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G. M. Ferretti | 19 June, 2017 at 10:32 am | Tags: Roberto de Mattei | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-bYy
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“A Rússia será católica” (II).
Leia antes: A Rússia será católica.
Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 08-06-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.com: “A Rússia será católica”. O sonho de tantos convertidos russos do século XIX, como o padre Šuvalov, constituiu também o título de um livro que fez sensação em sua época: La Russie sera-t-elle catholique? (Paris, 1856), do padre Ivan Gagarin, da Companhia de Jesus.

Ivan Sergeevič Gagarin nasceu em Moscou no dia 20 de julho de 1814, de uma ilustre casa principesca, descendente dos príncipes de Kiev. Foi adido junto à legação russa em Munique, e depois na embaixada de Paris, onde participou da vida intelectual francesa, frequentando o salão de Sophie Swetchine. Sob a influência desta e de autores como Pëtr Jakovlevič Čaadaev (1794-1856), amadureceu sua conversão ao catolicismo. Em 7 de abril de 1842 abjurou a religião ortodoxa e abraçou a fé católica pelas mãos do padre François Xavier de Ravignan (1795-1858), que já obtivera a conversão do conde Šuvalov. Ivan Gagarin renunciava, aos 28 anos, não só a um brilhante futuro político e diplomático, mas à esperança de poder retornar à sua pátria. Com efeito, na Rússia dos Czares a conversão ao catolicismo constituía um delito comparável à deserção ou ao parricídio. O abandono da ortodoxia por uma outra religião, ainda que cristã, era punido com a perda de todos os bens, dos direitos civis e dos título nobiliárquicos, e previa a reclusão perpétua em um mosteiro ou o exílio na Sibéria.
Um ano depois, Ivan, tornado Jean Xavier Gagarin, solicitou sua admissão na Companhia de Jesus, sendo admitido no noviciado de Saint Acheul. Iniciou então um período de longos estudos, que concluíram com a ordenação sacerdotal e a profissão dos votos religiosos na Ordem de Santo Inácio de Loyola. Para o padre Gagarin, no qual um zelo ardente se unia a uma viva inteligência e a uma educação de grande senhor, iniciou-se uma nova vida.
Durante a guerra da Crimeia, participou com o célebre matemático Augustin Cauchy (1789-1857) na fundação da obra da École d’Orient. E no final de 1856 fundou a revista quadrimestral Études de théologie, de philosophie et d’histoire, que se tornou a célebre revista Études. Contudo, quando em 1862 a publicação foi retirada dos jesuítas franceses, ela sofreu uma radical transformação. Quando se iniciou o Concílio Vaticano I, Études, diferentemente de sua coirmã romana Civiltà Cattolica, tomou uma posição filoliberal que conservou no século seguinte.
O governo russo, que se propunha extirpar o catolicismo das províncias ocidentais do Império, considerou o príncipe Gagarin como um inimigo a ser eliminado. Ele foi acusado de ter escrito cartas anônimas ao poeta Aleksandr Sergeevič Puškin (1799-1837) que o teriam exasperado, levando-o a um duelo no qual teria morrido. Recentemente, a jovem historiadora polonesa Wiktoria Sliwowska demonstrou que se tratava de uma campanha de calúnias organizada pela Terceira Seção da Chancelaria Imperial (L’Affaire Gagarine, Institutum Historicum Societatis Iesu, Roma, 2014, pp. 31-72).
O livro La Russie sera-t-elle catholique? foi publicado em 1856. Nele o padre Gagarin se refere à solene bula de Bento XIV Allatae sunt, de 26 de julho de 1755, em que o Santo Padre, manifestando “a benevolência com a qual a Sé Apostólica abraça os orientais”, “ordena que se conservem seus antigos ritos que não se oponham à Religião Católica nem à honestidade; nem se peça aos Cismáticos que retornam à Unidade Católica para abandonarem seus Ritos, mas apenas que abjurem a heresia, desejando fortemente que seus diferentes povos sejam conservados, não destruídos, e que todos (para dizer muitas coisas com poucas palavras) sejam Católicos, não latinos”.
