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  • TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM

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A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. (Santo Agostinho) 




Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)

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Benedicat tibi Dominus et custodiat te
Ostendat Dominus faciem suam tibi, et det tibi gratiam suam:
Volva Dominus vultum suum ad te et det tibi pacem


“A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram.”

— Paul Valéry




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  • Terrorista: Deus é maior… Jovem: …do que aquele que esconde o que não revela. Terrorista: Deus é maior… Mulher: …do aquele que obedece sem refletir. Terrorista: Deus é maior… Homem: …do que aquele que trama para nos trair.

    Tradutores de Direita

    quinta-feira, 11 de maio de 2017

    Videversus






    Videversus

    • Está em julgamento o meu governo, diz Lula em depoimento a Sergio Moro

    • "Vou ser candidato em 2018", diz Lula a Moro em depoimento

    • Lula diz que instituto não discutiu pagamento por armazenagem de bens

    • Lula diz a Moro que imprensa o demoniza e criminaliza

    • Partido Novo nega em rede social que lançará Luciano Huck à presidência

    • Lula confirma encontro com ex-diretor da Petrobras após início da Lava Jato

    • Ministério Público Federal quer suspender perfuração de poços de petróleo próximo a corais da Amazônia

    • Câmara conclui aprovação de projeto de socorro aos Estados

    • Empresário confirma lavagem de dinheiro de ex-primeira-dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, a "Riqueza", garota do Leblon

    • Senado argeentino aprova lei que permitia redução das penas de membros da ditadura

    • Adriana Ancelmo, a garota do Leblon, a "Riqueza" de Sérgio Cabral, pode voltar à prisão por ter movimentado conta bloqueada

    • Governo Sartori anuncia congelamento dos salários de funcionários em 2018

    • Número de inadimplentes no Brasil cai em abril, mas segue perto de 40% dos adultos

    • Marco Aurélio Mello se declara impedido em ações de escritório de Sérgio Bermudes

    • Petrobras coloca refinaria de Pasadena na lista de ativos à venda

    • Moro pede para Fachin manter prisão preventiva do "porquinho" petista Antonio Palocci

    • STJ nega habeas corpus da defesa de Lula

    • Suspeição de Dias Toffoli está há cinco meses sem decisão de Janot




    Posted: 11 May 2017 09:47 AM PDT


    O poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula disse ao juiz federal Sergio Moro que a Operação Lava Jato na verdade tenta julgar o estilo do petista governar. Moro fazia perguntas em relação à refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e havia perguntado se Lula havia participado do lançamento da pedra fundamental da refinaria. Lula confirmou, mas pediu para fazer uma consideração a parte. "Porque o que eu estou percebendo desde que foi criado o tal do contexto da caçamba do ministério público na questão do powerpoint quem está sendo julgado é um estilo de governar", disse Lula. "É um jeito de governar. Se as pessoas que estão fazendo essa denúncia querem saber como é que se governa, eles têm que sair do Ministério Público, entrar num partido político, disputar as eleições, ganhar para eles saberem como é que se governa", disse o ex-presidente. "Governar democraticamente, com oposição da imprensa, com oposição do sindicato, com direito de greve, fortalecendo o ministério público, fortalecendo a Polícia Federal, fortalecendo todas as instituições de fiscalização desse País. Então essas perguntas todas, na verdade, elas estão questionando um jeito de governar." Moro tentou rebater, dizendo que os processos da Lava Jato não miram o governo do ex-presidente e sim atos ilícitos concretos. Mas Lula continuou na tese contrária. "O que interessa ao Ministério Público saber se eu fui a uma inauguração de terraplanagem? Era a coisa mais extraordinária para esse País era fazer uma refinaria depois de 30 anos, doutor. Depois de 30 anos sem fazer refinaria". E continuou. "Está em julgamento o meu governo. Pior, doutor Moro, é que vamos ter uma divergência agora aqui. Eu vinha concordando com muita coisa. Agora é o seguinte. O que está em julgamento é o meu governo e depois eu vou explicar o porquê", disse Lula.





    Posted: 11 May 2017 09:39 AM PDT







    O poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula disse em depoimento ao juiz Sergio Moro que jamais pediu ao empresário Léo Pinheiro, sócio da OAS, para ele destruir supostos comprovantes de propina ao PT. "Isso nunca aconteceu e nunca vai acontecer". Em depoimento a Moro em abril, Pinheiro contou que Lula teria ordenado a destruição de tais provas. Lula afirmou ainda que não se recordava de ter dito aos agentes da Polícia Federal que o levaram coercitivamente para depor, em março do ano passado, que seria eleito presidente em 2018: "Eu não lembro, mas posso dizer agora. Eu estava encerrando a minha carreira política. Mas agora, depois de tudo o que está acontecendo, estou dizendo em alto e bom som que vou quer ser candidato em 2018". Ele fez questão de frisar que o depoimento no aeroporto de Congonhas "foi uma coisa muito tranquila". Lula se recusou a responder às perguntas do juiz sobre o mensalão, seguindo orientação de seus advogados, e afirmou que já foi julgado no caso. "Já fui julgado três vezes pelo povo brasileiro. Na campanha de 2006, eu era triturado em cada debate na televisão sobre a corrupção. Eu fui eleito com 62% dos votos. Em setembro de 2010 eu alcancei 87% de bom e ótimo nas pesquisas de opinião pública, 10% de regular e apenas 3% de ruim e péssimo, que deve ter sido no gabinete do comitê dos tucanos. Então eu já fui julgado muitas vezes pelos meus gestos administrativos. Eu não posso ser julgado pelo Código de Processo Penal numa coisa em que já fui julgado politicamente, que já foi transitado em julgado. Essa decisão não é de primeira instância, da segunda, mas da Suprema Corte", afirmou. Moro questionou Lula sobre o significado da seguinte frase que ele disse na semana passada: "Se eles não me prenderem logo, que sabe um dia eu mando prendê-los pelas mentiras que eles contam". O ex-presidente brincou com Moro que foi apenas "uma força de expressão": "Primeiro, presidente não manda prender. Presidente não prende ninguém, a não ser em regime autoritário". Lula disse que não acha a frase adequada. Logo em seguida, o petista reclamou da divulgação de conversas telefônicas que ele teve com a mulher: "Vamos, com todo o respeito, tomar cuidado com as declarações. O senhor sabe da mágoa profunda que eu tenho do vazamento das minhas conversas com a minha mulher. Profunda". Lula reclamou também de equipamentos apreendidos no ano passado pela Polícia Federal: "Determine que a Polícia Federal devolva os iPads dos meus netos. É uma vergonha. Está desde de março do ano passado". O juiz respondeu que bastaria seu advogado pedir que ele devolveria os equipamentos.





    Posted: 11 May 2017 09:31 AM PDT


    No depoimento prestado ao juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira (10), o poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula foi indagado sobre o motivo pelo qual, mesmo depois de lucrar R$ 7,5 milhões com palestras entre 2011 e 2013, o Instituto Lula concordou que a empreiteira OAS continuasse pagando por aluguel de espaço na transportadora Granero, a fim de armazenar os bens que o ex-presidente recebeu durante o seu mandato. A OAS pagava R$ 20 mil mensais, segundo o Ministério Público Federal. O ex-presidente respondeu: "Era porque talvez todo mundo no instituto achasse que tivesse certo e que não era preciso". "E ninguém nunca discutiu no Instituto de que era preciso pagar isso, a armazenagem. Estava tão tranquilo a questão do depósito do material...", complementou o petista. Lula disse que o responsável pelo Instituto Lula, Paulo Okamoto, poderia dar mais informações aos responsáveis pela Operação Lava Jato, e que partiu dele a iniciativa de procurar o executivo Léo Pinheiro, da OAS, para que a empreiteira bancasse o valor do armazenamento. Lula disse que no começo das atividades do Instituto Lula, em 2011, não havia dinheiro e que depois buscou-se uma "arrecadação" — o Ministério Público Federal não fez perguntas sobre o que seria a "arrecadação". "Nós não tínhamos dinheiro, porque não tínhamos nem começado a pensar em fazer a arrecadação. Por isso é que eu acho que foi conversado com o Léo Pinheiro", disse o ex-presidente. Lula também afirmou que não sabia a dimensão dos bens que havia recebido como presente durante os seus dois mandatos na Presidência. O petista disse que, se soubesse dos problemas futuros que enfrentaria por causa da guarda dos bens, teria deixado tudo no Palácio do Alvorada. "Eu nunca, nunca, entrei nos porões do Palácio do Alvorada para saber se tinha uma, duas ou mil caixas. Nunca, nunca entrei aonde se guardava os acervos da Presidência da República para saber se tinha uma ou duas caixas. Ora, eu sei que aquilo, eu sei que o acervo, é uma coisa privada mas de interesse público. Portanto o presidente da República que sai tem que ter a responsabilidade de tentar cuidar daquilo. Eu, se soubesse que ia dar isso, eu teria deixado lá no Palácio pro próximo presidente ter que cuidar. Como eu não tinha interesse por nada, eu poderia deixar... Sabe?" O ex-presidente afirmou não ter conhecimento sobre a forma pela qual a OAS fazia os pagamentos pelo aluguel do espaço de armazenagem. Ele disse que o tema foi tratado por Okamoto. "Não sei, não sei. Eu sei que o presidente do Instituto Lula, que foi uma das pessoas... Parece que a partir do começo de janeiro foi chamado para tentar encontrar um lugar para guardar essas coisas. O que ele disse aqui na Justiça Federal é que tinha chamado o Leo Pinheiro para perguntar se ele tinha algum galpão para guardar essas coisas". Lula também não soube explicar por que nas caixas havia inscrições de "praia". "Isso aqui devia estar no Palácio do Alvorada, como todo acervo, eram 11 contêineres de acervo, com tudo que é coisa boa e tranqueira. Quem pode responder o que está nessa caixa é quem foi investigar, é quem abriu as caixas. Eu nunca abri uma caixa, nunca visitei um acervo. O fato de estar escrito praia é que eu ia na praia quando era presidente. Não quer dizer nada".





    Posted: 11 May 2017 09:24 AM PDT


    No depoimento que prestou ao juiz Sergio Moro nesta quarta-feira (10), o poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula criticou veículos da imprensa, afirmando que a cobertura o criminaliza e demoniza. Lula apresentou ao juiz um levantamento de reportagens desde março de 2014. "De março de 2014 para cá, são 25 capas da revista 'Isto É'. A revista 'Veja' tem 19 capas. E a revista 'Época', 11 capas. Demonizando o Lula", disse. "Nesse mesmo período, a Folha de S.Paulo teve 298 matérias contra o Lula e apenas 40 favoráveis, tudo com informações da Polícia Federal e do Ministério Público. Eles não se autoassumem, eles culpam alguém. "O Globo", que é o mais amigo (sendo irônico), tem 530 matérias negativas contra o Lula e 8 favoráveis. O "Estadão", que é mais amigo ainda, tem 318 matérias contrárias e 2 favoráveis. Aliás, esses jornais parecem que têm mais informações do que alguns advogados", completou. "Só o Jornal Nacional passou 18 horas falando. Sabe o que significa 18 horas falando mal de um cidadão? Significa 12 partidas de futebol entre Barcelona e Atlético de Madrid", disse. "Qual era o tratamento que o Jornal Nacional dava? Era de criminalizar a figura do Lula". Durante o depoimento, Moro cita uma reportagem da Folha para questionar o prazo que Lula e sua mulher, Marisa Letícia, tiveram para abandonar ou não a opção de compra do tríplex. "Consta uma matéria de jornal que foi juntado...", diz o juiz, mas é interrompido por Lula. "Depende que jornal, viu?", diz o ex-presidente. "A Folha de S.Paulo", responde Moro. "É... Não...", afirma Lula. Moro, no entanto, insiste em ler parte da reportagem. "Eu me recuso a responder uma matéria da Folha de S.Paulo que não tem autor, que não tem entrevista. É um achismo", diz Lula. "Essa matéria então não seria verdadeira?", pergunta Moro. "Na minha opinião, não", finaliza Lula. Moro também cita uma reportagem do jornal "O Globo", de 2010, que diz que Lula ocuparia o tríplex. "Só posso entender que alguém do Ministério Público em São Paulo, não vou dizer o nome, fomentava a imprensa, que fomentava ele", diz Lula. O juiz questionou Lula a respeito de uma frase dita pelo ex-presidente no 6º Congresso do PT, na semana passada. Na ocasião, Lula disse: "Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los pelas mentiras que eles contam". A frase foi dita durante crítica à imprensa. "O PT perdeu grandes cidades nas eleições e as manchetes dos jornais desse país diziam que o PT acabou. Essa mesma imprensa que diz que o PT acabou dizia todos os dias: 'amanhã, o Lula vai ser preso. Amanhã, prenderam tal empresário, ele vai delatar o Lula. Faz dois anos que eu ouço isso". Ao juiz, Lula disse que foi apenas "uma força de expressão" e que não acha a frase sobre "mandar prendê-los pelas mentiras" adequada. "Primeiro, presidente não manda prender. Presidente não prende ninguém, a não ser em regime autoritário", afirmou.





    Posted: 11 May 2017 09:14 AM PDT








    O Partido Novo negou nesta quarta-feira (10) que lançará o apresentador Luciano Huck como candidato à presidência em 2018. A sigla se manifestou no Twitter, após divulgação de reportagem da revista "Piauí" sobre o partido flertar com o Huck para as próximas eleições. Na segunda-feira (8), em entrevista, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que "o novo" no cenário político é representado por figuras como o prefeito paulistano, João Doria (PSDB), e o apresentador de TV Luciano Huck. O próprio apresentador afirmou no mês passado que sua geração está pronta para ocupar os espaços de poder e que, diante do colapso do sistema político e da crise ética, novas lideranças vão surgir. Sobre a intenção de ter Huck como candidato, o Partido Novo escreveu no Twitter: "não é verdade". O flerte do apresentador com a sigla representaria a sua entrada na política.





    Posted: 11 May 2017 09:10 AM PDT








    O poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula confirmou em depoimento ao juiz federal Sergio Moro nesta quarta-feira (10) que teve um encontro com um ex-diretor da Petrobras e com um empreiteiro investigado pela Polícia Federal depois que a Operação Lava Jato já havia sido deflagrada, em março de 2014. O ex-diretor é Renato Duque, que contou ao juiz Moro na semana passada sobre o encontro que teve com Lula em julho daquele ano, no qual o ex-presidente teria lhe indagado se ele tinha conta na Suíça para receber propina. O encontro, segundo Duque, ocorreu no hangar da companhia aérea TAM, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O empresário com quem Lula confirmou ter-se reunido é Léo Pinheiro, sócio da OAS que afirmou a Moro no último mês que o ex-presidente lhe pediu para destruir provas de pagamento de propina ao PT no Exterior. O ex-presidente disse na audiência que articulou a reunião com Duque por meio do então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que está preso no Paraná. "Tinha vários boatos no jornal de corrupção, de conta no Exterior. Pedi para o Vaccari trazer o Duque para conversar. Não tenho ideia, doutor, da data. A pergunta que eu fiz para o Duque foi simples: tem matérias nos jornais, tem denúncias de que você tem dinheiro no Exterior, pegando da Petrobras. Você tem conta no Exterior? Ele disse: ´Não tenho´. Acabou. Não mentiu para mim, mentiu para si mesmo". Duque já foi condenado a 57 anos de prisão e negocia um acordo de delação para reduzir a pena. Em tentativas anteriores de fechar o acordo, ele não tinha mencionado o encontro com Lula. Lula disse que não procurou nenhum outro ex-diretor da Petrobras com esse propósito. "Duque tinha sido indicado pela bancada do PT. O PT indicou o Duque com outros partidos políticos, eu penso, que foi pra Casa Civil cumprir todo o ritual. Então eu fiquei muito puto da vida. Muito puto, sabe, e falei e ele disse que não tinha conta." O ex-presidente Lula negou que tenha pedido a Léo Pinheiro para ele destruir comprovantes de propina ao PT: "Isso nunca aconteceu e nunca vai acontecer". Ele confirmou, no entanto, que teve vários encontros com o empresário. Lula rebateu a idéia de que um presidente saiba o que faz um diretor da Petrobras: "O presidente da República não toma conta de todos os cargos do governo, nem é possível. Se um presidente da República tem confiança, e quando ele compõe o ministério, ele compõe com pessoas que ele confia, ele delega". "Nunca ninguém levantou qualquer suspeita sobre Paulo Roberto, sobre Duque, a imprensa nunca levantou", citando outro ex-diretor, Paulo Roberto Costa, que chegou ao cargo por indicação do PP e depois conseguiu o apoio do PMDB para se manter na diretoria de Abastecimento. "Quem monta cartel para roubar, não conta para ninguém. O presidente da República não participa do processo de licitação da Petrobras, não participa de tomada de Petrobras. É um problema interno da Petrobras".





    Posted: 11 May 2017 09:02 AM PDT


    O Ministério Público Federal no Amapá recomendou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a suspensão das atividades e perfuração marítima de petróleo, pela empresa Total, na foz do Rio Amazonas, próximo aos recém-descobertos corais da Amazônia, devido aos riscos que a exploração traz para esses recifes. A suspensão deve ocorrer até que os impactos da atividade sobre a barreira de corais próxima ao empreendimento sejam "suficientemente avaliados". Na recomendação, o Ministério Publico Federal argumenta que ainda não existem pesquisas científicas suficientes sobre o novo ecossistema nem foram identificados todos os novos seres encontrados no recife. Além disso, o procurador Joaquim Cabral da Costa Neto pediu a reabertura do processo de licenciamento ambiental do empreendimento de perfuração naquela região. Ele justificou que, na ocasião da abertura do licenciamento, o bioma descoberto não estava previsto pelo empreendedor. Uma das considerações do documento apresentado pelo Ministério Publico Federal cita o Princípio 15 da Declaração da Eco 92, o princípio da precaução, que trata do "dever de agir antecipadamente diante do risco, do perigo e da incerteza científica a justificar adoção de tutela preventiva e acautelatória contra a degradação ambiental". "O que a BP e a Total querem fazer é uma operação arriscada em águas profundas. E será próxima a um bioma marinho único no mundo, que mal tivemos tempo de conhecer, e onde são encontradas espécies ameaçadas. Como se a extração do petróleo ali não fosse imprudente o suficiente, a queima desse combustível só vai aumentar nossas emissões de gases de efeito estufa, que agravam as mudanças climáticas", disse o ativista Thiago Almeida, da Campanha de Energia do Greenpeace, sobre a declaração do Ministério Público Federal. Na foz do Rio Amazonas está localizado o grande recife de corais, esponjas e rodolitos de 9,5 mil quilômetros quadrados – uma área 20% maior que a região metropolitana de São Paulo. Segundo Almeida, a exploração na região gera o risco de derramamento de petróleo. Os blocos de exploração petrolífera em áreas próximas aos corais pertencem às empresas Total, BP e Queiroz Galvão.





    Posted: 11 May 2017 07:47 AM PDT












    O plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (10) a votação do projeto de socorro aos Estados em calamidade financeira. A medida segue, agora, para análise do Senado. O texto-base havia sido aprovado no dia 18 de abril, mas restava a análise dos "destaques" – propostas de alteração da medida. Devido à resistência da oposição, contrária às contrapartidas exigidas dos Estados pelo governo, a votação do projeto vinha sendo adiada há meses. O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) foi novamente à Câmara, nesta quarta-feira, acompanhar a votação. O Rio de Janeiro é o primeiro da fila de interessados no socorro. O programa de socorro permite que Estados em calamidade financeira deixem de pagar a dívida com a União e com os bancos estatais por três anos. Mas, como contrapartida, eles têm que entregar um rigoroso ajuste fiscal, que prevê privatização de estatais estaduais e congelamento de salários de servidores. Apesar da aprovação, o governo sofreu uma derrota com a derrubada do aumento da contribuição previdenciária dos servidores, de 11% para no mínimo 14%, como condição para a ajuda aos Estados em calamidade financeira. O governo pretende restabelecer essa medida no Senado. Na votação desta quarta-feira foram aprovadas duas alterações, uma que preserva recursos típicos do Poder Judiciário, como verba de cartórios, e outra que permite a inclusão de outras dívidas estaduais e municipais na renegociação com o governo federal. A mudança beneficia principalmente Goiás e a cidade de São Paulo. A capital tem R$ 1,2 bilhão em dívidas que se enquadram na emenda aprovada e que deverão ser renegociadas em condições mais favoráveis do que as atuais. Apesar da aprovação, o governo sofreu uma derrota com a derrubada, há algumas semanas, do aumento da contribuição previdenciária dos servidores, de 11% para no mínimo 14%, como condição para a ajuda aos Estados em calamidade financeira. O governo pretende restabelecer essa medida no Senado. Se não conseguir, pode não fechar o acordo com os Estados após a sanção da lei.





    Posted: 11 May 2017 07:38 AM PDT












    O empresário Luiz Alexandre Igayara afirmou nesta quarta-feira (10) que emitiu notas frias em nome do escritório da ex-primeira-dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, a "Riqueza" do peemedebista Sérgio Cabral, também conhecida como "Garota do Leblon". Ele disse que pagou à empresa R$ 2,5 milhões sem a prestação de serviços. Igayara firmou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal e foi o primeiro a confirmar à Justiça o uso do escritório de Adriana Ancelmo no esquema do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). O empresário disse que recebia em dinheiro o valor em sua empresa, a Reginaves (Frangos Rica) entre 2012 e 2014. Por vezes, o montante era transportado em carros-fortes da empresa Trans-Expert para a sede da empresa. A guarda de valores já havia sido citada pelo ex-secretário Hudson Braga. Ele afirmou que recursos de caixa dois de campanha do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), ficavam guardados no cofre da Trans-Expert. Igayara disse ao juiz Marcelo Bretas, responsável pela operação Lava Jato no Rio de Janeiro, que o peemedebista Sérgio Cabral caracterizava o dinheiro como "sobras de campanha". "Ele sempre falou que era sobra de campanha. Ele me pediu quando fui reclamar de uma autuação da Receita", disse o empresário, que afirmou sempre ter tratado do ato ilícito com o ex-governador. A ""garota do Leblon" Adriana Ancelmo negou em depoimento que tenha cometido qualquer crime. Ela disse que prestou serviços à Reginaves, por meio de reuniões, pareceres e análise de documentos. "A empresa tinha muitos passivos trabalhistas. Em 2012, reorganizamos a empresa para sanar o problema. Em 2014, o serviço tinha como objetivo sanar essas passivos uma vez que isso estava afastando interessados em comprá-la", disse Adriana Ancelmo. A ex-primeira dama negou com veemência a Bretas participação no esquema criminoso descrito pelo Ministério Público Federal. "Nenhum empresário, operador ou o que for pode dizer que lavou dinheiro através do meu escritório. Jamais tive participação ou conhecimento sobre o que supostamente foi realizado", disse ela. A lavagem de dinheiro também é alvo de outra ação penal que envolve o empresário Eike Batista. A EBX repassou R$ 1 milhão à firma em 2011. Para a procuradoria, a movimentação refere-se a pagamento de propina. Ela também negou crime na operação.





    Posted: 11 May 2017 07:29 AM PDT


    Horas antes da manifestação, convocada em todo o país pelas organizações de Direitos Humanos, o Senado argentino aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (10), uma lei que impede a libertação antecipada de condenados por crimes contra a humanidade. A legislação neutraliza uma decisão, tomada pela Suprema Corte, na semana passada, que permitia a redução das penas dos que reprimiram movimentos contrários à ditadura (1976-1983), que estão na cadeia ou esperando julgamento. "Foi uma decisão terrível porque, de um momento ao outro, perdemos o que conquistamos ao longo dos últimos 40 anos", disse Haydée Garcia. Ela é uma das 14 fundadoras das Mães da Praça de Maio – organização criada por um grupo de mulheres argentinas para buscar os filhos que desapareceram nos porões da ditadura. Em 1977, uma delas teve a ideia de marcar um encontro, toda quinta-feira, às 15h30 na Praça de Maio, em frente ao palácio presidencial, para mostrar aos ditadores que não desistiriam da busca. Um ritual que existe até hoje. Desse primeiro grupo, apenas Haydée e Mirta Baravalle, de 93 anos, estão vivas. "Desde 1977, nunca falto ao nosso encontro semanal, porque na Praça de Maio sinto que nossos filhos e netos estão conosco e seus sonhos também", disse. A filha de Mirta estava grávida quando foi levada pelos militares, junto com o marido. Ela deu luz a um menino, em cativeiro, que está na lista das 500 crianças roubadas na ditadura para serem entregues ilegalmente em adoção. Nesta quarta-feira, as Mães da Praça de Maio se juntaram a outras organizações de defesa dos Direitos Humanos, para um protesto em frente a Casa Rosada. "Queremos mostrar que estamos juntos e unidos contra a decisão da Suprema Corte, que foi tomada pouco depois de termos comemorado o 40º aniversário de nossa primeira marcha", disse Haydée. No fim da tarde, a Praça estava lotada e muitas pessoas usavam um lenço branco, símbolo das Mães, que amarravam uma fralda de pano na cabeça com o nome do filho desaparecido bordado. A manifestação tinha sido marcada para exercer pressão politica e impedir que os autores de crimes contra a humanidade possam se beneficiar da lei, conhecida como "dois por um" e que – segundo a polêmica decisão da Suprema Corte – valia para todos os prisioneiros. A legislação permite contar cada ano de prisão preventiva, à espera da condenação definitiva, como dois. Como a Justiça é lenta, muitos dos que reprimiram os movimentos contrários à ditadura podiam encurtar suas penas. Os protestos terminaram em comemoração. "Tivemos a sorte de que a sociedade reagiu com firmeza e pudemos reverter a situação", disse Estela Carlotto. "Muitos juízes rejeitaram os pedidos de redução de pena feitos pelos repressores, apesar da decisão da Suprema Corte. E hoje os legisladores acabam de aprovar uma lei impedindo que os genocidas sejam libertados antecipadamente", disse. Em outubro serão feitas eleições legislativas na Argentina. Os resultados dessa votação servirão para medir o índice de aprovação do presidente Mauricio Macri na primeira metade de seu mandato. Macri parabenizou os legisladores pela "rapidez com a qual começaram a solucionar um vácuo legal" e disse que sempre foi "contra qualquer ferramenta usada em favor da impunidade, especialmente quando aplicadas a delitos de lesa humanidade".





    Posted: 10 May 2017 03:00 PM PDT


    Ré por corrupção e lavagem de dinheiro do esquema de corrupção do marido, o ex-governador Sérgio Cabral do Rio (PMDB), a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, a "Riqueza", também conhecida como Garota do Leblon, que está em prisão domiciliar, pode ser mandada de volta à cadeia por ter movimentado indevidamente sua conta bancária quando estava presa no complexo de presídios de Bangu. Por determinação judicial, a conta deveria estar bloqueada. O Ministério Público Federal está analisando as circunstâncias da transação para definir se cabe novo pedido de prisão preventiva.












    Nesta quarta-feira, 10, em depoimento ao juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, ela disse que enquanto estava encarcerada teve R$ 1,2 milhão creditado na sua conta, valor oriundo de um investimento em previdência privada em benefício de um de seus filhos. O dinheiro foi usado, segundo a ex-primeira-dama, para pagamentos de honorários advocatícios dos profissionais que a defendem, além de dívidas com funcionários e outras despesas. Como ela estava no presídio Bangu 8, os pagamentos foram feitos por sua secretária. O Ministério Público Federal recebeu a notícia da movimentação nesta quarta-feira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), e o procurador Rodrigo Timoteo questionou Adriana Ancelmo, a "Garota do Leblon". Ela disse que todo o valor já foi gasto, não estando mais em sua conta no presente momento. "A movimentação causa estranheza. Os investimentos deveriam estar bloqueados, para o ressarcimento dos cofres públicos do dinheiro de corrupção desviado. Ela podia dispor só da participação dos lucros do escritório de advocacia do qual é sócia. O Ministério Público vai solicitar e o Itaú (banco de Adriana) vai ter que esclarecer", afirmou, após o depoimento, o procurador Rodrigo Timoteo. Uma dúvida é se o dinheiro em questão estava no nome dela. Adriana Ancelmo, a "Riqueza" de Sérgio Cabral, foi presa em dezembro e liberada para ir para casa em março. Está em prisão domiciliar em seu apartamento, no Leblon, onde moram seus dois filhos, de 10 e 14 anos. O peemedebista Sérgio Cabral está preso há seis meses no complexo de presídios de Bangu. No depoimento desta quarta-feira, ela negou que tenha cometido os crimes dos quais é acusada, e disse que acredita na idoneidade do marido. "De forma alguma participei. Nunca tive ciência. A mim nunca foi entregue nem um centavo", afirmou. Adriana rechaçou também que seu escritório de advocacia tenha lavado dinheiro ilícito e afirmou que nunca teve contas pagas por emissários de Cabral. Disse ainda que jamais comprou joias de valores como R$ 1,8 milhão e R$ 600 mil, como constam nos autos do processo. "Tenho a mesma conta bancária desde os meus 18 anos, é a única em toda a minha vida. Fico absolutamente tranquila independentemente de quem venha a se sentar aqui", afirmou. "Nenhum empresário, nenhum delator, nenhum operador poderá mencionar qualquer tratativa de recebimento de valores ilícitos por meu escritório ou por mim. Eu nunca, jamais participei e contribuí com qualquer atividade ilícita supostamente realizada e que estão nesses processos", declarou Adriana, que disse esperar voltar a exercer a profissão de advogada. Sobre Sérgio Cabral, afirmou crer que "todo e qualquer recebimento dele tenha sido de produto de trabalho lícito". Ela desmentiu sua ex-secretária Michele Pinto, segundo a qual Adriana recebia remessas semanais de R$ 200 mil e R$ 300 mil em seu escritório. Quem entregava era o emissário Luiz Carlos Bezerra, que integra o esquema de Sérgio Cabral, segundo as investigações. "Atribuo qualquer afirmação dela, que eu recebia R$ 200 mil e R$ 300 mil, a represália, por eu ter aberto informações da vida pessoal dela. São alegações fictícias", acusou Adriana Ancelm, que disse que Bezerra era um office boy de Sérgio Cabral. Sobre as jóias compradas para a lavagem do dinheiro da corrupção, ela disse que se trataram de presentes. "As jóias que foram apreendidas na minha residência eram as que eu detinha. Eu recebi algumas jóias do Sergio, em datas festivas, de aniversário. Não era em todos os anos nem em todas as datas, como Dia das Mães", disse Adriana, casada com Cabral há 15 anos. Sobre o anel que recebeu do empreiteiro Fernando Cavendish, estimado em R$ 800 mil, de presente de aniversário, declarou: "Eu recebi um presente de um amigo, sem que eu soubesse dos valores". Ela contou também que o serviço advocatício prestado por seu escritório para a empresa EBX, do empresário Eike Batista, no ano de 2012, foi realizado normalmente. O mesmo disse em referência à empresa Rica Alimentos, de Luiz Alexandre Igayara, réu por lavagem de dinheiro - o que havia sido negado mais cedo em depoimento por Igayara. Delator, ele declarou que Sérgio Cabral lhe pediu para "esquentar" R$ 2,5 milhões via contrato fantasma com a firma. "Houve dois trabalhos realizados, um em 2012 e outro em 2014, ambos referentes a passivos trabalhistas da empresa. Realizei no mínimo três reuniões no meu escritório com Igayara. Eu prestei os serviços. Não consigo sequer imaginar por que razão ele venha aqui dizer que isso foi fictício", ela disse. Segundo a Procuradoria da República no Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, a "Riqueza", se beneficiou do sistema de arrecadação de propina de empreiteiras, que movimentaria cerca de R$ 1 milhão por mês. Lavou dinheiro por meio de contratos fantasmas firmados por seu escritório de advocacia e pela compra de joias, feitas nas joalherias mais caras do Rio. Só na H. Stern, foram mais de 40 peças, no total de R$ 6 milhões, adquiridas entre 2012 e 2015 e pagas, muitas vezes, em espécie. O número de viagens que ela e o marido fizeram no período em que ele foi governador também chamou a atenção dos investigadores. Foram 67 vezes entre 2006 e 2016 (os dois mandatos de Cabral foram de 2007 a 2014). O hábito de comprar roupas de grife de alto luxo também: a força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, apontou gasto de R$ 57 mil em seis vestidos de festa feitos sob medida em 2014. Ela e Cabral são réus também por corrupção e lavagem de dinheiro em outra ação, na 13ª Vara Federal Criminal da cidade, sobre suposta propina de R$ 2,7 milhões que teriam irrigado o esquema de Cabral a partir de um desvio num contrato de terraplanagem das obras do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj) com as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. Outros colaboradores de Cabral também são réus nessa ação. Na semana passada, a advogada disse, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, que não tinha conhecimento do total dos gastos da família – que, segundo Moro, seriam superiores a R$ 100 mil (o salário de governador é de cerca de R$ 20 mil). Segundo Adriana, era o marido que cuidava da parte financeira da casa e o casal não tratava desse assunto.





    Posted: 10 May 2017 01:42 PM PDT


    O governo do Rio Grande do Sul, do muito incompetente e inapetente José Ivo Sartori (PMDB) anunciou nesta quarta-feira (10) o congelamento de salários de servidores para 2018 não somente do Executivo, mas também do Legislativo e Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública. A decisão saiu durante reunião entre representantes de todos os poderes e órgãos ligados ao Executivo, mas com independência financeira e administrativa. A proposta estará na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano que vem, que será entregue à Assembleia Legislativa até a próxima segunda-feira (15). Antes deste encontro que definiu o congelamento dos salários, outras reuniões ocorreram nos últimos dias com as áreas técnicas das instituições para avançar nas negociações. "Estamos mandando para a Assembleia Legislativa uma LDO realista", definiu o secretário de Planejamento, Governança e Gestão, Carlos Búrigo. Segundo informações do governo, o orçamento de 2017 foi de R$ 62 bilhões, e o valor de 2018 ainda não está definido. Há uma perspectiva de gasto de 3% a mais na folha de pagamento de 2018, referente a direitos já adquiridos por servidores. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) reúne as metas e prioridades da administração pública estadual, dentro do Plano Plurianual, para o exercício financeiro do ano seguinte. Também dispõe sobre alterações na legislação tributária e estabelece a política tarifária das empresas da administração indireta e a de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. A proposta da LDO deve ser enviada à Assembleia Legislativa pelo Poder Executivo até o dia 15 de maio de cada ano e ser aprovada até 15 de julho. Depois, é sancionada pelo governador em 15 dias úteis.










    Posted: 10 May 2017 01:34 PM PDT


    Quase 40% da população adulta brasileira está inadimplente, de acordo com estimativa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). As duas entidades calculam que um total de 59 milhões de pessoas físicas estavam com as contas atrasadas no país no final de abril, número que representa 39,19% da população com idade entre 18 e 95 anos. Apesar de ainda elevado, o mês de abril mostrou uma leve queda no número de inadimplentes, de 1,6% na comparação com igual período de 2016 e de 0,35% frente ao mês anterior. De acordo com o SPC Brasil e a CNDL foi a segunda vez, desde o início da série histórica em 2010, que houve uma queda anual. "O consumidor tem tido maior cautela com o consumo, além de maior dificuldade para conseguir crédito. Assim, ele se endivida menos e, com isso, torna-se mais difícil ficar inadimplente", disse o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. De acordo com a estimativas das entidades, a região Sudeste é a que concentra, em termos absolutos, o maior número de inadimplentes do País, somando 24,90 milhões de consumidores, equivalente a 38,17% da população adulta da região. Na sequência, aparecem o Nordeste e o Sul do País. Por faixa etária, a maior frequência de pessoas com contas em atraso é a daqueles entre 30 e 39 anos - em abril metade dessa população (49,83%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito, um total de 17 milhões de pessoas. O indicador do SPC Brasil e da CNDL ainda mostrou queda de 7,13% no volume de dívidas em nome de pessoas físicas na comparação com o mesmo mês de 2016. O levantamento apontou também que os bancos concentraram em abril a maior parte das dívidas no País, com 48,36% do total, seguidos pelo comércio (20,26%) e o setor de comunicação (13,51%).





    Posted: 10 May 2017 01:29 PM PDT


    Em ofício encaminhado à presidente do tribunal, ministro informou que uma sobrinha trabalha no escritório de advocacia. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, se declarou impedido para julgar ações que tenham advogados ou clientes do escritório de advocacia de Sérgio Bermudes. Em ofício encaminhado nesta quarta-feira (10) à presidente da Corte, o ministro informou que lá trabalha uma de suas sobrinhas, Paula Mendes de Farias Mello de Araújo. A decisão ocorre dois dias após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot pedir o afastamento do Gilmar Mendes da relatoria de um habeas corpus no qual concedeu liberdade ao empresário Eike Batista, que é cliente de Sérgio Bermudes em outras ações. O pedido se baseia no fato de a mulher de Gilmar, Guiomar Mendes, ser sócia do escritório. Além da saída ministro da ação, Janot pediu a anulação de seus atos no processo, incluindo a decisão que mandou soltar o empresário. Marco Aurélio se declarou impedido em qualquer tipo de ação: administrativa (envolvendo causas ligadas ao poder público), civil (sobre disputas entre particulares) e penais (envolvendo crimes). Gilmar não se declarou impedido no caso de Eike Batista pelo fato de que sua mulher e o próprio escritório de Bermudes não atuarem no processo. O empresário é defendido por eles em outros processos civis. Janot sustenta que ela pode ser remunerada pelo empresário ainda que indiretamente por integrar o escritório. No mesmo ofício a Cármen Lúcia, Marco Aurélio também se declarou impedido em processos que envolvem outros parentes:


    a mulher, Sandra De Santis Mendes de Farias Mello, desembargadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal;


    a filha Letícia De Santis Mendes de Farias Mello, juíza do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2); e


    a filha Cristiana De Santis Mendes de Farias Mello, advogada e procuradora do Distrito Federal.





    Posted: 10 May 2017 11:08 AM PDT








    A muito corrupta estatal Petrobras incluiu na sua carteira de ativos à venda a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e a Petrobras Oil & Gas B.V., que detém ativos na África, informou nesta quarta-feira a petroleira estatal em um comunicado ao mercado. O objetivo da Petrobras é obter US$ 21 bilhões em parcerias e desinvestimentos no biênio 2017/2018, mesma meta anterior à inclusão de Pasadena e dos ativos da África no plano. A empresa não informou se algum unidade que estava à venda deixou de integrar tal portfólio. "A Petrobras esclarece que o seu programa de desinvestimentos é dinâmico e poderá ser alterado devido às condições de mercado e às sucessivas análises do portfólio", frisou a empresa em seu comunicado. A compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2006, levantou suspeitas de superfaturamento e de evasão de dividas. A Petrobras comprou em 2006 uma participação de 50% na refinaria de Pasadena por US$ 360 milhões. O valor é muito superior ao pago um ano antes pela belga Astra Oil pela refinaria inteira: US$ 42,5 milhões. Nos anos seguintes a Petrobras se desentendeu com a sua sócia nesse negócio, a Astra Oil, e uma decisão judicial a obrigou a comprar a participação da empresa belga. A compra de Pasadena acabou custando US$ 1,18 bilhão para a Petrobras, um valor muito superior ao que a sua sócia pagou. O caso ganhou notoriedade no noticiário político porque a compra foi realizada quando a ex-presidente da República, a mulher sapiens petista Dilma Rousseff, era presidente do conselho da Petrobras, do qual também fazia parte o barão do aço, Jorge Gerdau Johannpeter. A Petrobras tem plano de vender US$ 21 bilhões em ativos em 2017 e 2018. A lista do que está à venda não foi divulgada pela estatal, mas o diretor financeiro da estatal, Ivan Monteiro, disse em janeiro que haverá maior destaque às negociações no segmento de refinarias. A publicação da intenção de venda de ambos os ativos pela Petrobras cumpre decisão recente do Tribunal de Contas da União, que demandou uma maior transparência por parte da estatal na busca por compradores e parceiros para seus ativos. A partir da nova sistemática aprovada pelo TCU, a Petrobras deve publicar a sua intenção de vender ativos assim que ela é aprovada pela diretoria executiva. Além disso, posteriormente, deve publicar documentos com informações sobre os ativos envolvidos, o modelo de negócio e os critérios de seleção de potenciais interessados, destacou a Petrobras. Em março, a empresa apontou que deveriam entrar na nova carteira de desinvestimentos a venda de participação na BR Distribuidora; a venda da concessão dos campos de Baúna e Tartaruga Verde; a venda de participação no campo de Saint Malo, no Golfo do México; a cessão de concessões em águas rasas nos Estados de Sergipe e Ceará e a cessão de um conjunto de campos terrestres.





    Posted: 10 May 2017 11:02 AM PDT








    O juiz Sergio Moro enviou na manhã desta quarta-feira (10) um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, pedindo que a prisão preventiva de Antonio Palocci seja mantida no julgamento do pedido de liberdade em tramitação. Antonio Palocci foi alvo da 35ª fase da Lava Jato, deflagrada em setembro de 2016. Atualmente, ele está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. No ofício, Moro cita as acusações que pesam contra Palocci, diz que a sentença de um dos processos deve sair em breve, logo depois que se encerrarem as alegações finais, dia 14 de junho, e faz uma defesa da importância das prisões preventivas. "Sem qualquer demérito do precedente da Ação Penal 470, que, como já consignado, é um julgado histórico e que influenciou positivamente toda a jurisprudência, é de se indagar se o desdobramento dos fatos não poderia ter sido diferente se, em 2005 ou 2006, quando da revelação do esquema criminoso denominado de Mensalão, tivesse o Poder Judiciário decretado a prisão preventiva de alguns dos principais envolvidos, como, por exemplo, de José Mohamad Janene e José Dirceu de Oliveira e Silva, figuras centrais não só naquele caso criminal, mas também no esquema criminoso que vitimou a Petrobras", escreveu o juiz. "Não se pretende aqui realizar uma crítica ao Egrégio Supremo Tribunal Federal, já que tampouco houve pedidos de prisão preventiva na época desses indivíduos, mas, caso tivessem sido decretadas na épocas as prisões preventivas de alguns dos agentes centrais dos esquemas criminosos, talvez o esquema criminoso que vitimou a Petrobras não tivesse ocorrido ou tivesse sido debelado em seu início". Moro apontou ainda que "a prisão preventiva, embora instrumento drástico, é, por vezes, o único meio disponível para interromper o ciclo delitivo". O advogado José Roberto Batochio, que defende Antônio Palocci, recorreu da decisão do ministro Luiz Edson Fachin, que determinou o julgamento pelo plenário do STF do mérito do pedido de liberdade do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil. Após rejeitar conceder liminar (decisão provisória) para soltar Palocci, Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo, informou que o caso seria julgado pelos 11 ministros do STF no plenário e não pela Segunda Turma. O regimento do STF garante ao relator definir onde o caso deve ser julgado. Palocci é réu em dois processos no âmbito da Lava Jato em Curitiba. No primeiro, ele é acusado de agir no governo federal em favor da Odebrecht entre 2006 e o final de 2013. O ex-ministro também é réu no processo que apura se a Odebrecht pagou propina por meio da compra do terreno onde supostamente seria construída a nova sede do Instituto Lula e do apartamento vizinho ao do ex-presidente em São Bernardo, no ABC Paulista. Nesta segunda ação, o ex-presidente Lula também é réu.





    Posted: 10 May 2017 10:40 AM PDT








    O ministro Felix Fischer negou os três pedidos liminar de habeas corpus impetrados pela defesa do poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula na manhã desta quarta-feira. A defesa de Lula entrou com três pedidos no STJ na noite desta terça-feira. Felix Fisher negou a suspensão da tramitação da ação penal em que a defesa pedia acesso por, pelo menos, 90 dias a documentos da Petrobras para realização de análises e, no segundo habeas corpus, também foi negado o pedido de gravação da audiência realizada nesta quarta-feira em imagem e áudio de forma autônoma. O terceiro habeas corpus, que pede que o juiz Moro seja considerado suspeito para atuar na ação penal contra Lula relacionada ao caso do apartamento tríplex no Guarujá, litoral de São Paulo, e que esse processo seja suspenso também foi negado pelo ministro nesta tarde. Nesta quarta-feira, às 14 horas, o petista falará ao juiz Sergio Moro em uma das cinco ações nas quais é réu. Neste primeiro depoimento, Moro deve tratar apenas das questões relativas à empreiteira OAS e os desvios oriundos de três contratos da Petrobras. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, o ex-presidente teria recebido benefícios ilícitos de cerca de cinco milhões de reais, dinheiro que teria sido utilizado na compra e reforma de um apartamento tríplex, no Guarujá, e na manutenção do seu acervo presidencial.





    Posted: 10 May 2017 10:04 AM PDT








    Em dezembro passado procuradores de São Paulo enviaram para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, um documento em que pedem que ele analise a "eventual exceção de suspeição" do ministro José Antonio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, em atos referentes à Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato. Cinco meses depois do envio, Janot ainda não decidiu a respeito do pedido dos procuradores. Cabe ao procurador-geral da República qualquer ação referente a um ministro do Supremo. A suspeita sobre a imparcialidade de Toffoli na Custo Brasil é baseada em uma análise feita por policiais federais no celular do ex-ministro da Previdência, Carlos Gabas, um dos alvos da investigação. Os peritos encontraram no aparelho trocas de e-mails e de mensagens de celular entre Gabas e Toffoli que "apontariam para amizade íntima entre ambos". Entre as correspondências havia convites para festas e churrascos. Há também no material enviado para Janot uma sequência de mensagens que, segundo a Polícia Federal, aponta que Toffoli voltou atrás de uma decisão, no Tribunal Superior Eleitoral, logo após um encontro com Gabas. As mensagens, datadas de 28 e 29 de dezembro de 2014, mostram que Gabas conversou com Elvis Leonardo Cézar (PSDB), prefeito de Santana do Parnaíba (SP) que teve o mandato cassado pelo tribunal eleitoral, acusado de trocar votos por presentes. Cézar havia recorrido da decisão da primeira instância ao TSE, mas Toffoli havia dado voto pela manutenção da cassação. O prefeito, então, mandou uma mensagem pedindo ajuda a Gabas que, em seguida, mandou mensagem para Toffoli pedindo para falar pessoalmente com o ministro. O pedido foi atendido. Um dia após a conversa com Gabas, Toffoli mudou a decisão tomada anteriormente e votou favoravelmente ao prefeito de Santana da Parnaíba. Graças à decisão de Toffoli, Cézar voltou à prefeitura. A Operação Custo Brasil investiga desvio de mais de R$ 100 milhões em contratos de crédito consignado destinado a funcionários públicos. O ministro Dias Toffoli é o relator da Custo Brasil no Supremo. Toffoli determinou a soltura do ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo (PT-PR), que ficou seis dias preso por conta de uma decisão do juiz Paulo Bueno de Azevedo, então responsável pela ação na primeira instância. Ele também mandou soltar o empresário Dércio Guedes de Souza, amigo de Gabas. Tanto no caso de Bernardo quanto no de Souza, o ministro justificou a decisão dizendo que as prisões ocorreram em "flagrante constrangimento ilegal".





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    Comunismo


    Rui Barbosa



    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.



    Os grilhões que nos forjavam


    Da perfídia astuto ardil...


    Houve mão mais poderosa:


    Zombou deles o Brasil!



    Consagração no Rito Bizantino - Igreja Ortodoxa
    Publicado em 29 de jul de 2014Consgração do Pão e Vinho, transformado em Carne e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma Divina Liturgia celebrada por Sua Santidade, o Patriarca Cirilo, de Moscou e toda Rus'.
    Publicado por Vale de Beracá em Sábado, 9 de janeiro de 2016

    Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    -






    Da Justiça a clava forte

    https://www.facebook.com/ditadura.fsp











  • “Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniquidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.




    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    • Ruy Barbosa








    Alma de Cristo, santificai-me.

    Corpo de Cristo, salvai-me.

    Sangue de Cristo, inebriai-me.

    Água do lado de Cristo, lavai-me.

    Paixão de Cristo, confortai-me.

    Ó bom Jesus, ouvi-me.

    Dentro de Vossas chagas, escondei-me.

    Não permitais que me separe de Vós.

    Do espírito maligno, defendei-me.

    Na hora da minha morte, chamai-me.

    E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os vossos Santos, por todos os séculos dos séculos.

    Amém.



    Nossa Senhora de Medjugorje


    Posted: 05 Apr 2016 12:06 PM PDT

    MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 2 DE ABRIL DE 2016, À MIRJANA:

    “Queridos filhos! Não tenham corações duros, fechados e cheios de medo. Permitam ao Meu amor materno iluminá-los e preenchê-los de amor e de esperança, a fim de que, como Mãe, Eu cure as suas dores, pois Eu as conheço, por tê-las experimentado. A dor eleva e é a maior oração.

    Meu Filho ama, de modo especial, aqueles que sofrem. Ele Me enviou para curá-los e trazer-lhes a esperança. Confiem Nele! Eu sei que é difícil para vocês, porque veem sempre mais escuridão ao seu redor. Filhinhos, é necessário destruí-la pela oração e pelo amor. Aquele que reza e ama não tem medo, mas esperança e um amor misericordioso que vê a Luz que é o Meu Filho.

    Como Meus Apóstolos, convido-os a tentarem ser exemplo de amor misericordioso e de esperança. Rezem sempre e novamente, para terem o maior amor possível, porque o amor misericordioso traz a luz que destrói toda a escuridão - traz o Meu Filho. Não tenham medo: vocês não estão sozinhos: Eu estou com vocês!

    Eu imploro a vocês para rezarem pelos seus sacerdotes, a fim de que, em cada momento, eles tenham amor e ajam com amor, pelo Meu Filho -- através Dele e em memória Dele. Obrigada."













    - A BÍBLIA CONFIRMA A IGREJA


    “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pedro 1,20)-
    “Escrevo (a Bíblia) para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Timóteo 3,15) -
    “Tu és Pedra, e sobre essa Pedra edifico a minha Igreja (...). E eu te darei as Chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus.”(Mateus 16, 18) -
    “...Vós examinais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois são elas que testemunham de Mim, e vós não quereis vir a Mim, para terdes a vida.”(João 5,39-40) -
    “Em Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, apartai-vos de todo irmão que não anda segundo a Tradição que de nós recebeu.” (2 Tessalonicenses 3,6) -
    “Então, irmãos, estai firmes e guardai a Tradição que vos foi ensinada, seja por palavra (Tradição), seja por epístola nossa (Bíblia). ”(2 Tessalonicenses 2, 15) -
    “(Pedro,) apascenta o meu rebanho.” (João 21,15-17) -
    “Irmãos, sabeis que há muito tempo Deus me escolheu dentre vós (Apóstolos), para que da minha boca os pagãos ouvissem a Palavra do Evangelho.” - S. Pedro Apóstolo, primeiro Papa da Igreja de Cristo(Atos dos Apóstolos 15, 7) -
    “Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, confirma os teus irmãos.” - Jesus Cristo a S. Pedro (Lucas 22, 31-32) -
    “De hoje em diante, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.” - Maria, a Mãe de Nosso Senhor (Lucas 1, 48) -
    “Ainda que nós ou um anjo baixado do Céu vos anuncie um evangelho diferente do nosso (Apóstolos), que seja anátema.” (Gálatas 1, 8) -
    “Em Verdade vos digo: se não comerdes da Carne e do Sangue do Filho do homem, não tereis a Vida em vós mesmos.” (João 6, 56) -
    “Minha Carne é verdadeiramente comida, e o meu Sangue é verdadeiramente bebida.”(João 6, 55) -
    “O Cálice que tomamos não é a Comunhão com o Sangue de Cristo? O Pão que partimos não é a Comunhão com o Corpo de Cristo?” (1ª aos Coríntios 10, 16) -
    “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos, da mão do anjo, diante de Deus.” (Apocalipse 8, 4) -
    “Aqui (no Céu) está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.” (Apocalipse 14, 12) 
    - Porque já é manifesto que vós (a Igreja) sois a Carta de Cristo, ministrada por nós (Apóstolos), e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (...); o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2Cor 3,3.6) - 

     



    Mário Kozel Filho


    “Servi ao Senhor com respeito e exultai em Sua Presença; prestai-lhe homenagem com temor.” (Sl 2,11)
    †   †   †
    Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo; adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos Méritos Infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

    GRAÇAS E LOUVORES SE DEEM A TODO MOMENTO, AO SANTÍSSIMO E DIVINÍSSIMO SACRAMENTO!

    Gruta de Lourdes

    Signis et portentis mendacibus

    Botafogo

    É tradição, não é moda. #soufogao #redesocial #botafogo #pracimadeles #fogoeuteamo #seusidolossaotantos #omaistradicional #naosecompara

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    Che Guevara