Minha lista de leis

Add this tool

Add this Dashboard

  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

https://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

  •  

    https://plus.google.com/u/0/b/101431042668619193166/+DeiustitiaetfidesBlogspotBrdeiustitia-etfides


Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


https://www.facebook.com/Vale-de-Berac%C3%A1-1021390574551899/





    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -




  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

    Tradutores de Direita

    Mostrando postagens com marcador O País quer Saber. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador O País quer Saber. Mostrar todas as postagens

    segunda-feira, 4 de abril de 2016

    O País Quer Saber | Augusto Nunes - VEJA.com



    O País Quer Saber | Augusto Nunes - VEJA.com

























    -




    Veja SP
    Veja RJ
    Exame
    Info
    Contigo!
    MdeMulher
    Modaspot
    Capricho
    Revistas e sites
    Assine
    Clube
    SAC
    Grupo Abril

    VEJA
    
    Notícias
    Vídeos
    Fotos
    Colunistas
    Assine VEJA
    Reinaldo Azevedo
    Radar on-line
    Augusto Nunes
    Ricardo Setti
    Fernanda Furquim
    Todos os colunistas
    Veja SP
    Acervo Digital
    VEJA International


    / Blogs e Colunistas


    Assine o Feed RSS | Saiba o que é



    Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido.

    Home
    Direto ao Ponto
    História em Imagens
    Entrevista
    Baú de Presidentes
    Sanatório Geral
    O País quer Saber
    Homem Sem Visão
    Opinião
    Feira Livre


    O País quer Saber



    A derrota do reizinho prepotente e do banqueiro sabujo: TRT confirma sentença que condenou o Santander a indenizar a analista demitida por ordem de Lula




    Há duas semanas ─ um ano, cinco meses e vinte dias depois de perder por ordem de Lula o emprego no Santander ─, Sinara Polycarpo Figueiredo ganhou a segunda etapa da batalha judicial travada contra o banco que a demitiu. Neste 21 de janeiro, a juíza Cynthia Gomes Rosa, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, manteve a sentença expedida em agosto de 2015 pela juíza Lúcia Toledo Silva Pinto Rodrigues, que condenou a instituição financeira a pagar uma indenização de R$ 450 mil por danos morais infligidos à funcionária castigada por ser honesta.

    Ao recorrer da decisão em primeira instância, o Santander apenas adiou a consumação da derrota. Não há como inocentar o comando do banco, grita a reconstituição do monumento à subserviência que começou em 10 de julho de 2014, quando um documento produzido pela área chefiada por Sinara foi distribuído entre um grupo de clientes com renda mensal superior a R$ 10 mil. Na sentença, a juíza Lúcia registrou que o texto se limitara a endossar “constatações uníssonas entre os analistas do mercado financeiro e nas diversas mídias independentes sobre investimentos”.

    A fúria da seita lulopetista foi desencadeada pelo trecho do documento segundo o qual “a economia brasileira continua apresentando baixo crescimento, inflação alta e déficit em conta-corrente”. Linhas adiante, o diagnóstico nada empolgante observa que a onda de previsões sombrias se adensava sempre que Dilma subia nas pesquisas. Neste início de 2016, passados dezoito meses, a releitura da análise demonstra que a equipe de Sinara se excedeu na timidez. As coisas estavam muito piores. Era questão de tempo o naufrágio consumado em 2015.

    Lula e seus sequazes acham que, numa campanha eleitoral, o único crime é perder. O resto pode. Matar a mãe, por exemplo. Ou afanar a poupança da avó. Previsivelmente, o chefão fingiu enxergar num papelório inofensivo a prova material de que até bancos estrangeiros estavam envolvidos na conspiração urdida para encerrar a supremacia do PT. A ofensiva contra o diagnóstico do Santander começou assim que cópias do documento chegaram à imprensa. E atingiu o climax com o ataque em pinça executado por Dilma e Lula em 28 de julho de 2014.

    Numa sabatina na Folha, transmitida pelo SBT e pela rádio Jovem Pan, Dilma puxou o trabuco do coldre: “Sempre que especularam não se deram bem”, apertou o gatilho ao responder a uma pergunta sobre a análise do Santander. “Acho inadmissível um país que está entre as maiores economias aceitar qualquer interferência externa. A pessoa que escreveu a mensagem fez isso sim, e isso é lamentável, é inadmissível”. Os disparos precipitaram a entrada no saloon de Lula, o pistoleiro que primeiro atira e depois pergunta. Quando pergunta.



    No mesmo dia, num encontro noturno organizado pela CUT em Guarulhos, Lula acionou o tresoitão. No vídeo, andando de um lado para o outro, o copo até aqui de cólera abre o numerito repulsivo cobrando gratidão do banco presidido pelo amigo Emílio Botín. “Não tem lugar no mundo onde o Santander esteja ganhando mais dinheiro que no Brasil”, rosna o animador de comício, que em seguida recorda conversas e episódios que reduziam o banqueiro espanhol a um bajulador grávido de admiração pelo Lincoln de galinheiro. Por isso mesmo merecia o benefício da dúvida, informa a continuação do palavrório.

    “Ô Botín, é o seguinte, querido: olha, eu tenho consciência que não foi você que falô”, concede Lula na abertura do mais sórdido momento de uma trajetória atulhada de infâmias: o antigo líder sindicalista vai ordenar ao dono do Santander que demita uma trabalhadora cujo único pecado fora contar a verdade aos clientes. “Mas essa moça tua que falô, ô, essa moça não entende porra nenhuma de Brasil e não entende nada de governo Dilma. Me desculpe… Mantê… mantê uma mulher dessa num cargo de chefia é, sinceramente… Pode mandar ela embora e dar o bônus dela para mim que eu sei como é que eu falo”.

    Assim se fez. Dois dias depois de formulada a exigência, Sinara foi demitida com outras duas pessoas de sua equipe. “Enviamos uma carta à presidente”, rastejou Botín em 30 de julho. “A pessoa tinha que ser demitida porque fez coisa errada”. O banqueiro espanhol não viveu para festejar a reeleição de Dilma. Morreu em setembro, um mês antes de completar 28 anos no cargo. Substituído pela filha e herdeira Ana Botín, o campeão da sabujice escapou de ler as considerações incluídas na sentença exarada em primeira instância e agora ratificada pelo Tribunal Regional do Trabalho.

