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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

  •  

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

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    sexta-feira, 6 de outubro de 2017

    [New post] Fr. Alejandro Moral Antón: Lutero não assumiu “a possibilidade de errar ou estar equivocado”.




    G. M. Ferretti posted: "O Fr. Alejandro Moral Antón, Prior Geral da Ordem de Santo Agostinho, à qual Martinho Lutero pertenceu, antes de deixar a fé católica, discorreu sobre a figura do heresiarca alemão em uma carta dirigida aos religiosos agostinianos. Por InfoCatólica, 3 de "



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    by G. M. Ferretti



    O Fr. Alejandro Moral Antón, Prior Geral da Ordem de Santo Agostinho, à qual Martinho Lutero pertenceu, antes de deixar a fé católica, discorreu sobre a figura do heresiarca alemão em uma carta dirigida aos religiosos agostinianos. Por InfoCatólica, 3 de outubro de 2017 | Tradução: Marcos Fleurer - FratresInUnum.com: Fr. Antón confirma as consequências da ruptura […]

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    G. M. Ferretti | 6 October, 2017 at 11:24 am | Tags: Atualidades | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-cqG




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    Guilherme de Oliveira em Burke: de volta à Assinatura Apostólica. Mas…
    Carlos BH em Editorial: A Eclesiologia de Francisco.
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    « “Correctio filialis”: um primeiro balanço. |


    • Fr. Alejandro Moral Antón: Lutero não assumiu “a possibilidade de errar ou estar equivocado”.



    O Fr. Alejandro Moral Antón, Prior Geral da Ordem de Santo Agostinho, à qual Martinho Lutero pertenceu, antes de deixar a fé católica, discorreu sobre a figura do heresiarca alemão em uma carta dirigida aos religiosos agostinianos.


    Por InfoCatólica, 3 de outubro de 2017 | Tradução: Marcos Fleurer – FratresInUnum.com: Fr. Antón confirma as consequências da ruptura originadas por Lutero:

    De forma um tanto redutiva, desejou-se fixar o início da Reforma na exposição pública de Martinho Lutero em Wittenberg com suas 95 teses sobre indulgências, em 31 de outubro de 1517. Em todo caso, não há dúvida de que Lutero promoveu uma verdadeira crise religiosa, e que provocou a ruptura do cristianismo ocidental e lançou as bases não do secularismo, mas do processo de secularização e do nascimento de uma nova Europa.

    O Superior dos Agostinianos indica:


    Não podemos esquecer que Martinho Lutero (1483-1546) era agostiniano. Ele entrou em nossa Ordem em 1505 e foi membro da Congregação para a Observância da Saxônia… Todas as fontes apontam que ele era um monge piedoso, fiel e sincero. Até 1521 ele sempre costumava assinar “Martinho Lutero, Agostiniano” e usou o hábito até 1524, conservando até sua morte muito do monge na piedade e estilo.

    Mas, por sua vez:


    Também é verdade que Lutero não só abandonou a Ordem, mas abominou a vida religiosa com todas as suas forças, rejeitou as práticas ascéticas e a piedade, da oração do breviário e outras obrigações à alteração radical da teologia sacramental, condenou os votos e promoveu o abandono e a fuga em massa dos consagrados. O dano causado à Ordem e à vida religiosa na Alemanha foi enorme.

    Depois de apontar alguns aspectos positivos de sua pessoa, ele adverte:


    … não podemos evitar outro lado menos agradável: o que se refere à sua intolerância. Obstinada e inflexível, apaixonada e veementemente, Lutero usa expressões mordazes contra aqueles que se opõem a ele, tornando-se injurioso e grosseiro. Muitas vezes é vexatório e ofensivo, levando à calúnia. Se considera o escolhido por Deus, o “profeta dos tempos finais”, na verdade e, portanto, responde em termos agressivos a qualquer discrepância. Para ele, a retratação não é possível porque ele não assume a possibilidade de errar ou de estar equivocado.

    E acrescenta:


    Seu apego à figura do papa é significativo, evoluindo da obediência reverencial para animosidade e aborrecimento, para o ódio de seus últimos anos. Seus insultos e agressões exageradas para a Igreja de Roma (papista, de acordo com sua terminologia particular) são verdadeiramente tristes. Ler esses textos nos enche de dor.

    Quanto à posição doutrinal de Lutero, lembra:


    Para ele, é impossível que o ser humano possa colaborar ativamente na salvação, porque o pecado é permanente. Somente pelos méritos de Cristo não somos culpados.

    E:


    Sola Scriptura, sola gratia, sola fide . As consequências da percepção luterana levam à negação do livre arbítrio, à inovação dogmática dos sacramentos, à rejeição da missa como sacrifício, à negação do sacerdócio ministerial, com a demolição do magistério e da hierarquia da Igreja, à demonização do papado.

