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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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    segunda-feira, 4 de abril de 2016

    Entenda por que Dilma cometeu o crime das “pedaladas fiscais” – e FHC e Lula, não | Felipe Moura Brasil | VEJA.com



    Entenda por que Dilma cometeu o crime das “pedaladas fiscais” – e FHC e Lula, não | Felipe Moura Brasil | VEJA.com

























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    Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

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    Felipe Moura Brasil estreou este blog em 2013, após dez anos como cronista na internet. Idealizou e organizou o best seller de Olavo de Carvalho, "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota". Autor da Editora Record, trabalha em dois livros previstos para 2016.

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    • Entenda por que Dilma cometeu o crime das “pedaladas fiscais” – e FHC e Lula, não

    • Blog explica passo a passo e entrevista o procurador que apontou as irregularidades


    Por: Felipe Moura Brasil 04/04/2016 às 18:50







    1) Imagine que você dê 2.000 reais por mês a uma empregada para fazer as suas compras de supermercado.

    Com os preços em alta, a última compra do mês dá 250 reais, mas ela nota que só sobraram 50 reais do dinheiro que você havia dado.

    Como ela sabe que não tem mais comida na sua geladeira, ela tira 200 reais do próprio bolso para ajudar você a pagar a conta.

    No dia seguinte, ela lhe mostra as notas das compras, informa que gastou 200 reais do próprio dinheiro e você repõe o valor.

    Ou seja: você paga 200 reais à empregada para quitar a sua dívida com ela – e almoça feliz.

    Se você não tem o dinheiro na hora, diz que paga no dia seguinte ou depois, mas logo paga.

    E ela aceita, sem problemas, porque vocês já têm uma relação antiga de confiança.

    Isto é uma coisa.

    2) Agora imagine que sua empregada gaste os 2.000 reais das compras do mês e você não reponha nem um centavo do valor.

    No mês seguinte, mais uma vez ela gasta 2.000 reais, enquanto você compra presentes aos amigos, prometendo-lhes mais presentes para o ano que vem.

    No outro mês, de novo. Mais um mês igual. E outro. E vários outros também, sem reposição.

    Por mais de um ano, a empregada paga todas as suas compras de supermercado, enquanto você promete mundos e fundos aos outros, literalmente.

    Sem querer, ela passa a financiar uma parte das suas despesas, enquanto você usa em novas despesas o dinheiro que deveria cobrir essa parte.

    Isto é coisa bastante distinta do caso 1.

    Na vida real, claro, a empregada já teria pedido demissão e talvez entrado com uma ação na Justiça.

    3) A Caixa Econômica Federal é a “empregada” do governo.

    O banco público é contratado para realizar os pagamentos dos benefícios de parte da população brasileira, como abono salarial, seguro-desemprego e Bolsa Família. Obviamente, precisa ser remunerado pelos serviços prestados.

    Assim como você dá 2.000 reais à empregada para as compras do mês, o governo dá, por meio do Tesouro Nacional, 500 milhões de reais à Caixa para realizar os pagamentos de benefícios. O valor, assim como o do supermercado, é uma estimativa dos custos.

    Se no dia do pagamento final, aparecerem pessoas para sacar um total de 505 milhões de reais, a Caixa não vai fechar o guichê às 15h40 e dizer que não tem dinheiro. Ela paga os 5 milhões de reais faltantes, no dia seguinte comunica ao Tesouro, e o Tesouro repõe o valor.

    Na época de FHC e Lula, isto aconteceu algumas vezes e os valores foram logo repostos, assim como você repôs o gasto da sua empregada.

    Isto é parte da relação contratual entre o governo e a Caixa.

    4) Já Dilma Rousseff deixou a “empregada” arcando com praticamente todas as referidas despesas do governo a partir do segundo semestre de 2013 e durante todo o ano eleitoral de 2014, enquanto gastava os bilhões de reais devidos à Caixa em programas eleitoreiros, prometendo mundos e fundos ao povo para 2015, 2016, 2017 e 2018.

    Isto não é só bastante distinto dos casos de Lula e FHC. Isto foi inédito na história do Brasil.

    A Caixa foi forçada a financiar o governo por causa do procedimento que ficou conhecido como “pedaladas fiscais”.

    O rombo produzido em 2014 foi tão grande que Dilma continuou deixando de quitar sua dívida (“pedalando”, portanto) com a “empregada” em 2015.

    Resultado 1: a Caixa entrou na Justiça contra o governo no ano passado para reaver pelo menos 274 milhões de reais.

