Poucos lembram dos amores trocados entre Fernando Collor de Mello e Renan Calheiros nos anos 90.  Inseparáveis - Collor, Renan e PC Farias- .  Todos emergiram politicamente na REPÚBLICA DAS ALAGOAS. Collor Presidente, PC Farias "arrecadando" e Renan seu fiel escudeiro no Congresso. Inseparáveis os três, quase que irmãos siameses.
O tempo passou. Collor foi cassado, PC foi assassinado e Renan "lépido e faceiro" mantinha firme o "pau do circo" em pé. Collor resgatou seus direitos políticos  por Alagoas. Retomou sua careira política. Voltou ao cenário do qual foi expulso e o resultado estamos todos a assistir. No Sul do Brasil tem uma expressão que se encaixa perfeitamente na personalidade de Collor de Mello: "Cachorro que come ovelha, só matando"!
Renan Calheiros, mesmo no tempo de desgraças do primeiro amigo se manteve na vitrine. Foi Ministro, Senador, de onde teve de sair correndo para não ser cassado. Recebeu um dinheirinho de uma construtora para pagar "pensão alimentícia a um filho fora do casamento". NADA DE NOVO!
Tanto antes como agora,  Renan Calheiros continua sendo o primeiro e melhor amigo. De Collor em 90 e agora de Dilma no novo século. Com muito cuidado, para não levar um "enorme esporro da chefa" seria recoendável que a alertassem de que o alagoano é  "pé frio" por natureza... Ou,  para esquecer o politicamente correto, dizer que Renan Calheiros tem uma mão prá lá de sexual... em tudo que toca, FODE!
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