Videversus
Marqueteira baiana Monica Moura se mostra muito magoada com Dilma, Lula e o PT
Moro nega pedido de Lula para ouvir testemunhas no Exterior
Carf decide a favor da Petrobras em processo de R$ 5,8 bilhões
O teleprompter de Dilma Rousseff
A campanha de Dilma Bolada
Lula não confiava em tesoureiro para cuidar de caixa 2
O "acordo informal" dos valores das campanhas
O telefonema de Dilma
Lula jamais gostou de Graça Foster. Nem de Dilma
Iolalanda do Carmo Ribeiro
João Santana não aprovou Temer como vice
Os códigos da guerrilheira
Marqueteira baiana Monica Moura registrou em cartório o crime cometido pela mulher sapiens petista Dilma Rousseff
Lula mandava recados por Feira
"Pavarotti" de malas prontas
Dilma sugeriu a João Santana e Monica Moura que recebessem em Cingapura
Mônica usou "menino" de Dilma para enviar recado
Mônica confirma que Lula brigou com Dilma por 2014
Petista Luciano Coutinho está na Europa
O que quer a OAB?
Diário de Xepa
Palocci precisa dar sinal de boa-fé
A marqueteira Monica Moura repassou para o petista Franklin Martins mais de US$ 2 milhões
"Minha garantia era Lula"
Braço-direito de Joesley intermediou doações à cúpula do PMDB
Posted: 13 May 2017 09:33 PM PDT
Mônica Moura, a mulher de João Santana, o marqueteiro de Lula e Dilma, deixou transparecer mágoa com o grupo que ajudou a eleger: "Nunca alguém do PT me procurou após a prisão. Nem nossos filhos", revelou. Mônica disse que não fala com nenhum deles "há mais de um ano". E que "nem Lula, nem Dilma, ninguém do PT" mandou "nem recadinho de apoio, nem recadinho de ameaça. Nem de medo. Nada". Tentando ser elegante, Mônica atribui ao "medo" a falta de contato de Lula e Dilma após as prisões dela e do marido. Indagada sobre se "existia a possibilidade de ingerência de Dilma em tribunais, tribunais superiores", Mônica Moura negou. Na delação, Mônica mostra desapreço pela petista: "Numa campanha como a da Dilma...era impossível, era um poste para eleger".
Posted: 13 May 2017 07:46 PM PDT
O juiz Sergio Moro negou pedido da defesa do poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula para ouvir quatro das 86 testemunhas listadas em uma das ações em que o petista é réu na Lava Jato. As quatro moram no Exterior – duas não são brasileiras. No entanto, Moro aceitou que a defesa liste outras quatro pessoas que moram no Brasil para depor no lugar das testemunhas excluídas. "A ampla defesa, direito fundamental, não significa um direito amplo e irrestrito à produção de qualquer prova, mesmo as impossíveis, as custosas e as protelatórias", disse Moro em sua decisão. Esse processo acusa o ex-presidente de ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht em troca de contratos da empreiteira com a Petrobras - e não é o mesmo que levou o ex-presidente a depor na última quarta (10) em Curitiba, relativo a contratos da OAS. As testemunhas que Moro negou ouvir são os embaixadores do Brasil em Lima, Marcos Leal Raposo Lopes, em Paris, Paulo Cesar de Oliveira Campos, e duas pessoas que fizeram auditoria na Petrobras, Nicholas Grabar e Stuart K. Fleischan. Para a defesa, os embaixadores ocuparam postos relevantes durante o governo Lula e "poderão prestar valiosos esclarecimentos para contrapor as afirmações contidas na denúncia -notadamente no que diz respeito ao caráter lícito, probo e ético da atuação do peticionário Lula em relação aos assuntos relativos à Petrobras". Já sobre os auditores, disseram que "ambos participaram de amplo e minucioso processo de auditoria na Petrobras, por ocasião das emissões de ações em 2010, conhecendo detalhes da operação, bem como da própria companhia". No despacho, Moro argumenta que os advogados de Lula não demonstraram "a imprescindibilidade da oitiva dessas testemunhas residentes no exterior, mesmo sendo intimada para tanto, sequer esclarecendo, aliás, o que elas teriam a relatar". O juiz deu cinco dias para que sejam listadas as substitutas dessas testemunhas. Procurada, a defesa de Lula ainda não se manifestou. Os advogados sempre afirmaram que o ex-presidente é inocente e não cometeu irregularidades.
Posted: 13 May 2017 07:41 PM PDT
A Petrobras informou nesta sexta-feira (12) que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) decidiu a favor da companhia em processo que envolvia a cobrança de R$ 5,8 bilhões em impostos. A disputa envolve o pagamento de imposto de IRPJ (renda de pessoa jurídica) e CSLL (contribuição social sobre o lucro líquido) em projetos de desenvolvimento da produção de campos de petróleo durante o ano de 2009. Em abril, a empresa já havia obtido decisão favorável em outro processo envolvendo cobranças dos dois impostos no mesmo ano, de R$ 1,5 bilhão.
Em seu balanço do primeiro trimestre, a empresa calcula que processos de natureza fiscal podem provocar perdas de até R$ 159,9 bilhões. O valor inclui aqueles projetos em que "a probabilidade de perda é considerada possível". No caso do pagamento de IRPJ e CSLL, o valor total em discussão com o governo é de R$ 21,004 bilhões.
Posted: 13 May 2017 07:38 PM PDT
O talento oratório de Dilma Rousseff é conhecido. Ela só conseguia acertar seus discursos com um operador de teleprompter. Por isso ela mandou Mônica Moura pagá-lo. Entre salários, passagens aéreas e hospedagens, Dona Xepa gastou com ele 95 mil reais. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:38 PM PDT
Os 400 mil reais em propinas para Dilma Bolada foram repartidos entre Mônica Moura e Danielle Fonteles, da Pepper. Espantosamente - e isso dá uma ideia da miséria intelectual dessa gente -, o assunto foi tratado numa reunião dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, com Rui Falcão, Edinho Silva, Franklin Martins, João Santana e Danielle Fonteles, além da própria Mônica Moura. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:37 PM PDT
Mônica Moura disse que Lula não confiava em José de Filippi, tesoureiro da sua campanha de 2006, para cuidar de caixa 2. Filippi só cuidava do dinheiro oficial, segundo ela. O caixa 2 era assunto delegado diretamente por Lula a Antônio Palocci. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:36 PM PDT
João Santana relatou que "sempre existiu um acordo informal entre os coordenadores financeiros" das campanhas, na intenção de combinar valores para não transparecer grandes discrepâncias. "Vão dizer que estou mentindo, mas é a verdade." (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:36 PM PDT
Dilma Rousseff avisou por telefone que João Santana seria preso. Agora o episódio está claro. Mônica Moura disse que recebeu um e-mail clandestino da presidente Iolanda pedindo um telefone seguro para conversar. João Santana passou-lhe o número da produtora em que se encontrava, na República Dominicana. Dilma Rousseff avisou então que a Lava Jato já havia obtido um mandado de prisão contra eles. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:34 PM PDT
João Santana disse que Lula "nunca assinou embaixo" da nomeação de Graça Foster para a Petrobras: "Ele não gostava da Graça, achava que ela não tinha perfil para ser presidente da Petrobras." Santana acrescentou que Lula mantinha um mau humor permanente em relação à própria Dilma. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:34 PM PDT
O Jota reproduziu a imagem do perfil Google+ da conta iolanda2606@gmail.com, usada por Dilma Rousseff para obstruir a Lava Jato. Ela só tem um seguidor: Dona Xepa. A Procuradoria Geral da República já tem uma cópia desses documentos? O Google já foi notificado?
Posted: 13 May 2017 07:33 PM PDT
João Santana contou que foi consultado sobre o perfil de Michel Temer para vice-presidente e, como profissional de marketing, não aprovou. "Do ponto de vista eleitoral, Michel Temer não somava nada. Ao contrário", disse Feira em sua delação, ponderando que Temer só foi confirmado em razão do peso do PMDB no tempo de televisão. "O Temer não tinha um perfil, nunca teve. Pouco conhecido, e onde era conhecido sofria críticas. E não havia uma sinergia entre os perfis dele e da Dilma. Pelo contrário. A Dilma precisava ter era um político mais jovem, mais aberto, mais carismático, que compensasse... sem engolir... Mas é uma questão técnica, que não vem ao caso." (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:32 PM PDT
João Santana conta nesse trecho da delação que Dilma usava metáforas para avisá-lo sobre o desenrolar da Lava Jato. Quando soube da ordem de prisão contra o marqueteiro e Mônica Moura, a petista escreveu que um amigo estava muito doente e sua mulher também. É linguagem típica da guerrilha. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:31 PM PDT
Mônica Moura registrou em cartório um screenshot do crime cometido por Dilma Rousseff, que escreveu um e-mail para João Santana avisando que ele seria preso. O Estadão publicou o documento lavrado em 13 de julho de 2016 no 1º Tabelionato Giovannetti em Curitiba. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:29 PM PDT
João Santana contou que Lula o usava para mandar recados para Iolanda, quando eram "coisas constrangedoras". Um dos assuntos frequentes nesse telefone sem fio era Graça Foster. Lula pedia a Feira que levasse a Dilma as críticas de empresários ao trabalho da então presidente da Petrobras. E alertava o marqueteiro para a possibilidade de a imagem arranhada da estatal atrapalhar a campanha de reeleição de Dilma. Lula se mostrava bastante incomodado com "a incompetência" de Graça. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:26 PM PDT
"O giro que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará pelo Exterior, para mobilizar apoiadores contra as investigações da Lava-Jato, incluirá uma palestra em Paris, no dia 24 deste mês. O petista vai visitar também outros países da Europa". Vão deixar Lula sair do Brasil? (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:25 PM PDT
Na campanha de 2014, preocupada com a Lava Jato, Dilma Rousseff sugeriu a João Santana e Mônica Moura que recebessem o dinheiro de caixa 2 da Odebrecht em Cingapura, não na Suíça. Leiam o que disse Mônica Moura na sua delação: "Ela queria que a gente mexesse na conta. Ela sugeriu uma vez 'porque vocês não transferem essa conta de lá para algum outro lugar?'. Aí João dizia 'de jeito nenhum, eu não vou mexer em nada, não tenho culpa de nada, mexer significa assunção de culpa'. Ela sugeriu uma vez que a gente mandasse pra um lugar, Cingapura, ou algo assim, que ela ouviu que era um lugar muito seguro, que a Suíça já estava… as conversas eram assim, a preocupação dela com essa conta que seria o elo do pagamento da Odebrecht." (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:24 PM PDT
Mônica Moura contou em delação que procurou Anderson Dorneles, o Las Vegas, para enviar uma mensagem urgente a Dilma. Ela entregou à Lava Jato os prints da conversa com Larissa, mulher de Anderson, no Whatsapp.
Posted: 13 May 2017 07:23 PM PDT
Mônica Moura confirmou aos procuradores que Lula e Dilma brigaram em 2014, porque ele queria voltar ao poder e ela não abria mão da reeleição. Segundo a marqueteira, Dilma "se sentia forte". "Em 2014, houve um certo estremecimento entre o Lula e a Dilma, acho que isso é do conhecimento de todos. Os jornais especulavam bastante na época. Eles negavam, mas é verdade. Porque o Lula queria ser o candidato. Aí a Dilma não aceitou. Ela queria a reeleição dela." "O Lula queria ser o candidato em 2014. Voltar, né. Tipo assim, 2010 ele sai, bota a apadrinhada dele lá, mas, em 2014, ele volta para ser o candidato. E aí houve um certo estremecimento. Ele ia lá na produtora da gente, de vez em quando grava apoio pra ela, né, porque também não ia colocar em risco a eleição dela. Mas ele não se envolveu com dinheiro dessa vez, não." (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:10 PM PDT
Luciano Coutinho está na Europa e só voltará ao Brasil na próxima semana. No âmbito da Operação Bullish, a Justiça autorizou a condução coercitiva do ex-presidente da BNDES, além de mandados de busca e apreensão em endereços dele. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:09 PM PDT
A OAB divulgou nota para dizer que "são cada vez mais impactantes e preocupantes os detalhes revelados pelas colaborações premiadas relacionadas à Operação Lava Jato". A OAB quer o fim das conduções coercitivas na fase de investigação criminal. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:09 PM PDT
Para incentivar os procuradores a vasculharem suas anotações -- e confiar nelas --, Mônica Moura comparou em sua delação: "Minha agenda é quase um diário de adolescente". (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:08 PM PDT
O próximo movimento de Antonio Palocci, segundo a Folha, será desistir do habeas corpus que está para ser julgado no Supremo. O Antagonista apurou que essa foi uma exigência da força-tarefa como um "sinal de boa-fé". (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:07 PM PDT
Mônica Moura deu detalhes da participação de Franklin Martins e sua mulher na campanha de Hugo Chávez. Ela contou à Lava Jato que o ex-ministro cobrou US$ 8 milhões e US$ 10 milhões. "O Maduro disse: você vai receber dinheiro diretamente comigo e eu não quero esse contato com muita gente. Então, eu pago a você a sua parte e a do Franklin Martins. Quem fazia essa parte administrativa era a mulher dele, a Mônica Monteiro." Xepa contou ainda que Maduro lhe fez pagamentos semanais, na própria Chancelaria e até no Palácio de Miraflores. Ele mandava buscá-la no hotel em carro blindado. Eram malas com US$ 300 mil, US$ 500 mil. "Cheguei a receber US$ 800 mil" Depois, ela distribuía a parte de Franklin a Mônica Monteiro. "Ela tinha uma coordenadora de produção que ficava em Caracas ou (entregava para) o rapaz, Laerte, o diretor da parte de internet que trabalhava com o Franklin". Segundo a delatora, Franklin não recebeu todo o valor. Nem ele nem João Santana. "Chávez morreu seis meses depois de tomar posse e tomamos um calote histórico. A gente tomou um calote de mais ou menos US$ 15 milhões. Franklin também não recebeu tudo. Eu repassei a ele cerca de US$ 2,4 milhões". (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:04 PM PDT
Mônica Moura explicou que não assinou qualquer contrato para fazer a campanha de Hugo Chávez. Questionada pelo Ministério Público Federal sobre qual a garantia que ela tinha para receber o valor combinado, ela disse: "Minha garantia era Lula". Quando houve atraso, João Santana procurou Lula, que prometeu procurar Chávez. O presidente venezuelano morreu logo depois de tomar posse. (O Antagonista)
Posted: 13 May 2017 07:03 PM PDT
Quem quiser ter uma ideia da atuação de Francisco de Assis e Silva, diretor de Relações Institucionais da JBS alvo da Operação Bullish, pode rever aqui a delação de Sérgio Machado. Ele contou que, num encontro na casa de Renan Calheiros, Francisco lhe comentou sobre sua ajuda a diversas campanhas políticas, basicamente a cúpula do PMDB. (O Antagonista)
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