Para reconduzir os povos eslavos à unidade – comenta o padre Gagarin –, é preciso respeitar os ritos orientais, pedir a abjuração dos erros contrários à fé católica, mas, sobretudo, combater a concepção político-religiosa dos ortodoxos. Para o jesuíta russo, o cisma ortodoxo é principalmente o resultado do “bizantinismo”, um conceito com o qual eles entendem a diferença das relações entre a Igreja e Estado existentes no mundo bizantino e no ocidental. Para Bizâncio, não há distinção entre os dois poderes. A Igreja é de fato subordinada ao Imperador, que a dirige enquanto delegado de Deus no campo eclesiástico e no secular. Os autocratas russos, como os imperadores bizantinos, veem na Igreja e na religião um meio do qual servir-se para garantir e dilatar a unidade política. Este calamitoso sistema se funda em três pilares: a religião ortodoxa, a autocracia e o princípio da nacionalidade, sob cujo signo penetraram na Rússia as ideias de Hegel e dos filósofos alemães. Aquilo que se esconde sob as palavras pomposas de ortodoxia, autocracia e nacionalidade, “não é senão a formulação oriental da ideia revolucionária do século XIX” (p. 74).
Gagarin entrevê a ferocidade com a qual as ideias revolucionárias seriam aplicadas em seu país. As páginas de Proudhon e Mazzini parecem moderadas a seus olhos, se comparadas à violência dos agitadores russos. “É uma comparação que pode servir para medir a diferença que há entre o princípio revolucionário como ele é entendido na Europa Ocidental e como seria posto em prática na Rússia” (pp. 70-71). Em uma profética página, o padre Gagarin escreve:
“Quanto mais se desce ao fundo das coisas, mais se é levado a concluir que a única luta verdadeira é entre o Catolicismo e a Revolução. Quando em 1848 o vulcão revolucionário aterrorizava o mundo com seus rugidos e fazia tremer a sociedade abalada em seus fundamentos, o partido que se dedicou a defender a ordem social e a combater a Revolução não hesitou em inscrever em sua bandeira Religião, Propriedade, Família; ele não hesitou em enviar um exército para restabelecer em sua sede o Vigário de Jesus Cristo, que a Revolução havia forçado a tomar o caminho do exílio. Esse partido tinha perfeitamente razão; está-se em presença de apenas dois princípios: o princípio revolucionário, que é essencialmente anti-católico, e o princípio católico, que é essencialmente anti-revolucionário. Apesar de todas as aparências contrárias, só há no mundo dois partidos e duas bandeiras. De um lado, a Igreja Católica arvora o estandarte da cruz, que contém o verdadeiro progresso, a verdadeira civilização e a verdadeira liberdade; de outro, apresenta-se a bandeira revolucionária, em torno da qual se agrupa a coalizão de todos os inimigos da Igreja.
“Ora, o que faz a Rússia? De um lado, combate a Revolução; de outro, combate a Igreja Católica. Tanto externa quanto internamente, encontrareis a mesma contradição. Não hesito em dizê-lo, o que faz sua honra e sua força é ser adversária inabalável do princípio revolucionário. O que faz sua fraqueza é ser, ao mesmo tempo, adversária do Catolicismo.
“E se ela quiser ser coerente consigo mesma, se quiser francamente combater a Revolução, tem apenas um partido a tomar: colocar-se sob o estandarte católico e reconciliar-se com a Santa Sé” (La Russie sera-t-elle catholique?, Charles Douniol, Paris 1856, pp. 63-65).
A Rússia não atendeu ao apelo e a Revolução bolchevique, após ter exterminado os Romanov, difundiu seus erros no mundo. A cultura abortista e homossexual, que hoje conduz o Ocidente à morte, tem suas raízes na filosofia hegeliano-marxista que triunfou na Rússia em 1917. A derrota dos erros revolucionários não poderá ser ultimada, na Rússia e no mundo, senão sob os estandartes da Igreja Católica.
As ideias do padre Gagarin inspiraram o barão alemão August von Haxthausen (1792-1866), que com o apoio dos bispos de Münster e de Paderborn fundou uma Liga de orações denominada Petrusverein (União de São Pedro) para a conversão da Rússia. Uma associação análoga, sob o impulso dos padres barnabitas Šuvalov e Tondini, nasceu na Itália e na França. Aos inscritos nessas associações recomendava-se rezar em todos os primeiros sábados do mês pela conversão da Rússia. Em 30 de abril de 1872, Pio IX concedeu com um Breve indulgência plenária a todos aqueles que, tendo confessado e comungado, assistissem no primeiro sábado do mês à Missa celebrada pelo retorno da Igreja greco-russa à unidade católica.
Nossa Senhora aprovou certamente essa devoção, pois em Fátima, em 1917, Ela recomendou a prática reparadora dos primeiros cinco sábados do mês como instrumento da instauração de seu Reino, na Rússia e no mundo.
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Posted on 19 junho, 2017 at 10:32 am in Igreja | RSS feed | Resposta | Trackback URL
Tags: Roberto de Mattei
One Comment to ““A Rússia será católica” (II).”
Isaías
19 junho, 2017 às 12:30 pm
O título desse livro está em interrogação e, passar para a afirmação, dependeria de (re)conversão por primeiro em seus membros Altos Hierárquicos pois, em caso contrario, seria tarefa muito difícil, senão missão humanamente falando, quase impossível!
Consta-nos que apenas cerca de 1% da população russa é afiliada à Igreja católica, e a quantidade de paróquias oficiais na Russia não ultrapassaria a 200 e, mesmo assim perseguidas por a cismática Igreja Ortodoxa Russa-IOR compartilhar do Estado, mais se parecendo nesse ponto com as “teocracias” islâmicas em que os governantes são os “porta-vozes” da deusa lua Alah.
Nesse caso, comprova-o no presente Cirilo I, ex agente da KGB muito afinado com o ex idem, atual “presidente” V Putin, e aquele usaria essa instituição para manter o povo mais submisso ao regime, algo parecido aqui com a direção da CNBB que desejaria em nosso país ser uma instituição religiosa de ideais de “Teólogos da Corte”, assim conseguiria manipular o povo para mais eficaz aceitação das ideologias dos partidos comunistas.
A existencia da Igreja Católica na Russia mais se concentra nos descendentes de nações bálticas e imigrantes de tradição católica romana, caso dos estonianos, alemães, lituanos e doutros circunvizinhos, nem tanto nos residentes nascidos na fé cristã professada pela IOR, ou seja, a maioria dos fiéis desse cisma continua sendo os russos étnicos e mesmo na Ucrania, beligerante com a Russia, o catolicismo sofre opressão e diversas retaliações.
Presentemente, por varios motivos causadores de perplexidade, até o Vaticano pareceria se colocar ao lado da IOR em detrimento dos católicos e, quem sabe, seria por estar melhor sintonizado com os ideologistas atuais, com os esquerdistas da ONU-NOM!
Enfatize-se que foi na Russia que pratica um cristianismo bastante relativizado com dioceses independentes entre si – pouco ou quase nada se diferenciando do herético e relativista doutrinario auto arbitrario professado no protestantismo – sendo que foi nesse ambiente exegético confuso que propiciou ao comunismo alicerçar suas raízes que hoje em dia inferniza muitas nações – caso Brasil – em que esses mesmos erros penetraram na Igreja de Roma e contaminam todo o Ocidente.
Afinal – comunismo que é satanismo – não é sinõnimo de apostasia à fé católica?
Resposta
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Santo Ezequiel Moreno
"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ". Nota da edição:
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Cor Iesu Sacratissimum, miserere nobis!
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey Blog no WordPress.com.
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