De algo ninguém há de negar: da presença de espírito da senadora petista (e atual presidente do partido) Gleisi Hoffmann. No caso, é espírito de porto. Ou de hiena.
Segundo Gleisi, a absolvição de Michel Temer no TSE - no mesmo julgamento que absolveu a bolivariana Dilma - seria uma espécie de "machismo jurídico".
Para ela, se apenas fosse Dilma o alvo do julgamento bizarro, a condenação seria certa.
"O TSE não estava julgando Dilma, mas Temer, e usou todos os instrumentos para mantê-lo no cargo. Se fosse Dilma, não teria dúvida nenhuma que a tirariam", disse a petista, no discurso de posse como presidente do PT.
É mais ou menos, Gleisi, pois o julgamento no TSE foi apenas "para encher o saco", como disse Aécio, num grampo liberado por Fachin. Mas era para encher o saco tanto de Dilma como de Temer.