    A juíza Lúcia Toledo Silva Pinto Rodrigues entendeu que o banco maculou a carreira profissional de Sinara ao retratar-se publicamente pelo ocorrido. Concluiu, também, que o Santander foi longe demais ao agachar-se diante de Lula. Confira um trecho da sentença:

    “O Banco reclamado foi sim submisso às forças políticas ao demitir a reclamante. Somente demonstrou a parcialidade da instituição em atender os interesses políticos que estavam em jogo na época por conta da eleição e a falta de comprometimento perante seus clientes investidores que, se acreditassem na assertiva de que a economia seguiria a ‘bem-sucedida trajetória de desenvolvimento’, fatalmente amargariam prejuízos financeiros, dada a retração da economia e a desvalorização do nosso câmbio e dos ativos negociados na bolsa de valores”.

    Nesta primeira semana de fevereiro, o documento que resultou na degola da analista foi transformado num monumento ao otimismo pelas apavorantes dimensões da crise econômica. Isolada em seu labirinto, Dilma Rousseff luta para adiar o enterro em cova rasa. Emilio Botín é só um quadro nas paredes do Santander. Lula, enredado em maracutaias urbanas e rurais, caminha para a morte política. Apenas Sinara está liberada para divertir-se no Carnaval. Ela derrotou seus algozes. O banqueiro poltrão e o reizinho prepotente perderam.

    • COM REPORTAGEM DE NAOMI MATSUI

    Tags: Dilma Rousseff, inflação, Lula, Relatório Focus, Santander, Sinara Polycarpo Figueiredo






    Share on Tumblr
    821 COMENTÁRIOS



    17/12/2015 às 20:35 \ O País quer Saber

    A Lava Jato juntou de novo o pecuarista que planta navio-sonda, o senador que lidera uma gaiola e o comerciante de letras



    Em abril de 2009, a revista Dinheiro Rural informou em primeira mão que José Carlos Bumlai atingira um status bem superior ao de mero amigo do peito de Lula. Ele também se tornara O CONSELHEIRO RURAL DO PRESIDENTE, foi avisando já no título a reportagem concebida para festejar os triunfos da sumidade sul-matogrossense que hospedou o candidato do PT na campanha de 2002.

    Na fotomontagem que ilustrou a página de abertura, Bumlai sorria para a posteridade à frente de parte do seu vasto rebanho. A suspeita de que se leria um texto escrito de joelhos vira certeza quando se topa com o nome do autor: Leonardo Attuch. Ele mesmo. O ex-jornalista que virou comerciante de letras.


    Amigo do presidente Lula, José Carlos Bumlai é um grande confinador de gado e um dos responsáveis pelo sucesso dos biocombustíveis, garantiu no subtítulo o negociante de vogais e consoantes que, homiziado num certo Brasil 247 (pode chamar de 171 que ele atende), enriquece louvando delinquentes e difamando gente honrada que se opõe ao lulopetismo, Confira alguns momentos da aula de como ganhar pixulecos com poucos parágrafos. Volto depois das pérolas de jornalismo dependente.

    1. Na campanha presidencial, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi apresentado a um dos maiores pecuaristas do Brasil. Era José Carlos Bumlai, um engenheiro nascido em Corumbá, no Pantanal, que trabalhou durante 30 anos na construção pesada e que, em paralelo, desenvolveu uma atividade rural modelo em Mato Grosso do Sul: a Agropecuária JB. A empatia entre o candidato e o fazendeiro foi imediata. Lula passou quatro dias na fazenda e gravou ali, nas proximidades de Campo Grande, os programas sobre agronegócio que foram usados na campanha.

    2. “Foi um marco histórico”, recorda Bumlai. “Todos os dias nós ficávamos conversando até as três, quatro da manhã”, diz Bumlai. E o que mais impressionou o fazendeiro foi a visão apurada que Lula já tinha em relação ao tema agroenergia. “No futuro, assim como Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek serão lembrados pela Petrobras e por Brasília, Lula terá como marca os biocombustíveis”, prevê o fazendeiro.

    3. Enquanto estiveram juntos nas fazendas próximas a Campo Grande, Lula e Bumlai jogaram conversa fora, assaram churrascos, pescaram e se tornaram amigos de infância. A tal ponto que, segundo diz a lenda, Bumlai teria sido convidado para ser o primeiro ministro da Agricultura do governo petista – o que ele nega. “Eu sempre tive noção dos meus limites”, diz o fazendeiro. “Entendo um pouco de pecuária, entendo de cana, de pasto, mas não entendo, por exemplo, de café.”

    4. Bumlai não assumiu um cargo na Esplanada dos Ministérios, mas tem sido um dos mais ativos conselheiros do presidente e colaborador do governo quando o tema é agronegócio. Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social desde sua criação, em 2003, ele participa dos grupos de trabalho de bioenergia, pecuária, infraestrutura, reforma tributária e reforma previdenciária.

    5. Nas suas propriedades em Mato Grosso do Sul, como a Fazenda Cristo, na cidade de Miranda, ele criou os confinamentos mais produtivos do País. Utilizando pivôs irrigados e a técnica de integração lavoura-pecuária, ele produz várias safras de milho, que garantem a silagem do gado para a fase final de engorda e acabamento. Embora não revele o número de animais, estima- se algo ao redor de 100 mil bois. Ou, quem sabe, 99.999. Supersticioso, Bumlai tem fascínio pelo número nove. Representa, segundo ele, “a perfeição”. Seu número de celular tem vários noves e um único oito – este, o símbolo do dinheiro. E seu padrão de produção é admirado por vários produtores.