    Resultado 2: o processo de impeachment de Dilma foi aberto, incluindo a denúncia das “pedaladas”.

    Resultado 3: o governo Dilma decretou sigilo sobre o tamanho exato da dívida e quem são os devedores de taxas destinadas à Caixa por conta da administração de fundos e programas sociais.

    Ou seja: o governo ameaçado de impeachment ainda tenta acobertar os crimes que cometeu.

    5) O site “Aos Fatos” publicou nesta segunda-feira a seguinte manchete:

    • “Dilma ‘pedalou’ 35 vezes mais que Lula e FHC juntos”.

    A matéria inclui tabelas que mostram quando houve atraso nos pagamentos feitos pelos governos FHC, Lula e Dilma à Caixa Econômica Federal e quanto cada um deles ficou devendo na ocasião à “empregada” (para usar a metáfora deste blog).

    Ou seja: igualou a natureza dos atrasos nos três casos e somou os valores da dívida de cada um.

    FHC atrasou quatro vezes —  uma em setembro de 1996 e três em 2002 (janeiro, abril e junho) — , totalizando R$ 433,2 milhões.

    Lula atrasou três vezes  —  em setembro e novembro de 2003, e novembro de 2006 — , totalizando R$ 500 milhões.


    Dilma “foi quem teve, disparado, o saldo mais negativo na Caixa: R$ 33 bilhões, com 19 “pedaladas” em todos os anos de seu governo, mais notoriamente em 2014 (oito vezes), ano de sua reeleição. Os dados cobrem até outubro de 2015.”



    O site de verificação de fatos classifica então como “exagerada” a seguinte afirmação de Dilma (que também é a base da defesa feita por José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, na comissão especial do impeachment):

    “O meu impeachment, baseado nisso, significaria que todos os governos anteriores ao meu teriam de ter sofrido impeachment, porque todos eles, sem exceção, praticaram atos iguais ao que eu pratiquei, e sempre com respaldo legal.”

    Este blog, no entanto, classifica como simples mentira esta afirmação de Dilma e como impreciso o título da matéria do site “Aos fatos” (ainda que meritória em suas informações).

    A diferença das manobras de Dilma para as de Lula e FHC não é (só) de grau, mas de natureza.

    6) Entrevista

    Sendo assim, este blog fez a seguinte entrevista com o procurador Julio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público de Contas, responsável pelo relatório sobre as irregularidades fiscais de Dilma que levou à reprovação das contas de 2014 do governo pelo Tribunal de Contas da União (TCU):

    Felipe Moura Brasil: O senhor havia negado, em entrevista à BBC em setembro de 2015, que as pedaladas fiscais já tinham sido usadas antes em volumes menores, porque, na verdade, o Tesouro basicamente repunha o valor devido pelo governo à Caixa. Ou seja: dizer que Dilma pedalou 35 vezes mais que FHC e Lula, na verdade, é uma força de expressão porque a própria natureza das manobras é distinta, correto?

    Julio Marcelo: Exato. Pequenos saldos devedores, de dois a três dias de duração, não é pedalada porque não tem a finalidade de obtenção de um financiamento forçado junto ao banco público federal, é apenas a regular relação contratual entre Tesouro e o banco prestador do serviço.

    O que a Presidente Dilma fez e que seus antecessores não fizeram foi sistemática e deliberadamente deixar de enviar bilhões de reais a esses bancos e exigir que eles suportassem obrigações do Tesouro com seus próprios recursos, usando-os como cheque especial.

    Com esse artifício, inédito, ela direcionou esses bilhões para outras despesas com forte impacto eleitoral, como o FIES, que teve sua dotação ampliada de 5 bilhões em 2013 para mais de 12 bilhões em 2014, ano eleitoral, voltando a cair para menos da metade em 2015. As pedaladas de 2015 resultaram do imenso rombo produzido em 2014, com direito a algum agravamento.

    Felipe Moura Brasil: O sigilo decretado pelo governo sobre dados das “pedaladas” pode esconder algo mais que ainda não foi observado pelo MP de Contas e pelo TCU?

    Julio Marcelo: O governo está devendo tarifas à Caixa pela prestação de serviços. Esse valor deve estar aumentando. O sigilo é indevido e absurdo.

    Felipe Moura Brasil: O que os parlamentares devem considerar na análise das “pedaladas”?

