Alerta Total |
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Posted: 02 Jun 2017 04:30 AM PDT
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Qualquer idiota sabe que existe uma relação direta entre o Brasil ter a menor taxa de crescimento mundial, enquanto o País ostenta os índices de mais corruptos do mundo. A incerteza e a desconfiança aumentam porque, apesar das Lava Jatos da vida, nosso ritmo de limpeza é tão lerdo quanto a retomada do crescimento econômico e do consumo das famílias (aliás, altamente endividadas). Indústria e serviços seguem estagnados. A inflação finge ser baixa porque os negócios estão parados, em banho-maria. O que não para a é corrupção. Ela se reinventa, com a ajudinha da grande beneficiária: a desqualificada classe política e seus interesses escusos em negociatas.
O Presidente da República vive uma situação política insustentável? Mera ilusão do noticiário – muito influenciado pela hegemonia dos profissionais reféns da ideologia que ocupa a incômoda posição de oposição acuada – porque exagerou nas mentiras, na incompetência e na corrupção (sempre ela). Michel Temer não tem condições morais de seguir no cargo. Aliás, neste caso a petelândia tem razão, ele é inseparável da Dilma. Devia ter caído junto com ela. Mas não deve cair agora porque a bola de cristal dos bastidores políticos e do mercado já especulam que o esperado julgamento de semana que vem, no Tribunal Superior Eleitoral, chegará a um placar apertadinho de 4 a 3. Será um empate cínico, deixando tudo como está...
Agora, a grande especulação é uma delação do deputado Rodrigo Rocha Loures. O famoso "Homem da Mala" vai realmente abrir o bico? A pressão é gigantesca. O Procurador-Geral Rodrigo Janot voltou a pedir a prisão do ex-deputado (o vingador Osmar Serraglio reassumiu seu lugar na Câmara, muito pt da vida com Temer). O cerco se fecha. Mais preocupante que as revelações de Loures são as revelações do doleiro que operava para a maioria dos maiores corruptos tupiniquins. Lúcio Bolonha Funaro, delator premiadíssimo, tem a capacidade de complicar ainda mais a vida de Temer e de outros poderosos de todos os partidos. E ninguém se surpreenda de estourar uma delação de Eduardo Cunha – que não agüenta mais o cárcere gelado em Curitiba... Será que Temer, além de chamar urubu de meu Loures, também vai tomar no Cunha?
O destaque temerário é o cagaço dos tucanalhas. O PSDB anuncia que decidirá na próxima semana se fica ou abandona o governo Temer. O espetáculo de oportunismo é nojento. Os parlamentares tucanos ameaçam assumir "posições independentes" nas votações do Congresso. Posição tão ou mais canalha que esta é a do PT. Dilma Rousseff teve a cara de pau ontem de lançar a candidatura imediata do réu Lula à Presidência da República. A Petelândia aposta tudo no golpe das "Diretas, já". Enquanto isso, seus advogados, em ritmo de vingança, defendem que não se pode separar as responsabilidades na chapa Dilma-Temer...
E assim segue o noticiário político e econômico em ritmo de cachorro maluco que corre, sem parar, atrás do próprio rabo – deixando-o na reta e exposto. E assim a desconfiança e a incerteza dominam o Brasil avacalhado e desmoralizado pela esperteza do Crime Institucionalizado. A reação da sociedade ainda é muito lenta. A bandidagem pode continuar reinando como nunca. O cenário previsível é que alguns devem ser punidos, como bodes expiatórios cujas famílias seguirão vivendo em uma boa com o fruto da roubalheira, para a maioria dos canalhas continuar a salvo, impune e pronta para promover novas negociatas, assim que o clima político e econômico permitir.
Fim do mundo Vaza e viraliza nos zaps-zaps do mercado financeiro: "Devassa nas contas da consultoria de Antônio Palocci Filho revelam valores do Bradesco e Itaú"...
Risco de retorno
Meu Loures...
