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- CVM abre processo para investigar compra de dólares pela JBS
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 07abril2017 - Joesley Mendonça Batista - Parte 1
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 07abril2017 - Joesley Mendonça Batista - Parte 2
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/1
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- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/4
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/5
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3 MAI/6
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3 MAI/7
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/8
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/9
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/10
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS- JBS 3MAI/11
- Presidente do PMDB gáucho, o ficha suja Alceu Moreira, recebeu propina da JBS, junto com o petista Paulo Ferreira e mais os deputados federais Onyx Lorenzoni e Jerônimo Goergen
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/12
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - Delação JBS 3MAI/13
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 27abril2017 - TD Complementar Joesley Mendonca
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 10maio2017 - Sr Joesley Mendonça Batista
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 01
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 02
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 03
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 04
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 05
- VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 06
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Posted: 20 May 2017 08:34 AM PDT
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo para investigar o frigorífico JBS, pivô das delações envolvendo o presidente Michel Temer, que vieram à tona na noite da última quarta-feira, 17. Ontem, após a divulgação das delações, foram publicadas notícias na imprensa de que o frigorífico teria se beneficiado por saber previamente que o escândalo estouraria e que teria reflexos nas ações da empresa e no câmbio. No site da CVM, consta apenas a informação de abertura de dois processos nos últimos dois dias – um na quarta-feira, 17, e outro ontem, 18. A autarquia não informa o motivo da abertura dos processos. A autarquia comunicou apenas que divulgará detalhes das investigações em breve. Ao todo, a CVM abriu seis processos em nome da JBS neste ano, dois deles nesta semana. O ganho da JBS com a compra de dólares na última quarta-feira, 17, no mercado é mais que suficiente para a companhia quitar a multa fechada no âmbito do acordo de leniência. Se a cifra foi de US$ 750 milhões e há quem diga que chegou a US$ 1 bilhão somente ontem, o resultado foi de US$ 170 milhões, considerando a alta da moeda americana nesta quinta-feira, 18. A ação da JBS declinou nesta sexta-feira pelo sétimo pregão consecutivo e já acumulou queda em torno de 25% neste ano.
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Posted: 19 May 2017 10:32 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:30 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:26 PM PDT
Joesley Batista fala sobre a influência do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, no BNDES, em favor da JBS. Foi por ordem de Mantega que Joesley abriu no Exterior duas contas para depositar a propina que era destinada aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. No total, o valor depositado nas duas contas chegou a 150 milhões de dólares.
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Posted: 19 May 2017 10:21 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:19 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:17 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:15 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:12 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:10 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:08 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:06 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:04 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 10:01 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 09:32 PM PDT
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Pelo menos quatro políticos gaúchos são citados pela JBS por terem recebido vantagem indevida da empresa. Os deputados federais Alceu Moreira (PMDB), Onyx Lorenzoni (DEM), Jerônimo Goërgen (PP) e o também ex-deputado feederal e ex-tesoureiro nacional do PT, o "carnavalesco" Paulo Ferreira são citados por Joesley Batista e seu executivo Ricardo Saud. Alceu Moreira é presidente do PMDB gaúcho, foi eleito recentemente por unanimidade quando todo o partido sabia que ele é um ficha suja, conforme atesta a certidão acima do Conselho Nacional de Justiça, em seu Cadastro Nacional das Pessoas Condenadas por Improbidade Administrativa e Inelegibilidades. Onyx Lorenzoni e Jerônimo Goergen receberam o dinheiro no Rio Grande do Sul, entregue pelo presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Carne Bovina, Antônio Jorge Camardelli. A JBS relata um pagamento de R$ 200 mil em espécie para o ficha suja Alceu Moreira no dia 27 de agosto de 2014. O mesmo valor, também em dinheiro vivo, foi entregue a Onyx Lorenzoni em 12 de setembro de 2014. No mesmo dia, Jerônimo Goërgen aparece como tendo recebido R$ 100 mil. Outros R$ 200 mil foram destinados a petista carnavalesco Paulo Ferreira em 2 de outubro de 2014, por meio de pagamento de nota avulsa emitida pela Gráfica e Editora Comunicação Impressa, Os delatores citam inclusive o número da nota fiscal, 6.883. Segundo os executivos, os pagamentos foram feitos para financiar, via o ilegal (fraudulento) caixa 2 e doação oficial, as campanhas eleitorais. Em geral, os pedidos chegavam a Saud, que submetia a doação a Joesley, a quem cabia autorizar os repasses. Os pagamentos serviriam para que os políticos ajudassem a empresa e não criassem antipatia aos interesses do grupo. "Se o senhor me permitir, gostaria de chamar de reservatório da boa vontade", explica Saud aos procuradores no video de sua delação premiada. Paulo Ferreira e Alceu Moreira aparecem ainda numa planilha da JBS, batizada de "Repasse não contabilizado a partidos políticos". Há 14 políticos nesta lista. Entre eles, além dos gaúchos, aparecem os nomes do ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSFB-PE), o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o senador Fernando Bezerra Coelha (PSB-PE) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima (PMDB-BA ) e Brizola Neto (PDT-RJ). Na planilha, não há menção aos valores repassados a cada político nem as datas em que os pagamentos teriam sido efetuados. No depoimento à Procuradoria-Geral da República, o executivo da JBS, Ricardo Saud, relata que o modelo de pagamento era definido por cada político, podendo ser tanto em doação oficial de campanha ou em caixa 2, por notas fiscais avulsas ou em dinheiro vivo. Paulo Ferreira é citado outra vez no depoimento do dono da JBS, Joesley Batista. O empresário cita um repasse de R$ 30 milhões ao ex-ministro Antonio Palocci a pretexto de financiamento da campanha de Dilma Rousseff à Presidência em 2010. Não há detalhamento da participação de Ferreira nesse pagamento. À época, ele havia deixado o cargo de tesoureiro do PT e estava em campanha para deputado federal, eleição na qual ficou como suplente.
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Posted: 19 May 2017 08:56 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:48 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:45 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:42 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:39 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:36 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:34 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:31 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:26 PM PDT
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Posted: 19 May 2017 08:23 PM PDT
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