    No entanto, Lutero é surpreendentemente servil aos príncipes protestantes e se manifesta um apaixonado defensor da legítima ordem social e política, mesmo a um preço elevado. Sua posição na Guerra dos camponeses (1524-1525) oferece um bom exemplo disso, e é uma das características mais discutidas do reformador. Como também são outros dois aspectos, presentes em Lutero, que lançaram sua sombra negra na história dos últimos séculos: nacionalismo e anti-semitismo.

    O Prior Geral dos Agostinianos agradece “o interesse mostrado e as iniciativas que foram tomadas nas diferentes circunscrições da Ordem, especialmente no campo acadêmico, com a organização de excelentes congressos, dias de estudo e publicações. O Conselho Geral quis se pronunciar nesse tema, e também impulsionará a celebração em Roma de 9 a 11 de novembro, de uma conferência intitulada “Lutero e a Reforma: Santo Agostinho e a Ordem Agostiniana” » .


    terça-feira, 5 de setembro de 2017

    [New post] Editorial: “Igreja em saída” ou “Igreja de saída”?




    G. M. Ferretti posted: "Por FratresInUnum.com - 5 de setembro de 2017 Desde que foi eleito, Papa Francisco se propôs a dar uma guinada radical nas direções pastorais da Igreja, um "giro copernicano" que se poderia muito bem resumir naquele que tem sido o horizonte mesmo da missã"



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    by G. M. Ferretti



    Por FratresInUnum.com - 5 de setembro de 2017 Desde que foi eleito, Papa Francisco se propôs a dar uma guinada radical nas direções pastorais da Igreja, um "giro copernicano" que se poderia muito bem resumir naquele que tem sido o horizonte mesmo da missão jesuítica a partir do Pe. Pedro Arrupe: não mais salvar as […]

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    G. M. Ferretti | 5 September, 2017 at 3:27 pm | Tags: Editorial | Categories: Editorial, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-chV




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    PW em Editorial: “Igreja em saída” ou “Igreja de saída”?
    Isaías em Editorial: “Igreja em saída” ou “Igreja de saída”?
    Rafael em Editorial: “Igreja em saída” ou “Igreja de saída”?
    Teresa em Papa Francisco: excertos do livro onde ele diz tudo.
    Jean Rafael Giese em Editorial: “Igreja em saída” ou “Igreja de saída”?


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    • Editorial: “Igreja em saída” ou “Igreja de saída”?



    Por FratresInUnum.com – 5 de setembro de 2017

    Desde que foi eleito, Papa Francisco se propôs a dar uma guinada radical nas direções pastorais da Igreja, um “giro copernicano” que se poderia muito bem resumir naquele que tem sido o horizonte mesmo da missão jesuítica a partir do Pe. Pedro Arrupe: não mais salvar as almas, mas salvar o planeta, salvar o mundo, numa verdadeira inversão – da transcendência para a imanência.

    À esquerda, Jornada pela Vida na Praça de São Pedro, em 2007. À direita, a Jornada de 2017.








    Essa nova dinâmica pastoral foi bem sintetizada por Francisco naquela expressão paradigmática que passou a ser reverberada por toda a hierarquia: agora nós somos uma “Igreja em saída”.

    Mas, perguntamo-nos, saída para onde?

    O Papa reinante quer levar a cabo as suas reformas, mas, para isso, conta com um clero apático. E esta apatia foi gerada – nada mais, nada menos que – pelas mesmas reformas que ele deseja implementar.

    Não fossem essas ideologias progressistas, os padres católicos estariam, como há tempos, ocupados com a salvação das almas. Mas, se não há mundo a ser salvo e, ao contrário, há uma Igreja que precisa se adaptar à moral vigente no ocidente em franca decadência, não há mais sentido em consagrar a própria vida para fazer o mesmo que qualquer ONG pode fazer.

    Olhando para a realidade do clero, o que vemos? Padres estressadíssimos por causa de uma agenda diocesana repleta de reuniões inúteis, nervosos por causa das pressões dos bispos sempre atentos às exorbitantes taxas econômicas com as quais enriquecem as suas cúrias e ciosos de sua própria autoridade episcopal, pressionados pelas elites de urubus que compõem o laicato apegado aos seus cargos em paróquias e pastorais, doentes, que acabam desenvolvendo problemas psiquiátricos como a depressão, obesos ou mesmo vítimas de outros vícios, motivados pela ansiedade não tratada, chegando, em números nunca divulgados, aos extremos do enlouquecimento e do suicídio…

    De fato, estamos em saída para onde? Para o cemitério? Para as clínicas psiquiátricas?…

    Quem serão os missionários que levarão adiante a caricatura de misericórdia às periferias do mundo? Esses professores dos institutos de teologia, que defendem a “opção preferencial pelos pobres”, mas cuja única opção preferencial é retirar seu ordenado no fim do mês para gastá-lo em restaurantes luxuosos, em férias no exterior ou em diversões, digamos, pouco ortodoxas? Esses padres modernistas não se sacrificam, não se imolam, não aguentam sequer ouvir confissões… Como suportarão saírem de seu conforto para irem aos últimos dos últimos?

