Julio Severo |
| Pais perdem guarda dos 5 filhos por ensinarem Cristianismo em casa Posted: 07 Dec 2015 09:29 PM PST Pais perdem guarda dos 5 filhos por ensinarem Cristianismo em casa29 mil pessoas já assinaram petição em favor do casalJarbas Aragão Uma polêmica na Noruega está chamando atenção pelo inusitado. O casal formado pelo romeno Marius Bodnariu, e a norueguesa Ruth, têm cinco filhos, sendo três meninos e duas meninas. Um deles é bebê de colo e ainda mama. Uma denúncia foi encaminhada ao serviço social do país que retirou deles a guarda das crianças, alegando "radicalização e doutrinação cristã". No dia 16 de novembro, as assistentes sociais retiraram os dois filhos mais velhos da escola sem o conhecimento dos pais. Em seguida, chegaram acompanhados da polícia na casa da família e levaram os outros dois. Deixaram apenas o bebê com a mãe. No dia seguinte, após tentarem, sem sucesso, resolver a situação na delegacia de polícia local, o casal foi obrigado a entrega-lo também. Uma petição on-line pedindo o retorno das crianças foi assinada por mais de 29.000 pessoas. O caso chamou atenção por que a Europa está testemunhando diferentes protestos de pessoas que não querem a chegada de imigrantes muçulmanos no país, pois isso levaria a uma imposição de regras jihadistas. O discurso do politicamente correto predomina, afirmando que deve se respeitar as diferenças culturais. Na página que pede que o governo devolva as crianças aos pais, o irmão de Marius é o pastor da igreja pentecostal à qual a família pertence. O texto da petição diz: "Eles são apenas uma família cristã normal. Tentam criar seus filhos no conhecimento de Deus! Não há qualquer tipo de abuso documentado de nesta família!". A porção final pede que os cristãos orem pela situação, uma vez que são acusações infundadas. Aparentemente, as crianças receberam uma formação rígida, aprendendo sobre o pecado e o castigo divino. Isso chegou ao conhecimento da escola onde estudam os filhos mais velhos. Foi realizada uma denúncia, com suspeita de abuso, uma vez que eles seriam corrigidos pelos pais. Mesmo sem existir qualquer comprovação que as crianças sofram agressões, os pais perderam a apelação no tribunal regional. Em sua defesa, Marius e Ruth afirmam que todos têm um bom desempenho escolar e que entendem ser prerrogativa dos pais ensinar valores. Por enquanto, o casal só poderá visitar seu filho de três meses de idade, duas vezes por semana, durante duas horas, bem como os seus filhos. Por enquanto, não terá acesso às filhas, que foram colocadas em um lugar diferente dos irmãos. Com informações de WND e The Nordic Page Fonte: GospelPrime Divulgação: www.juliosevero.com Leitura recomendada: |
| Cúpula do Clima Frustra Grupos de Controle Populacional Posted: 06 Dec 2015 10:41 PM PST Cúpula do Clima Frustra Grupos de Controle PopulacionalDr. Stefano Gennarini eDra. Rebecca Oas NOVA IORQUE, EUA, dezembro (C-Fam) Promotores do controle populacional estão ofendidos que a Cúpula do Clima da ONU em Paris não tratará da redução da fertilidade. "É muito difícil reduzir sua pegada de carbono quando você não para de acrescentar mais pés…" disse o Centro de Mídia Populacional num boletim, uma organização de controle populacional que continua às margens das negociações de Paris. Essa organização diz que os líderes mundiais são "irresponsáveis" por negligenciarem políticas para reduzir as populações em seus esforços para limitar as emissões de carbono. Descreve a contracepção como uma cura mágica para eliminar a pobreza, guerra, crime e proteger o meio-ambiente. A contracepção é "só um custo" (despesa de uma única vez), afirmam eles, cujos "benefícios se multiplicam perpetuamente por meio dos descendentes que nunca existirão de cada pessoa que nunca existirá." Essa organização afirma que cada dólar gasto na contracepção pode evitar aproximadamente 1 tonelada de emissões de carbono, e elogia abundantemente os benefícios, em termos de economia de energia, de impedir "nascimentos e daí existências" citando um estudo pago pela Population Matters. O estudo, que não afirma ter sido avaliado por outros profissionais semelhantes, presume que milhões de mulheres que atualmente não usam contraceptivos por razões tais como preocupações de saúde e objeções religiosas decidirão usar — se mais dinheiro for gasto por governos, empresas e contribuintes na contracepção. O estudo se apoia na noção falhade "necessidade não atendida" de planejamento familiar. Embora uma ferramenta poderosa de levantamento de fundos, esse conceito não mede a demanda real de contraceptivos. Menos de dez por cento das mulheres descritas como tendo "necessidade não atendida" afirmam ter dificuldade de obtê-los. O único jeito de suprir a suposta "necessidade não atendida" seria se as mulheres que não querem usar contraceptivos fossem de certo modo forçadas a usá-los. Excetuando os defeitos do estudo, a Divisão Populacional da ONU — uma fonte autorizada que tradicionalmente simpatiza com a redução da fertilidade — já desmascarou a base das afirmações no estudo elogiado por Population Media Matters. Um relatórioda ONU publicado no começo deste ano é comprovadamente a palavra final sobre se investir na contracepção deve estar no arsenal de políticas para reduzir as emissões de carbono. Esse relatório revela que as políticas populacionais têm pouco impacto nas emissões de carbono em comparação com as mudanças em produção e consumo, e política ambiental sã. No começo deste ano, John Wilmoth, que preside a Divisão Populacional da ONU, criticoua elite da mudança climática por usar ciência falha numa tentativa de ligar questões populacionais ao clima. Wilmoth explicou que há "incerteza relativamente pequena" em projeções populacionais para o próximo século, mas há "incerteza completa" acerca de emissões de carbono em sua relação a questões populacionais. Líderes internacionais poderosos estão apoiando a ligação entre políticas de redução da fertilidade com emissões de carbono, inclusive o famoso economista Jeffrey Sachs, que preside o Instituto da Terra na Universidade de Colúmbia; o ex-vice-presidente Al Gore; o fundador da Empresa Microsoft Bill Gates; e a chefe de clima da ONU Christiana Figueres, entre outros. Falta de progresso num acordo internacional sobre a mudança climática demonstrará ser dispendioso para campanhas de controle populacional. Se as conversações sobre o clima em Paris resultarem em sucesso no final, será necessário que os países mobilizem quantias nunca antes vistas de recursos numa tentativa de mudar o clima da Terra. A ex-secretária de Estado Hillary Clinton e o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon prometeram100 bilhões de dólares por ano em assistência climática. Com o tempo esses recursos reduziriam a assistência pública e privada da qual dependem hoje os grupos de controle populacional — e poderiam se tornar sua nova tábua de salvação se eles conseguirem convencer o mundo a lhes dar um lugar à mesa. Tradução: Julio Severo Fonte: Friday Fax Divulgação: www.juliosevero.com Leitura recomendada: Histeria do aquecimento global: promovendo direitos da natureza em Durban |
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