    Julio Marcelo: Uma coisa que merece destaque é que não existe nenhuma necessidade de o TCU examinar as pedaladas de 2015 para que elas sejam consideradas pelos parlamentares para o impeachment. Porque a Constituição não exige. Nenhuma lei exige. O que interessa são os fatos. O TCU ter falado de 2014 apenas reforça. Imagine que ela (Dilma) cometa um crime de responsabilidade hoje, então só quando o TCU examinar em 2017 alguém vai poder apontar o crime? As contas de 2015 nem foram prestadas ainda ao TCU, mas os atos praticados têm suas consequências independentemente disso.

    Exato.

    Dilma tem de ser demitida já.

    7) Crime de responsabilidade

    Este blog acrescenta trechos do pedido de impeachment assinado por Hélio Bicudo, Janaína Paschoal e Miguel Reale Jr. (íntegra aqui):

    “As operações de crédito firmadas com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil não só não estavam autorizadas, como eram expressamente vedadas pelo artigo 36, ‘caput’, da Lei de Responsabilidade Fiscal, in verbis:

    Art. 36. É proibida a operação de crédito entre uma instituição financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na qualidade de beneficiário do empréstimo.

    (…) Também o artigo 38 da Lei de Responsabilidade Fiscal veda expressamente a realização de crédito por antecipação, enquanto existir operação da mesma natureza não resgatada, sendo certo que coíbe esse tipo de operação no último ano de mandato do Presidente, do Governador ou do Prefeito Municipal. Confira-se:

    ‘Art. 38. A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro e cumprirá as exigências mencionadas no art. 32 e mais as seguintes:

    (…)

    IV – estará proibida:

    a) enquanto existir operação anterior da mesma natureza não integralmente resgatada;

    b) no último ano de mandato do Presidente, Governador ou Prefeito Municipal.’

    Ainda que o Governo Federal estivesse autorizado a realizar operações de crédito com bancos públicos (e não está), jamais poderia efetuá-las, sucessivamente, ou seja, sem resgatar as anteriores e, frise-se, em nenhuma hipótese, poderia ter aceitado a antecipação de receita no último ano de mandato da Presidente da República, como ocorrera no caso dos autos. A proibição, portanto, é tripla!

    Como consignado na denúncia, além de caracterizar crimes comuns, as chamadas pedaladas fiscais caracterizam crimes de responsabilidade, uma vez que o artigo 85 da Constituição Federal determina que:

    Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

    (…) V – a probidade na administração;

    VI – a lei orçamentária;

    (…) A Lei 1.079/50, por sua vez, que confere concretude material e formal a esse dispositivo constitucional, estatui, em seu artigo 4º.:

    Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:

    (…) V – A probidade na administração;

    VI – A lei orçamentária;

    Nota-se que tanto a Constituição Federal, assim como o artigo 4º. da Lei 1.079/50, dizem ensejar o impedimento do Presidente da República o fato de este atentar contra a probidade na Administração e contra a lei orçamentária.

    No entanto, por força de alterações ocasionadas pela Lei 10.028/00, a clareza da ocorrência do crime de responsabilidade resta ainda maior, pois o artigo 10 passou a vigorar com a seguinte redação:

    Art. 10. São crimes de responsabilidade contra a lei orçamentária:

    (…) 6) ordenar ou autorizar a abertura de crédito em desacordo com os limites estabelecidos pelo Senado Federal, sem fundamento na lei orçamentária ou na de crédito adicional ou com inobservância de prescrição legal;

    7) deixar de promover ou de ordenar na forma da lei, o cancelamento, a amortização ou a constituição de reserva para anular os efeitos de operação de crédito realizada com inobservância de limite, condição ou montante estabelecido em lei;

    8) deixar de promover ou de ordenar a liquidação integral de operação de crédito por antecipação de receita orçamentária, inclusive os respectivos juros e demais encargos, até o encerramento do exercício financeiro;

    9) ordenar ou autorizar, em desacordo com a lei, a realização de operação de crédito com qualquer um dos demais entes da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que na forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente;

    (…) Art. 11. São crimes de responsabilidade contra a guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos:

    (…) 3) contrair empréstimo, emitir moeda corrente ou apólices, ou efetuar operação de crédito sem autorização legal;

    Desde logo é importante consignar que o simples fato de ter a Presidente descumprido os comandos dos artigos 36 e 38 da Lei de Responsabilidade Fiscal e, mediante tal prática, incorrido nos crimes capitulados nos artigos 359-A e 359-C do Código Penal, já seria suficiente para caracterizar o crime de responsabilidade. No entanto, as práticas constatadas pelo Tribunal de Contas da União realizam, perfeitamente, os crimes previstos na Lei 1.079/50.” 