    Essa “igreja pobre e para os pobres” de Francisco é apenas um slogan e permanecerá assim para sempre. Os pioneiros da Teologia da Libertação, pelo menos, eram pastores formados segundo uma mentalidade antiga, tinham uma paternidade entranhada na alma. Eram incrédulos, mas atraíam os outros e se doavam. Eram incrédulos sinceros. Já os progressistas atuais são a pior vergonha do progressismo. Os que defendem Francisco são a expressão mais acabada do fracasso de um modelo de Igreja que não deu certo e não dará.

    Querem dar os sacramentos para quem os despreza. A “Igreja em saída”, em seus discursos e em sua atuação, em sua autoaniquilação e esfacelamento, é o oposto de uma “Igreja em entrada”.

    Acordem, senhores. Este delírio é perigoso! Alguém tem notícias de um surto de conversões na Europa ou em algum outro lugar do mundo? Suas Igrejas estão mais cheias e com fieis mais fervorosos desde que entronizaram este papa?

    “Padre, o Sr. pode me atender?”. “Não, querido. Estou de saída”. Quem nunca ouviu essa desculpa?… E é assim que a Igreja de Francisco, de “Igreja em saída” se tornou e sempre será uma “Igreja de saída”.



    quinta-feira, 31 de agosto de 2017

    [New post] Banheiro unissex: a PUC-SP é pioneira!

    G. M. Ferretti posted: "Por Edson Luiz Sampel  FratresInUnum.com, 1º de setembro de 2017 - É fácil compreender o porquê da existência de banheiros masculinos e banheiros femininos. Quer-se preservar o pudor. Fedor é tudo que se faz no banheiro, porque nesse recinto urinamos e ev"

    quinta-feira, 24 de agosto de 2017

    [New post] Sacerdotes enredados na teia do mundo.




    G. M. Ferretti posted: "Por Hermes Rodrigues Nery - FratresInUnum.com: A síndrome de pânico do Pe. Fábio de Mello lembra talvez a síndrome de Peter Pan, que afetou Michael Jackson. Assim como Jackson se tornou "prisioneiro do sucesso" e foi vítima do sistema que o produziu, o"



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    Sacerdotes enredados na teia do mundo.

    by G. M. Ferretti



    Por Hermes Rodrigues Nery - FratresInUnum.com: A síndrome de pânico do Pe. Fábio de Mello lembra talvez a síndrome de Peter Pan, que afetou Michael Jackson. Assim como Jackson se tornou "prisioneiro do sucesso" e foi vítima do sistema que o produziu, o "Fabinho da mamãe" teve de reconhecer não suportar mais viver o papel […]

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    G. M. Ferretti | 24 August, 2017 at 11:16 pm | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-cfV




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    Por Hermes Rodrigues Nery – FratresInUnum.com: A síndrome de pânico do Pe. Fábio de Mello lembra talvez a síndrome de Peter Pan, que afetou Michael Jackson.

    Assim como Jackson se tornou “prisioneiro do sucesso” e foi vítima do sistema que o produziu, o “Fabinho da mamãe” teve de reconhecer não suportar mais viver o papel do padre Fábio de Mello. Uma pergunta intrigante: por que Thriller foi o álbum mais vendido da história, com conteúdo tão aterrorizante?

    O que vemos como efeito de sacerdotes enredados na teia da indústria cultural aí está: Pe. Marcelo Rossi buscando superar a depressão, Fábio de Mello com medo do papel que representa.

    Tudo isso evidenciando a gravíssima crise atual da Igreja, quando muitos querem despí-la de sua verdadeira identidade católica.








    segunda-feira, 21 de agosto de 2017

    [New post] Editorial: Crise irreversível do progressismo católico. Análise e pistas de ação.




    G. M. Ferretti posted: "Por FratresInUnum.com Não é simples descrever a realidade. Necessitamos de símbolos, imagens que condensem os dados difusos na desordem dos acontecimentos. E este é o nosso maior drama. Como explicar o que está acontecendo na Igreja, aquilo que está se ad"



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    Por FratresInUnum.com Não é simples descrever a realidade. Necessitamos de símbolos, imagens que condensem os dados difusos na desordem dos acontecimentos. E este é o nosso maior drama. Como explicar o que está acontecendo na Igreja, aquilo que está se adensando no pontificado do Papa Francisco?… A maior parte dos fieis e mesmo da hierarquia […]


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    G. M. Ferretti | 21 August, 2017 at 9:08 am | Tags: Editorial | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-ceD




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    Rogério Amaral Silva em Editorial: Crise irreversível do progressismo católico. Análise e pistas de ação.
    Rogério Amaral Silva em Editorial: Crise irreversível do progressismo católico. Análise e pistas de ação.
    Rogério Haeitmann Tridente em Editorial: Crise irreversível do progressismo católico. Análise e pistas de ação.
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    • Editorial: Crise irreversível do progressismo católico. Análise e pistas de ação.



