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    sexta-feira, 13 de maio de 2016

    Julio Severo - Hitler e o antissionismo dos nazistas






    Julio Severo




    Hitler e o antissionismo dos nazistas


    Posted: 12 May 2016 10:51 AM PDT




    • Hitler e o antissionismo dos nazistas



    Jeffrey Herf


    Comentário de Julio Severo: O sionismo, movimento que trabalhou pela fundação do moderno Estado de Israel, era composto na maioria por judeus que acreditavam e seguiam o marxismo. Como este artigo mostra, mas sem se aprofundar, Hitler havia, antes da 2 Guerra Mundial, permitido que judeus alemães se mudassem para a "Palestina," onde com outros judeus europeus eles estabeleceram os kibutzes, comunidades agrícolas marxistas. O ódio antissionista de Hitler se misturava ao ódio antijudeu e antimarxismo, especialmente porque desde o nascimento da União Soviética até o reconhecimento do Estado de Israel, marxismo e judeus andavam juntos de forma predominante. O site judeu conservador Breitbart, em seu artigo "Israel é o grande sucesso do socialismo fracassado," apontou acertadamente que o Israel moderno foi fundado por marxistas. E meu artigo "O antimarxismo estridente de Hitler" mostra que enquanto a Alemanha nazista hostilizava abertamente os judeus e o marxismo soviético, a União Soviética abraçava o marxismo e os judeus. Outra fonte de destaque no meu artigo é o magnata empresarial americano Henry Ford, que escreveu o livro "O Judeu Internacional: O Principal Problema do Mundo," publicado nos EUA em 1920. Para conferir como Ford tinha, como Hitler, um ódio simultâneo ao marxismo soviético e aos judeus, confira meu artigo "O antimarxismo estridente de Hitler," que mostra que a origem do ódio antimarxista deles era por causa do papel preponderante dos judeus no marxismo soviético. Conforme o escritor católico Giulio Meotti revela em seu livro "O Vaticano contra Israel," a primeira tradução para o árabe da propaganda antissionista "Protocolos dos Sábios de Sião" foi traduzida por católicos. A escritora judia Janet Levy diz: "A Igreja Católica ajudou a promulgar o embuste antissemita de um plano judeu para a dominação global, conforme estabelecido nos Protocolos dos Sábios de Sião. A primeira tradução dessa calúnia sanguinária foi traduzida por cristãos árabes e publicada por um jornal da comunidade católica em Jerusalém, em 1926. Quando Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha, o Vaticano foi o primeiro Estado a reconhecer formalmente a legitimidade do Terceiro Reich e manteve relações diplomáticas com o governo nazista até o final da guerra." Por causa de seu antissionismo histórico, o Vaticano só veio a reconhecer o Estado de Israel na década de 1993, exatamente 45 anos depois, demorando muitas décadas, mas sem demora reconheceu o espúrio Estado da Palestina, que desde o início tinha ligações nazistas. A União Soviética foi o primeiro país do mundo a reconhecer oficialmente o Estado de Israel, mas ao se alinhar mais aos árabes por interesses geopolíticos antiamericanos teve o fim merecido. Leia agora o artigo de Jeffrey Herf:





    • Adolf Hitler e Ken Livingstone





    Durante a Guerra Fria, a União Soviética, seus aliados do Pacto de Varsóvia e a extrema-esquerda ocidental espalharam uma variedade de mentiras sobre a história do sionismo. A mais famosa dessas falsidades foi a afirmação de que Hitler e o regime nazista tinham sido apoiadores do sionismo. Era uma falsidade que se encaixava bem com outra grande mentira da propaganda comunista na Guerra Fria, ou seja, que o sionismo em si é uma forma de racismo. Se este fosse o caso, faria sentido lógico que os racistas, tais como Hitler, apoiassem o sionismo. O fato é, porém, que Hitler e os nazistas desprezavam o sionismo e fizeram todo o possível para derrotá-lo.


    Ken Livingstone, o ex-prefeito de Londres e uma figura de destaque de longa data da esquerda britânica, repetiu agora o mito do apoio nazista ao sionismo[1]. No entanto, o que era um slogan útil e padrão dos regimes e partidos comunistas, como de toda a extrema-esquerda ocidental durante a Guerra Fria, agora enfrentou a oposição de alguns membros do Partido Trabalhista britânico. Que um homem tão proeminente quanto Livingstone, a quem os cidadãos de Londres elegeram como seu prefeito por oito anos, repetiu tal lixo diz muito sobre as ideias que têm circulado naquela que se apresenta como uma grande cidade cosmopolita. Pelo menos parte da esquerda da Grã-Bretanha afundou ao nível de uma pocilga intelectual provinciana. Livingstone e aqueles que concordam com ele se esquecem dos seguintes fatos históricos bem comprovados.


    Em primeiro lugar, Hitler desprezava o sionismo. Na verdade, ele ridicularizava a ideia, pois estava convencido de que os judeus seriam incapazes de estabelecer e, em seguida, defender um Estado. Mais importante, ele e seu governo viam a perspectiva de um Estado judeu na Palestina como parte da conspiração judaica internacional mais ampla, que sua imaginação febril apresentava como uma terrível ameaça para a Alemanha. Enquanto (depois de roubar-lhes a maior parte de suas posses) os nazistas permitiram que alguns judeus alemães deixassem o país na década de 1930, a fim de viajar para a Palestina, essa política era impulsionada principalmente pelo desejo de se verem livres dos judeus na Alemanha e não para que criassem um Estado judeu na Palestina. Ao final de 1930 o grão-mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, que mais tarde colaborou com os nazistas em Berlim no tempo da guerra, tinha informado a diplomatas alemães em Jerusalém que a entrada de judeus alemães na Palestina estava irritando os árabes locais. Por suas próprias razões, os nazistas cortaram a emigração judaica em 1941 para perseguir seu objetivo de assassinar os judeus da Europa.


    Esta ignorância sobre as implicações do Holocausto é impressionante. Como lembrou a historiadora israelense Anita Shapira, é apenas uma meia-verdade dizer que Israel foi fundado por causa do Holocausto. A outra metade da verdade é que, literalmente, milhões de judeus na Europa, que poderiam ter contribuído para o estabelecimento do Estado judeu na Palestina, não pode fazê-lo porque os nazistas os tinham assassinado. O Holocausto em si foi um enorme golpe para o projeto sionista.


    Em segundo lugar, Livingstone mostra uma ignorância da história da Segunda Guerra Mundial no Norte da África. Em novembro de 1941, Hitler prometeu ao mufti, que então vivia em Berlim: se e quando os exércitos alemães fossem bem-sucedidos no Cáucaso, eles avançariam para o sul e destruiriam as populações judaicas que viviam em áreas controladas pela Grã-Bretanha no Norte da África e no Oriente Médio. No verão e no outono de 1942, o Afrikakorps do general alemão Erwin Rommel avançou da Tunísia para o leste, sendo confrontado pelas forças da Austrália, da Nova Zelândia e da Grã-Bretanha na batalha de El Alamein, no Egito. A propaganda nazista naquelas semanas e meses pedia aos ouvintes árabes para "matarem os judeus", sem considerar quaisquer distinções entre sionistas e judeus. Como os historiadores alemães Martin Cuppers e Klaus Michael Mallman demonstraram no livro Nazi Palestine: The Plans for the Extermination of the Jews of Palestine [Palestina Nazista: os Planos Para o Extermínio dos Judeus da Palestina], foi apenas a vitória dos Aliados sobre as forças de Rommel em El Alamein que impediu a chegada de unidades das SS ansiosas para levar a cabo assassinatos em massa de judeus do Norte da África e do Mandato Britânico da Palestina. Livingstone não parece familiarizado com esta página gloriosa na história do antifascismo britânico.


    Enquanto as ações falam mais alto que as palavras, a propaganda nazista, destinada tanto ao público alemão quanto aos árabes do Norte da África e do Oriente Médio, constantemente denunciava a Grã-Bretanha, os judeus e o sionismo. Esta inundação nazista de ódio antissionista e antijudaico está documentado no meu livro Nazi Propaganda for the Arab World [Propaganda Nazista Para o Mundo Árabe], que os líderes do Partido Trabalhista realmente deveriam ler. Os propagandistas nazistas afirmavam que um Estado judeu na Palestina seria um "Vaticano para os judeus", isto é, um centro de poder de uma conspiração judaica internacional e, portanto, uma ameaça para a Alemanha. Eles também argumentavam que uma vitória aliada seria uma vitória para os judeus. Eles repetiam a mentira de que um Estado judeu na Palestina seria uma ameaça para a religião islâmica em todo o Oriente Médio árabe. O sionismo era descrito como uma forma de "imperialismo judeu" que estava ligado ao imperialismo britânico e norte-americano, e até mesmo ao "bolchevismo judeu" em Moscou. Nos anos pós-guerra, neonazistas e islâmicos no Oriente Médio viram o estabelecimento do Estado de Israel como confirmação dessas teorias da conspiração antissemitas nazistas. Em suma, em palavras e atos, a Alemanha nazista fez tudo o que podia para garantir que nunca iria surgir um Estado judeu na Palestina.


    Livingstone parece mal informado sobre o papel decisivo do antifascismo britânico na Segunda Guerra Mundial em derrotar os esforços da Alemanha nazista para assassinar quase um milhão de judeus do Norte do África e do Oriente Médio. Um dos grandes sucessos das campanhas de propaganda da Guerra Fria travada pela União Soviética, seus aliados do Pacto de Varsóvia, dos países árabes mais hostis a Israel, assim como da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) foi a supressão da história real do antissionismo nazista e até mesmo do papel que a União Soviética desempenhou para ajudar a derrotá-lo. Nos anos imediatos ao pós-guerra, antes que os líderes soviéticos tentassem eliminar a influência ocidental no Oriente Médio e obter o controle sobre o suprimento do petróleo da região para a Europa Ocidental, a União Soviética apoiou a criação do Estado de Israel. Depois de os "expurgos anticosmopolitas" do início dos anos 1950, a história do sionismo soviética tornou-se tão constrangedora quanto a história real do antissionismo nazista. Nem um deles se encaixa nos dogmas do anti-imperialismo comunista, que, ao que parece, se infiltraram em algumas fileiras do Partido Trabalhista.


    Antissemitismo, como todas as formas de racismo e ódio religioso, é construído sobre mentiras e distorções do passado e do presente. Em todo o mundo, Londres significa sofisticação, cosmopolitanismo e, muitas vezes, a compreensão da história. Quando o ex-prefeito da cidade revela o quão pouco sabe sobre a Segunda Guerra Mundial e o papel da Grã-Bretanha na mesma, é preciso perguntar-se o que aconteceu com as qualidades que admiramos na vida intelectual britânica. (Jeffrey Herf, www.meforum.org)


    Jeffrey Herf é professor de história na Universidade de Maryland-College Park (EUA) e pesquisador do Middle East Forum.


    Publicado na revista Notícias de Israel 6/2016 – www.beth-shalom.com.br


    Divulgação: www.juliosevero.com


    • Leitura recomendada:



    O antimarxismo estridente de Hitler era ódios ao judeus no marxismo







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    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


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    Da Justiça a clava forte

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  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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