LIBERTAR.in :: Seja livre, antes que seja tarde!
520 MIL MILITARES ESTÃO PRONTOS PARA MATAR VENEZUELANOS
IRÃ E ESTADO ISLÂMICO AMEAÇAM ANIQUILAR ISRAEL “EM BREVE”
PT CONFIRMA APARELHAR EM NOME DO ‘PROJETO’
FIM DOS TEMPOS: IGREJA DA ESCÓCIA LIBERA CASAMENTO GAY ENTRE PASTORES
Posted: 22 May 2016 07:12 PM PDT
Após ter decretado estado de exceção e utilizado o Supremo Tribunal da Venezuela para aprovar a medida, Maduro convocou 520 mil membros das Forças Armadas e milícias civis criadas por Hugo Chávez para lutar contra os protestos populares na Venezuela, no que pode ser o indício de que o agora ditador quer uma guerra contra a maioria da população, desarmada pelo governo socialista em 2014.
Neste sábado (21), as Forças Armadas venezuelanas concluíram dois dias de treinamentos militares junto com as milícias civis nos sete principais estados do país, incluindo o treinamento das milícias com lança-foguetes e de estudantes com fuzis. Segundo Maduro, as forças militares estão prontas para "processos internos de comoção e de desestabilização" e que não hesitará em decretar "comoção interior" – o que implica em restrição às liberdades civis – caso episódios "golpistas violentos" ocorram.
Via ILISP
Posted: 22 May 2016 06:57 PM PDT
Por Jarbas Aragão
Ahmad Karimpour, um dos principais conselheiros da Guarda Revolucionária Iraniana, anunciou publicamente que o exército do Irã teria a capacidade destruir Israel "muito rapidamente", se assim desejasse. Para isso, bastava uma ordem do seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, que comanda a elite da Guarda, conhecida como Força al-Quds.
"Com nossas habilidades e os equipamentos à nossa disposição, arrasaremos o regime sionista em menos de oito minutos", disse Karimpour à agência de notícias Fars. No início de maio, o governo do Irã testou com sucesso um míssil balístico de médio alcance que poderia facilmente chegar até Israel.
Com autonomia para percorrer 2.000 quilômetros, a precisão para o alvo é cerca de oito metros. Para o brigadeiro-general Ali Abdollahi, em termos militares isso significa que a nova arma tem "erro zero".
Apesar do acordo nuclear assinado no ano passado com as potências mundiais, o Irã continua fazendo testes com mísseis balísticos, alegando que não violam a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Embora esse mesmo tipo de ameaça fora feito anteriormente, as imagens de mísseis iranianos pintados com as palavras "Israel deve ser varrido da terra" divulgadas recentemente.
Invasão pelo Estado Islâmico
O Irã falar em ataques tem sido uma constante, mas a comunidade internacional parece ignorar que essas ameaças ocorrem ao mesmo tempo que foi divulgada um material produzido pelo Estado Islâmico com novas ameaças a Israel.
Semana passada, o jornal The Jerusalem Post publicou a tradução do boletim que circulou tanto impresso quanto na internet. No texto, os líderes do grupo extremista muçulmano "rejeita a ordem internacional ", e anunciam que a guerra contra os seus inimigos "fará com que aqueles que Allah determinou em sua jihad submetam-se às regras do Islã".
Lembra também que o Sheik Abu Mus'ab al-Zarqawi, já os ensinou: "Aqueles que estão lutando no Iraque, estão sempre com os seus olhos sobre Jerusalém".
O material afirma que o EI tem todas as condições de atacar Israel em breve, uma vez que está mais perto das fronteiras. Trata-se de uma referindo-se às montanhas de Golan, norte de Israel, distando cerca de 15 km de onde há acampamentos dos jihadistas. Também há menção aos combates no Sinai, ao sul de Israel, de onde já fizeram ofensivas contra o Estado Judeu.
O EI reclama dos ataques de drones contra eles, atribuídos aos "cruzados" aliados aos sionistas. Uma referência aos países que fazem parte da coalização internacional liderada pelos EUA. Termina afirmando que "Com a permissão de Alá eles [judeus] serão dominados, para , em seguida, serem levados ao inferno". Com informações de Times of Israel
Via Gospel Prime
Posted: 22 May 2016 06:46 PM PDT
O documento "Resolução sobre conjuntura", aprovado pelo diretório do PT no início da semana, é prova cabal da validade do provérbio "o papel aceita tudo". Escrito numa linguagem de militância revolucionária das décadas de 60 e 70, o texto trata de um país imaginário chamado Brasil, em que houve um "golpe", desfechado pelo imperialismo internacional com apoio da burguesia doméstica, "as classes dominantes", e pelos "monopólios da informação", diante do qual é preciso resistir.