    Por FratresInUnum.com

    Não é simples descrever a realidade. Necessitamos de símbolos, imagens que condensem os dados difusos na desordem dos acontecimentos. E este é o nosso maior drama.

    Como explicar o que está acontecendo na Igreja, aquilo que está se adensando no pontificado do Papa Francisco?… A maior parte dos fieis e mesmo da hierarquia simplesmente não entende o que se passa. Estão todos aprisionados em cacoetes mentais, com o olhar distorcido por lentes propositalmente construídas para inverter as percepções.

    Os bezerros de ouro da Teologia da Libertação reunidos no Congresso “Teológico” na Unisinos, de 7 a 11 de outubro de 2012.


    O resultado dessa desconexão entre a percepção e a realidade é o delírio: a psicótica construção de um mundo falso, em que a imaginação fantasia um ideal para sobreviver no meio do caos e do insuportável. A psicose, no caso, vai desde a euforia histérica de quem celebra uma primavera em meio a um rigoroso inverno até a de quem se deprime por não encontrar nenhuma saída no encurralamento.

    Mas, o que está sendo falsificado? E que saída existe tanto para a falsificação quanto para os seus resultados nefastos?

    O que está sendo falsificado, em suma, é o Evangelho. O que Papa Francisco está a fazer não é o desenvolvimento de uma Teologia da Libertação, como pensam os mais apressados. Ele mesmo o negaria, caso alguém lhe perguntasse. Na verdade, é algo bem pior, muito mais letal: trata-se de uma mente que assimilou os princípios desse tipo de abordagem teológica.

    O próprio Gustavo Gutiérrez, em seu livro “Teologia de la Liberación” apregoa, antes de tudo, uma Teologia crítica, que reinterpreta toda a teologia cristã a partir de um novo paradigma: não existe mais a história da salvação, esta seria a própria história dos homens; não há um mundo a ser salvo, há uma Igreja a ser convertida ao mundo. É a perversão do sal que perdeu o sabor, o esvaziamento do Evangelho naquilo que o secularismo ocidental erigiu como quadro de novos valores. Reinterpreta-se tudo a partir de um referencial politicamente correto e a própria máquina eclesial se declina como instrumento para incutir essa mentalidade essencialmente antropoteísta.

    O “evangelho” pregado por Papa Bergoglio tem gosto de jornal, não da boa-nova de Jesus Cristo; tem como interlocutores não seus fieis, mas os patrocinadores de todas as ideologias que, como vendaval impetuoso, sacodem agressivamente a barca da Igreja. Ao invés de escolher ser pastor, Bergoglio escolheu ser o bom-menino de George Soros e de toda a elite global, reduzindo sua Igreja à subserviência desses senhores.

    É evidente que seu discurso é aplaudido pela mídia, cujos donos são seus mesmos inspiradores; mas também é óbvio que nada tem a acrescentar, que padece de total falta de originalidade. O progressismo atingiu as raias de seu poder de convencimento e não tem mais futuro, envelhece com seus defensores.

    A estrutura hierárquica da Igreja se coloca ao serviço dessa desconstrução de si mesma. Obviamente, o sucesso deste progressismo voraz construiu-se graças a uma meticulosa deformação intelectual, instilada como veneno na mente mesma dos seminaristas de todo o mundo, décadas a fio, bons moços que, por seu próprio servilismo, foram sendo promovidos, e hoje são bispos, cardeais e papa.

    Por todos os lados, ouvem-se rumores de padres e fieis recriminados por seus prelados. Os véus começam a ser proibidos, comunhões de joelhos censuradas, hábitos eclesiásticos ridicularizados; vêem-se por todos os lados os velhos bispos de orientação libertadora reestreiando suas camisas laicais e seus chinelos grotescos.

    Não contam estes senhores, em seu delírio, com o fato de que não cessa de crescer o seu descolamento do corpo da Igreja. Francisco é uma figura com a qual os fieis se sentem simpatizados, mas cujo discurso não chega ao seu coração; ninguém sabe o que ele pensa nem o que está fazendo e, quando as pessoas se dão conta disso, assustam-se e decaem na autodefesa psíquica da negação. Os bispos não dizem absolutamente nada significativo ao seu povo, são figuras completamente inexpressivas, incapacitaram-se para a reprodução de suas próprias ideias: estão se suicidando em sua incredulidade ostensiva.

    Enquanto os seminários e congregações progressistas não cessam de sucumbir, aqueles conservadores não param de crescer. E quanto mais são perseguidos, mais crescem em força, duma forma criativa, subterrânea. Nas faculdades de teologia, os professores vivem a criar mártires, cujo heroísmo é reforçado pelos vexames que são obrigados a suportar diuturnamente. Quanto mais cresce a violência progressista, mais aumenta a resistência conservadora; e quanto mais esta é desarticulada e esparsa, tanto mais é incontrolável e inexoravelmente fadada a prevalecer. Ela é um gigante que cresce com os golpes de seus algozes.

