civis ou pró-americanos dependendo das conveniências de Moscou ou de Damasco.
Segundo os EUA, único que forneceu informações verificáveis do incidente, um caça-bombardeiro 18E Super Hornet agiu em defesa própria contra um Sukhoi SU-22 sírio que bombardeava os aliados curdos e árabes em Yadib, no sul da cidade de Tabqa.
O comando militar russo foi advertido previamente para interromper o ataque sobre "amigos". Mas o costume russo é ignorar todo aviso.
"As ações hostis de Síria contra forças apoiadas pela coalisão que combate o ISIS não serão toleradas", advertiu mais uma vez o comando aliado.
Su-22 sirio (é o Su-17 da força aérea russa renomeado para exportação)
Nas operações para desalojar o ISIS de Raqa, os EUA também derrubaram um drone armado do exército de Damasco que atacava a soldados aliados.
Nos últimos meses, o Pentágono tinha bombardeado um comboio do regime pro-russo e destruído uma base aérea após o mortífero ataque de aviões sírio-russos com armas químicas contra a população de Jan Shijun, província de Idlib.
A derrubada do bombardeiro foi confirmada pela agência de noticias do governo sírio SANA e por porta-vozes de Washington. Esses responsabilizaram às forças sírias.
A TV síria divulgou comunicado militar com uma versão oposta dizendo seu avião estar atacando "terroristas". Por sua vez, a resposta russa como que já estava escrita. Ela acusou os EUA de "cínica transgressão da soberania" da Síria.
Em Moscou, o ministério da Defensa acrescentou que "nas zonas onde a aviação russa cumpre missões de combate no céu da Síria, qualquer objeto voador, inclusive aviões e aparelhos não pilotados (drones) da coalisão internacional, que sejam detectados ao oeste do rio Eufrates, serão considerados como alvos aéreos", registrou "El País" de Madri.
FA18 sobre o porta-aviões Truman. Um como este derrubou o Su-22
Após a declaração russa, o chefe do Estado Maior Conjunto dos EUA, general Joseph Dunford, garantiu que procura restabelecer as linhas de comunicação com a Rússia para evitar confrontos.
Mas Dunford esclareceu que em verdade as forças americanas "podem se defender sozinhas", façam ou digam os russos o que quiserem.
Moscou já interrompera a vigência do memorando após os EUA lançarem 59 misseis Tomahawk sobre a base de Shayrat, desde onde foi lançado um ataque químico contra a província de Idlib.
Mas em abril, o vice-ministro de Exteriores, Serguéi Riabkov, com palavras muito enroscadas rebaixou a qualificação da posição russa à categoria de bravata dizendo que a Rússia continuava o intercambio de informação com os EUA.
Em maio, o chefe do Estado Maior da Rússia, Valeri Gerásimov, confirmou telefonicamente a seu homólogo americano general Joseph Dunford, que queria "restabelecer plenamente a vigência do memorando", informou a agência russa TASS.
Área das ações.
O canal de comunicação é vital para evitar confrontações que podem degenerar e se ampliar facilmente entre forças que na prática se contrapõem, embora enfrentando um inimigo comum, comentou "El Mundo" de Madri.
Os ideólogos putinistas e seus "agentes de influência" no Ocidente apresentam a guerra da Síria quase como uma cruzada contra o globalismo americano que quer esmagar os povos do mundo. Esse estaria sendo hoje seria o caso da Síria – leia-se a ditadura filo russa de Assad.
A Rússia não mostra escrúpulos na hora de ir mais longe na sua cruzada sob o signo de uma anti-cruz toda feita de mentiras.
Assim está pondo o mundo permanentemente na beira do precipício.
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De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.
Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'. Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016
Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)
“Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.
A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.
MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:
“Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.
Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.
Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!
Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."
- A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA
“Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)- “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) - “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) - “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) - “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) - “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) - “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) - “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) - “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) - “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) - “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) - “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) - “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) - “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) - “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) - “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12)
- Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) -
Mário Kozel Filho
“Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
† † †
Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente
e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus
Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos
ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E
pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado
de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.
GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!