    segunda-feira, 14 de setembro de 2015

    (121) A desculpa estupefaciente de Adams para tentar livrar a cara de Dilma no TCU



    (121) A desculpa estupefaciente de Adams para tentar livrar a cara de Dilma no TCU







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    11/09/2015 às 19:43
    A desculpa estupefaciente de Adams para tentar livrar a cara de Dilma no TCU


    Quando nada mais há a dizer, qualquer coisa serve. É o que orienta a última parte da defesa que o advogado- geral da União, Luís Inácio Adams, faz da presidente Dilma Rousseff, enviada ao Tribunal de Contas da União. A penúria intelectual do governo chega a ser, por si, escandalosa.

    Sabem com que Adams justificou os procedimentos contábeis heterodoxos e ilegais feitos pelo governo, apelidados de “pedaladas fiscais”? Segundo o advogado-geral, elas se deveram à “evolução imprevisível” da economia no fim de 2014.

    Reitero: se não fosse absoluta falta do que dizer, eu iria inferir que o homem está a escarnecer da gente, a nos tratar como idiotas, como cretinos.

    Escreve ele:
    “A realidade econômica evoluiu de maneira imprevisível para todos os analistas. Quem projetava um impacto de redução de commodities, aumento do dólar, de mudança do quadro econômico do jeito que aconteceu no final de 2014? Essa realidade é que gerou a necessidade de mudança de meta que foi acatada pelo Congresso e em 31 de dezembro o governo atendeu à lei”.

    É incrível! Estava tudo mais do que escrito nas estrelas. A desvalorização das commodities mostrou que viria para ficar já em meados de 2012, quando Dilma estava com um ano e meio de seu primeiro mandato. A partir dali, analistas já começavam a alertar para as dificuldades futuras.

    Mas calma aí! Adams se esquece de que o país passou por eleições no ano passado. E isso significa que a oposição também apresentou seu diagnóstico, apontando, diga-se, a quase totalidade dos problemas que estão por aí. Onde está a surpresa?

    Sobre gastos feitos sem a autorização do Congresso, o advogado-geral insiste na desculpa petista de sempre, o famoso “FHC também fez” — o que, dizem ministros do TCU, não confere com a realidade, não na dimensão ou na escala do governo Dilma.

    A defesa de Adams também politiza o caso de maneira desastrada. Sabe que a recomendação para que as contas sejam rejeitadas servirá de forte argumento da oposição para acusar Dilma de crime de responsabilidade. Aludindo ao que parece ser um eventual pedido de impeachment, Adams considera: “O fundamental é que temos que mostrar nossa força institucional. O Brasil conquistou uma estabilidade institucional e econômica. Nosso esforço é estabelecer isso como padrão para o mundo”.

    Sim, claro! E em que um julgamento realmente autônomo do TCU e uma decisão idem da Câmara ameaçariam a força institucional? Ao contrário! Esta só sairia fortalecida. Por Reinaldo Azevedo

    Tags: Luís Inácio Adams, pedaladas fiscais


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    sábado, 12 de setembro de 2015

    (108) Levy diz que a população deve encarar eventuais aumentos de impostos como ‘investimento’



    (108) Levy diz que a população deve encarar eventuais aumentos de impostos como ‘investimento’




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    Levy diz que a população deve encarar eventuais aumentos de impostos como ‘investimento’
    Ao comentar o rebaixamento do país, ministro da Fazenda reforça que a solidez fiscal é a base do crescimento do país
    por Martha Beck e Eliane Oliveira
    10/09/2015 15:47 / Atualizado 10/09/2015 19:55





    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy - Evaristo Sa / AFP


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    BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta quinta-feira que os brasileiros devem encarar eventuais aumentos de impostos para reequilibrar as contas públicas como um investimento para que a economia volte a crescer. Segundo ele, o país não deve ser vítima de uma miopia nesse tema, pois a solidez fiscal é a base do crescimento:

    — Você faz um pequeno investimento, admite pagar um pouco mais de imposto para que a economia não tenha tropeço. Talvez você tenha que pagar um pouquinho mais de imposto. A sociedade paga 0,5% a mais, mas o PIB cresce 0,5%, então, vale a pena, é um investimento. A gente não deve ser vítima de miopia nos impostos — disse ele, acrescentando:

    — Temos que garantir que o Brasil seja um país seguro. A solidez fiscal é a base do nosso crescimento.
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    Levy afirmou que tem ouvido de empresários que eles estão dispostos a aceitar um aumento da carga tributária para assegurar a solidez fiscal. Segundo ele, a sociedade não quer que o Brasil seja visto como um país fraco:

    — A gente vai continuar trabalhando, conversando, evitando essa miopia e tentando fazer as pessoas entenderem que, mesmo que você tenha que pagar um pouquinho, na frente, isso vai fazer o Brasil ficar mais forte. É para que o Brasil não seja olhado como um país fraco. Eu tenho ouvido de empresários que eles estão dispostos e que essa estratégia que a gente está desenhando responde à necessidade do Brasil — disse ele, acrescentando:

    — Você quer ir do ponto A para o ponto B. Você tem que mostrar como você vai chegar lá e esse como é uma combinação de cortes de gastos e, se precisar, pedir à sociedade, às empresas, às famílias que elas também façam um esforço adicional para ajudar o Brasil a chegar onde tem que chegar e ser visto como um país forte no mundo inteiro.

    O ministro também disse que não apresentou formalmente uma proposta de aumento do Imposto de Renda (IR). Segundo ele, ao participar de um evento na França no início da semana, alguém comentou com ele que o IR pago na Europa era muito alto. Ele disse ter concordado, e quando seu interlocutor disse que, no Brasil, esse tributo era baixo, ele rebateu que o aumento, então, era uma questão a ser considerada:

    — A gente não deve criar fatos que não existem. Alguém me disse outro dia: “na Europa, a gente paga mais IR do que no Brasil, principalmente nos salários mais altos”. Eu disse: “é verdade”. Ele disse: “Então, é para fazer aumento de IR?” E eu disse: “Se você acha que o IR é baixo, é uma questão a considerar”. Aí no dia seguinte saiu que eu estava propondo um aumento do IR. A gente tem que fazer um trabalho, a gente está examinando tudo.

    BOTAR A CASA EM ORDEM

    Ao comentar o rebaixamento do país e a perda do grau de investimento na agência de classificação de risco Standard & Poor´s, o ministro disse que a mudança terá impacto sobre as condições de crédito da economia brasileira.


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    O ministro da Fazenda disse que o governo precisa “botar a casa em ordem” com ou sem agências de classificação da risco. Segundo ele, o equilíbrio das contas públicas e a realização da meta de superávit primário de 0,7% do PIB são necessários para “as pessoas poderem trabalhar, as empresas poderem contratar e as famílias poderem ter tranquilidade”.

    — O governo está empenhado. A gente sabe que é importante chegar no 0,7%. Mas o governo não chega sozinho no 0,7%. Ele só vai chegar no 0,7% se a sociedade entender a importância de a gente ter as contas fiscais em ordem. O nosso trabalho, com agência de rating ou sem agência de rating, é botar a casa em ordem para que as pessoas poderem trabalhar, as empresas poderem contratar e as famílias poderem ter tranquilidade — disse ele, destacando ainda:

    — A presidente Dilma disse que vai tomar todas as medidas necessárias para isso. Aliás, ela já vem tomando e nem todas têm se refletido tão favoravelmente na popularidade dela.

    MINISTRO FICA NO CARGO

    Perguntado se ainda ficará no cargo, após os problemas político-econômicos que levaram à perda do grau de investimento do Brasil, Levy deixou claro que não é sua intenção deixar a pasta. Segundo ele, seu trabalho de recuperação fiscal ainda não terminou.

    — Eu diria que, sem dúvida nenhuma, a conscientização de agir com firmeza e clareza no âmbito fiscal está mais disseminada do que quando comecei meu trabalho com meu colega Nelson (Barbosa, ministro do Planejamento). Não acredito que meu trabalho de recuperação fiscal já esteja completo. Eu teria alívio, mas não é essa minha avaliação. O equilíbrio fiscal é a base para construirmos uma porção de coisas pra a gente voltar a crescer — afirmou Levy que, no entanto, reconheceu que o mercado quer mais do que palavras.

    — A gente sabe que o mercado não se tranquiliza com palavras, apenas com ações. Evidentemente, a gente deve soltar mais ações de cortes de gastos, de aumento da eficiência do setor público e também um fechamento da equação fiscal que garanta a realização da meta de 0,7% do PIB em 2016 — disse Levy.

    O ministro não apresentou nenhuma medida nova para assegurar o reequilíbrio das contas públicas. Segundo ele, o governo está estudando uma combinação de várias ações tanto do lado das receitas quanto das despesas. De acordo com o ministro, quando elas forem anunciadas, pode haver uma diminuição do afã de rebaixar o Brasil.

    SALÁRIOS DE SERVIDORES PÚBLICOS

    Durante a entrevista, o ministro foi perguntado se teria proposto um congelamento do reajuste dos servidores públicos para ajudar a corrigir o rombo na proposta orçamentária de 2016, que foi enviada ao Congresso com projeção de déficit de R$ 30,5 bilhões. Ele fugiu da pergunta e disse que esse assunto cabe ao Ministério do Planejamento, mas classificou a palavra “congelamento” como forte.

    Levy ressaltou que o governo adotou uma estratégia interessante na negociação com o funcionalismo este ano ao propor que os reajustes futuros sejam feitos com base na inflação projetada. Isso, segundo ele, é um passo interessante para uma agenda na qual o governo quer trabalhar: a desindexação da economia.

    — Há um elemento interessante na proposta que foi feita ao funcionalismo, que o reajuste pela inflação futura. Acho que vai ser uma outra pauta para a gente, desindexar a economia — disse ele.

    PIS/COFINS

    O ministro da Fazenda anunciou que o Executivo enviará ao Congresso, "muito brevemente", a proposta de reforma do sistema de recolhimento do PIS/Cofins. Ele disse que o objetivo do governo será alcançar a neutralidade e promover segurança jurídica ao país.


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    — Esses tributos atingem a todas as empresas. A reforma tem o objetivo de simplificar a vida das empresas. Vai também trazer segurança jurídica. O sistema hoje é complicado. A maior parte das ações julgadas tem a ver com PIS/Cofins.

    De acordo com o ministro, todas as empresas ganharão crédito com o novo PIS/Cofins. O sistema será mais transparente e transversal, afirmou.

    — Nossa economia tem de sofrer certa reengenharia. Tem de se adaptar para o novo ambiente mundial. Com a realocação de mão de obra e capital, é preciso neutralidade tributária entre os setores e aumenta o crescimento potencial do país.

    sexta-feira, 11 de setembro de 2015

    (106) Governo entrega ao TCU novas explicações sobre contas de Dilma



    (106) Governo entrega ao TCU novas explicações sobre contas de Dilma




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    Augusto Cesa...

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    Governo entrega ao TCU novas explicações sobre contas de Dilma
    Documento foi entregue nesta sexta-feita ao presidente do Tribunal, Aroldo Cedraz, e ao relator do processo, ministro Augusto Nardes

    11/09/2015 às 16:14 - Atualizado em 11/09/2015 às 17:42
     
    • Advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, entregou explicações adicionais sobre contas de Dilma de 2014 (Ed Ferreira/Folhapress)

    O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, entregou ao Tribunal de Contas da União (TCU) novas explicações sobre as irregularidades apontadas nas contas da presidente Dilma Rousseff de 2014. O documento foi entregue nesta tarde ao presidente da corte, Aroldo Cedraz, e ao relator do processo, ministro Augusto Nardes. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do tribunal. As explicações estão relacionadas a decretos editados pela presidente que abriram créditos sem autorização prévia do Congresso.

    O tema havia ficado de fora do processo que analisa as chamadas "pedaladas fiscais" pelo fato de ter sido apresentado pelo Ministério Público ao TCU fora do prazo regimental. No entanto, após uma manobra do Senado para ampliar o prazo de defesa, a decisão foi reconsiderada pela corte em agosto. Na ocasião, o governo ganhou um fôlego extra de quinze dias para explicar os fatos, estendido por mais quinze após um pedido feito pelo próprio governo. O prazo final para o envio das informações venceria nesta sexta-feira.

    As primeiras explicações sobre os treze pontos originalmente questionados nas contas de 2014 foram entregues pelo governo ao TCU no mês de julho, dentro do prazo inicial de trinta dias estipulado pela corte.

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    Defesa - O advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams, negou que o governo deva ser responsabilizado por editar decretos presidenciais para abertura de crédito suplementar com o objetivo de custear despesas primárias. "Compreendemos claramente que essa jurisprudência é uma jurisprudência que compreendia uma dinâmica de práticas que eram sempre aceitas", disse.

    (Da redação) TAGs: TCU Tribunal de Contas

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


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    Da Justiça a clava forte

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  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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