    Numa Igreja suicida, é óbvio que a resistência pacífica e silenciosa de um clero não vendido aumenta seu poder de difusão. Só a autenticidade convence. A politicagem interesseira e carreirista enoja seus próprios atores e os divide, pois, em busca de poder, acabam por se aniquilar. Qualquer estrategista minimamente preparado sabe que quanto mais se obriga alguém a dissimular suas convicções, mais retro-estimula essas mesmas convicções nos mais fortes, pois os obriga a encontrar argumentos mentais que os fortifiquem em sua interioridade, constrangida a representar um personagem ingratamente assumido.

    Não estamos diante de uma primavera. Este inverno da Igreja é inédito, e não temos imagens que o possam descrever. Mas certo é que o progressismo não tem forças de reprodução e está condenado, a despeito do seu marketing. O futuro da Igreja não está em sua paradoxal senilidade progressista, mas na jovialidade conservadora. No fim das contas, Bergoglio representa um passado entusiasmado, mas teimoso em não morrer.

    Admitamos. É frustrante ter dado a vida para matar aquilo que as novas gerações alegremente ressuscitam. Mas este espírito de ressurreição – de restauração, como dizem eles – não vem senão do poder criativo do próprio Deus. Num mundo que precisa de uma Igreja com voz firme, pois se entrega insanamente às garras de um fundamentalismo irresponsável exatamente porque se sente órfão, a Igreja progressista escolheu emudecer-se. E a sua mudez é fatal!

    Nossa esperança está nessas comunidades pequenas, firmes, resistentes, vivas, na alegria que muitos padres e bispos continuam mantendo, conservando a doutrina tradicional, a missa de sempre e os costumes perenes da Igreja. É aí que está a nossa força. E aqueles senhores simplesmente não têm capacidade de convencimento. São incrédulos. Apodrecerão em suas dúvidas e, entre os escombros da Igreja, ressurgirá gloriosa a vinha do Senhor, a eterna e Santa Igreja Católica.


    domingo, 20 de agosto de 2017

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    G. M. Ferretti posted: " Campos, 19 de agosto de 2017: O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D'Aniello, celebra Missa Pontifical no Rito de São Pio V por ocasião do 15º aniversário de ereção da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Acompanharam a celebr"

    quinta-feira, 17 de agosto de 2017

    [New post] Cardeal Burke: esse será o modelo da correção formal ao Papa Francisco




    G.Pacceli posted: "Pete Baklinski, 16 de agosto de 2017, LifeSiteNews | Tradução: FratresInUnum.com: Uma vez que o Papa Francisco optou por não responder às cinco perguntas sobre se a sua Exortação Amoris Laetitia está em conformidade com a doutrina católica, é "necessário"



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    by G.Pacceli



    Pete Baklinski, 16 de agosto de 2017, LifeSiteNews | Tradução: FratresInUnum.com: Uma vez que o Papa Francisco optou por não responder às cinco perguntas sobre se a sua Exortação Amoris Laetitia está em conformidade com a doutrina católica, é "necessário" fazer uma "correção" dos aspectos em que seu ensinamento se distancia da fé católica, disse […]

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    G.Pacceli | 17 August, 2017 at 11:26 pm | Categories: Igreja, O Papa | URL: http://wp.me/pgELf-ceg




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    • Cardeal Burke: esse será o modelo da correção formal ao Papa Francisco



    Pete Baklinski, 16 de agosto de 2017, LifeSiteNews | Tradução: FratresInUnum.com: Uma vez que o Papa Francisco optou por não responder às cinco perguntas sobre se a sua Exortação Amoris Laetitia está em conformidade com a doutrina católica, é “necessário” fazer uma “correção” dos aspectos em que seu ensinamento se distancia da fé católica, disse o Cardeal Raymond Burke em uma nova entrevista.

    O Cardeal, que é um dos quatro signatários dos dubia apresentados há cerca de um ano e que pedia ao Papa para esclarecer o seu magistério, explicou em uma entrevista ao The Wanderer a maneira como se deve proceder para emitir uma “correção formal”.

    Burke explicou: “Parece-me que a essência da correção é bastante simples”.

    “Por um lado, expõe-se a doutrina clara da Igreja; por outro, aquilo que efetivamente está sendo ensinado pelo Romano Pontífice é afirmado. Se houver contradição, o Romano Pontífice é instado a conciliar seu próprio ensinamento em obediência a Cristo e ao Magistério da Igreja,” ele disse.

    “A pergunta é a seguinte: ‘Como essa correção seria feita?’ De maneira muito simples, por meio de uma declaração formal a qual o Santo Padre seria obrigado a responder. Os Cardeais Brandmüller, Caffarra, Meisner e eu usamos uma instituição antiga na Igreja que propõe os dubia ao Papa,” continuou o Cardeal.

    Fizemos isso de maneira muito respeitosa e de maneira alguma com agressividade, para dar-lhe a ocasião de expor a doutrina imutável da Igreja. O Papa Francisco optou por não responder aos cinco dubia. Então, agora é necessário simplesmente afirmar a doutrina da Igreja a respeito do matrimônio, da família, dos atos intrinsecamente maus, e assim por diante. Esses são os pontos que não estão claros nos ensinamentos atuais do Romano Pontífice. Portanto, esta situação deve ser corrigida. A correção se dirigiria principalmente a esses pontos doutrinários”, acrescentou.

    Da esquerda para a direita, de cima para baixo: Cardeais Raymond Burke, Joachim Meisner (recém-falecido), Walter Brandmüller e Carlo Caffarra LifeSite


    No ano passado os quatro cardeais divulgaram suas perguntas (dubia), uma vez que o papa não lhes respondeu. Eles esperavam que a resposta do Papa às suas cinco perguntas do tipo sim ou não dissiparia o que chamavam de “incerteza, confusão e desorientação entre muitos fiéis” decorrentes da exortação polêmica.

    Em junho, os quatro divulgaram publicaram uma carta ao Papa, na qual pediram, sem lograr êxito, uma audiência privada para discutir a “confusão e desorientação” dentro da Igreja em razão da exortação.

    A exortação tem sido usada por vários bispos e grupos episcopais, inclusive na Argentina, Malta, Alemanha e Bélgica, para emitir diretrizes pastorais que permitem que a Comunhão seja dada aos católicos divorciados e recasados no civil que vivem em adultério. Entretanto, bispos no Canadá e na Polônia emitiram declarações com base na leitura do mesmo documento, que proíbe esses casais de receberem a Comunhão.

    O Papa Francisco ainda não dialogou com os três cardeais remanescentes.

    Burke disse na entrevista ao The Wanderer que o Papa é o “princípio da unidade dos bispos e de todos os fiéis”.

    “Entretanto, a Igreja está sendo dilacerada neste momento pela confusão e divisão”, ele disse.

    “O Santo Padre deve ser instado a exercer seu ofício para pôr fim à confusão”, acrescentou.

    Se o Papa continuar se recusando a responder aos dubia, o “próximo passo seria uma declaração formal afirmando claramente a doutrina da Igreja, conforme exposto nos dubia”, disse Burke.

    “Além disso, a declaração afirmaria que essas verdades da Fé não estão sendo definindas pelo Romano Pontífice com clareza. Em outras palavras, em vez de fazer as perguntas como foram feitas nos dubia, a correção formal consistiria em dar as respostas, conforme eninadas claramente pela Igreja”, acrescentou.

    Acredita-se amplamente que os Cardeais, seguindo as doutrinas da Igreja sobre o Matrimônio, a Penitência e a Eucaristia, responderiam as cinco perguntas com sim ou não, da seguinte maneira:
    Seguindo as afirmações da Amoris Laetitia (números 300-305), um casal que vive habitualmente em adultério pode receber a absolvição e a Sagrada Comunhão? NÃO
    Com a publicação de Amoris Laetitia (ver n° 304), ainda é preciso considerar válido o ensinamento de São João Paulo II na Veritatis Splendor de que existem “normas morais absolutas que proíbem atos intrinsecamente maus e que são vinculativos sem exceções? “SIM
    Após a Amoris Laetitia (nº 301), ainda é possível afirmar que o adultério habitual pode ser uma “situação objetiva de pecado habitual grave”? SIM
    Após as afirmações da Amoris Laetitia (nº 302), os ensinamentos de João Paulo II na Veritatis Splendor ainda são válidos no sentido de que as “circunstâncias ou intenções nunca podem transformar um ato intrinsecamente mau em virtude de seu objeto em um ato “subjetivamente” bom ou que pode ser defendido como uma escolha “? SIM
    Após a Amoris Laetitia (nº 303), ainda é preciso considerar como válido o ensinamento da encíclica Veritatis Splendor de São João Paulo II “que exclui uma interpretação criativa do papel da consciência e enfatiza que a consciência nunca pode ser autorizada a legitimar exceções às normas morais absolutas que proíbem atos intrinsecamente maus em virtude de seu objeto? “SIM

    O cardeal Burke disse que os fiéis católicos que se sentem frustrados com a maneira como o Papa Francisco lidera a Igreja não devem acolher nenhuma noção de “cisma”.

    Ele disse: “As pessoas falam sobre um cisma de facto. Sou absolutamente contrário a qualquer tipo de cisma formal – um cisma nunca pode ser certo “.

