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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
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“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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    sexta-feira, 4 de agosto de 2017

    O Fiel Católico - Vaticano exige que Venezuela suspenda Constituinte






    O Fiel Católico




    Posted: 04 Aug 2017 11:28 AM PDT








    O VATICANO EXIGIU, nesta sexta-feira, 4/8/2017, que a Venezuela respeite os direitos humanos e suspenda a posse da Assembleia Constituinte, eleita no último domingo, 30, para escrever uma nova Constituição, como uma manobra política do presidente Nicolás Maduro. Em um comunicado emitido pela Secretaria de Estado da Santa Sé, o Vaticano pediu que "seja assegurado o pleno respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, bem como a Constituição vigente". "Que sejam suspensas as iniciativas em curso, como a nova Constituição, para favorecer a reconciliação e a paz, e não fomentando um clima de tensão e de confronto, para que sejam criadas condições para uma solução negociada", ressaltou...





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    Posted: 03 Aug 2017 08:37 PM PDT







    CAUSOU MUITA ESPÉCIE no meio católico a recente declaração de Dom Antônio Carlos Cruz, bispo de Caicó, no Rio Grande do Norte (foto). O prelado, durante a celebração de uma Missa, afirmou [nada mais, nada menos] que "a homossexualidade é um dom de Deus"[!]...


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    • Vaticano exige que Venezuela suspenda Constituinte



    CIDADE DO VATICANO, 4 AGO (ANSA) – O Vaticano exigiu, nesta sexta-feira, 4/8/2017, que a Venezuela respeite os direitos humanos e suspenda a posse da Assembleia Constituinte, eleita no último domingo, 30, para escrever uma nova Constituição, como uma manobra política do presidente Nicolás Maduro. Em um comunicado emitido pela Secretaria de Estado da Santa Sé, o Vaticano pediu que “seja assegurado o pleno respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, bem como a Constituição vigente”. “Que sejam suspensas as iniciativas em curso, como a nova Constituição, para favorecer a reconciliação e a paz, e não fomentando um clima de tensão e de confronto, para que sejam criadas condições para uma solução negociada”, ressaltou.


    O Vaticano também citou “o grave sofrimento do povo, em dificuldade para encontrar alimentos e remédios, e a falta de segurança” em todo o país. “O papa Francisco acompanha de perto a situação e suas implicações humanitárias, sociais, políticas, econômicas e até espirituais, assegurando suas orações pelo país e por todos os venezuelanos”, afirmou a nota. Há quase quatro meses, opositores ao regime de Maduro e a população civil saem às ruas para protestar contra o governo e a Constituinte. Mais de 110 pessoas já morreram nos confrontos.


    Desde o início da crise política venezuelana, o Vaticano e o papa Francisco se colocaram à disposição para intermediar as negociações de paz. No entanto, a Santa Sé afirma que nunca foram criadas as condições para o diálogo e acusa o governo de não cumprir com o acordo. Já o Senado brasileiro aprovou a criação de uma comissão, liderada pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, para viajar à Venezuela e facilitar o diálogo. Amanhã (5), os chanceleres do Mercosul se reunirão para analisar a situação da Venezuela e especialistas não descartam a possibilidade de aplicação da Cláusula Democrática contra o governo de Maduro.


    Prisões – A polícia venezuelana soltou o opositor Antonio Ledezma, prefeito de Caracas, e o enviou para prisão domiciliar, informaram amigos e familiares nesta sexta-feira. (ANSA)

    ___
    Fonte:
    IstoÉ Mundo, disp. em:
    http://istoe.com.br/vaticano-exige-que-venezuela-suspenda-constituinte/
    Acesso 4/8/017www.ofielcatolico.com.br

    quinta-feira, 13 de julho de 2017

    segunda-feira, 3 de julho de 2017

    O Fiel Católico - Naufrágios na história da Igreja: de São Paulo ao Catolicismo que vivemos hoje






    O Fiel Católico





    Posted: 03 Jul 2017 11:26 AM PDT







    O LECIONÁRIO PARA A MISSA pós-Vaticano II se caracteriza por uma série de interessantes detalhes. Um deles é a leitura contínua dos Atos dos Apóstolos durante as Missas feriais do Tempo Pascal. Enquanto celebra a Ressurreição ao longo de cinquenta dias, a Igreja também reflete sobre a primeira evangelização: a comunidade cristã primitiva, com o poder do Espírito Santo, espalha pelo mundo mediterrâneo a Boa Nova (do grego ευαγγέλιο: evangelion), na histórica notícia de que Jesus de Nazaré, tendo ressuscitado dentre os mortos, constituiu-se Senhor e Salvador para o perdão dos pecados...




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    • Naufrágios na história da Igreja: de São Paulo ao Catolicismo que vivemos hoje




    A barca de Pedro, do Missal antigo (edição não identificada): clique sobre a imagem para vê-la ampliada



    O LECIONÁRIO PARA A MISSA pós-Vaticano II se caracteriza por uma série de interessantes detalhes. Um deles é a leitura contínua dos Atos dos Apóstolos durante as Missas feriais do Tempo Pascal. Enquanto celebra a Ressurreição ao longo de cinquenta dias, a Igreja também reflete sobre a primeira evangelização: a comunidade cristã primitiva, com o poder do Espírito Santo, espalha pelo mundo mediterrâneo a Boa Nova (do grego ευαγγέλιο: evangelion), na histórica notícia de que Jesus de Nazaré, tendo ressuscitado dentre os mortos, constituiu-se Senhor e Salvador para o perdão dos pecados.


    Essa leitura em série dos Atos dos Apóstolos termina com S. Paulo estabelecido em Roma, provavelmente no atual bairro do Trastevere, falando com a comunidade judaica romana sobre suas antigas esperanças na Aliança com Deus, que chegara à plenitude em Cristo ressuscitado.


    Há, no entanto, uma omissão dessa história cristã primitiva que é lamentável: o lecionário omite o capítulo 27 dos Atos, que conta a dramática história do naufrágio de Paulo e da sua breve estada em Malta, onde o Apóstolo é milagrosamente salvo de uma víbora venenosa e de onde ele parte, em outro navio, para Roma.


    Eis uma questão para refletirmos: inúmeros livros sobre a história da Igreja foram escritos ao longo de dois milênios, mas o único livro direta e oficialmente reconhecido como inspirado por Deus sobre a história da Igreja –, os Atos dos Apóstolos –, termina com o relato de um naufrágio. Um aparente desastre que se transforma, por obra da Divina Providência, em oportunidade para estender a missão da Igreja.