    6. Outra marca de Bumlai é a religiosidade. Ele carrega sempre na lapela do paletó uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. 7. Outro bom amigo é o senador pantaneiro Delcídio Amaral (PT-MS). “O Bumlai é um craque da pecuária”, disse o parlamentar à DINHEIRO RURAL. E como seu grande amigo, o presidente Lula, já pensa em criar um instituto depois de 2010 voltado para estudos relacionados ao combate à fome no mundo, com foco em regiões áridas, como a África, a parceria de Bumlai com os suíços tem tudo para ser bem-sucedida. “A biotecnologia, a serviço do homem, é capaz de gerar uma nova revolução verde no planeta”, diz ele.



    Quase sete anos depois da conversa de comadres sem decoro, a Operação Lava Jato juntou a trinca de novo. Bumlai e Delcídio entraram no elenco do Petrolão depois de Attuch, que estreou em outubro de 2014, quando um post aqui publicado revelou as ligações mais que promíscuas que o amarram ao doleiro Alberto Youssef. Em agosto de 2015, uma reportagem do site de VEJA resumiu no título a reincidência do meliante sem cura: MORO: BRASIL 247 RECEBEU DINHEIRO DO PETROLÃO A PEDIDO DO PT. O intermediário da gatunagem foi o companheiro João Vaccari Neto.

    O camburão escalado para recolher o conselheiro rural especializado em plantação de navio-sonda só chegou em novembro. No dia seguinte foi a vez do primeiro senador engaiolado no exercício do mandato. Ambos deverão curtir uma longa temporada na cadeia. Attuch continua em liberdade. Mas tem tudo para chegar lá. Tanto assim que achou prudente fingir que só conhece Delcídio de vista e só soube da existência de Bumlai pelo noticiário sobre o Petrolão.

    O site 171 não fez uma única e escassa menção à reportagem de 2009. E continua a esconder dos leitores que o dono da gazua virtual foi o descobridos do Conselheiro Rural do Presidente. Num depoimento à Polícia Federal, Bumlai confessou que andou repassando ao PT milhões de reais desviados da Petrobras e que é mesmo amigo de Lula, com quem se encontrava nos fins de semana.

    “Mas possuíam uma regra de que não se permitiam discutir assuntos econômicos ou políticos em tais ocasiões”, mentiu o depoente. O que Attuch escreveu desmonta a conversa fiada: era sobre política e economia que egócio, era só sobre isso que o conselheiro e o aconselhado conversavam.

    Para refrescar a memória de Bumlai, basta que a Polícia Federal convoque o autor do texto publicado pela Dinheiro Rural para depor em Curitiba. Attuch talvez até goste da ideia de conhecer melhor, e de graça, a cidade onde pode acabar hospedado a contragosto.

    Tags: Delcídio do Amaral, Dinheiro Rural, José Carlos Bumlai, Leonardo Attuch, pecuarista






    Share on Tumblr
    76 COMENTÁRIOS



    10/12/2015 às 8:09 \ O País quer Saber

    A noite em que Delcídio assombrou Campo Grande com uma festança tão majestosa que parecia casamento de príncipe inglês




    A saudade de Campo Grande decerto figura entre os motivos que levaram o senador Delcídio do Amaral a optar pelo acordo de delação premiada que o livrará da cela de cadeia que o hospeda em Brasília. Também sentem falta do parlamentar presidiário os muitos amigos que tem na capital do Mato Grosso do Sul, sobretudo os que sempre estiveram na lista de convidados para as festas promovidas por Delcídio.

    A julgar pela descrição empolgadíssima do colunista social Fernando Soares, nenhuma foi tão superlativamente refinada e majestosa quanto a que celebrou em 2011 o aniversário de Maria Eugênia, a caçula das três filhas do senador. Os seis trechos da narrativa de Fernando Soares abaixo reproduzidos permitem imaginar como foi aquela noitada patrocinada pelo Petrolão. Confira:

    1 – Maria Eugênia Amaral, carinhosamente chamada de Gigi, celebrou seus 15 anos na casa que teria capacidade para abrigar os 700 amigos da família. Na noite de sábado, a caçula do senador Delcídio e de Maika do Amaral fez a noite mais vibrante e intensa dos últimos tempos. Noite que ficará marcada na memória social de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul. Não apenas pela natural suntuosidade que sugeria a atmosfera, mas pela singular energia que emanava em cada pedacinho da festa. Parecia mágica.

    2 – Num estonteante vestido, na parte de cima, inteiro em Cristais Givenchy, com saia em tufos de tule dourado com pastilha de paetês, confeccionado por Júnior Santaella especialmente para ela, Maria Eugênia parecia flutuar. Ao longo de um mês, a mansão vinha se transformando para ser um espaço dourado de 1,6 mil metros, inteiramente coberto em teto transparente, onde frondosas árvores naturais surgiam iluminadas na lateral do espaço.

    3 – Quatro imensos lustres de cristal davam as boas-vindas aos convidados no salão. O mobiliário era assinado por Philippe Starck, em preto e suaves interferências em ouro. O cardápio de Maria Adelaide Noronha, do Yotedy, também impressionou em especial pelos ouriços de cream cheese com camarão e as tilápias ao duo de queijos e creme de limão. Foram mais de 120 garrafas de uísque Johnnie Walker e 240 de champanhe Veuve Clicquot.

    4 – No show, entrou em cena um dos mais eletrizantes DJs que já esteve em Campo Grande, Fabiano Salles, residente da internacional Pink Elephant Club. Ele segurou a pista até as seis horas da manhã, quando o sol ganhou a festa. Em tempo, Maria Eugênia trocou de roupa no meio da noite. O vestido desprendia a saia e se tornava próprio para pista. Decotadésimo e iluminado. A festa falava vários sotaques. Havia amigos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

    5 – Sabem quantos chefs prepararam os canapés? 06 chefs. Os convidados puderam escolher entre mais de 30 tipos de iguarias. Entre os pratos quentes, havia escalope de filet mignon ao molho de abacaxi e mel, purê de 3 castanhas (nozes, amêndoas e castanhas portuguesas) com um toque de tâmara, tornedores de pupunha grelhados na manteiga de sálvia, camarões da Escócia com purê de macaxeira e wasabi. Na parte de ilhas, havia a japonesa e as de queijos maasdamm, brie, além de foie gras e terrine de aspargos e muito mais.

    6 – A nobreza inglesa que me perdoe, mas aqui em Campo Grande essa festa da Maria Eugênia Amaral não ficou devendo quase nada ao servido naquele chamado “casamento do século”, que eles fizeram na Inglaterra. Não temos a Fiona Cairns, mas temos doceiras de primeiríssimo time e, quanto aos chefs, do Yotedy, em sua maioria são premiados nacionalmente, mas, como nobreza é nobreza, rendemos nossas homenagens”.


    Tags: Coluna social, Delcídio do Amaral, Fernando Soares, festa de 15 anos, Maria Eugênia Amaral






    Share on Tumblr
    195 COMENTÁRIOS



    01/11/2015 às 20:35 \ O País quer Saber

    O castigo finalmente chegou para os poderosos assassinos de Unaí



    Nesta sexta-feira, 30 de outubro, o Tribunal do Júri de Minas Gerais condenou a penas que somam quase 200 anos de prisão o fazendeiro Norberto Mânica — 100 anos de cadeia — e o empresário cerealista José Alberto de Castro — 96 anos, dez meses e 15 dias. A dupla é acusada de ser a mandante dos assassinatos dos auditores fiscais Nelson José da Silva, João Baptista Lages e Erastótenes de Almeida Gonçalves, e do motorista Ailton Pereira de Oliveira, fuzilados em 28 de janeiro de 2004 dentro de uma caminhonete do Ministério Público Federal enquanto trabalhavam.

    O também fazendeiro e irmão de Norberto, Antério Mânica, e o cerealista Hugo Pimenta, serão julgados respectivamente em 4 e 10 de novembro. Os executores do crime, Rogério Allan Rocha Rios, Erivaldo Vasconcelos Silva e Willian Gomes de Miranda cumprem, desde 2013, penas que variam de 56 a 94 anos de prisão. Cada um teria recebido R$ 39 mil pelo assassinato.

    No post republicado abaixo, “A bandidagem enquadrou os xerifes”, de 7 de maio de 2009, a seção O País Quer Saber contou detalhes do crime que ficou conhecido como a Chacina de Unaí. Passados quase 12 anos, a coluna comemora a condenação dos culpados.

    • Antério virou prefeito e Norberto continua no trono do feijão


    Melhor tentar a fortuna em Minas Gerais, decidiram em 1978 os quatro irmãos descontentes com a rotina sem horizontes no Paraná. Lá sobrevivia desde o final do século 19 a família Manica, formada por imigrantes italianos e seus descendentes. Dali partiram Antério, Luiz Antônio, Celso e Norberto na carroçaria de um caminhão. A viagem terminou em Unaí, fundada em 1943, a 165 quilômetros de Brasília e a 350 de Belo Horizonte. Acampados em barracas meses a fio, trabalharam na lavoura até comprarem um punhado de alqueires. Para que os nativos soubessem como era a pronúncia do sobrenome proparoxítono, só precisaram de um circunflexo sobre a primeira vogal. Para que soubessem o que sabem hoje, precisaram de tempo, terras e tragédias.

    No início deste século, todos sabiam que a família Mânica era mais rica e mais poderosa que qualquer outra de Unaí. E conseguira incorporar-se à tribo dos condenados à eterna impunidade, sabiam em 2003 quase todos os habitantes. Só pareciam ignorar quem mandava no lugar três fiscais do Ministério do Trabalho ─ Nelson José da Silva, João Baptista Lages e Erastótenes de Almeida Gonçalves ─ e o servidor federal Ailton Pereira de Oliveira, motorista do carro usado para as inspeções. Por acreditarem que todos são iguais perante a lei, passaram a multar regularmente grandes fazendeiros. Por entenderem que alguns são mais iguais que os outros, os punidos condenaram à morte os homens da lei.

    Em 28 de janeiro de 2004, os três fiscais e o motorista foram assassinados a tiros numa estrada de terra. Capturados pela Polícia Federal em 27 de julho, integrantes do grupo de extermínio revelaram que haviam agido a mando de proprietários rurais liderados por Norberto Mânica, o “Rei do Feijão”, e Antério Mânica, já em campanha para incorporar a prefeitura ao patrimônio da família.

    Estuprador confesso da legislação trabalhista, chefe regional da campanha pela extinção da carteira de trabalho, devoto de usos e costumes que deixariam ruborizado um escravocrata do Primeiro Império, Norberto vinha sendo punido com multas quie somavam R$ 2 milhões em janeiro de 2004. Aquilo não ficaria assim, avisou o rei do feijão. Não ficou, confirmou o massacre. Preso em agosto, teve a solidão abrandada em setembro com a chegada do irmão. Apoiado por uma coligação que juntou o PSDB ao PT, pelo governador Aécio Neves e pelo vice-presidente José Alencar, Antério já era o prefeito eleito (com 72% dos votos) ao sair da cadeia em novembro. Ficara mais popular durante a temporada na gaiola.

    O assombro provocado pela chacina induziu o Ministério da Justiça a criar em fevereiro de 2004 uma força tarefa composta por integrantes do Ministério Público Federal, da Polícia Federal, da polícia civil e da Polícia Militar de Minas. As investigações foram bem até a identificação dos mandantes. Ficou comprovado que o carro usado pelos assassinos pertencia a Antério. Os depoimentos permitiram reconstituir a reunião que aprovou a condenação à morte e detalhou a metodologia da execução. Mas o processo continua longe do fim.

    Norberto está em liberdade desde dezembro de 2004. Como o irmão Antério e o fazendeiro José Alberto Costa, que contratou os executores, desfrutam em casa do direito a foro privilegiado. Continuam presos um dos mandantes, Hugo Pimenta, e os assassinos Francisco Pinheiro, Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan da Rocha Rios e William Gomes de Miranda. Não demorarão a voltar às ruas. Em janeiro deste ano, o Ministério Público Federal de Minas teve de pedir a libertação de Humberto Ribeiro dos Santos, encarregado de apagar as provas do crime.

    “Com o transcorrer dos anos, sem a realização do julgamento dos acusados, inevitavelmente ocorre a chamada prescrição”, lastimou a procuradora Mirian Moreira Lima. “Na Justiça Federal, em Belo Horizonte, a tramitação do processo foi reconhecidamente célere. Somente as sucessivas interposições de recursos pelos réus, todos julgados improcedentes, é que vem dando motivo para o atraso do julgamento pelo Tribunal do Júri. Entendo lamentável a ocorrência da prescrição em crimes dessa natureza, com significativo prejuízo à própria sociedade”.

    As famílias de cada assassinado receberam do governo federal de R$ 200 mil. Nenhum parente dos mortos continua em Unaí. Antério Mânica foi reeleito em outubro passado. Já avisou que quer ser deputado.

    Tags: Antério, família Mânica, fiscais do Ministério do Trabalho, mandantes, massacre de Unaí, Norberto, prefeito






    Share on Tumblr
    72 COMENTÁRIOS



    23/08/2015 às 22:15 \ O País quer Saber

    A grande resposta da professora das filhas de Veríssimo ao cachorrinho de madame que virou pitbull de quadrilheiro



    Neste 20 de agosto, o jornal gaúcho ZH publicou a crônica em que Luis Fernando Verissimo informa que não vê diferenças entre manifestações de rua contra o governo e matilhas de vira-latas. No mesmo dia, a leitora Rosália Saraiva, que foi professora das filhas do patriarca dos humoristas estatizados, encaminhou ao blog do jornalista Políbio Braga uma carta endereçada ao pai das ex-alunas. A resposta, merecidíssima, é de envergonhar até quem perdeu a vergonha de vez.

    O rosnado de Verissimo nasceu do medo. O fim da era lulopetista pode custar-lhe a liderança que ocupa no ranking dos autores mais didáticos do Ministério da Educação. Esse possível rebaixamento na lista dos escritores federais oferece motivos de sobra — milhões de motivos — para que um cachorrinho de madame vire candidato a pitbull de quadrilha. Talvez sossegue algum tempo depois do troco, reprisado abaixo, que uma valente professora lhe aplicou no fígado. Confira. (AN)

    Prezado LF Verissimo:


    Na crônica com o título ‘O Vácuo’, comparaste os manifestantes contra o governo aos cachorros vira-latas que, no passado, corriam atrás dos carros, latindo indignados. Dizes que nunca ficou claro o que os cães fariam quando alcançassem um carro, por ser uma raiva sem planejamento. E que os cães de hoje se modernizaram, convenceram-se de seu próprio ridículo, renderam-se ao domínio do automóvel.


    Na tua infeliz e triste comparação, os manifestantes de hoje são vira-latas obsoletos sitiando um governo que mais se parece com um Fusca indefeso, que sabem o que NÃO querem – Dilma, Lula, PT – mas não pensaram bem NO QUE querem no seu lugar. Como um velho e obsoleto cachorro vira-lata, quero te latir (não sei se entendes a linguagem de cachorros) algumas coisas:


    1. Independentemente das motivações de cada um, tenho certeza de que todos os cachorros na rua correm em busca dos sonhos perdidos, que, em 13 anos, foram sendo atropelados não por um Fusca indefeso, mas por um Land Rover de corrupção, imoralidades, mentiras, alianças políticas espúrias, compras de pessoas, impunidade, incitação à luta de classes, compra de votos com o Bolsa Família , desrespeito e banalização da vida pela falta de segurança e de atendimento digno à saúde, justiça falha, etc, etc.


    2. Se os cachorros se modernizaram e pararam de correr atrás do carro, não foi por se convencerem do próprio ridículo. Foi porque não conseguiram nunca alcançar os carros e isso os desmotivou. Falta de planejamento, concordo. Mas os cachorros de agora aprenderam que se correrem juntos, unidos, latindo bastante atrás do carro, cada vez mais e mais, de novo e de novo, chegará uma hora em que o motor vai fundir. Eles vão alcançar o carro. O motorista vai ter que descer do carro e outro assumirá. Pior do que está não vai ficar, embora o conserto vá demorar muito. Não vai ser fácil, mas os vira-latas vão conseguir se organizar, pelo voto. Não pela ditadura.


    3. Não é verdade que o latido mais alto entre os cachorros foi o de um chamado Bolsonaro. Acho que estavas na França gozando das delícias de um croissant na beira do Sena (enquanto os vira-latas daqui corriam atrás do osso perdido) e não viste os vídeos das manifestações. Se bem que a TV Globo e o Datafolha também não enxergaram nada. O que mais cresceu na manifestação foi uma certeza, a certeza que vai fazer esse país mudar: com essa Land Rover desgovernada não dá mais. Os cachorros com seus latidos unidos jamais serão vencidos. E sabem que mais dia, menos dia, esse carro vai parar. É assim que começa, pena que eles não acreditem. Não vai ter mais dinheiro pra comprar brioches para o povo. E o número de vira-latas vai aumentar muito. Quem comandará a corrida? Não sei, só sei que prefiro ser um vira-lata à moda antiga do que um vira-lata moderninho que se rende a uma Land Rover.


    4. Te enganas quando dizes que os cachorros de antes corriam atrás dos carros porque a luta era outra. Não, a luta é a mesma, o contexto é diferente. Os cachorros não querem um passaporte bolivariano. O vácuo vai ser preenchido, não te preocupes. Por quem for necessário e aceito, desde que não seja pelo exército do Stédile.


    5. Em tempo: essa vira-lata que te fala foi professora das tuas filhas no antigo e admirável Instituto de Educação. Lá aprendi que é importante latir não por latir, mas para defender os sonhos possíveis. E tuas filhas devem ter aprendido muita coisa com os meus latidos. Continuo latindo, agora na rua, para derrubar o que acredito ser um mal nesta nação arrasada: a corrupção e, mais do que isso, um governo corrupto, que perdeu totalmente a vergonha. Eles criaram um “vácuo” de imoralidade e de incompetência que vai ser difícil de recuperar. Mas, vamos conseguir!


    Atenciosamente, auauau.


    ROSÁLIA SARAIVA


    Tags: cachorrinho de madame, Luis Fernando Verissimo, pitbull de quadrilheiro, professora gaúcha, ranking do MEC, Rosália Saraiva, vira-latas, ZH






    Share on Tumblr
    937 COMENTÁRIOS



    19/05/2015 às 7:43 \ O País quer Saber
    O governo da potência de araque não para de esbanjar lá fora o dinheiro que falta aqui



    • BRANCA NUNES

    Neste 7 de maio, o governo federal comemorou a aprovação na Câmara dos Deputados da PEC 665, embrulho incluído no balaio do ajuste fiscal que altera regras no seguro-desemprego. Mais uma vez, Dilma Rousseff e seus parceiros avisaram que é pelo bem do Brasil que a população será sacrificada. A mesma cantilena foi entoada para que os pagadores de impostos aceitem outra contradição absurda: os parteiros do slogan Brasil – Pátria Educadora cortaram R$ 500 milhões da verba que deveria garantir a professores e bibliotecas públicas o suprimento de livros didáticos. Há alguns dias, enfim, o Ministério da Educação confessou que não resta um único tostão para investir no FIES.

    A indigência financeira, cujo codinome é “contingenciamento de gastos”, provoca estragos que ultrapassam as fronteiras do território nacional. Já no primeiro mandato de Dilma, o Brasil perdeu o direito de voto em instituições internacionais, sofreu derrotas sucessivas na disputa por cargos relevantes e foi proibido de comandar missões de paz da ONU, entre outras sanções que deixaram em frangalhos a imagem do país. Como a soma das dívidas com as agências da Organização das Nações Unidas já passou dos R$ 600 milhões, não há perigo de melhorar.

    Para recuperar, por exemplo, o direito de voto na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), perdido desde 1º de janeiro de 2015, o país precisa pagar R$ 10,3 milhões. Um débito de R$ 15,4 milhões e dois anos de calotes na contribuição financeira devida ao Tribunal Penal Internacional expulsaram o Brasil do quadro de eleitores da instituição. Na FAO, a dívida acumulada chegou a R$ 38,6 milhões.

    As embaixadas desenham um quadro de penúria. Em reportagem recente, o Estadão revelou que a representação brasileira em Benim, na África ocidental, ficou sem água e luz por falta de pagamento. Os telefones só não haviam emudecido porque um diplomata ali baseado quitou a conta com o que restava do salário. A escassez de recursos atinge também representações em Tóquio, nos Estados Unidos e em Portugal.

    No ano passado, o Brasil se recusou a pagar a contribuição obrigatória à Organização dos Estados Americanos (OEA), entidade que reúne as nações das Américas do Sul, Central e do Norte. Dos 8,1 milhões de dólares esperados, depositou apenas 1 dólar. Em contrapartida, o salário dos parlamentares saltou no começo do ano de R$ 26.723,13 para R$ 33.763,00. E as despesas federais no primeiro trimestre cresceram R$ 5,4 bilhões, passando de R$ 822 bilhões para pouco mais de um trilhão de reais por ano. “Sem contar a Petrobras”, ressalva o jornalista Carlos Brickmann.

    Tudo somado, conclui-se que o Brasil Maravilha que Lula pariu e Dilma Rousseff carregou no colo só existiu na cabeça baldia do parteiro e no cérebro desabitado da babá. Pelo menos desde 2006, a dupla insistiu em enxergar um colosso emergente no que nunca passou de um pobretão metido a besta. Fantasiado de rico com um fraque puído nos fundilhos, há mais de 12 anos a potência de araque deu de esbanjar lá fora o dinheiro que faz falta aqui. Neste início do segundo mandato, o fraque foi reduzido a andrajos que denunciam a miséria financeira e moral do perdulário irresponsável.

    Neste 12 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou a liberação de mais R$ 50 bilhões para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O governo parece achar pouco: o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, move-se nos bastidores para apressar a transferência de outros R$ 10 bilhões atualmente em poder de um fundo criado com uma fatia de recursos do FGTS. De 2006 para cá, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES ultrapassou a fronteira dos R$ 410 bilhões — 8,4% do PIB.

    Boa parte da dinheirama esvaiu-se na construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior ─ em transações mantidas sob sigilo e sempre com juros de pai para filho. “Fazer empréstimos internacionais sem que eles passem pelo Congresso é uma atitude inconstitucional que se cristalizou no governo Lula e Dilma”, observou Maristela Basso, professora de direito internacional da USP, numa entrevista a Heródoto Barbeiro. “Emprestar para Cuba de forma secreta para a construção do Porto de Mariel, por exemplo, é nulo perante o direito brasileiro”.

    Inconstitucional ou não, é o que o governo federal faz há mais de uma década. Entre 2006 e 2012, US$ 3,2 bilhões (R$ 6,4 bilhões) foram consumidos em empréstimos a companhias brasileiras em Angola –49% para a Odebrecht–, de acordo com uma reportagem da BBC Brasil. Trecho: “A Odebrecht conta com parte de uma nova linha de crédito do banco, de US$ 2 bilhões, para manter o ritmo de investimentos em Angola, entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões anuais (de R$ 1,1 bilhão a R$ 1,2 bilhão)”.

    Também construído pela Odebrecht e financiado pelo BNDES, o porto de Mariel engoliu US$ 682 milhões só na primeira etapa. Com 18 metros de profundidade, 12 quilômetros de ferrovias e 70 quilômetros de rodovias com pista dupla no entorno, o porto cubano é tudo o que o Porto de Santos, em São Paulo, quer ser quando o governo decidir gastar por aqui as verbas que sobram para modernizar a infraestrutura de países companheiros.

    Pelo atalho do BNDES, a Queiróz Galvão fez chegar um bilhão de dólares aos canteiros de obras da hidrelétrica de Tumarín, na Nicarágua. No Equador, a Odebrecht foi contemplada com mais de US$ 90 milhões para construir a Hidrelétrica Manduriacu, além de outros US$ 240 milhões para a hidrelétrica de San Francisco. Acusada de “desleixo” no cumprimento do cronograma, a empreiteira foi expulsa do país, em 2008, pelo presidente Rafael Correa.

    Cada vez mais numerosos, esses acertos internacionais são cada vez menos transparentes. Não se sabe ao certo quais são os critérios usados pelo BNDES para escolher parceiros. Boa parte das obras financiadas beneficia países da África e da América do Sul cuja irrelevância comercial é compensada pela permanência no poder de governantes amigos.

    A suspeita de que o segredo de alguns contratos se presta a ocultar tenebrosas transações ameaça o sigilo que, no caso de Cuba e Angola, só seria suspenso em 2027. A reação do governo à iminente instauração de uma CPI do BNDES reforçou a sensação de que a devassa na multibilionária caixa-preta é inadiável. As descobertas podem espantar até os brasileiros convencidos de que, depois do Petrolão, não se espantarão com mais nada.

    Seguem-se 14 obras no exterior financiadas pelo BNDES.

    Porto de Mariel (Cuba)

    Valor da obra: US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Odebrecht

    Hidrelétrica de San Francisco (Equador)

    Valor da obra: US$ 243 milhões / Empresa responsável: Odebrecht

    Hidrelétrica Manduriacu (Equador)

    Valor da obra: US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Odebrecht

    Hidroelétrica de Chaglla (Peru)

    Valor da obra: US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Odebrecht

    Metrô Cidade do Panamá (Panamá)

    Valor da obra: US$ 1 bilhão / Empresa responsável: Odebrecht

    Autopista Madden-Colón (Panamá)

    Valor da obra: US$ 152,8 milhões / Empresa responsável: Odebrecht

    Aqueduto de Chaco (Argentina)

    Valor da obra: US$ 180 milhões do BNDES / Empresa responsável: OAS

    Soterramento do Ferrocarril Sarmiento (Argentina)

    Valor: US$ 1,5 bilhões do BNDES / Empresa responsável: Odebrecht

    Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela)

    Valor da obra: US$ 732 milhões / Empresa responsável: Odebrecht

    Segunda ponte sobre o rio Orinoco (Venezuela)

    Valor da obra: US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Odebrecht

    Barragem de Moamba Major (Moçambique)

    Valor da obra: US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Andrade Gutierrez

    Aeroporto de Nacala (Moçambique)

    Valor da obra: US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Odebrecht

    BRT da capital Maputo (Moçambique)

    Valor da obra: US$ 220 milhões (US$ 180 milhões por parte do BNDES) / Empresa responsável: Odebrecht

    Hidrelétrica de Tumarín (Nicarágua)

    Valor da obra: US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões) / Empresa responsável: Queiroz Galvão

    Tags: BNDES, Branca Nunes, calotes, embaixadas, indigência financeira, Itamaraty, OEA, pobretão metido a besta, potência de araque






    Share on Tumblr
    239 COMENTÁRIOS



    15/05/2015 às 18:29 \ O País quer Saber
    Ministério Público Federal denuncia Rose Noronha por improbidade administrativa



    O site do Globo acaba de piorar o fim de semana do ex-presidente Lula com um post que exumou Rosemary Noronha, ex-segunda-dama, ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo e quadrilheira posta em recesso pela Polícia Federal. Alvo de uma ação criminal por corrupção passiva, tráfico de influência e falsidade ideológica, Rose foi denunciada pelo Ministério Público Federal, há duas semanas, por improbidade administrativa. Confira o restante da notícia que vai esticar por algumas horas, nesta sexta-feira, a agenda de acordos impublicáveis, conversas secretas e conchavos criminosos mantida em sigilo pelo Instituto Lula:

    Na denúncia apresentada no dia 30 de abril, são listados os favores recebidos pela ex-chefe do escritório da Presidência para fazer indicações de nomeações e marcar reuniões para o ex-diretor da Agência Nacional de Águas Paulo Vieira. Rose também é acusada de indicar o irmão de Paulo, Rubens Vieira, para a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os irmãos Viera comandariam uma quadrilha de venda de pareces em órgãos federais. Eles também foram denunciados por improbidade administrativa na nova ação proposta pelo MPF.

    Ao analisar a denúncia de improbidade administrativa, o juiz José Henrique Prescendo, da 22ª Vara Cível Federal, disse que entre Rose e os irmãos Vieira “havia uma identidade de propósito consistente em se beneficiarem reciprocamente através das diversas condutas ímprobas que lhes são imputadas”. O juiz cita o favorecimento da empresa Tecondi, que explora terminais no Porto de Santos (SP), em processos no Tribunal de Contas da União (TCU) e na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e ingerência da ex-chefe do escritório da Presidência da República no Ministério da Educação.

    A Operação Porto Seguro revelou que Rose obteve para o seu ex-marido José Cláudio Noronha um diploma universitário falso para que ele pudesse ser nomeado para o conselho de administração da BrasilPrev, seguradora do Banco do Brasil. José Cláudio também foi denunciado por improbidade administrativa, assim como José Batista de Oliveira Vasconcelos, outro ex-marido de Rose. A empresa de Vasconcelos conseguiu um contrato com a Cobra, braço tecnológico do Banco do Brasil.

    Durante as investigações, foi descoberto ainda que Rose e Paulo Vieira planejavam abrir uma escola de inglês. A unidade, da rede Red Ballon, registrada em nome de Meline e Mirelle, as duas filhas de Rose, e de seu ex-marido Noronha, começou a funcionar no início do ano passado, em São José dos Campos (SP).

    Ao analisar a denúncia de improbidade administrativa, o juiz Prescendo declinou da competência para conduzir a ação e determinou a remessa do processo para Brasília porque outras ações civis relacionadas à Operação Porto Seguro já correm na capital federal. O juiz determinou ainda o sigilo sobre o processo por causa da existência de documentos decorrentes da quebra de sigilo telefônico, fiscal e bancário dos réus. O Ministério Público Federal recorreu para que o processo seja mantido em São Paulo.

    Tags: improbiddade administrativa, Ministério Público Federal, Rosemary Noronha






    Share on Tumblr
    84 COMENTÁRIOS



    07/05/2015 às 18:21 \ O País quer Saber

    O balanço da Petrobras informa: entre 2004 e 2012, a corrupção na estatal saqueada engoliu R$ 110 a cada cinco segundos



    Confira no Blog Impávido Colosso


    Tags: corrupção, Impávido Colosso, Petrobras






    Share on Tumblr
    31 COMENTÁRIOS



    19/04/2015 às 8:01 \ O País quer Saber

    Uma comparação que envergonha o Brasil



    Sem direito a verbas indenizatórias, cotas de passagens aéreas nem imunidade parlamentar. Veja como é a vida dos parlamentares suecos e compare com a dos nossos pais-da-pátria.



    Tags: Brasil, Parlamento Sueco, Suécia






    Share on Tumblr
    52 COMENTÁRIOS



    17/04/2015 às 17:10 \ O País quer Saber

    A gastança dos deputados é um tapa na cara dos quase 110 milhões de brasileiros que sobrevivem com 26 reais por dia



    Atualizado às 17h10


    • BRANCA NUNES

    Primeiro suplente da candidata Marina Silva, eleita em outubro de 2002, Sibá Machado demorou apenas dois meses para sair do anonimato e entrar no Senado pela porta dos fundos: como a representante do Acre trocou o Congresso pelo Ministério do Meio Ambiente, o reserva virou titular já em janeiro de 2003 e só devolveu o gabinete em maio de 2008. Dois anos depois, achou mais prudente disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, onde pousou a bordo de 25.158 votos. Em 2014, o eleitorado que lhe conferiu um segundo mandato baixara para 18.395 cabeças. Manteve o emprego graças ao quociente partidário – fórmula mágica que presenteia com mandatos parlamentares com votações de vereador.

    Desde 1º de janeiro, Sibá tem aproveitado com gana e gula os privilégios conferidos aos pais-da-pátria. Até 28 de março, havia consumido R$ 77.700,78, cerca de R$ 4 mil por voto recebido. Nesses 87 dias de governo, desembolsou R$ 14.183,77 com combustível. São R$ 163 por dia (quase um tanque de gasolina), quantia suficiente para 35 viagens de ida e volta entre o Congresso e seu apartamento funcional. Outros R$ 17.072,91 foram absorvidos pelo ralo do item “locação ou fretamento de veículos automotores”. Os dados estão disponíveis no Peba – Indexador de Dados Públicos, site recém-lançado que analisa e reúne as despesas de todos os deputados federais.

    Na apresentação, os idealizadores do Peba evocam uma frase dita em 1913 por Louis Brandeis, juiz da Suprema Corte americana, para explicar a importância da transparência para os governos: “Sunlight is the best disinfectant” (a luz do sol é o melhor desinfetante) . “No Brasil, muitos consideram a Lei de Acesso à Informação Pública revolucionária”, escrevem. “Mas, infelizmente, na prática é um pouco diferente”. Para burlar as barreiras existentes nos sites do governo federal e das prefeituras, um grupo autodenominado Teresina Hacker Clube desenvolveu o Peba – tipo de tatu também conhecido como papa-defunto.

    Os dados publicados revelam, por exemplo, que Sibá ─ embora tenha obtido metade dos votos de Raimundo Angelim Vasconcelos, também filiado ao PT do Acre ─ torrou uma bolada oito vezes maior que a despesa do colega. Com 39.844 eleitores, Angelim ainda não cruzou a fronteira dos R$ 10 mil.

    Nos primeiros 100 dias de governo, a medalha de ouro em gastança de dinheiro público ficou com José Otávio Germano, do PP do Rio Grande do Sul, que atingiu a marca de R$ 103.332,01. Só as despesas com divulgação da atividade parlamentar somaram R$ 90 mil (quase R$ 1 mil por dia). Três notas fiscais divulgadas pelo Peba, cada uma no valor de R$ 30 mil, foram emitidas pela Maxwell gráfica e editora LTDA. As datas atestam que, em menos de um mês, Germano imprimiu 90 mil folhetos. Concentrado em contar o que faz, o parlamentar pepebista parece sem tempo para fazer. Ele cabulou 25% das 27 sessões deliberativas da Câmara.

    A movimentação financeira relatada pelo Peba é apenas uma diminuta fatia da fortuna de 1 bilhão de reais engolida anualmente pelos deputados. Ao salário de R$ 33.763 se somam, entre outros favores pecuniários, a verba de gabinete de R$ 78 mil (destinada à contratação de até 25 funcionários), uma ajuda de custo de R$ 1.113,46 e o auxílio-moradia de R$ 4.253,00, fora o resto. Segundo o site Congresso em Foco, cada um dos 513 deputados custa em média R$ 147.659,96 por mês.

    Nesta semana, a coluna do jornalista Carlos Brickmann confrontou orçamento e população de diversos estados com as despesas da Câmara, do Senado e do Tribunal de Contas da União. “A Câmara, que gasta anualmente R$ 5.362.325.807 para atender a 513 deputados e sabe-se lá quantos assessores, tem orçamento praticamente igual ao do Recife (R$ 5.742.000.000), com 1,6 milhão de habitantes”, informa Brickmann. “O orçamento do Senado (R$ 3.916.377.597), para atender a 81 senadores, mais assessores, secretários, motoristas, é quase igual ao de Salvador (R$ 4.363.257.000), com 2,9 milhões de habitantes. O Tribunal de Contas da União (R$ 1.823.516.700, para nove ministros e seus assessores), tem quase o mesmo orçamento de João Pessoa (R$ 1.823.516.700), com 780 mil habitantes”.

    O governo federal garante ter resgatado da pobreza extrema 36 milhões de brasileiros. O último censo do IBGE constatou que quase 110 milhões de brasileiros sobrevivem com os R$ 788 do salário mínimo mensal. São 26 reais por dia.

    Tags: Câmara dos Deputados, Congresso Nacional, José Otávio Germano, Peba, Raimundo Angelim Vasconcelos, Senado, Sibá Machado, Teresina Hacker Clube






    Share on Tumblr
    147 COMENTÁRIOS



    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Postagens populares

    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

    Uma publicação compartilhada por SOU FOGÃO (@soufogaooficial) em

    Che Guevara