    “Entretanto, as pessoas podem estar vivendo em uma situação cismática se abandonaram a doutrina de Cristo. A palavra mais apropriada seria aquela que Nossa Senhora usou em sua Mensagem em Fátima: apostasia. Pode haver apostasia dentro da Igreja e, de fato, é o que está acontecendo. Com relação a essa apostasia, Nossa Senhora também se referiu à omissão dos pastores em buscar a unidade da Igreja”, acrescentou.




    terça-feira, 15 de agosto de 2017

    [New post] Francisco impõe a concelebração nos colégios sacerdotais de Roma.




    G. M. Ferretti posted: "Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 28-06-2017 | Tradução: Hélio dias Viana - FratresInUnum.com: Corre no Vaticano este rumor. A um colaborador que lhe perguntou se era verdade que existe uma comissão para "reinterpretar" a Humanae vitae, o Pap"



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    by G. M. Ferretti



    Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 28-06-2017 | Tradução: Hélio dias Viana - FratresInUnum.com: Corre no Vaticano este rumor. A um colaborador que lhe perguntou se era verdade que existe uma comissão para "reinterpretar" a Humanae vitae, o Papa Francisco teria respondido: "Não é uma comissão, é um grupo de trabalho". Não se trata apenas de artifícios […]


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    G. M. Ferretti | 15 August, 2017 at 11:31 am | Tags: Roberto de Mattei | Categories: Cúria Romana, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-ccT




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    • Francisco impõe a concelebração nos colégios sacerdotais de Roma.



    Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 28-06-2017 | Tradução: Hélio dias Viana – FratresInUnum.com: Corre no Vaticano este rumor. A um colaborador que lhe perguntou se era verdade que existe uma comissão para “reinterpretar” a Humanae vitae, o Papa Francisco teria respondido: “Não é uma comissão, é um grupo de trabalho”. Não se trata apenas de artifícios linguísticos para ocultar a verdade, mas de jogos de palavras que revelam como o culto da contradição constitui a essência deste pontificado. Mons. Gilfredo Marengo, coordenador do “grupo de trabalho”, resume bem essa filosofia, quando afirma ser necessário fugir do “jogo polêmico ‘pílula sim – pílula não’, como também daquele atual ‘comunhão aos divorciados sim – comunhão aos divorciados não’” (Vatican Insider, 23 de março de 2017).


    Esta premissa nos é necessária para apresentar um novo documento confidencial, resultado igualmente de outro “grupo de trabalho”. É o “working paper” [documento de trabalho] da Congregação do Clero “Sobre a concelebração nos colégios sacerdotais de Roma”, que circula de maneira reservada nos colégios e seminários romanos. O que emerge com clareza desse texto é que o Papa Francisco deseja impor de fato, embora ainda não de princípio, a concelebração eucarística nos colégios e nos seminários romanos, afirmando que “a celebração comunitária deve ser sempre preferida à individual”.

    O motivo dessa decisão emerge do documento. Roma não é somente a sede da Cátedra de Pedro e o coração da Cristandade, mas também o lugar para onde convergem sacerdotes e seminaristas de todo o mundo a fim de adquirir aquela veneração pela fé, pelos ritos e tradições da Igreja, chamado outrora de “espírito romano”. A permanência em Roma, que ajudava a desenvolver o amor à Tradição da Igreja, oferece hoje a oportunidade de uma “reeducação” doutrinária e litúrgica para aqueles que querem “reformar” a Igreja segundo as diretivas do papa Bergoglio. A vida nos colégios romanos – afirma com efeito o “working paper” – oferece ocasião “para se viver ao mesmo tempo um período intenso de formação permanente integral”.

    O documento recorda explicitamente um recente discurso dirigido aos sacerdotes que estudam em Roma, no qual o Papa Francisco lembrou a importância eclesial da concelebração no contexto da comunidade dos sacerdotes estudantes: “Trata-se de um desafio permanente para superar o individualismo e viver a diversidade como uma dádiva, procurando a unidade do presbitério, que é sinal da presença de Deus na vida da comunidade. O presbitério que não mantiver a unidade, na realidade expulsa Deus do próprio testemunho. Não dá testemunho da presença de Deus. Rejeita-o. Deste modo, congregados em nome do Senhor, de maneira particular quando celebrais a Eucaristia, manifestais inclusive sacramentalmente que Ele é o amor do vosso coração” (Discurso de 1° de abril de 2017).

    À luz dessa doutrina, o “working paper” da Congregação para o Clero reitera que “a Missa concelebrada é preferível à celebração individual” (grifado no original, como também nas citações seguintes).

    “Portanto, os Superiores são vivamente instados a encorajar a Concelebração, até mesmo várias vezes ao dia, na grande comunidade presbiteral. Em consequência, podem-se esperar várias celebrações nos Colégios, para que os presbíteros neles residentes possam participar de acordo com as próprias necessidades, cuidando de estabelecer dois ou três momentos ao longo do dia.”

    “Com efeito, os relacionamentos cotidianos, compartilhados diariamente e durante anos no mesmo Colégio Romano, são uma experiência importante na trajetória vocacional de cada sacerdote. Dessa maneira, na verdade se estabelecem vínculos de fraternidade e de comunhão entre os sacerdotes de diferentes dioceses e nações, que encontram uma expressão sacramental na celebração eucarística.”

    “O distanciar-se das próprias diocese de incardinação e da missão pastoral por um tempo bastante longo garante certamente não só a formação intelectual, mas sobretudo oferece a ocasião de viver ao mesmo tempo um intenso período de formação integral permanente. Nesta perspectiva, a vida comum dos Colégios sacerdotais oferece esta modalidade de fraternidade sacerdotal, provavelmente nova em comparação com o passado. A experiência do Colégio representa uma oportunidade para uma frutuosa celebração da Eucaristia pelos sacerdotes. Portanto, a prática da Concelebração eucarística diária nos Colégios pode tornar-se uma oportunidade para o aprofundamento da vida espiritual dos sacerdotes, com importantes frutos, como: a expressão da comunhão entre os sacerdotes das várias Igrejas particulares, que se manifesta particularmente quando os Bispos das várias dioceses presidem a concelebração na ocasião das visitas a Roma; a oportunidade de ouvir a homilia feita por outro irmão; a celebração acurada, e mesmo solene, da Eucaristia cotidiana, o aprofundamento da devoção eucarística que cada sacerdote deve cultivar, além da própria celebração.”

    Entre as normas práticas indicadas, lê-se:

    “É recomendável que os sacerdotes possam participar ordinariamente da Concelebração eucarística nos horários previstos no Colégio, preferindo sempre a celebração comunitária à individual. Nesse sentido, os Colégios com um considerável número de sacerdotes hóspedes poderão estabelecer a Concelebração Eucarística em 2 ou 3 horários diversos no dia, de modo a permitir a cada um de participar de acordo com as próprias necessidades pessoais, acadêmicas ou pastorais.”

    “Se os sacerdotes residentes no Colégio não puderem por razões particulares participar da Concelebração nos horários previstos, devem preferir sempre celebrar juntos em outro horário mais conveniente.”

    É flagrante, e repetida em duas passagens do texto, a violação do cânon 902, segundo o qual “os sacerdotes podem concelebrar a Eucaristia; permanece íntegra, porém, a liberdade de cada um celebrar a Eucaristia individualmente”. Em consequência, os colégios que aplicarem ao pé da letra o “working paper” infringirão a lei universal vigente.

    Em 5 de março de 2012, por ocasião da apresentação do livro de Mons. Guillaume Derville, A concelebração eucarística. Do símbolo à realidade (Wilson & Lafleur, Montreal 2012), o cardeal Antonio Cañizares, então prefeito da Congregação para o Culto Divino, salientou a necessidade de “moderar” a concelebração, fazendo suas as palavras de Bento XVI: “recomendo aos sacerdotes ‘a celebração diária da Santa Missa, mesmo quando não houver participação de fiéis’. Tal recomendação é ditada, antes de mais, pelo valor objetivamente infinito de cada celebração eucarística; e é motivada ainda pela sua singular eficácia espiritual, porque, se vivida com atenção e fé, a Santa Missa é formadora no sentido mais profundo do termo, enquanto promove a configuração a Cristo e reforça o sacerdote na sua vocação” (Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis, n. 80).

    A doutrina católica vê de fato na Santa Missa a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz. A multiplicação das Missas dá mais glória a Deus e é um bem imenso para as almas. “Se cada Missa tem em si mesma um valor infinito – escreve Pe. Joseph de Sainte Marie –, as disposições dos homens para receber seus frutos são sempre imperfeitas e, nesse sentido, limitadas. Daí a importância do número de celebrações da Missa para multiplicar os frutos da salvação. Apoiada por este raciocínio teológico elementar, mas suficiente, a fecundidade salvífica da multiplicação das Missas também é comprovada pela prática litúrgica da Igreja e pela atitude do magistério. Dessa fecundidade, a Igreja – a história o ensina – tomou progressivamente consciência ao longo dos séculos, promovendo a prática e depois encorajando oficialmente cada vez mais a multiplicação das Missas” (L’Eucharistie, salut du monde, Dominique Martin Morin, Paris 1982 pp. 457-458).

    Para os neo-modernistas, a Missa se reduz a uma assembleia, tanto mais significativa quanto maior for o número dos padres e dos fiéis que dela participam. A concelebração é entendida como um instrumento para fazer o sacerdote perder lentamente a consciência de seu caráter sacerdotal e de sua missão, que é unicamente a celebração do sacrifício eucarístico e a salvação das almas. Mas a diminuição das Missas e a perda do conceito verdadeiro do que é uma Missa constituem uma das principais causas da crise religiosa do nosso tempo. Agora, até mesmo a Congregação para o Clero, a mando do papa Bergoglio, faz sua contribuição para esse desmantelamento da fé católica.


    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



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    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara