Minha lista de leis

Add this tool

Add this Dashboard

  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

https://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

  •  

    https://plus.google.com/u/0/b/101431042668619193166/+DeiustitiaetfidesBlogspotBrdeiustitia-etfides


Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


https://www.facebook.com/Vale-de-Berac%C3%A1-1021390574551899/





    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -




  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

    Tradutores de Direita

    segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

    Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria?






    Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria?


    Posted: 15 Feb 2016 06:44 AM PST


    A cerimônia de investidura, também chamada "ordenação do cavaleiro", geralmente realizava-se em uma igreja. Podia ser também em um castelo feudal, ou até mesmo em pleno campo de batalha. O Infante D. Henrique, por exemplo, foi armado cavaleiro no campo de luta, após haver demonstrado extraordinária bravura na conquista de Ceuta. Na véspera o candidato […]

    O artigo Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.




    Esquerda católica sustenta falso mito


    Posted: 15 Feb 2016 06:16 AM PST


    O realce de Stédile lhe vem do apoio que recebe da esquerda católica e de certas tubas midiáticas.

    O artigo Esquerda católica sustenta falso mito apareceu primeiro em Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.





    You are subscribed to email updates from Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

    To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.

    Email delivery powered by Google


    Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States







    MAPA DO SITE

    Pesquisa

    HOME
    Ação
    Blogs
    Brasil
    Cultura
    Família
    Mundo
    Psicose Ambientalista
    Questão Agrária
    Religião
    Vídeos
    Livros em PDF
    Carrinho
    Quem somos
    Fale Conosco
    Sala de Imprensa
    O que você pode fazer
    Cadastre-se
    Divulgue!
    DOAÇÃO

    Home » Cultura » Idade Média » Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria?


    • Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria?



    • Ricardo III, rei da Inglaterra, faz cavaleiro a Enrique de Monmouth, futuro Enrique V, Jean Creton, 1405.


    A cerimônia de investidura, também chamada “ordenação do cavaleiro”, geralmente realizava-se em uma igreja. Podia ser também em um castelo feudal, ou até mesmo em pleno campo de batalha.

    O Infante D. Henrique, por exemplo, foi armado cavaleiro no campo de luta, após haver demonstrado extraordinária bravura na conquista de Ceuta.

    Na véspera o candidato jejuava, confessava-se e passava a noite em oração — a “vigília das armas”. Na manhã seguinte realizava-se a cerimônia. A ordenação do cavaleiro chegou a ser considerada como se fosse um oitavo sacramento. De fato, a Igreja chegou a considerá-la um sacramental.

    A cerimônia iniciava-se com a celebração da Missa. No sermão, o sacerdote lembrava as obrigações que o cavaleiro iria assumir. Dava também a bênção às armas que lhe seriam entregues.

    Geralmente o padrinho era o senhor feudal da região. O senhor, tendo o futuro cavaleiro de joelhos diante de si, pergunta-lhe se está disposto a assumir os compromissos que a condição de cavaleiro impõe. Recebe então o juramento de obediência e entrega a armadura peça por peça, e finalmente a espada.

    A espada era algo grande e sagrado, nessa época da Idade Média em que os heróis não tinham outra profissão a não ser a guerra.

    Desde o dia em que era armado, o cavaleiro não podia descingi-la nunca, mesmo quando estivesse sem armadura.

    Com ela vivia, com ela junto a si dormia, e com ela entre as mãos morria e era sepultado. A espada era a arma nobre do cavaleiro cristão, e a poesia medieval é incansável na descrição das espadas.

    A palavra espada, no idioma nórdico, procede da mesma raiz que “chama” ou “incêndio”, pois a espada brilha na noite e brilha nos combates à luz do sol.

    Na espada do cavaleiro ninguém podia tocar, a não ser ele. Osculando e tocando a sua cruz, fazia os seus juramentos.

    E quando a legava a um herói ou a seus filhos, era o presente mais apreciado do mundo. A espada tinha um nome com o qual devia passar à História, se se tornasse gloriosa.

    Foi assim que o romance e a poesia imortalizaram a “Tizona” e a “Colada” do Cid, a “Joyeuse” e a “Hauteclaire” de Carlos Magno e a “Gleste” (esplendor) de Siegfrid.

    A razão pela qual a espada era a principal arma do cavaleiro é que ela significava e condensava em si as quatro principais virtudes do cavaleiro: cordura, fortaleza, equanimidade e justiça.

    A cordura estava representada no punho da espada, que o homem tem encerrado na mão, e, enquanto assim o tiver, está em seu poder levantá-la, baixá-la, ferir ou deixá-la.

    No pomo da espada (parte onde se prende o espigão da lâmina) está toda a fortaleza da espada, já que ela sustenta o punho, a guarda e a lâmina.
    •  

    • Carlos Magno aduba um cavaleiro, manuscrito século XIV.


