Videversus
- PT perde para o PMDB o lugar de maior partido na Câmara dos Deputados
- 379 vítimas em Colônia
- Ditadura comunista do Uruguai solta preso político após quatro anos na cadeia, em colaboração com a ditadura boliviana, é o Plano Condor II em ação, a internacional da repressão política
- Justiça autoriza quebra de sigilos do ex-ministro Edison Lobão
- Assassinos fugitivos são recapturados na Argentina
- Um craque dos nossos tempos
- A maioria sem voz
- A mentira sobre a Lava Jato não colou
- "Ó, Minas Gerais, quem te conhece não volta jamais"
- Chefe de polícia afastado
- Berzoini e a grampolândia do pré-sal
- A simbiose entre Jaques Wagner e a OAS
- Só pode ser doença
- O prestígio de JW só aumenta
PT perde para o PMDB o lugar de maior partido na Câmara dos Deputados
Posted: 09 Jan 2016 03:59 PM PST
Além dos quatro deputados que deixaram a sigla, o PT perdeu outros seis votos na Câmara dos Deputados com licenças concedidas para que parlamentares cumprissem funções de secretários ou ministros. Desta forma, explica o site Consultor Jurídico, a bancada peemedebista de 67 deputados passou não só a ser a maior da casa, como abriu uma confortável margem de 8 votos. E em fevereiro, com a "janela de transferência", o PT corre o risco de perder ainda mais votos. Daí a pressa do governo de abrir o balcão de negócios. Um total de 30 deputados federais mudaram de legenda em 2015. PROS e PT foram os mais prejudicados com a perda de quatro cadeiras cada um. No caso petista, as denúncias de corrupção foram o principal motivo. A expectativa, no entanto, é de um estrago ainda maior quando fevereiro chegar e uma janela de 30 dias for aberta para a troca de partidos sem perda de mandato.
379 vítimas em Colônia
Posted: 09 Jan 2016 03:36 PM PST
Subiu para 379 o número de mulheres que deram queixa à polícia de Colônia, na Alemanha, contra os árabes e magrebinos que as agrediram na noite de Ano Novo, na estação central da cidade. Quarenta por cento das vítimas sofreram abuso sexual.
Ditadura comunista do Uruguai solta preso político após quatro anos na cadeia, em colaboração com a ditadura boliviana, é o Plano Condor II em ação, a internacional da repressão política
Posted: 09 Jan 2016 03:14 PM PST
O advogado boliviano Alejandro Melgar em seu primeiro dia de liberdade depois de quase quatro anos preso a pedido do ditador indio cocaleiro trotskista Evo Morales
O advogado uruguaio-boliviano Alejandro Melgar passou os últimos quatro anos preso em uma cadeia de Montevidéu aguardado a decisão sobre um pedido de extradição apresentado pelo governo do indio cocaleiro trotskista Evo Morales, ditador esquerdopata da Bolívia. Melgar foi preso no dia no dia 23 de abril de 2012 em atenção a um pedido da polícia boliviana que alegava ter obtido junto a Interpol uma ordem de captura contra Melgar. Era uma mentira escandalosa, mas o pedido da ditadura comunista da Bolívia foi atendido pela ditadura comunista do Uruguai. É um escancarado caso de Plano Condor II, a internacional da repressão política comunista em ação no Cone Sul. O governo do esquerdopata indio cocaleiro Evo Morales o acusa de terrorismo, em um caso no qual, o próprio Procurador que era responsável pela investigação confessou que tudo não passou de uma armação do governo para perseguir e incriminar opositores. Nos primeiros dias que sucederam à prisão de Melgar, o escritório central da Interpol, com sede na cidade francesa de Lyon, enviou uma mensagem para as autoridades uruguaias negando que haviam pedido a captura. Segundo a mensagem, a instituição disse que não atua em casos de características políticas. "Essa foi, para mim a primeira declaração oficial de minha inocência", disse Alejandro Melgar em sua primeira entrevista concedida depois de ser solto na terça-feira passada.
Na última semana de dezembro, a Justiça uruguaia negou a extradição de Melgar e determinou que ele fosse colocado em liberdade, mediante uma série de condições. Apesar de o processo ter sido encerrado e de não existir nenhuma ação contra o ele, o Tribunal de Apelação determinou a apreensão de seu passaporte, o comparecimento semanal frente a um juiz e o pagamento de uma fiança de 100.000 dólares. "Assassinos e condenados por crimes da ditadura não foram submetidos ao rigor da Justiça, como Alejandro Melgar. O Uruguai errou ao prendê-lo e continua errando em não lhe garantir plenamente seus direitos", diz o deputado Jaime Trobo, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados do Uruguai: "Para mim, o caso de Alejandro é o Plan Condor 2". Foi graças ao gesto de solidariedade de uma amigo da família - que entregou os títulos de posse de sua casa, em garantia do pagamento da fiança - que no dia 23 de dezembro passado foi assinada a ordem se soltura de Melgar. Mas as autoridades só cumpriram a ordem no dia 5 de janeiro. "Eu esperava dar um abraço em meus filhos, fora de uma cela. Mas nem isso, me foi permitido. Eles voltaram para Bolívia no dia 29, diante da falta de perspectiva que eu seria solto. Melgar, que denunciou o Uruguai na Corte Interamericana de Direitos Humanos, prepara sua defesa prévia, na expectativa de que poderá vir a ser processado pelo Estado Uruguaio. "Ninguém garante que o Uruguai não apresente uma denúncia contra mim, a partir de uma denúncia reconhecidamente falsa que ainda vigora na Bolívia". O Uruguai sob a ditadura comunista da Frente Ampla, dominada internamente pelos comunistas terroristas tupamaros, é uma nação lixo, cuja única importância é pelo paraíso fiscal de Punta del Este. Fora disso, não passa de uma grande estância.
Justiça autoriza quebra de sigilos do ex-ministro Edison Lobão
Posted: 09 Jan 2016 11:36 AM PST
O Supremo Tribunal Federal autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador Edison Lobão (PMDB-MA), de André Serwy, apontado por delatores como operador do ex-ministro de Minas e Energia na Lava Jato, e de duas empresas. A decisão é do ministro Teori Zavascki, relator dos inquéritos que investigam o esquema de corrupção da Petrobras. Zavascki atendeu a pedido da Polícia Federal, que teve aval do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Lobão é alvo do Supremo, ao lado de líderes do PMDB, por suspeita de ser beneficiado com o pagamento de propina para a construção da usina de Angra 3. A análise dos dados bancários será de janeiro de 2012 a novembro de 2015. A queda do sigilo fiscal será de 2011 a 2015. A PF sugeriu uma quebra mais ampla, começando em 2010, mas a Procuradoria avaliou que o período deveria ser menor. A defesa do senador Lobão informou que, por ser um homem público, suas contas estão "naturalmente abertas" e que ele próprio colocou seus sigilos à disposição da Polícia Federal quando prestou depoimento. Sua defesa nega o recebimento de propina pelo senador. A Folha não localizou a defesa de André Serwy. Janot argumentou que "não se tem, no atual estágio da investigação, a clareza de quando as vantagens indevidas teriam sido pagas", sendo que as visitas de Serwy à UTC teriam começado em 2012. Há registros de visitas de Serwy de 23 de julho de 2012 até outubro de 2014. As empresas vinculadas à Serwy que foram alvos das quebras são: Leal Santos Alimentos e Agro Industrial Manacapuru. A suspeita do procurador-geral é de que as empresas possam ter sido utilizadas para ocultar patrimônio. "Sabe-se que a incorporação dos valoresao patrimônio dos investigados se deu por meio de processos de ocultação de suas origens", disse Janot. Segundo a delação premiada do dono da UTC, Ricardo Pessoa, Lobão, no comando do ministério, pediu R$ 30 milhões em propina para financiar o PMDB nas eleições de 2014. O empresário contou aos investigadores que pagou R$ 1 milhão ao senador para que fizesse "ingerência" em favor do consórcio da UTC para construção da usina nuclear Angra. O dinheiro foi pago em três parcelas, sendo que em duas, Serwy foi receber pessoalmente no escritório da UTC. Em uma delas, o empresário teria voltado para Brasília de carro, para evitar possíveis problemas no aeroporto, em razão das quantias em dinheiro vivo. De acordo com delatores, parentes de Serwy trabalhariam para Lobão no Senado e seu pai teria sido sócio de Lobão em uma empresa.
Assassinos fugitivos são recapturados na Argentina
Posted: 09 Jan 2016 11:33 AM PST
Treze dias após fugirem de uma penitenciária na província de Buenos Aires, Víctor Schillaci e os irmãos Martín e Cristian Lanatta – acusados de três assassinatos ocorridos em 2008 – foram recapturados. O desaparecimento deles tinha impactado na política argentina. Havia rumores de que funcionários do governo de Cristina Kirchner eram responsáveis pela fuga. Schillaci e os irmãos faziam parte de uma quadrilha de traficantes de matéria-prima para drogas sintéticas. Durante a campanha eleitoral de 2015, Martín acusou o então chefe de gabinete de Cristina, Aníbal Fernández, de ser o líder da quadrilha e o mandante dos assassinatos. Martín foi o primeiro a ser capturado na manhã deste sábado (9) na província de Santa Fé. Ele estava ferido, pois havia sofrido um acidente de carro durante a fuga. Cristian e Víctor foram encontrados por volta do meio-dia em um pântano na mesma região. Os três estavam em Santa Fé havia alguns dias e já tinham baleado quatro policiais em duas trocas de tiros – uma em 31 de dezembro e outra na última quinta-feira (7). Eles escaparam no dia 27 de dezembro e não enfrentaram resistência, donde se presumiu que a saída havia sido facilitada com o intuito de sabotar o governo da província de Buenos Aires, comandado por María Eugenia Vidal. A governadora é do mesmo partido do novo presidente, Mauricio Macri (PRO). Vidal acusou aliados do governo de Cristina de darem suporte e proteção aos fugitivos. Macri, por sua vez, afirmou que o kirchnerismo é cúmplice dos criminosos. "Por inação, incapacidade ou cumplicidade do governo anterior, o narcotráfico avançou na última década como nunca em nosso país", discursou na segunda (4). Aníbal Fernández era um dos funcionários de Cristina que vinha sendo vinculado à fuga. Após a captura, ele afirmou que os condenados foram pagos para relacioná-lo com o crime organizado. Na sua conta da rede social Twitter, escreveu que quer conhecer com urgência "os termos do acordo da fuga". O suposto envolvimento com traficantes feriu a imagem do político, que acabou perdendo a eleição de governador de Buenos Aires para Vidal.
Um craque dos nossos tempos
Posted: 09 Jan 2016 11:32 AM PST
O Estadão informa que o ministério público espanhol pediu que Neymar seja convocado na "condição de réu por 'crimes de corrupção entre particulares e fraude' envolvendo sua contratação pelo Barcelona, trâmite necessário antes de encaminhar o pedido de indiciamento. Neymar pode até ser inocente, mas toda essa confusão o torna um craque bastante representativo dos nossos tempos.
A maioria sem voz
Posted: 09 Jan 2016 11:31 AM PST
Para 80% dos brasileiros, Dilma Rousseff é incapaz de melhorar a vida das pessoas. É o resultado de uma ampla pesquisa encomendada pelo Brazil Institute, do Wilson Center. Só 16% dos entrevistados disseram confiar na presidente. 70% dos brasileiros acham que a economia, em 2016, será pior do que em 2015. 10% acham que será melhor. Ninguém vai representar essa maioria esmagadora?
A mentira sobre a Lava Jato não colou
Posted: 09 Jan 2016 11:30 AM PST
Para esconder os descalabros de Dilma Rousseff e justificar iniciativas vergonhosas como a MP da leniência, que visa a salvar as empreiteiras do petrolão, o governo do PT tenta incutir na população a mentira de que a Lava Jato travou a economia nacional. Só que a mentira não colou. De acordo com a pesquisa do Instituto Ideia Inteligência, divulgada por Vera Magalhães, da Veja.com, 65% dos entrevistados não concordaram com a afirmação de que a Lava-Jato impede a recuperação econômica do Brasil, contra apenas 10% que concordaram. Mais: 88% foram contra a ideia de que a operação deve ser paralisada para não prejudicar a economia.
"Ó, Minas Gerais, quem te conhece não volta jamais"
Posted: 09 Jan 2016 11:29 AM PST
Minas Gerais ajudou a eleger Dilma Rousseff; Dilma Rousseff resolveu pagar com ingratidão. Ontem, depois do infame selfie com os jornalistas que a entrevistaram, a petista disse que precisava ir logo para Porto Alegre, para conhecer o seu segundo neto. De acordo com O Globo, "Nesse momento, ela aproveitou para cantar trechos do hino dos gaúchos. Em seguida, engatou a música 'Peixe Vivo' e brincou com a canção oficial de Minas Gerais: 'Ó, Minas Gerais, quem te conhece não volta jamais'". Dilma Rousseff, quem te conhece não te elege jamais.
Chefe de polícia afastado
Posted: 09 Jan 2016 11:28 AM PST
O chefe de polícia de Colônia, na Alemanha, foi afastado por causa do abuso sexual em massa cometido por uma turba de árabes e magrebinos, na estação central da cidade, durante a passagem de ano. Os policiais presentes na estação não moveram um palha para impedir que quase uma centena de mulheres fosse atacada.
Berzoini e a grampolândia do pré-sal
Posted: 09 Jan 2016 11:27 AM PST
A coluna Radar informa que a Petrobras está fechando uma parceria com a Abin para "troca de informações de inteligência" e que "a estatal quer usar dados da agência do governo para evitar que casos com o da Lava Jato se repitam". Embarcar nessa versão é ingenuidade, pois a Abin hoje está diretamente subordinada a Ricardo Berzoini, homem do time de João Vaccari e Luiz Gushiken. Berzoini, pelo visto, quer montar um aparato particular de contrainteligência na estatal para se antecipar a eventuais operações da Polícia Federal. Vai ser a grampolândia do pré-sal.
A simbiose entre Jaques Wagner e a OAS
Posted: 09 Jan 2016 11:27 AM PST
Jaques Wagner, quando governador da Bahia, contratou como chefe de gabinete da Casa Civil o executivo Bruno Dauster, ex-diretor da OAS que trabalhou por duas décadas na empreiteira. Dauster foi promovido a secretário da Casa Civil de Rui Costa, que Wagner transformou em sucessor. Durante 2014, Costa teve como secretário de Desenvolvimento outro ex-diretor da OAS: Manuel Ribeiro Filho. A OAS e o PT da Bahia são uma coisa só.
Só pode ser doença
Posted: 09 Jan 2016 11:26 AM PST
O jornal O Tempo informa que Fernando Pimentel mandou pintar de vermelho a fachada de 613 unidades do programa Farmácia de Minas. A medida vai custar R$ 3,4 milhões. O programa foi criado em 2008 e sempre usou o "verde capim-limão".
O prestígio de JW só aumenta
Posted: 09 Jan 2016 11:25 AM PST
O Estadão diz que a credibilidade de Jaques Wagner no governo não foi abalada pela revelação das mensagens de Léo Pinheiro e que Dilma Rousseff não viu "gravidade" no episódio. O Antagonista avalia que o prestígio de JW até aumentou.
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