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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento. © Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Junho de 2017. |
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Posted: 02 Jun 2017 03:27 AM PDT
"País Canalha é o que não paga precatórios"
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Nós, brasileiros, vivemos em universos paralelos.
A quase totalidade da população, ordeira e pacífica, luta por sua sobrevivência e ainda tem esperança de melhorar de vida.
Já a classe política vive numa outra realidade.
Trama um "acordão" para salvar a própria pele nas surubadas institucionais.
Discute soluções artificiais para a crise real.
Sobrevive até hoje graças ao comodismo e abulia dos que devem proteger a Pátria, mas que até agora se fingem de mortos.
Poltrões e/ou bundões irmanados num dolce far niente.
Vai chegar a hora em que uma criança inocente dirá que o rei está nu.
Corre-corre na geral (aliás, extinta na reforma superfaturada do Maracanã).
Alguns presuntos depois, chegará a verdade.
O gordo é gordo; o careca é careca; o ladrão é ladrão.
"Senhoras e senhores, os jogos estão feitos. Nada mais será admitido".
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
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Posted: 02 Jun 2017 03:25 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja
A Carta abaixo foi encaminhada, há exatamente dois anos, às suas Excelências senhores Deputados Federais, senhores Senadores, senhor Presidente da Câmara dos Deputados e senhor Presidente do Senado, e até hoje não há nenhuma resposta visível, da chamada "Casa do Povo"
A Carta do Povo Brasileiro, foi lida na Praça dos Três Poderes em Brasília e assinada por 25 movimentos sociais. O Movimento Vem Pra Rua esteve representado por seus dois porta-vozes, Rogerio Chequer e Janaína Lima, além de outros integrantes do Movimento.
Às suas Excelências senhores Deputados Federais, senhores Senadores, senhor Presidente da Câmara dos Deputados e senhor Presidente do Senado. A democracia brasileira está fragilizada. A República está em risco. E o povo brasileiro está farto. O povo cansou do desrespeito e da incompetência de alguns políticos e governantes brasileiros, e exige mudanças já. AS RAZÕES Vivemos um quadro assustador de corrupção no seio dos poderes constituídos. A corrupção é histórica, sim, e nem por isso admissível. Há 12 anos, porém, ela se tornou sistêmica e se institucionalizou na máquina pública em níveis sem precedência, como nunca antes visto. Um câncer a comer as entranhas já podres do país. Os sucessivos escândalos nos órgãos e empresas públicas vêm à tona e envergonham a Nação. Agravado pela impunidade reinante, nós, cidadãos brasileiros, vivemos uma sensação de desesperança.
A justiça não consegue cumprir seu papel de forma neutra e sem interferências de outros poderes. O Executivo, tentando proteger suas bases de apoio político, interfere no livre andamento das investigações que deveriam ser conduzidas imparcialmente pelo Judiciário. Quando passamos a acreditar que malfeitores pudessem ser penalizados, assistimos incrédulos ao tratamento privilegiado de políticos criminosos, que não mais se encontram onde deveriam estar: junto aos outros contraventores, presos. O Brasil, ao tratar de forma diferenciada políticos e trabalhadores, não conseguiu deixar de ser um país injusto.
A associação da corrupção à impunidade impede o Brasil de se tornar um país desenvolvido.
O povo brasileiro, cansado e indignado, quer dar um BASTA nisso.
A ineficiência da gestão pública é outro tumor maligno que adoece o país. É responsável por fazer do Brasil um país desigual, mais pobre e estagnado. O Brasil não suporta mais o inchamento, o amadorismo e o clientelismo das máquinas públicas, o conhecido "toma lá, dá cá". No plano federal, as contas não fecham. A Lei de Responsabilidade Fiscal, depois de desrespeitada, foi alterada para acobertar o crime cometido pelo Governo Federal e pela Presidente. Obras, quando finalizadas, são entregues a custos inaceitáveis, ofensivos para os reais financiadores, os contribuintes. O excesso de servidores comissionados agride os cofres públicos e a mínima decência. Programas sociais são descontinuados. Os que continuam têm um claro e explícito ar eleitoreiro. Os programas sociais condenam os mais carentes à escravidão em lugar de promover-lhes o crescimento. A lógica é da universalização dos benefícios e não das oportunidades. A saúde vive eternamente na UTI. Brasileiros morrem diariamente nas filas do SUS.
A violência urbana cresce em escalada incontida, principalmente nas periferias, matando principalmente crianças e adolescentes, que perdem a vida na guerra diária das drogas. Mais de 50.000 mortes violentas por ano denunciam a falência completa da ordem pública. É uma guerra não anunciada. O sistema público educacional não consegue cumprir sua função maior de formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Não forma alunos preparados para ingressarem no ensino superior. Não capacita os jovens a serem profissionais qualificados. A economia enverga. Os empregos somem. A inflação cresce. A moeda se desvaloriza. Administra-se por contingências – em um eterno apagar de incêndios.
Aumentam-se as tarifas, os preços controlados e os impostos. E o pior: para reparar seus maus feitos, o governo pede ao povo para pagar a conta da ineficiência. Pagamos impostos a fundo perdido. Impostos que não voltam à sociedade na forma de serviços básicos de qualidade. Tributos, que deveriam servir aos interesses e necessidades do povo, principalmente dos mais carentes e necessitados, são desviados, via corrupção, para enriquecimento próprio, para o populismo, para a conquista e manutenção de poder. O governo federal está sem rumo. O povo brasileiro, farto e escorraçado, quer dar um BASTA nisso. No campo da moralidade, a ética e a decência desapareceram. A mentira passou a ser procedimento costumeiro nos pronunciamentos do governo federal à Nação. A trama da manipulação de dados é um aliado habitual para justificar os consecutivos erros. Contabilidade criativa é o eufemismo que se usa para explicar o injustificável. Não existe transparência nos atos e nas contas. Não existe por parte do governo o reconhecimento dos equívocos e de suas fragilidades. Não existe pudor. A falta de vergonha com que se diz a mentira como se fosse verdade é cínica e abusiva. Assustadoramente, criamos uma geração de crianças e jovens que assistem à mentira como padrão de comportamento de governantes geralmente acompanhados de enriquecimento pessoal. Exemplo maior ocorreu nas eleições de 2014, quando a presidente Dilma Roussef deflagrou o mais escancarado estelionato eleitoral da história do Brasil.
O partido do governo, além de ser conivente com estas práticas, trata seus membros criminosos como ídolos, e continua a lhes atribuir poder. O Partido dos Trabalhadores teve 13 anos de Poder para mudar o Brasil, conforme prometeu em sua carta ao povo brasileiro em 2002. Ele recebe agora, do mesmo povo, uma carta que repudia a situação na qual o país foi deixado.
O povo brasileiro, desrespeitado e inconformado, quer dar um BASTA nesse estilo ilegal, ilegítimo e antiético de fazer política. Esconde-se do povo inaceitáveis associações internacionais que ameaçam a democracia. O governo brasileiro patrocina, através de supostos investimentos e aberta ideologia partidária, países totalitários e populistas, organizados através do Foro de São Paulo. Este clube reúne todos os partidos de extrema esquerda da América Latina e Caribe, além de possuir visíveis indícios da participação de organizações criminosas e terroristas, como as FARC. O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, com forte influência no atual governo para o qual fez campanha, vem há anos, neste clube, idolatrando as práticas de líderes totalitários, entre outros da Venezuela, como Hugo Chavez e Nicolas Maduro.
O povo brasileiro não mais ignora este projeto, e educa-se politicamente para discernir o certo do errado.
Quem deveria resolver estes graves problemas do Brasil?
A REPRESENTATIVIDADE
Como representantes constituídos pela sociedade, resta a Suas Excelências o DEVER de atuar na solução destes problemas. A trágica realidade brasileira, agravada por um sistema político com fortes traços populistas, e que não tem a sociedade como principal beneficiária, vem há uma década indignando o povo brasileiro, que não mais aceita ser apenas um coadjuvante no projeto do governo. E O POVO ACORDA Cansados deste cenário frustrante, ao longo dos últimos anos, vários movimentos democráticos e apartidários lideram nas redes sociais campanhas maciças de conscientização do povo para as grandes questões políticas e sociais. Em 2013, grupos saíram às ruas em protesto contra atos do governo federal, da classe política e do judiciário. Diante da situação que passou de grave a inaceitável, a partir de outubro de 2014 movimentos passaram a sair às ruas de forma consistente e organizada. Até fevereiro de 2015, foram seis manifestações de massa, e vários atos públicos simbólicos em dezenas de cidades por todo o país. Diante da ausência de resposta do governo e do Congresso, em março e abril de 2015, num espaço de quatro semanas, o povo saiu às ruas nas duas maiores manifestações espontâneas da história da América Latina. Elas ocorreram em mais de 450 cidades por todo o Brasil, em todas as regiões. Trouxeram às ruas mais de três milhões de brasileiros de todas as classes sociais, indignados com o desrespeito do governo e da classe política. A voz das ruas é uníssona: desaprovação ao governo federal; solicitação de julgamento neutro e condenação de todos os envolvidos em crimes de corrupção; repúdio e revolta às manobras descomprometidas com a justiça e a verdade, protagonizadas por membros da mais alta corte da justiça brasileira. Os históricos protestos, mesmo envolvendo milhões de pessoas, foram pacíficos, democráticos, cívicos e ordeiros. O povo vem às ruas na esperança de ter sua voz e seus pleitos ouvidos por aqueles que constitucionalmente estão na condição de representantes de seus interesses. Verdade legal que, hoje, desperta dúvida real, uma vez que o próprio representante que não dá a devida atenção a tais pleitos, põe em questionamento tal legitimidade. Note-se que para cada uma das grandes manifestações de março e abril o Governo Federal e o Partido dos Trabalhadores também chamaram, em datas próximas, seus simpatizantes para virem às ruas. Em março, o número de pessoas pró governo foi 40 vezes menor que os manifestantes contra o governo. Em abril foi 100 vezes menor e, acompanhado de violência. A proporção entre os movimentos de rua pró e contra governo demonstra o sentimento e o posicionamento da sociedade diante da grave situação política, econômica e ética do país. Diante disso, os representantes do povo devem agir. PROPOSTAS CONCRETAS Atendendo a urgência que o momento exige, viemos neste instante apresentar ao Congresso Nacional a primeira pauta de reivindicações da agenda construtiva para um novo Brasil: 1) Enfrentamento real da Corrupção através do fim da impunidade
a) Aprovar, prioritariamente, as 10 medidas de combate à corrupção apresentadas pelo MPF;
b) Submeter os acordos de leniência à anuência do Ministério Público;
c) Apoiar incondicionalmente o Juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal, e a Polícia Federal nas investigações da Operação Lava Jato;
d) Agravar as penas para corrupção, aprovando-se o projeto de lei 915, que cria o crime de Lesa Pátria; e) Fortalecer a Polícia Federal para combater a corrupção;
f) Indicar servidores concursados, de carreira, idôneos, com amplo reconhecimento e competência comprovada para os cargos do STF, STJ, TCU, STM, MPF e TSE, com prazo de mandato definido e com posterior quarentena;
g) Senado exercer papel de controle efetivo da capacidade dos indicados acima, por meio de sabatina, com critérios objetivos de imparcialidade, convidando técnicos da OAB, CNJ e MPF para compor o grupo avaliador; h) Implementar eleições diretas por entidades representativas para escolha dos Procuradores Gerais, com o fim de listas tríplices e escolhas arbitrárias pelo chefe do Executivo; g) Afastar o Ministro Dias Toffoli do STF e TSE por não atender ao critério de imparcialidade.
2) Presidência da República
a) Pedir ao STF e ao Procurador Geral da República a abertura de investigação por crime comum da cidadã Dilma Vana Roussef; b) Apreciar com transparência os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Roussef apresentados ao Congresso . 3) Choque de ordem e transparência na gestão pública a) Abertura total dos contratos de empréstimos realizados pelo BNDES, fim de empréstimos do BNDES a outros países e a empresas doadoras em eleições. Rejeição da MP 661; b) Reduzir o número de ministérios, o número de cargos comissionados e o tamanho da máquina pública; c) Transparência nas contas de todas as empresas públicas ou com participação societária do estado brasileiro; d) Total transparência e redução dos gastos de parlamentares e governantes, incluindo os cartões de crédito governamentais; e) "Revalida" para todos os médicos estrangeiros atuando no Brasil;
f) Redução e simplificação dos impostos.
4) Educação
a) Qualidade total na educação básica, sendo a mesma universal e meritocrática;
b) Fim da doutrinação ideológica e partidária nas escolas. Aprovação do PL 867/2015, "Escola Sem Partido".
5) Ajustes no processo político eleitoral a) Maior justiça, legitimidade e representatividade nas eleições pela implantação do Voto Distrital; b) Eleições com registro eletrônico e impresso do voto, auditáveis por empresa idônea e partidos; c) Revisão do financiamento público de campanhas. O Estado não suporta mais patrocinar a atual farra eleitoral; d) Mandato único – Fim de reeleição para todos os cargos executivos.
É importante frisar que novas pautas serão apresentadas e outras complementadas, nas próximas semanas, vindas do diálogo com as ruas, e conduzidas pelos vários movimentos democráticos, ressaltando que repudiamos qualquer tipo de controle da mídia ou limitação na liberdade de expressão irrestrita de todo e qualquer brasileiro.
O POVO QUER AÇÕES, NÃO PROMESSAS A expectativa do povo brasileiro é que o Congresso Nacional não os abandone em seu dever moral e constitucional, encaminhe e execute estas demandas do povo brasileiro. Cada parlamentar, individualmente, deve se comprometer publicamente com o povo a promover esta execução de forma sistemática e organizada, com agenda e pauta e encaminhar as demandas com a rapidez que o momento exige. Não queremos discursos, nem promessas. Queremos ação efetiva em busca de soluções que signifiquem avanços políticos e sociais para o Brasil através dessas demandas. Queremos proatividade, rapidez, objetividade e determinação em executá-las.
As bases para a construção de um novo presente e futuro para nossa nação estão lançadas.
Elas levarão nosso país para onde os brasileiros já mereciam estar há muito tempo.
Acabou-se o tempo do conformismo. Os trabalhadores brasileiros não mais tolerarão políticos que governam para causas próprias. Não mais assistirão impassíveis às manobras que visam a manutenção do poder.
Não mais aceitarão um governo mentiroso. BASTA de desrespeito. Estaremos atentos às ações do Congresso a partir de hoje, para observarmos qual a prioridade que ele dará à execução expressa das reivindicações das ruas. Estaremos igualmente atentos às ações do Executivo e do Judiciário, que têm papel de protagonismo em várias das reivindicações apresentadas. Os resultados efetivos que os três poderes atingirem na execução das demandas apresentadas levarão os brasileiros a decidir como proceder daqui para frente. Os Movimentos de rua que aglutinaram milhões de brasileiros indignados, continuarão a atuar quando necessário, seja em caráter de massa ou local, sempre de forma ordeira, constitucional, e incisiva. Exigimos um país politicamente mais ético, economicamente mais forte, socialmente mais justo. Não aceitaremos nada menos do que isso. Um Brasil do qual seu povo, nesta e nas próximas gerações, possa finalmente se orgulhar. |
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