Assim como a literatura de cordel tem uma linguagem própria — guardadas as diferenças, a favor do cordel —, com este tipo de texto de panfleto de doutrina acontece o mesmo. Mas chama a atenção que, no documento, o PT assuma de forma escancarada o aparelhamento do Estado, para colocá-lo a serviço de um projeto de poder nada democrático e republicano.
Ao fazer autocrítica, o PT se penitencia por haver priorizado o "pacto pluriclassista" na eleição de Lula — ele deseja um governo uniclassista, só dos trabalhadores; impossível, se for pelo voto. E lamenta, por outras palavras, ter sido ineficiente na infiltração nos organismos de Estado.
Considera-se descuidado com as estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, assim como por não ter modificado "os currículos das academias militares", nem promovido "oficiais com compromisso democrático e nacionalista". Tampouco fortalecido "a ala mais avançada do Itamaraty", e por não ter redimensionado ''sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da comunicação". (Desconhecem que é ínfima a parcela desta publicidade na receita que financia o jornalismo profissional).
Não que tenha caído a máscara do partido; afinal a verdadeira face do projeto lulopetista nunca esteve completamente oculta. Mas chega a ser um registro histórico um documento em que o diretório nacional do partido assume sua faceta — esta sim — golpista. Várias iniciativas, desde o primeiro governo Lula, expuseram o real sentido do projeto lulopetista. Um exemplo é a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual (Ancinav), esculpida no MinC de Gilberto Gil e Juca Ferreira com a intenção de controlar o conteúdo do setor.
Diante da previsível grita, houve recuo. O mesmo aconteceu no projeto do Conselho Federal dos Jornalistas, também com intenções intervencionistas: patrulhar profissionais nas redações e puni-los com base em algum "código de ética".
Houve mais casos. Importa é entender, de uma vez por todas, que este é um projeto que pretende instalar no Brasil um regime bolivariano. Não conseguiu, nem conseguirá, diante da demonstração de solidez das instituições republicanas.
O PT deveria aproveitar que escancarou o projeto em documento, para passar a defendê-lo abertamente e colocá-lo sob o teste das urnas. Só assim terá alguma chance de se defender da acusação de ser o verdadeiro golpista.
Via http://oglobo.globo.com
Posted: 21 May 2016 08:06 PM PDT
A assembleia geral da Igreja da Escócia votou, neste sábado, a favor do casamento gay entre seus pastores e para que os que optarem por esse matrimônio continuem a exercer seu ministério dentro da instituição.
A histórica votação, realizada em Edimburgo, permite que os pastores estejam casados com pessoas do mesmo sexo, mas não permite a celebração de uniões homossexuais dentro da igreja.
O resultado da votação --339 votos a favor e 215 contra-- acontece após um ano de discussões sobre um assunto que gerou divisões dentro da instituição.
No ano passado, a assembleia deu sinal verde para que os pastores homossexuais dessa instituição formassem uniões civis.
A Igreja Nacional Escocesa --conhecida como The Kirk-- adota uma postura tradicional sobre o casamento entre homem e mulher, mas autoriza cada congregação a decidir por si mesma se deseja nomear um pastor ou um deão homossexual.
Qualquer outra consideração mais ampla do enfoque teológico do casamento homossexual não será realizada até que o Fórum Teológico apresente um relatório à igreja escocesa no próximo ano.
A votação de hoje diferenciará essa instituição da Igreja da Inglaterra, que proíbe seus religiosos de se casarem ou terem uniões civis com pessoas do mesmo sexo e se negou a permitir matrimônios gays.
A cerimônia formal de inauguração da assembleia deste ano da Igreja escocesa contou com a presença da ministra principal da Escócia, Nicola Sturgeon, e durante o ato foi lida uma carta da rainha Elizabeth 2ª.
"Em um momento de agitação no mundo, é reconfortante ouvir que a Igreja da Escócia fez com que seja uma prioridade trabalhar para desenvolver uma resposta coordenada a problemas que afetam refugiados e solicitantes de asilo", diz a carta da monarca, voltada à atitude escocesa para com os refugiados.
Fonte: Uol
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.
Email delivery powered by Google
Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States
















Nenhum comentário:
Postar um comentário