    A guarda, colocada entre o punho e a lâmina, é o símbolo da equanimidade. A justiça aparece na lâmina da espada, que é reta e pontiaguda, e corta igualmente de ambos os lados.

    Por todas estas razões, os antigos determinaram que os cavaleiros trouxessem sempre a espada consigo.

    Na França, a cerimônia culminava com a “colée”, isto é, o senhor feudal dava um grande golpe no pescoço do candidato, e lhe dizia: “Sois preux” — sê valente. Depois da cerimônia o novo cavaleiro era aclamado pelos circunstantes.

    Estamos na vigília de Pentecostes. É ativa a animação no castelo paterno. No salão, a mãe põe em ordem a veste branca, os esporões dourados, a túnica de arminho que o candidato a cavaleiro vestirá no dia seguinte.

    Na estrada há um grupo de jograis e menestréis. Vindos para festejar o acontecimento, executam uma música e outros números: harpa, cambalhotas, brincadeiras. E há pobres pedindo esmolas.

    No salão, depois que pobres e jograis são dispensados, são arrumadas grandes cubas, amplas tinas destinadas ao banho do futuro cavaleiro e dos companheiros que devem com ele receber o sacramental: primos, amigos, pares.

    À saída do banho, os jovens são vestidos com um tecido branco, seda espessa chamada sami, enfeitada de ouro e prata, sobrepondo-se a esta uma túnica de arminho com tons de cinza.

    Do castelo toma-se o caminho da igreja, onde os aspirantes à Cavalaria velarão durante toda a noite, na galeria do coro.

    Ao amanhecer, assistem à Missa, e depois voltam ao castelo, onde os espera um grande festim: um bom desjejum, pão branco e caça.

    A mãe já providenciou para seu filho calça e camisas brancas, “mais brancas que o granizo e que as flores de abril”.

    As madrinhas, que vieram para assistir à sagração, vestem no candidato seu capuz e seu manto. Ao sinal dado pelas trombetas muito agudas, começa a solenidade.

    Sobre a erva verde da pradaria em torno dos muros do castelo, os servidores estenderam tapetes. O noviço é ali vestido com suas armas pelos seus padrinhos. A cota de malha de aço se ajusta como uma camisa.

    O pai se aproxima e prende com gesto grave a espada ao lado esquerdo de seu filho. O jovem sente um estremecimento de emoção. Oscula a empunhadura da espada que contém uma relíquia, e seu pai lhe diz em voz baixa: “Curva a cabeça”.

    Em seguida aplica sobre a nuca do rapaz um forte golpe, com a palma da mão direita. Feliz e comovido, ele abraça seu filho, transformado agora em seu par, seu igual, pelo menos no que diz respeito à Cavalaria. A cerimônia da sagração propriamente dita está terminada.

    Os escudeiros conduzem até o rapaz seu cavalo. “Ele é bom cavaleiro?” — perguntam-se os espectadores. De um salto ele se põe na sela, rito que se tornou obrigatório. E da multidão se ouvem estas palavras circularem em murmúrio: “sem estribo!”

    Outros escudeiros trazem ao novo cavaleiro as últimas armas com as quais ele deve se munir: o grande escudo abaulado, que cobre um homem da cabeça aos pés, no qual estão pintados leões dourados.

    A lança está enfeitada na ponta com uma longa e fina bandeira de guerra de três pontas, que descem até o elmo do jovem guerreiro, quando está na posição correta.

    O novo cavaleiro deve testemunhar aos olhos da multidão o seu valor ao cavalgar. Uns instantes de galope: é o “ensaio”. 
    • Ferdinando I, rei de Napoles recebe a homenagem de um cavaleiro. De Majestate, Juniano Majo, 1492.


    Por fim a última prova, a “quintaine”: um manequim vestido de enorme e sonora armadura, que ele trata de derrubar com um golpe de lança.

    O poste é endireitado ao sinal dado: “Levantarei a quintana!”

    O jovem põe seu cavalo a correr, mantendo sua lança firme. Quando ao primeiro golpe a quintana é derrubada com sua ferralha, a multidão aplaude.

    “Um belo golpe de quintana — observa L. Gautier — bastava, no século XII e XIII, para um homem ter sucesso, da mesma forma como em nossos dias o saber falar bem”.

    Ranald de Montauban, sob o olhar de Carlos Magno, ao primeiro golpe põe ao chão o poste armado.

    O imperador exclama, entusiasmado: “Tu serás senescal no meu Império!” Um homem assim tão vigoroso e decidido, tão hábil para abater uma quintana, não podia ser menos, para administrar um Estado.


    Lê-se na Ordem de Cavalaria:


    “O cavaleiro deve se mostrar ao povo do lugar, a fim de que este saiba que ele é cavaleiro recentemente formado e ordenado, e que está obrigado a defender e a manter elevada a honra da Cavalaria.


    “Desse modo nosso cavaleiro saberá se conter antes de praticar o mal, e ainda, pela grande vergonha que será infligida àquele que desserve a Cavalaria. Assim, ele evitará o mais possível de atentar contra a Ordem de Cavalaria”.


    Ao entardecer, no castelo, nova seção de música, que encerra a longa festa. Enfim o “vin du coucher” (vinho para deitar-se) e pôr-se na cama.

    Depois a Igreja sentiu que era muito pobre essa maneira de ingressar na Ordem da Cavalaria, e surgiu então o adoubement religioso, que constava essencialmente, como o outro, em cingir a espada, e geralmente também na “accolade”.

    Mas isso era precedido por um ato religioso, que era a vigília de armas.

    O recipiendário passava a noite em oração na igreja, depois assistia à Missa (aliás, eles tinham o costume de assistir à Missa todos os dias), confessava-se e comungava, e um sacerdote benzia a espada.

    Mas o “adoubement” propriamente dito — a cerimônia de cingir a espada — ainda era feito por um outro cavaleiro, um leigo.

    Cavalaria, Idade Média, Ordens de Cavalaria











    Avalie (5 Votos)



    • Sobre Luis Dufaur


    • Conferencista de política internacional no Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, historiador e editor de diversos blogs.


    Artigos Relacionados
    Catedral de Lugo: A soma de todas as idades da Igreja
    O risco na vida dos homens dos castelos
    Os Direitos de Deus
    Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa

    Deixe um comentário

    Seu e-mail não será publicado










    Sim, gostaria de receber as atualizações do IPCO e fazer parte de um grupo atento e mobilizado em defesa do Brasil!












    Artigos Mais Votados

    Quem foi Maomé, segundo São João Bosco










    114 Votos
    Quilombo dos Palmares e as falsidades da Consciênc...










    109 Votos
    Itália: muçulmanos acossam e insultam procissão de...










    107 Votos
    Católicos protegeram a catedral de Mar del Plata...










    89 Votos
    Comunicado: "Zorra" da Rede Globo - Blasfêmia e cr...










    80 Votos
    Powered by RatingWidget

    Artigos

    Recentes
    Populares
    Comentários

    Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? por Luis Dufaur - Sem comentário
    Esquerda católica sustenta falso mito por Revista Catolicismo - Sem comentário
    Resistências à islamização da Europa por Gregorio Vivanco Lopes - 1 comentário
    Vídeo: Caravana Cruzada pela Família! por Ação Jovem do IPCO - Sem comentário
    Não abuseis da misericórdia! por Revista Catolicismo - 1 comentário

    Dossiês

    Venezuela à beira do abismo
    10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido
    Para onde conduzem as manifestações que abalaram o Brasil?
    Análise do Novo Código Penal
    PNDH

    Blogs Políticos
    Agência Boa Imprensa
    Agudas e Crônicas
    Blog de D. Bertrand de Orleans e Bragança
    Flagelo russo
    GPS do Agronegócio
    Nobility and Analogous Traditional Elites
    O que está acontecendo na América Latina?
    Pela Legítima Defesa
    Pesadelo chinês
    Radar da mídia
    Return to Order
    Sou conservador sim, e daí?
    Verde: a cor nova do comunismo

    Blogs sobre Catolicismo
    A Aparição de La Salette e suas Profecias
    Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus
    Associação Devotos de Fátima
    Ciência confirma a Igreja
    Frente Universitária e Estudantil Lepanto
    Leituras Católicas
    Lourdes e suas aparições
    Luz de Cristo x trevas da irracionalidade
    Padre David Francisquini
    Pro Christianis
    Revista Catolicismo

    Blogs sobre Família e Cultura
    As chamas do lar católico
    Blog da Família
    Familia Uruguaya Cristiana
    Valores inegociáveis

    Blogs sobre Idade Média
    A cidade medieval
    As Cruzadas
    Castelos medievais
    Catedrais Medievais
    Contos e lendas da Era Medieval
    Heróis medievais
    Idade Média * Glória da Idade Média
    Jóias e símbolos medievais
    Orações e milagres medievais

    Links de associações afins
    Quem somos


    Principais Marcações



    RUA MARANHÃO, 341
    BAIRRO HIGIENÓPOLIS
    SÃO PAULO – SP
    CEP 01240-001


    Últimos comentários
    Geraldo em Resistências à islamização da Europa
    Humberto em Revelação impressionantíssima
    Alguém em Não abuseis da misericórdia!
    Clara em Faça o seu protesto contra a inclusão da “Ideologia de Gênero” no BCCN – MEC
    Edimar em 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido
    © 2016, ↑ Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
    Entrar - Fornecido por WordPress - Gabfire Themes

    Nenhum comentário:

    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

    Uma publicação compartilhada por SOU FOGÃO (@soufogaooficial) em

    Che Guevara