    As cenas continuam no capítulo 28 dos Atos. Paulo não está desfrutando das melhores circunstâncias em Roma: ele vive sob uma espécie de prisão domiciliar. Mesmo assim, transforma os seus aposentos em um centro de evangelização, conclamando a comunidade judaica romana a repensar sobre Jesus e a reconsiderar as críticas que eles tinham ouvido sobre a nova “seita” cristã, além de explicar como Deus, por seu Espírito Santo, tinha estendido a salvação vivificante também aos gentios. A inconveniência e a indignidade da prisão domiciliar o levam a uma intensa atividade evangélica: “E ele viveu ali durante dois anos inteiros, às próprias custas, e congratulou-se com todos quantos vieram até ele, pregando o Reino de Deus e ensinando sobre o Senhor Jesus Cristo abertamente e sem obstáculos” (At 28,30).


    Naufrágio e missão, ao que parece, se entrelaçam no que seria o "DNA" histórico da Igreja. Não se trata de sugerir que a Igreja deva deliberadamente procurar o naufrágio. Claro que não; mas é fato que grande parte dos danos infligidos ao catolicismo nas últimas décadas são ferimentos que os próprios católicos abriram contra si mesmos, e que as autoridades da Igreja têm a obrigação de sanar: os escândalos de abusos sexuais, as histórias de terror sobre a vida católica de meados do século XX na Irlanda, as formas de dissidência intelectual e adesão a ideologias esquerdistas que esvaziaram o catolicismo do patrimônio da Verdade legado pelo Cristo, o contratestemunho público dos católicos que não conseguem defender com firmeza a dignidade da pessoa humana em todas as fases da vida, a corrupção e o descaso para com a sagrada Liturgia, etc. O assalto cultural mais amplo cometido contra a Igreja, porém, é outra questão.


    Alguns podem considerar um “naufrágio” a atual agonia do catolicismo no nível cultural mundial, este mesmo nível a partir do qual a Igreja transmitiu e sustentou a fé em tantos países do Ocidente por tantos séculos, até o tempo dos nossos avós. Mas o que é que deveríamos esperar, se a cultura pública ambiental se torna tóxica, contrária a tudo o que é católico e "cristofóbica" (para usar o agudo termo recentemente enfatizado pelo jurista judeu ortodoxo Joseph Weiler)? Talvez o fim do catolicismo cultural seja uma espécie de naufrágio; afinal, o catolicismo que foi oferecido à próxima geração, sem grande esforço, é o que poderíamos dizer um tipo de catolicismo transmitido apenas "por osmose", além de o ser totalmente deformado, solapado, despedaçado, destituído talvez mesmo da sua própria essência.


    E por que não tirarmos uma lição dos últimos capítulos dos Atos dos Apóstolos e ver naquela dura realidade um convite providencial a nos tornarmos, mais uma vez, uma Igreja em missão permanente? Uma Igreja em que cada católico saiba que foi batizado para uma vocação missionária? Uma Igreja em que os católicos saibam que a qualidade do seu discipulado é medida pelo poder do seu testemunho de Cristo e da sua capacidade de convidar outras pessoas a experimentarem a amizade com o Senhor Ressuscitado?


    Mais difícil é converter pessoas a uma igreja que se encontra quase irreconhecível em tantas partes. Quantas vezes tentamos evangelizar alguém, falar para uma pessoa da verdadeira Igreja, da maravilha que é a Missa, receber os Sacramentos, integrar o Corpo do Senhor, mas... Quando aquela pessoa afinal se interessa e diz que quer conhecer, que deseja saber mais... Para onde enviar aquela pessoa? Se na paróquia mais próxima o que se celebra é quase uma paródia do que deveria ser a Missa? Se sabemos que aquele padre não está minimamente interessado em converter ninguém? Se sabemos que, se essa pessoa tomar a decisão de se confessar, e depois de um correto exame de consciência se prostrar diante de um sacerdote, hoje, corre o sério risco de ouvir dele que metade daquilo que está sendo confessado simplesmente não é mais pecado?

    O desafio é imenso. Sim. Mas naufrágio e missão parecem ser a dupla hélice que impulsiona a história da Igreja desde sempre. O desafio resume-se, então, em discernir as possibilidades para a missão que Deus sempre codifica naquilo que nos parece, à primeira vista, um naufrágio total.

    ______
    • Adaptado para O FIEL CATÓLICO do texto 'O naufrágio de São Paulo e o naufrágio do nosso catolicismo', publicado em Aleteia, disp. em:
    • https://pt.aleteia.org/2017/06/29/o-naufragio-de-sao-paulo-e-o-naufragio-do-nosso-catolicismo/
    • Acesso 3/7/017 www.ofielcatolico.com.br

    domingo, 18 de junho de 2017

    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - Esplendor da concepção hierárquica e cristã da vida






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 18 Jun 2017 05:00 AM PDT


    A onda satânica do igualitarismo, que desde a revolução protestante do século XVI até a revolução comunista de nossos dias, vem atacando, caluniando, solapando, e fazendo definhar tudo quanto é ou simboliza hierarquia, apresenta toda desigualdade como uma injustiça.


    O artigo Esplendor da concepção hierárquica e cristã da vida apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.





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    Esplendor da concepção hierárquica e cristã da vida


    Por Plinio Corrêa de Oliveira
    - 18 de junho de 2017
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    A onda satânica do igualitarismo, que desde a revolução protestante do século XVI até a revolução comunista de nossos dias, vem atacando, caluniando, solapando, e fazendo definhar tudo quanto é ou simboliza hierarquia, apresenta toda desigualdade como uma injustiça. Está na natureza humana – dizem os igualitários – que o homem se sinta diminuído e vexado em curvar-se ante um superior. Se o faz, é porque certos preconceitos ou o império das circunstâncias econômicas o obrigam a tal. Mas esta violência à ordem natural das coisas não fica impune. O superior deforma sua alma pela prepotência e pela vaidade que o levam a exigir que alguém se curve ante ele. O inferior perde com seu gesto subserviente algo da elevação de personalidade própria ao homem livre e independente. Em outros termos, sempre que uma pessoa se curva ante outra, há um vencedor e um vencido, um déspota e um escravo.

    A doutrina católica nos diz exatamente o contrário. Deus criou o universo segundo uma ordem hierárquica. E dispôs que a hierarquia fosse da essência de toda ordem verdadeiramente humana e católica.

    Em contato com o superior, o inferior pode e deve tributar-lhe todo o respeito, sem o menor receio de se rebaixar ou degradar. O superior, por sua vez, não deve ser vaidoso, nem prepotente. Sua superioridade não decorre da força, mas de uma ordem de coisas muito santa, e desejada pelo Criador.

    Na Igreja Católica, os costumes exprimem com admirável fidelidade esta doutrina. Em nenhum ambiente os ritos e as fórmulas de polidez consagram mais acentuadamente o princípio de hierarquia. E em nenhum, também, se vê tão claramente quanta nobreza pode haver na obediência, quanta elevação de alma e quanta bondade pode haver no exercício da autoridade e da preeminência.

    * * *

    Numa Cartuxa espanhola, um monge oscula, genuflexo, o escapulário de seu superior. É a expressão da mais inteira sujeição.

    Entretanto, considere-se atentamente a cena, e se verá quanta varonilidade, quanta força de personalidade, quanta sinceridade de convicção, quanta elevação de motivos o humilde monge genuflexo põe em seu gesto. Contém este qualquer coisa de santo e cavalheiresco, de grandioso e singelo, que faz pensar ao mesmo tempo na “Legende Dorée”, na “Chanson de Roland”, e nas “Fioretti” de São Francisco de Assis.

    Como, genuflexo, este religioso humilde e desconhecido é maior do que o homem moderno, molécula enfatuada, impessoal, anônima e sem expressão, da grande massa amorfa em que se transformou a sociedade contemporânea.

    * * *

    Depois da humildade do monge, consideremos a do gentil-homem.

    O Conde Wladimir d’Ormesson foi até há bem pouco embaixador da França junto à Santa Sé. Em nosso clichê, vemo-lo, revestido do fardão solene de diplomata, ajoelhado ante o Santo Padre Pio XII por ocasião de uma audiência. Seria difícil imaginar uma atitude que exprimisse, tão completamente e ao mesmo tempo, uma alta consciência de sua própria dignidade e um vivo respeito ante a autoridade excelsa e suprema, em face da qual o embaixador tem a honra de se encontrar. O joelho em terra, mas o tronco e o pescoço eretos, a nobreza e a reverência do cumprimento, tudo enfim mostra quanto respeito e quanta dignidade se contém nos tradicionais estilos diplomáticos, dos quais o Conde se mostra aqui intérprete fiel, e que foram elaborados nos séculos áureos da civilização cristã.

    * * *

    De sua parte, considere-se o Prior. Há como que um contraste entre seu grande vulto branco, ereto, robusto, estável, que exprime autoridade, segurança e paterna proteção, e a expressão fisionômica que parece neutra, impassível, serena, um pouco distante. O vulto exprime a atitude oficial do Prior. A fisionomia traduz o desapego, a simplicidade do homem. Pois não é ao homem enquanto tal, mas ao cargo, que a homenagem se dirige.

    E, com o devido respeito, consideremos a posição do Pontífice. Sentado em um pequeno trono, ele não se levanta para receber a homenagem do embaixador. Entretanto, inclina ligeiramente o busto para se aproximar mais do Conde. Conserva sua mão na dele. Dá a toda a acolhida uma nota de amenidade muito marcada. E, mantendo-se embora inteiramente como Papa, dá todas as mostras da mais entranhada benevolência e do maior apreço para com o embaixador.

    * * *

    Quatro atitudes, inspiradas numa visão muito hierárquica das coisas, todas nobres, dignas, honrosas, embora cada qual a seu modo. Em uma palavra, esplendor da humildade cristã e formosura de uma vida hierárquica…
    Publicado originalmente na revista “Catolicismo” Nº 70 – Outubro de 1956, na seção Ambientes, Costumes e Civilizações.













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    Plinio Corrêa de Oliveira
    https://ipco.org.br/ipco/quem-somos/biografia-de-plinio-correa-de-oliveira/
    Homem de fé, de pensamento, de luta e de ação, Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995) foi o fundador da TFP brasileira. Nele se inspiraram diversas organizações em dezenas de países, nos cinco continentes, principalmente as Associações em Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), que formam hoje a mais vasta rede de associações de inspiração católica dedicadas a combater o processo revolucionário que investe contra a Civilização Cristã. Ao longo de quase todo o século XX, Plinio Corrêa de Oliveira defendeu o Papado, a Igreja e o Ocidente Cristão contra os totalitarismos nazista e comunista, contra a influência deletéria do "american way of life", contra o processo de "autodemolição" da Igreja e tantas outras tentativas de destruição da Civilização Cristã. Considerado um dos maiores pensadores católicos da atualidade, foi descrito pelo renomado professor italiano Roberto de Mattei como o "Cruzado do Século XX".

    quarta-feira, 30 de novembro de 2016

    [New post] Justiça não considera crime pregar a religião – O CASO JONAS ABIB




    DROGA MATA - Não Vote PT! posted: "Notícias STFImprimir Terça-feira, 29 de novembro de 2016 Encerrada ação penal contra padre acusado de incitar discriminação religiosa Por maioria, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu provimento ao Recurso Ordinário em Habeas Corpus ("



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    Justiça não considera crime pregar a religião – O CASO JONAS ABIB


    by DROGA MATA - Não Vote PT!



    Notícias STFImprimir

    Terça-feira, 29 de novembro de 2016


    Encerrada ação penal contra padre acusado de incitar discriminação religiosa


    Por maioria, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu provimento ao Recurso Ordinário em Habeas Corpus (RHC) 134682 para determinar o trancamento de ação penal em curso no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na qual o monsenhor Jonas Abib responde à acusação de incitação à discriminação religiosa.

    Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Edson Fachin, que apesar de considerar o texto "intolerante, pedante e prepotente", não identificou a tipicidade da conduta criminal.

    De acordo com os autos, o sacerdote da Igreja Católica foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia por incitação à discriminação religiosa, crime previsto no artigo 20, parágrafos 2º e 3º, da Lei 7.716/1989, em razão do teor de livro de sua autoria intitulado "Sim, Sim, Não, Não - Reflexões de cura e libertação".

    -

    Segundo a acusação, o padre teria feito afirmações discriminatórias e preconceituosas contra a religião espírita e a religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé, incitando a destruição e desrespeito a seus objetos de culto.

    Da tribuna, a defesa do sacerdote, fundador da comunidade Canção Nova, que tem a missão de evangelizar pelos meios de comunicação social, afirmou que as declarações contidas no livro são proselitismo, mas não representam discurso de ódio contra essas religiões.



    De acordo com a defesa, a publicação é destinada a convencer católicos hesitantes, aqueles que também recorrem ao espiritismo ou à umbanda.

    Em seu voto, o ministro Fachin afirmou defender o respeito a todas as crenças, mas ressaltou que não cabe ao Poder Judiciário, por razões metajurídicas, censurar manifestações de pensamento.



    Segundo ele, a liberdade religiosa é parte das garantias constitucionais e abrange o livre exercício de consciência, crença e culto, mas declarações infelizes sobre crenças de terceiros fogem ao espectro de atuação do estado-juiz.

    -

    "Liberdade de religião é a liberdade de acreditar e de fazer proselitismo em um ou outro sentido", disse o ministro.


    O relator salientou que a liberdade religiosa não é absoluta, devendo ser exercitada de acordo com os princípios constitucionais de convivência das liberdades públicas. Em seu entendimento, o proselitismo constatado no livro, ainda que acarrete comparações religiosas incômodas, não configurou o tipo penal previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989, que pune a prática, indução ou incitação à "discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional".

    Para o ministro, ainda que os termos possam sinalizar animosidade, não se verifica na esfera penal uma intenção de que fiéis católicos procedam a escravização, exploração ou eliminação de pessoas de outras religiões.



    Em seu ponto de vista, há uma tentativa de demonstrar a superioridade da religião católica com vistas a um resgate ou salvação de terceiros, mas não de sua subjugação.

    "Apesar de as afirmações serem indiscutivelmente intolerantes, pedantes e prepotentes, entendo que elas encontram guarida na liberdade de expressão religiosa e, em tal dimensão, ainda que reprováveis do ponto de vista moral e ético, não preenchem o âmbito proibitivo da norma penal incriminadora", argumentou o relator.

    Único voto divergente, o ministro Luiz Fux entende não ser caso de trancamento da ação penal.



    Os ministros Rosa Weber, Marco Aurélio e Luís Roberto Barroso acompanharam o relator dando provimento ao RHC.

    PR/FB



    Processos relacionados

    RHC 134682




    DROGA MATA - Não Vote PT! | 30 de November de 2016 at 7:28 | Categories: 2014- eleições | URL: http://wp.me/p6A6F-6rS




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    domingo, 8 de maio de 2016

    Lava Jato apura se ex-senador transformou igreja em lavanderia de dinheiro com aval de padre | Brasil | Notícias | VEJA.com



    Lava Jato apura se ex-senador transformou igreja em lavanderia de dinheiro com aval de padre | Brasil | Notícias | VEJA.com

























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    • Lava Jato apura se ex-senador transformou igreja em lavanderia de dinheiro com aval de padre


    • Moacir Anastácio Carvalho admitiu à PF ter recebido 950.000 reais de empreiteiras do petrolão. Investigadores querem saber agora como ele gastou o dinheiro

    • Por: Ulisses Campbell
    • 07/05/2016 às 16:56 - Atualizado em 07/05/2016 às 17:53

    •  

    • Gim Argello e o padre Moacir (VEJA.com/VEJA)


    Uma equipe de investigadores da Lava Jato vai fazer uma devassa nas contas da Paróquia de São Pedro, em Brasília, para descobrir como o padre Moacir Anastácio Carvalho gastou cada centavo de quase um milhão de reais recebidos das empreiteiras OAS, Andrade Gutierrez e Via Engenharia, em 2014. O Ministério Público suspeita que o ex-senador Gim Argello (PDT-DF), preso e denunciado na Lava Jato, e o ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) tenham transformado a Casa de Deus em lavanderia com o consentimento do padre para legalizar dinheiro de propina.

    Em depoimento prestado na quinta-feira em Curitiba, ao qual VEJA teve acesso, o religioso admitiu que costuma pedir dinheiro a empresários e a fiéis que frequentam a paróquia que administra. Como justificativa, Moacir alegou que a igreja possui uma área de 20,6 hectares e que está construindo com muito sacrifício um templo de 12,2 mil metros quadrados para acomodar uma das maiores festas religiosas do país, Pentecostes, que começa neste domingo e reúne mais de 3 milhões de pessoas em três dias de celebração. O evento a que o padre se refere é famoso em Brasília por mesclar uma espécie de altar com palanque, no qual políticos costumam pegar o microfone da mão do padre para pedir votos em época de eleição ou exaltar os próprios feitos quando estão exercendo mandato ou cargos no Executivo.
    •  

    • (VEJA.com/VEJA)


    Ao prestar depoimento ao delgado federal Luciano Flores, padre Moacir apresentou três recibos e um extrato bancário. Pelos documentos, o religioso recebeu três repasses de empreiteiras em 2014. O primeiro, no dia 14 de abril, foi de 300 000 reais e veio da Via Engenharia. Segundo ele, a caridade foi obra de Agnelo Queiroz, que é investigado na Lava Jato justamente por carregar nas costas a suspeita de receber propina da empreiteira na construção do bilionário Estádio Mané Garrincha. A segunda doação ocorreu no dia 19 de maio no valor de 350 000 reais. Dessa vez o dinheiro veio da OAS e foi costurado por Gim Argello, que frequenta a paróquia do padre Moacir há mais de 10 anos. Duas semanas depois caiu na conta da igreja outros 300 000 reais, fruto da boa vontade da Andrade Gutierrez, cujo ex-presidente, Otávio Azevedo, está preso acusado de pagar propina na obra da usina nuclear Angra 3.

    Os investigadores trabalham com a hipótese de que o dinheiro depositado na conta da igreja de Brasília é parte da propina que Gim Argello recebeu para manter executivos de empreiteiras bem longe das comissões de inquérito que investigavam corrupção na Petrobras no Senado e na Câmara, há dois anos. Gim, Agnelo, o padre e as empreiteiras negam tudo, claro. "Os políticos disseram que iam conseguir dinheiro para a festa junto a empresários, mas não mencionaram quais empresas", disse o padre em depoimento. "Só tomei conhecimento que parte do dinheiro veio da OAS quando fui intimado", completou.

    Apesar de o religioso não constar na lista dos denunciados na de sexta-feira, a Polícia Federal vai continuar em seu encalço. Os investigadores vão analisar toda a contabilidade da paróquia para atestar se a instituição foi usada para lavar dinheiro de corrupção. Em depoimento, o padre jurou que não devolveu um tostão para Gim Argello e Agnelo Queiroz. "Usei 800 000 reais na festa e o restante em obras de terraplenagem do estacionamento do centro de evangelização", sustenta.

    O advogado do padre, Wellington Medeiros, disse que o seu cliente não teme a devassa da PF nas contas da paróquia e que até já se adiantou, deixando com os investigadores da Lava-Jato uma mala contendo todos os documentos contábeis da igreja, incluindo notas, extratos, cópia de cheques e balanços. "Nem sempre as pessoas entendem que é muito caro construir um templo de 12,2 mil metros quadrados em uma cidade em que cada metro quadrado construído custa 2,2 mil reais", defende-se.

    Apesar de ser obrigatório os sacerdotes selarem voto de pobreza no momento da ordenação, o padre Moacir montou já usando batina uma empresa chamada MAC - Livros e Artigos Religiosos para comercializar publicações de sua autoria. O religioso também é proprietário de um apartamento comprado em Fortaleza, em 2008, e mais dois imóveis na cidade de Águas Claras, no Distrito Federal, comprados depois que passou a se dedicar à igreja. Depois que o padre levou a sua paróquia para as páginas da Lava Jato, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) determinou que ele não passe mais o microfone para políticos em seus shows religiosos. Até segunda ordem.

    terça-feira, 26 de abril de 2016

    O Fiel Católico - Quais as diferenças entre católicos e ortodoxos orientais?




    O Fiel Católico



    Quais as diferenças entre católicos e ortodoxos orientais?


    Posted: 26 Apr 2016 01:59 PM PDT




    DE TEMPOS EM TEMPOS, surge algum leitor que nos propõe esta pergunta. Entendemos, então, que chega o momento de respondê-la: em síntese, são treze as diferenças doutrinárias e disciplinares que distanciam os ortodoxos orientais da Igreja Católica...




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    • Quais as diferenças entre católicos e ortodoxos orientais?

    Pelo zelo na Liturgia e na Arte sacra, igrejas ortodoxas orientais são belas e ricamente ornamentadas em qualquer lugar do mundo; acima, a vista interna da igreja da paróquia ortodoxa russa do Cazaquistão
    DE TEMPOS EM TEMPOS, surge algum leitor que nos propõe esta pergunta. Entendemos, então, que chega o momento de respondê-la: em síntese, são treze as diferenças doutrinárias e disciplinares que distanciam os ortodoxos orientais da Igreja Católica.
    É interessante notar que a maioria daqueles que de modo superficial simpatizam com a rica tradição ortodoxa oriental acabam por entender que ela perde, por assim dizer, o "encanto" quando conhecida a fundo e vista bem de perto. Apesar do grande respeito que temos por estes nossos queridos irmãos cismáticos, não temos como negar que boa parte dos argumentos que eles utilizam para justificar os desacordos entre eles e nós, como veremos, são flagrantemente desprovidos de qualquer fundamento.
    Os ortodoxos não aceitam: 1) o primado e 2) a infalibilidade do Papa; 3) a Processão do Espírito Santo a partir do Filho; 4) o Purgatório póstumo; 5) os dogmas da Imaculada Conceição e 6) da Assunção de Maria Santíssima (apenas enquanto dogmas); 7) o Batismo por infusão e não por imersão; 8) a falta da Epiclese na Liturgia Eucarística; 9) o pão ázimo (sem fermento) na Celebração Eucarística; 10) a Comunhão Eucarística sob a espécie do pão apenas; 11) o Sacramento da Unção dos Enfermos como é ministrado no Ocidente; 12) a indissolubilidade do Matrimônio; 13) o celibato do clero.
    Seja observado, logo de início, que em geral os orientais têm por ideal a volta da Igreja ao que ela era até o sétimo Concílio Geral (Nicéia II em 787), pois aceitam plenamente os Concílios de Nicéia I (325), Constantinopla I (381), Éfeso (431), Calcedônia (451), Constantinopla II (553), Constantinopla III (681), Nicéia II (787). O Concílio de Constantinopla IV, que excomungou o Patriarca Fócio em 869/870, evidentemente é rejeitado pelos orientais.
    Como se pode ver, nem todos esses pontos diferenciais são da mesma importância. O que mais concorre para a manutenção do Cisma é o da fidelidade ao Papa como Pastor Supremo, assistido pelo Espírito Santo em matéria de fé e de Moral. A seguir, comentamos e procuramos esclarecer cada um destes pontos:
    • 1. Primado do Papa

    Alega a Teologia ortodoxa que a jurisdição universal e suprema do Papa implicaria que os outros bispos são subordinados a ele como nada além de seus representantes, o que eles consideram um desvio ou um erro. A esta concepção equivocada, porém, respondeu o Concílio do Vaticano II:
    “Aos Bispos é confiado plenamente o ofício pastoral ou o cuidado habitual e cotidiano das almas. E, porque gozam de um poder que lhes é próprio e com toda razão são antístites dos povos que eles governam, não devem ser considerados (meros) vigários (representantes) do Romano Pontífice.”
    (Constituição Lumen Gentium 27)
    Como demonstra muito facilmente a mais elementar noção do senso comum (entenda), não há nenhum sentido em se questionar o primado do Bispo de Roma, o Papa, que garante a unidade e a coesão da Igreja, preservando-a de iniciativas meramente pessoais e subjetivas. Exatamente por isso o discípulo Simão, e apenas ele, recebeu o nome-título de Pedra-Cefas (entenda).
    • 2. Infalibilidade do Papa

    Em 1870, fazendo eco à fé antiquíssima dos cristãos, o Concílio do Vaticano I declarou o Papa infalível quando fala em termos definitivos para a Igreja inteira e em matéria de fé de moral (entenda). – Já segundo a Teologia ortodoxa oriental, esta definição extinguiria a autoridade dos Concílios.
    Evidente que tal contestação não em nenhuma razão de ser, pelo simples fato de que o Papa não pode "decidir" nada contrário àquilo que foi definido dogmaticamente em qualquer Concílio da Igreja. Já no tempo dos Apóstolos ocorreu o primeiro Concílio, em Jerusalém1. Segundo a Igreja Católica, então, os Concílios gerais ou universais têm plena razão de ser, já que também o Papa participa deles (por si ou por seus delegados) e aprova as suas conclusões. Nos nossos dias, mais e mais se têm insistido sobre a colegialidade dos Bispos.
    • 3. A procedência do Espírito Santo a partir do Filho (Filioque)

    Esta é possivelmente a mais conhecida discordância entre católicos e ortodoxos e que, mais uma vez, não tem nenhuma razão de ser a não ser a pura incompreensão e a inflexibilidade para o diálogo aberto e fraterno, como era a característica de um determinado período histórico. A concepção da Igreja Católica decorre do fato de que em Deus não há distinções, a não ser onde haja oposição relativa, como no caso do Filho que possui Natureza humana, sedo que o mesmo não se pode afirmar do Pai e do Espírito Santo. Entretanto, não podemos jamais nos esquecer de que não somos politeístas: cremos e adoramos apenas um Deus, que se manifesta a nós em Três Pessoas diferentes, mas não separadas2.
    Se, portanto, entre o Filho e o Espírito Santo não há a separação de Espirante e Espirado, um não se distingue do outro ou, em outras palavras, o Filho e o Espírito Santo são um só em Deus. Nosso Senhor Jesus Cristo, no Evangelho segundo S. João (15, 26) afirma textualmente que o Espírito procede do Pai; claramente, porém, não tenciona propor aí uma Teologia sistemática e exclusiva, mas põe em relevo um aspecto da verdade, – assim como em tantas e tantas outras ocasiões, – sujeito a ser completado pela reflexão.
    De fato, no caso desta questão, a dificuldade é mais de linguagem do que de doutrina. Tanto assim que os orientais preferem dizer que o Espírito Santo procede do Pai "através do Filho", – o que claramente é apenas uma maneira diferente de dizer praticamente a mesma coisa ou, no mínimo, algo muito parecido. Torna-se evidente que, com um pouco de boa vontade, poderia-se facilmente conciliar as posições.
    • 4. Purgatório

    Este é um caso curioso e que (infelizmente precisamos dizer) evidentemente depõe contra a boa vontade dos teólogos orientais. Ocorre que os ortodoxos do Oriente aceitaram a existência do Purgatório sem nenhuma dificuldade até o século XIII. Foi somente no ano 1231 ou 1232 que o metropolita Georges Bardanes, de Corfu, pôs-se a impugnar a doutrina bíblica e apostólica do fogo do Purgatório (entenda), apenas porque não haveria, literalmente, fogo no Purgatório(!).
    Os teólogos orientais subsequentes lamentavelmente vieram a apoiar a contestação de G. Bardanes, mas nem por isso ousaram negaram a realidade (como dissemos antes, plenamente bíblica e plenamente fundamentada na Tradição apostólica) da necessidade de um estado de purificação intermediário entre a vida terrestre e a bem-aventurança celeste para as almas daqueles que morrem com resquícios de pecado: estes seriam perdoados por Deus em vista da oração da Igreja; estariam assim fundamentados os sufrágios pelos defuntos.
    A recusa do Purgatório, então, só ocorreu entre os orientais, absurdamente, no século XVII(!) e sob a influência de autores protestantes(!!). Ora, admitir uma doutrina que teria, então, estado errada por dezessete séculos, não é o mesmo que admitir a sua fragilidade também depois da mudança?
    Por fim, o fato histórico é que daí por diante a Teologia oriental tornou-se em parte dividida; muitos teólogos ortodoxos continuam admitindo a necessidade de um estado intermediário entre a morte e a bem-aventurança celeste, assim como também reconhecem o valor dos sufrágios pelos defuntos. Eis aí mais um fato histórico e teológico que só vem a confirmar para todo o povo cristão a exclusividade da Igreja Católica no papel de única Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo e mantida pelo Espírito Santo.
    • 5. A Imaculada Conceição de Maria

    Esta, incrivelmente, é por vezes confundida com um pretenso nascimento virginal de Maria (segundo tal confusão absurda, Santa Ana teria concebido sem a colaboração de São Joaquim!). Assim, simplesmente porque tal concepção virginal carece de qualquer fundamento (evidente, e nunca foi parte da Teologia católica!), também a verdadeira doutrina da Imaculada Conceição é em algum nível contestada pelos orientais, embora não seja negada por eles.
    Contraditoriamente, porém, toda a literatura, a Liturgia e as mais tradicionais devoções dos ortodoxos enaltecem grandemente e com insistência (provavelmente até maior do que o fazem as obras clássicas católicas) a pureza plena e absoluta da Virgem Maria, professando a mesma coisa que nós, católicos, de modo implícito. Concretamente, a única diferença real é que eles não formularam nem definiram um dogma de fé específico a respeito desta realidade, que na prática creem de modo idêntico ao nosso, – e isto é algo bastante fácil de se confirmar, bastando que se observe a arte sacra oriental, eivada do princípio ao fim de belos e múltiplos ícones em honra à santidade incomparável de Maria Santíssima.
    • 6. A Assunção de Maria Santíssima

    Este ponto, juntamente com o anterior, é de surpreender o leigo, pois como já dissemos a devoção dos ortodoxos por Nossa Senhora é evidente e profundíssima, tanto que á primeira vista dá a impressão de ser tão grande quanto a católica ou até mesmo maior, em certas cerimônias, usos e costumes.
    Crida pelos cristãos desde a Antiguidade, foi proclamado este dogma de fé pela Igreja Católica em 1950, pelo Papa Pio XII, de acordo com as tradições teológicas ocidental e oriental. Merece especial atenção, novamente, a iconografia oriental, que representa de maneira muito expressiva a Virgem sendo assunta aos Céus por seu Divino Filho (daí a diferença entre os termos 'Ascensão do Senhor' e 'Assunção de Maria': ela, elevada por Ele, que é Deus e se eleva por seu próprio Poder Divino).
    Qual é, então, o problema? De fato, o que fere os orientais neste caso, – assim como no caso da Imaculada Conceição, – não é a proclamação da Assunção em si, simplesmente porque eles também creem nisto; o problema está, apenas e tão somente, na promulgação do dogma, a qual eles consideram que não deveria ter ocorrido (até por não terem tomado parte em sua elaboração).
    • 7. Batismo por infusão ou aspersão da água

    Aqui está um problema difícil de compreender, não só pelos católicos como também pela maior parte dos próprios cristãos orientais, que discordam da estranha posição ortodoxa oriental. Dizem esses teólogos que é importante no Batismo o contato da água com o corpo inteiro da pessoa, simbolizando purificação.
    Para nós, católicos, tanto os de rito romano quando de rito oriental, o Sacramento é um sinal que realiza o que significa; logo, a Água batismal significa e realiza a purificação da alma. Basta lembrar que os Apóstolos, nos primeiríssimos anos, quando saíram aos quatro cantos do mundo para levar o Evangelho, nas mais diversas situações nem sempre dispunham de rios ou de grandes volumes de água para imergir os batizandos que surgiam a todo instante. Foi este, aliás, o caso do próprio S. Paulo Apóstolo, sem dúvida o mais emblemático3.
    • 8. Epiclese

    Os orientais julgam essencial na Liturgia Eucarística a Invocação do Espírito Santo (Epiclese) antes das palavras da Consagração; ora, estas faltam no Cânon Romano (Oração Eucarística nº 1), pois os latinos julgam que a Consagração do pão e do vinho se faz pela repetição das palavras do Cristo, assim como Ele ordenou: “Isto é o meu Corpo… Isto é o meu Sangue…”.
    Assim, as Orações Eucarísticas compostas depois do Concílio VII (1962-65) têm a Epiclese não para corrigir uma pretensa "falha" anterior, mas para salvaguardar uma antiga Tradição.
    • 9. Pão ázimo

    Jesus, em sua última ceia, observou o ritual da Páscoa judaica, que prescrevia (como ainda prescreve) o uso do pão ázimo ou não fermentado. A Igreja Católica também guardou o costume, – que foi, assim, guardado pelo próprio Cristo, – na Celebração da Eucaristia. Está mais do que bem respaldada, como se vê.
    Uma observação importante: o uso do pão fermentado não é excluído por nós, católicos, pois, em última análise, se trata sempre de pão.
    • 10. A Comunhão Eucarística sob as espécies do pão apenas

    Até o século XII, a Comunhão era ministrada sob as duas espécies, pão e vinho; o uso foi abolido em razão dos graves inconvenientes que gerava (profanação, sacrilégios…). Todavia, após o Concílio VII é permitido que se dê a Comunhão sob as duas espécies a grupos devidamente preparados.
    • 11. Unção dos Enfermos

    Baseados na Epístola de S. Tiago (5,14ss), os orientais ortodoxos têm a Unção dos Enfermos como Sacramento. Divergem, porém, dos ocidentais em dois pontos:
    a) A Unção não é reservada aos gravemente enfermos nem tem a marca de preparação para a morte, mas, ao contrário, vem a ser um rito de cura para qualquer enfermo;
    b) A Unção, no Oriente, tem forte caráter penitencial, a tal ponto que ela é conferida também aos pecadores, mesmo os sadios, a título de satisfação pelos pecados.
    Pode-se dizer, portanto, que a Unção “dos Enfermos” nas comunidades orientais ortodoxas é dada a todos os fiéis que tenham algum problema de saúde corporal ou espiritual. Isto ocorre especialmente na Semana Santa e entre os russos.
    Essas diferenças, bastante suaves e simples de contornar, infelizmente foram muito exploradas nos debates entre latinos e gregos. Os ocidentais reservam a Unção para os casos de moléstias graves ou sério perigo de vida (entenda a Unção dos Enfermos).
    • 12. Divórcio

    Baseados no Evangelho segundo S. Mateus (5,32 e 19, 9) mas indo contra ao que dizem os Evangelhos segundo S. Marcos (10, 11s) e S. Lucas (16,18), e a 1ª Carta de S. Paulo aos Coríntios (7,10ss), os ortodoxos reconhecem o divórcio.
    A Igreja Católica, por coerência, não interpreta S. Mateus em sentido contrário a S. Marcos, S. Lucas e S. Paulo, o que seria absurdo; assim, não reconhece o divórcio de um Matrimônio sacramental validamente contraído e consumado, mas entende que em Mt 5 e 19 se trata da dissolução dos casamentos ilícitos, o que ela pratica até hoje (entenda).
    • 13. Celibato do Clero

    Segundo a compreensão desses nossos irmãos, seria esta uma restrição imposta nos séculos posteriores, contrária à decisão do primeiro Sínodo Ecumênico no ano 325. Há alguma verdade nisso?
    O celibato do clero tem seu fundamento na 1ª Carta de S. Paulo aos Coríntios (7, 25-35), onde S. Paulo recomenda expressamente a vida una ou indivisa. Esta foi sendo praticada espontaneamente pelo clero até que, em aproximadamente 306, o Concílio regional de Elvira (Espanha) a sancionou para os eclesiásticos de grau superior. A legislação de Elvira foi-se propagando no Ocidente por obra de outros Concílios regionais.
    Diferentemente, os orientais estipularam que, após a Ordenação, os clérigos de grau superior (do diaconato para cima) não poderiam contrair Matrimônio, mas eram autorizados a manter o uso do Matrimônio os que tivessem casado antes da ordenação. O Concílio de Niceia I (325) rejeitou a proposta segundo a qual o celibato no Oriente seria observado sem exceções, como no Ocidente; isto por protesto do Bispo egípcio Pafnúncio, o qual guardava pessoalmente o celibato. Os Bispos orientais são todos celibatários e, por isto, recrutados entre os monges.
    • † † †

    Como se vê, no último item como em outros, muitas das diferenças são disciplinares e não impedem a volta à unidade entre cristãos orientais e ocidentais. Podem-se admitir o pão fermentado na Eucaristia, a Epiclese como regra, que parte do clero seja casada. Outros pontos podem ser discutidos com muita tranquilidade, e com alguma revisão de termos, chegar-se a um termo, como é o caso da procedência do Espírito Santo. O maior obstáculo permanece o do primado do Papa.
    Paulo VI e João Paulo II demonstraram compreender bem o problema, que acreditavam (como a Igreja ainda crê) que pode ser resolvido satisfatoriamente sem que se abra mão dos pontos inegociáveis de nossa fé e doutrina. Escreveu S. João Paulo II em sua encíclica Ut Unum Sit ('Para que seja um'), a qual é muito recomendável que seja lida e compreendida por todos os católicos:
    • “Entre todas as Igrejas e Comunidades Eclesiais, a Igreja Católica está consciente de ter conservado o Ministério do sucessor do Apóstolo Pedro, o Bispo de Roma, que Deus constituiu como perpétuo e visível fundamento da unidade e que o Espírito ampara para que torne participantes deste bem essencial todos os outros.
    • Segundo a feliz expressão do Papa Gregório Magno, o meu Ministério é de Servus servorum Dei. Por outra parte, como pude afirmar por ocasião do Encontro do Conselho Mundial das Igrejas em Genebra aos 12 de junho de 1984, a convicção da Igreja Católica de, na fidelidade à Tradição apostólica e à fé dos Padres, ter conservado, no Ministério do Bispo de Roma, o sinal visível e a garantia da unidade, constitui uma dificuldade para a maior parte dos outros cristãos, cuja memória está marcada por certas recordações dolorosas. Por quanto sejamos disso responsáveis, como o meu Predecessor Paulo VI, imploro perdão.
    • Com o poder e a autoridade sem os quais tal função seria ilusória, o Bispo de Roma deve assegurar a comunhão de todas as Igrejas. Por este título, ele é o primeiro entre os servidores da unidade. Tal primado é exercido em vários níveis, que concernem à vigilância sobre a transmissão da Palavra, a celebração sacramental e litúrgica, a missão, a disciplina e a vida cristã. Compete ao Sucessor de Pedro recordar as exigências do bem comum da Igreja, se alguém for tentado a esquecê-las em função dos interesses próprios. Tem o dever de advertir, admoestar e, por vezes, declarar inconciliável com a unidade da fé esta ou aquele opinião que se difunde. Quando as circunstâncias o exigirem, fala em nome de todos os Pastores em comunhão com ele. Pode ainda – em condições bem precisas, esclarecidas pelo Concílio do Vaticano I – declarar ex cathedra que uma doutrina pertence ao depósito da fé. Ao prestar este testemunho à verdade, ele serve à unidade
    • Dirigindo-me ao Patriarca Ecumênico Sua Santidade Dimitrios I, disse estar consciente de que, 'por razões muito diferentes, e contra a vontade de uns e outros, o que era um serviço pôde manifestar-se sob uma luz bastante diversa'. Mas é com o desejo de obedecer verdadeiramente à Vontade de Cristo que eu me reconheço chamado, como Bispo de Roma, a exercer este Ministério. (…) O Espírito Santo nos dê sua Luz e ilumine todos os pastores e os teólogos das nossas Igrejas, para que possamos procurar, evidentemente juntos, as formas mediante as quais este Ministério possa realizar um serviço de amor reconhecido por uns e por outros.”
    • (Ut Unum Sit nºs 88/94-95, 25/5/1995)
    Vemos que o Papa não abdica (nem poderia abdicar) do seu Ministério, que garante a unidade da Igreja, antes o afirma com todas as letras; mas pede que os teólogos proponham modalidades de exercício desse Ministério que satisfaçam a todos os cristãos (leia a Ut Unum Sit na íntegra).
    Suplicamos, humildes, ao Espírito Santo que inspire os responsáveis para que realmente colaborem para a solução das dificuldades que os cristãos não católicos enfrentam no tocante ao primado do Papa!
    _____
    • Notas:

    • 1. Por volta do ano 48, apresenta-se em Antioquia o problema relativo à oportunidade da circuncisão para os não-judeus, quando cristãos provenientes da Judeia reclamam a 'liberdade adquirida em Cristo Jesus', que Paulo e Barnabé também invocam para não impor esse rito aos cristãos vindos do paganismo. A comunidade então interpelar os Apóstolos e os Anciãos de Jerusalém e lhes enviam Paulo e Barnabé, com seu companheiro grego Tito, acompanhados de uma delegação.
    • (N. do A., conf. Portal do Vaticano: Basilica San Paolo Fuori le Mura, disp. em:
    • vatican.va/various/basiliche/san_paolo/po/san_paolo/concilio.htm
    • Acesso 26/4/016)
    • 2. 'As Pessoas divinas são relativas umas às outras. Por não dividir a Unidade divina, a distinção real das Pessoas entre si reside unicamente nas relações que as referem umas às outras: nos nomes relativos das Pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santo aos dois; quando se fala destas três Pessoas, considerando as relações, crê-se todavia em uma só Natureza ou Substância. Pois tudo é uno n'Eles, onde não se encontra a oposição de relação. Por causa desta Unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo, todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho'.
    • (CIC §255)
    • 3. O Batismo por aspersão (com a água aplicada geralmente sobre a cabeça) é explicitamente descrito nas Sagradas Escrituras como prática comum da Igreja (ainda que não exclusiva) desde os primeiríssimos tempos. No caso do Apóstolo Paulo, ainda chamado Saulo quando partiu para Damasco em perseguição à Igreja (At 9,1-2), após a sua maravilhosa conversão mediante a visão do Senhor, foi recebido em casa de um Judas (onde permaneceu, cego e em jejum absoluto, por três dias) e ali mesmo foi batizado por Ananias, dentro de um quarto e em pé: 'Imediatamente, lhe caíram dos olhos como que escamas, e tornou a ver. A seguir, levantou-se e foi batizado. Depois tomou alimento e sentiu-se fortalecido.' (At 9,18-19). Na expressão no original em grego koiné, ANASTAS EBAPTISQH (anastas ebaptisthê), o particípio 'anastas' indica uma ação imediata entre o levantar e ser batizado. Havia certamente água no quarto porque já era prática judaica aspergirem-se frequentemente em diversas situações.
    • • Além deste caso, o mesmo Livro dos Atos menciona carcereiro de Filipo, que foi igualmente batizado 'imediatamente' em sua casa, juntamente com 'toda a sua família' (At 16, 33), em sua residência, logo após lavar as chagas de Paulo e Silas, sem nenhuma menção a rio, piscina ou grande tanque.
    • • O segundo capítulo do Livro dos Atos ainda menciona que 'mais ou menos três mil' foram batizados em Jerusalém. Note-se que não havia rio ou água corrente dentro da cidade que permitiria a imersão de milhares de pessoas naquela ocasião.
    ___
    • Ref.:

    • BETTENCOURT, Estevão, osb, revista 'Pergunte e responderemos' nº 480, 2002, pp. 200ss

    sábado, 23 de abril de 2016

    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - Pio XII excomungou aqueles que aderirem ao comunismo






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    Pio XII excomungou aqueles que aderirem ao comunismo:


    Posted: 23 Apr 2016 06:00 AM PDT


    de fato o comunismo é materialista e anticristão; os chefes comunistas, embora por vezes sustentem verbalmente não serem contrários à Religião, de fato seja na doutrina seja nas ações se mostram hostis a Deus, à verdadeira Religião e à Igreja de Cristo;


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    • Pio XII excomungou aqueles que aderirem ao comunismo:



    se os cristãos que professam a doutrina comunista materialista e anticristã, e sobre tudo aqueles que a defendem e propagam, incorrem ipso facto na excomunhão reservada à Sé Apostólica, enquanto apóstatas da fé católica.





    “Esta Suprema Sagrada Congregação foi interrogada:

    “1. se é lícito se inscrever no partido comunista ou apoiá-lo;

    “2. se é lícito imprimir, divulgar o ler livros, revistas, jornais ou panfletos que apóiam a doutrina ou a obra do comunismo, ou escrever neles;

    “3. se pode se admitir aos Sacramentos os cristãos que consciente e livremente praticaram atos descritos nos números 1 e 2 acima;

    “4. se os cristãos que professam a doutrina comunista materialista e anticristã, e sobre tudo aqueles que a defendem e propagam, incorrem ipso facto na excomunhão reservada à Sé Apostólica, enquanto apóstatas da fé católica.

    “Os Eminentíssimos e Reverendíssimos Padres encarregados da tutela da fé e da moral, tendo ouvido o voto dos Consultores, na reunião plenária de 28 de junho de 1949 responderam decretando:

    “1. negativo: de fato o comunismo é materialista e anticristão; os chefes comunistas, embora por vezes sustentem verbalmente não serem contrários à Religião, de fato seja na doutrina seja nas ações se mostram hostis a Deus, à verdadeira Religião e à Igreja de Cristo;

    “2. negativo: é proibido pelo próprio Direito (o documento refere-se ao cânon 1399[4] do Código di Direito Canônico então vigente); “3. negativo, respeitando os princípios normais de negar os Sacramentos a aqueles que não estão bem dispostos para recebê-los;

    “4. afirmativo.

    “No dia 30 do mesmo mês e ano o Papa Pio XII, na audiência habitual ao Assessor do Santo Oficio, aprovou a decisão dos Padres e ordenou promulgá-la no jornal oficial dos Acta Apostolicae Sedis.”

    João XXIII: em 25 de março de 1959, ratificou o documento acima malgrado os câmbios operados na conduta do comunismo.


    auto-excomunhão, comunismo, excomunhão, João XXIII, Pio XII, Verdades esquecidas











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    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


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    Da Justiça a clava forte

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  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara